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PB é o segundo estado com maior desigualdade na distribuição de renda

A Paraíba é o segundo estado brasileiro com maior desigualdade na distribuição de rendimentos. No estado, 10% da população ocupada com os maiores rendimentos recebe um valor médio de R$ 7,1 mil, enquanto que para os 40% com os menores rendimentos, essa quantia é de R$ 438, o que representa uma diferença de 16,2 vezes entre os dois grupos.

Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (6).

O documento é resultado da análise das condições de vida da população brasileira em 2018, tendo em vista aspectos como mercado de trabalho e estrutura econômica; distribuição de renda e padrão de vida; e educação. O estudo é baseado, principalmente, em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), de 2012 a 2018.

Entre todas as Unidades da Federação, a Paraíba ficou atrás apenas do Piauí, em que a razão foi de 18,4 vezes. O estado tem uma razão superior à média nacional, de 13, e à regional, de 14,1.

No que se refere às residências, a pesquisa aponta que, em 2018, cerca de 44,8% da população paraibana teve um rendimento domiciliar per capita de até meio salário mínimo, ao passo que 0,7% não teve rendimentos.

Desigualdade per capita

Em relação às linhas de pobreza, como o Brasil não possui uma oficial, o IBGE considerou os valores de US$ 1,90 diário per capita, estabelecido pelo Banco Mundial como limite para a definição de pobreza global, e o de US$ 5,50 diário per capita, da mesma instituição, mas direcionado para países com rendimento médio-alto, como é o caso do Brasil.

No primeiro grupo, está inserida cerca de 11,2% da população paraibana, aproximadamente 447 mil pessoas, conforme a pesquisa. Já o segundo é mais abrangente e inclui 40% da população, o que representa 1,588 milhão de pessoas nessa linha de pobreza.

 

portalcorreio

 

 

Paraíba é o segundo maior produtor de abacaxi do Brasil

Com uma área colhida de 10.912 hectares espalhados pelos municípios do Litoral, da Zona da Mata e do Agreste, a abacaxicultura tem rendido bons frutos à economia da Paraíba, que hoje é o segundo colocado em  produção no País, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que conferiu uma renda de mais de R$ 345.276.000,00   para o Estado, com base em uma produtividade de 30.689 frutos por hectare.

Dados de 2018 levantados pelo IBGE apontam que o Estado colheu 334.880.000 abacaxis, enquanto que o Pará lidera o ranking nacional de produção com 426.780 milhões de frutos e o Estado de Minas Gerais em terceiro com 192.189.000.

Foto: Secom/PB

Foto: Secom/PB

De acordo com o pesquisador de abacaxi da Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer), Eliazar Felipe, os 334.880.000 frutos colhidos abasteceram grande parte do País, principalmente a região Sudeste, com destaque para os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, este último considerado o maior importador dos abacaxis paraibanos.

Além das vantagens do clima e solo favoráveis, ele credita a boa colocação da Paraíba no ranking nacional à qualidade do fruto, que é produzido com tecnologias adequadas. “Produzimos o melhor e mais saboroso abacaxi do mundo”, disse.

Segundo o extensionista rural da Empaer de Guarabira, George Firmino do Nascimento, um estudioso da cultura e que também produz abacaxi, o perfil do produtor é formado basicamente por agricultores familiares que atuam em lavouras sob regime de sequeiro e de irrigação. “O custo médio por hectare é de cerca de 20 mil reais para as áreas irrigadas e 16 mil reais para as não irrigadas, o que torna a abacaxicultura uma lavoura cara”, explicou.  Ele lembrou ainda que, para cada 1,0 hectare plantado com abacaxi , são gerados cinco empregos diretos no campo.

Foto: Secom/PB

Foto: Secom/PB

George explica que 70% dos abacaxicultores paraibanos são agricultores familiares, o que barateia os custos de produção, por disponibilizarem mão de obra própria. A colheita é intensificada entre os meses de agosto e dezembro, porém quem utiliza irrigação tem condições de produzir durante todo o ano.

Entre os municípios que lideram a produção de abacaxi no Estado estão Itapororoca, Araçagi, Santa Rita, Pedras de Fogo, Lagoa de Dentro e Curral de Cima.

 

Secom/PB

 

 

Paraíba tem mais de 80 cidades em alerta de baixa umidade, segundo Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia publicou nesta quinta-feira (29) um alerta de baixa umidade para mais de 80 cidades da Paraíba. De acordo com o aviso, há riscos à saúde da população e de incêndios florestais devido à seca.

O aviso tem início nesta quinta-feira (29) e tem previsão de término às 18h de sexta-feira (30). Durante este período, a umidade relativa do ar irá variar de 30% a 20%. O instituto recomenda que a população consuma bastante líquido, evite desgastes físicos nas horas mais secas do dia e evite exposição ao sol nas horas mais quentes.

Ainda é registrado um risco, porém baixo, de incêndios florestais na área. O Inmet indica que para mais informações, os moradores da região afetada consulte a Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Munícipios com alerta de baixa umidade na Paraíba

  1. Água Branca
  2. Aguiar
  3. Aparecida
  4. Areia de Baraúnas
  5. Belém do Brejo do Cruz
  6. Bernardino Batista
  7. Boa Ventura
  8. Bom Jesus
  9. Bom Sucesso
  10. Bonito De Santa Fé
  11. Brejo Do Cruz
  12. Brejo Dos Santos
  13. Cachoeira Dos Índios
  14. Cacimba De Areia
  15. Cacimbas
  16. Cajazeiras
  17. Cajazeirinhas
  18. Carrapateira
  19. Catingueira
  20. Catolé Do Rocha
  21. Conceição
  22. Condado
  23. Coremas
  24. Curral Velho
  25. Desterro
  26. Diamante
  27. Emas
  28. Frei Martinho
  29. Ibiara
  30. Igaracy
  31. Imaculada
  32. Itaporanga
  33. Jericó
  34. Joca Claudino
  35. Juru
  36. Lagoa
  37. Lastro
  38. Malta
  39. Manaíra
  40. Marizópolis
  41. Mato Grosso
  42. Maturéia
  43. Monte Horebe
  44. Mãe D’Água
  45. Nazarezinho
  46. Nova Olinda
  47. Olho D’Água
  48. Passagem
  49. Patos
  50. Paulista
  51. Pedra Branca
  52. Piancó
  53. Pombal
  54. Poço Dantas
  55. Poço De José De Moura
  56. Princesa Isabel
  57. Quixabá
  58. Riacho Dos Cavalos
  59. Santa Cruz
  60. Santa Helena
  61. Santa Inês
  62. Santa Luzia
  63. Santa Teresinha
  64. Santana De Mangueira
  65. Santana Dos Garrotes
  66. Serra Grande
  67. Sousa
  68. São Bentinho
  69. São Bento
  70. São Domingos
  71. São Francisco
  72. São José Da Lagoa Tapada
  73. São José De Caiana
  74. São José De Espinharas
  75. São José De Piranhas
  76. São José De Princesa
  77. São José Do Bonfim
  78. São José Do Brejo Do Cruz
  79. São José Do Sabugi
  80. São João Do Rio Do Peixe
  81. São Mamede
  82. Tavares
  83. Teixeira
  84. Triunfo
  85. Uiraúna
  86. Vieirópolis
  87. Vista Serrana
  88. Várzea

 

 

Foto: Reprodução/Site da Prefeitura Municipal de Monte Horebe

G1

 

 

Segundo caso suspeito de sarampo é investigado na PB

Já são dois os casos suspeitos de sarampo investigados pela Secretaria de Saúde da Paraíba, conforme divulgado pela Pasta nesta segunda-feira (19). Neste ano, 10 casos suspeitos da doença já foram descartados no estado.

Segundo a Saúde, detalhes como cidade, idade e sexo do paciente, por exemplo, ainda não podem ser divulgados. A coleta de material é enviada para a Fiocruz, no Rio de Janeiro, e o resultado sai depois de 10 dias.

No Brasil, foram confirmados 1.388 casos de sarampo, sendo 1.322 (95,2%) nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Paraná, que estão com surtos de sarampo, e 66 (4,8%) nas demais Unidades da Federação, as quais não se encontram com surtos da doença.

Sintomas

Diante dos casos em todo o território nacional, a gerente de Vigilância em Saúde, Talita Tavares, alerta que deve ser notificado como caso suspeito “todo paciente que apresentar febre e exantema maculopapular morbiliforme (manchas avermelhadas), acompanhados de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas: tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite, independentemente da idade e situação vacinal; ou todo indivíduo suspeito com história de viagem para locais com circulação do vírus do sarampo, nos últimos 30 dias, ou de contato, no mesmo período, com alguém que viajou para local com circulação viral”.

Vacina

A vacina é a única forma de prevenção do sarampo. A tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba e está disponível nas salas de vacina dos municípios.

A Secretaria Estadual de Saúde ressalta a importância de finalizar o esquema vacinal para evitar casos da doença. A Paraíba apresenta 83,94% cobertura da primeira dose da tríplice viral. A meta é de 95%.  O secretário Geraldo Medeiros orienta os gestores municipais de saúde que “fortaleçam as estratégias, divulguem e implementem as medidas necessárias para, na ocorrência de casos suspeitos, desencadearmos as medidas em tempo oportuno”. O secretário convida a população para se “unir à Secretaria de Saúde com o objetivo de se vacinar e evitar mortes”.

A imunização com a tríplice deve seguir o seguinte esquema:

– Indivíduos de 12 meses a 29 anos de idade: 2 doses de tríplice viral com intervalo mínimo de 30 dias entre elas;

– Indivíduos de 30 a 49 anos de idade não vacinados: 1 dose de tríplice viral;

– Profissionais de saúde não vacinados: 2 doses com a vacina tríplice viral independente da idade, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

No momento, ainda é indicada a vacinação de crianças de 6 meses a menores de 1 ano que vão se deslocar para municípios que apresentam surto ativo de sarampo. A imunização deve ser feita pelo menos 15 dias antes da viagem.

Notificações

A Secretaria Estadual de Saúde, por meio da Gerência Executiva de Vigilância em Saúde, segue o protocolo de investigação de todos os casos que forem notificados para o agravo e disponibiliza uma equipe de plantão para receber as informações devidas e auxiliar os serviços de saúde em qualquer necessidade mediante caso suspeito.

O secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, explica que “a notificação de caso suspeito de sarampo é obrigatória e deve ser feita às autoridades sanitárias e de vigilância em até 24 horas. Apresentando essa sintomatologia, é importante ir ao posto de saúde mais próximo para receber a devida assistência”.

Os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pará, Sergipe, Minas Gerais, Santa Catarina, Pernambuco, Amazonas e Roraima apresentam casos confirmados de sarampo. A Paraíba apresenta um caso em investigação, de acordo com o boletim epidemiológico publicado pelo Ministério da Saúde nessa sexta-feira (16), aguardando confirmação laboratorial.

 

portalcorreio

 

 

Policial do 4º BPM fica em segundo lugar em etapa do Desafio das Serras em Bananeiras

O soldado Edinaldo, que atual na Ciclopatrulha do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar), conquistou no último sábado (13), o segundo lugar geral na categoria Elite 10km da 2ª etapa do Desafio das Serras Off Road Extremo, que foi realizado em Bananeiras. O tempo dele na corrida, que teve em torno de 800 participantes e é feita em estradas de barro, com ladeiras e muita lama, foi de 46min23seg.

O Desafio das Serras Off Road Extremo é um circuito com quatro etapas que incluem as modalidades de corrida em trilha e mountain bike e é realizado em três Estados além da Paraíba: Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco. A primeira etapa aconteceu na Serra de São Bento-RN e a próxima será realizada nos dias 7 e 8 de setembro em Pacoti-CE.

O soldado Edinaldo, que faz parte da equipe Militares Runners PB, também tem participado de corridas de rua em várias cidades paraibanas e conquistado excelentes resultados.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Dia Internacional de Atenção à Pessoa com Lúpus: doença atinge cerca de 200 mil brasileiros, segundo MS

Médica reumatologista fala sobre a doença, sintomas, diagnóstico e tratamento

Nesta sexta-feira (10/05) é lembrado o Dia Internacional de Atenção à Pessoa com Lúpus. A data visa conscientizar a população sobre a importância de se manter ciente dos sinais da doença. O Ministério da Saúde estima que aproximadamente 200 mil brasileiros sofram com o lúpus. Sendo mais comum em mulheres, na idade fértil. Elas representam uma proporção de nove para um homem.

Eliana Teles de Gois, médica reumatologista da Aliança Instituto de Oncologia explica que esta é uma doença autoimune, crônica, potencialmente grave, que pode deixar sequelas e até levar a morte. Segundo a especialista, o lúpus pode se manifestar de diversas formas e atacar qualquer parte do corpo.

Ela acrescenta que a doença pode se apresentar de quatro formas diferentes, com causas distintas. O Lúpus discoide atinge a pele da pessoa e pode ser diagnosticado com o surgimento de feridas avermelhadas com tamanhos, formatos e cores específicas, especialmente no rosto, nuca e/ou couro cabeludo.

O Lúpus sistêmico é o mais frequente e pode ser leve ou grave. Nesse tipo da doença, a inflamação abrange todo o organismo da pessoa, acometendo vários órgãos ou sistemas. “A primeira forma pode evoluir para o lúpus sistêmico”, complementa Eliana.

Há ainda o Lúpus induzido por drogas e o neonatal. O induzido também é comum e acontece porque esse tipo de substância pode provocar a inflamação, com sinais semelhantes ao lúpus sistêmico. Porém, nesse caso, tende a sumir assim que o uso terminar.

E, por último o lúpus neonatal, que é bastante raro e afeta recém-nascidos de mulheres que tenham a enfermidade. A criança pode ter erupções na pele, problemas no fígado ou baixa contagem de células do sangue. “Esses indícios tendem a sumir naturalmente depois de meses”, aponta. De acordo com a médica, esses bebês podem ter um defeito cardíaco grave. “Hoje em dia, temos testes e exames que podem identificar o risco e tratá-lo antes ou depois do nascimento da criança”, pontua.

Sintomas e tratamento

Dra Eliana destaca que os sintomas mais comuns são dores nas juntas, sensibilidade ao sol e manchas na pele. Dentre as manifestações mais graves, estão: a perda da função dos rins, anormalidades no sangue, além de transtornos neuropsiquiátricos, entre eles a depressão, os distúrbios de ansiedade e, em casos raros, os surtos psicóticos.

A especialista comenta que ainda não existe cura para o lúpus, mas o tratamento evoluiu nos últimos anos. “Pode- se dizer, que os pacientes que fazem acompanhamento regular com o reumatologista e seguem corretamente o tratamento, tem uma vida praticamente normal”, finaliza.

 

grupobjetiva

 

 

Temer é o segundo ex-presidente do Brasil preso em menos de 1 ano

Preso na Operação Lava Jato, Michel Temer (PMDB) foi o 37º presidente da República do Brasil. Ele assumiu o cargo em 31 de agosto de 2016, após o impeachment de Dilma Rousseff, e ficou até o final do mandato, encerrado em dezembro do ano passado. Em menos de um ano, dois ex-presidentes do Pais foram presos. O primeiro foi Luiz Inácio Lula da Silva que se encontra preso em Curitiba.

Eleito vice-presidente na chapa de Dilma duas vezes consecutivas, Temer chegou a ser o coordenador político da presidente, mas os dois se distanciaram logo no começo do segundo mandato.

Formado em direito, Temer começou a carreira pública nos anos 1960, quando assumiu cargos no governo estadual de São Paulo. Ao final da ditadura, na década de 1980, foi deputado constituinte e, alguns anos depois, foi eleito deputado federal quatro vezes seguidas. Chegou a ser presidente do PMDB por 15 anos.

O ex-presidente Michel Temer responde a dez inquéritos. Cinco deles tramitavam no Supremo Tribunal Federal (STF), pois foram abertos à época em que o emedebista era presidente da República e foram encaminhados à primeira instância depois que ele deixou o cargo. Os outros cinco foram autorizados pelo ministro Luís Roberto Barroso em 2019, quando Temer já não tinha mais foro privilegiado. Por isso, assim que deu a autorização, o ministro enviou os inquéritos para a primeira instância.

G1

 

 

Preso segundo suspeito de assassinar vereador de Camalaú

A Polícia Civil da Paraíba prendeu nessa quarta-feira (20) um homem de 31 anos suspeito de assassinar o vereador Adelmo Teobaldo Farias, do município de Camalaú. A prisão ocorreu em Custódia, Pernambuco, sendo cumprida por mandado de prisão preventiva, da Comarca de Monteiro, no Cariri paraibano.

Conforme a polícia, a prisão foi realizada por meio do Batalhão Especializado de Polícia do Interior de Pernambuco, em um trabalho integrado com a 14ª Delegacia de Polícia Civil da Paraíba.

O caso

O vereador Adelmo Farias, de Camalaú, foi morto por dois homens em uma motocicleta, quando retornava para casa no dia oito de setembro de 2018. De acordo com as investigações, o homem que foi preso e um comparsa, já identificado pela polícia, foram os executores. O outro suspeito já havia sido preso em dezembro do ano passado.

 

portalcorreio

 

 

PB tem 27% de abstenção no segundo dia de provas do Enem 2017

O segundo dia de provas do Enem 2017 na Paraíba teve um percentual de 27% de abstenção. De acordo com dados preliminares divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em comparação ao primeiro dia de prova, quando houve o registro de 25,7%, houve um aumento de 1,3% no número de faltosos neste domingo (12), tendo em vista que o inscrito que perdeu o primeiro dia, não poderia realizar as provas do segundo.

Ainda de acordo com o Inep, foi o segundo menor índice de abstenções em relação aos outros estados do Brasil. O índice de abstenção divulgado no domingo (12) é preliminar e pode variar. A abstenção da Paraíba, ainda que tenha correspondido a um quarto do total de número de inscritos no estado, 189.152 candidatos, o número foi menor do que a média nacional, 32% no total.

Levando em consideração os faltosos do primeiro dia de prova, mais de 140 inscritos estavam aptos a fazer a prova. Segundo o Inep, órgão responsável pela aplicação das provas, dos 6.731.344 inscritos, 2.156.449 se ausentaram no segundo dia. Os dados são preliminares, e poderão sofrer alterações após checagem do instituto.

O índice de abstenções nesse segundo dia de provas ficou um pouco acima da média dos últimos anos. De acordo com o Inep, entre 2009 e 2016, a média de abstenções foi de 29,8%.

Candidatos eliminados

De acordo com o Inep, no total, 853 candidatos acabaram eliminados do Enem 2017, sendo 842 por descrumprimento de regras do edital, nove por detector de metal e dois que se recusaram a coletar dados biométricos. No primeiro dia, foram 273 desclassificados. Os demais 580 foram eliminados no segundo dia.

G1

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Paraíba reduz em 28% o índice de latrocínios em sete anos, segundo estudo

O índice de latrocínios no estado da Paraíba regrediu 28% em sete anos, de acordo com estudo publicado no 11º Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança, que será lançado nesta segunda-feira (30) em São Paulo. Já a quantidade de latrocínios no Brasil cresceu 57,8% em sete anos.

De acordo com o estudo, que concentra estatísticas oficiais das autoridades de segurança dos estados, em 2016 foram registrados em todo o Brasil 2.514 assassinatos cometidos durante o ato do roubo ou em consequência dele. Na edição anterior do estudo, divulgada em 2010, o número havia sido de 1.593.

Além da Paraíba, entre as unidades da federação que tiveram os índices de latrocínio diminuídos, as principais quedas foram em Roraima (45%) e Amapá (23%).

Em 19 estados houve aumento nesse tipo de crime. Rondônia (124%), Tocantins (73%) e Rio de Janeiro (70%) foram os estados com maior crescimento. Nos seis estados mais populosos além do Rio de Janeiro, foram registradas altas em São Paulo (1,2%), Bahia (1,4%), Paraná (8,3%), Rio Grande do Sul (17,1%) e Pernambuco (45%). Apenas em Minas Gerais houve recuo, de 10,6%.

O estado da Paraíba também se destaca por aparecer entre as unidades da federação que registraram menos de um caso de latrocínio a cada 100 mil habitantes. A taxa média do país é de 1,2 latrocínios a cada 100 mil habitantes.

Na relação entre o número de latrocínios e a população, o Pará aparece como o mais violento, com 2,6 casos por 100 mil habitantes no ano. Outros quatro estados superaram o índice de 2/100mil: Pará, Goiás, Amapá, Amazonas e Sergipe. Na outra ponta da tabela, Tocantins, São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais ficaram abaixo de um por 100 mil.

clickpb

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