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Secretaria da Saúde recomenda vacina contra sarampo e informa prioridades

A vacina é a única forma de prevenção contra o sarampo, doença viral aguda similar a uma infecção do trato respiratório superior. O alerta é da Secretaria de Estado da Saúde, explicando que os tipos de vacinas são: dupla viral – protege do vírus do sarampo e da rubéola, podendo ser utilizada para o bloqueio vacinal em situação de surto; tríplice viral – protege do vírus do sarampo, caxumba e rubéola; tetra viral – protege do vírus do sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora).

Visando o enfrentamento do surto de sarampo e a interrupção da transmissão do sarampo no Brasil, o Ministério da Saúde recomenda que o bloqueio vacinal seletivo (ou seja, para aqueles que nunca tiveram a doença e nem foram vacinados) deve ser realizado em até 72 horas em todos os contatos do caso suspeito durante a investigação. Para a interrupção da transmissão do vírus do sarampo, redução das internações e óbitos no país, a imunização com a tríplice viral deve ser priorizada e adotada na seguinte ordem:

– Instituir dose zero para crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias – esta é uma vacina extra, a chamada “dose zero” é para proteger bebês com idade de seis a onze meses nesse momento em que o vírus está se espalhando no país;

– Vacinar com a primeira dose aos 12 meses de idade – já recomendada, normalmente, de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação;

– Vacinar com a segunda dose aos 15 meses de idade, também de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação e, assim, a criança está livre do sarampo por toda a vida;

– Vacinar menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) não vacinados ou com o calendário vacinal incompleto;

– Vacinar trabalhadores da saúde de qualquer idade que atuam no atendimento direto de pacientes com suspeita de infecções respiratórias;

– Vacinar indivíduos de 6 a 29 anos não vacinados; vacinar indivíduos de 6 a 29 anos com esquema vacinal incompleto;

– Vacinar indivíduos de 30 a 49 anos não vacinados.

A Campanha de Vacinação contra o Sarampo, com o objetivo de interromper a circulação do vírus do sarampo no país, será realizada de forma seletiva, ocorrendo em duas etapas: a primeira no período de 7 a 25 de outubro, dia D em 19 de outubro e como público-alvo crianças de seis meses e menores de 5 anos de idade ( 4 anos, 11 meses e 29 dias); a segunda etapa será no período de 18 a 30 de novembro, dia D em 30 de novembro e como público-alvo a população de 20 a 29 anos de idade. Estes dois públicos foram priorizados para a participação nessa estratégia considerando que estão entre os mais acometidos e com maior incidência de doença nos surtos registrados em 2019. Ainda, especificamente as crianças menores de 5 anos que apresentam maior risco de complicações e/ou óbitos.

Se não há comprovação de vacinação nas faixas indicadas, há necessidade de adultos receberem a vacina. Atenção: a caderneta de vacinação é um documento pessoal muito importante e deve ser guardada por toda a vida. Para quem não se lembra que tomou a vacina ou perdeu o cartão de vacinação, a orientação é simples: agir como se não tivesse sido imunizado e procurar um posto de saúde pra tomar a vacina. Mesmo que a pessoa tenha tomado a vacina antes, tomar de novo não vai fazer mal. Entretanto, a gerente executiva de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Talita Tavares, explica que as campanhas de atualização das cadernetas serão divididas em etapas, em virtude da alta produção dos insumos.

“A autoridade de saúde precisa entender que a meta do Ministério da Saúde, neste momento, é diminuir as complicações e os óbitos em crianças menores de cinco anos de idade porque elas são mais suscetíveis às complicações e óbitos por causa da doença”, explicou.

A vacina é contraindicada para os casos suspeitos de sarampo, gestantes (devem esperar para serem vacinadas após o parto), menores de seis meses de idade e imunocomprometidos (pessoas que têm os mecanismos imunológicos deficientes).

O sarampo é uma doença é grave, principalmente em crianças menores de cinco anos, desnutridas e imunodeprimidos (pessoas que têm as suas defesas imunológicas fracas e são facilmente contagiadas por vírus ou bactérias). A transmissão do vírus ocorre a partir de gotículas de pessoas doentes ao espirrar, tossir, falar ou respirar próximo de pessoas sem imunidade contra o vírus sarampo. O alerta de complicações vale, principalmente, para bebês e crianças com deficiência de vitamina A, desnutridos, gestantes, imunodeprimidos e adultos jovens entre 20 e 29 anos.

“Todos os casos são prioridade para a Paraíba. A ideia é que todos os municípios estejam com a vigilância ativa com os casos suspeitos e que notifiquem imediatamente, mesmo que esses casos sejam descartados depois. A notificação de caso suspeito de sarampo é obrigatória e deve ser feita às autoridades sanitárias e de vigilância em até 24 horas. Apresentando essa sintomatologia, é importante ir ao posto de saúde mais próximo para receber a devida assistência”, informou Talita Tavares.

A Paraíba apresenta 86,03% de cobertura vacinal e a meta para cada município é de 95%.  O secretário Geraldo Medeiros orienta os gestores municipais de saúde que “fortaleçam as estratégias, divulguem e implementem as medidas necessárias para, na ocorrência de casos suspeitos, desencadearmos as medidas em tempo oportuno”. O secretário convida a população para se “unir à Secretaria de Saúde com o objetivo de se vacinar e evitar mortes”.

Na próxima sexta-feira (20), às 8h30, a SES vai reunir representantes da rede de saúde pública e privada, no auditório do Centro Formador de Recursos Humanos (Cefor-PB), com o objetivo de orientar sobre o manejo clínico do sarampo e alinhamento dos fluxos assistenciais.

Dados

Na Paraíba, até a 36ª Semana Epidemiológica terminada em 07 de setembro, foram notificados 108 casos suspeitos de sarampo, em 28 dos 223 municípios. Do total de notificações, três casos foram confirmados, 26 tiveram resultado de sorologia (S1) reagente e/ou indeterminada para sarampo pelo LacenPB e foram enviadas ao Laboratório Fiocruz para retestagem e demais exames complementares, foram descartados 51 casos e 28 seguem em investigação aguardando exames.

 

Secom-PB

 

 

João Pessoa tem três casos confirmados de sarampo, diz Secretaria de Saúde

Três casos de sarampo foram confirmados em João Pessoa, conforme divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), nesta quinta-feira (12). A Secretaria de Estado da Saúde informou que esses são os primeiros registros confirmados da doença no estado este ano. Em todo o país, até o dia 4 deste mês, segundo o Ministério da Saúde, 2.753 casos haviam sido contabilizados desde junho, quando um novo surto da doença teve início.

De acordo com a SMS, as três pessoas com casos confirmados da doença são adultos com idades entre 20 e 40 anos. Os sintomas iniciais apareceram na primeira quinzena do mês de agosto e os procedimentos necessários foram realizados. Os pacientes têm histórico de viagens para os estados de São Paulo e Pernambuco.

A Secretaria declarou que foi feita a coleta de material biológico e as pessoas com quem os pacientes tiveram contato foram imunizadas. Até esta quinta, 35 casos da doença foram notificados na capital paraibana, sendo nove descartados e 23 que ainda estão sob investigação.

O secretário de Saúde de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio, afirmou que estratégias de combate a doenças como o sarampo são constantes na rede municipal. Ele também comentou que o monitoramento e a vigilância da doença permanecem intensos, com uma articulação entre as diferentes unidades de saúde.

Situação na Paraíba

Até o dia 7 de setembro, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES), foram notificados 108 casos suspeitos de sarampo em 28 dos 223 municípios paraibanos. Além dos três já confirmados, 51 casos foram descartados, 26 tiveram resultado de sorologia reagente e/ou indeterminada para sarampo pelo Laboratório Central da Paraíba e foram enviados ao Laboratório Fiocruz para retestagem e exames complementares. Outros 28 casos seguem em investigação.

A SES informou ainda que, até esta quinta-feira, a Paraíba tinha 86,91% de cobertura vacinal. Quanto à homegeneidade de cobertura, das 223 cidades paraibanas, 123 (55,17%) apresentam coberturas adequadas, conforme recomendação do Programa Nacional de Imunização.

Vacina

A vacina tríplice viral – que protege contra sarampo, caxumba e rubéola – é ofertada nas salas de vacinação distribuídas entre as Unidades de Saúde da Família (USF), as policlínicas municipais e o Centro Municipal de Imunização. Segundo a Prefeitura, a dose é direcionada para crianças de seis meses de vida até adultos de 49 anos de idade.

As crianças de seis meses devem tomar a chamada “dose zero”. A vacina deve ser ministrada em duas doses a partir de um ano de idade até 29 anos, 11 meses e 29 dias de vida do cidadão, respeitando o intervalo das doses do calendário vacinal. Caso a pessoa comprove as duas doses, não é necessário tomar nenhuma a mais, já sendo considerada imunizada.

Já para adultos com idade de 30 a 49 anos, 11 meses e 29 dias, basta uma dose da vacina para que seja considerado imunizado. Os profissionais da área de saúde, independentemente da idade, devem tomar duas doses. Caso comprove que tomou as duas doses, não é necessária nenhuma outra.

 — Foto: Arte/G1

— Foto: Arte/G1

Sintomas

Os sintomas iniciais de sarampo são, de acordo com a Secretaria, febre acompanhada de tosse persistente, irritação nos olhos, coriza e congestão nasal e mal-estar intenso. Após isso, há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias. Também são comuns lesões muito dolorosas na boca.

A doença pode agravar-se e acometer o sistema nervoso central, assim como ter complicações com infecções secundárias como pneumonia, podendo levar à morte. As complicações atingem mais gravemente os desnutridos, os recém-nascidos, as gestantes e as pessoas portadoras de imunodeficiências.

G1

 

Secretaria de Meio Ambiente promove Projeto “Coleta Seletiva” nas Escolas Municipais

As Escolas Municipais Santiago Chianca no Sítio Poderosa e Francisco Pedro da Silva no Sítio Fazenda Velha aderiram ao projeto.

Na última sexta-feira (23) o Governo de Solânea, através da Secretaria de Meio Ambiente, reiniciou as atividades do projeto “Coleta Seletiva nas Escolas Municipais”. Que tem como dois dos seus objetivos – com o apoio dos professores, gestores e catadores da Catasol –  realizar educação ambiental para os estudantes e orientar sobre como proceder a Coleta Seletiva dos resíduos sólidos.

As duas escolas onde aconteceram o projeto na última sexta-feira foram a Escola Municipal Santiago Chianca no Sítio Poderosa e a Escola Municipal Francisco Pedro da Silva no Sítio Fazenda Velha. “Esse projeto nas escolas faz parte de um projeto maior que nossa gestão está iniciando em Solânea. Em relação aos nossos resíduos sólidos e cuidados com o meio ambiente no geral”, esclareceu o prefeito de Solânea, Kayser Rocha.  O Projeto contempla todas as escolas do município, até agora seis escolas já realizaram as atividades  e receberam o kit de lixeiras da Coleta Seletiva para uso da comunidade escolar.

Como acontece

A Secretária de Meio Ambiente do município, Ieda Pereira, explicou que os professores e a equipe pedagógica da escola trabalham a temática com os alunos. Após isso, é realizado uma culminância no dia de aplicação do projeto com palestra educativa e explicativa realizada pela Secretaria de Meio Ambiente, exposições dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos e troca de experiências.

Assessoria de Comunicação

 

Belém: secretaria de esportes e turismo abre inscrições para a 1ª corrida noturna da Independência

A Prefeitura de Belém, através da Secretaria Municipal de Esportes e Turismo, realizará a 1ª Corrida Noturna da Independência, no dia 6 de Setembro de 2019, em comemoração ao aniversário de Emancipação Política do município. As inscrições estão abertas tanto para a categoria masculina como para a feminina, com limite de 200 inscrições.

Os atletas visitantes (categoria geral) devem realizar as inscrições no site www.vixpodium.com.br, e pagar uma taxa de R$ 25,00. Já para os atletas belenenses serão cobrados apenas 2 kg de alimentos não-perecíveis, e as inscrições devem ser feitas na sala da Secretaria de Esportes, localizada no ginásio “O Xaviezão”.

A 1ª Corrida Noturna da Independência terá um percurso de 5 km com voltas pela Avenida Feliciano Pedrosa (asfaltada), no centro da cidade de Belém. A largada será na Praça 6 de Setembro, a partir das 19h, e os atletas receberão um chip eletrônico para a cronometragem do percurso.

Saiba mais: http://bit.ly/2SzY0iR

 

Assessoria

 

Justiça mantém prisão de secretária de Campina Grande

Depois de se apresentar à Polícia Federal e ser ouvida na Quarta Vara Federal de Campina Grande, a secretária de Educação de Campina Grande, Iolanda Barbosa, teve a prisão mantida. Ela é suspeita de envolvimento em esquema criminoso investigado pela Polícia Federal no âmbito da ‘Operação Famintos’, que apura fraudes em licitações e contratações na cidade nos anos de 2013 até 2019, com pagamentos vinculados a verbas do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

A decisão foi do juiz federal Vinícius Costa Vidor. Segundo informações da Quarta Vara de Justiça Federal, pelo fato de ela ter apresentado um diploma de curso superior, foi encaminhada para um quartel ou uma prisão especial.

O tipo de prisão ainda será definido pelo Juízo de Execução, que faz o encaminhamento da prisão e determinará para onde ela irá. A secretária foi afastada do cargo pelo prefeito Romero Rodrigues (PSDB).

Além de Iolanda, o secretário de administração municipal, Paulo Roberto Diniz de Oliveira e outros cinco servidores também foram afastados.

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD) disse à Rede Correio Sat que o Município não tem responsabilidade nesse caso e que mais de 90% dos recursos da merenda escolar, motivo das investigações, são administrados pelas próprias escolas. Em nota, a Prefeitura de Campina Grande disse que está colaborando com as investigações e negou que haja irregularidades na merenda escolar.

As operações

A Operação Famintos visa desarticular esquema criminoso de fraudes em licitações e contratações na cidade de Campina Grande, nos anos de 2013 até 2019, com pagamentos vinculados a verbas do PNAE – Programa Nacional de Alimentação Escolar. Já a Operação Feudos apura delitos relacionados a licitações fraudadas e contratações irregulares no município de Monteiro, envolvendo empresas que fornecem merenda escolar.

De acordo com a procuradora da República Cássia Suassuna, à TV Correio, os suspeitos eliminavam a concorrência nas licitações, o que garantia que apenas um grupo de empresas sempre ganhasse os contratos. Conforme a procuradora, esses grupos monopolizavam a merenda escolar em cidades da Paraíba.

O delegado da PF Carlos Felipe da Costa disse à TV Correio que, além de vencer as licitações sempre, de forma fraudulenta, esse mesmo grupo de empresas ainda não fornecia as merendas como era estabelecido em contrato.

Foi estipulado o bloqueio de bens e valores na ordem de R$ 13,5 milhões, como uma estimativa preliminar do dano. Os investigados responderão, de acordo com suas condutas, pelos crimes de fraudes em licitação, superfaturamento de contratos, lavagem de dinheiro e organização criminosa, cujas penas, se somadas, podem ultrapassar 20 anos de reclusão.

Sessenta e sete mandados de busca e apreensão e 17 mandados de prisão são cumpridos nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Massaranduba, Lagoa Seca, Serra Redonda, Monteiro e Zabelê. Na Capital, dois imóveis nos bairros de Altiplano e Manaíra receberam agentes da Polícia Federal, mas os detalhes dessa situação não foram divulgados.

 

portalcorreio

 

 

Secretária de Educação de Campina Grande se apresenta à Polícia Federal após mandado de prisão

Iolanda Barbosa, secretária de Educação de Campina Grande se apresentou na sede da Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira (25), após o mandado de prisão. O mandado de prisão temporária foi expedido ainda na quarta-feira, porém não foi cumprido pois Iolanda estava em um evento em São Paulo.

A secretária é investigada na Operação Famintos deflagrada na manhã desta quarta-feira (24) que tem como objetivo de desarticular um esquema criminoso de fraudes em licitações e contratações na cidade de Campina Grande, nos anos de 2013 até 2019, com pagamentos vinculados a verbas do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

O Ministério Público Federal (MPF) pediu o afastamento dela da pasta. Além dela também foi pedido o afastamento do secretário de Administração da prefeitura de Campina Grande, Paulo Roberto Diniz. Ambos são suspeitos de fraude em licitação.

O nome da operação Famintos é uma alusão à voracidade demonstrada pelos investigados em direcionar as contratações para o grupo criminoso. Já o nome Feudo remete ao vínculo familiar entre os integrantes do grupo criminoso atuante em Monteiro.

 

clickpb

 

 

Vereador solicita da Secretaria do Estado presença do carro fumacê para Bananeiras

Na Sessão Ordinária (11), durante o tema livre, o vereador Douglas Andrade (PSB) trouxe a Casa Odon Bezerra um apelo destinado a Secretaria de Estado de Saúde para auxiliar o município de Bananeiras no combate ao mosquito Aedes Aegypti, disponibilizando o carro fumacê.

A operação fumacê é uma ação para combater o mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungnya. O fumacê é um composto de óleo mineral, que não apresenta risco à saúde das pessoas, mata todo tipo de mosquito e inibe a reprodução.

“Diante do surto de dengue que está acontecendo no município, considerando a situação crescente e preocupante, pedimos maior empenho na fiscalização por parte dos Agentes de Combate a Endemias e uma maior disponibilização por parte da Secretaria Municipal de Saúde de testes rápidos nos equipamentos de saúde”, disse Douglas Andrade.

A disponibilização de testes rápidos auxiliará nas devidas notificações dos casos ocorridos no município, que estarão registrados no Levantamento do Índice Rápido para Aedes Aegypti (LIRAa) e assim coletados para a disponibilização do carro fumacê.

Ascom-CMB

 

Paraíba tem cinco casos de mortes por H1N1 confirmados em 2019, diz Secretaria de Saúde

Cinco casos de morte por H1N1 em 2019, na Paraíba, foram confirmados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) nesta segunda-feira (10). Os casos aconteceram nas cidades de São Bento, Santa Rita, João Pessoa, Alagoa Nova e Cachoeira dos Índios.

Em maio, quatro casos estavam sendo investigados. A Secretaria foi notificada no dia 1º de maio, após a morte de uma criança de quatro anos, que morava no município de Alagoa Nova, no Agreste da Paraíba. Uma outra morte por suspeita de H1N1 foi notificada no dia 4 de maio. A vítima foi um homem de 45 anos, morador do município de São Bento, no Sertão do Estado.

Além disso, a SES informou que, em 2019, foi confirmado que 17 pessoas estão tratando a influenza.

Nesta segunda-feira (10), também foi confirmado que um homem de 59 anos está em tratamento no Hospital Regional de Sousa, com suspeita de H1N1. Ele fez os exames necessários, que foram encaminhados para o Laboratório Central do Estado (Lacen). A Secretaria aguarda o resultado.

Vacinação

A campanha de vacinação contra a gripe terminou no dia 31 de maio. Em algumas cidades, como Patos e João Pessoa, a vacina foi liberada para toda a população nesta segunda-feira (10), quando atingiu a meta prevista pelo Ministério da Saúde.

A vacina protege contra três tipos do vírus – H1N1, H3N2 e influenza B – e começou voltada, especialmente, para os grupos prioritários, que incluem crianças e idosos. Agora, toda a população já pode ter acesso às doses.

Conforme a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares, outras medidas de prevenção podem ser adotadas, como higienizar as mãos com água e sabão ou álcool gel; evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies possivelmente contaminadas, como corrimão, bancos e maçanetas; e manter hábitos de alimentação saudáveis.

G1

 

Secretaria de Meio Ambiente e gestores das escolas municipais realizam projeto de Educação Ambiental e Coleta Seletiva

Alunos e professores da Escola Ernestina Pinto participaram de atividades e apresentações com os temas Meio Ambiente e Coleta Seletiva. Amanhã (30) campanha Coleta Seletiva vai para Distrito de Santa Fé

A Secretaria de Meio Ambiente de Solânea está realizando ações de educação ambiental, em parceria com a gestão das escolas municipais. A primeira escola a participar foi a Escola Municipal Sônia Eliane, na última quinta-feira (23) cerca de 300 alunos da Escola Municipal Ernestina Pinto realizaram durante todo o dia atividades educativas. Nesta quinta-feira, 30, o projeto de Coleta Seletiva segue para o Distrito de Santa Fé.

O Prefeito Kayser Rocha participou da ação na escola e falou da importância. “Esse projeto já mudou a rotina da população e estar agora na escola é importante para preparar as gerações futuras. As crianças influenciam na rotina da casa e aí vem as mudanças”, enfatizou. A Secretária de Meio Ambiente, Ieda Pereira, informou que a Educação Ambiental na Escola faz parte de um projeto maior em toda a cidade, em relação a Coleta Seletiva do Município. Amanhã, 30, será realizada campanha da Coleta Seletiva nas ruas do Distrito de Santa.

Dia de aprendizado e troca de experiências

O Governo Municipal, através da Secretaria de Meio Ambiente, instalou na escola uma “lixeira de Coleta Seletiva” para utilização da comunidade escolar e aplicação dos conhecimentos. O projeto envolveu 378 alunos de 15 turmas da Educação Infantil ao Fundamental II e Turma de Libras. Os estudantes trabalharam com desenhos e colagens, falaram sobre tipos de solo, cuidados com a água, produziram brinquedos com material reciclável e estudaram sobre a coleta seletiva dos resíduos sólidos apresentando projetos escolares.

Ascom-PMS

 

Paraíba tem quinto caso de malária em 2019 confirmado, diz Secretaria de Saúde do Conde

O quinto caso de malária foi confirmado no município do Conde, Litoral Sul da Paraíba, nesta segunda-feira (20). De acordo com a secretária de saúde da cidade, Renata Martins, uma mulher de 27 anos deu entrada no pronto atendimento na última sexta-feira (17) com os sintomas semelhantes.

A malária foi confirmada após a realização do exame de sangue, cujo resultado foi divulgado nesta segunda-feira. A mulher é moradora do Conde e, após ser comunicada sobre o resultado positivo para a malária, informou que está viajando, mas que retornaria para iniciar o tratamento.

A paciente não será transferida para o Hospital Universitário (HU) Lauro Wanderley, da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, porque não está inserida em um grupo de risco e está na fase inicial da doença.

O tratamento vai ser realizado em casa, com medicamentos. De acordo com a secretária, a paciente mora na mesma região das pessoas dos outros 4 casos. “Quando antes tratar, melhor, para evitar que outro mosquito seja vetor da doença”, explicou Renata.

Uma comissão especial foi formada com trabalhadores da Atenção Básica e Vigilância Epidemiológica da cidade para elaborar um relatório sobre o assunto, no prazo de 60 dias desde a data da descoberta da primeira paciente.

Outros quatro casos confirmados

O primeiro caso da doença no estado, este ano, foi constatado em uma mulher, de 35 anos, moradora do município do Conde, na Região Metropolitana da capital paraibana. Ela foi internada no mesmo hospital no dia 29 de março e, após passar por tratamento, recebeu alta no dia 9 de abril.

Já o segundo caso foi diagnosticado em um homem, de 53 anos, que deu entrada inicialmente no Hospital de Ortotrauma de Mangabeira e, depois, foi transferido para o HU no dia 5 de abril, quando exames confirmaram a suspeita. Ele mora no município de Tavares, mas trabalha no Conde, segundo a Secretaria de Estado da Saúde e a Secretaria de Saúde do Conte. Ele recebeu alta médica no dia 12 de abril.

O terceiro caso foi identificado em uma mulher, de 40 anos, moradora do bairro de Jacumã, no Conde. Ela deu entrada no HU no dia 11 de abril, quando a confirmação de malária foi feita por meio de um teste rápido, e recebeu alta no dia 22 do mesmo mês.

A confirmação do quarto caso foi identificada em um idoso, de 60 anos, que mora no bairro Village Jacumã, no Conde. Após o diagnóstico, o tratamento foi iniciado no município, mas devido a outras doenças, ele foi transferido para o Hospital Universitário (HU) Lauro Wanderley, da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa. Ele recebeu alta no dia 8 de maio.

Malária

As secretarias chamam a atenção para os seguintes casos suspeitos:

  • toda pessoa residente ou que tenha se deslocado para área endêmica para malária, no período de 8 a 30 dias anterior à data dos primeiros sintomas, e que apresente febre alta e intermitente (periódica entre 42 a 72 horas) acompanhada ou não de cefaleia, calafrios, sudorese, cansaço ou mialgia;
  • diante da suspeita, avaliar a clínica e solicitar teste rápido para malária e/ou gota espessa (lâmina);
  • importante também investigar outras arboviroses como dengue, zika e chikungunya;

A malária não é uma doença comum no estado, mas é transmitida pela fêmea do mosquito Anopheles, que pode ser encontrado na Paraíba nas espécies An.aquasalis; An. albitarsis; An.bellator e An. Argyritarsis.

É necessário que o mosquito esteja infectado pelo protozoário Plasmodium nas espécies P. vivax, P. falciparum e P. malariae, que age na corrente sanguínea para causar a doença.

Além da transmissão por mosquito, a doença pode ser difundida por contato de uma corrente sanguínea com o sangue contaminado.

G1