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Refrigerante é cancerígeno, alertam especialistas em saúde

refrigerantesChega o fim de semana, aquelas pessoas que seguem uma alimentação regrada entre segunda e sexta-feira se dão a liberdade de consumir aqueles produtos proibidos. O refrigerante está nesta lista, mas se engana quem pensa que o maior problema da bebida é o açúcar, responsável pelo aumento assustador da obesidade em todo o mundo. Segundo o cientista alimentar Tiago Rocha, independentemente de marca, o produto é também cancerígeno.

Pior ainda para quem consome a bebida regularmente. Tiago conta que o refrigerante chega a ser cem mil vezes mais ácido que o sangue, e o problema está aí. Além disso, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), grande parte destas bebidas contêm a substância 4-MI (4-metil-imidazol), classificada como possivelmente cancerígena pela Agência Internacional para Pesquisa em Câncer, da Organização Mundial da Saúde.

O composto estaria presente no corante caramelo, que é utilizado em muitas destas bebidas açucaradas. De acordo com estudo feito pelo Centro de Pesquisa em Saúde Publica dos Estados Unidos, a maior concentração de 4-MI  em uma lata em 355 ml foi encontrada no Brasil. A análise também avaliou o produto vendido no Canadá, China, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, México e Reino Unido.

“Se eu fosse você, nunca mais tomaria refrigerante. É realmente muito ácido, cancerígeno e não é saudável. Quem toma está correndo riso de vida”, afirmou o cientista, que também condena alimentos como a pipoca de microondas, a batata frita, a margarina, o óleo de soja e o leite de caixinha.

Luta contra bebidas açucaradas

Se há alguns anos o combate a bebidas açucaradas já é uma pauta das autoridades em saúde pública, o debate ficou ainda maior no ano passado, quando a OMS sugeriu o aumento dos tributos em cima do produto . O objetivo é diminuir os índices de obesidade, diabetes tipo 2 e cáries dentárias.

“A diminuição do consumo de bebidas açucaradas significa uma menor ingestão de “açúcares livres” e calorias no geral, uma melhor nutrição e menos pessoas sofrendo com sobrepeso, obesidade, diabetes e cárie dentária”, divulgou a organização. Outro ponto a se considerar é que a obesidade também eleva o risco de câncer.

No último dia 14, o Ministério da Saúde divulgou metas para frear o crescimento da obesidade no Brasil. Até 2019, três metas principais deverão ser cumpridas: inserção de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional, redução do consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta e ampliação, em no mínimo de 17,8%, do percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até 2019. Vendo a família se alimentar melhor, as crianças também podem se beneficiar.

 

iG

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Com problemas de saúde, Tião Gomes se afasta da Assembleia

tiaoO deputado estadual Tião Gomes (PSL) vai se afastar da Assembleia Legislativa da Paraíba por oito dias. Com problemas na coluna, por recomendação médica o parlamentar terá que se ausentar das atividades profissionais.

Conforme atestado médico apresentado, Tião Gomes tem hérnia discal lombar.

Como o afastamento será inferior a 121 dias, não será necessária a convocação de suplente para a vaga deixada por Tião Gomes.

MaisPB

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Por problemas de saúde, José Serra pede demissão do Ministério de Relações Exteriores

serraO chanceler José Serra entregou nesta quarta-feira (22) carta pedindo demissão do Ministério de Relações Exteriores. A informação foi confirmada pelo Planalto. O chanceler alegou problemas de saúde para pedir a exoneração do cargo.

Em carta divulgada pelo governo, Serra afirma que pede demissão “em razão de problemas de saúde que são do conhecimento de Vossa Excelência, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de Chanceler.”

Serra diz na carta que “segundo os médicos, o tempo para restabelecimento adequado é de pelo menos quatro meses.” Não há detalhes sobre a doença do ex-ministro. No fim de dezembro, Serra foi submetido a uma cirurgia de descompressão e artrodese da coluna cervical.

O ex-ministro afirma ainda que seguirá no cargo de senador, “trabalhando pela aprovação de projetos que visem à recuperação da economia, ao desenvolvimento social e à consolidação democrática do Brasil.”

Citado na Lava Jato

Serra é um dos citados nas delações da construtora Odebrecht. O senador estaria ligado a um esquema de caixa dois em sua campanha presidencial no ano de 2010.

Executivos da Odebrecht afirmaram aos investigadores da Lava Jato que a campanha do agora ministro recebeu R$ 23 milhões em doações ilícitas. Os executivos disseram que parte do dinheiro foi entregue no Brasil e parte foi paga por meio de depósitos bancários realizados em contas no exterior. Oficialmente, a Odebrecht doou apenas R$ 2,4 milhões para a campanha de Serra.

Segundo os depoimentos de executivos da Odebrecht, a negociação para o repasse à campanha de Serra se deu com a direção nacional do PSDB à época, que, depois, teria distribuído parte do dinheiro entre outras candidaturas. A empresa afirmou ainda que parte do dinheiro foi transferida por meio de uma conta na Suíça.

Sobre a acusação da Odebrecht, Serra disse, na época em que o fato foi divulgado, que a campanha dele durante a disputa a Presidência da República em 2010 foi conduzida em acordo com a legislação eleitoral em vigor. O tucano afirmou também que as finanças de sua disputa pelo Palácio do Planalto eram de responsabilidade do partido, o PSDB, e que ninguém foi autorizado a falar em seu nome.

Com a saída de Serra do Ministério de Relações Exteriores, o PSDB fica com dois ministros no governo do presidente Michel Temer: Bruno Araújo, na pasta de Cidades, e Antonio Imbassahy, que ocupa a Secretaria de Governo.

 

Uol

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Ministério da Saúde vai distribuir 77 milhões de camisinhas até o carnaval

camisinhaAté o início do carnaval, o Ministério da Saúde vai distribuir 77 milhões de preservativos em todo o Brasil. A ação faz parte da campanha nacional de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), sobretudo HIV/aids, lançada hoje (21) em Salvador pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros. Este ano o slogan da campanha é No Carnaval, use camisinha e viva essa grande festa!.

“Especialmente aos jovens, nós fazemos um apelo para que usem camisinha. Nós temos um crescimento muito grande de infecção de HIV entre os jovens, especialmente de 15 a 24 anos e é muito importante que possamos controlar isso”, disse o ministro.

A distribuição das camisinhas será feitas em postos de saúde e em unidades móveis instaladas pelas prefeituras durante os dias de folia. Serão 74 milhões de preservativos e 3 milhões femininos.

De acordo com o Ministério da Saúde, apesar do fluxo de informações sobre as DSTs e do acesso aos métodos de proteção, o Brasil enfrenta uma epidemia de casos de HIV/aids, com cerca de 40 mil novos infectados por ano, principalmente entre jovens de 20 a 24 anos.

Testes

Além da prevenção, a campanha também faz um alerta para a necessidade de passar por testes que podem diagnosticar as DSTs. No caso de aids, por exemplo, há mais de 100 mil brasileiros que vivem com a doença sem saber, segundo Ricardo Barros. Além disso, a taxa dos soropositivos que estão em tratamento não chega a 30% do total de infectados que sabem do diagnóstico.

“Outro apelo que fazemos também é para que todos façam a testagem, porque temos mais de 100 mil brasileiros que são portadores de HIV e não sabem. E temos mais de 200 mil pessoas que têm o vírus, sabem disso, mas não se tratam. O tratamento que temos disponível no Brasil é o melhor do mundo e é muito importante que tenhamos o controle epidemia de HIV no país”, afirmou o ministro.

Durante o lançamento, foram apresentados um vídeo e áudios com o jingle da campanha, que tem versões em axé e samba. O material será veiculado nos meios de comunicação de todo o país.

Também participaram do lançamento da campanha o Prefeito de Salvador, ACM Neto, o vice-governador da Bahia, João Leão, e o músico Carlinhos Brown, que vai subir aos palcos e trios durante a folia soteropolitana levando a mensagem de conscientização.

“É no carnaval que a gente fala, sim, da utilização do preservativo e que isso siga o ano inteiro. Por isso que, aqui em Salvador, a cada um quilômetro, você tem a camisinha à sua disposição, distribuída gratuitamente. Não é possível que esse número de 40 mil infectados por ano continue existindo, com tanta gente dizendo sim à utilização do preservativo e ao cuidado”, disse o cantor.

Brown ainda lembrou de grandes nomes da música que morreram em decorrência da aids e não tiveram as mesmas oportunidades de prevenção e tratamento que os jovens de hoje. “Nós, geração Cazuza, estamos fazendo esse papel [de alertar à geração atual] e ele deixou esse legado, nos dizendo que nós não vamos morrer disso, por isso é importante se prevenir, fazer os testes e se tratar, sem ter vergonha dessa condição, caso seja confirmada.”

Atendimento em Salvador

Na capital baiana, quatro hospitais terão esquema reforçado de plantões durante o carnaval. Além disso, serão montados, pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), dois postos de detecção de HIV/aids, sífilis, hepatites virais, dengue, zika e chikungunya. Além dos testes, os profissionais estarão aptos a fazer aconselhamento e encaminhamento para que os pacientes comecem a se tratar, em casos de resultados positivos. Segundo a Sesab, a expectativa é realizar cerca de 3 mil testes durante o carnaval. No ano passado, foram realizados 2.034, sendo que 22 deles deram positivo para HIV/aids.

A prefeitura de Salvador também vai instalar dois postos Fique Sabendo próximos aos principais circuitos da folia na cidade. Nesses locais, no ano passado, foram feitos mais de 6 mil testes, que confirmaram 57 casos de HIV/aids entre os foliões que procuraram o serviço.

Agência Brasil

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Secretaria de Saúde divulga locais de vacinação contra a febre amarela na PB

vacinaA Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Gerência Executiva de Vigilância em Saúde, orienta as pessoas que nunca se vacinaram contra a febre amarela e que necessitam viajar para os Estados onde há recomendação de vacinação contra a doença (Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, São Paulo e Tocantins) que procurem os postos de saúde para se vacinar, 10 dias antes da viagem, no mínimo. Os locais de vacinação estão espalhados por todo estado, nas 12 Gerências Regionais de Saúde.

“A medida é em virtude da ocorrência dos casos suspeitos e/ou confirmados em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, São Paulo e Tocantins, somente para quem vai viajar para estes estados, pois a Paraíba está fora da Área Com Recomendação de Vacina – ACRV”, explicou a gerente executiva de Vigilância em Saúde, Renata Nóbrega.

Os locais de referências para a vacinação contra febre amarela são: Centro Municipal de Saúde de Imunizações (antigo Lactário da Torre), em João Pessoa; em Bayeux, no PSF Sesi I, na Avenida Liberdade; em Cabedelo, na Policlínica, em Camalaú; em Guarabira, no PSF Buriti, no Bairro Novo; em Campina Grande, no Hospital Dr. Ediglei, no José Pinheiro; em Cuité, no PSF Ezequias, no Bairro Novo Retiro; em Monteiro, no PSF 09; em Sumé, PSF IV Maria do Carmo Ramos; em Patos, na sede da Gerência Regional de Saúde; em Piancó, no PSF Fernando Vieira; em Catolé do Rocha, PSF centro; em São Bento, PSF José Maia da Cruz; em Cajazeiras, PSF Simão de Oliveira; em Sousa, na sede da Gerência Regional de Saúde; em Princesa Isabel, no PSF Centro I em Itabaiana, na Políclinica Dr. Aglair da Silva.

A SES alerta sobre a necessidade de uma triagem quanto aos critérios para vacinação, já que será apenas para pessoas que vão viajar para regiões endêmicas. Orienta ainda sobre as precauções que devem ser tomadas para a vacinação em pessoas que possuem critérios para a vacina:

•        Pessoas com 60 anos e mais, que nunca foram vacinadas ou sem comprovante de vacinação, o médico deverá avaliar o benefício/risco da vacinação, levando em conta os riscos da doença, comorbidades e eventos adversos nessa faixa etária.
•        Para gestantes, independente do estado vacinal, a vacinação não está indicada. Na impossibilidade de adiar a vacinação, em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco de contrair a doença, o médico deverá avaliar o benefício/risco da vacinação.
•        Mulheres amamentando crianças com até seis meses, independentemente do estado vacinal: a vacinação não está indicada, devendo ser adiada até a criança completar seis meses. Na impossibilidade de adiar a vacinação, como em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco de contrair a doença, o médico deverá avaliar o benefício/risco da vacinação. Em caso de mulheres que estejam amamentando crianças menores de seis meses e receberam a vacina, o aleitamento materno deve ser suspenso, preferencialmente, por 28 dias, após a vacinação (com um mínimo de 15 dias). Nesta situação, a mãe e a criança deverão ser acompanhadas pelo serviço de saúde.
•        Pessoas com imunodepressão deverão ser avaliadas e vacinadas segundo orientações do manual do Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais – Crie.

Secom-PB

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Prefeitura na PB abre vagas em Saúde com remuneração de até R$ 4 mil

concursoA Prefeitura Municipal de Pedras de Fogo abriu inscrições para o Processo Seletivo Simplificado para contratação de dez profissionais que atuaram no Serviço de Atenção Domiciliar. Os aprovados vão receber remunerações que variam entre R$ 1,2 mil e R$ 4 mil. Veja o edital.

As vagas são para: médico (1); enfermeiro (1); fisioterapeuta (2); técnico em enfermagem (3); fonoaudiólogo (1); psicólogo (1); e nutricionista (1).

Segundo o edital, as inscrições seguem até este domingo (19). Os interessados também devem enviar cópias do currículo e do RG para o e-mail saude@pedrasdefogo.pb.gov.br.

A seleção vai ser feita por meio de entrevista presencial, entre os dias 21 e 24 deste mês, com divulgação do resultado no dia 1º de março e contratação no dia 2 de março. O período de contratação é de um ano.

portalcorreio

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Febre amarela no RN acende alerta na PB e Saúde orienta o que fazer se houver suspeita

Mosquito sucking blood from people.Pessoas que estejam na Paraíba vindas de áreas que tenham risco de infecção por febre amarela e sintam sintomas da doença devem procurar atendimento médico. O alerta foi dado nesta quinta-feira (16) pela Agência Estadual de Vigilância Sanitária da Paraíba (Agevisa-PB) após registro da doença no Rio Grande do Norte.

“As pessoas que viajarem para áreas de risco de febre amarela e, ao retornarem, sentirem alguns sintomas que levem à suspeita de que estão com a doença devem procurar imediatamente os serviços públicos de saúde para que sejam tomadas providências urgentes no sentido de diagnosticar se há ou não a presença do vírus em seus organismos”, disse a diretora-geral da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB), Maria Eunice Kehrle dos Guimarães.

Na Paraíba não há circulação viral da febre amarela, mas, segundo a Secretaria de Saúde do Estado, é importante que os serviços de saúde públicos e privados estejam atentos a possíveis casos suspeitos, conforme definição do Ministério da Saúde.

Sintomas da doença

De acordo com a Saúde do Estado, a febre amarela é uma doença febril aguda, com duração máxima de doze dias, com letalidade (chance de óbito por conta da doença) que varia entre 5% e 10% em casos menos grave, mas chega aos 50% em casos graves, que apresentam icterícia e hemorragias.

Os sintomas da doença aparecem em forma de febre de início súbito acompanhada de calafrios, dor de cabeça, lombalgia, mialgias generalizadas, prostração, náuseas e vômitos.

Com isso, a Saúde alerta que pessoas que apresentem um quadro febril agudo, de até sete dias, de início súbito, acompanhado de icterícia e/ou manifestações hemorrágicas, que residam ou tenham estado em áreas de risco para febre amarela ou em locais com ocorrência de epizootias (enfermidade contagiosa) em primatas não humanos (macacos).

O vírus da febre amarela não é transmitido de pessoa para pessoa, mas pela picada dos mosquitos transmissores infectados: o Aedes aegypti, no ciclo urbano, e os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, no ciclo silvestre.

Estados com casos da doença

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Estado com maior incidência de casos de febre amarela é Minas Gerais, com 216 casos da doença, dentre os quais76 óbitos, confirmados até às 13h desta quinta-feira.

Além de Minas, o Espírito Santo registra 33 casos confirmados, nove dos quais resultando na morte dos pacientes, e em terceiro está São Paulo, com quatro casos confirmados, dentre os quais três óbitos.

Também aparecem com casos ainda em investigação os estados da Bahia (15); Tocantins (6); e Rio Grande do Norte (1).

portalcorreio

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Olhe para trás! Seu cocô diz muito sobre sua saúde

cocoVocê mal levanta do vaso sanitário e já abaixa a tampa para puxar a descarga? Com as mãos ainda molhadas aperta o purificador de ar para disfarçar o cheiro? Todo esse preconceito contra as fezes é cultural e pode atrapalhar sua saúde.

Cor, cheiro, textura, cada aspecto do seu cocô pode indicar doenças que vão de infecções a tumores. Para os especialistas, o primeiro passo é deixar o preconceito de lado.

A observação das fezes traz diversas informações interessantes sobre a saúde do paciente. Se as pessoas olhassem poderiam fornecer dados aos médicos que ajudariam em um diagnóstico mais rápido.”

Luciana Lobato, gastroenterologista da Unifesp

Preconceito fora do banheiro

“O que acontece é que existe um grande medo e muita vergonha de se falar sobre o assunto, mas isso deveria ser encarado de forma natural”, explica o endoscopista Tomazo Franzini, diretor da Sobed (Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva).

A característica mais marcante é o formato. Em bolinhas, pode indicar falta de fibras e líquidos. Com rachaduras, pode ter ficado muito tempo no intestino. O ideal é que as fezes sejam compridas, em formato cilíndrico e macias.

Não existe uma regra sobre quantas vezes uma pessoa deve evacuar, mas os especialistas consideram que pelo menos três vezes por semana é necessário.

Quando as fezes apresentam rachaduras e endurecimento, significa que estão passando muito tempo no intestino ou que a dieta precisa de mais líquidos e fibras.

Quando o intestino tem alguma obstrução, o cocô se molda de forma mais fina indicando estreitamento. Nesse caso os médicos recomendam uma colonoscopia para checar se há tumores.

“Hoje em dia esse exame é realizado sob sedação e é indolor. Por meio dele é possível verificar pequenos tumores antes que eles avancem”, diz Franzini.

Getty Images/iStockphoto

A cor é importante

A coloração também indica reações do organismo: o ideal é que elas tenham a coloração marrom. Fezes pretas podem indicar sangramento em áreas como esôfago, estômago e duodeno –pois o sangue já aparece ali coagulado.

Já as verdes, comuns em caso de diarreia, também podem ser causadas por corantes, consumo de antibióticos e injeção de ferro.

O vermelho nas fezes indica a presença de sangramento e podem sinalizar a presença de doenças como hemorroidas, tumores e diverticulite.

Infecções intestinais, má digestão e alimentação rica em gordura podem amarelar as fezes. Já doenças ligadas ao fígado tendem a dar uma coloração amarelada ou embranquecida.

Getty Images/iStockphoto

Cheiro

“Fezes muito malcheirosas podem denotar sangramento, em geral são pretas e moles. Elas indicam problemas na parte de cima do tubo digestivo”, explica Lobato.

Pedaços de comida

Problemas de alimentação também podem provocar outros tipos de alterações nas fezes como a presença de pedaços de comida. Segundo especialistas, isso indica que o trânsito intestinal está acelerado e os nutrientes não estão sendo absorvidos corretamente.

Não precisa ficar histérico e olhar sempre, mas sempre que houver um sintoma digestivo, um emagrecimento inexplicável, algo que está associado ao trato digestivo, visualizar as fezes pode ajudar o diagnóstico”

Luciana Lobato, gastroenterologista

Uol

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Mais de 80 municípios da Paraíba ainda estão sem secretário de Saúde e podem ter FPM suspenso

saudeLevantamento feito pela Confederação dos Municípios mostra que 83 prefeitos da Paraíba ainda não solicitaram alteração dos dados do gestor no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops). Com isso, as prefeituras constam como sem secretários.

A CNM alerta ainda que no país 2.713 municípios ainda não fizeram a mesma solicitação. A entidade lembra os gestores que essa medida é necessária e obrigatória, uma vez que o prazo para registro das receitas totais e despesas em ações e serviços públicos em saúde encerrou na segunda-feira, 30 de janeiro.

Todos aqueles que não homologarem as informações de 2016 dentro do prazo serão notificados e poderão ter suas transferências constitucionais suspensas a partir de 2 de março.

O processo funciona da seguinte maneira: caso o prefeito seja reeleito, o cadastro atual não sofrerá modificações. Entretanto, quando se trata de um novo prefeito, este deve cadastrar o novo gestor do SUS, o secretário de Saúde, no sistema, utilizando a certificação digital. Por sua vez, o gestor já incluído no sistema, deverá cadastrar o responsável pelo preenchimento e envio de dados ao Siops, validando também a informação com o certificado digital. O login e a senha são enviados por e-mail para o responsável pelo preenchimento designado pelo gestor.

Penalização

A CNM lembra que o prazo para envio dos gastos em saúde do exercício passado já foi encerrado e que, a partir de 2 de março, Municípios que não se regularizarem poderão ter suas transferências constitucionais, como o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), suspensas. Não deixar para última hora é fundamental.
Confira os municípios da Paraíba que apresentam pendência:

Água Branca, Alagoa Grande, Algodão de Jandaíra, Amparo, Araçagi, Araruna, Areial, Baía da Traição, Baraúna, Barra de Santana, Barra de São Miguel, Bayeux, Belém do Brejo do Cruz, Bom Sucesso, Brejo do Cruz, Caaporã, Cachoeira dos Índios, Cacimba de Dentro, Cajazeiras, Camalaú, Capim, Carrapateira, Casserengue, Conde, Coremas, Cuité, Cuité de Mamanguape, Desterro, Diamante, Dona Inês, Itabaiana, Itapororoca, Jacaraú, Juazeirinho, Lastro, Manaíra, Mari, Massaranduba, Mataraca, Mogeiro, Mulungu, Nova Olinda, Nova Palmeira, Olivedos, Piancó, Pilar, Pilõezinhos, Pombal, Princesa Isabel, Queimadas, Riachão do Bacamarte, Riachão do Poço, Rio Tinto, Salgadinho, Salgado de São Félix, Santa Cecília, Santa Cruz, Santa Rita, Santana de Mangueira, Santana dos Garrotes, Santa Teresinha, São Bento, São José de Caiana, São José de Piranhas, São José de Princesa, São José do Brejo do Cruz, São José do Sabugi, São José dos Cordeiros, São Mamede, São Sebastião de Lagoa de Roça, São Sebastião do Umbuzeiro, Serra Branca, Serra Redonda, Serraria, Sertãozinho, Solânea, Sousa, Sumé, Tenório, Triunfo, Umbuzeiro, Vieirópolis, Zabelê.

MaisPB

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Febre amarela chegará a outros estados do Brasil, alerta OMS

mosquitoA Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que o atual surto de febre amarela deverá chegar a outros estados do Brasil. Até agora, casos da doença foram notificados nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, São Paulo, Distrito Federal (todos descartados), Goiás e Mato Grosso do Sul.

A OMS informou ainda que, pelo menos por enquanto, não há evidências de que o Aedes aegypti esteja transmitindo o vírus, causando uma expansão urbana. Os casos confirmados são registrados nas zonas silvestres, rurais e de mata, com transmissão por meio dos mosquitos Haemagogus e Sabethes.

No entanto, o risco de que indivíduos viajem para áreas de dentro ou fora do Brasil onde os mosquitos Aedes estejam presentes foi assumido pela organização.

“Espera-se que casos adicionais sejam detectados em outros estados do Brasil devido ao movimento interno de pessoas e de macacos infectados, além do baixo nível de cobertura vacinal em áreas que antes não estavam em risco de transmissão de febre amarela”, disse o boletim.

O Ministério da Saúde informou nesta semana que reforçará o estoque de vacinas da doença em 11,5 milhões de doses.

Vacinação

Moradores ou pessoas que pretendem visitar regiões silvestres, rurais ou de mata devem se vacinar no Sistema Único de Saúde (SUS). A transmissão da doença, que ocorre pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabathes nessas regiões, é possível em grande parte do território brasileiro. O Aedes aegypti também é transmissor da febre amarela, mas apenas em área urbana.

Vale lembrar que, em situações de emergência, a vacina pode ser administrada já a partir dos 6 meses. O indicado, no entanto, é que bebês de 9 meses sejam vacinados pela primeira vez. Depois, recebam um segundo reforço aos 4 anos de idade. A vacina tem 95% de eficiência e demora cerca de 10 dias para garantir a imunização já após a primeira aplicação.

Pessoas com mais de 5 anos de idade devem se vacinar e receber a segunda dose após 10 anos. Idosos precisam ir ao médico para avaliar os riscos de receber a imunização.

Por causar reações, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda a vacina para pessoas com doenças como lúpus, câncer e HIV, devido à baixa imunidade, nem para quem tem mais de 60 anos, grávidas e alérgicos a gelatina e ovo.

G1

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