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Secretaria de Meio Ambiente e gestores das escolas municipais realizam projeto de Educação Ambiental e Coleta Seletiva

Alunos e professores da Escola Ernestina Pinto participaram de atividades e apresentações com os temas Meio Ambiente e Coleta Seletiva. Amanhã (30) campanha Coleta Seletiva vai para Distrito de Santa Fé

A Secretaria de Meio Ambiente de Solânea está realizando ações de educação ambiental, em parceria com a gestão das escolas municipais. A primeira escola a participar foi a Escola Municipal Sônia Eliane, na última quinta-feira (23) cerca de 300 alunos da Escola Municipal Ernestina Pinto realizaram durante todo o dia atividades educativas. Nesta quinta-feira, 30, o projeto de Coleta Seletiva segue para o Distrito de Santa Fé.

O Prefeito Kayser Rocha participou da ação na escola e falou da importância. “Esse projeto já mudou a rotina da população e estar agora na escola é importante para preparar as gerações futuras. As crianças influenciam na rotina da casa e aí vem as mudanças”, enfatizou. A Secretária de Meio Ambiente, Ieda Pereira, informou que a Educação Ambiental na Escola faz parte de um projeto maior em toda a cidade, em relação a Coleta Seletiva do Município. Amanhã, 30, será realizada campanha da Coleta Seletiva nas ruas do Distrito de Santa.

Dia de aprendizado e troca de experiências

O Governo Municipal, através da Secretaria de Meio Ambiente, instalou na escola uma “lixeira de Coleta Seletiva” para utilização da comunidade escolar e aplicação dos conhecimentos. O projeto envolveu 378 alunos de 15 turmas da Educação Infantil ao Fundamental II e Turma de Libras. Os estudantes trabalharam com desenhos e colagens, falaram sobre tipos de solo, cuidados com a água, produziram brinquedos com material reciclável e estudaram sobre a coleta seletiva dos resíduos sólidos apresentando projetos escolares.

Ascom-PMS

 

Prefeitura de Borborema realiza ação de conscientização nas Escolas para a Coleta Seletiva

A Prefeitura de Borborema, por meio das Secretarias de Saúde e Educação, está promovendo nas Escolas do Município palestras sobre a coleta seletiva. A ação tem como objetivo explicar e conscientizar alunos sobre a importância de realizar a separação adequada de materiais ainda dentro de casa e depositar o lixo para recolhimento da forma correta.

Nesta sexta-feira, 17 de maio, Agentes Comunitários de Saúde dos PSFs I e III estiveram nas Escolas Jaldete Guedes, Francisco Cardoso e Leonor Ramalho.

Além de tratar da importância da ação da coleta seletiva, foi abordada a importância do trabalho do Gari. A ação ainda contou com o apoio da Secretaria de Infraestrutura.

Segundo especialistas, um dos pilares para o sucesso na recuperação do meio ambiente é a coleta seletiva de lixo.

Com a coleta seletiva todos os resíduos são devidamente descartados e evitam a poluição do solo e lençóis freáticos, além de evitar a poluição das ruas e esgotos que podem causar enchentes e, consequentemente, grandes prejuízos aos cofres públicos e aos moradores das cidades.

 

Assessoria

 

 

Atos têm “agenda difusa” e “corrupção seletiva”

PROTESTOSOs protestos minguaram, talvez porque muita gente não quis marchar com pregadores do golpe e da violência política mas outros milhares fizeram o barulho que gera instabilidade política, agora com uma agenda ainda mais difusa e contraditória. Segundo o Datafolha, a motivação mais citada pelos manifestantes foi a corrupção. Entretanto, apesar dos muitos cartazes sobre “petrolão” e Petrobrás, não houve referências às contas secretas no HSBC da Suíça ou sobre o mega-escândalo de sonegação revelado pela Operação Zelotes. Deve ser a corrupção seletiva: O cidadão se revolta com o escândalo que envolve políticos mas não se incomoda com os casos em que grandes empresas e milionários sonegaram impostos depositando dinheiro lá fora ou subornando conselheiros do CARF/Receita Federal para burlar o fisco. Ou alguém viu um cartaz sobre os Zelotes ou sobre as contas na Suíça? Eu não vi.

A segunda motivação, segundo o Datafolha, foi impeachment de Dilma e o protesto contra o PT. Não foram os problemas do bolso e do estômago, o aumento da inflação ou do desemprego, problemas que certamente pouco afetam a vida da maioria que foi às ruas. Talvez por isso não vi nenhuma jovem loura, nenhum rapaz bem nutrido ou senhora elegantemente vestida reclamando do preço do feijão. Mais ainda. Examinando imagens dos protestos não vi uma só referência àquela que é a maior ameaça aos que vivem do próprio trabalho, o projeto de terceirização de mão de obra aprovado pela Câmara. A aprovação do projeto do deputado Sandra Mabel é coisa do Congresso, da qual o governo não conseguiu se dissociar e acabará pagando o pato. Se não conseguir barrar a aprovação no Senado, ainda vai tornar-se o pai desta aberração, embora o PT tenha votado maciçamente contra e o governo tenha feito suas críticas. Um protesto de gente que trabalha não podia ser indiferente a um tema que está aí, ameaçando conquistas e direitos.

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Os movimentos que chamaram as manifestações, mesmo rachados, anunciaram que agora vão mudar de tática, partindo para a pressão sobre o Congresso. Deviam começar pressionando pela não aprovação do projeto de terceirização.

Mas, falando nisso, o que irão mesmo pedir a Renan Calheiros e Eduardo Cunha nesta marcha a Brasília? O impeachment de Dilma, sem que haja elementos jurídicos para fundamentar o pedido? Renan Santos, líder do Movimento Brasil Livre, anunciou que uma caravana irá ao Congresso na sexta-feira “encaminhar a pauta do movimento”. Devia começar mudando o dia. Sexta-feira, mesmo nestes tempos frenéticos de Congresso hiper-ativo disputando poder com o Executivo, é dia de casa vazia.

Já Rogerio Chequer, do Vem Prá Rua, acusado de ser bancado pelo PSDB, falou numa aliança de 50 grupos que iriam ao Congresso na quarta em busca de lideranças dispostas a encaminhar os pleitos dos movimentos. O PSDB, até agora, não abraçou a bandeira do impeachment. Pelo menos oficialmente. Ou haverá alguma reivindicação mais viável, além do Fora Dilma?

Vai ser engraçado ver movimentos que se dizem contra todos os políticos e partidos pedindo a estes mesmos que violem as regras da política e tirem Dilma do governo. Estão quase entendendo o óbvio: na democracia, por piores que sejam os partidos, não há salvação fora da política. O que precisamos é melhorar o sistema de regras em que ela é exercida. É de uma boa reforma política, embora isso também não seja remédio para todos os males.

Educação política

Boa parte dos que protestam não sabe mesmo do que está falando. Assim como 12% dos defensores do impeachment, segundo o Datafolha, não sabem que se Dilma for afastada o governo será assumido por Michel Temer. Desta vez apareceram cartazes pedindo “intervenção militar constitucional”. A Constituição é consequência da luta pela democracia. Os que a escreveram não pactuaram com a ditadura e o passado, mas com o futuro e com a liberdade. Não existe tal asneira em nossa Constituição cidadã. A alma de doutor Ulysses Guimarães deve estar horrorizada com tal deturpação.

 

brasil247

Municípios tem até agosto para providenciar coleta seletiva

As 223 cidades paraibanas têm menos de quatro meses para implementar o Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Urbanos e promover a coleta seletiva de lixo (conforme estabelece a Lei Federal 12.305/2010, que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos).

A proximidade do prazo levou o promotor de Justiça José Farias de Sousa Filho a solicitar a adesão dos promotores de Justiça que atuam na região de João Pessoa ao projeto “Construção da Cidadania Socioambiental nas Comarcas”.

Segundo Farias, os municípios que descumprirem a lei não receberão mais recursos federais para empreendimentos e serviços relacionados à limpeza urbana, ao manejo do “lixo” e ao saneamento básico. Os prefeitos também poderão responder por ações de improbidade administrativa.

O promotor de Justiça que coordena o projeto comparou a eficiência do gerenciamento integrado de resíduos sólidos com medidas como os aterros sanitários e “lixões”. Segundo ele, os aterros são caros e não são a resposta ambiental e social mais adequada.

“A Funasa aprovou R$ 2,6 milhões para a construção de um aterro sanitário e com R$ 60 mil é possível implantar o gerenciamento integrado de resíduos sólidos, que vai criar postos de trabalho, gerar renda e promover o reaproveitamento dos materiais. Metade dos resíduos que vão para aterro sanitário na Paraíba é areia e areia não é lixo! Estamos pagando caro por isso”, criticou.

Para Farias, o gerenciamento integrado dos resíduos sólidos é a solução socioambiental e econômica mais adequada para o “lixo”. “A destinação correta do material orgânico é a compostagem; do material inorgânico, a reciclagem. Apenas o rejeito tem como destino o lixo”, explicou.

As cidades de Nazarezinho e Aparecida iniciaram, este ano, o processo de implementação do Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. “Já foram criados 25 postos de trabalho com remuneração superior de um salário mínimo. A quantidade de material para reciclagem triplicou”, comemorou o promotor de Justiça.

Farias também destacou a importância da atuação do MPPB na recuperação de áreas degradadas por lixões. “Na maioria dos municípios, é fácil e de custo baixíssimo recuperar a área degradada”, avaliou.

MPPB