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Termina nesta sexta prazo para trabalhador sacar abono salarial

Termina nesta sexta-feira (28), o prazo para os trabalhadores sacarem o abono salarial relativo ao ano-base 2018, mas na Paraíba, até o dia 17 de junho (levantamento mais recente) um grupo de quase 20 mil pessoas ainda não havia retirado os valores a que têm direito. Isso significa que ainda havia mais de R$ 75 milhões de recursos do abono salarial disponíveis e que ainda não foram sacados.

De acordo com a Caixa, os benefícios, que totalizam R$ 16,9 bilhões, foram liberados de forma escalonada para 22,5 milhões de beneficiários, conforme o mês de nascimento, e agora estão disponíveis para os nascidos em qualquer mês. Até maio, o banco pagou R$ 15,6 bilhões a 20,6 milhões trabalhadores.

O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site do banco ou pelo Atendimento Caixa ao Cidadão, pelo telefone: 0800 726 0207.

Pode a sacar o abono o trabalhador inscrito no PIS ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2017 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.

“Os titulares de conta individual na Caixa com cadastro atualizado e movimentação na conta, podem ter recebido crédito automático antecipado. Quem possui o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou ir aos terminais de autoatendimento da Caixa para receber o abono”, informou o banco..

Segundo a Caixa, caso o beneficiário não tenha o Cartão do Cidadão ou não tenha recebido automaticamente em conta, ele pode retirar o valor em qualquer agência da Caixa, apresentando o documento oficial de identificação.

O trabalhador em empresa pública, com inscrição no Pasep, recebe o pagamento do abono pelo Banco do Brasil.

Público-alvo 

Tem direito ao abono salarial calendário 2018/2019 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2018 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Além disso, é importante que os dados do trabalhador tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Os valores são proporcionais ao tempo trabalhado formalmente no ano-base. Quem esteve empregado por todo o ano recebe o equivalente a um salário mínimo (R$ 998); quem trabalhou por apenas 30 dias pode sacar o valor mínimo, que é de R$ 84 – o equivalente a 1/12 do salário mínimo.

 

portalcorreio

 

 

Quase 20 mil ainda não sacaram o abono salarial na Paraíba

O prazo para os trabalhadores sacarem o abono salarial relativo ao ano-base 2018 termina em 28 de junho, mas na Paraíba um grupo de quase 20 mil pessoas ainda não retirou os valores a que têm direito. Isso significa que ainda há mais de R$ 75 milhões de recursos do abono salarial disponíveis e que ainda não foram sacados.

Em todo Brasil, 2,2 milhões de pessoas ainda não retiraram os valores a que têm direito. O número representa mais de R$ 6,5 bilhões ainda não sacados. 

A região Sudeste concentra a maior parte das pessoas que têm direito ao abono e ainda não sacaram o dinheiro, com mais de 1,1 milhão de trabalhadores. Isso representa mais de R$ 3,1 bilhões disponíveis, esperando pelo cidadão.

A região Norte é a que tem o menor número de pagamentos pendentes, totalizando cerca de 148 mil pessoas e R$ 367 milhões em caixa.

Na região Sul, 440 mil trabalhadores ainda não fizeram o saque, e R$ 1,2 bilhão em benefícios ainda estão disponíveis. Já na região Nordeste, 353 mil não retiraram o dinheiro, com um total de aproximadamente R$ 1,2 bilhão à espera dos trabalhadores. A região Centro-Oeste tem quase 235 mil benefícios não pagos, cerca de R$ 603 milhões.  

Os valores do abono salarial começaram a ser pagos em 17 de janeiro e, desde então, mais de 22,4 milhões de trabalhadores já retiraram os valores a que tinham direito, somando mais de R$ 17 bilhões liberados. O saque poderá ser realizado em agência bancária. 

Público-alvo 

Tem direito ao abono salarial calendário 2018/2019 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2018 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Além disso, é importante que os dados do trabalhador tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Os valores são proporcionais ao tempo trabalhado formalmente no ano-base. Quem esteve empregado por todo o ano recebe o equivalente a um salário mínimo (R$ 998); quem trabalhou por apenas 30 dias pode sacar o valor mínimo, que é de R$ 84 – o equivalente a 1/12 do salário mínimo.

 

portalcorreio

 

 

Saque do abono salarial vai até 28 de junho

Trabalhadores têm até o dia 28 de junho para realizar o saque do Abono Salarial 2018/2019. Os valores variam de R$ 84 a R$ 998, conforme a quantidade de dias trabalhados durante o ano base 2017. Os benefícios foram liberados de forma escalonada de acordo com o mês de nascimento, e agora estão disponíveis para os nascidos em qualquer mês.

A CAIXA disponibilizou R$ 16,9 bilhões para 22,5 milhões de beneficiários em todo o calendário. Até maio, o banco pagou R$15,6 bilhões a 20,6 milhões trabalhadores. O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo CAIXA Trabalhador, no site da CAIXA (www.caixa.gov.br/PIS) ou pelo Atendimento CAIXA ao Cidadão: 0800 726 0207.

Quem tem direito a sacar?

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2017 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano-base 2017.

Os titulares de conta individual na CAIXA com cadastro atualizado e movimentação na conta, podem ter recebido crédito automático antecipado. Quem possui o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento CAIXA Aqui ou aos terminais de autoatendimento da CAIXA para receber o abono.

Caso não tenha o Cartão do Cidadão ou não tenha recebido automaticamente em conta CAIXA, o beneficiário pode retirar o valor em qualquer agência da CAIXA, apresentando o documento oficial de identificação. O trabalhador com vínculo a empresa pública possui inscrição PASEP e recebe o pagamento pelo Banco do Brasil.

MaisPB

 

 

Aumento salarial de professores será pago a partir deste mês

A secretária da Administração do Estado, Livânia Farias, garantiu, ao Portal Correio, que o aumento no piso salarial dos professores será pago já a partir do mês de janeiro. Ela destacou que o menor valor pago a profissionais da Paraíba atualmente já é bem superior, mas que “o Estado não enfrentará dificuldades em conceder mais esse reajuste”.

O aumento de 6,48% no piso salarial de professores foi assinado pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, nessa quinta-feira (28). O índice autorizado é 4,01% acima da inflação prevista para este ano, que é de 2,8%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) divulgado na última semana pelo Banco Central (BC). Com isso, o piso nacional do magistério tem um ganho real de 3,90% e um salário de R$ 2.455,35, para jornada de 40 horas semanais.

De acordo com Livânia Farias, atualmente o professor com menor salário na rede pública recebe R$ 2.681. Deste valor, R$ 1.724 são referentes ao piso, enquanto o restante é resultado do Bolsa Desempenho. A secretária disse ainda que o impacto no novo piso salarial na receita do Estado ainda não foi calculado.

“Vamos nos reunir na próxima semana para avaliar tanto os números relativos ao piso dos professores, quanto do novo salário mínimo“, informou Livânia Farias.

Conforme Livânia Farias, entre efetivos e inativos, a rede pública estadual de ensino possui cerca de 46 mil professores.

Portal Correio

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Jogadores do Auto Esporte se negam a treinar por causa de atraso salarial

Os jogadores do Auto Esporte estão de braços cruzados por causa do atraso de salários. E o protesto deve continuar pelo menos até que uma reunião para tratar do assunto aconteça entre o elenco e a presidência do clube. Os atletas, inclusive, não treinaram na tarde desta terça-feira, mas a previsão é que o encontro entre diretores e jogadores aconteça na tarde desta quarta. As informações são da Rádio Tabajara.

O protesto aconteceu ontem à tarde. No horário marcado para o treino, os jogadores estiveram no Estádio Mangabeirão. Mas eles não entraram em campo e ainda avisaram que a paralisação deve se manter até que a diretoria venha conversar sobre o pagamento do salário do mês de março.

auto esporte, campeonato paraibano (Foto: Pedro Paulo / Auto Esporte)Auto Esporte resolve entrar em greve (Foto: Pedro Paulo / Auto Esporte)

Os jogadores não quiseram falar com a imprensa. E o capitão Fábio Bilica seria o porta-voz do grupo.

A crise acontece em um momento importante para o Auto Esporte no Paraibano. O Alvirrubro está na briga pela última vaga na semifinal do Campeonato Paraibano e tem um jogo importante neste domingo, contra o Internacional-PB.

O Clube do Povo está na sexta colocação da tabela do Campeonato Paraibano, com 22 pontos conquistados em 17 jogos, sendo seis vitórias, quatro empate e sete derrotas. O Alvirrubro está brigando pela classificação junto com Atlético de Cajazeiras, que está em quarto lugar; e o Serrano-PB, que está em quinto.

Fábio Bilica, Auto Esporte (Foto: Divulgação / Auto Esporte)Fábio Bilica teria sido eleito porta-voz do elenco do Auto Esporte (Foto: Divulgação / Auto Esporte)
G1

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Temer deve acabar com abono salarial para compensar recuos na reforma da Previdência

temerO presidente Michel Temer (PMDB) deve compensar os recuos na reforma da Previdência com a extinção do abono salarial. A informação é do jornal O Globo.

Temer cedeu às pressões da sua base no Congresso e autorizou, ontem, a mudança em cinco pontos da proposta de reforma, o que vai reduzir em pelo menos 17% a economia que o governo pretendia nos gastos com o INSS nos próximos dez anos. Isso corresponderia a cerda de R$ 115 bilhões, conforme estima a Casa Civil.

A economia com a proposta original era de aproximadamente R$ 678 bilhões em uma década.

Segundo O Globo, uma fonte da área econômica afirmou que esses pontos retirados da proposta original terão que ser compensados, e uma das medidas seria o fim do abono salarial, que equivale a um salário mínimo por ano a quem ganha até dois salários mínimos. Esse benefício consome em torno de R$ 18 bilhões por ano e contempla 22 milhões de trabalhadores.

A vice-presidente do PT na Paraíba, Giucélia Figueiredo, disse nesta sexta-feira (07) que os movimentos sociais, sindicais e os partidos de esquerda como PT, PCdoB, Psol continuam se mobilizando contra a retirada de direitos da classe trabalhadora. “Desse governo ilegítimo de Micel Temer pode se esperdar tudo em relação à retirada de direitos dos trabalhadores. Por isso que estamos mobilizados nas ruas, para reagir à altura com as pressões necessárias para que esse ataque não venha a se concretizar”, disse.

“Nós vamos reagir à altura conjuntamente com os partidos de esquerda, até mesmo partidos da base aliada do ilegítimo Michel Temer que estão se rebelando contra os ataques aos direitos da classe trabalhadora”, disse Giucélia, destacando o compromisso com o Brasil desses partidos, das organizações sociais,do movimento sindical, da Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, denunciando e reagindo porque “entendem que essa luta é em defesa de direitos trabalhistas duramente conquistados pela classe trabalhadora”.

O Globo

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Saiba de quanto poderá ser o reajuste do piso salarial dos professores

O Ministério da Educação (MEC) deve anunciar nesta quinta-feira (12) o índice de reajuste do piso salarial dos professores de 2017 que, de acordo com cálculos de entidades educacionais, deverá ser de aproximadamente 7,5%.

Com isso, o menor salário a ser pago a professores da educação básica da rede pública deve passar dos atuais R$ 2.135,64 para um valor entre R$ 2.285 a R$ 2.298. Inicialmente, uma reunião com com representantes dos estados, municípios e trabalhadores para discutir o assunto estava marcada para amanhã, mas foi cancelada.

O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo aa regras da Lei 11.738/2008, a chamada Lei do Piso, que define o mínimo a ser pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais.

Pela lei, o anúncio do reajuste deve ser feito sempre em janeiro. O ajuste deste ano deverá ficar 1,2 ponto percentual acima da inflação de 2016, que fechou em 6,29%.

A reunião é a primeira do ano do Fórum Permanente para Acompanhamento da Atualização Progressiva do Valor do Piso Salarial Nacional, criado em 2015 com o objetivo de discurtir formas mais sustentáveis de pagar os professores.

O Fórum é composto por representantes do MEC e por entidades como o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Crise

Para estados e municípios, em um contexto de crise orçamentária, o reajuste vai pesar nas contas. “Hoje, no Brasil, a grande dificuldade dos estados é conseguir responder às obrigações correntes. Temos pelo menos 15 estados que estão apresentando dificuldade para pagar os salários correntes, alguns precisam de renegociação de dívida com o governo federal”, afirma o diretor institucional do Consed, Antônio Neto. “Os estados estão apresentando dificuldade a qualquer tipo de reajuste do servidor público. Essa questão está diretamente ligada à dificuldade na arrecadação”.

Nos municípios, a situação é semelhante. “Nos dois últimos anos essa questão foi bastante complicada para os gestores municipais. O piso tem crescido, desde a criação, em velocidade maior que a inflação e maior que o crescimento real do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação]”, diz o presidente da Undime, Alessio Costa Lima. Segundo ele, os municípios deverão apostar na gestão e reorganização das redes de ensino para cumprir o pagamento mínimo.

Para a CNTE, é preciso um esforço dos entes para garantir a qualidade da educação. “Precisa de muita determinação e muito compromisso com a educação por parte dos gestores públicos para entender que não vai ter educação de qualidade se não tiver professores e funcionários trabalhando com um salário decente. O reajuste deve ocorrer mesmo com toda a crise que possa estar acontecendo”, defende o presidente da confederação, Roberto Franklin de Leão.

Novas regras

Nem estados e nem municípios negam a importância do reajuste a da valorização dos professores, fundamentais para a melhoria da qualidade da educação. Os gestores defendem, no entanto, uma revisão da lei do piso, para que haja critérios de reajuste “mais factíveis” aos entes e que permitam um reajuste também para o restante da carreira.

A lei vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Pela lei, os demais níveis da carreira não recebem necessariamente o mesmo aumento. Isso é negociado em cada ente federativo.

“Defendemos o piso nacional, mas defendemos um mecanismo que seja compatível e tenha sustentabilidade financeira. Algumas possibilidades foram discutidas, mas o cenário econômico é outro e requer sentar à mesa e chegar a um reajuste compatível com a economia”, diz Lima. “Se não estabelecermos fontes claras de financiamento para que possamos organizar a educação do Brasil poderemos perder o bonde da história”, acrescenta Neto.

Já a CNTE defende a manutenção das regras atuais, que favorecem ganhos reais aos professores e a valorização desses profissionais. “De jeito nenhum vamos levar à reunião alguma proposta de mudança da lei”, diz Leão.

Valorização dos professores

Em 2009, quando a Lei do Piso entrou em vigor, o pagamento mínimo para professores passou de R$ 950 para R$ 1.024,67, em 2010, e chegou a R$ 1.187,14 em 2011. No ano seguinte, o piso passou a ser R$ 1.451.

Em 2013, subiu para R$ 1.567 e, em 2014, foi reajustado para R$ 1.697. Em 2015, o valor era R$ R$ 1.917,78. Na série histórica, o maior reajuste do piso foi registrado em 2012, com 22,22%. No ano passado, o reajuste foi de 11,36%.

Apesar do crescimento, atualmente, os professores recebem o equivalente a 54,5% do salário das demais carreiras com escolaridade equivalente. A melhoria da remuneração dos professores faz parte do Plano Nacional de Educação (PNE), lei que prevê metas para a educação até 2024. Até 2020, os docentes terão que ter rendimento equiparado ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente.

Falta de dados

Não há oficialmente um levantamento que mostre com exatidão o valor da remuneração dos professores da rede pública no país, tanto nos estados, quanto nos municípios. No ano passado, a CNTE divulgou um levantamento no qual mostra que mais da metade dos estados brasileiros não cumpre o salário estipulado na Lei do Piso. Eram 14 os estados que pagam aos professores menos do que os R$ 2.135,64 por mês.

Para buscar mais transparência, o Ministério Público Federal assinou um acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para disponibilizar um sistema que estados e municípios possam informar o salário de cada professor. O cronograma para a implementação desse sistema vai até agosto de 2017.

FONTE: Agência Brasil

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Mais de 900 mil pessoas podem sacar abono salarial de 2014 até dia 29

O prazo para sacar o abono salarial de 2014 termina no próximo dia 29 de dezembro, quinta-feira. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), pouco mais de 900 mil pessoas têm direito a receber o dinheiro e ainda não efetuaram o saque. A retirada do benefício pode ser feita nas agências bancárias até o dia 29, mas se o trabalhador tem o cartão cidadão com senha, poderá sacar em um terminal de autoatendimento da Caixa Econômica ou em casas lotéricas até sexta-feira (30).

Agência da Caixa Econômica Federal
Saque do abono salarial ano-base 2014 termina no próximo dia 29 nas agências da Caixa Econômica FederalArquivo/ Agência Brasil

O abono salarial ano-base 2014 está disponível para trabalhadores inscritos no Programa de Integração Social (PIS) ou Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) com pelo menos 30 dias de trabalho com carteira assinada naquele ano. O PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e o Pasep, aos do setor público. O trabalhador pode consultar no site do MTE a relação de pessoas com direito ao benefício.

O prazo original de saque do abono expirava no final de junho, mas 1,2 milhão de pessoas ainda não tinha feito o saque. Até 19 de dezembro, o MTE registrou 284,8 mil trabalhadores sacaram o benefício. Ou seja, 76% dos beneficiários que perderam o prazo inicial ainda não efetuaram o saque. São R$ 802 milhões disponíveis, considerando o valor médio de saque individual, de R$ 874,84.

O estado de São Paulo é aquele com mais saques pendentes. Dos 395.188 trabalhadores com direito ao abono, 353.054 ainda não retiraram o dinheiro. No Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais, mais de 60% dos que têm direito ao benefício ainda não sacaram.  “Em um cenário de dificuldades e restrições pelo qual passam as pessoas, esse abono salarial poderá ser alento para muitos chefes de família em todo o País”, disse o coordenador-geral do Seguro-Desemprego, Abono Salarial e Identificação Profissional do Ministério do Trabalho, Márcio Borges.

O Ministério do Trabalho recomenda que os trabalhadores não deixem o saque para o último dia, pois caso haja problemas na operação não haverá tempo hábil para a resolução.

Segundo o ministério, é comum os atendentes bancários pensarem que se trata do benefício referente a 2015 e, após checar os dados do trabalhador, informar que ele não tem direito ao saque. Nesse caso, a orientação é explicar que se trata do abono salarial do ano-base 2014. Caso ainda assim os dados não sejam localizados, é possível pedir para fazer uma atualização cadastral no próprio banco.

Agência Brasil

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Servidores ameaçam ocupar novamente gabinete de Romero em protesto contra atraso salarial

protestoOs servidores municipais de Campina Grande estão ameaçando uma nova ocupação da sede da prefeitura, caso o prefeito Romero Rodrigues (PSDB) não os receba ou não apresente uma proposta até as 11h desta terça-feira (13). Os manifestantes realizaram protesto ontem e ocuparam o gabinete do prefeito, na prefeitura, para pressionar o governo municipal.

O movimento dos servidores é em prol do Fundeb, dos vales-transportes e contra o atraso salarial que acomete a categoria da saúde.

Apesar do protesto, o prefeito Romero Rodrigues não estava presente nessa segunda-feira. O chefe de Gabinete Fábio Tabosa recebeu uma comissão especial para apresentar suas demandas, entre eles o vice-presidente do Sintab Giovanni Freire, o vereador e diretor do Sintab Napoleão Maracajá, os diretores Franklyn Barbosa e Leandro Morais, além dos servidores Giovana Tinto, Rejane Oliveira e Joaquim Dias.

De acordo com o Sindicato, estava programada para esta terça-feira decisão da Justiça a respeito do que estabelece a lei sobre o Fundeb, ou seja, repassar 60% para os professores e 40% para a educação.

Inconformados com a situação de mais um mês com atrasos salariais, a categoria da saúde compareceu em peso. “Somos a única categoria que recebe com atrasos”, reclamou Dias.

clickpb

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Ricardo ampliará custeio da Saúde e defende teto salarial para todos os poderes

ricardoO governador Ricardo Coutinho (PSB) declarou no programa “Fala Governador”, veiculado diariamente na Rádio Tabajara, nesta segunda-feira (12), que vai ampliar o volume de recursos por necessidade de oferecer serviços de urgência em favor da sociedade, como se dá na cardiologia a ser implantado no Hospital Metropolitano de Santa Rita, por conta do alto índice de mortalidade.

“Eu reconheço que existem estados quebrados. Mas isso se dá mais pela queda nos repasses do que qualquer outra coisa. Concordo em você diminuir os gastos por algum tempo, mas 20 anos é muito castigo para os estados e população daqueles lugares”, comentou.

Além de ampliar o custeio da Saúde, Ricardo garantiu aumentar também repasses para programas da educação – a exemplo do projeto Prima, que leva música de qualidade às camadas sociais mais humildes da sociedade, bem como outros projetos de cidadania e educação.

O governador ainda revelou ser favorável à implementação do teto salarial em todos os poderes.

“No Brasil, historicamente, a corrupção sempre existiu, como se registrou em sociedades avançadas como Inglaterra, mas que precisa ser combatida sem criminalizar a política de forma generalizada”, declarou sendo favorável à adoção do teto.

Walter Santos

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