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Senadora Daniella Ribeiro pede exoneração da prima com salário de R$ 15 mil

A prima da senadora Daniella Ribeiro (PP) foi exonerada do cargo que ocupava no Senado. A exoneração foi feita a pedido da parlamentar e divulgada pelo apresentador Clilson Júnior, no Arapuan Verdade, da rádio Arapuan FM, nesta segunda-feira (7).

Iuska Cyntia Mariz Galvão estava contratada para cargo em comissão de assistente parlamentar pleno.

Iuska é estudante de Odontologia em período integral e estaria em choque de horário com o expediente no Senado. O salário dela chegava a R$ 15 mil.

 

clickpb

 

 

Senadora afirma que nome de Ricardo Coutinho é natural, caso PSB decida por candidatura à Presidência

Em discurso na tribuna do Senado, senadora Lídice da Mata (PSB-BA)

Mais um membro da bancada do PSB no Senado considera o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), uma possibilidade do partido para disputar a eleição presidencial no próximo ano. De acordo com a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), se o partido tiver candidatura própria, Ricardo Coutinho “é um nome natural” do PSB para ocupar a vaga.

Em entrevista ao Blog Política e ETC, Lídice avalia que PSB está enfraquecido e que precisa reorganizar seu plano político nacional. “Eu, pessoalmente, acho que o PSB – com a morte de Eduardo (Campos) e todo esse processo que vivemos – tem que reorganizar seu plano político nacional, porque – objetivamente – nós enfraquecemos em tese, mas creio que ainda assim o nome de Ricardo Coutinho é um grande nome com possibilidade de, se o PSB tiver candidatura própria à Presidência da República, o nome de Ricardo seria um nome natural”, disse.

O governador Ricardo Coutinho disse em entrevista na última quinta (4) que vai à Brasília na próxima semana para se reunir com o senador João Capiberibe (PSB-AM) e lideranças do PSB para conversar conversar com senadores e deputados outras coisas que são importantes, como uma leitura do próprio cenário”, afirmou.

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Ex-senadora Heloísa Helena confirma que deixará PSOL

Heloísa Helena, expulsa do PT no começo do governo Lula, não concorda com a atual direção do PSOL (Foto: José Emilio Perillo. Folhapress)

A ex-senadora e vereadora de Maceió Heloísa Helena confirmou nesta terça (11) que deixará o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Ela espera que a ex-ministra e ex-senadora Marina Silva conclua os trâmites para a fundação de um novo partido. Segundo afirmação dada ao Correio do Brasil, Heloísa diverge do PSOL, que, de acordo com ela, “tem malandros”. Ela é uma das fundadoras do partido, criado por políticos expulsos do PT, mas discorda do atual comando da sigla. O novo partido, criado por Marina, também ex-petista, do qual fará parte, também terá tendência socialista.

Os embates entre Heloísa e o PSOL foram intensificados quando se acusou o candidato a vereador Berg Nordestino de estar envolvido com as milícias no Rio de Janeiro. Nordestino fazia campanha para o candidato à prefeitura da capital carioca Marcelo Freixo, mas foi expulso do partido na semana passada.

Além disso, os espaços de Heloísa estavam diminuindo na agremiação, segundo afirmou um dos líderes da legenda, que prefere não se identificar, ao Correio do Brasil.

No Rio de Janeiro, o PSOL está envolvido com a polêmica sobre o show Primavera Carioca, que terá apresentação de Caetano Veloso, Chico Buarque e do Trio Preto+1, para arrecadar recursos para a campanha de Freixo. O candidato não poderá assistir à apresentação, pois foi proibido pela Justiça Eleitoral, que entende o evento como “showmício”, prática vedada pela atual legislação.

Para Freixo, contudo, o show não se encaixa nessa categoria. “Durante muitos anos aconteceram os showmícios, que foram proibidos por representar abuso do poder econômico. O nosso caso é exatamente oposto. Não estamos pagando para ninguém animar o público, como acontece num showmício. É apenas um show de amigos que acreditam numa nova proposta de política, e que pretendem doar a renda para essa campanha. Mas já que a justiça proibiu, eu não vou”, disse, segundo o Correio do Brasil.

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Ex-jornalista, senadora Ana Amélia fala sobre diploma, regulação e “A Voz do Brasil”

Foto: Pedro França / Agência Senado

Em 15 de março de 2010, após 33 anos de empresa e 40 de jornalismo, Ana Amélia Lemos se despediu do grupo RBS – afiliada da Rede Globo e maior grupo de mídia do Sul do país – para disputar as eleições como candidata à senadora deu sua terra natal, o Rio Grande do Sul.

Em sua estreia na política, foi eleita com 3 milhões e 400 mil votos pelo Partido Progressista (PP-RS). “Minha campanha custou 2 milhões e 900 mil reais, talvez tenha sido a mais barata do país proporcionalmente ao número de votos que recebi”, afirma.

No grupo gaúcho, começou em 1977 assinando a primeira coluna de economia da TV do sul do país, transferindo-se para Brasília em 1979, onde foi repórter e colunista do jornal Zero Hora, da RBS TV e Rádio Gaúcha, além de diretora da RBS local entre 1982 e 2003.

Para ela, a carreira jornalística tem sido fundamental para sua atuação no Senado. “Nós, jornalistas, temos cheiro de pauta. O jornalismo me dá a esperteza de saber qual é o tema que está interessando para uma sociedade”, comenta.

Hoje, a senadora Ana Amélia está entre os parlamentares do país que vigiam constantemente as matérias relacionadas à classe jornalística. Veja abaixo a opinião dela sobre alguns destes projetos, em discussão no Congresso Nacional.

PEC do Diploma

“A PEC do diploma é o projeto mais importante sobre o jornalismo em discussão no Congresso. Até por uma questão de coerência, tenho defendido o diploma. Como é que eu que fiz uma faculdade de jornalismo não vou valorizar as faculdades e o próprio exercício da profissão? Qualquer profissional pode ser um comentarista, como um médico que pode comentar sobre medicina, como faz o Dráuzio Varella, que é um comunicador hoje, mas acho que o exercício do jornalismo depende de um diploma.”

Regulação da mídia

“Até agora, o governo não disse claramente o que ele quer com essa tal de regulação da mídia. É uma dúvida. O governo traz um prato-feito e você tem que aceitar? Não. [A proposta] quer dizer o quê? Que a emissora tem que operar em tais ondas, e nessas ondas tem que ter tais potências? Se for isso, é uma questão técnica. Aí pode dar outro nome, como normas técnicas para funcionamento das emissoras de rádio e TV. Já regulação tem outro espectro: há o risco de você tolher e cercear conteúdos, o que é inaceitável.”

“A Voz do Brasil”

“Sou favorável à flexibilização da transmissão d’A Voz do Brasil”. Acho que o líder do PT na Câmara Gilmar Tatto foi infeliz ao se posicionar contra a proposta. Não há interesse comercial nesse negócio, o interesse é de utilidade pública. Não sou uma pessoa radical, não defendo o término do programa, que surgiu com Getúlio Vargas. A flexibilização é um bom caminho, não para acabar a Voz do Brasil, mas para ver que o cidadão brasileiro deveria ter o direito nesse horário de ter informação sobre o trânsito caótico de São Paulo, por exemplo.”

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Senadora cobra aprovação de PEC do jornalista

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) antecipou a comemoração do Dia do Jornalista, neste sábado (7) e, em pronunciamento na quarta-feira (4), defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição que restabelece a exigência do diploma para o exercício da profissão, conhecida como PEC dos Jornalistas.

Na avaliação da senadora, o Supremo Tribunal Federal (STF) cometeu uma “grande injustiça” e deu um “duro golpe” na liberdade de imprensa ao dispensar a obrigatoriedade do diploma, num julgamento em 2009. Segundo ela, faltou ao Judiciário capacidade de melhor entendimento da matéria, o que exigiria um diálogo mais profundo com os próprios profissionais do jornalismo.

“A decisão constitui uma verdadeira afronta ao mundo trabalhista, atinge uma categoria muito importante para a formação do povo brasileiro e da democracia”, afirmou, cobrando a aprovação, em segundo turno, da PEC que restabelece a exigência do diploma para o exercício da profissão.

“O STF torna medíocre o exercício da profissão e sinaliza para a sociedade que qualquer um pode ser jornalista. Não vejo isso com bons olhos. Tenho plena convicção que o Congresso Nacional e o Senado devem se posicionar contra esse verdadeiro atentado”, afirmou, recebendo apoio, em aparte, da senadora Ana Amélia (PP-RS), que é jornalista.

De autoria do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), a proposta foi aprovada em primeiro turno em novembro de 2011, com 65 votos favoráveis e 7 contra. O relator da matéria é o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE).

Escudeiro da democracia

Vanessa disse que o jornalista é quem informa à população os temas de interesse da sociedade, registra os fatos positivos e denuncia os erros, os desmandos e a corrupção, cobrando providências da autoridade pública. “O jornalista pode ser considerado um fiel escudeiro da democracia”, afirmou.

“O jornalista assume a função de educar a sociedade e fortalecer a democracia. É preciso que esteja muito bem preparado como qualquer outra categoria, como médico, farmacêutico, advogado, engenheiro, professores”, disse ainda a senadora.

Vermelho, com Márcia Xavier
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