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Flamengo itinerante chama SP de “casa” para seguir colado na liderança

Danilo Verpa/Folhapres
Danilo Verpa/Folhapres

Vice-líder do Campeonato Brasileiro, o Flamengo encara o Figueirense chamando o Estádio do Pacaembu de “casa” a partir das 11 horas (de Brasília) deste domingo (18). Pela 26ª rodada, o Rubro-Negro será apoiado por mais de 30 mil torcedores em São Paulo, onde joga para encostar no líder Palmeiras.

O Rubro-Negro tem sido obrigado a mandar seus jogos longe do Rio de Janeiro desde o início do Brasileirão, e os 12 jogos em que o time teve mando foram divididos entre quatro estádios. Os preferidos têm sido o Mané Garrincha, em Brasília, e o Kléber José de Andrade, em Cariacica-ES – cada um recebeu quatro jogos. Foram três partidas no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ, e uma na Arena das Dunas, em Natal-RN.

O plano tem dado certo: são seis vitórias seguidas “em casa”, seja onde for. O aproveitamento é tão bom que o confronto deste domingo serve para seguir colado na liderança: uma vitória na Terra da Garoa manteria o Flamengo a um ponto do Palmeiras, enquanto o Figueirense luta para deixar a zona do rebaixamento.

Mantendo a rotina itinerante, desta vez é o Pacaembu que o flamenguista tratará como lar. A grande fase que a equipe vive na temporada empolgou os torcedores paulistanos, que esgotaram os 30.412 ingressos disponíveis e vão protagonizar o segundo melhor público do Flamengo na temporada (o melhor foi em Brasília: 54 mil contra o Palmeiras).

A última vez que o time mandou uma partida no Pacaembu foi em março, quando empatou sem gols com o Fluminense pelo Campeonato Carioca para quase 29 mil torcedores. A partida deste domingo é a segunda seguida do Rubro-Negro em território paulistano, pois a equipe empatou no meio da semana com o Palmeiras.

Uol

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Pesquisa da USP mostra desinteresse de alunos em seguir o magistério

professorUma pesquisa feita na Universidade de São Paulo (USP) mostra que metade dos alunos de licenciatura nas áreas de matemática e física não pretende ou tem dúvidas quanto a seguir a carreira de professor de educação básica. Dos que cursam licenciatura em física, 52% não pretendem ser professores ou tem dúvidas. Em matemática, o percentual é 48%. A pesquisa ouviu um total de 512 estudantes recém-ingressantes da USP, incluindo também alunos de pedagogia e medicina.

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A pesquisa Atratividade do Magistério para a Educação Básica: Estudo com Ingressantes de Cursos Superiores da USP, da pedagoga e mestre em educação pela Faculdade de Educação da USP Luciana França Leme selecionou as duas disciplinas de licenciatura em função da escassez de professores nas áreas de exatas. A estimativa do Ministério da Educação (MEC) é que o déficit de professores nas áreas de matemática, física e química seja de cerca de 170 mil.

A baixa remuneração do magistério, as más condições de infraestrutura das escolas e o desprestígio social da profissão estão entre os motivos apontados pelos estudantes para a falta de interesse em seguir a carreira. Segundo a pedagoga, a dificuldade de implementar em sala de aula o ensino da matemática e da física e a concorrência com profissões como as do mercado financeiro também afastam das salas de aula quem se forma nessas áreas.

“Pesquisados disseram que escolheram o curso porque gostam de matemática e física. Mas gostar é uma coisa, outra é o ensino dessas matérias que engloba habilidade como o pensar a matemática, as ciências, e saber ensinar a matemática e verificar como o aluno está aprendendo”, destacou. “Outro fator é o mercado de trabalho. Um aluno formado na USP, nessas disciplinas, pode trabalhar com pesquisa, pós-graduação, no mercado financeiro. A profissão de docente acaba concorrendo com outras opções”, disse Luciana França Leme. A questão de gênero também é apontada pela pesquisadora. “Física e matemática tem muitos alunos homens e as mulheres seguem mais a carreira de professor.”

Na avaliação da pesquisadora, reverter esse quadro de desinteresse pelo magistério requer um plano de atratividade com metas claras e de longo prazo. “É importante uma articulação de vários fatores, igualar os salários com os de profissionais com a mesma formação, reconhecimento e fortalecimento profissional, e despertar o interesse pela profissão ao longo da vida estudantil”, disse.

A carência de professores nas áreas de exatas como matemática, física, química e biologia é uma preocupação do Ministério da Educação (MEC) que elabora um programa para, desde o ensino médio, atrair os estudantes a seguirem o magistério nessas áreas. O programa terá oferta de bolsas de auxílio e parceria com universidades, como adiantou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ao participar de audiência pública na Câmara dos Deputados, em abril.

 

 

Agência Brasil

Agra afirma que não irá romper com o PSB e foco é PMJP; ‘deveriam seguir meu exemplo’

O prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (PSB), afirmou que não vai romper com o seu partido devido os últimos acontecimentos. Preocupado com a administração da cidade, o prefeito disse que as palavras ditas anteriormente foram num momento de emoção.

Ontem, quarta-feira (25), o presidente estadual do PSB, Edvaldo Rosas, pediu exoneração do cargo que ocupava no gabinete do prefeito e criticou as atitudes do gestor que, segundo ele, prejudicam o partido.

Agra disse que o momento é de preocupação com João Pessoa. “É um exemplo que deveria ser seguido. Tem que separar o que é política e o que é administração”, colocou.

O prefeito ainda disse que não está sabendo da reunião do PSB que acontece nesta quinta-feira (26). Questionado se a relação com os colegas de partido ficou abalada, o prefeito não respondeu.

Pedro Callado / Jonas Batista

Paraíba.com.br