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Polo UAB de Alagoa Grande (PB) consegue nota satisfatória do Inep

 

Coordenadores do curso e a equipe do Polo

Uma equipe de professores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira ((Inep)), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), esteve fazendo uma visita ao Polo da Universidade Aberta do Brasil (UAB/UFPB) de Alagoa Grande, no dia 26 de novembro último, para avaliar e reconhecer o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas.

Na oportunidade, analisaram aspectos como infraestrutura e instalações, desempenho de estudantes, recursos didático-pedagógicos e corpo docente, objetivando definir o que é denominado de Conceito Preliminar de Curso, que aponta um indicador que vai de 1 a 5.

Coordenadora Roseane entre os dois avaliadores

A coordenadora do Polo UAB/Alagoa Grande, Roseana Palmeira dos Santos, explicou que os observadores do Inep fizeram vários questionamentos e, consequentemente, ouviram muitas respostas, o que gerou expectativa e ansiedade em todos – alunos, docentes, tutores e coordenação – para saber qual seria a escala numérica alcançada. “Para alívio geral a nota obtida foi 4, o que significa que o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas está atendendo plenamente aos critérios de qualidade para funcionamento”, completou.

Para Roseana, isso demonstra que o Inep reconheceu o esforço e a atenção dedicada pela atual gestão no processo de formação do cidadão alagoagrandense. “É a consolidação do sonho de se fazer uma educação democrática e para todos”.

Ela afirmou que o resultado confirma que o caminho trilhado é o judicioso, embora esteja ciente que é preciso melhorar para alcançar a nota máxima. Acrescentou, também, que a avaliação foi uma injeção de ânimo e empolgação para continuar a trajetória com vistas a acertar cada vez mais.

“Quero dedicar essa conquista a equipe que se empenhou durante todo esse percurso do Curso Licenciatura em Ciências Biológicas nesse Polo, sobretudo ao professor Rafael Torquemada, às tutoras presenciais Jacinta e Juliana, e aos alunos que estiveram presentes nesse processo avaliativo”, destacou.

Redação/Focando a Notícia

Gordinhas que se orgulham de seus corpos têm vida sexual mais satisfatória

Gordinhas que aprenderam a ignorar pressão social de serem magras e passaram a amar seus corpos como eles são têm vidas sexuais mais satisfatórias.

Pesquisadores da Texas Christian University (EUA) desenvolveram um estudo sobre o tema, selecionando 36 mulheres que se identificavam como “gordas”. Elas foram selecionadas através de organizações que promoviam a aceitação de tamanho e pesavam entre 98 e 227 quilos.

Os depoimentos das mulheres mostraram que quase todas já sentiram vergonha de seus corpos, se ridicularizaram e fizeram diversas tentativas de emagrecerem. Apesar disso, 72% das participantes do estudo (26 pessoas) aprenderam a aceitar o corpo que tinham e assim conseguiram iniciar relacionamentos amorosos mais satisfatórios.

Porém, nem todas estavam satisfeitas com seus pesos, e algumas afirmaram terem passado por experiências sexuais negativas ou se absterem completamente de sexo.

A literatura médica tem estudos que mostram que a auto-imagem corporal está relacionada a menor satisfação sexual, já que altos níveis de desconforto com o próprio corpo diminuem o prazer obtido com a relação, diminuindo também a excitação, a confiança e a auto-estima.

Como o estigma social contra pessoas que estão acima do peso é muito forte, mulheres gordas são especialmente suscetíveis a serem negativamente afetadas por essa questão. Elas são comumente identificadas pela sociedade como preguiçosas, feias e assexuadas.

Para elas, desenvolver orgulho de seus corpos é um ato que faz com que elas se sintam mais poderosas e consigam se concentrar em desenvolver relacionamentos consigo mesmas e com seus parceiros que sejam positivos do ponto de vista emocional e físico.

Desenvolver o amor próprio pode proteger mulheres passando por esse problema das mensagens negativas sendo veiculadas na mídia ou que circulam na sociedade. A ajuda de um profissional pode ser indicada em determinados casos.

A pesquisa foi publicada no periódico Fat Studies.

R7