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Ministério da Saúde declara fim da emergência em saúde pública por zika e microcefalia

Mosquito Aedes aegypti é responsável pela transmissão de dengue, zika e chikungunya (Foto: Felipe Dana/Arquivo/AP Photo)

Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (11), o fim da emergência nacional em saúde pública por zika e microcefalia no Brasil. O governo tinha declarado a situação de emergência em novembro de 2015, quando foi notado um aumento incomum dos casos de microcefalia no Nordeste. A malformação foi, posteriormente, relacionada à infecção pelo vírus da zika.

Segundo a pasta, o fim da emergência ocorre devido à queda no número de casos de zika e microcefalia no país. Do início do ano até 15 de abril, foram registrados 7.911 casos de zika no país, o que representa uma redução de 95,4% em relação a 2016. Na mesma época do ano passado, havia 170.535 casos da doença.

Em 2017, foram confirmados 230 novos casos de microcefalia e 2.837 casos suspeitos continuam sob investigação. Ao todo, desde o início da emergência em saúde, em novembro de 2015, o Ministério da Saúde recebeu 13.490 notificações de casos suspeitos de microcefalia, dos quais 2.653 foram confirmados.

No primeiro ano da emergência – desde o início da emergência até o fim de 2016 – o país teve 2.205 casos confirmados de bebês afetados, de um total de mais de 10 mil notificações de suspeitas. Além disso, 259 mortes de fetos e recém-nascidos tiveram a confirmação de relação com o vírus nesse período.

De acordo com o governo, o Brasil “não preenche mais os requisitos exigidos para manter o estado de emergência”, que são: impacto do evento sobre a saúde pública; se é incomum ou inesperado e se há risco de propagação internacional.

Redução de casos de arboviroses

Nos primeiros meses de 2017, até o dia 15 de abril, o Brasil registrou 113.381 casos suspeitos de dengue, 43.010 de chikungunya e 7.911 de zika. Somadas, as três doenças transmitidas pelo Aedes aegypti tiveram uma redução de 88,9% no número de casos em comparação ao mesmo período de 2016. Os dados são de boletim epidemiológico elaborado pelo Ministério da Saúde.

 G1

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PB tem 34 mortes por chikungunya em menos de 16 meses, diz Ministério da Saúde

Trinta e quatro pessoas morreram por conta da febre chikungunya na Paraíba entre janeiro de 2016 e o dia 15 de abril deste ano, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (8) pelo Ministério da Saúde. O número representa 17,3% dos 196 óbitos registrados em todo o Brasil.

A Paraíba é o terceiro estado brasileiro com maior número de mortes confirmadas pela febre. Em Pernambuco foram 58 mortes e no Rio Grande do Norte, 37.

Só este ano são 275 casos notificados de febre chikungunya, sendo que em 2016 foram 7.112 notificações. Ano passado, o Ministério identificou 177,8 casos para cada 100 mil habitantes.

O relatório também informa que apenas um caso de dengue grave foi registrado este ano na Paraíba, mas já são 967 casos prováveis da doença. Em 2016 foram 25.617 casos notificados.

Já os casos de febre pelo vírus zika somam 64 em 2017, enquanto em todo o ano de 2016 foram 2.171 registros.

G1

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Presidente da Famup diz que devido à insensibilidade de Temer, prefeitos estão bancando a saúde pública

Em entrevista a imprensa paraibana, o presidente da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), Tota Guedes, afirmou que o Governo do presidente Michel Temer, está sendo injusto com os prefeitos paraibanos. Para ele, o Governo Federal não envia recursos suficientes e os municípios acabam tendo que se sacrificar cortar na própria carne, para assegurar a manutenção de programas como Saúde da Família (PSF) Samu e Peti.

“Os municípios pedem socorro, porque o repasse do Governo Federal para equipe do PSF não dar para cobrir o custo da equipe, e o município tem que arcar com três vezes mais do que é repassado pela União”, revelou. Tota Guedes disse ainda, que o que o Governo Federal repassa para manter uma unidade do PSF é R$ 10,7 mil mensais, para um município com até 50 mil habitantes.

Mas o que vem sendo gasto pelo gestor para manter é R$ 32,5 mil para cada equipe. “Os custos são muito elevados. Isso sem falar, se partirmos para uma equipe do Samu, para o qual o Governo Federal repassa 35 mil, e o município tem que entrar com mais de R$ 70 mil, para colocar o serviço na rua. Os custos são altos e não há nenhum tipo de compensação por parte da União aos gestores municipais”, declarou.

Como reivindicações apresentadas pela Famup, que também faz parte da Confederação Nacional de Municípios (CNM), para amenizar a crise nos municípios estão a realização de um novo pacto federativo; atualização dos valores dos programas federais; liberação dos restos a pagar de emendas, convênios e programas; renegociação das dívidas com o INSS e mobilização junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para julgamento das ações dos royalties do petróleo para os municípios.

pbagora

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Saúde faz recadastramento obrigatório de farmácias no programa Farmácia Popular

Começou nesta terça-feira (2) o prazo para que todas as farmácias no Programa Farmácia Popular do Brasil – Aqui Tem Farmácia Popular façam o recadastramento obrigatório para se manter no programa. Na Paraíba, 553 farmácias instaladas em 154 municípios fazem parte do programa.

Em nota, o ministério informou que o recadastramento segue até 31 de julho deste ano. O recadastramento pode ser feito por responsáveis legais pela farmácia ou usuários autorizados, que devem acessar o Sistema Farmácia Popular para realização do procedimento.

“Essa informação é muito importante, pois, em função de notícias sobre o fim do Farmácia Popular, estava ocorrendo uma série de questionamentos relacionadas às drogarias participantes do programa Aqui Tem Farmácia Popular. Esse posicionamento do Ministério da Saúde mostra a continuidade desse braço do programa. Mas, é importante que as lojas se apressem a realizar o recadastramento, o prazo é de dois meses”, afirmou o presidente da Federação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias (Febrafar), Edison Tamascia.

Em caso de dúvidas sobre o processo de recadastramento, os interessados devem ligar para os números 3004-1104 ou 0800-726 0104.

portalcorreio

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Prefeito de Casserengue adquire veículo novo para a Saúde

toroO prefeito do município de Casserengue, Genival Bento (Dinda), adquiriu um novo veículo para dar suporte aos trabalhos realizados pela Secretaria Municipal de Saúde.

O carro, um Fiat Toro, deve melhorar os serviços prestados pela gestão de saúde na cidade, já que é frequente no local o transporte de pacientes que fazem tratamento em hospitais de Campina Grande e João Pessoa, inclusive crianças. Para o prefeito essa é apenas uma das primeiras conquistas do município.

“Precisamos dar condições aos nossos profissionais para que eles realizem um bom trabalho. Sem dúvida, o aumento na frota de veículos agilizará o serviço público”, destacou.

A chave do veículo foi entregue ao secretário, Willian Basílio, que tem conduzido a saúde com a característica de prestar o melhor serviço à população.

Diariamente é comum pessoas da zona urbana e rural precisarem de transporte para tratamentos em outras localidades e a ordem do gestor é atender a todos sem exceção.

Focando a Notícia

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No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta sobre depressão

Foto: Internete
Foto: Internete

A depressão tem tratamento e o primeiro passo é conversar sobre o assunto. Essa é a proposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Dia Mundial da Saúde, lembrado hoje (7). A doença, segundo a entidade, afeta pessoas de todas as idades e estilos de vida, causa angústia e interfere na capacidade de o paciente fazer até mesmo as tarefas mais simples do dia a dia.

“No pior dos casos, a depressão pode levar ao suicídio, segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos”, destacou a OMS. “Ainda assim, a depressão pode ser prevenida e tratada. Uma melhor compreensão sobre o que é a doença e como ela deve ser prevenida e tratada pode ajudar a reduzir o estigma associado à condição, além de levar mais pessoas a procurar ajuda”, completou a entidade.

Números em ascensão

O número de pessoas que vivem com depressão, segundo a OMS, está aumentando – 18% entre 2005 e 2015. A estimativa é que, atualmente, mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades sofram com a doença em todo o mundo. O órgão alertou ainda que a depressão figura como a principal causa de incapacidade laboral no planeta.

“A depressão é diferente de flutuações habituais de humor e respostas emocionais de curta duração aos desafios da vida cotidiana. Especialmente quando de longa duração e com intensidade moderada ou severa, ela pode se tornar um sério problema de saúde”, destacou a organização. Os dados mostram que quase 800 mil pessoas morrem anualmente em razão de suicídio.

Depressão no Brasil

De acordo com a OMS, cerca de 5,8% da população brasileira sofrem de depressão – um total de 11,5 milhões de casos. O índice é o maior na América Latina e o segundo maior nas Américas, atrás apenas dos Estados Unidos, que registram 5,9% da população com o transtorno e um total de 17,4 milhões de casos.

O levantamento mostra que, além do Brasil e dos Estados Unidos, países como a Ucrânia, Austrália e Estônia também registram altos índices de depressão em sua população – 6,3%, 5,9% e 5,9%, respectivamente. Entre as nações com os menores índices do transtorno estão as Ilhas Salomão (2,9%) e a Guatemala (3,7%). A prevalência na população mundial, segundo a OMS, é 4,4%.

Falhas no acesso ao tratamento

A organização também alertou que, apesar da existência de tratamentos efetivos para a depressão, menos da metade das pessoas afetadas no mundo – e, em alguns países, menos de 10% dos casos – recebe ajuda médica. As barreiras incluem falta de recursos, falta de profissionais capacitados e o estigma social associado a transtornos mentais, além de falhas no diagnóstico.

“O fardo da depressão e de outras condições envolvendo a saúde mental está em ascensão em todo o mundo”, concluiu a OMS, ao cobrar uma resposta compreensiva e coordenada para as desordens mentais por parte de todos os países-membros.

Agência Brasil

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Curral de Cima recebe premiação por ações de promoção da saúde bucal

eventoO município de Curral de Cima recebeu premiação do Ministério da Saúde pelo desempenho no projeto Colgate, que tem por finalidade desenvolver ações para promoção da saúde bucal.  A comenda é fruto do Acordo de Cooperação Técnica entre o Ministério da Saúde e a empresa Colgate-Palmolive, que conta com a participação da Secretaria de Saúde do Estado e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

“Nosso município é carente e temos que procurar parceria público-privada para conseguir desenvolver ações para melhorar a qualidade de vida da nossa população. Temos uma missão dentro de Curral de Cima que é atender o povo da melhor forma possível e a saúde bucal é de extrema importância, mas acaba sendo negligenciada”, comentou o prefeito Totó Ribeiro (PSDB).

A finalidade da iniciativa é elaborar estratégias que promovam estilos de vida mais saudáveis para a população, por meio de capacitação de agentes comunitários de saúde e profissionais de saúde bucal; realização de campanhas educativas; doação de kits para as secretarias Municipais de Saúde; e avaliações periódicas das ações.

A secretaria de Saúde da cidade de Curral de Cima, Renata Ribeiro, enfatizou que o projeto se torna importante ao passo em que viabiliza as ações de promoção e prevenção voltada para a saúde bucal dentro de municípios carentes. “É preciso destacar que todo esse reconhecimento é fruto de um trabalho em equipe e de muita parceria dentro da atenção básica. Estamos trabalhando para que venham outros prêmios”, comentou.

O projeto de longo prazo (2015-2019) é fruto de uma Parceria Público-Privada (PPP) com a empresa internacional Colgate-Palmolive. A iniciativa é acompanhada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) e tem o apoio técnico local da Universidade Federal da Paraíba para acompanhamento epidemiológico da cárie dentária e treinamento de profissionais. Durante a ação, acontece entrega de kits de higiene e também com exame clínico nas visitas domiciliares.

A Paraíba é o único estado da federação onde se desenvolve esse projeto de pesquisa-ação para controle e redução da cárie dentária. São 47 municípios com baixo índice de desenvolvimento humano que recebem profissionais qualificados e excelente estrutura para os cuidados com a saúde bucal. Toda a população do município é beneficiada, não somente as pessoas que participam da pesquisa.

Assessoria

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Projeto “Movimenta Bananeiras” promove saúde e lazer nos distritos de Roma e Vila Maia

moviNa última terça-feira (28), aconteceu nos Distritos de Roma e Vila Maia em Bananeiras a abertura do Projeto “Movimenta Bananeiras”. O Projeto é uma iniciativa da Prefeitura Municipal, através da Secretaria Executiva da Mulher, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social e da Saúde.

O projeto está oferecendo de forma gratuita à comunidade, atividades físicas de diferentes modalidades, bem como abordagem recreativa, palestras e estudos de cunho informativo, visando melhorar a qualidade de vida, o bem estar físico, social, mental e emocional das mulheres bananeirenses.

movimentAs aulas estão sendo ministradas pelo Ator, Bailarino e Coreógrafo, Renilson Targino duas vezes por semana, com duração de 1h e 10min, onde desenvolve-se alongamentos, aquecimentos, ginástica adaptada, atividades recreativas, dança, aeróbica, treinamento funcional, Pliometria, atividades locomotoras e não locomotoras, atividades rítmicas, relaxamentos, massagens, dentre outras atividades.

Renilson destacou sua emoção em participar do Projeto. “Nesta última terça-feira estivemos empenhados com O Movimenta Bananeiras, projeto no qual movimentou 200 mulheres dos distritos e levou e levará muita alegria através do movimento. A abertura foi acompanhada de um público misto e bem animado, foi maravilhoso ver tantas mulheres dançando, sorrindo e esbanjando alegria em um só espaço e embaladas pelo mesmo som.” Comentou.

Ele aproveitou também para destacar a importância da iniciativa por parte da gestão municipal. “A iniciativa da Prefeitura Municipal de Bananeiras, do nosso ilustre prefeito Douglas Lucena, da Secretária Cristina que está à frente da Secretaria da Mulher, como também a Secretaria de Desenvolvimento Social e da Saúde, é louvável e merece muitos aplausos.” Acrescentou Renilson.

movimentaA Prefeitura de Bananeiras vem desenvolvendo ações de grande maestria, onde pensa no bem-estar físico e mental da população. O Projeto foi estruturado através da constatação da alta prevalência da inatividade física da população Bananeirense, particularmente entre os grupos de baixo nível sócio-econômico e subnutridos, tendo como principal objetivo combater o sedentarismo, que é considerado o grande mal do século e o maior inimigo da saúde pública, responsável por 5,3 milhões de mortes por ano e melhorar a qualidade de vida da população.

Observando a infinidade de benefícios que a atividade física oferece para as pessoas, a prefeitura começou a pensar na implantação de um projeto que desenvolvesse atividades físicas de diferentes modalidades e programas de incentivo, capaz de estimular a comunidade a adotar um estilo de vida mais ativo.

Pensando nisso, foi criado o Movimenta Bananeiras, oportunidade ímpar de oferecer políticas públicas de esporte e lazer e implantar programas de atividades físicas para a população, promovendo saúde e aumentando a mobilidade e a capacidade funcional e desenvolvendo um importante papel na inclusão social, apresentando assim, novas atividades em grupos e, além de tudo, resgatando a alegria de viver.

As aulas são duas vezes na semana e de forma gratuita. Vem você fazer parte deste grande projeto e adotar uma vida mais ativa. Movimenta Bananeiras.

CALENDÁRIO DE ATIVIDADES

• Distrito de Roma: Terças e Quintas às 17:30 horas, no Ginásio de Esportes

• Distrito de Vila Maia : Terças e Quintas às 19:30 horas, na Escola Dionísio Maia

Assessoria para o Focando a Notícia

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Ministério da Saúde estuda fracionar doses de vacinas contra a febre amarela

Vacinas contra febre amarela distribuídas na rede pública (Foto: Divulgação/ Sesa)
Vacinas contra febre amarela distribuídas na rede pública (Foto: Divulgação/ Sesa)

O Ministério da Saúde informou que estuda a possibilidade do fracionamento das doses de vacina contra a febre amarela para imunizar um maior número de pessoas. Segundo a pasta, o efeito é o mesmo da dose comum e o que muda é a duração da imunidade, que passa a ser de apenas 1 ano.

Ontem, durante o 3º Encontro da Rede Nacional de Especialistas em Zika e doenças correlatas (Renezika), em Brasília, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse que o fracionamento da vacina ocorre quando um diluente é adicionado e a ampola que seria de 10 doses se transforma em 50 doses, com um ano de proteção. Segundo Barros, pessoas que tomarem a vacina fracionada, caso essa seja a decisão do governo, terão que se vacinar novamente.

A medida será discutida na próxima terça-feira (4) quando o ministério deve receber o levantamento dos estados com informações sobre o número de doses extras de vacina necessárias para a imunização das áreas de risco. Com as informações, os gestores devem decidir a estratégia a ser adotada pelo governo.

Segundo Barros, além do fracionamento, o ministério também analisa a viabilidade de importação das doses. “Vamos adotar ou uma importação ou um fracionamento da vacina”, disse ontem.

De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, caso o fracionamento seja apontado como o melhor meio para proteger a população, as vacinas passarão a ser oferecidas em locais considerados emergenciais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os países deem prioridade de imunização em áreas de riscos, onde a população vive  ameaçada pelo vírus da febre amarela.

Agência Brasil

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Refrigerante é cancerígeno, alertam especialistas em saúde

refrigerantesChega o fim de semana, aquelas pessoas que seguem uma alimentação regrada entre segunda e sexta-feira se dão a liberdade de consumir aqueles produtos proibidos. O refrigerante está nesta lista, mas se engana quem pensa que o maior problema da bebida é o açúcar, responsável pelo aumento assustador da obesidade em todo o mundo. Segundo o cientista alimentar Tiago Rocha, independentemente de marca, o produto é também cancerígeno.

Pior ainda para quem consome a bebida regularmente. Tiago conta que o refrigerante chega a ser cem mil vezes mais ácido que o sangue, e o problema está aí. Além disso, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), grande parte destas bebidas contêm a substância 4-MI (4-metil-imidazol), classificada como possivelmente cancerígena pela Agência Internacional para Pesquisa em Câncer, da Organização Mundial da Saúde.

O composto estaria presente no corante caramelo, que é utilizado em muitas destas bebidas açucaradas. De acordo com estudo feito pelo Centro de Pesquisa em Saúde Publica dos Estados Unidos, a maior concentração de 4-MI  em uma lata em 355 ml foi encontrada no Brasil. A análise também avaliou o produto vendido no Canadá, China, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, México e Reino Unido.

“Se eu fosse você, nunca mais tomaria refrigerante. É realmente muito ácido, cancerígeno e não é saudável. Quem toma está correndo riso de vida”, afirmou o cientista, que também condena alimentos como a pipoca de microondas, a batata frita, a margarina, o óleo de soja e o leite de caixinha.

Luta contra bebidas açucaradas

Se há alguns anos o combate a bebidas açucaradas já é uma pauta das autoridades em saúde pública, o debate ficou ainda maior no ano passado, quando a OMS sugeriu o aumento dos tributos em cima do produto . O objetivo é diminuir os índices de obesidade, diabetes tipo 2 e cáries dentárias.

“A diminuição do consumo de bebidas açucaradas significa uma menor ingestão de “açúcares livres” e calorias no geral, uma melhor nutrição e menos pessoas sofrendo com sobrepeso, obesidade, diabetes e cárie dentária”, divulgou a organização. Outro ponto a se considerar é que a obesidade também eleva o risco de câncer.

No último dia 14, o Ministério da Saúde divulgou metas para frear o crescimento da obesidade no Brasil. Até 2019, três metas principais deverão ser cumpridas: inserção de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional, redução do consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta e ampliação, em no mínimo de 17,8%, do percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até 2019. Vendo a família se alimentar melhor, as crianças também podem se beneficiar.

 

iG

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