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Adotar hábitos saudáveis após os 70 faz você viver mais

idososQuanto mais cedo você adotar um estilo de vida saudável, com dieta balanceada e prática de exercícios, maior a sua expectativa de vida. A boa nova, no entanto, é que mesmo quem deixou para pensar nisso com idade avançada consegue aproveitar os benefícios da mudança para viver mais e melhor. Isso é o que diz um novo estudo publicado no periódico British Medical Journal (BMJ) a partir de uma pesquisa foi desenvolvida por especialistas do Karolinska Institutet, da Stockholm University e do Stockholm Gerontology Research Center, na Suécia.

Para chegar a essa conclusão, foram avaliados 1.810 pessoas com idade de, no mínimo, 75 anos. Eles foram acompanhados durante 18 anos e, ao longo desse tempo, os pesquisadores analisaram comportamento, atividades de lazer, estilo de vida, profissões e relacionamentos sociais. Ao final do estudo, quase 92% dos participantes morreram e, entre os sobreviventes, metade viveu mais do que 90 anos.

Os resultados mostraram que metade dos idosos adeptos do tabagismo morreu um ano antes do que os não fumantes. Apontou ainda que, entre todas as atividades de lazer, praticar exercícios foi a mais proveitosa quando o assunto era longevidade. Os idosos que caminhavam, nadavam ou faziam ginástica tiveram uma sobrevida de cerca de dois anos a mais em comparação com os demais.

Mas o segredo mesmo está em combinar estilo de vida saudável, participação em pelo menos uma atividade de lazer e vida social movimentada, o tripé rende até 5,4 anos a mais de vida quando comparado à rotina de hábitos saudáveis, mas sem atividade de lazer e pouca interação social.

Longevidade

Um estudo publicado no Journal of Internacional Medicine mostrou que hábitos de vida têm maior influência sobre a longevidade do que a própria genética. Diante desse dado, separamos alguns pontos fundamentais para aumentar seu tempo de vida e viver com mais qualidade. Confira:

1. De acordo com um estudo publicado no Circulation: Journal of the American Heart Association, praticar exercícios físicos regularmente aumenta a expectativa de vida mesmo de pessoas acima do peso. Além disso, aumentar progressivamente a carga do treino reduzia em 19% o risco de doenças cardíacas e AVC e em 15% o risco de morrer por outras doenças.

2. Dormir também tem um importante papel na longevidade. Uma pesquisa realizada pela American Academy of Sleep Medicine mostrou que 46% dos participantes que relataram não ter boa saúde também não dormiam bem.

3. Adotar uma postura positiva diante da vida também é fator importante para aumentar a expectativa de vida, segundo um estudo conduzido por pesquisadores do Albert Einstein College of Medicine. A maior parte dos voluntários da pesquisa com idade próxima aos 100 anos eram extrovertidos e viam o mundo sob uma perspectiva otimista e despreocupada.

4. Ter uma dieta equilibrada também é sinal de boa saúde. Um estudo da Sahlgrenska Academy at the University of Gothenburg, na Suécia, descobriu que consumir vegetais e peixes em grande quantidade e limitar a ingestão de produtos de origem animal pode favorecer a longevidade.

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Sete inimigos dos dentes bonitos e saudáveis

Certas atitudes e hábitos são verdadeiros inimigos para quem deseja ter dentes saudáveis e bonitos. Para identificar quais são eles, ouvimos os dentistas Edson Saleme Junior (CRO-MG 30665), Renan Cavanha Rossi (CRO-SP 116162) e Roberto Abdalla Jr. (CRO-SP 67232).

1 – ‘Alimentar’ bactérias
A alimentação é o principal fator que devemos atentar quanto à saúde dos dentes. O acúmulo de restos de alimentos compostos por carboidratos simples como doces, bolos, massas e até frutas são o prato preferido das bactérias que vivem na boca e produzem os ácidos que causam as cáries.

 “Quando as cáries se instalam, elas oferecem condições para que bactérias mais agressivas possam atuar na boca, causando o tártaro e posteriormente a gengivite”, alerta Edson. A prevenção é fácil: escovação com pasta com flúor, de cerdas macias e uso do fio dental, se não em todas as refeições, ao menos na higienização noturna.

2 – Corantes
Café, açaí, beterraba e vinho e outros alimentos ricos em corantes podem pigmentar os dentes. No caso das bebidas, Renan recomenda que o consumo seja intercalado com água. Já no caso dos alimentos, a solução é escovar os dentes logo após as refeições.

3 – Alteradores do PH 
Refrigerantes, isotônicos e alimentos ácidos alteram o pH (índice que mede a acidez, alcalinidade ou neutralidade) da boca, tornando-o mais ácido – o ambiente bucal mais ácido favorece a ação das bactérias causadoras da cárie. Por isso, é indicada a higienização da boca na sequência.

O contato com itens ácidos é tão danoso para os dentes que até a prática de natação em piscinas entrou para o radar dos dentistas: “O cloro usado na água da piscina também pode prejudicar o esmalte dos dentes. O indicado é que a pessoa escove os dentes na sequência da atividade física com pasta com flúor”, recomenda Roberto.

4 – Escovação errada
Quem acredita que escovar os dentes muitas vezes por dia ou com mais força é a melhor conduta erra.

“Escovar os dentes muitas vezes ao dia não é recomendado. E escovação não é força, é técnica para que sejam atingidas todas as faces do dente (frente, posterior, em cima ou embaixo, e entre os dentes). Quando é aplicada força, o organismo entende aquilo como uma agressão, causando a retração do osso e da gengiva, o que torna a sustentação do dente mais frágil. Ninguém vai ficar 15 minutos escovando os dentes, mas de três a cinco minutos é o ideal”, analisa Renan.

5 – Não trocar a escova
A troca constante da escova de dente é fundamental, embora bastante negligenciada. Uma vez que as cerdas comecem a esgarçar é hora de trocar, o que acontece, em média, a cada dois meses. Quem usa aparelho, nota um desgaste mais intenso, precisando trocar a escova a cada 30 dias.

Hábitos corriqueiros podem provocar cáries e abrir nossas defesas para a chegada de doenças
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Hábitos corriqueiros podem provocar cáries e abrir nossas defesas para a chegada de doenças

6 – Roer unhas, ranger dentes
No quesito hábitos, roer as unhas ou ranger os dentes também é prejudicial porque agrava o desgaste dos dentes, causando fraturas invisíveis, que podem aumentar com o tempo. Ações como usar os dentes como ferramenta para cortar fios, abrir garrafas, ou morder canetas e lápis, ou ainda mastigar alimentos muito duros, como o gelo, podem causar o mesmo malefício.

7 – Tabaco
O cigarro é um grande arqui-inimigo da saúde bucal. Ele causa o amarelamento dos dentes, devido aos pigmentos contidos em sua formulação. Também causa a vasoconstrição, ou seja, diminui a circulação de sangue na gengiva.

“O tabaco causa 50 doenças diferentes, havendo muitos casos de doenças periodontais, que podem evoluir até para a perda do dente. Um fumante tem três vezes mais chances de ter doenças na boca que um não fumante”, conclui Roberto.

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Cientistas explicam mistério dos raros fumantes de pulmões saudáveis

fumantePor que algumas pessoas parecem ter pulmões saudáveis apesar de fumarem muito e por muitos anos? Após analisarem mais de 50 mil casos, cientistas britânicos chegaram a uma conclusão.

O estudo, feito pela equipe da agência de pesquisa do governo Medical Resarch Council, mostrou que mutações no DNA das pessoas aprimoram as funções pulmonares e mascaram o impacto mortal causado pelo cigarro.

Segundo os cientistas, a descoberta pode culminar na criação de novos medicamentos para melhorar as funções pulmonares.

No entanto, eles fizeram questão de ressaltar que não fumar será sempre a melhor opção.

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Usando dados de condições de saúde e informações genéticas de voluntários, os pesquisadores analisaram problemas como a chamada DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), que pode causar falta de ar, tosse e infecções.

Ao se comparar fumantes e não fumantes, e também pessoas com e sem DPOC, os pesquisadores descobriram trechos do DNA que reduzem o risco da doença.

Assim, fumantes com “bons genes” tinham um risco menor de desenvolver DPOC do que os que tinham “genes ruins”.

Segundo o professor da Universidade de Leicester Martin Tobin, um dos pesquisadores do estudo, os genes parecem afetar a maneira com que os pulmões crescem e respondem aos danos.

— Não há nenhuma solução mágica que garanta proteção contra o fumo. Essas pessoas ainda terão pulmões menos saudáveis do que teriam se não fumassem. A melhor coisa que alguém pode fazer para evitar a DPOC e outras doenças relacionadas ao cigarro, como o câncer, é parar de fumar.

O hábito de fumar também aumenta o risco de doenças do coração e de vários tipos de câncer — nada disso foi analisado no estudo.

Os cientistas também descobriram parte do código genético que é mais comum em fumantes do que em não fumantes.

Ainda é necessário mais pesquisa, mas os cientistas afirma que essa diferença parece alterar as funções cerebrais e o grau de facilidade que cada um se vicia em nicotina.

“(A descoberta) traz fantásticas novas pistas sobre como o corpo trabalha, em áreas que tínhamos pouco conhecimento antes. São descobertas que podem culminar em incríveis progressos em termos de desenvolvimento de novos remédios”, afirmou Tobin.

O estudo foi apresentando em um encontro da European Respiratory Society e publicado na revista científica Lancet Respiratory Medicine.

O chefe de pesquisas da British Lung Foundation, Ian Jarrold, afirmou à BBC:

— Essa descoberta representa um passo significativo para obtermos uma visão mais clara sobre o fascinante e intrincado funcionamento dos pulmões. Entender a predisposição genética é essencial não apenas para nos ajudar a desenvolver novos tratamentos para pessoas com doenças no pulmão, mas também nos ensina sobre como pessoas saudáveis podem cuidar melhor de seus pulmões.

 

 

BBC Brasil

Quando peixe, milho e até leite não são saudáveis

alimentacaosaudavelConsuma menos gordura, coma tantas porções de carboidratos e não passe de 2 mil calorias diárias. As clássicas recomendações dos nutricionistas estão com os dias contados. O Ministério da Saúde acaba de lançar uma cartilha que promete revolucionar a forma como o brasileiro vê a alimentação. Em vez de classificá-los simplesmente como carboidratos, proteínas e lipídios, o novo Guia Alimentar para a População Brasileira faz uma divisão entre alimentos naturais, processados e ultraprocessados. É nisso que as pessoas devem prestar atenção na hora de escolher o que vão pôr no prato.

Nem todo alimento de peixe, por exemplo, é saudável. O fresco é. Contém boas doses de proteína, vitaminas e minerais. O atum e a sardinha em lata estão um degrau abaixo. Eles recebem da indústria altas quantidades de sal e óleo para serem conservados. Apesar de manter parte dos nutrientes, o processamento altera o alimento original: o óleo aumenta a densidade calórica do peixe e o excesso de sódio é associado a doenças do coração. O peixe empanado já é outra história. Para fazer os nuggets, a indústria usa gordura vegetal hidrogenada, corantes, realçadores de sabor, ingredientes prejudiciais à saúde. São tantas adições, que, quando o alimento é ultraprocessado, não sobra praticamente nada do original — apenas o nome, o que dá uma falsa impressão a quem consome o produto.

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O mesmo raciocínio vale para leite, queijo e bebida láctea; milho verde, em conserva e cereal matinal; trigo (em farinha ou em grão), pão caseiro e pão de forma (inclusive o integral).

Para manter a saúde, a regra de ouro do guia é priorizar os alimentos naturais ou minimamente processados, como o tradicional arroz com feijão. Óleos, sal e açúcar, com moderação, temperam sem alterar a qualidade nutricional do prato. As conservas, os queijos e os pães artesanais entram em pequenas quantidades, para compor pratos baseados em alimentos frescos. Já produtos como lasanha pronta, macarrão instantâneo e embutidos devem ser evitados.

Ricos em açúcares, gorduras, com teor elevado de sódio, pouca fibra e alta densidade energética, os ultraprocessados têm uma composição nutricional desbalanceada. Estão diretamente relacionados à obesidade e a outras doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e vários tipos de câncer.

— Essa abordagem que deixa claro o quanto os produtos ultraprocessados não são saudáveis é inédita — afirma Elisabetta Recine, coordenadora do Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutricional da Universidade de Brasília (UnB).

Não bastam nutrientes – Preocupados com o avanço da obesidade, os especialistas perceberam que não bastava só orientar ingerir mais ou menos carboidratos, proteínas, gorduras. Até porque isso pode levar a um pensamento errado de que basta consumir qualquer produto que tenha os nutrientes para estar bem alimentado.

Hoje é fácil encontrar embalagens de bebidas lácteas, achocolatados e barrinhas de cereais anunciando vitaminas, minerais e fibras. Esses nutrientes, porém, não têm os mesmos efeitos do que os encontrados, por exemplo, numa maçã. É o alimento em si — com toda a sinergia dos seus compostos — que faz a diferença para a saúde, e não o nutriente isolado.

— É comprovado que os nutrientes adicionados pela indústria não reproduzem os mesmos efeitos que os de alimentos in natura. Eles podem até ser danosos — ressalta Maria Laura Louzada, pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da Universidade de São Paulo, que participou do projeto.

Os industrializados, porém, estão cada dia mais presentes na mesa nacional. Por isso, a nova classificação do guia — que não coloca mais no mesmo grupo o arroz e o cereal matinal, por exemplo — ganha importância.

O feijão ainda é o alimento preferido dos brasileiros, mas vem perdendo espaço dos anos 70 para cá. E não só ele. Pesquisas mostram que alimentos tradicionais, como arroz, carne, leite, ovos, tiveram um decréscimo intenso. Em compensação, refrigerante, salsicha, sorvetes e comida pronta congelada começaram a encher a geladeira das famílias.

Cerca de um quarto das crianças de 5 a 10 anos comem biscoitos recheados, balas e doces praticamente todo dia, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2009. O refrigerante é outra preferência nacional: 23,3% dos brasileiros tomam a bebida, ao menos, cinco vezes por semana. Por outro lado, só 26,3% comem a quantidade adequada de hortaliças e frutas.

Um dado interessante é que a compra de sal, açúcar e óleo, ingredientes básicos para cozinhar, também reduziu. Não é um bom sinal, entretanto. É um péssimo sinal. Mostra é que estamos parando de comer comida de verdade. Os ultraprocessados estão tomando o lugar dos alimentos tradicionais. E o preço não justifica a troca: no Brasil, ainda é mais barato preparar refeições em casa que consumir produtos prontos. Na Inglaterra, por exemplo, isso não acontece.

É nos países de renda baixa e média que os ultraprocessados encontram mais terreno para crescer. No Brasil, saltaram de menos de 20% nos anos 1980 para, em 2009, 28% do total das calorias ingeridas. Bem abaixo, ainda, dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Nesses países, o índice ultrapassa os 50%.

Com 70% ainda de calorias vindas de alimentos frescos, o Brasil tem uma janela de oportunidade para reverter o quadro:

— Os países que têm uma cultura culinária mais forte, como Brasil e França, têm menos uso hoje de industrializados. A força da alimentação tradicional é uma das barreiras para frear essa transição — afirma Maria Laura.

Cultura à mesa – Com linguagem fácil, o novo guia, elaborado em parceria com o Nupens (USP) e com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), pretende alcançar toda a população, e não só os profissionais da saúde. O texto está disponível na internet e os 60 mil exemplares impressos vão para hospitais e escolas. Segundo o Ministério da Saúde, o próximo passo é desenvolver estratégias para divulgar o conteúdo, entre elas vídeos e cursos de autoaprendizagem.

Outra originalidade do guia é que ele valoriza a cultura culinária de todas as regiões. Fala de comida caseira, e não só de alimentos isolados. Essa novidade brasileira tem gerado repercussão internacional.

Agência Senado

Com 5 passos é possível manter dentes saudáveis na velhice

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Nunca é tarde para cuidar da saúde bucal. Ainda assim, o ideal é começar com esses cuidados desde a gravidez. Como esse conceito é relativamente novo, os idosos ainda sofrem com as consequências de uma vida de negligência com os dentes. Mas em apenas cinco passos, é possível ter uma relação saudável com sua boca na terceira idade.

 

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Faça o autoexame
Nessa fase da vida, existe a possibilidade de surgirem lesões, decorrentes de próteses mal adaptadas ou de algum outro fator. Assim, é aconselhável fazer o autoexame mensalmente. Em frente ao espelho, em um local bem iluminado, procure por lesões na gengiva, bochechas, língua, assoalho e céu da boca. “Quando diagnosticadas no começo, essas lesões podem ser tratadas sem grandes transtornos”, diz a coordenadora do programa Envelhecer Sorrindo, Malu Frigerio, da Faculdade de Odontologia da USP.

 

Use escova interdental
Quando uma pessoa perde um ou mais dentes, é possível que os outros dentes migrem para ocupar o espaço vazio. Para facilitar a higienização, a escova interdental é ideal. “Também nos casos de próteses fixas, ou de implantes, esse tipo de escova acessa lugares que uma escova de dentes comum não consegue, devido ao tamanho, curvatura, quantidade de cerdas”, afirma Malu Frigerio.

 

Estimule a salivação
Alguns medicamentos costumam alterar o fluxo salivar, como os antidepressivos, muito usados nessa etapa da vida. Quando a medicação não puder ser substituída, há meios para estimular a salivação, como a goma de mascar e frutas cítricas. Se a sensação ainda persistir é possível lançar mão de saliva artificial, disponível no mercado. “A saliva artificial no entanto precisa ser reposta com frequência no caso do atrito da prótese com a mucosa provocar lesões ulcerosas”, diz a especialista.

 

Cuide bem da dentadura 
As próteses totais, conhecidas como dentaduras, devem ser higienizadas após cada refeição. A prótese deve ser segurada firmemente para evitar que caia e sofra uma fratura. O ideal é usar uma escova para prótese e um sabão neutro para remover resíduos de alimentos. Enxague abundantemente com água corrente.

 

Duas vezes por semana, é recomendado colocar as próteses, durante 30 minutos, em uma solução com 100ml de água e uma colher de chá de água sanitária ou vinagre branco. Também é preciso enxaguar bem. “Existem no mercado produtos efervescentes, que também são capazes de realizar essa função de limpeza”, afirma Malu.

 

Outro ponto importante é limpar gengiva, língua e bochechas com uma escova de dentes macia.

 

Vá ao dentista
Assim como em qualquer fase da vida, os idosos precisam visitar o dentista regularmente. Em casos controlados, o ideal é ir de seis em seis meses.

 

Beta
Terra 

Mais mulheres retiram mamas saudáveis para reduzir risco de câncer

seiosNos anos 1970, os defensores dos direitos das mulheres tinham muitas dúvidas em relação à mastectomia. Eles afirmavam que os cirurgiões – grupo que na época era formado quase que somente por homens – removiam as mamas rápido demais após o diagnóstico de câncer.

Mas hoje as coisas mudaram. Uma nova geração de mulheres exige que os médicos utilizem abordagens mais agressivas, e um número cada vez maior vem pedindo a retirada até de mamas saudáveis com o intuito de evitar o surgimento de um câncer.

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Os pesquisadores estimam que até 15 por cento das mulheres com câncer de mama – 30 mil casos ao ano – optam por retirar as duas mamas, decisão que, no final dos anos 1990, era tomada por 3 por cento das mulheres. Aparentemente a grande maioria dessas mulheres nunca realizou testes ou recebeu aconselhamento genético e toma a decisão com base em um medo exagerado de risco de reincidência.

Além disso, os médicos afirmam que é cada vez maior o número de mulheres que pede para se submeter à mastectomia sem ter recebido diagnóstico de câncer, amparadas pela existência de um risco genético. (Essas mulheres não constam dos bancos de dados de registro de câncer, por isso seu número é desconhecido).

‘O que enfrentamos é quase uma epidemia de mastectomia profilática’, afirmou a Dr. Isabelle Bedrosian, oncologista cirúrgica do Centro Oncológico M.D. Anderson, em Houston. ‘Eu acredito que a comunidade médica tenha notado. Por que as mulheres têm optado pela cirurgia, se não temos dados que expressem essa necessidade do ponto de vista oncológico?’

Um dos motivos talvez sejam as campanhas intermináveis de conscientização que incutiram nas mulheres um medo permanente da doença. É possível que os aprimoramentos das cirurgias de reconstrução também estejam contribuindo com essa tendência, bem como o anúncio público de celebridades sobre a decisão de realizar a mastectomia preventiva.

Allyn Rose, 24 anos, representante do estado de Washington D.C. no concurso Miss Estados Unidos, esteve nas manchetes este mês, quando anunciou seus planos de remover as duas mamas após o concurso. A mãe e a avó da modelo morreram de câncer de mama. A personalidade televisiva Giuliana Rancic, 37 anos, e a atriz Christina Applegate, 41 anos, também anunciaram publicamente que realizariam a mastectomia dupla após receberem o diagnóstico de câncer de mama em estágio inicial.

‘Não encontraremos outros órgãos que as pessoas retirem do corpo porque estão preocupadas em relação a uma doença’, afirmou o historiador da área médica Dr. Barron H. Lerner, autor do livro ‘The breast cancer wars’ (2001). ‘Como o câncer de mama possui grande carga emocional e recebe muita atenção, eu acredito que as mulheres às vezes se sintam obrigadas a agirem da forma mais proativa possível. Essa é uma característica social da doença.’

A maior parte dos dados sobre mastectomia profilática é da Universidade de Minnesota, onde os pesquisadores estudaram as tendências de realização da mastectomia contralateral (remoção da mama saudável junto com a mama afetada) de 1998 a 2006. O Dr. Todd M. Tuttle, chefe de cirurgia oncológica, afirmou que as taxas de mastectomia dupla mais que dobraram no período e essa tendência não apresentou sinais de diminuição.

A partir dessas tendências e fazendo uso de relatórios sem comprovação científica, Tuttle estima que pelo menos 15 por cento das mulheres que receberem o diagnóstico de câncer de mama se submeterão à retirada também da mama saudável. ‘São as mulheres mais jovens que estão fazendo isso’, afirmou.

O risco de mulheres com câncer de mama desenvolverem câncer na outra mama é de aproximadamente 5 por cento ao longo de 10 anos, afirmou Tuttle. Mas um estudo realizado pela Universidade de Minnesota descobriu que as mulheres estimam que esse risco seja de mais de 30 por cento.

‘Eu acredito que existam mulheres que superestimem de forma acentuada o risco de terem câncer’, afirmou.

A maioria dos especialistas concorda que a mastectomia dupla é uma opção razoável para as mulheres com risco genético acentuado e que possuam o gene de câncer de mama. Esse foi o caso de Allison Gilbert, de 42 anos, escritora do condado de Westchester, em Nova York, que descobriu o risco genético após perder a avó para um câncer de mama e mãe para um câncer de ovário.

Mesmo assim, ela adiou a decisão de realizar a mastectomia preventiva até perder a tia para uma forma agressiva de câncer de mama. Ela realizou uma mastectomia dupla em dezembro. (A escritora já havia removido os ovários).

‘Eu acreditava que as mulheres de minha família não tinham como evitar a fatalidade’, afirmou Gilbert, autora do livro ‘Parentless parents’ (2011), sobre como os pais de uma pessoa influenciam na forma como ela criar seus filhos. ‘Aqui tive uma oportunidade maravilhosa de saber o que tenho e de agir em relação a isso e, se Deus quiser, estarei presente mais tempo na vida de meus filhos.’

Mas ela afirma que a decisão não foi tomada facilmente. A mastectomia dupla e a reconstrução exigem uma cirurgia de no mínimo 11 horas e meia e recuperação intensa. Ela obteve aconselhamento genético, participou de um grupo de apoio e examinou suas opções.

Contudo, os médicos afirmam que muitas mulheres não estão assim tão bem informadas ao tomar a decisão. No mês passado, pesquisadores da Universidade de Michigan divulgaram um estudo envolvendo mais de 1.446 mulheres que tiveram câncer de mama. Quatro anos depois do diagnóstico, 35 por cento pensavam em remover a mama saudável e 7 por cento já a tinham removido.

Notadamente, o risco de reincidência de câncer não era alto para a maioria das mulheres que retiraram as duas mamas. Na verdade, os estudos sugerem que a maioria das mulheres que se submetem à mastectomia dupla nunca realiza testes ou busca aconselhamento genético.

‘O câncer de mama toca muito o sentimento das pessoas, e elas percebem a mama diferentemente de um braço ou uma parte necessária do corpo que utilizamos todos os dias’, afirmou Sarah T. Hawley, professora adjunta de medicina interna da Universidade de Michigan. ‘As mulheres sentem que têm total escolha sobre essa parte do corpo, e dizem: ‘quero deixar o problema para trás, não quero mais ter que me preocupar’.’

MSN

Especialistas alertam para riscos da hipertensão e defendem hábitos saudáveis

 

hipertensaoNo Dia Nacional de Combate à Hipertensão, lembrado na quinta (25/4), especialistas alertam para os riscos da doença, que pode causar problemas cardíacos, renais e mesmo cerebrais. Todos os anos, cerca de 300 mil brasileiros morrem em decorrência de doenças cardiovasculares resultantes da chamada pressão alta.

De acordo com o coordenador do Centro de Hipertensão da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, o cardiologista Lucimir Maia, o sedentarismo, o excesso de peso e o excesso de sal nos alimentos, além do estresse, do tabagismo e do alcoolismo, estão entre os principais fatores de risco para a hipertensão.

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Hábitos como dormir bem, praticar atividades físicas e se alimentar de maneira saudável, segundo ele, fazem parte do tratamento indicado para hipertensos e também como forma de prevenir o problema. Se não for controlada, a pressão alta pode provocar lesões nos rins, cegueira e até demência (perda de memória).

Para a professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), cardiologista Maria Cláudia Irigoyen, a hipertensão deve ser vista como uma doença traiçoeira por ser silenciosa, ou seja, por não apresentar sintomas específicos. “Uma eventual dor de cabeça, um sangramento no nariz ou uma tontura pode ser sinal de que a pessoa está com o problema”, alerta

Ela ressaltou que quem tem casos da doença na família pode apresentar o quadro de forma mais precoce. “Quem é filho de hipertenso tem de medir a sua pressão, porque é a única forma de saber se tem ou não [a pressão alta], mas não quer dizer que obrigatoriamente terá a doença”.

“[O índice] 14 por 9 seria o limite daquilo que a gente pode aceitar como pressão normal. Embora a gente diga que a pressão ideal seja 12 por 8, se aceita até 14 por 9, pois ainda está dentro de uma faixa de normalidade. A partir daí sim, nós temos de tomar cuidado, tomar providências”, concluiu.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que mais de um terço das pessoas no mundo tem pressão alta. Em 2008, 40% dos adultos com 25 anos ou mais sofriam de hipertensão. No mesmo ano, 17,3 milhões de pessoas morreram apenas em razão de doenças cardiovasculares. Cerca de 80% dos óbitos provocados por doenças não transmissíveis são registrados em países de baixa e média renda.

Agência Brasil

Adolescentes podem manter dentes saudáveis e brilhantes

adolescentesA melhor maneira de se ter dentes saudáveis e um sorriso bonito é continuar com os bons hábitos de higiene bucal adquiridos na infância. Independentemente do uso de aparelhos ortodônticos, o importante é:

– Escovar os dentes no mínimo três vezes ao dia usando um creme dental com flúor para remover a placa bacteriana, que é a principal causa da gengivite e das cáries.
– Usar fio dental diariamente para remover a placa bacteriana instalada entre os dentes e sob a linha da gengiva. Se a placa não for retirada diariamente, pode endurecer e formar o tártaro, uma substância amarelada e de aparência desagradável.
– Limitar a ingestão de açúcar e alimentos que contém amido, principalmente os pegajosos (que grudam na superfície dos dentes).
– Consultar o dentista periodicamente para um exame profissional detalhado e uma limpeza ou profilaxia.
Uma boca asseada e bem cuidada não somente prolonga a vida dos dentes como também faz o indivíduo se sentir bem, com hálito fresco e um sorriso mais bonito.

Sobre que assuntos especiais, relacionados com os dentes, os jovens deveriam estar informados?
Problemas dentários podem acontecer na adolescência e, infelizmente, eles realmente acontecem. Com mais informações sobre temas que afetam a saúde bucal, as escolhas se tornam mais fáceis.

Ortodontia – Muitos adolescentes e pré-adolescentes precisam usar aparelhos para corrigir os dentes mal posicionados ou muito juntos, e o mau alinhamento das arcadas. É mais difícil cuidar de dentes que não se ajustam bem. Esses dentes correm o risco de precisarem ser extraídos e causam um esforço extra nos músculos da mastigação. A avaliação de um Ortodontista poderá determinar se você precisa usar aparelho e qual o tratamento correto. O uso de aparelho exige uma escovação ainda mais rigorosa.

Protetores bucais – Se você pratica esportes, estes protetores são indispensáveis para proteger seu sorriso. Os protetores bucais geralmente cobrem os dentes superiores e são feitos para evitar que eles sejam traumatizados, que os lábios sofram cortes ou que outros possíveis danos ocorram na sua boca. Se você usar aparelho ortodôntico ou prótese na arcada inferior, seu dentista poderá sugerir que você também use um protetor para os dentes inferiores.

Nutrição – A alimentação tem um papel fundamental na sua saúde bucal. Os açúcares e amidos em muitos alimentos e bebidas contribuem para a formação da placa bacteriana, que destrói o esmalte do dente. Reduza a ingestão de lanches e refrigerantes. Cada vez que você consome alimentos e bebidas que contém açúcar ou amidos, os ácidos atacam seus dentes durante 20 minutos ou mais. A adoção de uma dieta equilibrada, baseada nos cinco grupos de alimentos, pode fazer uma grande diferença para a saúde de sua boca. Como lanche, escolha alimentos nutritivos, como, por exemplo, queijo, verduras cruas, iogurte natural ou frutas.
Fumo – Se você não fuma ou nem mastiga tabaco, resista e não comece com esses hábitos. Eles podem manchar seus dentes e gengivas, tornar mais forte a mancha do tártaro que se acumula nos dentes e produzir mau hálito, além de outros problemas de saúde. Com o passar do tempo, o fumo e o hábito de mastigar tabaco aumentam o risco de gengivite e câncer na boca. Se você faz uso do tabaco, informe seu dentista e seu médico e avise-o se houver qualquer problema bucal.

“Piercing” na boca – apesar da sua popularidade, este tipo de “piercing” pode causar complicações tais como infecções, sangramento incontrolável ou danos a um nervo. Você também corre o risco de engasgar com os pinos e argolas. As joias de metal podem danificar seus dentes e sua gengiva. Se estiver pensando em fazer “piercing” oral, fale com seu dentista. Ele poderá ajudá-lo a fazer uma escolha mais segura.

Distúrbios alimentares – a bulimia (comer demais e vomitar) e a anorexia (medo excessivo de ganhar peso que, muitas vezes, resulta em vômitos) são problemas graves de saúde que afetam diretamente a aparência dos dentes, corroendo o esmalte. O dentista pode corrigir o esmalte deteriorado, mas não pode tratar o distúrbio alimentar, que pode levar ate à morte e deve ser tratado com um psicólogo. Se você tem – ou acha que tem – um distúrbio deste gênero, fale com seu médico.

O que fazer para deixar meus dentes mais brancos?
Uma boa limpeza ou profilaxia, feita por seu dentista, remove a maior parte das manchas externas causadas pelos alimentos e pelo tabaco. O uso de um creme dental branqueador especial também pode ajudar a remover estas manchas até o momento da sua próxima consulta. Se seus dentes estiverem manchados há muito tempo, é possível que você tenha que fazer um tratamento profissional para branqueá-los.

As manchas internas podem ser branqueadas ou recobertas (coroa). Todos estes métodos são seguros e trazem bons resultados. Seu dentista poderá recomendar o tratamento apropriado que depende do estado dos seus dentes e dos resultados desejados.

 

Conteúdo oferecido por: © 2012 Colgate-Palmolive Company

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