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Barragem prestes a sangrar no Sertão da PB tem rachaduras

O Açude do Jatobá, em Patos, no Sertão da Paraíba, está na iminência de sangrar devido ao acúmulo de água nos últimos dias, por conta das fortes chuvas que atingiram a região. Porém, a apenas 10 centímetros de ultrapassar a capacidade máxima, a parede do sangradouro apresenta várias fissuras, preocupando a população da região, que fez o registro da situação.

Apesar da estrutura precária do sangradouro do açude, o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) afirmou que o processo de escoamento ocasionado por um possível sangramento não compromete a estrutura do local. Porém, uma empresa já foi contratada para, posteriormente, realizar os reparos necessários.

“Este processo de escoamento da água do sangradouro não compromete a estrutura física do mesmo. Entretanto, já existe uma empresa contratada para efetivar as correções das não conformidades existentes na parede do sangradouro”, disse o diretor do DNOCS na Paraíba, Alberto Gomes.

O Açude do Jatobá é um dos mananciais que é responsável pelo abastecimento de água de Patos e região e tem capacidade de 17.516.000 metros cúbicos (m³).

Prefeitura anuncia ações

Diante do volume de chuvas na cidade, a Defesa Civil de Patos organizou um mutirão de ações para sanar problemas que possam surgir, como alagamentos e obstrução de canais de águas pluviais. Os trabalhos começaram na manhã desta quinta-feira (23).

Um levantamento das casas que foram atingidas por alagamentos em decorrência das chuvas também está sendo realizado pelos órgãos.

 

portalcorreio

 

 

Fortes chuvas já fizeram cinco mananciais do estado da Paraíba sangrar

A Agência Executiva de Gestão de Água da Paraíba (Aesa) divulgou mais um balanço, onde revela que atualmente o Estado está com cinco mananciais sangrando, 68 reservatórios com capacidade superior a 20% do seu volume total, 36 em observação (menor que 20% do seu volume total), e 23 açudes em situação crítica (com capacidade menor que 5% do seu Volume Total). O monitoramento da Aesa foi feito com base nos últimos volumes registrados, entre o último dia 3 até ontem.

A Paraíba tem 132 açudes monitorados pela Aesa. Entre eles, apenas cinco estão sangrando, ou seja, com mais de 100% da capacidade. São os açudes Araçagi, em Mamanguape; Cachoeira da Vaca, em Cachoeira dos Índios; Cafundó, em Serra Grande; Pimenta, em São José de Caiana e São Salvador, no município de Sapé. Segundo a Aesa, os 23 açudes que estão em situação crítica são aqueles que estão com menos de 5% da capacidade total.

Chuvas – Segundo a meteorologista da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), Marle Bandeira, o período de abril a julho se caracteriza por ser os meses mais chuvosos do ano no Nordeste. “Ainda estamos no outono e o inverno tem início em junho, quando as temperaturas tendem a ser mais baixas por conta das chuvas”, explicou a meteorologista.

Segundo dados da Aesa, amanhã o tempo deve permanecer com nebulosidade variável e chuvas localizadas no Litoral, Brejo e Agreste, com o tempo parcialmente nublado, podendo ocorrer pancadas de chuvas.

 

pbagora

 

 

Açude que virou campo de futebol durante seca começa a sangrar, na PB; veja vídeo

O açude Bambu, localizado na Zona Rural da cidade de Alagoinha, no Brejo da Paraíba, a 89 km de João Pessoa, que, há quase ano, havia secado completamente, tornando-se um campo de futebol improvisado para o lazer de moradores, sofreu mudanças significativas após receber grande volume de chuvas nas últimas 24 horas, enchendo e passando a sangrar.

Segundo o radialista Cristiano Alves, que havia registrado o açude completamente seco, o cenário agora é outro, com o rio que abastece o açude “totalmente cheio e quase transbordando”.

Em janeiro deste ano, Alves registrou que dentro do açude seco haviam sido colocadas traves feitas de bambu e o meio do reservatório havia se transformado em um ponto de encontro de jovens.

O açude, conforme o comunicador, tem mais de 30 anos e está situado no Sítio Curral Picado, em trecho próximo à rodovia PB-075.

Confira vídeo do açude cheio:

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Após chuvas, açude de Taperoá começa a sangrar no Cariri da Paraíba, diz Aesa

O açude Manoel Marcionilo, na cidade de Taperoá, no Cariri paraibano, ultrapassou a capacidade máxima de armazenamento e começou a sangrar no início da manhã deste sábado (29). Segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) a sangria já era esperada, depois do aumento no volume do açude com as chuvas e o rompimento de uma barragem no estado de Pernambuco.

O reservatório tem capacidade para armazenar 15.148.900 de m³ de água. De acordo com o morador da cidade, Patrício Silva, o açude começou a sangrar por volta das 8h, com um pequeno fio de água ultrapassando a barragem. “Começou fraquinho, mas está aumentando ao longo das horas”, disse ele. Por volta das 11h a lâmina d’água já transbordava por toda a barragem.

Após chuvas e rompimento de barragem, açude de Taperoá volta a sangrar no Cariri (Foto: Patrício Silva / Arquivo Pessoal)

Após chuvas e rompimento de barragem, açude de Taperoá volta a sangrar no Cariri (Foto: Patrício Silva / Arquivo Pessoal)

Com o sangramento do açude, a água vai seguir pelo Rio Taperoá até um pequeno açude na cidade de Santo André. Depois disso, as águas seguem para o sítio Jacaré, na zona rural de Cabaceiras, onde ocorre o encontro do Rio Taperoá com o Rio Paraíba, já na entrada da bacia hidráulica do açude Epitácio Pessoa, conhecido como Açude de Boqueirão, que está com apenas 3,3% da capacidade total.

Segundo presidente da Aesa, João Fernandes, o sangramento do açude ocorreu após as chuvas registradas na região, mas também por causa do rompimento de uma barragem. “Uma barragem de Pernambuco estourou há alguns dias e essa água chegou até o açude através do Rio Taperoá. Mas, a sangria está ocorrendo também por causa das chuvas que estão sendo registradas no Cariri e no Sertão da Paraíba. Historicamente, entre março e abril, as chuvas são boas e este ano estão acima da média”, disse ele.

Açude estava com 3,2%

Há pouco mais de um mês o açude de Taperoá estava quase seco. Segundo os dados da Aesa, em 14 de março deste ano, o açude estava com 487 mil metros cúbicos de água, que equivale a 3,2% do volume total. Após dois dias de chuvas fortes na região, o volume havia aumentado para 5,6 milhões de metros cúbicos de água, que corresponde a 37,5%, no dia 16 de março.

Já no último dia 14 de abril, o açude havia atingido o volume de 12.688.610 m³, o que equivale a 83,8 % da capacidade total, após 24 horas de chuvas nas regiões do Cariri e do Sertão. Ainda segundo a Aesa, com a capacidade máxima atingida, a população volta a ter garantia de abastecimento, sem racionamento.

G1

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Chuva alaga ruas e faz açude sangrar na 1ª cidade que recebe águas da Transposição

açudeUma forte chuva que caiu em Monteiro, na noite deste sábado (1), deixou as ruas alagadas e fez sangrar o  Açude São José, localizado no centro da cidade. De acordo com a Agência Executiva de Gestão da Águas na Paraíba, Aesa, choveu 120 milímetros na cidade.

Por causa do sangramento do açude, a passagem para Monteiro chegou a ficar interditada e também foram registradas inundações de algumas residências,  prédios  públicos  e o mercado municipal.

De acordo com o diretor da Aesa, João Fernandes, as  águas que caíram em Monteiro  desceram para os açudes de Poções e Camalaú e agora  seguem junto com as águas da Transposição pelo Rio Paraíba em direção ao manancial de Boqueirão. Monteiro é o primeiro município da Paraíba a receber as águas da Transposição dos Rio São Francisco.

Ainda na região do Cariri paraibano foi registrada chuva na cidade de Sumé.

Roberto Targino – MaisPB

 

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Barragem seca há anos está prestes a sangrar em Monteiro

barragemA barragem de São José, fica localizada na cidade de Monteiro na região do Cariri e está bem próximo de sangrar.

O reservatório que estava completamente seco, já tem pouco mais de 1 milhão de metros cúbicos e está próximo de atingir o seu nível máximo.

As águas do manancial subiram rapidamente após as últimas chuvas caídas na região.

Os dados oficiais atualizados do nível do reservatório ainda não foram divulgados pela Agencia Executiva de Gestão das Águas (Aesa).

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MaisPB

Chuvas aumentam volume de água e faz açude sangrar no Sertão da Paraíba

Reprodução/ Folha do Sertão
Reprodução/ Folha do Sertão

Uma chuva de pouco mais de 55 milímetros na cidade de Cajazeiras, no Sertão do estado, foi suficiente para fazer o Açude Grande sangrar neste sábado (12).

Segundo informações de moradores,  já algum tempo que os canais da cidade não recebiam um grande volume de água.

Dezenas de pessoas compareceram na ponte do manancial para conferir o ‘sangramento’.

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Nos últimos dias, cidades do Sertão e Cariri paraibano têm recebido um grande volume de água por causa das fortes chuvas.

Açude está com grande volume de água Foto: açude está com grande volume de água
Créditos: Reprodução/ Folha do Sertão

 

 

portalcorreio

Chuvas no Litoral fazem Gramame/Mamuaba sangrar; no Sertão, açudes estão secos

açudeAs chuvas registradas nos últimos dias em praticamente todo o Litoral consolidaram duas situações extremas vividas por municípios paraibanos. No leste do Estado, o complexo Gramame/Mamuaba, localizado no município do Conde (Litoral Sul,a na região metropolitana de João Pessoa) sangrou. A confirmação está no boletim da Aesa (Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba). Sua capacidade total, de 56 milhões e 937 mil metros cúbicos de água, foi batida nesta terça-feira (25).

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No final de semana, foram registradas chuvas esparsas por vários municípios, mas essas precipitações não alteraram a situação desesperadora de alguns casos. O padre Djacy Brasileiro, pároco de Água Branca (no Alto Sertão paraibano), confirmou que a situação é crítica em alguns municípios do interior. Choveu, mas não acumulou água nos reservatórios.

Ele vem cobrando a conclusão das obras da transposição há vários anos. Nesta quinta-feira (27) pela manhã, faz um protesto solitário no canteiro de obras da transposição no município paraibano de São José de Piranhas (a 503 quilômetros de João Pessoa, na divisa com o Ceará). “A seca tem deixado rastros devastadores. As chuvas não foram suficientes para a lavoura. Não haverá colheita. estive na zona rural e vi a lavoura morrendo”, desabafou o padre em seu microblog no Twitter.

Padre Djacy observa lavoura que já está morrendoFoto: Padre Djacy observa lavoura que já está morrendo
Créditos: Reprodução/Facebook/Djacy Brasileiro

A situação mais grave é do açude de São José V, que tem capacidade de 554 mil e 100 metros cúbicos, mas que está completamente seco desde o dia 1º de junho passado. O açude é a reserva hídrica do município de São José do Sabugí (no Sertão paraibano, 276 quilômetros da Capital). De acordo com o censo realizado pelo IBGE, sua população é de pouco mais de 4 mil habitantes. O município tem uma área territorial de 215 quilômetros quadrados.

Dos 223 municípios da Paraíba, 195 estão em situação de emergência. A seca já é considerada a pior dos últimos 80 anos, e tem provocado danos à subsistência e a saúde em diversos municípios. A falta de chuvas tem gerado prejuízos significativos nas atividades produtivas, principalmente a agricultura e pecuária dos municípios afetados. Estima-se que mais de 50% do rebanho bovino do Estado tenha sido dizimado.

De acordo com a Aesa, outros cinco mananciais estão com volumes abaixo de 1% de sua capacidade total. O açude de Caraibireias, em Picuí (na região do Curimataú, a 250 quilômetros da Capital) a capacidade é de 2 milhões,709 mil e 260 metros cúbicos. Tem armazenado 6.560 (0,2%) de metros cúbicos.

O açude de Ouro Velho (no Cariri, a 330 quilômetros de João Pessoa) tem capacidade de 1 bilhão, 675 mil e 800 metros cúbicos, mas acumula apenas  11.142 metros cúbicos, o que equivale a 0,7% do seu volume.

Também no Cariri, Monteiro (a 305 quilômetros da Capital), o açude de Serrote com capacidade de 5 milhões e 709  mil metros cúbicos, o acumulado é de 16.250 metros cúbicos (0,3%).

Em Teixeira (no Sertão, distante 320 quilômetros da Capital) o açude São Francisco II tem apenas 0,4% (18.540) de sua capacidade de acúmulo, que é de  4 milhões, 920 mil e 720 metros cúbicos.

No município de Várzea (na região de Patos, Sertão paraibano, a 320 quilômetros da Capital), o açude do mesmo nome, tem capacidade de 1 bilhão, 132 milhões e 975 metros cúbicos de armazenamento, mas está com apenas 4 mil e 840 (0,4%).

Com o complexo Gramame/Mamuaba sangrando, a oferta de água para vários anos está garantida para uma população de mais de 1 milhão e 25 mil pessoas, nos quatro maiores municípios da região metropolitana da Capital: João Pessoa (742.478 habitantes), Bayeux (100.543 habitantes), Cabedelo (60.226 habitantes) e Santa Rita (12.994 habitantes).

Outro manancial que sangrou fica localizado no município de Mari (localizado na região do Brejo, a 60 quilômetros de João Pessoa). É o Olho d’Água, com 868 mil e 320 metros cúbicos de água.

O período chuvoso no Litoral paraibano acontece entre os meses de abril a julho. Já na região sertaneja acontece entre os meses de janeiro a maio. Os dados não revelam uma situação confortável para os sertanejos, de acordo com a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira. “A previsão para os próximos meses é de poucas chuvas no Sertão. Podendo ocorrer chuvas em áreas isoladas, mas nada que mude a realidade dos sertanejos. As regiões que ficaram abaixo da média foram Cariri e Sertão”, disse Bandeira.

Segundo a Aesa, no Sertão paraibano o déficit pluviométrico já teve um desvio negativo de 43,5%. Açudes como Lagoa do Arroz, com 18,8%, e Engenheiro Ávido, com 16,2% (ambos em Cajazeiras);e Capoeira, com 18,8% (em Santa Terezinha), funcionam sob monitoramento preocupante, pois apresentam reduções seguidas em seus volumes e já com menos de 205 de suas capacidades.

Desde a quarta-feira passada (19), o Governo do Estado e o Ministério Público chegaram a um acordo e anunciaram racionamento no consumo de água do açude Epitácio Pessoa, que abastece 20 municípios de toda a região do Piemonte da Borborema, incluindo a segunda maior cidade do Estado, Campina Grande, que tem 389.995 habitantes. A partir de agora, com as águas desse açude só podem ser irrigadas áreas com até cinco hectares.

A expectativa é de que a determinação deva permanecer até fevereiro de 2014, quando se inicia um novo período chuvoso.“A medida é importante para garantir a segurança hídrica desta região. É preciso racionalizar agora para que possamos evitar problemas maiores. Os produtores que não cumprirem a determinação poderão ser multados e terem seus equipamentos apreendidos por determinação judicial”, alertou o presidente da Aesa, João Vicente Machado Sobrinho.

O primeiro quadrimestre de 2013 se caracterizou pela irregularidade e má distribuição das chuvas. Marle Bandeira informou que de fevereiro a maio, na aérea do Oceano Atlântico Sul, próximo à costa nordestina, não esquentou muito este ano.

Um mapa no site do Ministério da Integração Nacional aponta que a escassez das chuvas na região Nordeste em 2012 deixou 525 municípios em situação de emergência, 221 também sofreram os efeitos da estiagem. No Rio Grande do Norte foram 139; em Pernambuco, 45; e na Bahia 232 municípios.

Somente na semana passada, em João Pessoa choveu mais do que o esperado para todo o mês. A média histórica, que é de 303 milímetros, foi superada em 9,5% na última quinta-feira (13). “Essas ocorrências mais fortes são provocadas pelos distúrbios ondulatórios de leste, os aglomerados de nuvens que se formam no oceano Atlântico e são trazidos para a costa. Eles costumam atingir boa parte do litoral nordestino”, descreveu Marle Bandeira, argumentando que os maiores índices foram registrados no dia 9 de junho.

Dos 121 reservatórios monitorados pela Aesa na Paraíba, apenas dois estão sangrando. Outros 72 têm capacidade armazenada superior a 20% do seu volume; 35 estão sob observação (menor que 20% do seu total); e 14 em situação crítica (menor que 5% do seu volume total).

 

 

Por Priscila Andrade e Hermes de Luna

Assaltante preso em flagrante é reconhecido por mulheres vítimas de estupros e espancado até sangrar

Assessoria
Assessoria

O assaltante Germano de Assis Silva, 27 anos, foi espancado por populares por volta das 23h desta terça-feira (26), após ser detido em flagrante dentro de uma residência que havia invadido no bairro de Bodocongó em Campina Grande.

Após a prisão, Germano foi reconhecido por várias mulheres do bairro, como suspeito de tê-las estuprado nos últimos 30 dias. Revoltados com o assaltante, moradores o espancaram até que dezenas de policiais militares integrantes do 2º Batalhão da Polícia Militar conseguiram intervir e salvá-lo da morte.

De acordo com informações confirmadas pelo tenente coronel Souza Neto – comandante do 2º BPM – o assaltante entrou na residência para roubar uma família, no entanto, após rápida ação da polícia, ele foi detido e teve sua arma apreendia.

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“A notícia da prisão se espalhou pelo bairro e quando ele foi reconhecido pelas vítimas, começou o tumultuo na tentativa de tirá-lo da guarda policial”, ressaltou o comandante.

Para conter a revolta popular, foi necessário o uso de gás lacrimogêneo: “Se não tivéssemos contido as pessoas, ele poderia estar morto agora”, concluiu Souza Neto.

Sangrando e com hematomas por todo o corpo, Germano de Assis foi encaminhado à Central de Polícia. As mulheres que acusaram o assaltante de estupro seguem para a Delegacia onde devem prestar queixa.

 

 

Pollyana Sorrentino, Portalcorreio