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Maranhão evita especulações sobre 2018, mas lembra que foi o senador mais votado na última eleição

maranhaoO senador José Maranhão (PMDB) foi o senador mais votado na última eleição geral, em 2014, e fez questão de ressaltar o feito ao ser questionado na solenidade de posse do prefeito Luciano Cartaxo (PSD), no último domingo, sobre a possibilidade de encabeçar a chapa das oposições em 2018.

“Seria da minha parte uma incoerência se agora eu respondesse ‘sim’, porque eu tenho dito sistematicamente que não sou candidato a governador. É claro que eu fui candidato a senador contra todos os partidos e Deus me ungiu com a sua bondade me fazendo o mais votado”, disse o peemedebista.

Mesmo evitando especulações, Maranhão ressaltou que, sozinho, venceu o candidato de Cássio (PSD), Wilson Santiago (PTB) – “que era o preferido em todas as pesquisas”, ressaltou o peemedebista – e o candidato do governador Ricardo Coutinho (PSB) e irmão do prefeito Luciano Cartaxo, Lucélio Cartaxo (PSD), que na época era filiado ao PT.

O peemedebista também reforçou que o estado precisa da união de todas as forças políticas e que o lançamento prematuro de qualquer candidatura poderia atrapalhar a formação da chapa. “Eu sou um homem desprovido de ambições, de obstinações. Acho que a Paraíba precisa da união de todas as forças políticas porque nós estamos vivendo um momento de muita dificuldade e evidentemente qualquer lançamento prematuro de candidatura ao invés de contribuir poderia ter o efeito contrário”, disse.

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PEC de senador tucano impede volta de Lula e de FHC à Presidência

lula-fhcUma proposta de emenda à Constituição apresentada pelo senador Paulo Bauer (PSDB-SC), líder da legenda na Casa, impede a volta dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso ao comando do País.

A PEC 41/2016 altera o artigo 14 da Constituição Federal para tornar inelegíveis para cargos na mesma esfera quem tiver exercido mandato de chefe do Poder Executivo por duas vezes. Ou seja, quem exerceu duas vezes a Presidência da República não poderia voltar ao cargo.

Ao HuffPost Brasil, o autor da proposta explicou que a PEC também limita repetição de funções em âmbito estadual e municipal mesmo em cidades e estados diferentes.

Por exemplo, uma pessoa pode ser prefeita de São Paulo duas vezes, mas não pode se candidatar para o posto uma terceira vez nem para qualquer outra prefeitura do País. Também quem foi prefeito de Osasco (SP) e de São Bernardo do Campo (SP), por exemplo, não poderia tentar o comando de uma terceira cidade.

O mesmo vale para governador. A PEC mantém a permissão para comandar o mesmo estado ou estados diferentes por duas vezes, mas impede uma terceira candidatura.

Pela proposta, o tucano Geraldo Alckmin, duas vezes governador de São Paulo, não poderia disputar o Palácio dos Bandeirantes novamente, mas poderia ser candidato ao Palácio do Planalto, por exemplo.

Enquete no site do Senado mostra 961 votos a favor e 573 contra a mudança.

De acordo com Bauer, o objetivo é evitar a perpetuação de uma mesma pessoa no poder.

“O que não pode é Lula voltar a ser presidente. FHC voltar. Porque já foram duas vezes”, afirmou. “O propósito é evitar que alguém se eternize no poder, como acontece, por exemplo, na Bolívia”, completou.
A proposta foi apresentada ao Senado em agosto. “Eu apresentei quando ainda não tinham impedimentos para Lula ser candidato de novo porque não tinham avançado as denúncias contra ele e em vários lugares temos exemplos tristes e ruins de repetição de mandato”, afirmou o tucano.

A PEC aguarda um relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Se for aprovada no colegiado, será discutida em uma comissão especial sobre o tema antes de ir para o plenário.

Na Câmara, são necessários 308 votos, em dois turnos, para que a medida seja aprovada. No Senado, é preciso o apoio de 49 parlamentares, também em dois turnos.

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/

 

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Deputado socialista afirma que senador Cássio não luta por recursos para seu Estado “Ele é totalmente omisso”

gervasio_maiaPara o deputado estadual e futuro presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba Gervásio Maia (PSB), o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) vem mantendo uma postura completamente omissa no tocante a buscar, como seu partido recursos para que o Governo do Estado possa dar celeridade a obras que dependem de parcerias com o Governo Federal.

Gervásio Maia (PSB), criticou o PSDB da Paraíba por não trabalhar pela liberação da contrapartida do Governo Federal para o Viaduto do Geisel : “Nunca se viu o senador Cássio se pronunciar para tentar destravar os R$ 8 milhões que o Governo Federal bloqueou. Ele fica totalmente omisso em relação a esse assunto”.

Recentemente o deputado estadual licenciado e atual Secretario de Governo em Brasília, Ricardo Barbosa, fez um apelo público para que houvesse uma forma de derrubar as atuais ‘barreiras’ para liberação de recursos do Governo Federal para obras na Paraíba.

De acordo com o Secretário a época do apelo, dentre os recursos do Viaduto do Geisel, só foi recebido aquela parcela de R$ 4 milhões. Na Funasa, o Governo da Paraíba está aguardando os repasses para a adutora de Triunfo, que está com 80% de obra conclusa e o Governo Federal tinha liberado R$ 1,5 milhão na semana passada que foi retido, devido a mais pedidos de documentos. Outra demora segundo Barbosa, se dá devido ao empréstimo de R$ 112 milhões junto ao Bando do Brasil que foi feito pelo Estado. “Portando é lamentável que estejamos passando por esse dissabores, mas estamos confiantes e otimistas”, afirmou.

 Assessoria

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Deputado duvida que o senador Cássio Cunha Lima tenha recebido ameaças de morte

O deputado federal Luiz Couto (PT) pôs em dúvidas as ameaças de morte, que o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), tem recebido em seu gabinete, no Congresso Nacional, por conta dos seus posicionamentos em favor do impeachment da Presidente afastada, Dilma Rousseff (PT).

Ele disse que o senador ainda não mostrou que cartas são essas, até porque muitas mensagens são escritas aos políticos e remeteu-se às cartas históricas de João Dantas publicadas no Jornal A União, que levou à morte do então governador, à época presidente da Paraíba, João Pessoa.

“Acho que tem pessoas que inventam coisas. Tem gente que se passa como outra figura para tentar destruir e colocar idéias que não correspondem à realidade. Tem gente que inventa coisas para continuar tendo a sua postura”, disse.

Foto: Ascom

Foto: Ascom

Couto defendeu a ala petista e os que estão favoráveis à permanência de Dilma na presidência da República de envolvimento com qualquer ato atentatório. O deputado foi enfático e disse não existir coisas dessa natureza por parte dos defensores da presidente.

“Da nossa parte o que nós defendemos é o processo democrático, a liberdade de expressão. Nós sabemos que esse impeachment só será revertido se nós ocuparmos as ruas, ocuparmos os espaços e colocarmos a resistência como elemento importante, assim como o debate e a luta permanente”, ressaltou.

O deputado até lembrou que esteve recebendo ameaças quando foi relator da CPI que denunciou o envolvimento de policiais, juízes, promotores e outras autoridades com grupos de extermínio e o narcotráfico no Nordeste. Couto lembrou que recebeu cartas, telefonemas de pessoas chamando sua atenção.

“Mas se a gente for levar em conta essas pessoas porque tem muita gente que vive o tempo todo só maquinando coisas ruins e maldades e aí inventa coisas que na realidade não existem. Da nossa parte, o PT tem trabalhado muito em cima de idéias, propostas e não usa desse tipo de expediente. Nós somos contrários a isso e queremos efetivamente que essas ameaças contra o senador sejam investigadas”, disse.

Segundo o deputado, o Congresso Nacional já deveria ter tomado as devidas providências para saber de onde partem essas ameaças para não colocar sob suspeita as pessoas que estão insatisfeitas com a posição que Cássio Cunha Lima assumiu ou se estão sendo feitas somente para jogar mais pedras na Geni, completou Luiz Couto.

FONTE: paraibaonline 

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Senador petista bate boca com Cássio e ironiza: “precisa de um neurologista”

senadorO senador Humberto Costa (PT) rebateu Cássio Cunha Lima (PSDB) em resposta ao pronunciamento do tucano em defesa do Impeachment da presidente Dilma Rousseff. O senador paraibano fez discurso conclamando os brasileiros a ficaram atentos e a apoiarem o impedimento da chefe do Executivo nacional, pois ela teria cometido crime de responsabilidade e o Supremo Tribunal Federal (STF) teria referendado a possibilidade de impeachment nesses casos.

Humberto contra-argumentou lembrando que o Supremo Tribunal Federal não se manifestou em momento nenhum sobre o mérito dos argumentos acerca da existência ou não de crime de responsabilidade da presidência da República.

“O que os ministros do STF tem dito – e é uma coisa óbvia – é que o mecanismo do impeachment está previsto na Constituição brasileira. Agora, a legitimidade do impeachment, a legalidade do impeachment, depende exatamente de que o governante tenha cometido crime de responsabilidade. E isso, até o presente momento, apesar de todo o malabarismo verbal da oposição, isso não se comprovou. E é um tema absolutamente polêmico se isso (as chamadas pedaladas fiscais) representa ou não crime de responsabilidade – e certamente que não representa”, enfatizou Humberto Costa. “É importante nós dizermos que nós consideramos um golpe (o impeachment da presidente Dilma)”, completou.

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Ele também criticou a fala de Cássio que dizia que quem põe a bandeira do Brasil na janela da sua casa ou sai às ruas com ela seria, necessariamente, um defensor do impeachment. “Engano! Os que defendem efetivamente o Brasil são os que querem a manutenção da normalidade democrática, os que querem o cumprimento estrito da Constituição – e esses colocam também a bandeira do Brasil na frente das suas casas, vão para as ruas com a bandeira do Brasil”, rechaçou o senador petista.

Neurologista

O momento mais tenso do embate entre os dois senadores, foi quando Humberto Costa, que é médico psiquiatra, ironizou Cássio sugerindo que este precisava de ajuda médica para cuidar da memória, que estaria muito curta e seletiva em relação as ações dos governos do PSDB. “Lamento dizer, mas Vossa Excelência precisa urgentemente consultar um neurologista para que faça uma a avaliação de como anda a sua (memória)… “Vossa excelência é médico?”, interveio Cássio ao que respondeu Humberto: “Sim, sou”. Cássio treplicou dizendo que se consultaria com qualquer outro médico menos com o senador pernambucano.

“Vossa excelência está sendo deselegante, eu estou fazendo uma brincadeira e vossa excelência está sendo deselegante. Não tem vossa excelência condição de julgar minha capacidade profissional”, se defendeu Humberto.

“Eu queria dizer que vossa excelência está esquecendo que quem sai do Brasil para falar mal, lá fora, do nosso país é Fernando Henrique Cardoso, é o presidente do seu partido (Aécio Neves), são ex-integrantes do governo passado (do PSDB). Vão lá pra Nova York, Wall Streat pra dizer pra não investirem no Brasil porque não tem segurança para isso. Então, por isso eu sugeri, brincando, que vossa excelência procure um neurologista e eu refaço (a sugestão) brincando também, pra que vossa excelência recupere a memória disso”, justificou o senador pernambucano.

 

 

paraibaja

Líder do governo, senador Delcídio do Amaral é preso por tentar atrapalhar a Operação Lava Jato

Foto:Divulgação Senador Delcídio do Amaral
Foto:Divulgação
Senador Delcídio do Amaral

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quarta-feira (25) o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado. Segundo investigadores, o senador foi preso por estar atrapalhando apurações da Operação Lava Jato.

Também foram presos pela PF nesta manhã o banqueiro André Esteves, do banco BTG Pactual e o chefe de gabiente de Delcídio, Diogo Ferreira.

(Correção: ao ser publicada, esta reportagem informou que o advogado Édson Ribeiro, que defendeu o ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró, havia sido preso. Segundo informações da Polícia Federal, há um mandado de prisão expedido que não foi cumprido porque ele está nos Estados Unidos. Como não pode ser preso lá, a PF pediu a inclusão do nome do advogado no chamado “alerta vermelho” da Interpol. A inclusão depende de autorização do STF. A informação foi corrigida às 10h09)

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A prisão de Esteves está ligada a inquéritos no âmbito da Lava Jato que tramitam no STF. Em nota, o BTG Pactual informou que “está à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e vai colaborar com as investigações.”

As prisões foram um pedido da Procuradoria-Geral da República e autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As prisões de Delcídio e de Ribeiro são preventivas, que é quando não há data determinada para terminar. As demais são temporárias, com data de término.

Delcídio foi preso por tentar dificultar a delação premiada de Cerveró sobre uma suposta participação do senador em irregularidades na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. Segundo investigadores, Delcídio chegou até a oferecer fuga a Cerveró, para que o ex-diretor não fizesse a delação premiada, o que reforçou para as autoridades a tentativa do petista de obstruir a Justiça.

A prova da tentativa de obstrução é uma gravação feita pelo filho de Cerveró que mostra a tentativa do senador de atrapalhar as investigações e de oferecer fuga para o ex-diretor não fazer a delação.

A assessoria do senador informou que o advogado dele, Maurício Leite, recebeu uma ligação do Delcídio e embarcou de São Paulo para Brasília para acompanhar o caso.

O senador foi preso no hotel onde mora em Brasília, o mesmo em que estava hospedado o pecuarista e empesário José Carlos Bumlai quando foi preso nesta terça-feira (24). Depois ele foi levado para a superintendência da PF em Brasília. Ele começou a prestar depoimento logo depois de chegar ao local. Segundo a PF, Delcidio vai ficar numa cela de 20 m², com banheiro, a mesma em que ficou o ex-governador do DF José Roberto Arruda quando foi preso, em 2010.

Também foram realizadas buscas e apreensões no gabiente de Delcídio, no Congresso, e na casa dele, em Campo Grande (MS).

A Constituição diz que membros do Congresso não poderão ser presos, “salvo em flagrante de crime inafiançável. Nesse caso, os autos serão remetidos dentro de vinte e quatro horas à Casa respectiva, para que, pelo voto da maioria de seus membros, resolva sobre a prisão”.

Ainda na manhã desta quarta, uma sessão extraordinária na Segunda Turma do STF deverá analisar os mandados de prisão, informou o ministro Gilmar ao chegar ao tribunal.

Histórico
O líder do governo foi citado na Lava Jato na delação do lobista conhecido como Fernando Baiano. No depoimento, Baiano disse que Delcídio recebeu US$ 1,5 milhão de dólares de propina pela compra da refinaria.

Em outubro, Delcídio havia negado o teor da denúncia de Baiano e disse que a citação a seu nome era “lamentável”.

Delcídio  também foi citado em outro contrato da Petrobras, que trata do aluguel de navios-sonda para a estatal. Segundo Baiano, houve um acordo entre Delcídio, o atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e o ex-ministro Silas Rondeau, também filiado ao PMDB, para dividir entre si suborno de US$ 6 milhões.

O líder do governo havia classificado a denúncia de uma “coisa curiosa” que não tem lógica.

G1

Senador Cássio é impedido de concorrer ao prêmio Congresso em Foco

CássioAumenta a cada dia o número de parlamentares que respondem a ações penais e inquéritos criminais no Supremo Tribunal Federal (STF). Por conta disso o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) foi excluído pelo site Congresso em Foco, da relação dos políticos aptos a serem votados no Prêmio Congresso em Foco 2015. Na nova lista estão inclusos além do senador Cássio Cunha Lima, o deputado federal Rômulo Gouveia (PSD-PB).

Pelas regras do prêmio, não podem ser votados congressistas que respondam a inquérito ou ação penal no Supremo. “Poderão ser votados quaisquer parlamentares que exerçam ou tenham exercido o cargo de deputado(a) federal ou senador(a) na presente legislatura, iniciada em fevereiro de 2015, desde que não sejam acusados de práticas ilícitas em inquéritos ou ações penais em andamento no Supremo Tribunal Federal”, diz o regulamento.

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As listas de parlamentares com pendências criminais foram publicadas originalmente na Revista Congresso em Foco, com base na situação existente no início de julho, e de lá para cá têm sido atualizadas no site. Desde a conclusão do levantamento para a revista, chegaram ao Supremo acusações de práticas ilícitas contra 11 deputados federais. Os casos incluem tanto novas denúncias feitas pelo Ministério Público Federal quanto processos antigos, que tramitavam na Justiça estadual e agora subiram para o Supremo, foro exclusivo para o julgamento de crimes cometidos por congressistas.

O deputado Carlos Henrique Gaguim (PMDB-TO) é investigado no Inquérito 4076 por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Cabo Sabino (PR-CE) é réu da Ação Penal 951 por corrupção passiva e ativa. Clarissa Garotinho (PR-RJ) responde ao Inquérito 4072 por crimes eleitorais. Augusto Carvalho (SD-DF), ao Inquérito 4073 por corrupção passiva. Diego Garcia (PHS-PE) responde ao Inquérito 4100 por corrupção ativa. Janete Capiberibe (PSB-AP), ao Inquérito 4113 por crimes eleitorais. Ronaldo Benedet (PMDB-SC), ao Inquérito 4115 por crimes eleitorais. Kaio Maniçoba (PHS-PE) é alvo do Inquérito 4105 por falsidade ideológica. Cícero Almeida (PRTB-AL) é réu da Ação Penal 956 por crimes contra a Lei de Licitações e crime de responsabilidade. Rômulo Gouvea (PSD-PB) responde à Ação Penal 952 por crimes contra a Lei de Licitações. E Sérgio Vidigal (PDT-ES) é investigado no Inquérito 4089 por crimes de responsabilidade.

Também foram excluídos nos últimos dias da relação dos parlamentares elegíveis no Prêmio Congresso em Foco os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), José Agripino (DEM-RN) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Nos dois primeiros casos, os procedimentos judiciais em andamento não constavam do levantamento publicado inicialmente pela revista e pelo site por tramitarem em segredo de justiça e por isso não serem facilmente localizados no portal do STF na internet. Ali, eles aparecem apenas com as iniciais de Cássio (investigado no Inquérito 3404, por crimes contra a ordem tributária e formação de quadrilha) e Agripino, que é alvo do Inquérito 4011, no qual é investigado por corrupção passiva.

Em relação a Aloysio Nunes, o caso é recente, embora envolva fatos ocorridos há cinco anos. O Ministério Público Federal pediu para o senador ser investigado por crimes eleitorais cometidos na campanha de 2010. 

Redação com Congresso em Foco

Presidente da CCJ, Zé Maranhão inicia Legislatura como o senador mais ausente

maranhaoO senador José Maranhão (PMDB) foi o campeão em faltas nas sessões deliberativas realizadas no Senado Federal no primeiro semestre de 2015, foi o que apontou o portal Congresso em Foco, através de levantamento feito com base nos registros oficiais de frequência publicados pelo Diário do Senado.
Segundo o portal, o peemedebista compareceu a 28 das 50 sessões deliberativas que ocorreram no Parlamento.
Dezoito das suas 22 faltas, porém, tiveram razões médicas.O senador, que completará 82 anos em 6 de setembro, teve dengue, doença que o impossibilitou de participar de grande parte das decisões tomadas pelo Senado desde o início do ano.

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Além disso, ele precisou se ausentar das atividades legislativas após sofrer um acidente num voo em avião de carreira. Uma mala pesada de um passageiro caiu na cabeça dele.  Os médicos constataram, à época, uma lesão sudural no peemedebista.
Maranhão foi eleito senador da Paraíba nas eleições de outubro do ano passado, com 647.271 votos. Ele ocupa a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

 

 

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‘Só falta construir motel no Congresso’, diz senador

jaderO senador Jader Barbalho (PMDB-PA) fez um duro discurso contra o presidente da Câmara, seu colega de partido, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por defender a construção de um centro comercial na Casa – o que já foi apelidado de “parlashopping”. O ex-presidente do Senado, que renunciou ao mandato em 2000 em meio a uma série de denúncias, afirmou que a criação de um conglomerado de lojas e empresas na Câmara depõe contra a classe política. E disse mais: abre espaço para a criação de um motel no Parlamento.

“Só vai faltar qualquer dia desses, senhor presidente – desculpem-me particularmente as senadoras –, nós recebermos aqui uma medida provisória que acrescenta a construção de um motel. É um absurdo isso!”, vociferou Jader, com a devida deferência ao público feminino que o ouvia.

A reclamação de Jader e da quase totalidade dos senadores em plenário era contra a emenda enxertada e aprovada na Câmara – patrocinada por Cunha, tentando cumprir uma de suas promessas de campanha – como parte da Medida Provisória 668/2014, a terceira proposição do ajuste fiscal executado pelo governo. A MP, que altera a lei de aumento de alíquotas da contribuição para o PIS/Pasep-Importação e da Cofins-Importação, com o objetivo de aumentar a arrecadação do governo, também foi aprovada nesta quinta-feira (28) pelos senadores, sob a promessa de que a presidenta Dilma Rousseff vetará o “contrabando”, uma das alcunhas do procedimento.

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Segundo o governo, a MP 668/2014 protegerá a indústria nacional. A estimativa da equipe econômica é de que a medida promoverá um aumento na arrecadação anual com importações na ordem de R$ 1,19 bilhão a partir de 2016. Só neste ano, o impacto seria de R$ 694 milhões.

A despeito do mérito da matéria, a ideia do parlashopping pegou muito mal. Depois de ouvir reclamações dos colegas, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), informou que estuda com a Secretaria-Geral da Mesa uma forma de separar das medidas provisórias assuntos estranhos inseridos no texto original, durante a tramitação em comissões especiais, que preparam essas matérias para os plenários das duas Casas. Os chamados ‘jabutis’ que, por ventura, vierem a ser aprovados na Câmara, passariam a tramitar de forma separada, por meio de projeto de lei.

“Depois de tramitar pela Câmara, ele volta ao Senado com 27 artigos! Aqui está o parlashopping, porque, com a aprovação dessa medida provisória, se possibilitará a realização de parcerias público-privadas também no âmbito do Poder Legislativo – o que era uma faculdade, até então, exclusiva do Poder Executivo. E aquela Câmara dos Deputados – que já é, de muito tempo, um balcão de negócios pela prática do governo do PT – vai se transformar agora num mercado persa. Vão assumir de vez e construir um mercado persa na concretude do balcão de negócios em que, infelizmente, tem se convertido a base de apoio do governo do PT na Câmara”, atacou o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima, passando a mencionar alguns enxertos na MP.

Valle de los caídos

A última vez que Jader apresentou uma proposta no Congresso foi em 2000, um ano antes de renunciar à presidência do Senado e ao mandato em meio a um bombardeio de denúncias. De lá para cá, foram oito anos como deputado, período em que não fez sequer um pronunciamento, e outros três como senador. Durante 12 anos, o outrora falante líder peemedebista fez voto de silêncio em plenário, “jejum” quebrado apenas em outubro de 2013.

Na última legislatura, o paraense foi o terceiro senador mais faltoso. O senador deixou de comparecer a 137 das 325 sessões de que deveria ter participado. Ele justificou 116 dessas ausências, segundo levantamento da Revista Congresso em Foco. Jader voltou ao Senado em dezembro de 2011, após o Supremo Tribunal Federal (STF) considerar que a Lei da Ficha Limpa não valeu para as eleições de 2010 e validar sua votação.

Aos 70 anos de idade e mais de 40 de vida pública, o senador acumulou milhões de votos, uma dezena de mandatos e cargos, além de polêmicas e processos na Justiça. O senador responde no Supremo a um inquérito e quatro ações penais por crimes eleitorais, peculato, contra o sistema financeiro e emprego irregular de verbas públicas.

O número de acusações era maior. Desde o final do ano passado, Jader se livrou de dois processos por prescrição devido à idade. Um deles foi arquivado este mês. Na Ação Penal 901, ele era acusado de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e crimes contra o sistema financeiro nacional.

Congresso em Foco

Senador do PMDB morre após infarto fulminante

senadorO senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB) morreu na tarde deste domingo (10) em Joinville, no Norte de Santa Catarina. Ele tinha 75 anos e chegou a ser encaminhado ao hospital, mas não resistiu, segundo a assessoria de imprensa do Hospital da Unimed.

De acordo com o secretário de Comunicação de Joinville, Marco Aurélio Braga, o senador estava em casa, em Joinville, e as primeiras informações indicam que ele sofreu um infarto fulminante logo após o almoço.

Luiz Henrique da Silveira foi conduzido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital da Unimed, onde às 15h15 foi confirmada a morte, confome a assessoria de imprensa da instituição.

Além de senador desde 2011, o político catarinense foi prefeito de Joinville por três mandatos, deputado federal, deputado estadual e governador de Santa Catarina por dois mandatos, entre 2003 e 2010.

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De acordo com o secretário Braga, não há confirmação do local do velório. Esta decisão será tomada em conjunto com a família.

G1