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Palmeiras vence o Inter e fica a um empate das semifinais

Palmeiras se aproximou de uma vaga nas semifinais da Copa do Brasil durante a noite desta quarta-feira. Em um Allianz Parque com mais de 36 mil torcedores, o time de Luiz Felipe Scolari jogou ao seu melhor estilo e, com uma atuação segura, dominou e venceu o Internacional por 1 a 0, com gol de Zé Rafael.

Com o resultado, o Palmeiras ganha o benefício de jogar pelo empate no duelo de volta das quartas de final, marcado para a próxima quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Beira-Rio. Para se classificar, o Inter precisa de uma vitória por dois ou mais gols de diferença. Em caso de vitória simples, o time gaúcho força a disputa por pênaltis.

Antes da decisão em Porto Alegre, o Palmeiras tem um clássico pela frente: no sábado, às 19 horas, o rival é o São Paulo, no Morumbi, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro, do qual o Verdão é líder. O Inter, por sua vez, visita o Athletico-PR no domingo, às 16 horas, na Arena da Baixada.

O Jogo – O primeiro tempo foi de um time só. Após um início truncado, o Palmeiras foi tomando conta das principais ações ofensivas e não demorou a abrir o placar. Aos 19 minutos, após a zaga do Inter afastar escanteio cobrado pela esquerda, Bruno Henrique pegou o rebote na direita e cruzou na medida para Zé Rafael testar firme na primeira trave, sem chances de defesa para Marcelo Lomba.

O Inter tentou responder rápido. Aos 22, Nico López recebeu na intermediária e chutou com força. Foi a única vez que Weverton precisou trabalhar bem na primeira etapa. Com Paolo Guerrero neutralizado, o Verdão levava perigo nos contra-ataques. Um deles nasceu com Zé Rafael, que roubou a bola de Bruno na esquerda, tabelou com Deyverson e bateu para fora.

Aos 42, Dudu quase marcou um gol de placa: após Bruno Henrique carimbar a barreira colorada em cobrança de falta, o camisa 7 pegou de primeira e mandou rente à trave esquerda de Lomba. No último lance, Luan quase ampliou, mas cabeceou fraco e facilitou a vida do goleiro rival.

Em busca de um segundo tempo diferente, o Inter voltou com D’Alessandro no lugar de Nonato, que pouco incomodou na primeira etapa. Mas quem seguia tendo as melhores chances era o Palmeiras. Em dez minutos, Zé Rafael e Dudu, duas vezes, levaram perigo à meta defendida por Marcelo Lomba.

Para se ter uma ideia de como o Inter pouco ameaçava, Weverton só voltou a ter trabalho aos 22 minutos, quando Nico López chutou fraco da entrada da área. No lance seguinte, o Palmeiras desperdiçou grande chance de ampliar, mas Deyverson errou passe fácil em contra-ataque de dois contra um, e a bola não chegou em Zé Rafael, que estava livre.

Para reforçar a marcação no meio-campo, Felipão colocou Thiago Santos no lugar de Felipe Melo, que tinha cartão amarelo. Embora tenha ficado mais fechado, o Palmeiras seguia melhor e quase ampliou em uma linda jogada de Bruno Henrique, que foi travado na hora do chute. Ainda deu tempo de Willian entrar na vaga de Zé Rafael e voltar a jogar após sete meses, período em que ficou afastado por causa de uma cirurgia no joelho.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 1 X 0 INTERNACIONAL

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)

Data: 10 de julho (quarta-feira)

Horário:  21h30 (de Brasília)

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa-GO)

Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (Fifa-GO) e Bruno Raphael Pires (Fifa-GO)

VAR: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG) auxiliado por Elmo Alves Resende Cunha (GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)

Público: 36.443 torcedores

Renda: R$ 2.414.083,15

Cartão Amarelo: Felipe Melo e Luan (Palmeiras); Víctor Cuesta e Rafael Sóbis (Internacional)

Cartão Vermelho: –

Gol:

PALMEIRAS: Zé Rafael, aos 19 minutos do 1º tempo

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Thiago Santos), Bruno Henrique e Lucas Lima (Raphael Veiga); Dudu, Zé Rafael (Willian) e Deyverson

Técnico: Felipão

INTERNACIONAL: Marcelo Lomba; Bruno, Rodrigo Moledo, Víctor Cuesta e Uendel, Rodrigo Dourado, Edenílson e Nonato (D’Alessandro); Patrick, Nico López (Rafael Sóbis) e Paolo Guerrero (Guilherme Parede)

Técnico: Odair Hellmann

 

 

Gazeta Esportiva

 

 

Ex-goleira do Botafogo-PB, Bárbara salva nos pênaltis e garante o Brasil nas semifinais

goleiraTenso, emocionante, nervoso, heroico, épico. Qualquer dessas palavras pode definir o jogo entre Brasil e Austrália nesta sexta-feira, válido pelas quartas de final do futebol feminino dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. No final, melhor para o Brasil, que após um duelo recheado de emoção, está classificado para as semifinais do torneio. As equipes empataram em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, decidindo a vaga nos pênaltis. Nas cobranças, a craque Marta errou a quinta cobrança brasileira.

Um gol da Austrália, portanto, colocaria fim ao sonho do time nacional. Mas o jogo tinha uma heroína: a goleira brasileira Bárbara. Ela defendeu o pênalti seguinte da Austrália. Depois, Bárbara defendeu outra cobrança e garantiu a classificação dramática do Brasil para a semifinal: 7 a 6.

Os primeiros minutos do jogo foram marcados por bastante equilíbrio, com as brasileiras conseguindo evoluir e mostrar grande volume de jogo no decorrer da primeira etapa, mas sem conseguir desequilibrar, apesar de ter criado algumas chances.

Já a segunda etapa foi totalmente da equipe verde-amarela: mais posse de bola, mais criatividade, mais organização na defesa, a única coisa que faltava era o gol, que não veio e fez com que o embate fosse decidido na prorrogação.

Nas penalidades, o improvável aconteceu: Marta desperdiçou sua cobrança, mas a goleira verde-amarela Bárbara conseguiu defender outras duas cobranças e garantir a classificação. Assim, o Brasil se vinga da rival, já que a Austrália eliminou as brasileiras na Copa do Mundo de 2015.

Com o resultado, o Brasil garantiu vaga no confronto contra a Suécia, que eliminou as norte-americanas, principais favoritas, também nesta sexta. O duelo da semifinal será disputado na próxima terça-feira, às 13h (de Brasília). Na outra chave, a Alemanha desafia o Canadá.


Paraíba Notícia

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Em primeiro jogo das semifinais, Botafogo vence CSP por 1 a 0 no Estádio Almeidão

Reprodução/Facebook
Reprodução/Facebook

A primeira rodada das semifinais do Campeonato Paraibano 2013 começou na noite desta terça-feira (21) com dois jogos. No estádio Almeidão, em João Pessoa, o Botafogo levou a melhor e venceu o CSP por 1 a 0. O gol da partida foi marcado por Ferreira, aos 19 minutos do 2º tempo.

Durante todo o 1º tempo, o Tigre demonstrou mais posse de bola, com duas tentativas de Soares para o gol. Mas, aos poucos, o Belo aumentou a pressão e o jogo seguiu disputado. Aos 5 minutos, Soares, atacante do CSP, bateu na entrada da área e carimbou a trave do goleiro Genivaldo.

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Aos 13 minutos, Leandro, do CSP, fez boa jogada e chutou firme da entrada da área, obrigando Genivaldo a fazer grande defesa. Aos 27 minutos, o Botafogo tentou responder com Doda, que chutou da entrada da área, mas Ferreira defendeu com facilidade. No fim da 1ª etapa, ainda teve uma cobrança de escanteio, onde André Lima cabeceou da marca do pênalti e quase faz o primeiro do Botafogo.

No 2º tempo, o jogo já começa agitado. Aos 30 segundos, Celico entrou bem pela esquerda e chutou cruzado, mas Ferreira defendeu. O Belo seguiu pressionando e conseguiu abrir o placar aos 19 minutos, com Ferreira.

Aos 26 minutos, o CSP muda duas vezes: saem Anderson Paraíba e Leandro, para entrada de Carioca e Júnior Coxinha. Aos 29 minutos, o árbitro deu cartão vermelho para Soares, artilheiro e destaque do CSP. Aos 47 minutos, o Tigre quase empata. Carioca recebeu na área e chutou no travessão. No rebote, quase Júnior Coxinha também marca. Mas o jogo terminou mesmo em 1 a 0.

As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima sexta-feira (24), novamente no estádio Almeidão. O Belo pode perder por até um gol de diferença para avançar às finais do Campeonato Paraibano.

 

 

portalcorreio

Treze e Campinense ficam iguais na prévia das semifinais

campinense e trezeEm jogo atrasado da 12² rodada do returno, Treze e Campinense não saíram do zero, no Estádio Amigão, em Campina Grande.

Já classificados para as semifinais do Campeonato Paraibano, fase em que voltam a se enfrentar daqui a uma semana, Galo e Raposa fizeram um jogo de poucas emoções.

Com o time principal, o alvinegro não conseguiu repetir a atuação do primeiro Clássico dos Maiorais. Pensando no duelo contra o Flamengo, pela Copa do Brasil, na quarta-feira, o rubro-negro utilizou apenas três titulares na peleja.

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Pelo estadual, as duas equipes voltam a atuar pela última rodada do segundo turno no próximo sábado. O Treze recebe o Botafogo-PB, no Amigão, enquanto o Campinense encara o CSP, no Estádio da Graça, em João Pessoa.

As partidas estão marcadas para as 20h30.

Ficha técnica

Treze 0 x 0 Campinense

Data: 12/05/2013 – 17h
Local: Estádio Amigão – Campina Grande
Competição: Campeonato Paraibano 2013 – returno (12a rodada – atrasada)
Arbitragem: Adalberto Moésia (FPF/Cajazeiras)
Assistentes: Broney Machado (CBF/João Pesso) e Márcio Freire (CBF/Campina Grande)

Treze: Éder, Sandoval, Negretti e Ramon Zanardi (Zé Adriano); Tiago Bastos, Charles Wagner, Sapé (Anderson Pedra), Daniel Costa (Téssio) e Kauê; Rafael Aidar e Tiago Chulapa. Técnico: Vica

Campinense: Pantera, Tiago Granja, Anderson Rosa, Moacri e Glaybson (Alberto); Rodrigo César, Danilo Portugal, Willian Ribeiro (João Paulo) e Edimar; Ricardo Maranhão e Luiz Paulo (Bismarck). Técnico: Oliveira Canindé Lopes

Público pagante: 5.235

Não pagantes: 478

Total: 5.713 torcedores

Renda: R$ 28.000,00

 

 

paraibaonline

Vasco e Flu se enfrentam após sequência de empates em semifinais

Vasco e Fluminense decidem neste sábado, às 18h30m, qual deles será o primeiro finalista da Taça Guanabara. Desde que a atual fórmula de disputa foi implantada no Carioca, as equipes se enfrentaram em três semifinais de turno – sempre com empate. Até agora, a vaga era decidida nos pênaltis, e o Tricolor levou a melhor em duas delas (2005 e 2008), perdendo em uma (2010). Desta vez, no entanto, há novidade. Se houver igualdade no Engenhão, os cruz-maltinos ficarão com a vaga, por terem se classificado em primeiro lugar no seu grupo. A outra semifinal, entre Flamengo e Botafogo, será às 16h de domingo.

Os dois times tiveram uma fase de classificação com altos e baixos e 66,7% de aproveitamento dos pontos. O Vasco foi derrotado duas vezes (para Flamengo e Bangu), e o Fluminense, apesar de invicto, empatou quatro vezes. Nenhum deles venceu um clássico neste Carioca até agora. Os cruz-maltinos tiveram a semana para se preparar para a semifinal, enquanto tricolores vêm de uma viagem desgastante para o Chile, onde venceram o Huachipato por 2 a 1.

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Gaúcho e Abel Braga têm um desfalque importante, cada. O primeiro não terá novamente o atacante Tenorio, e o segundo ficará sem o zagueiro Leandro Euzébio.

O árbitro da partida será Rodrigo Nunes de Sá, que terá como auxiliares Wagner de Almeida Santos e Jackson Lourenço Massara. O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances em Tempo Real, com vídeo. O Premiere transmite ao vivo para todo o Brasil, através do sistema pay-per-view.
header as escalações 2

Vasco: Gaúcho tem apenas uma dúvida. Não divulgou se o titular na lateral esquerda será Thiago Feltri, que ainda não atuou no Carioca, ou Wendel, que jogaria mais uma vez improvisado. O escolhido entrará no lugar de Dieyson, que não foi bem contra o Duque de Caxias. Se Wendel for o escolhido, Fellipe Bastos pode ganhar uma vaga no meio de campo. A equipe deve atuar com Alessandro, Nei, Dedé, Renato Silva e Thiago Feltri (Wendel); Abuda, Wendel (Fellipe Bastos), Pedro Ken e Carlos Alberto; Bernardo e Eder Luis.

Fluminense: o único desfalque certo é o de Leandro Euzébio, com dores no tornozelo direito. Os demais titulares foram relacionados por Abel Braga, que diz ainda ter duas dúvidas, sem revelar em quais posições. A tendência, no entanto, é ter todos os titulares em campo.  O time deve entrar em campo com: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean, Deco e Thiago Neves; Wellington Nem e Fred.
quem esta fora (Foto: arte esporte)

Vasco: a equipe não vai poder contar com seus dois centroavantes. Tenorio se recupera de um edema na panturrilha esquerda, e Leonardo está com tendinite nos tendões dos dois pés.

Fluminense: o único desfalque anunciado foi Leandro Euzébio, que está com dores no tornozelo direito. De resto, o Fluminense não tem problema para o clássico.

 

header fique de olho 2

Vasco: como Tenorio e Leonardo não estão à disposição, Bernardo será novamente titular. O meia foi o destaque do time na última rodada, quando fez dois gols na vitória por 2 a 1 sobre o Duque de Caxias.

Fluminense: Fred passou em branco contra o Huachipato, mas foi dele o gol que deu o empate para o Fluminense no último clássico contra o Vasco. O atacante tem dois gols no Carioca, seis a menos do que o artilheiro Hernane, do Flamengo.

header o que eles disseram

Gaúcho, técnico do Vasco: “Temos tudo para fazer um grande jogo e passar para a final. O Vasco sempre teve times que se entregam, e vamos tentar honrar esta tradição. Eles viajaram, claro que existe o risco (de desgaste). Mas não é bem assim. A energia surge dentro do jogo, não dá para fazer uma previsão. Acho que vão esquecer de avião, de viagem… Os atletas dão o máximo para defender o clube”.

Abel Braga, técnico do Fluminense: “O Vasco teve alguns problemas, mas vem se arrumando. Possui grandes jogadores como Bernardo, Eder Luis e Carlos Alberto e é um grande clube. Será um jogo complicado, de detalhes e vamos fazer de tudo para vencer”.
header números e curiosidades

* Desde 2004, quando o Carioca passou a ser disputado nesta fórmula, Fluminense e Vasco se enfrentaram em três semifinais de turnos, e em todas elas a decisão foi para os pênaltis. O Tricolor levou a melhor na Taça Rio em 2005 e 2008, e o Vasco na Taça Guanabara em 2010.

* O empate tem sido um resultado comum nesse clássico: foram 15 nos últimos 25 jogos. O Vasco venceu seis, e o Fluminense, quatro.

* Esta é a sétima vez em 19 possíveis que os quatro grandes chegam a uma semifinal de turno. As outras foram em 2008 e 2010 (nos dois turnos); 2009 (na Taça Rio); e 2012 (Taça Guanabara).

* Há nove anos o Vasco não conquista um turno do Carioca. Em 2004, venceu a Taça Rio após bater o Fluminense por 2 a 1, gols de Valdir e Beto. Romário descontou para o Tricolor.

* Atual campeão, o Fluminense tenta conquistar pela primeira vez a Taça Guanabara por dois anos consecutivos. Em 2012, derrotou o Vasco na final por 3 a 1 e colocou fim a um jejum de 19 anos sem o troféu.
header último confronto v2

Vasco e Fluminense se enfrentaram no dia 9 de fevereiro, na fase de classificação da Taça Guanabara. O empate por 1 a 1 teve gols de Jean (contra) e Fred, para um público de 13.661 pagantes. O técnico Abel Braga escalou o Flu com Diego Cavalieri, Bruno (Wellington Silva), Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho (Marcos Júnior), Valencia (Felipe), Jean e Wagner; Wellington Nem e Fred. Já Gaúcho mandou o Vasco a campo com Alessandro, Nei, Dedé, Renato Silva e Dieyson (Fellipe Bastos); Abuda, Pedro Ken, Wendel (Fillipe Souto) e Carlos Alberto; Eder Luis e Tenorio (Bernardo).

 

Globoesporte.com

Campinense inicia semifinais contra o Fortaleza

castelãoHoje é um dia histórico para o Campinense. Logo mais, às 18h30, na capital do Ceará, o rubro-negro pisa no gramado da Arena Castelão para encarar o Fortaleza, pela primeira partida das semifinais da Copa do Nordeste.

Além de estar no reformado estádio que vai sediar jogos da Copa do Mundo de 2014, a Raposa marca época por disputar um estágio tão avançado do torneio regional.

Depois de eliminar o Sport de Recife em plena Ilha do Retiro, o representante paraibano chega com a melhor campanha entre os semifinalistas. A condição não coloca o clube como favorito, como analisa o técnico raposeiro Oliveira Canindé Lopes.

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Mas segundo o treinador, eleva ainda mais a moral do grupo.

– Nós estamos focados nessa competição e todos nós sabemos onde podemos chegar. Então é hora de manter os pés no chão, mas continuar com a mesma garra, determinação e mantendo o desempenho, seguir firme no torneio. O Campinense tem um time competitivo e que sabe o que quer. Espero que consigamos impor mais uma vez o nosso ritmo contra o Fortaleza – comentou.

Não só o bom futebol e os resultados deixam Canindé contente. As lesões e punições disciplinares quase não apareceram no percurso. Hoje, mais uma vez, o comandante rubro-negro tem todos os titulares à disposição. Até o atacante Andrezinho, que estava lesionado, recuperou-se e fica como opção. Numa hora dessa não tem mistério. O time é o mesmo das quartas de final.

No entanto, além do adversário, o maior desafio do Campinense é a própria história. A Raposa nunca venceu o Fortaleza em jogos oficiais. O histórico de confrontos apresenta três empates e cinco vitórias do Leão do Pici. Os últimos encontros foram na polêmica Série C de 2011: dois equilibrados placares de 1 a 1 em Fortaleza e Campina Grande.

Na oportunidade, os paraibanos acabaram rebaixados depois de os cearenses vencerem o CRB por 4 a 0. A tese de uma suposta facilitação foi levantada pelo Campinense, que levou o caso aos tribunais. Nada mudou. Para o goleiro Pantera, remanescente de 2011, não existe revanchismo.

– Essa questão tem ser deixada para trás e o pensamento do Campinense tem que ser voltado para esse momento que a gente vem passando, que é muito bom – disse.

Fortaleza

O time comandado pelo técnico José Luiz Mauro, o Vica, tem uma baixa para encarar o Campinense. Na emocionante vitória por 2 a 1 que eliminou o Santa Cruz dentro do Arruda, nas quartas de final, o volante Esley recebeu o terceiro cartão amarelo e está suspenso.

Para a vaga, João Henrique deve ganhar a primeira chance entre os titulares. As principais peças do Fortaleza são o experiente zagueiro Ronaldo Angelim e o atacante Assisinho, autor do gol da classificação às semifinais.

Arbitragem

O apito estará nas mãos do sergipano Cláudi Francisco de Lima e Silva (CBF), que vai contar com as assitências de Cleriston Clay Barros Rios (Aspirante-Fifa) e Eric Nunes Costa (CBF-2), ambos também de Sergipe.

Prováveis escalações

Fortaleza: João Carlos, Rafinha, Gabriel, Ronaldo Angelim e Marinho Donizete; Jackson Silva, João Henrique, Everton e Jackson Caucaia; Jailton e Assisinho. Técnico: Vica

Campinense: Pantera, Tiago Granja, Edvânio, Roberto Dias e Panda; Wellington, Dedé, Glaybson e Bismarck; Zé Paulo e Jefferson Maranhense. Técnico: Oliveira Canindé Lopes

EsportesPB

Campinense empata com Sport e está nas semifinais da Copa do NE

No encontro de rubro-negros para decidir a vaga nas semifinais da Copa do Nordeste, quem se deu bem foi o time visitante. O Campinense não tomou conhecimento do Sport, que tinha ao seu lado 20.099 torcedores na Ilha do Retiro, e garantiu a classificação ao empatar com o Leão por 2 a 2.

Como Campinense e Sport empataram sem gols na primeira partida, no Amigão, um empate com gols favoreceria a equipe paraibana, já que sua defesa não foi vazada na primeira partida em casa. Uma vitória simples classificaria o Sport. Repetindo-se o placar de 0 a 0, a classificação seria decidida nos pênaltis. Essa possibilidade deixou de existir aos 41 Minutos do primeiro tempo, com um gol de Felipe Azevedo para o Sport.

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Com o resultado o Sport encerrou sua participação na Copa do Nordeste e passa a focar no segundo turno do Campeonato Pernambucano. A estreia é no domingo, dia 24, fora de casa, contra o Salgueiro.

O Campinense segue adiante no Nordestão para mais uma mata-mata, nas semifinais da competição. O adversário sairá do confronto entre Santa Cruz e Fortaleza, que se enfrentam neste domingo, às 16h, no Arruda. A primeira partida entre as duas equipes terminou empatada em 3 a 3. O primeiro jogo das semifinais será no domingo seguinte, dia 24.

sport x campinense (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Felipe Azevedo abriu o placar na Ilha do Retiro para o Sport (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)

Pressão da Raposa em cima do Leão

O Campinense entrou em campo com a mesma escalação que iniciou o jogo de ida. O Sport precisou fazer uma mudança: Com Rithely vetado por causa de uma pancada na cabeça que tomou na primeira partida, Vadão promoveu a esteia de Marino.

Nos primeiros dez minutos do jogo, a equipe paraibana mostrou a intenção de ser ofensiva na casa do adversário e partiu para o ataque, mas sem muita qualidade no último toque. O primeiro bom momento aconteceu com apenas dois minutos. Bismarck recebeu uma boa bola de Dedé mas, no arremate, houve o desvio no zagueiro Gabriel e a bola foi para escanteio. Outra grande chance apareceu quando Moacir entregou o ouro na entrada da área do Sport e a bola ficou com Jefferson Maranhense que serviu Dedé, mas faltou capricho no chute, que saiu à esquerda do gol de Magrão.

Sem conseguir criar, e com dificuldades para escapar da marcação, o Sport partiu para as jogadas individuais também sem muito sucesso. Numa dessas investidas, Marcos Aurélio avançou pela esquerda na velocidade mas acabou desarmado. A bola sobrou para Marino e o estreante, de longe, chutou mal, sem perigo algum para o goleiro Pantera.

Só aos 32 minutos o Leão teve a primeira grande de abrir o placar na Ilha, numa cobrança de falta. Reinaldo bateu e a bola explodiu no travessão. Mas aos 41 minutos, em um rápido contrataque, Marcos Aurélio tocou para Felipe Azevedo mandar a bola pra rede, marcando 1 a 0 para o Sport. A alegria da torcida na Ilha do Retiro não iria durar muito. Três minutos depois, Dedé fez o passe para Bismarck que, livre de marcação, estufou a rede de Magrão, empatando o jogo em 1 a 1, resultado que levaria a Raposa às semifinais.

Classificação do visitante

Precisando da vitória a qualquer custo, o Sport voltou para o segundo tempo com uma mudança. Vadão atendeu ao pedido da torcida e mandou Felipe Azevedo para o jogo no lugar de Marino que não fez uma boa estreia. A idéia era deixar a equipe mais ofensiva. E o Leão recomeçou o jogo preocupando a defesa do Campinense. Hugo cabeceou com perigo mas a bola saiu por cima do gol. No contrataque foi a vez da Raposa assustar a torcida na Ilha. Dedé partiu em disparada e ficou frente a frente com Magrão que salvou o Sport. Mas aos 7 minutos, o goleiro nada pode fazer quando Bismarck, que fez uma grande partida, serviu Zé Paulo que fez o gol da virada na Ilha.

A situação ficou ainda mais complicada para o Sport que teria que marcar mais dois gols para se classificar, mas o time não conseguiu se organizar para buscar a reação. Fábio Bahia arriscou de longe e Pantera quase se atrapalhou ao defender o chute. O goleiro do Campinense teve que contar com a sorte quando Felipe Menezes mandou de fora da área e acertou o pé da trave. Marcos Aurélio também chutou com perigo.

Aos 32 minutos Cicinho foi derrubado por Jefferson Maranhense dentro da área e o pênalti foi marcado. Felipe Azevedo bateu bem, marcando o gol de empate. A partir daí foi grande a pressão do Sport que precisava de mais um gol para tomar a classificação do Campinense. O último grande momento foi de Marcos Aurélio que chutou por cima do gol de Pantera e o Leão amargou a eliminação em casa.

SPORT 2 X 2 CAMPINENSE
Magrão, Cicinho, Gabriel, Mateus e Reinaldo; Fábio Bahia, Marino(F. Menezes/Ruan), Moacir e Hugo(Sandrinho); Marcos Aurélio e Felipe Azevedo Pantera, Tiago Granja, Edvânio, Roberto Dias e Panda; Wellington (Bruno de Jesus), Dedé, Glaybson e Bismarck(Ricardo Maranhão); Zé Paulo(Danilo Portugal) e Jefferson Maranhense
Técnico: Oliveira Canindé Técnico: Vadão
Gols: Felipe Azevedo 2 (Sport) Bismarck, Zé Paulo (Campinense)
Local: Ilha do Retiro, Recife. Competição: Copa do Nordeste – quartas de final. Arbitragem: Jailson Macedo de Freitas (BA), auxiliado por Alessandro Álvaro Rocha de Matos (BA) e Elicarlos Franco de Oliveira (BA)

 

Globoesporte.com

Valente, Brasil se agiganta, derruba a Rússia e avança às semifinais no vôlei

A estrada é assim mesmo, cheia de solavancos. No caminho que leva ao ouro olímpico, não dá para exigir asfalto liso ou tapete vermelho. E a seleção feminina de vôlei sente isso na pele em Londres. Quatro anos antes, foi ao topo em Pequim e mudou seu status no cenário mundial, mas a glória passada não vem carimbada na credencial desta vez. Tudo zerado, assim como as trombadas da primeira fase também zeram na virada para as quartas de final. E a Inglaterra viu outro Brasil nesta terça-feira. Vibrante, buscando cada ponto. E vencendo. Diante de uma Rússia com metros e mais metros de braços longos, a equipe verde-amarela caiu no primeiro set, ficou atrás de novo no terceiro, mas se agigantou. Ganhou de forma dramática no tie-break (24/26, 25/22, 19/25, 25/22 e um inacreditável 21/19), vingou a derrota na decisão do Mundial de 2010 e engatou a sexta marcha. Próxima parada: semifinais, a dois passos do bicampeonato olímpico.

Fabiana comemora ponto do Brasil no vôlei contra Rússia (Foto: AP)Festa do Braisl de Fabiana: a seleção despacha a Rússia e avança às semis em Londres (Foto: AP)

O desafio que vale vaga na final está marcado para quinta-feira, contra o Japão, que eliminou a China em jogo dramático no tie-break. O SporTV transmite ao vivo, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha tudo em Tempo Real.

Gamova estátua vôlei Rússia (Foto: Reprodução)Fora da quadra, a russa Gamova em versão
estátua na Arena de Vôlei (Foto: Reprodução)

Fora da quadra, na área das lanchonetes, Gamova está representada numa estátua gigante. Mas Zé Roberto já tinha alertado sobre o perigo de Goncharova, e foi justamente ela que puxou o ataque russo no início do jogo. Na primeira pausa técnica, a ponteira já tinha três pontos, e seu país vencia por 8/6. Mas era um outro Brasil em quadra, mais disposto, mais atento, gritando a cada lance. Com duas defesas difíceis de Fabi, uma pancadaça de Garay e um ataque das rivais para fora, o placar virou para 10/8.

Quando Garay atacou para fora, as brasileiras foram ao desespero reclamando de um toque. Fabi pulava feito louca na frente do juiz, que admitiu: a bola tinha batido na trança de uma russa. O espírito era esse: nenhum ponto para o outro lado sairia de graça. E na segunda parada, era o Brasil que vencia. No sufoco: 16/15.

Como Rússia é Rússia, a vantagem trocou de lado outra vez, e quando chegou a 21/19, Zé tirou Dani Lins para colocar Fernandinha. Deu certo, e veio a virada. Mas o placar era uma gangorra, e no desentendimento entre Fernandinha e Thaisa, a bola sequer passou da rede, dando às europeias o primeiro set point. Dani Lins voltou na hora e achou Jaqueline para explorar o bloqueio e evitar o pior. Sheilla, que tanto tinha falado das “ovas” na véspera, viu Shashkova acertar e, na sequência, cortou para fora: Rússia 26/24, 1 a 0 no jogo.

Sem baixar a cabeça, o Brasil manteve a vibração no início da segunda parcial. Na parada técnica, respirava com certo conforto: 8/5. E o alívio virou domínio em seguida, quando o placar pulou para 13/7. Com dois bloqueios implacáveis, foi a 16/9, maior vantagem de uma das equipes até então. Não foi fácil segurar a pressão, mas funcionou. Teve até lance em que a bola quicou na cabeça de uma distraída Gamova, àquela altura com “apenas” sete pontos. Assim o Brasil chegou ao famoso 24/19, placar que assombrou a seleção em Atenas, quando não conseguiu fechar o jogo contra as próprias russas nas semis. O fantasma deu uma piscada para o Brasil, e as rivais cortaram três pontos. Mas Thaisa virou e espantou o susto: 25/22, tudo igual na partida.

vôlei jaqueline brasil startseva rússia londres 2012 (Foto: Agência Reuters)Jaqueline no ataque durante a partida desta segunda-feira, válida pelas quartas (Foto: Agência Reuters)

O terceiro set começou com um rali, e Jaqueline usou bem o bloqueio para colocar o Brasil à frente. O ritmo continuou bom, e quando Thaisa bloqueou para fazer 3/0, Fabi se pendurou nela para festejar. Na parada técnica, o placar era de 8/6, mas Zé Roberto não estava satisfeito: “Tem que ter paciência”, pedia às meninas. Ele estava certo, porque a paciência não veio, e a Rússia virou para 13/11. Nem o pedido de tempo em seguida adiantou. A diferença chegou a três pontos na segunda parada: 16/13. Dali em diante, só deu elas. Com uma superioridade impressionante, o time de vermelho se impôs e, com um bloqueio duplo no fim, fechou o set em 25/19.

Veio o quarto set, e logo de cara um 3/0 para a Rússia. Quando fez o primeiro ponto, o Brasil vibrou, mas o risco de dizer adeus ao sonho do bicampeonato já dava as caras na Arena de Vôlei londrina. A vantagem chegou a 6/2 e obrigou Zé Roberto a parar o jogo. A torcida, que andava tímida, apoiou na tentativa de reação. E deu certo. O placar se equilibrou e, numa cortada furiosa de Thaisa, veio a virada para 9/8. Na segunda parada técnica, as brasileiras lideravam por dois. A diferença chegou a 19/16, evaporou em seguida, e voltou a ser de três. Thaisa ainda desperdiçou um saque na rede quanto teve o primeiro set point, mas o bloqueio de Fabiana e Garay fechou a tampa: 25/22.

Mantendo a confiança lá no alto, o Brasil abriu o tie-break fazendo 2/0. As russas sentiram o golpe e chegaram a trombar na quadra, num erro bobo que jogou o placar para 4/2. Ainda era cedo para festejar, mas Zé Roberto puxava os gritos à beira da quadra, e a vantagem se arrastava magra, sofrida. Com Garay voando na ponta, um refresco: 10/7. Pouco depois, Garay acertou a pancada de novo, e a bola foi muito dentro, mas a arbitragem deu fora, para desespero do técnico brasileiro, que invadiu a quadra para reclamar. A tensão tirou o Brasil dos trilhos. O placar chegou a ficar igualado em 13/13, e a Rússia teve seis match points. As guerreiras de amarelo derrubaram um por um. E viraram. E festejaram. E fecharam um tie-break apertado, sofrido, dramático: 21/19.

Se a estrada parecia meio torta, de repente se endireitou. E desde que a seleção chegou a Londres, o sonho do bicampeonato olímpico nunca esteve tão vivo.

Globoesporte.com

Corinthians e Vasco revivem 2011 no duelo por vaga nas semifinais

Danilo e Diego Souza, esperanças de Timão e Vasco (Montagem: Globoesporte.com)

Os melhores times do último Campeonato Brasileiro decidem nesta quarta-feira quem continuará em busca do tão sonhado título da Taça Libertadores. Em evidência desde a temporada anterior, Corinthians e Vasco fazem, a partir das 21h50m, no Pacaembu, um jogo sem favoritos que poderá colocá-los entre os quatro principais clubes das Américas ou mergulhá-los em um momento de instabilidade após fracassos também nos estaduais.

Não há vantagem para nenhum dos lados. O empate sem gols, em São Januário, deixou a disputa aberta e a projeção de um confronto emocionante, em São Paulo. Invicto no torneio e sem sofrer gols em casa, o Timão se apega à força dos mais de 34 mil torcedores que lotarão o estádio. Já o Gigante da Colina tem na bagagem a confiança de ter eliminado o Lanús, na Argentina, nas cobranças de pênaltis.

O Corinthians põe à prova um novo esquema tático, sem centroavante. Liedson, cada vez mais em baixa, foi novamente preterido para que o meia Alex atuasse avançado, como no Rio. No Vasco, a esperança está na velocidade de Eder Luis para jogar nos contra-ataques e tentar surpreender.

Quem vencer por qualquer placar estará nas semifinais. Os cariocas têm a vantagem de se classificarem também através dos empates com gols. Em caso de repetição do placar do primeiro jogo, a decisão será nos pênaltis. O ganhador deste duelo enfrentará o Santos (caso o Peixe elimine o Vélez), Fluminense (caso o Flu passe pelo Boca, e o Santos seja eliminado pelo Vélez) ou ainda o vencedor de Universidad de Chile e Libertad (caso Vélez e Boca eliminem Santos e Flu), já que o regulamento prevê que dois compatriotas se enfrentem nas semifinais.

Leandro Pedro Vuaden (RS) apita a partida. Os auxiliares são Altermir Hausmann e Carlos Berkenbrock (ambos RS). A Rede Globo transmite a partida para os estados de SP, RJ, MG, ES, RS, PR (menos Curitiba), SC, PE, CE, PB, SE, MA, RN, PI, AL, DF, MT, MS e Região Norte. Você acompanha também, em Tempo Real, no GLOBOESPORTE.COM.

header as escalações 2

Corinthians: Tite optou por não fazer mudanças no Timão em relação ao empate sem gols no Rio de Janeiro. Liedson jogou mal contra o Fluminense, pelo Brasileirão, e não convenceu o treinador de que poderia voltar à equipe. Com isso, permanece o esquema com o meia Alex mais livre na frente. A formação é a seguinte: Cássio; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Alex; Jorge Henrique e Emerson.

Vasco: como de costume, o técnico Cristóvão Borges não revelou qual será a formação cruz-maltina para a partida decisiva contra o Corinthians. Mas a tendência é que repita os titulares do empate em 0 a 0, em São Januário. Uma alternativa seria a entrada de Felipe no meio-campo, possivelmente no lugar de Juninho. O Vasco deve começar com a seguinte escalação: Fernando Prass, Fagner, Renato Silva, Rodolfo e Thiago Feltri; Romulo, Nilton, Juninho (Felipe) e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro.

quem esta fora (Foto: arte esporte)

Corinthians: Paulo André (recuperação de cirurgia no joelho direito), Wallace (recuperação de cirurgia no tornozelo esquerdo), Edenílson (fratura no pé esquerdo) e Ramírez (convocado para a seleção peruana).

Vasco: o zagueiro Dedé segue se recuperando de um edema ósseo na perna esquerda. O atacante Carlos Tenorio sofreu uma cirurgia no tendão de Aquiles do pé direito e o meia argentino Abelairas sente dores nas costas.

header fique de olho 2

Corinthians: Emerson costuma assumir a responsabilidade de decidir em partidas importantes do Timão. Na fase anterior, o atacante foi determinante na vitória por 3 a 0 sobre o Emelec, em São Paulo. Agora, é uma das grandes armas de Tite para abrir a defesa vascaína com velocidade e jogadas individuais.

Vasco: ninguém esconde que os contra-ataques serão a grande aposta para marcar o gol que pode dar a classificação no tempo normal. Por isso, Eder Luis será uma peça considerada de extrema importância. A velocidade e a habilidade do camisa 7 são trunfos vascaínos.
header o que eles disseram

Tite, técnico do Vasco: “Vamos para um jogo decisivo em que queremos ser melhores que o adversário, ganhar dentro de campo, com entrosamento e qualidade técnica. É o campeão contra o vice do último Brasileiro. Será um grande jogo mais uma vez”.

Cristóvão Borges, técnico do Vasco: “O Corinthians não tomou gol na Libertadores. Marca muito bem. Nosso time tem é ofensivo, sempre faz gols. A briga é essa. Agora é o jogo decisivo. Ou vamos fazer gol e passar, ou o Corinthians não vai tomar gol e passar”.

header números e curiosidades

*Empatar por 0 a 0 a primeira partida do mata-mata da Libertadores costuma ser uma boa vantagem. Nas últimas oito Libertadores, de 2005 a 2012, houve 12 casos de empates sem gols nas partidas de ida e em dez oportunidades o time que atuou casa no jogo da volta se classificou para seguir na competição.

* Com apenas dois gols sofridos em nove jogos, o Corinthians tem a melhor defesa da Libertadores. Na história da competição continental, essas foram as equipes com as melhores defesas: Boca Juniors campeão de 1977, com três gols sofridos em 13 jogos (média de 0,23), Nacional (Uruguai) campeão de 1971, com quatro gols sofridos em 13 jogos (média de 0,30), Nacional (Uruguai) campeão de 1980, com cinco gols sofridos em 12 jogos (média de 0,40) e Cobreloa (Chile) vice de 1981 com cinco gols sofridos em 12 jogos (média de 0,40).

* Este ano, o Corinthians disputou 18 jogos no Pacaembu, com 13 vitórias, dois empates e três derrotas, marcando 29 gols e sofrendo 10. Em suas últimas 50 partidas no Pacaembu, o Timão venceu 33 vezes, empatou oito e sofreu nove derrotas com um aproveitamento de 71%.

*O retrospecto recente do confronto entre Vasco e Corinthians aponta pequena vantagem vascaína. Nas últimas dez partidas, o Vasco venceu três vezes, contra duas vitórias corintianas e cinco empates. Já no século XXI, este clássico nacional aconteceu 23 vezes, com nove vitórias corintianas, nove empates e cinco vitórias vascaínas, 30 gols do Timão e 23 do Vasco.

header último confronto v2

Corinthians e Vasco se enfrentaram pela na última quarta-feira, em São Januário. Com o gramado castigado por causa da chuva, as equipes fizeram uma partida de pouca produtividade ofensiva. Os cariocas reclamaram de um gol de Alecsandro, anulado corretamente pela arbitragem sob a alegação de impedimento. O empate por 0 a 0 deixou em aberta a disputa pela vaga nas semifinais da Taça Libertadores.

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São Paulo goleia Bragantino e avança às semifinais

O São Paulo optou pela ofensividade na escalação, começando no 4-3-3, com o trio Lucas, Luis Fabiano e Fernandinho na frente, e foi premiado. Na noite deste sábado, goleou o Bragantino por 4 a 1, no Morumbi, e avançou às semifinais do Campeonato Paulista. Agora, espera pelo vencedor de Santos e Mogi Mirim, que se enfrentam às 16h (de Brasília) neste domingo, na Vila Belmiro.

O destaque da partida foi Luis Fabiano. O camisa 9 fez dois golaços no segundo tempo, um de falta e outro dominando no peito e concluindo de forma certeira, dando tranquilidade ao time na partida. Mas também bobeou em outras duas oportunidades: por causa de uma falta no meio-campo pouco antes do intervalo, acabou sendo punido com o terceiro cartão amarelo que o tira da semifinal e perdeu um pênalti quando a vitória era por apenas 2 a 0.

Fernandinho abriu o placar no primeiro tempo, e Osvaldo encerrou a goleada na etapa final. Júnior Lopes foi o autor do gol do Bragantino.

A torcida tricolor compareceu em bom número ao Morumbi, com 25.555 presentes, e não ligou para as bobeadas de Luis Fabiano, apoiando o atacante incondicionalmente. Além disso, os tricolores também lembraram de Telê Santana, no dia que marca seis anos da morte do ex-treinador do São Paulo.

Antes da semifinal do Paulistão, o São Paulo tem pela frente um duelo contra a Ponte Preta, quinta-feira, às 21h50m, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, pela terceira fase da Copa do Brasil.

fernandinho são paulo gol bragantino (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)São-paulinos comemoram o gol de Fernandinho, na primeira etapa (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Tricolor no ataque e vantagem no marcador

A superioridade do São Paulo diante do Bragantino ficou clara logo no início da partida. Com mais volume de jogo e qualidade na troca de passes, o Tricolor engoliu o adversário nos primeiros minutos das quartas de final. Os três atacantes escalados por Leão – Lucas pela direita, Fernandinho na esquerda e Luis Fabiano centralizado – foram bem servidos por Jadson, que chegava de trás. Um pouco mais recuado, Cícero fez o papel de segundo volante, ajudou na criação e deixou para Denilson a função de proteger a defesa.

O São Paulo chegou por todos os lados, sempre contando com a correria de Fernandinho e Lucas. E a superioridade em campo se transformou em gol logo aos 19 minutos. Jadson recebeu pelo meio e enfiou para Fernandinho, que apareceu nas costas da zaga para mandar para a rede adversária, com tranquilidade.

Depois de fazer o gol, o Tricolor mudou um pouco a maneira de jogar. Mesmo com os rápidos atacantes, o time passou a cadenciar mais e trocar passes no meio-campo. Desse jeito, as chances criadas no início da partida diminuíram, e o segundo gol ficou ainda mais longe.

Ao longo do primeiro tempo o Bragantino quase não ameaçou. O time visitante se preocupou apenas em marcar. As poucas oportunidades do Alvinegro apareceram em contra-ataques e bolas paradas.

Antes do intervalo, numa bola perdida no meio-campo, Luis Fabiano parou a jogada, acertando a perna do adversário. O árbitro deu o cartão amarelo que tira o atacante das semifinais e foi alvo de muitas críticas do jogador na saída para o vestiário.

luis fabiano são paulo gol bragantino (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Luis Fabiano comemora golaço no segundo tempo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Pressão e gols de Luis Fabiano

O segundo tempo começou com o Bragantino com mais vontade e em busca do gol de empate para seguir na briga por uma vaga na semifinal. E a mudança de postura teve participação de Léo Jaime, que entrou no intervalo. Foram duas oportunidades para os visitantes logo nos primeiros minutos. Uma com o próprio Léo e outra com Romarinho. Denis salvou o time do Morumbi.

Mas quem acabou marcando o gol foi o São Paulo. Da meia esquerda, Luis Fabiano cobrou falta com perfeição, acertando o ângulo e ampliando para o Tricolor. O Tricolor estava sem marcar desse jeito há mais de um ano, desde o centésimo gol de Rogério Ceni, no dia 27 de março do ano passado, na vitória por 2 a 1 contra o Corinthians, na Arena Barueri.

Depois de ampliar a vantagem, o São Paulo cresceu e se mandou para o ataque. Se Luis Fabiano fez um golaço de falta, deixou a desejar de mais perto. Em pênalti sofrido por Fernandinho, aos dez, o atacante cobrou mal. O goleiro defendeu, a bola ainda bateu na trave, mas ninguém pegou o rebote.

Com moral depois do erro tricolor, o Bragantino voltou a se mandar para o ataque. E sempre com Léo Jaime. Veloz, ele deu trabalho pelo lado do campo. Em uma jogada dele pela esquerda, o Alvinegro conseguiu escanteio. Na cobrança, Júnior Lopes foi mais esperto pelo alto e cabeceou com força. O goleiro Denis falhou, deixando a bola passar entre suas mãos, e a vantagem do São Paulo diminuiu para 2 a 1, aos 19.

Mas não deu nem tempo de o Braga crescer na partida. Quatro minutos depois Luis Fabiano se recuperou do pênalti perdido e marcou o terceiro do São Paulo. Casemiro, que tinha acabado de entrar em campo, deu ótimo passe por cima da zaga, pelo meio. O atacante dominou no peito, já colocando na frente da marcação, e concluiu com categoria no canto, na saída do goleiro.

Depois do terceiro gol, o jogo voltou a ser aquele do primeiro tempo. O São Paulo ficou com mais posse de bola e acabou transformando a vitória em goleada, aos 38 minutos. Osvaldo apareceu com velocidade no ataque, invadiu a grande área e só tocou por cima de Rafael Santos, fechando o placar em 4 a 1 e carimbando a classificação tricolor em grande estilo. Com gritos de olé e ‘o campeão voltou’ vindo das arquibancadas do Morumbi, o Tricolor saiu de campo mais confiante para a semifinal, porém, preocupado com o desfalque do ídolo Luis Fabiano.

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