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A faixa que educa, salva e protege

TODAS AS REAIS E URGENTES NECESSIDADES DAS PESSOAS DEVEM SER PRIORITARIAMENTE ATENDIDAS POR TODOS OS PODERES PÚBLICOS QUE SEM EXCEÇÃO SÃO PAGOS PELO POVO.

Muitos municípios brasileiros ainda não têm todas competências legais para aplicação de multas de trânsito, em nome da prevenção de acidentes e da educação voltadas para a obediência às leis de trânsito e de tráfego de veículos e pessoas.

Embora algumas gestões não possam arrecadar certos recursos originados por multas, os poderes municipais têm a obrigação de manter as vias bem sinalizadas, para oferecer proteção e segurança a todas as pessoas que por elas queiram trafegar, ou simplesmente caminhar.

A construção de bom futuro municipal é edificada por ações que possam melhorar a segurança, a saúde, e a educação das novas gerações.

Uma ótima ação é a implantação e manutenção de faixas de pedestres, que educam, salvam e protegem todas as pessoas que desejam atravessar a via enquanto os veículos estão parados nas faixas durante a travessia segura do Povo.

Para que tal faixa possa gerar os benefícios que educam, salvam, protegem, e sejam uma fonte de elogios para os gestores, ela deve ser facilmente vista pelos condutores dos veículos que trafegam por vias bem sinalizadas.

As faixas de segurança, por seus múltiplos benefícios, são investimentos de baixos custos, quando comparados com outros gastos urgentes, cujos benefícios são questionados quanto à preservação da saúde e do bem-estar do Povo, que sempre foi e é o verdadeiro dono dos recursos públicos, financeiros e patrimoniais administráveis.

COM BOA TINTA, A FAIXA DURA MUITO!

Qualquer acidente é traumático e envolve, na maioria dos casos, custos superiores àqueles aplicados nas pinturas das faixas de pedestres que asseguram e exercitam os direitos constitucionais de poder conviver, ir e vir, com boa segurança e cidadania.

Diariamente, o Povo é vítima da incompetência, desleixo e das justificativas dos gestores que preferem olhar o futuro não construído quando não estão com os pés no chão pintado por uma faixa de segurança que protege a vida e gera cidadania.

TODAS AS REAIS E URGENTES NECESSIDADES DAS PESSOAS DEVEM SER PRIORITARIAMENTE ATENDIDAS POR TODOS OS PODERES PÚBLICOS QUE SEM EXCEÇÃO SÃO PAGOS PELO POVO.

 

 

 

Marinho salva de novo, Vitória bate o Coritiba e complica o Internacional

Mesmo sem entrar em campo, o Internacional deu na noite desta segunda-feira (28) mais um passo em direção à Série B do Campeonato Brasileiro. Isso porque o Vitória, seu principal concorrente na luta contra o descenso, bateu o Coritiba por 1 a 0 no Couto Pereira, com golaço de Marinho, e deixou os gaúchos em situação extremamente complicada para a última rodada.

Com o triunfo, o Vitória chegou a 45 pontos e abriu três em relação ao Internacional, com apenas mais uma rodada pela frente. Fora isso, a equipe baiana tem -1 de saldo, contra -6 do Internacional. Portanto, o time gaúcho precisa, além de vencer o Fluminense fora de casa e torcer por uma derrota do Vitória diante do Palmeiras, tirar a diferença de saldo de gols.

Outra probabilidade de o Internacional escapar do rebaixamento é, além de triunfar, torcer para o Sport não vencer o já rebaixado Figueirense na Ilha do Retiro. A equipe pernambucana soma 44 pontos. O Coritiba, por sua vez, estaciona nos 46 pontos e dificulta a sua ida para a Sul-Americana 2017.

Marinho, sempre ele!

GIULIANO GOMES/ESTADÃO CONTEÚDO

Já virou rotina Marinho decidir os jogos para o Vitória, especialmente nesta reta final de Campeonato Brasileiro. E na noite desta segunda-feira não foi diferente. O atacante precisou de apenas dez minutos para abrir o placar e marcar um golaço no Couto Pereira. Ele arrancou pela direita, driblou toda defesa do Coritiba e, de canhota, fuzilou o goleiro Wilson. Com isso, Marinho marca pelo quinto jogo consecutivo e chega a 11 gols na competição nacional.

Quem foi mal: Iago

O Coritiba praticamente não criou na etapa inicial. Com o meio-campo pouco efetivo e sem espaço, o time da casa foi presa fácil para a marcação do Vitória, que dominou o jogo antes do intervalo mesmo no Couto Pereira. Insatisfeito, Carpegiani sacou Iago já no intervalo.

Vitória resiste bravamente no 2ºT

Se por um lado praticamente não levou sustos na etapa inicial, o Vitória teve bastante trabalho para segurar a pressão do Coritiba no segundo tempo. Atrás no placar e empurrado pela torcida, o time alviverde partiu para cima e passou a criar diversas chances – apesar de, a maioria, em bolas alçadas para a área. Coube à defesa rubro-negra resistir como pôde.

Prejuízos para a última rodada

Kieza, Norberto e Victor Ramos levaram cartão amarelo e, como estavam pendurados, viraram desfalques importantes do Vitória para a última rodada do Brasileiro.

Vitória briga para não cair, mas tem 4º melhor ataque

Curiosamente, apesar de ainda brigar para não cair para a Série B, o Vitória é dono do quarto melhor ataque do Campeonato Brasileiro, agora com 50 gols. Fica atrás apenas dos quatro primeiros colocados da tabela: Palmeiras (60), Flamengo (52), Santos (58) e Atlético-MG (61).

Torcida rubro-negra teve companhia…

Torcedores do Grêmio puderam ser vistos entre os rubro-negros no Couto Pereira. O motivo? Torcer pelo Vitória e ver o arquirrival Internacional mais perto da segunda divisão.

FICHA TÉCNICA

CORITIBA 0 X 1 VITÓRIA

Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba (PR)
Data: 28 de novembro de 2016 (segunda-feira)
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva (Fifa-GO) e Cristhian Passos Sorence (GO)
Cartões amarelos: Nery Bareiro, Leandro, Yan, Dodô, Vinícius (Coritiba); Norberto, Kanu, Willian Farias, Victor Ramos, Kieza (Vitória)
Gol: Marinho, aos 10min do primeiro tempo
Público pagante: 12.755
Público total: 13.566
Renda: R$223.095,0

CORITIBA: Wilson, Dodô, Walisson Maia, Nery Bareiro e Juninho; Amaral, Yan e Iago (Vinícius); Leandro, Kazim (Evandro) e Kleber.
Técnico: Paulo César Carpegiani

VITÓRIA: Fernando Miguel; Norberto, Kanu, Victor Ramos e Euller; Willian Farias, Marcelo e Cárdenas (Tiago Real); Marinho (Amaral), Kieza e Zé Love (David).
Técnico: Argel Fucks

Uol

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Magno Alves salva o Flu após reação do Figueirense e garante vitória

campeonato-brasileiroO jogo parecia fácil. Com total domínio sobre o Figueirense, o Fluminense abriu 2 a 0 em menos de 20 minutos de partida. Teve chances, mas não ampliou, o que permitiu ao time catarinense acordar após o intervalo e, após golaço de Carlos Alberto, buscar o empate por 2 a 2. Mas o silêncio no Edson Passos deu lugar a uma festa tricolor depois de Magno Alves, após pouco mais de 15 minutos em campo, marcar aos 33min do segundo tempo e garantir a vitória por 3 a 2, em jogo atrasado da 18ª rodada da Brasileirão disputado na tarde deste sábado.

Com o resultado, o Fluminense chega aos 34 pontos, assume o oitavo lugar da tabela e fica a apenas três pontos do G-4. Já o Figueirense segue estacionado nos 24 pontos e perde a chance de deixar a zona de rebaixamento, permanecendo no 18º lugar.

Os dois times agora voltam a campo na próxima quarta-feira. O Fluminense faz clássico contra o Botafogo, no estádio Luso Brasileiro, às 16h, enquanto o Figueirense recebe o Atlético-PR no Orlando Scarpelli, no mesmo horário. Os dois jogos são válidos pela 23ª rodada da Série A.

Magnata decide com 3º gol de cabeça do Flu

Pode-se dizer que o Fluminense usou mesmo a cabeça diante do Figueirense. Os três gols saíram desta forma, sendo o último deles de Magno Alves, que foi às redes após um ‘peixinho’ aos 33min do segundo tempo – depois de substituir o apagado Henrique Dourada aos 16min.

Scarpa vai bem mesmo com braço imobilizado

Especialmente no primeiro tempo, Gustavo Scarpa foi a principal arma ofensiva do Fluminense. Quase marcou um golaço no começo da partida, minutos antes de abrir o placar de cabeça. Depois, ainda cobrou o escanteio que resultou no segundo gol (de Renato Chaves) e ainda ‘deu um gol’ para Henrique Dourado, que desperdiçou.

Dourado decepciona e acaba substituído

A vantagem de 2 a 0 construída pelo Fluminense ainda no primeiro tempo poderia ter sido ainda maior não fossem os dois gols perdidos (um deles em chance claríssima) por Henrique Dourado. Sem corresponder, o atacante acabou substituído logo no começo do segundo tempo por Magno Alves.

Discussão entre Levir e C. Alberto

O meia Carlos Alberto fez uma grave acusação após o apito final da vitória por 3 a 2 do Fluminense sobre o Figueirense na tarde deste sábado, no Edson Passos. De acordo com o jogador do time catarinense, o técnico tricolor pediu a Wellington para lhe ‘dar porrada’. Leia mais

Levir vive altos e baixos na partida

Marquinho e Marcos Júnior eram os favoritos, mas foi Pierre o escalado por Levir Culpi para a vaga no meio-campo/ataque que ainda não havia sido definida antes do jogo. E a opção do técnico tricolor, mesmo teoricamente mais defensiva, deu certo na prática. O Flu dominou o Figueira desde o apito inicial, fez dois gols em menos de 20 minutos e poderia ter feito mais.

No intervalo, com o placar em 2 a 0 e o Fluminense praticamente não sendo incomodado pelo Figueirense, Levir Culpi sacou Pierre (que já tinha cartão amarelo) e colocou Marquinho. Com a mudança, o time caiu bastante de produção e sofreu o empate. Mas o técnico continuou ousando, colocou Magno Alves e Marcos Júnior em campo e viu o primeiro marcar o gol da vitória.

Polêmica no fim do jogo

O Figueirense chegou a empatar a partida por 3 a 3 já nos acréscimos, com Nirley. O juiz chegou a apontar para o centro do campo, sinalizando falta em Diego Cavalieri. Os jogadores do time catarinense chegaram a comemorar pensando que ele havia marcado gol, mas após serem informados que o gol foi anulado, reclamaram bastante.

Torcida do Flu participativa

A torcida tricolor presente no Edson Passos participou bastante da partida. Desde as vaias constantes a Carlos Alberto, ex-jogador do clube, a pedidos de Magno Alves e Marcos Júnior no começo do segundo tempo, logo após o primeiro gol do Figueirense.

Cartão relâmpago

O jogo começou quente no Edson Passos. Por uma falta dura em Henrique Dourado, o zagueiro Bruno Alves recebeu cartão amarelo com menos de 30 segundos de jogo. Foi o terceiro dele, que não encara o Atlético-PR na próxima quarta-feira. Quem também irá desfalcar o Figueirense é Carlos Alberto, que recebeu o cartão amarelo na comemoração do seu gol.

Queda de energia quase atrasa jogo

Uma queda de energia no bairro Cosmorama, em Mesquita (RJ), atingiu o estádio Edson Passos e por pouco não provocou o atraso da partida. Antes do apito inicial, porém, a energia foi restabelecida e evitou qualquer alteração no horário do confronto. Ainda assim, o Fluminense já havia providenciado um gerador caso o problema voltasse a ocorrer.

Início de maratona no Rio

O jogo contra o Figueirense foi o primeiro de uma sequência de quatro jogos no Rio de Janeiro, três deles como mandante. Além do duelo deste sábado, o Flu encara Atlético-MG (dia 12) e Chapecoense (dia 15) no Edson Passos. Fora isso, ainda faz clássico contra o Botafogo – como visitante – na próxima quarta-feira, dia 7, no estádio Luso Brasileiro.

FLUMINENSE 3 x 2 FIGUEIRENSE 

Local: Estádio Giulite Coutinho, em Mesquita (RJ)
Data: 03/09/2016 (sábado)
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF)
Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e José Reinaldo Nascimento Júnior (DF)
Cartões amarelos: Pierre, Renato Chaves, Wellington Silva (Fluminense), Bruno Alves, Jackson Caucaia, Carlos Alberto (Figueirense)
Gols: Gustavo Scarpa, aos 13min, e Renato Chaves, aos 19min do primeiro tempo; Carlos Alberto, aos 3min, Nirley, aos 15min e Magno Alves, aos 33min do segundo tempo

FLUMINENSE
Diego Cavalieri; Wellington Silva, Henrique, Renato Chaves e William Matheus; Pierre (Marquinho) e Douglas (Marcos Júnior); Cícero, Gustavo Scarpa e Wellington; Henrique Dourado (Magno Alves)
Técnico: Levir Culpi

FIGUEIRENSE
Gatito Fernández; Ayrton, Bruno Alves, Nirley e Morassi; Jackson Caucaia, Renato Augusto (Jefferson), Élvis (Rafael Silva) e Carlos Alberto (Ortega); Lins e Rafael Moura
Técnico: Tuca Guimarães

Uol

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Ex-goleira do Botafogo-PB, Bárbara salva nos pênaltis e garante o Brasil nas semifinais

goleiraTenso, emocionante, nervoso, heroico, épico. Qualquer dessas palavras pode definir o jogo entre Brasil e Austrália nesta sexta-feira, válido pelas quartas de final do futebol feminino dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. No final, melhor para o Brasil, que após um duelo recheado de emoção, está classificado para as semifinais do torneio. As equipes empataram em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, decidindo a vaga nos pênaltis. Nas cobranças, a craque Marta errou a quinta cobrança brasileira.

Um gol da Austrália, portanto, colocaria fim ao sonho do time nacional. Mas o jogo tinha uma heroína: a goleira brasileira Bárbara. Ela defendeu o pênalti seguinte da Austrália. Depois, Bárbara defendeu outra cobrança e garantiu a classificação dramática do Brasil para a semifinal: 7 a 6.

Os primeiros minutos do jogo foram marcados por bastante equilíbrio, com as brasileiras conseguindo evoluir e mostrar grande volume de jogo no decorrer da primeira etapa, mas sem conseguir desequilibrar, apesar de ter criado algumas chances.

Já a segunda etapa foi totalmente da equipe verde-amarela: mais posse de bola, mais criatividade, mais organização na defesa, a única coisa que faltava era o gol, que não veio e fez com que o embate fosse decidido na prorrogação.

Nas penalidades, o improvável aconteceu: Marta desperdiçou sua cobrança, mas a goleira verde-amarela Bárbara conseguiu defender outras duas cobranças e garantir a classificação. Assim, o Brasil se vinga da rival, já que a Austrália eliminou as brasileiras na Copa do Mundo de 2015.

Com o resultado, o Brasil garantiu vaga no confronto contra a Suécia, que eliminou as norte-americanas, principais favoritas, também nesta sexta. O duelo da semifinal será disputado na próxima terça-feira, às 13h (de Brasília). Na outra chave, a Alemanha desafia o Canadá.


Paraíba Notícia

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Vídeo: arrancada dá errado, mas piloto se salva

acidenteCorridas de arrancadas sempre reservam surpresas, tanto no Brasil como no exterior. Neste vídeo, um torcedor da arquibancada registrou o alinhamento do competidor e o acidente que aconteceu depois com um Chevrolet de 1955.

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O mais interessante da sequencia é que uma parte do corpo do piloto fica para fora do Chevy após o capotamento e mesmo assim ele sai andando. A cena inacreditável ocorreu com o piloto Kelly Harvey. Ele disputava o tempo nos 400 metros contra um Chevrolet Camaro no Colorado, Estados Unidos, no autódromo Internacional de Pikes Peak.

Segundo relatos de Harvey, foi impossível controlar o carro em um determinado momento da pista. “Quando percebi, o Chevy já estava capotando”, conta. “Meus cintos de segurança não foram devidamente puxados e com isso fui arremessado, mas dei muita sorte”, agradece ele

Estadão

Para ser salva pelo ex, mulher põe fogo em casa ele não apareçeu e ela morreu

 

mulheKatrina-Rose Black, de 21 anos, ligou para o ex-namorado, Anthony Ashworth, dizendo que estava sozinha em casa e que queria que ele fosse vê-la na residência em Burnley(Inglaterra).

Após desligar o telefone, ela pôs fogo em roupas e esperou que Anthony aparecesse a salvasse. Ele não apareceu e Katrina-Rose acabou morrendo no incêndio.

Quando o ex foi ao local, juntamente com os bombeiros, já era tarde demais. O fogo já tinha consumido a maior parte do interior do imóvel.

Investigadores descobriram que a jovem, que tinha dois filhos, apresentava um histórico de mentiras para chamar atenção, incluindo o falso drama de estar sofrendo de câncer no cérebro, de acordo com reportagem do “Daily Mail”.

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Em fevereiro de 2010, Katrina-Rose já havia sido resgatada de um incêndio em casa. Desconfia-se de que o incidente tenha sido provocado por ela.

por Fernando Moreira

Guerrero marca, Cássio salva e Corinthians é bicampeão do mundo

Paolo Guerrero sai para festejar seu gol diante do Chelsea. Foto: Getty Images

Guarulhos, Espírito Santo, Bela Vista, Vila Moraes, Interlagos, Cohab 5, Capão Redondo, Curitiba, Pirituba, Itaquá, Tatuapé, Praia Grande, Americana, Pindamonhangaba, Tucuruvi, Jundiaí, Itaquera, Mooca, Mogi Guaçu, Canadá, Cubatão, Indaiatuba, Suzano, Serra Negra, Sorocaba, Francisco Morato, Cangaíba, Austrália. Essas foram algumas das faixas de corintianos espalhadas em todo o anel superior e parte do inferior do Yokohama Stadium neste domingo 16 de dezembro. Nesses lugares e em todo mundo só há uma certeza: o Corinthians é o campeão mundial de 2012.[bb]

Não havia faixas do Peru. Mas camisas de um tal centroavante com a tradicional faixa transversal em vermelho havia, sim. Camisas de Guerrero, o autor dos dois gols que deram ao Corinthians o seu segundo título mundial. O segundo na vitória por 1 a 0 sobre o Chelsea, no estádio que já havia visto a seleção brasileira, o São Paulo e o Internacional triunfarem.

O peruano e o goleiro Cássio, com pelo menos cinco defesas importantes, mereceriam bicho dobrado após a noite que viu o Corinthians se igualar ao Barcelona como único bicampeão mundial em torneios organizados pela Fifa.

Numa invasão que tomou conta de Yokohama e de todo o Japão, corintianos de todas partes da capital paulista e de todo o mundo, fizeram o mundo conhecer o que é Corinthians. E com um título que já entra para história, não só pelo resultado, mas pelo que se viu fora dos estádios e nas cidades japoneses por onde passaram os loucos do bando.

Jornalistas ingleses, australianos, alemães, japoneses, espanhóis, franceses, indonésios… não há um gringo presente neste Mundial que não tenha se impressionado com o esforço de milhares de corintianos de estarem ali. No público de 68.275 divulgados pela Fifa ao menos 2/3 era de torcedores alvinegros, que fizeram do Yokohama Stadium um Pacaembu.[bb]

O jogo
Aos 9 minutos, a bola com chip talvez tenha tido sua primeira dura tarefa desde que foi adotada pela Fifa neste Mundial. Após cobrança de escanteio, Chicão não conseguiu cortar de dentro da pequena área, a bola sobrou para Cahill, que a queima roupa perdeu grande chance. Cássio salvou em cima da linha, claramente fora do gol, para alívio dos corintianos.

O Chelsea era melhor. Tinha mais de 65% da posse de bola até os 20 minutos do primeiro tempo, mas o Corinthians, bem postado, começava a arriscar depois de ser pressionado pelo time inglês nos primeiros minutos. Com Emerson, em roubada de bola depois de erro de Ramires, o Corinthians entrou com perigo na área rival pela segunda vez (Paulinho havia furado alguns minutos antes). De fora da área, Jorge Henrique e Paulinho também arriscaram mas sem obrigar Cech a fazer nenhuma defesa.

O Corinthians equilibrou o jogo e foi melhor na metade final do primeiro tempo. Aos 34, Chicão lançou na área, Guerero disputou com David Luiz, ganhou, cortou para a perna direita, mas chutou mal. A bola saía pelo lado direito do gol de Cech, mas Emerson a alcançou e conseguiu acertar o pé da trave direita do goleiro checo.

O assanhamento do Corinthians fez o Chelsea acordar e por pouco abrir o placar. Cássio evitou o pior. Primeiro aos 37, após chute de Torres e depois ao 39, em chute colocado de Moses, em que o goleiro se esticou todo para afastar para escanteio. O arqueiro foi peça fundamental do Corinthians para que o primeiro tempo terminasse sem gols.

No segundo tempo, sem mudanças em nenhum dos times, o Corinthians foi melhor. Controlou os nervos e contou com ótima partida de Danilo e o faro de Guerrero para sacramentar o placar final da vitória. O gol saiu após jogada iniciada pelo camisa 20 e que acabou na cabeça de Guerrero, como na semifinal contra o Al Ahly. O mundo é preto e branco pela segunda vez.

FICHA TÉCNICA – CORINTHIANS 1 X 0 CHELSEA

Local: Estádio Internacional de Yokohama, em Yokohama (JAP)
Data: 16 de dezembro de 2012 (domingo)
Horário: 8h30 (de Brasília)
Árbitro: Cüneyt Çakir (TUR)
Assistentes: Bahattin Duran (TUR) e Tarik Ongun (TUR)
Cartões amarelos: Jorge Henrique (Corinthians); Cahill e David Luiz (Chelsea)
Cartão vermelho: Cahill (Chelsea)

Gol: CORINTHIANS: Guerrero, aos 23 minutos do segundo tempo
Público: 68.275 pagantes

CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Chicão, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Jorge Henrique, Danilo e Emerson (Wallace); Guerrero (Martínez)
Técnico: Tite

CHELSEA: Cech; Ivanovic (Azpilicueta), Cahill, David Luiz e Ashley Cole; Ramires e Lampard; Moses (Oscar), Juan Mata e Hazard (Marin); Fernando Torres
Técnico: Rafael Benítez

iG

Decisivo, Emerson marca e salva Timão da derrota para a Ponte

Herói do título da Libertadores, Emerson voltou a ser decisivo no Corinthians. É bem verdade que o interesse pelo Campeonato Brasileiro não é o mesmo, mas Sheik se transformou em salvador nesta quarta-feira. Depois de dois jogos ausente por causa de uma lesão na coxa direita, o atacante retornou para, aos 44 minutos do segundo tempo, impedir a derrota do Timão para a Ponte Preta, no Pacaembu. A Macaca, que jogou melhor, pressionou e teve dois gols anulados, falhou na marcação o último lance de perigo da partida e jogo terminou 1 a 1.

O resultado deixa os alvinegros em situações semelhantes na classificação do Brasileirão. O Corinthians permanece na nona colocação, com 32 pontos, mesmo número da Macaca, posicionada logo abaixo. A vantagem dos paulistanos está no saldo de gols: o Timão tem dois; a Macaca, menos dois.

As equipes voltam a jogar no domingo. O Corinthians faz o clássico contra o Palmeiras, às 16h (horário de Brasília), no Pacaembu. A Ponte Preta recebe o Botafogo, às 18h30m, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas.

Macaca joga melhor, mas Emerson salva o Corinthians

Tite garantiu na entrevista coletiva de terça-feira, no CT Joaquim Grava, que o Corinthians não seria surpreendido pela maneira de atuar da Ponte Preta. Mas foi. Assim como aconteceu no Campeonato Paulista, quando foi eliminado pela Macaca nas quartas de final, o Timão encontrou muita dificuldade para passar pela forte marcação e fez um primeiro tempo bem abaixo daquele das últimas partidas disputadas no Pacaembu.

A “blitz” imposta na vitória sobre o Grêmio, com dois gols em dez minutos, esbarrou no ferrolho montado por Gilson Kleina. A Macaca parou o campeão da América com eficiência. Renê Junior e Nikão bloquearam as saídas dos laterais corintianos. Marcinho e Cicinho travaram os volantes, fazendo com que os meias Danilo e Douglas fossem pouco acionados. O time de Campinas chegou até a balançar as redes, aos 29 minutos, com Tiago Alves, mas o lance foi invalidado, pois o jogador estava impedido.

Emerson foi quem mais lutou por espaço, mas também teve problemas para abrir a defesa da equipe de Campinas, principalmente pela baixa produtividade de seu companheiro ofensivo, Romarinho. Sem espaço por baixo, a equipe arriscou 16 cruzamentos para a área. O melhor que conseguiu, porém, foi um chute perigoso de Douglas, passando perto da trave. A Ponte também chegou apenas uma vez, com Roger assustando Cássio ao bater cruzado na área.

Emerson Corinthians x Ponte Preta (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Tiago Alves, autor do gol da Ponte, disputa bola com Emerson (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

A expectativa pela reação do Corinthians acabou logo nos primeiros minutos. O Timão voltou a ter os mesmos problemas para criar e, de quebra, passou a abrir espaços na defesa. Foi através deles que a Ponte Preta passou a controlar a partida e a levar perigo. Marcinho, finalizando de longe, Nikão, em grande defesa de Cássio, e Roger, chutando o chão dentro da área, estiveram perto de marcar. Aos 19 da segunda etapa, outro gol da Ponte anulado. Roger recebeu belo lançamento de Marcinho e mandou para as redes. No entanto, estava adiantado e a arbitragem assinalou o impedimento.

Tite tentou dar mais velocidade à equipe com a entrada de Jorge Henrique no lugar de Douglas. Nada mudou. A Macaca seguiu melhor e chegou ao gol, aos 22 minutos. Em cobrança de falta ensaiada, Nikão levantou a bola para a área, Renê Júnior desviou e Tiago Alves completou no canto esquerdo de Cássio.

Não restou outra alternativa ao Corinthians a ser não sufocar. Guilherme, em chute de longa distância, quase empatou pouco depois do gol. Giovanni, que fez o primeiro da carreira de profissional contra o Grêmio, por muito pouco não igualou o placar chutando cruzado, após Romarinho pedir pênalti em dividida com Ferron.

O alívio veio aos 44 minutos. Emerson foi lançado em profundidade na área e tocou por cobertura. Edson Bastos ainda desviou, mas a bola entrou mansamente, salvando o Corinthians da derrota em casa e frustrando os planos da Ponte, que, dessa vez, não conseguiu ser o carrasco do Timão no Pacaembu.

Globoesporte.com

Hulk ataca de super-herói, e ‘salva’ Mano. Neymar não escapa de vaias

Ele não teve uma crise de raiva, também não rasgou a camisa e muito menos ficou verde, mas foi, sim, o super-herói da tarde desta sexta-feira. Hulk, o atacante de R$ 141 milhões, talvez seja um dos nomes mais criticados na seleção brasileira de Mano Menezes, mas no amistoso contra a África do Sul, no estádio do Morumbi, ele compensou a sua convocação marcando o gol da vitória suada do Brasil por 1 a 0. O time pentacampeão mundial deixou o estádio sob vaias.

O triunfo, porém, não apaga uma tarde que a Seleção gostaria de esquecer. A pressão da torcida paulista no estádio do Morumbi foi enorme. Gigante também não seria nenhum exagero. É claro que Mano Menezes foi o alvo principal, mas sobrou até para Neymar, principal jogador brasileiro da atualidade, acusado de “pipoqueiro” e vaiado ao ser substituído já aos 44 do segundo tempo. Leandro Damião, então, jogou sob gritos de Luis Fabiano.

Talvez um dos únicos poupados pela torcida tenha sido Lucas, que teve uma atuação tão apagada quanto a dos seus demais companheiros. Mas quando ele foi substituído por Jonas, o clima esquentou para Mano. O técnico verde e amarelo foi chamado de burro e ouviu, assim como Dunga certa vez em Belo Horizonte, um “Adeus, Mano”. O ambiente hostil melhorou um pouco após o gol, mas norteou a partida.

Passada essa turbulência em solo paulistano, a seleção brasileira embarca esta noite pro Recife, onde na segunda-feira, às 22h, encara a China, no estádio Arruda. A partida terá transmissão ao vivo da TV Globo, do Sportv e do GLOBOESPORTE.COM.

Hulk e David Luiz, Brasil x Africa do Sul (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Capitão David Luiz comemora com Hulk o gol da vitória brasileira (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Vaias para o Brasil, “olé” para os Bafana e “adeus, Mano”

A seleção brasileira estava preparada para jogar de amarelo, como de costume. Mas o uniforme da África do Sul, também verde e amarelo, forçou os donos da casa a entrarem em campo com a camisa azul – a de Marcelo estava rasgada, e teve que ser trocada (assim como a braçadeira de capitão de David Luiz, que foi substituída por uma fita adesiva). Por conta desse imprevisto, a partida atrasou mais de 15 minutos. Não foi isso, porém, que tirou a paciência do torcedor paulista no amistoso desta tarde. A pífia atuação da seleção brasileira foi a culpada.

Desde o hino nacional, ouvido com frieza pelos paulistas, o clima era de desconfiança. Com a bola rolando, esse ambiente só se confirmou. A cobrança, aliás, começou cedo. Bem cedo. Logo aos sete minutos, depois de tentativa frustrada de Leandro Damião dar passe de letra na intermediária, boa parte da torcida começou a gritar o nome de Luis Fabiano, atacante do São Paulo. A cena se repetiu aos 11 minutos.

Marcelo Brasil x África do Sul (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Marcelo  (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Nesse mesmo minuto, por sinal, a África do Sul teve a melhor chance do jogo. Não fosse Diego Alves, os Bafana Bafana teriam aberto o placar. Gaxa recebeu na direita da grande área, avançou e bateu fraco. O goleiro do Valencia fez ótima defesa. Nervosos, os brasileiros apelaram para entradas mais duras. Tiveram de ser contidos com cartões amarelos, mostrados para Dedé e Marcelo.

A resposta da seleção brasileira ao bom momento da África do Sul foi em um raro lance de inspiração. Na verdade, em uma jogada de oportunismo. Aos 16, Neymar bateu falta cruzada para área e Dedé cabeceou forte. Khune fez grande defesa. Com seu quarteto ofensivo apagado (Oscar, Lucas, Neymar e Damião), o Brasil dependia do individualismo. Mas nem assim teve jeito. O primeiro tempo foi mesmo de irritar.

Tanto que aos 21 minutos, a paciência da torcida acabou, e a Seleção escutou sua primeiras vaias na partida. Em determinado momento, assim como aconteceu com Dunga em Belo Horizonte, na preparação para a Copa do Mundo de 2010, Mano Menezes ouviu “adeus”, entoado por parte da torcida no Morumbi (escute no vídeo ao lado). Um minuto após as primeiras vaias, mais cobrança por conta de uma bola recuada para Diego Alves.

Nada insinuante, a Seleção voltou a levar perigo para África do Sul aos 42 minutos, quando Neymar finalizou após cruzamento da direita e consagrou o goleiro Khune, que defendeu com o peito. Já era tarde. Nesse momento quem contava com o apoio vindo das arquibancadas eram os Bafana Bafana. O toque de bola sul-africano era acompanhado de “olé” dos paulistanos. Para o Brasil, sonoras vaias após o apito final.

– A gente não tem que se preocupar com a torcida, a gente sabe que vai jogar aqui e eles vão cobrar. Temos de ter personalidade para jogar aqui, mesmo a torcida não nos dando apoio. Não podemos nos desesperar – disse Daniel Alves à TV Globo no intervalo.

Dia de super-heroi: Hulk garante a vitória

Quem não viu o começo de jogo e não percebeu que o Brasil estava jogando de azul, certamente deve ter torcido por engano pela África do Sul no começo do segundo tempo. Muito embora Lucas tenha começado a etapa final com boas jogadas individuais, o time sul-africano deu trabalho para a defesa brasileira.

Faltou bem pouco, aliás, para que os Bafana não abrissem o marcador logo nos primeiros cinco minutos. Parker fez ótima jogada pela direita, deixou David Luiz para trás com lindo corte e cruzou. A bola só não encontrou o atacante do outro lado da área porque Dedé chegou em tempo de tirar a bola para escanteio.

A pressão sul-africana serviu ao menos para dar um choque na seleção brasileira. Passado o sufoco, o time deixou a tática de lado e partiu para o individualismo. Primeiro com Oscar, depois com Lucas, mais adiante com Neymar e também com Damião. O quarteto, que Mano não quer que chamem de mágico, enfim, apareceu.

Com toque de lado, muita firula e pouca objetividade, a pequena evolução da Seleção apenas iludiu o torcedor, que voltou a gritar o nome de Luis Fabiano no momento em que Mano Menezes colocou Hulk na vaga de Leandro Damião. Visivelmente abatido, o técnico da Seleção aproveitou uma parada no jogo e passou instruções a Neymar.

Neymar Brasil x África do Sul (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Neymar saiu sob os gritos de ‘pipoqueiro’ da torcida no Morumbi (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Sem espaço, o craque do Santos parecia não estar em um dos seus melhores dias. Fato! Mas jogador decisivo muitas vezes surpreende, como Neymar mesmo fez ao bater falta aos 25 minutos e obrigar Khune a outra ótima defesa. Quando a torcida parecia começar a fazer as pazes com a Seleção no jogo, Mano sacou Lucas.

O meia-atacante do São Paulo, protagonista antes da partida, teve realmente atuação discreta. Mas a torcida não perdoou sua troca por Jonas e chamou Mano de “burro”. Em seguida, repetiu o primeiro tempo, e gritou “Adeus, Mano”. Mas se o anjo da guarda do técnico não estava presente, seu super-herói estava: Hulk.

Em seu terceiro jogo oficial em solo brasileira (tinha feito dois pelo Vitória quando atuava no país), o atacante do Zenit, que o comprou do Porto por R$ 141 milhões, apareceu para dar a vitória à seleção brasileira. Depois de dar passe para David Luiz na esquerda, ele apareceu para pegar o rebote do chute e explodir o Morumbi aos 29.

Melhor para Mano, para os jogadores e para a torcida, que compareceu em grande número (51.538 pessoas) ao amistoso contra a África do Sul. Já aos 44, o técnico tirou Neymar para a entrada de Arouca. O camisa 11 saiu sob os gritos de “pipoqueiro”. Na próxima terça, será a vez de Recife receber a Seleção contra a China. Mais um teste para a popularidade do treinador e do craque em casa.

BRASIL 1 X 0 ÁFRICA DO SUL
Diego Alves; Daniel Alves, David Luiz, Dedé e Marcelo (Alex Sandro); Romulo (Paulinho), Ramires, Oscar e Lucas (Jonas); Neymar (Arouca) e Leandro Damião (Hulk). Khune, Gaxa, Sangweni, Khumalo e Masenamela; Dikgacoi, Furman (Mashego), Tshabalala e Serero (Maluleka); Ndlovu (Benni McCarthy, depois Parker) e Chabangu (Letsholonyane).
Técnico: Mano Menezes Técnico: Gordon Igesund
Gol: Hulk, aos 29 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Dedé, Marcelo e Hulk (Brasil); Chabangu e Gaxa (África do Sul)
Data: 7/9/2012. Local: Morumbi, em São Paulo. Público: 51.538 pessoas. Renda: R$ 3.929.765,00. Árbitro: Nestor Pitana (Argentina). Auxiliares: Diego Bonfa e Gustavo Rossi (Argentina)

Globoesporte.com

Projeto social Uma Nota Musical que Salva comemora 1º aniversário nesta sexta-feira

 

O projeto social Uma Nota Musical que Salva, do bairro Mandacaru, em João Pessoa, comemora nesta sexta-feira (31), um ano de atuação. A ONG utiliza a música como instrumento de inclusão social. Atende hoje a cerca de 70 crianças.

As atividades do primeiro aniversário do projeto começam às 9h. Haverá tendas armadas para atendimento médico, corte de cabelo, palestras sobre educação no trânsito, dentre outras ações. A programação se encerra às 20h30 com apresentação musical das crianças e seus professores, seguida por um show gospel. A coordenadora geral do ONG Uma Nota Musical que Salva, Lauriceia Teixeira Rodrigues, convida a imprensa para registrar o evento.

O endereço é rua general Barros Rego, 294, Mandacaru. Indo pela via expressa Tancredo Neves, entrar à direita, em frente ao antigo posto de combustível ‘Padrão’ e logo em seguida contorna à primeira rua à direita.

SAIBA MAIS SOBRE O PROJETO

 

ONG mobiliza crianças e adolescentes do

bairro de Mandacaru pela música

‘Uma Nota Musical que Salva’. Este é o nome da organização não governamental que trabalha a inclusão social junto a crianças e adolescentes filhos de famílias de baixa renda no bairro Mandacaru, em João Pessoa. O casal fundador da ONG e os voluntários que abraçaram o projeto têm uma meta em comum: evitar que a garotada seja vítima das drogas como usuário ou que um dia se envolva com o tráfico.

O crack tem levado a vida de vários jovens de Mandacaru e a associação ‘Uma Nota Musical Que Salva’ quer conduzir futuros cidadãos e cidadãs daquela comunidade a seguirem com os estudos e aprender a tocar algum instrumento musica, uma atividade que pode ser o passo inicial para muitos meninos e meninas

O projeto ‘Uma Nota Musical Que Salva’ nasceu a partir de uma ideia do casal José Severino da Silva e Lauriceia Teixeira Rodrigues. “O bairro de Mandacaru era reconhecido pela imprensa e pelas autoridades policiais como o mais violento da capital, então eu senti a necessidade, junto com a minha família, de fazermos algo para mudar essa estatística”, revelou Lauriceia, e acrescentou: “eu e meu esposo atendemos aqui várias mães que tiveram seus filhos assassinados no bairro e todos adolescentes, agora, com o projeto, ao invés de vê a mãe chorando ao enterrar seu filho, queremos vê-la chorando de alegria na apresentação de seu filho no palco”, declarou.

    Lauriceia faz um apelo para que os comerciantes, principalmente de Mandacaru, façam doações para o projeto. Os contatos podem ser feitos por meio do twitter @umanotamusical e pelos celulares (83) 8603 2473 / 8726 2473.

    A ONG ainda funciona na residência do casal Severino e Lauriceia na rua general Barros Rego, 294, Mandacaru.  Lauriceia revela que hoje as crianças e adolescentes estão tendo aulas de música, culinária e canto. Quando a ONG estiver na sede vai oferecer também cursos de informática, línguas estrangeiras, reforço escolar e libras.

  Lauriceia revela que atualmente a ONG assiste 70 meninos e meninas. “A gente faz aqui um trabalho de prevenção para que eles não se envolvam com a criminalidade e sejam os cidadãos do amanhã por meio da arte e da cultura”, acrescentou. Tem crescido o interesse das famílias pelo projeto. Uma criança acaba trazendo outra para as aulas de músicas e as mães também estão falando para outras famílias sobre as lições que a entidade tem transmitido aos seus filhos.

    Com a ajuda de instituições e comerciantes parceiros o projeto ‘Uma Nota Musical Que Salva’ oferece lanche à garotada, um dos atrativos, já que todos são de famílias com baixo poder aquisitivo. O secretário da Segurança e Defesa Social, Cláudio Lima fez a doação, com recursos próprios, das camisas usadas pelos alunos inscritos no projeto.

    Um dos voluntários é o sargento da Polícia Militar, Edilson. Lotado no Comando Geral da Corporação, ele integra a Banda de Música da PM e afirmou que ao ensinar música às crianças de Mandacaru ele realiza um sonho que tinha em mente. Atualmente ele ensina a teoria musical e depois todos vão partir para a prática com os instrumentos. A jovem Monalisa Teófilo é voluntária do projeto como secretária.

    Para Miguel Januário de Lima Neto, 15 anos, o projeto ‘Uma Nota Musical Que Salva’, é uma coisa boa que surgiu no bairro “e eu quero muito aprender a tocar algum instrumento musical”, revelou. A pequena Lívia Maria Sousa, 7 anos, afirmou que está convidando outras crianças para o projeto da tia Lauricéia.

Josélio Carneiro
83 8139-4955

 83 9362-0195