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Prefeitura na PB abre vagas em Saúde com remuneração de até R$ 4 mil

concursoA Prefeitura Municipal de Pedras de Fogo abriu inscrições para o Processo Seletivo Simplificado para contratação de dez profissionais que atuaram no Serviço de Atenção Domiciliar. Os aprovados vão receber remunerações que variam entre R$ 1,2 mil e R$ 4 mil. Veja o edital.

As vagas são para: médico (1); enfermeiro (1); fisioterapeuta (2); técnico em enfermagem (3); fonoaudiólogo (1); psicólogo (1); e nutricionista (1).

Segundo o edital, as inscrições seguem até este domingo (19). Os interessados também devem enviar cópias do currículo e do RG para o e-mail saude@pedrasdefogo.pb.gov.br.

A seleção vai ser feita por meio de entrevista presencial, entre os dias 21 e 24 deste mês, com divulgação do resultado no dia 1º de março e contratação no dia 2 de março. O período de contratação é de um ano.

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Febre amarela no RN acende alerta na PB e Saúde orienta o que fazer se houver suspeita

Mosquito sucking blood from people.Pessoas que estejam na Paraíba vindas de áreas que tenham risco de infecção por febre amarela e sintam sintomas da doença devem procurar atendimento médico. O alerta foi dado nesta quinta-feira (16) pela Agência Estadual de Vigilância Sanitária da Paraíba (Agevisa-PB) após registro da doença no Rio Grande do Norte.

“As pessoas que viajarem para áreas de risco de febre amarela e, ao retornarem, sentirem alguns sintomas que levem à suspeita de que estão com a doença devem procurar imediatamente os serviços públicos de saúde para que sejam tomadas providências urgentes no sentido de diagnosticar se há ou não a presença do vírus em seus organismos”, disse a diretora-geral da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB), Maria Eunice Kehrle dos Guimarães.

Na Paraíba não há circulação viral da febre amarela, mas, segundo a Secretaria de Saúde do Estado, é importante que os serviços de saúde públicos e privados estejam atentos a possíveis casos suspeitos, conforme definição do Ministério da Saúde.

Sintomas da doença

De acordo com a Saúde do Estado, a febre amarela é uma doença febril aguda, com duração máxima de doze dias, com letalidade (chance de óbito por conta da doença) que varia entre 5% e 10% em casos menos grave, mas chega aos 50% em casos graves, que apresentam icterícia e hemorragias.

Os sintomas da doença aparecem em forma de febre de início súbito acompanhada de calafrios, dor de cabeça, lombalgia, mialgias generalizadas, prostração, náuseas e vômitos.

Com isso, a Saúde alerta que pessoas que apresentem um quadro febril agudo, de até sete dias, de início súbito, acompanhado de icterícia e/ou manifestações hemorrágicas, que residam ou tenham estado em áreas de risco para febre amarela ou em locais com ocorrência de epizootias (enfermidade contagiosa) em primatas não humanos (macacos).

O vírus da febre amarela não é transmitido de pessoa para pessoa, mas pela picada dos mosquitos transmissores infectados: o Aedes aegypti, no ciclo urbano, e os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, no ciclo silvestre.

Estados com casos da doença

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Estado com maior incidência de casos de febre amarela é Minas Gerais, com 216 casos da doença, dentre os quais76 óbitos, confirmados até às 13h desta quinta-feira.

Além de Minas, o Espírito Santo registra 33 casos confirmados, nove dos quais resultando na morte dos pacientes, e em terceiro está São Paulo, com quatro casos confirmados, dentre os quais três óbitos.

Também aparecem com casos ainda em investigação os estados da Bahia (15); Tocantins (6); e Rio Grande do Norte (1).

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Olhe para trás! Seu cocô diz muito sobre sua saúde

cocoVocê mal levanta do vaso sanitário e já abaixa a tampa para puxar a descarga? Com as mãos ainda molhadas aperta o purificador de ar para disfarçar o cheiro? Todo esse preconceito contra as fezes é cultural e pode atrapalhar sua saúde.

Cor, cheiro, textura, cada aspecto do seu cocô pode indicar doenças que vão de infecções a tumores. Para os especialistas, o primeiro passo é deixar o preconceito de lado.

A observação das fezes traz diversas informações interessantes sobre a saúde do paciente. Se as pessoas olhassem poderiam fornecer dados aos médicos que ajudariam em um diagnóstico mais rápido.”

Luciana Lobato, gastroenterologista da Unifesp

Preconceito fora do banheiro

“O que acontece é que existe um grande medo e muita vergonha de se falar sobre o assunto, mas isso deveria ser encarado de forma natural”, explica o endoscopista Tomazo Franzini, diretor da Sobed (Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva).

A característica mais marcante é o formato. Em bolinhas, pode indicar falta de fibras e líquidos. Com rachaduras, pode ter ficado muito tempo no intestino. O ideal é que as fezes sejam compridas, em formato cilíndrico e macias.

Não existe uma regra sobre quantas vezes uma pessoa deve evacuar, mas os especialistas consideram que pelo menos três vezes por semana é necessário.

Quando as fezes apresentam rachaduras e endurecimento, significa que estão passando muito tempo no intestino ou que a dieta precisa de mais líquidos e fibras.

Quando o intestino tem alguma obstrução, o cocô se molda de forma mais fina indicando estreitamento. Nesse caso os médicos recomendam uma colonoscopia para checar se há tumores.

“Hoje em dia esse exame é realizado sob sedação e é indolor. Por meio dele é possível verificar pequenos tumores antes que eles avancem”, diz Franzini.

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A cor é importante

A coloração também indica reações do organismo: o ideal é que elas tenham a coloração marrom. Fezes pretas podem indicar sangramento em áreas como esôfago, estômago e duodeno –pois o sangue já aparece ali coagulado.

Já as verdes, comuns em caso de diarreia, também podem ser causadas por corantes, consumo de antibióticos e injeção de ferro.

O vermelho nas fezes indica a presença de sangramento e podem sinalizar a presença de doenças como hemorroidas, tumores e diverticulite.

Infecções intestinais, má digestão e alimentação rica em gordura podem amarelar as fezes. Já doenças ligadas ao fígado tendem a dar uma coloração amarelada ou embranquecida.

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Cheiro

“Fezes muito malcheirosas podem denotar sangramento, em geral são pretas e moles. Elas indicam problemas na parte de cima do tubo digestivo”, explica Lobato.

Pedaços de comida

Problemas de alimentação também podem provocar outros tipos de alterações nas fezes como a presença de pedaços de comida. Segundo especialistas, isso indica que o trânsito intestinal está acelerado e os nutrientes não estão sendo absorvidos corretamente.

Não precisa ficar histérico e olhar sempre, mas sempre que houver um sintoma digestivo, um emagrecimento inexplicável, algo que está associado ao trato digestivo, visualizar as fezes pode ajudar o diagnóstico”

Luciana Lobato, gastroenterologista

Uol

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Mais de 80 municípios da Paraíba ainda estão sem secretário de Saúde e podem ter FPM suspenso

saudeLevantamento feito pela Confederação dos Municípios mostra que 83 prefeitos da Paraíba ainda não solicitaram alteração dos dados do gestor no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops). Com isso, as prefeituras constam como sem secretários.

A CNM alerta ainda que no país 2.713 municípios ainda não fizeram a mesma solicitação. A entidade lembra os gestores que essa medida é necessária e obrigatória, uma vez que o prazo para registro das receitas totais e despesas em ações e serviços públicos em saúde encerrou na segunda-feira, 30 de janeiro.

Todos aqueles que não homologarem as informações de 2016 dentro do prazo serão notificados e poderão ter suas transferências constitucionais suspensas a partir de 2 de março.

O processo funciona da seguinte maneira: caso o prefeito seja reeleito, o cadastro atual não sofrerá modificações. Entretanto, quando se trata de um novo prefeito, este deve cadastrar o novo gestor do SUS, o secretário de Saúde, no sistema, utilizando a certificação digital. Por sua vez, o gestor já incluído no sistema, deverá cadastrar o responsável pelo preenchimento e envio de dados ao Siops, validando também a informação com o certificado digital. O login e a senha são enviados por e-mail para o responsável pelo preenchimento designado pelo gestor.

Penalização

A CNM lembra que o prazo para envio dos gastos em saúde do exercício passado já foi encerrado e que, a partir de 2 de março, Municípios que não se regularizarem poderão ter suas transferências constitucionais, como o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), suspensas. Não deixar para última hora é fundamental.
Confira os municípios da Paraíba que apresentam pendência:

Água Branca, Alagoa Grande, Algodão de Jandaíra, Amparo, Araçagi, Araruna, Areial, Baía da Traição, Baraúna, Barra de Santana, Barra de São Miguel, Bayeux, Belém do Brejo do Cruz, Bom Sucesso, Brejo do Cruz, Caaporã, Cachoeira dos Índios, Cacimba de Dentro, Cajazeiras, Camalaú, Capim, Carrapateira, Casserengue, Conde, Coremas, Cuité, Cuité de Mamanguape, Desterro, Diamante, Dona Inês, Itabaiana, Itapororoca, Jacaraú, Juazeirinho, Lastro, Manaíra, Mari, Massaranduba, Mataraca, Mogeiro, Mulungu, Nova Olinda, Nova Palmeira, Olivedos, Piancó, Pilar, Pilõezinhos, Pombal, Princesa Isabel, Queimadas, Riachão do Bacamarte, Riachão do Poço, Rio Tinto, Salgadinho, Salgado de São Félix, Santa Cecília, Santa Cruz, Santa Rita, Santana de Mangueira, Santana dos Garrotes, Santa Teresinha, São Bento, São José de Caiana, São José de Piranhas, São José de Princesa, São José do Brejo do Cruz, São José do Sabugi, São José dos Cordeiros, São Mamede, São Sebastião de Lagoa de Roça, São Sebastião do Umbuzeiro, Serra Branca, Serra Redonda, Serraria, Sertãozinho, Solânea, Sousa, Sumé, Tenório, Triunfo, Umbuzeiro, Vieirópolis, Zabelê.

MaisPB

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Febre amarela chegará a outros estados do Brasil, alerta OMS

mosquitoA Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que o atual surto de febre amarela deverá chegar a outros estados do Brasil. Até agora, casos da doença foram notificados nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, São Paulo, Distrito Federal (todos descartados), Goiás e Mato Grosso do Sul.

A OMS informou ainda que, pelo menos por enquanto, não há evidências de que o Aedes aegypti esteja transmitindo o vírus, causando uma expansão urbana. Os casos confirmados são registrados nas zonas silvestres, rurais e de mata, com transmissão por meio dos mosquitos Haemagogus e Sabethes.

No entanto, o risco de que indivíduos viajem para áreas de dentro ou fora do Brasil onde os mosquitos Aedes estejam presentes foi assumido pela organização.

“Espera-se que casos adicionais sejam detectados em outros estados do Brasil devido ao movimento interno de pessoas e de macacos infectados, além do baixo nível de cobertura vacinal em áreas que antes não estavam em risco de transmissão de febre amarela”, disse o boletim.

O Ministério da Saúde informou nesta semana que reforçará o estoque de vacinas da doença em 11,5 milhões de doses.

Vacinação

Moradores ou pessoas que pretendem visitar regiões silvestres, rurais ou de mata devem se vacinar no Sistema Único de Saúde (SUS). A transmissão da doença, que ocorre pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabathes nessas regiões, é possível em grande parte do território brasileiro. O Aedes aegypti também é transmissor da febre amarela, mas apenas em área urbana.

Vale lembrar que, em situações de emergência, a vacina pode ser administrada já a partir dos 6 meses. O indicado, no entanto, é que bebês de 9 meses sejam vacinados pela primeira vez. Depois, recebam um segundo reforço aos 4 anos de idade. A vacina tem 95% de eficiência e demora cerca de 10 dias para garantir a imunização já após a primeira aplicação.

Pessoas com mais de 5 anos de idade devem se vacinar e receber a segunda dose após 10 anos. Idosos precisam ir ao médico para avaliar os riscos de receber a imunização.

Por causar reações, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda a vacina para pessoas com doenças como lúpus, câncer e HIV, devido à baixa imunidade, nem para quem tem mais de 60 anos, grávidas e alérgicos a gelatina e ovo.

G1

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Bananeiras sediará encontro gestores da Saúde da região nesta terça

maryjanneO município de Bananeiras, por meio da Secretaria de Saúde, irá sediar nesta terça-feira (17), às 8:30h, no Espaço Cultural Oscar de Castro, a Primeira Reunião da Comissão Intergestores Regional Piemont da Borborema –CIRPIB PB da 2ª Região de Saúde do Estado.

O acolhimento aos gestores de Saúde, da nova gestão, da qual fazem parte os 25 municípios polarizados por Guarabira. O evento ocorrerá no Espaço Cultural Oscar de Castro.

Na oportunidade serão discutidas pautas relacionadas à saúde dos municípios da região, onde serão feitas deliberações que visam resolver os problemas de saúde de forma regionalizada, para tanto serão discutidos assuntos referentes ao perfil situacional da região e as Redes de atenção à Saúde, dentre outras.

Além dos 25 gestores a reunião contará com a presença do Apoio Regional COSEMS da I Macro, Técnicos e assessores municipais, bem com representantes da Gerência Regional de Saúde.

Ascom-PMB

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Exagerou nas festas de fim de ano? Siga estas dicas que vão colocar sua saúde de volta aos eixos

detoxÉ fácil esquecer a cautela quando se está diante das ceias de Natal e Ano Novo – e de todas as confraternizações que acontecem no período. O resultado não costuma ser o mais desejado por quem gosta de cuidar da saúde. Passada a euforia, é hora de voltar ao normal, e com essas dicas da nutricionista Vanessa Abreu, do blog Corre Aqui, os exageros do final do ano serão apenas uma vaga lembrança.

Volte a se exercitar
Se você não fez isso já nesta primeira semana do ano, não se sinta culpada. Afinal, sempre é tempo de recomeçar. Pode parecer estranho no início, mas basta retomar mesmo em um ritmo abaixo daquele no qual você terminou o ano. “Quanto mais rápido as atividades físicas forem retomadas, melhor”, sugere Vanessa.

Capriche na hidratação
Sucos naturais, chás e muita, muita água. Estamos no verão e líquidos são essenciais para manter o corpo hidratado e refrescado, mas também regular o intestino e facilitar a digestão. “A água ajuda a ‘limpar’ o corpo e eliminar as toxinas que ficaram nele”, explica Vanessa.

Abrace os alimentos naturais
Carne vermelha, doces, massas, enlatados… dificilmente se passa Natal e Ano Novo longe deles, e quase sempre as quantidades consumidas passam do limite. Então, por que não ao menos dar um tempo e devorar frutas, verduras e legumes? Eles ajudam a limpar o organismo e recuperar o metabolismo. Bom apetite.

Dê um up no seu metabolismo
Alguns alimentos possuem substâncias que ajudam a aumentar o consumo de calorias pelo corpo – canela, gengibre, cúrcuma, pimenta e óleo de coco são alguns deles – e incluí-los no preparo dos lanches e refeições irá contribuir para perder aqueles quilinhos a mais. “Além disso, gengibre e a cúrcuma também são anti-inflamatórios e reforçam as defesas do organismo”, explica Vanessa.

espnw

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Exames confirmam infarto de Jeová; prefeito de Cajazeiras fala sobre estado de saúde do deputado

jeovaO prefeito de Cajazeiras , o médico e ex-deputado José Aldemir Meireles,  comentou, na noite desta quarta-feira (4), sobre  o estado de saúde do deputado estadual Jeová Campos (PSB), que sofreu um infarto  durante a tarde na cidade.

Em entrevista ao programa 60 Minutos, apresentado pelos jornalistas Heron Cid e Anderson Soares, na Rádio Arapun FM, José Aldemir, que foi até o Hospital Regional de Cajazeiras para onde o parlamentar foi socorrido, disse que ao chegar a unidade de saúde encontrou o parlamentar lúcido e sendo atendido pelos colegas médicos.

De acordo com José Aldemir, Jeová tinha passado por eletrocardiograma onde foi detectado problemas coronário, mas não muito extenso.

Diante  dessa situação, segundo José Aldemir, foi decidido levar o socialista para o Hospital do Coração de  Barbalha, no Ceará, onde passará por um cateterismo para avaliar a situação do paciente e, se possível, a uma angioplastia.

Ainda no 60 Minutos, a assessoria de Jeová Campos, Eliane Sobral, informou que no hospital foi confirmado que o deputado realmente sofreu um infarto até às 18h30 ainda esperava para ser submetido ao cateterismo.

“Já foi confirmado o infarto e ele e o cateterismo é que vai dar o norte para que os médicos saibam quais os procedimentos seguintes. O deputado está consciente e sendo acompanhado por uma junta médica inclusive com integrada pelo médico Joab de Souza Sales que o acompanhou de Cajazeiras até Barbalha”, disse a assessora.

O parlamentar sofreu o infarto no dia o seu aniversário de 53 anos.

Roberto Targino – MaisPB

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Ministério da Saúde destina mais de R$ 17 milhões em recursos para a PB

O Ministério da Saúde anunciou o repasse de mais de R$ 17 milhões em recursos federais para a Paraíba, distribuídos entre Estado e municípios. As portarias foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (27).

Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa (Foto: Maurício Melo/G1)Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa
(Foto: Maurício Melo/G1/Arquivo)

Uma verba de R$ 2.096.793,60 vai ser destinada à habilitação de leitos da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Adulto Tipo II do Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Mais R$ 1,680 milhão vai para o Centro de Reabilitação Antônio de Souza Maranhão, no município do Conde.

Uma verba de R$ 197.100 vai custear leitos de Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal Canguru (UCINCa) na Maternidade Frei Damião, em João Pessoa, previstos no Plano de Ação da Rede Cegonha do Estado da Paraíba.

Recursos de R$ 840 mil vão ser acrescidos ao Teto Financeiro do estado da Paraíba e do município de Cajazeiras, diante da qualificação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h, Porte I nova) que vai ser implantada na cidade.

O Ministério da Saúde também atualizou, para o ano de 2017, os valores dos repasses de recursos federais destinados à execução das ações de vigilância sanitária. A atualização foi necessária em função do ajuste populacional. O Piso Fixo de Vigilância Sanitária (PFVISA) anual a ser transferido ao Estado da Paraíba vai ser de R$ 1.199.824,50, enquanto que o repasse aos municípios do estado vai ser de R$ 3.774.469,80.

O municípios de Catolé do Rocha, Campina Grande e Monteiro vão receber, juntos, R$ 7,5 milhões. As cidades vão receber, respectivamente, R$ 1,680 milhão, R$ 4,140 milhões e R$ 1,680 milhão como custeio para o Componente da Atenção Especializada da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência. O município de São João do Rio do Peixe foi habilitado a receber verbas de R$ 40 mil destinadas à aquisição de equipamentos e material permanente para estabelecimentos de saúde.

Vigilância em Saúde
O Ministério da Saúde ainda autorizou o repasse mensal de R$ 1.731.350,42 relativos ao Piso Fixo de Vigilância em Saúde (PFVS) e de R$ 1.049.997 da Assistência Financeira Complementar (AFC) da União para cumprimento do piso salarial nacional de 1.090 Agentes de Combate às Endemias (ACE) na Paraíba.

Além disso, foram autorizados os repasses de R$ 55.263,00 do Incentivo Financeiro (IF) para fortalecimento de políticas afetas à atuação dos ACE, de R$ 1.049.997 da parcela Adicional da AFC e mais R$ 55.263 da parcela Adicional do IF.

G1 PB

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Nos últimos 13 anos, 70% dos desvios nas cidades afetaram saúde e educação

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As áreas de saúde e educação foram alvo de quase 70% dos esquemas de corrupção e fraude desvendados em operações policiais e de fiscalização do uso de verba federal pelos municípios nos últimos 13 anos. Os desvios descobertos pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU), em parceria com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, evidenciam como recursos destinados a essas duas áreas são especialmente visados por gestores municipais corruptos.

Desde 2003, foram deflagradas 247 operações envolvendo desvios de verbas federais repassadas aos municípios. Os investigadores identificaram organizações que tiravam recursos públicos de quem mais precisava para alimentar esquemas criminosos milionários e luxos particulares. Além de saúde e educação, também há desvios recorrentes em áreas como transporte, turismo e infraestrutura.

Deflagrada em 2011, a Operação Mascotch, por exemplo, desarticulou uma quadrilha que desviou mais de R$ 8 milhões de dinheiro da educação em 14 cidades do interior de Alagoas –o Estado com o pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil, similar ao da Namíbia, na África. Os recursos deveriam alimentar crianças nas escolas, mas eram na verdade usados para comprar uísque 12 anos e vinhos importados.

O levantamento inédito feito pelo Estado com base em dados do governo federal desde 2003 mostra que houve fraude no uso de verbas federais em pelo menos 729 municípios –o que corresponde a 13% do total de cidades do País. Do Oiapoque ao Chuí, o prejuízo causado pela corrupção no período foi estimado em R$ 4 bilhões pela CGU.

Restaurantes

Alagoas pode estar no último lugar do ranking do IDH, mas lidera a lista dos Estados com mais municípios onde houve irregularidades detectadas pelas investigações federais, em termos proporcionais. Esquemas de corrupção foram desvendados em 70 das 102 cidades alagoanas –ou seja, em mais de dois terços das localidades do Estado.

O segundo pior IDH do Brasil também não fica muito atrás. O Maranhão foi palco, em outubro deste ano, da Operação Voadores, que revelou que parte da verba da saúde enviada pela União pagou vinhos e restaurantes de luxo na capital São Luis. O esquema sacava cheques de contas bancárias de hospitais públicos e desviava para benesses particulares.

Enquanto isso, quem depende da saúde pública enfrenta atendimento precário. No Hospital Genésio Rêgo, um dos que tiveram recursos desviados, a paciente Míria Lima contou que a disputa pelos médicos é tanta que só consegue marcar consulta com o mastologista se for lá pessoalmente no início da madrugada, à 1h –depois disso, todos os horários já estão reservados. “Preciso fazer mamografia e ultrassom da mama, mas só dá para marcar os exames mais de um mês depois das consultas”, reclamou.

O levantamento mostra que, no geral, o principal programa afetado na área da saúde foi saneamento básico. No setor de ensino, quem mais perdeu, segundo a CGU, foi o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) –formado por recursos provenientes dos impostos e transferências dos Estados e municípios e que deveria ajudar a melhorar a qualidade da educação básica nos municípios.

Qualidade

Desvios como esses, segundo a literatura acadêmica recente, podem ser responsáveis por uma queda significativa na qualidade do ensino em um determinado município. Um artigo publicado em 2012 pelos pesquisadores Claudio Ferraz, da PUC-Rio, Frederico Finan, da Universidade da Califórnia, e Diana Moreira, de Harvard, revelou que alunos de municípios onde a CGU descobriu fraudes no uso de dinheiro da educação tinham aprendizado pior e taxas maiores de repetição de ano e de evasão escolar.

“Escolas em municípios onde foi detectado corrupção têm menos infraestrutura e professores que receberam menos treinamento. Além disso, professores e diretores listaram a falta de recursos como o principal problema em municípios corruptos”, escreveram os pesquisadores. Segundo eles, como a qualidade da educação afeta o desenvolvimento econômico no longo prazo, o estudo sugere um canal direto pelo qual a corrupção diminui o crescimento do país.

O resultado ainda é mais relevante quando se leva em conta que a qualidade da educação pública no Brasil permanece estagnada em áreas importantes, especialmente no ensino médio. O Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) para essa etapa do ensino se manteve constante entre 2011 e 2015 em 3,7, abaixo da meta do governo de 4,3. Segundo especialistas, um dos grandes problemas é a má qualidade da formação dos alunos no ensino fundamental, de responsabilidade dos municípios.

Os desvios de recursos públicos em alguns municípios brasileiros são recorrentes. Patos, cidade 100 mil habitantes na Paraíba, comandada pela família do ex-presidente da CPI da Petrobrás, deputado Hugo Motta (PMDB) de 2015, caiu em três operações em um ano. As ações investigaram fraudes em licitações da prefeitura e desvios na saúde e na educação.

Lá, as suspeitas recaem sobre a família do parlamentar. Em uma das operações, a mãe do deputado, Ilana Motta, acabou presa, e sua avó, Francisca Motta, foi afastada do cargo de prefeita da cidade. Ilana era chefe de gabinete da própria mãe na prefeitura do município. Segundo as investigações, as fraudes envolveram mais de R$ 11 milhões em recursos que deveriam ter ido para o transporte escolar, Fundeb e para o pagamento de serviços de saúde de média e alta complexidade. O Estado não conseguiu contato com os citados.

Estadão

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