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Corinthians vence Santos e fica em vantagem no paulista

Em um clássico com três falhas do setor defensivo, venceu quem errou menos. O Corinthians aproveitou melhor as oportunidades e derrotou o Santos por 2 a 1 neste domingo, em Itaquera, no jogo de ida das semifinais do Campeonato Paulista.

O zagueiro Manoel apareceu entre os zagueiros adversários e abriu o placar para o time da casa. Mas Cássio falhou e permitiu o Santos empatar com Derliz González com sete minutos de partida. Ainda na etapa inicial, Luiz Felipe afastou mal e a bola sobrou para Clayson garantir a vitória.

O resultado deixa a equipe de Fábio Carille com a vantagem do empate no duelo de volta, marcado para segunda-feira, às 20h, no Pacaembu. Se o Santos ganhar por um gol de diferença a decisão da vaga vai para os pênaltis. Na outra semifinal, Palmeiras e São Paulo empataram o primeiro jogo sem gols no Morumbi e jogam novamente no domingo, no Allianz Parque.

O Corinthians volta a campo na quarta-feira, quando receberá o Ceará na partida de volta da terceira fase da Copa do Brasil. O time paulista venceu a ida, fora de casa, por 3 a 1. Pela mesma competição, o Santos visitará o Atlético-GO na quinta-feira no primeiro confronto entre as equipes.

Em Itaquera, quem esperava o Santos tocando de um lado ao outro e o Corinthians com suas duas linhas de quatro esperando a falha do adversário teve de esperar os surpreendentes dez minutos iniciais. Sornoza cruzou da esquerda logo aos três, Manoel apareceu livre entre os zagueiros adversários e mandou de cabeça para as redes.

A resposta do Santos veio em seguida também na bola parada. Jean Mota cobrou escanteio da direita, Cássio saiu mal e deixou a bola escapar. Derliz González aproveitou e fez: 1 a 1. Só a partir daí as coisas voltaram ao normal. O Corinthians adotou o mesmo padrão dos jogos com a Ferroviária, postura diferente do duelo com o Santos pela primeira fase. Em vez de marcar sob pressão, esperava o adversário em seu campo de defesa.

O Santos era o mesmo, girava a bola com passes curtos até chegar aos pés do goleiro Vanderlei, deixando seu torcedor sem ar. Faltava um finalizador no ataque. As equipes tinham dificuldade para criar até que veio mais uma falha. O zagueiro Luiz Felipe afastou de cabeça nos pés de Clayson, que cortou Victor Ferraz na esquerda e bateu cruzado no canto oposto de Vanderlei para marcar.

Nos minutos finais da primeira etapa, o zagueiro Felipe Aguilar se chocou com Danilo Avelar e desmaio na pequena área. O jogador deixou o campo de ambulância e deu lugar a Lucas Veríssimo. De acordo com a assessoria de imprensa do Corinthians ele recebeu atendimento no posto médico do estádio e depois foi encaminhado “consciente e responsivo” ao Hospital Sírio Libanês.

No segundo tempo, Sampaoli colocou Rodrygo na vaga de Cueva para tentar dar mais mobilidade ao ataque. O Santos até tentou esboçar uma pressão. Mas o Corinthians era mais eficiente. Clayson mandou de bicicleta e Vanderlei quase soltou nos pés de Vagner Love.

O Corinthians não deixava o Santos criar. Apesar de ter menos posse de bola, a equipe de Carille segurava o adversário na intermediária. O time visitante passou a tentar mais as laterais do campo, mas não tinha um centroavante para finalizar. Luiz Felipe teve a chance de se redimir nos minutos finais, mas cabeceou por cima garantindo a vitória aos anfitriões.

FICHA TÉCNICA:

CORINTHIANS 2 X 1 SANTOS

CORINTHIANS – Cássio; Fagner, Manoel, Henrique e Danilo Avelar; Ralf, Junior Urso e Sornoza (Richard); Vagner Love (Pedrinho), Gustagol e Clayson (Mateus Vital). Técnico: Fábio Carille.

SANTOS – Vanderlei; Victor Ferraz, Aguilar (Lucas Veríssimo), Luiz Felipe Jonatan; Alison, Diego Pituca, Carlos Sánchez (Soteldo), Jean Mota e Cueva (Rodrygo); Derliz González. Técnico: Jorge Sampaoli.

GOLS – Manoel, aos 3, Derliz González, aos 7, e Clayson, aos 31 minutos do primeiro tempo.

ÁRBITRO – Vinícius Gonçalves Dias Araújo.

CARTÕES – Sornoza (Corinthians); Vanderlei e Alison (Santos)

PÚBLICO – 39.919 pagantes.

RENDA – R$ 2.467.185,50.

LOCAL – Arena Corinthians, em São Paulo.

 

 

Estadão

 

 

Após confusão no Pacaembu, Santos empata com o Independiente

Em partida de pouca criatividade e muita “pilha”, o Santos empatou em 0 a 0 com o Independiente (ARG) na noite desta terça-feira (28), no Pacaembu. Com o resultado, o time alvinegro está por ora eliminado por conta da punição da Conmebol. A partida terminou antes do fim, aos 35 minutos do segundo tempo, por conta de arremessos de bomba e tentativas de invasão ao gramado.

A confederação declarou o Santos como derrotado por 3 a 0 na ida, em Avellaneda, pela suposta escalação irregular de Carlos Sánchez. Em campo, as equipes empataram em 0 a 0 lá.

O clube alvinegro promete ir até as “últimas consequências” pela reversão do resultado. Se obter sucesso, o 0 a 0 da ida seria mantido e, com o mesmo placar na volta, a Conmebol precisaria encontrar solução, como uma disputa de pênaltis ou nova partida entre os clubes.

Se não obter sucesso, o Santos será eliminado nas oitavas de final da Libertadores. O Independiente espera para enfrentar Racing ou River Plate nas quartas.

Gabriel lamenta chance perdida pelo Santos
Gabriel lamenta chance perdida pelo Santos

Foto: Léo Pinheiro / Framephoto / Estadão Conteúdo

O jogo

Motivado pela decisão da Conmebol, o Santos transformou a raça em pilhação e errou muitos passes, exagerou nas faltas e pouco criou.

A maioria das jogadas foram tentadas pelo alto – e em vão. O melhor lance veio numa arrancada de Rodrygo, com passe perfeito para Gabigol. O camisa 10, sozinho, parou no goleiro Campana, aos sete minutos.

O Independiente, copeiro, picou o jogo, valorizou cada saída de bola e deixou o tempo passar.

O time paulista só voltou a finalizar aos 30 minutos, quando Derlis González atravessou o jogo e Bruno Henrique chutou colocado, mas fraco, para o goleiro encaixar.

Sanchez foi titular no time do Santos
Sanchez foi titular no time do Santos

Foto: Bruno Ulivieri / Dia Esportivo / Estadão Conteúdo

Aos 38, Sánchez enfiou boa bola para Gabigol na ponta direita. O atacante chutou cruzado e Campana desviou para escanteio.

E aos 43, quase veio o castigo. Sánchez cobrou um de vários escanteios ruins e, após contra-ataque perfeito, o goleiro Vanderlei cometeu pênalti com a defesa exposta e três dos visitantes contra um. O camisa 1 deu esperança à equipe e defendeu a cobrança de Meza.

A nova tentativa do técnico Cuca num 4-4-2 com quatro atacantes não funcionou, mesmo com o diferencial de Rodrygo pela esquerda e Bruno Henrique por dentro. Faltou criatividade na etapa inicial.

Derlis González é marcado por Alan Franco e Meza
Derlis González é marcado por Alan Franco e Meza

Foto: Léo Pinheiro / Framephoto / Estadão Conteúdo

O zero permanece

O Santos voltou para o segundo tempo com esquema tático diferente (e corrigido). Bryan Ruiz entrou na vaga de Bruno Henrique.

Sem quatro atacantes, o time alvinegro passou a criar mais. Aos seis minutos, Victor Ferraz cruzou e Gabigol, na pequena área, desviou para fora. E aos 10, Sánchez cruzou, Bryan Ruiz e Gustavo Henrique desviaram e a bola foi para fora.

A resposta do Independiente veio quando o placar marcava 17 minutos. Francisco Silva chutou de fora da área e Vanderlei se esticou inteiro para defender com a ponta dos dedos.

O Independiente passou a dominar o jogo e ficar mais perto do gol. O Santos piorou com o passar do tempo e viu uma bola no travessão de Vanderlei, em chute de Hernández aos 28.

Aos 35, após uma bomba no gramado, o jogo foi paralisado. Outras foram arremessadas e, com tentativas de invasão e policiamento em campo, a arbitragem encerrou a eliminatória.

Torcida do Santos contra o Independiente na noite dessa terça (28), no estádio Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), Zona Oeste de São Paulo, SP.
Torcida do Santos contra o Independiente na noite dessa terça (28), no estádio Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), Zona Oeste de São Paulo, SP.

Foto: Léo Pinheiro / Framephoto / Estadão Conteúdo

FICHA TÉCNICA

SANTOS 0 X 0 INDEPENDIENTE

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data: 28 de agosto de 2018, terça-feira

Horário: 19h30 (de Brasília)

Árbitro: Julio Bascúnan (CHI)

Assistentes: Carlos Astroza (CHI) e Claudio Rios (CHI)

Cartões amarelos: Gustavo Henrique, Alison e Derlis González (Santos); Brítez e Bustos (Independiente)

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Lucas Veríssimo (Robson Bambu) e Diego Pituca; Alison (Jean Mota), Carlos Sánchez e Derlis González; Rodrygo, Gabigol e Bruno Henrique (Bryan Ruiz)

Técnico: Cuca

INDEPENDIENTE: Campaña; Figal, Brítez, Franco e Gastón Silva; Francisco Silva, Bustos (Domingo) e Pablo Hernández; Silvio Romero (Braian Romero), Meza e Gigliotti

Técnico: Ariel Holan

 

 

Gazeta Esportiva

Cruzeiro bate Santos nos pênaltis e avança na Copa do Brasil

O Santos foi guerreiro. Ao iniciar o jogo, no Mineirão, na noite desta quarta-feira, em confronto válido pelas quartas de final da Copa do Brasil, o Peixe entrou em campo com o placar contrário. Na partida de ida, a Raposa venceu por 1 a 0. Na volta, o clube da Vila Belmiro resolveu complicar: no tempo normal conseguiu vencer por 2 a 1, de virada. Nos pênaltis, no entanto, o goleiro Fábio brilhou, defendeu todas as cobranças e o Cruzeiro classificou-se com 3 a 0.

O Cruzeiro foi superior na maior parte do jogo. Nos dois tempos, a Raposa conseguiu criar mais e ter chances para fazer gols. O Santos, porém, em alguns momentos chegava, mas ainda foi um Peixe travado, com pouca criatividade

Fábio defendeu três pênaltis e foi o destaque da partida
Fábio defendeu três pênaltis e foi o destaque da partida

Foto: Thomas Santos / Agif / Estadão Conteúdo

Primeiro tempo

Precisando do resultado, o Santos entrou em campo com uma postura ofensiva. O técnico Cuca colocou sua equipe com quatro homens de frente, em busca de um gol logo no início da partida para dar tranquilidade do empate no placar agregado.

Nos primeiros minutos o técnico Cuca precisou fazer uma substituição em sua equipe. O zagueiro Luiz Felipe sentiu a coxa esquerda e precisou deixar o gramado. Gustavo Henrique foi chamado.

O Cruzeiro marcava a saída de bola do Santos. Os primeiros minutos começaram intensos e para a Raposa o resultado apareceu. Aos 12 minutos, Thiago Neves recebeu na direita, cortou para o meio e chutou rasteiro para abrir o placar.

Aos 14, o Santos teve uma grande chance. Em cruzamento na área, após falta em Rodrigo, Gustavo desviou de cabeça e levou muito perigo ao time do Cruzeiro.

O tento deixou o jogo mais lento. O Cruzeiro passou a estudar mais as jogadas e deixava o confronto amarrado. O Santos não conseguia infiltrar na defesa azul. Vale ressaltar que o time de Mano Menezes não estava fechado. A principal aposta de Cuca era Rodrygo, mas o setor ofensivo do Peixe não vivia bom momento.

Quando o primeiro tempo caminhava para o final, aos 41 minutos, o Santos conseguiu o empate na partida. Em ótimo chute de Gabriel, de fora da área, a bola pegou na bochecha da meta de Fábio.

O gol colocou o Santos novamente na partida. No placar agregado, neste momento, a partida estava em 2 a 1.

Thiago Neves abriu o placar para o Cruzeiro
Thiago Neves abriu o placar para o Cruzeiro

Foto: Alessandra Torres / Eleven / Estadão Conteúdo

Segundo tempo

Na volta para a etapa complementar, o Cruzeiro assustou o Santos logo aos 9 minutos. Em cobrança de escanteio, a bola chegou até o zagueiro Dedé. Ele desviou de cabeça e a redonda parou na trave do goleiro Vanderlei. No rebote, a defesa conseguiu proteger a redonda e o arqueiro segurou firme.

Na medida que o tempo ia passando, o Cruzeiro mostrava quem mandava no jogo. No lance seguinte, o Cruzeiro fez uma bela jogada, uma troca de passes envolvente entre seus homens de meio campo, Robinho, Arrascaeta e Thiago Neves, finalizando com o lateral Edilson, na cara do gol, mas a zaga tirou em cima da linha.

O Santos seguia com grande dificuldade para criar seus lances no meio campo. Com isso, a bola chegava com mais dificuldade na frente. Rodrygo que não estava acostumado a jogar centralizado, praticamente como um armador, tinha dificuldades para cumprir a função.

Após os 30 minutos, o Santos passou a ficar com a bola nos pés. O Cruzeiro se fechou. O Peixe trocava passes, tentava de todos os lados. Em cruzamento da direita, a bola chegou em Bruno Henrique que mandou para o fundo das redes.

O Cruzeiro se mandou para o ataque. Aos 42, a Raposa quase conseguiu o empate. Rafinha aproveitou o rebote dentro da área e chutou e Vanderlei fez uma defesa milagrosa.

Gabigol empatou para o Santos ainda no primeiro tempo
Gabigol empatou para o Santos ainda no primeiro tempo

Foto: Giazi Cavalcante / Código19 / Estadão Conteúdo

Pênaltis:

Lucas Silva – gol

Bruno Henrique – perdeu

Raniel – Gol

Rodrygo – perdeu

David – Gol

Jean Mota – perdeu

FICHA TÉCNICA

CRUZEIRO 1 (3) X 2 (0)SANTOS

Local: Mineirão, Belo Horizonte (MG)

Data: 15 de agosto de 2018 (Quarta-feira)

Horário: 19h30 (de Brasília)

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)

Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Alessandro Alvaro Rocha de Matos (BA)

Gols: Thiago Neves, aos 9 minutos do primeiro tempo (Cruzeiro); Gabriel, aos 41 minutos do primeiro tempo, Bruno Henrique, aos 38 minutos do segundo tempo (Santos)

Cartões: Gustavo Henrique, Gabriel (Santos); Edilson (Cruzeiro)

CRUZEIRO: Fábio, Edilson, Dedé, Léo e Egídio; Henrique, Lucas Silva, Robinho (Rafinha), Thiago Neves e De Arrascaeta (David); Hernán Barcos (Raniel)

Técnico: Mano Menezes

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Luiz Felipe (Gustavo Henrique) e Dodô; Renato (Daniel Guedes), Diego Pituca e Artur Gomes (Jean Mota); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabigol.

Técnico: Cuca

Gazeta Esportiva

Justiça determina retorno de Gustavo Santos para presidência da Câmara de Santa Rita

Gustavo Santos foi citado para apresentar sua defesa e tem um prazo de dez dias para se pronunciar (Foto: Reprodução)

A Justiça determinou o retorno do presidente da Câmara de Vereadores de Santa Rita ao cargo por meio de uma liminar concedida na última terça-feira (10). Gustavo Santos havia sido afastado do cargo no dia 3 de abril para que denúncias contra sua gestão fossem apuradas em uma comissão instalada na Câmara.

Os próprios vereadores decidiram afastar Gustavo Santos por 14 votos a 3. Com a decisão em plenário, foi instalada uma comissão processante e as investigações começaram no processo que poderia cassar seu mandato.

De acordo com Anésio Miranda, presidente da comissão processante instalada, “a 5ª Vara Mista da Comarca de Santa Rita concedeu a liminar com a condição do presidente não interferir no trabalho da comissão processante”. Gustavo Santos foi citado para apresentar sua defesa e tem um prazo de dez dias para se pronunciar.

Após todo o trâmite previsto na comissão processante, deve ser elaborado um relatório sobre o caso para votação no plenário. A Câmara apura denúncias de descumprimento da tramitação de projetos e leis, além de gratificação indevida.

De acordo com a denúncia, Gustavo Santos teria atrasado por até seis meses a tramitação de projetos de lei que não tinham sua aprovação política. Ele ainda teria recebido R$ 5 mil referente a uma gratificação indevida.

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Santos joga mal, empata com Sport e perde chance de disputa

Poucas vezes a Justiça é feita no futebol, mas nesta quinta-feira ela prevaleceu. Até os 38 minutos do segundo tempo o Santos conquistava uma vitória que o deixaria a sete pontos do líder do Brasileirão. Com gol no início, marcado por Ricardo Oliveira, o Peixe relaxou, recuou e nada mais acertou. O Sport pressionou e exigiu de Vanderlei de todas as maneiras possíveis, mas só no fim, com Rogério, de cabeça, o Leão da Ilha conseguiu empatar em 1 a 1.

Sport 1x1 Santos
Sport 1×1 Santos

Foto: pablokennedy / LANCE!

Os três minutos iniciais fizeram o santista acreditar que teria uma vitória fácil. Antes de balançar as redes, Ricardo Oliveira já havia chegado na cara do gol pelo lado esquerdo, mas chutou fora. Dois minutos depois, Jean Mota deixava o camisa 9 com vantagem sobre Durval. O chute nem tão forte de pé esquerdo passou do lado de Magrão e rente a trave, para o fundo do gol.

Logo depois, Vanderlei Luxemburgo desistiu de lançar André, Diego Souza, Patrick e Osvaldo à frente ao mesmo tempo e fez o quarteto rodar a bola e se aproximar do meio de campo. Por esse caminho, o Leão da Ilha voltava a ser o mandante.

Osvaldo, pelo lado direito do ataque, passou a ser a arma do Sport. Quando não, Raul Prata, pelo mesmo lado, alçava bola na área de Vanderlei, que viu o chuveirinho durante todo o primeiro tempo.

Acostumado a contra-atacar, o Santos não contou com a velocidade de Bruno Henrique e de Copete. O primeiro ainda está machucado, enquanto o segundo começou no banco de reservas, por opção. Mais uma vez a opção de Levir Culpi chamou a atenção. O meia Serginho, que tinha apenas cinco jogos na temporada, foi o escolhido para fechar a linha de três pela direita. Depois, mudou de lado para neutralizar as subidas de Raul Prata e Osvaldo.

Foram dez finalizações do Sport só no primeiro tempo. Nem mesmo Lucas Veríssimo e David Braz, zagueiros que estavam aguentando o tranco, passaram impunes. Vanderlei foi o responsável por três defesas difíceis, que fizeram o Sport perder a paciência.

O Alvinegro, apesar do alto número de cartões amarelos levados, parecia calmo e optava pelas faltas para retardar a partida. Inclusive, Yuri, amarelado, saiu pelo risco de expulsão. Vecchio, seu substituto, levou cartão com um minuto em campo. Quando tinha a bola no campo de ataque, o Peixe tinha pressa, mas para se livrar da bola. Matheus Jesus desperdiçou duas vezes. Em uma, a bola passou longe do gol.

De tanto insistir, o Sport enfim conseguiu passar por Vanderlei, com Rogério, de cabeça, sozinho na frente do goleiro após lançamento da esquerda.

O Santos ainda voltou a acertar um contra-ataque que deixou Kayke cara a cara com Magrão. O camisa 11 chutou por cima a bola e provavelmente a chance do Peixe brigar pelo título.

Agora, a diferença do Santos para o líder é de nove pontos. Na próxima rodada, o Peixe recebe o Atlético-GO, no domingo, na Vila Belmiro, O Sport, vai a 14º e fica a três pontos da zona de rebaixamento. No domingo, encara o Atlético-PR fora de casa. FICHA TÉCNICA
SPORT 1 X 1 SANTOS 

Local: Ilha do Retiro, Recife (PE)
Data-Hora: 19/10/2017 – 21h
Árbitro: Dewson Freitas da Silva (Fifa-PA)
Auxiliares: Fabiano da Silva Ramires (ES) e Jose Ricardo Guimaraes Coimbra (PA)
Público/renda: 16.377 pagantes/Não disponível
Cartões amarelos: Wesley (SPT), Matheus Jesus, Lucas Veríssimo, Yuri, Vacchio e Copete (SAN)
Cartões vermelhos: 
Gols: Ricardo Oliveira (3’/1ºT) (0-1), Rogério (38’/2ºT) (1-1)

SPORT: Magrão; Raul Prata (Samuel Xavier, no intervalo), Durval, Oswaldo Henríquez e Sander; Patrick, Wesley (Juninho, no intervalo) e Rithely, Diego Souza, Osvaldo (Rogério, aos 28’/2ºT) e André. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

SANTOS: Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Yuri (Vecchio, aos 10’/2ºT), Matheus Jesus e Lucas Lima; Serginho (Copete, no intervalo), Jean Mota e Ricardo Oliveira (Kayke, aos 37’/2ºT). Técnico: Levir Culpi.

Lance

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Corinthians empata com Cruzeiro e vê Santos a oito pontos de distância

O Corinthians viu sua vantagem na primeira colocação do Campeonato Brasileiro diminuir na 26ª rodada. Na tarde deste domingo, no primeiro jogo do Cruzeiro após o título da Copa do Brasil, os dois clubes empataram por 1 a 1, no Estádio do Mineirão.

A 12 rodadas do fim do torneio nacional, o Corinthians contabiliza 55 pontos ganhos, oito a mais que o Santos, algoz do Palmeiras no sábado. O Cruzeiro, já classificado à Copa Libertadores, fica com 41 pontos, na sexta colocação do Campeonato Brasileiro.

Pela 27ª rodada, às 21 horas (de Brasília) do próximo dia 11 de outubro, o Corinthians encara o Coritiba, na arena de Itaquera. Às 21h45 do mesmo dia, em Porto Alegre, o Cruzeiro pega o Grêmio. Os duelos serão disputados após os compromissos da Seleção pelas Eliminatórias Sul-Americanas.

O Cruzeiro mandou no jogo durante o primeiro tempo e inaugurou o marcador aos 19 minutos. Alisson recebeu de Thiago Neves pela esquerda e acionou Diogo Barbosa. O lateral cruzou com precisão e o pequenino Rafinha cabeceou firme para abrir o placar.

A despeito do clima de festa pela recente conquista da Copa do Brasil, o Cruzeiro manteve a seriedade dentro de campo e não correu riscos durante o primeiro tempo. Nas poucas vezes em que foi exigido, o experiente goleiro Fábio defendeu com segurança.

Nos últimos minutos da etapa inicial, o centroavante Kazim recebeu de Jadson e completou para o fundo as redes, mas a arbitragem assinalou impedimento corretamente. Em jejum desde fevereiro, o corintiano contestou a marcação do assistente.

Em busca do empate, o técnico Fabio Carille voltou para o segundo tempo com Marquinhos Gabriel no lugar de Jadson e viu sua equipe melhorar. Balbuena chegou a cabecear para o gol após cobrança de falta de Maycon, mas a arbitragem, equivocadamente, marcou novo impedimento.

O Corinthians, mais desenvolto no campo de ataque, voltou a levar perigo em chute da entrada da área. Em uma jogada de pivô, Kazim recebeu de Rodriguinho e ajeitou para o companheiro completar. De mão trocada, o cruzeirense Fábio conseguiu espalmar.

O time visitante finalmente chegou ao empate seis minutos antes do final do tempo regulamentar. Após cruzamento de Clayson, Kazim cabeceou e a bola tocou no braço de Murilo dentro da área. O árbitro Rodolpho Toski Marques marcou pênalti, convertido pelo mesmo Clayson.

FICHA TÉCNICA

CRUZEIRO 1 x 1 CORINTHIANS

Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)

Data: 1º de outubro de 2017, domingo

Horário: 16 horas (de Brasília)

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (Fifa-PR)

Assistentes: Bruno Boschilia (Fifa-PR) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)

Cartões amarelos: Léo, Rafael Sóbis e Arrascaeta (CRU); Balbuena, Fagner, Romero e Guilherme Arana (COR)

Gols:

CRUZEIRO: Rafinha, aos 19 minutos do 1º Tempo

CORINTHIANS: Clayson, aos 39 minutos do 2º Tempo

CRUZEIRO: Fábio; Ezequiel, Léo, Murilo e Diogo Barbosa; Henrique, Lucas Romero, Rafinha, Thiago Neves (Lucas Silva) e Alisson (Élber); Rafael Sóbis (Arrascaeta)

Técnico: Mano Menezes

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel (Clayson), Maycon (Camacho), Jadson (Marquinhos Gabriel), Rodriguinho e Romero; Kazim

Técnico: Fábio Carille

Gazeta Esportiva

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Santos fica no zero com o Coxa e perde chance de encostar nos líderes

O Santos entrou em campo com a missão de tirar a diferença para os líderes do Campeonato Brasileiro, mas não soube aproveitar os tropeços dos rivais diretos. Cometendo muitos erros na hora de concluir e se safando de uma derrota por mais uma boa atuação de Vanderlei, o time da Baixada ficou no 0 a 0 com o Coritiba na noite deste domingo, no Couto Pereira.

Com o resultado, o Santos perde a chance de encostar no Grêmio, vice-líder, e no Corinthians, líder, que perderam pontos na rodada. Com 37 conquistados, o time continua três atrás dos gaúchos e dez atrás do rival, que entra em campo na próxima quarta, contra a Chapecoense, para fazer um jogo atrasado da 20ª rodada.

Na próxima vez em que entrar em campo, os comandados de Levir Culpi terão pela frente o Cruzeiro, em jogo marcado para as 19h (de Brasília) do domingo, no Mineirão. Do outro lado, Marcelo Oliveira e sua trupe recebem o Vitória, na segunda-feira, dia 28, mais uma vez no Couto Pereira.

Santos cria, mas ataque desperdiça

O primeiro tempo da partida mostrou o Santos bem postado no campo e com bastante espaço para criar as jogadas, principalmente pelo lado direito. Contando com bons passes de Lucas Lima e uma participação razoável de Léo Cittadini, o time paulista só não abriu o placar por incompetência da dupla Copete e Kayke.

O colombiano, que faz ótima temporada, teve talvez o seu pior primeiro tempo com a camisa santista, errando lances fáceis. No melhor deles, em contra-ataque de cinco santistas contra quatro do Coxa, ele tentou passe difícil, com a perna direita, e mandou nos pés do zagueiro.

O centroavante, porém, conseguiu ter um destaque negativo maior por perder duas boas chances de marcar. A melhor veio aos 25 minutos de bola rolando, após “casquinha” de Bruno Henrique. Esperto, ele tomou a frente do zagueiro e ficou cara a cara com Wilson, mas chutou mal, para fora. Depois, aos 45, recebeu na entrada da área e tentou de esquerda, mas mandou na bandeira de escanteio.

Times mudam, placar, não

A etapa final começou com o Peixe tentando abrir vantagem logo de cara, talvez impulsionado pelas palavras do técnico Levir Culpi. Em boa performance, Lucas Lima deu duas boas enfiadas para Bruno Henrique, mas a zaga conseguiu travar na hora certa.

O Coxa, porém, conseguiu se acertar no ataque e passou a levar perigo. Iago, aos oito minutos, quase marcou ao chutar forte, no ângulo, mas parou em boa defesa de Vanderlei. Na resposta, Bruno Henrique recebeu pela esquerda, encarou a marcação e cruzou. A zaga afastou mal e a bola ficou com Léo Cittadini, que chutou por cima do gol.

O jogo caiu com o passar do tempo, à medida em que a chuva ficava mais forte, e só voltou a ter lances de perigo nos minutos finais. Neto Berola, porém, conseguiu mais atrapalhar do que ajudar o Coxa, perdendo três chances claras de marcar. Na melhor, em rebote da trave após chute de Alan Santos, ele preferiu segurar a bola em vez de chutar para o gol vazio.

FICHA TÉCNICA 

CORITIBA 0 X 0 SANTOS

Local: Estádio Major Antônio Couto Pereira, em Curitiba (PR)

Data: 20 de agosto de 2017, domingo

Horário: 19 horas (de Brasília)

Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-SC)

Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP)

Cartões amarelos: Márcio, Matheus Galdezani, Neto Berola (Coritiba); Lucas Lima (Santos)

CORITIBA: Wilson; Léo, Márcio, Walisson Maia e William Matheus; João Paulo, Alan Santos, Matheus Galdezani (Neto Berola) e Carleto (Filigrana); Iago Dias (Anderson) e Alecsandro

Técnico: Marcelo Oliveira

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Lucas Veríssimo e Zeca; Alison, Léo Cittadini e Lucas Lima; Copete, Bruno Henrique e Kayke (Nilmar)

Técnico: Levir Culpi

Gazeta Esportiva

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Santos vence Atlético-PR na Arena e quebra tabu

Dois gols no contra-ataque e fim em um tabu de dez anos. Dessa forma, avassalador, como um furacão, o Santos venceu o Atlético-PR por 2 a 0, neste domingo, na Arena da Baixada, pela 6ª rodada do Brasileirão. Como todo furacão, este também teve nome e fez jus ao apelido do rival.

Kayke batizou o acontecido e principalmente as redes de Santos, goleiro substituto de Weverton, que está na Seleção Brasileira. Apesar do autor dos gols levar a fama, merece os louros Elano, que em sua última partida no comando do Peixe foi essencial para a primeira vitória do Peixe fora de casa no campeonato.

Kayke comemora um dos dois gols que marcou na vitória do Santos sobre o Atlético-PR, em Curitiba
Kayke comemora um dos dois gols que marcou na vitória do Santos sobre o Atlético-PR, em Curitiba

Foto: Ernani Ogata/Código19/Gazeta Press

O interino, que estava sob observação de Levir Culpi, que assume o time nesta segunda-feira, armou o Alvinegro com Copete e Bruno Henrique pelos lados do ataque. A mudança em relação à vitória sobre o Botafogo teve um motivo, o contra-ataque. Assim saíram os dois gols do Santos.

O time de Eduardo Baptista, que quando técnico do Palmeiras soube neutralizar muito bem o Peixe, desta vez sofreu com a ofensiva santista. O Peixe deixou o Atlético atacar, se postou no campo de defesa como um legítimo visitante e esperou.

 Atlético-PR x Santos

Mesmo sem parecer uma atitude digna da equipe do DNA ofensivo, era questão de tempo para dar certo. Mais precisamente de 26 minutos, quando Bruno Henrique roubou a bola pela direita, lançou Thiago Maia, que só tocou para Kayke completar.

O segundo parecia uma continuação do furacão, que só mudou de lado e aconteceu pela esquerda, mas com o mesmo fim: de Bruno Henrique para Kayke e para as redes.

Os donos da casa chegaram a esboçar uma reação no segundo tempo, mas só na bola parada levaram perigo a Vanderlei. Lucho Gonzales e Grafite marcaram após cobrança de falta, ambos em impedimento marcados corretamente. O susto fez Elano colocar mais um zagueiro, Cleber, no lugar de Vitor Bueno, para conter o jogo aéreo.

O resultado final, além dos três pontos na conta do Santos e a subida para a 10ª posição com a mesma pontuação do São Paulo, foi a quebra de um tabu que já durava dez anos. A última vitória santista na Arena da Baixada havia sido em 2007. Na próxima rodada, o Santos recebe o Palmeiras, na Vila Belmiro, na quarta-feira.

Na lanterna do Brasileirão e há três jogos sem vencer, o Atlético-PR vai buscar a reabilitação contra o Atlético-MG, fora de casa.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 0 X 2 SANTOS

Local: Arena da Baixada, Curitiba (PR)
Data-Hora: 11/6/2017 – 19h
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Michael Correia (RJ)
Público/renda: 18.112 pagantes/R$ 386.600,00
Cartões amarelos: Paulo André (APR)
Cartões vermelhos: Daniel Guedes (SAN), aos 40’/2ºT (2º Amarelo)
Gols: Kayke (26’/1ºT) (0-1), Kayke (35’/1ºT) (0-2)

ATLÉTICO-PR: Santos; Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Lucho González e Matheus Rossetto (Éderson, no intervalo); Douglas Coutinho (Grafite, no intervalo), Nikão e Pablo (Felipe Gedoz, aos 24’/2ºT). Técnico: Eduardo Baptista.

SANTOS: Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Thiago Maia (Alison, aos 17’/2º), Renato e Vitor Bueno (Cléber, aos 36’/2ºT); Bruno Henrique, Copete e Kayke (Leandro Donizete, aos 42’/2ºT). Técnico: Elano.

Lance

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Santos não tolera derrota para Corinthians e demite Dorival

Dorival Júnior não é mais técnico do Santos. A derrota para o Corinthians, em Itaquera, foi a gota d’água para a cúpula santista, que resolveu interromper o trabalho do treinador para buscar um novo profissional. Modesto Roma Júnior, presidente do clube, seguia com o pensamento de manter o treinador no comando da equipe, mesmo com o mau momento do time, mas acabou ficando isolado e cedeu à pressão de dirigentes, conselheiros e torcedores. Em uma reunião na tarde desse domingo, Dorival foi comunicado oficialmente e pessoalmente de sua demissão. Levir Culpi, sem clube atualmente, é um nome que agrada a diretoria do Peixe, mas ainda não houve qualquer contato. Por enquanto, Elano comandará o time de forma interina.

Foto: Sérgio Barzaghi / Gazeta Press

Desde o apito final no clássico deste sábado, o clima de instabilidade e incertezas passou a pairar na Vila Belmiro. Cartolas e pessoas influentes na rotina do clube passaram a trocar mensagens e ligações e até uma reunião chegou a ser feita na Baixada Santista durante a noite para avaliar qual postura seria adotada.

No CT Rei Pelé, o elenco foi recebido com muito protesto de torcedores que aguardaram a viagem da equipe de volta a Santos. A subsede do clube na Capital Paulista também amanheceu com pichações nos muros e portões, assim como já havia ocorrido durante o Campeonato Paulista, em reflexo a uma derrota para o Palmeiras.

Dorival Júnior não tinha qualquer problema com o elenco para desenvolver seu trabalho e contava com a confiança de Modesto Roma Júnior. O que pesou foi a pressão externa, que diante dos resultados insatisfatórios na temporada, se tornou insustentável para o mandatário santista. Mesmo contra vontade, Modesto foi convencido a demitir Dorival Júnior.

Em 2017, o Peixe conseguiu 15 vitórias, quatro empates e oito derrotas sob o comando do agora ex-treinador. Apesar do Santos ser o único clube brasileiro invicto na Libertadores da América e estar classificado na Copa do Brasil, a queda nas quartas de final do Campeonato Paulista, o início ruim no Campeonato Brasileiro e principalmente o fato de não ter vencido nenhum clássico no ano culminaram para um descontentamento quase que generalizado com o trabalho que vinha sendo feito.

Gazeta Esportiva

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Cruzeiro vence o Santos na Vila e chega à vice-liderança

Filme que se repete. Santos cria, mas não aproveita as chances. Adversário recuado, que cresce no segundo tempo e vence. Foi assim que o Cruzeiro, com méritos, venceu o Peixe neste domingo, por 1 a 0, na Vila Belmiro.

Santos x Cruzeiro
Santos x Cruzeiro

Foto: Ricardo Moreira/ Agência Lancepress! / LANCE!

Acostumados a cobrar o técnico Dorival Júnior, os santistas que ficam atrás do banco de reservas tiveram que se dirigir ao auxiliar Lucas Silvestre, – já que o treinador estava suspenso – que pouco pôde fazer, já que o problema do Peixe não foi criação, mesmo sem Lucas Lima, machucado.

Com Bruno Henrique, os donos da casa até conseguiram chegar à área, mas pararam em Fábio. O problema era que o Santos priorizava o lado direito, mais lento com Bueno e Ferraz se comparado a Bruno Henrique e a Copete, no segundo tempo, que entrou na vaga do lesionado Zeca.

Nos primeiros minutos, o ainda invicto Cruzeiro era a retranca com três volantes. Depois, evoluiu para um time mais agressivo, com controle de bola, mas que não chegou a incomodar Vanderlei diretamente até abrir o placar.

Sem sucesso pelos lados, o Santos resolveu explorar o meio, mas não com Vladimir Hernández, o substituto do camisa 10, e sim com Ricardo Oliveira. Irritado por não receber como gostaria, o capitão saiu da área para buscar o jogo. Até conseguiu, mas Fábio impediu que ele pudesse resolver tudo sozinho. Quando, com mais espaço, fora da área, Ricardo Oliveira achou espaço para chutar, exagerou na força e mandou a bola para a arquibancada.

No fim, o toque de bola do Alvinegro deixou de ser o suficiente até para dominar o jogo e a velocidade do Cruzeiro diante de um Santos exposto era o que predominava. Em contra-ataque, Ariel viu Ábila na área. O atacante superou o carrinho de Lucas Veríssimo para tocar em Thiago Neves, que só tocou para o gol sem Vanderlei.

O Peixe, que vinha de quatro vitórias seguidas na Vila Belmiro, já tem sua primeira derrota em casa no Brasileirão e apenas três pontos na tabela. A última derrota em casa havia sido para o Palmeiras, no dia 19 de março.

Com a vitória, o Cruzeiro chega a sete pontos e chega à segunda colocação pelo menos temporariamente.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 0 X 1 CRUZEIRO

Loca: Vila Belmiro, Santos (SP)
Data-hora: 28/5/17 – 16h
Árbitro: Eduardo Thomaz de Aquino Valadão (GO)
Auxiliares: Fabrício Vilarinho da Silva e Cristhian Passos Sorence (GO)
Público/renda: 7.025 / R$ 198.775,00
Cartões amarelos: Copete (SAN); Henrique, Léo (CRU)
Cartões vermelhos:
Gols: Thiago Neves (38’/2ºT – 0x1)

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca (Copete, aos 2’/2ºT); Renato (Kayke, aos 39’/2ºT), Thiago Maia e Vladimir Hernández (Jean Mota, aos 28’/2T); Vitor Bueno, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira. Técnico: Lucas Silvestre (Dorival Júnior suspenso)

CRUZEIRO: Fábio; Lucas Romero, Dedé (Caicedo, intervalo), Léo e Diogo Barbosa; Henrique, Hudson (Ábila, aos 28’/2ºT), Ariel, Arrascaeta (Thiago Neves, aos 13’/2ºT) e Alisson; Rafael Marques. Técnico: Mano Menezes

Lance

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