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Mulher espanca professora em sala de aula após descobrir caso com seu marido

briga-mulherUma professora foi espancada em frente aos seus alunos depois que uma mulher lhe acusou de dormir com seu marido. Laelia Paredes Flores, 35 anos, invadiu a sala de aula em Huimanguillo, México, e atacou Marcella Vllalpando Tovar, 32 anos, deixando os estudantes e membros da escola chocados ao assistirem a cena. Um vídeo foi gravado mostrando Marcella se protegendo no chão enquanto Laelia lhe dá uma série de chutes. Ainda não satisfeita, ela pula em cima da mulher e começa a puxar seus cabelos enquanto a xinga, até que finalmente deixa o local.

“A mulher furiosa começou a gritar antes de acertar a nossa professora e jogá-la no chão, foi quando eu corri para pedir ajuda. Mas quando os outros professores vieram, eles apenas ficaram ao redor assistindo. Foi realmente horrível”, disse Miriam Gracia Adorno, 16 anos.

Um porta-voz da escola disse que a agressora é mãe de um estudante matriculado na instituição de ensino. “Estamos consternados com este ataque e como não foi feito nada para pará-lo. Nós iniciamos uma investigação para apurar o caso.”

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Com: poptrash

Veja o Vídeo!

Estudante de 14 anos é baleada com três tiros dentro da sala de aula por colega de escola

escola-violeta-formigaUma garota de 14 anos foi baleada na manhã desta sexta (21) dentro de uma escola em João Pessoa. O acusado do crime, é outro aluno identificado apenas como Paulinho.

A adolescente estava dentro da sala de aula na escola municipal Violeta Formiga, no Alto do Céu, em Mandacaru quando um outro aluno, identificado apenas como Paulinho, aproximou-se de atirou diversas vezes.

Atingida com possivelmente três disparos no tórax, a vítima foi socorrida em estado grave para o Hospital de Emergência e Trauma. O acusado fugiu e a polícia está investigando para descobrir a motivação do crime.

Marília Domingues / Washington Luiz

6 filmes nacionais para trabalhar na sala de aula

Cinema-Nacional-EscolaHá cerca de um mês, a exibição mensal de filmes nacionais passou a ser obrigatória para as escolas da educação básica de todo o país. A determinação faz parte de uma nova regra que foi incluída na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional). Para ajudar os professores, o Porvir separou uma lista com algumas obras do cinema nacional que podem ser utilizadas na sala de aula.

As indicações foram apresentadas por Cláudia Mogadouro, pesquisadora do Núcleo de Comunicação e Educação da USP. Todos os filmes inseridos na lista têm materiais de apoio e planos de aula que foram publicados pela pesquisadora no site Net Educação.

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Confira os filmes indicados:

1. Tainá 3 – A Origem (Rosane Svartman)

O filme da conta a história da personagem Tainá, uma indiazinha que vive na Amazônia e parte para uma aventura em busca da mágica flecha azul, enviada por Tupã. O desafio faz parte de uma competição entre os garotos da aldeia para definir quem será o novo guerreiro da tribo. Mesmo sendo impedida de participar por ser menina, ela conta com a ajuda do avô e parte em busca da flecha.

A história pode ser um ótimo gancho para os estudantes conhecerem mais sobre a região da Amazônia, aprenderem sobre a cultura indígena e refletirem sobre a diversidade cultural do país. Além disso, o filme também abre a possiblidade de trabalhar conteúdos de educação ambiental, contemplando discussões sobre o consumo consciente.

Classificação: livre
Público alvo: ensino fundamental
Duração: 80 minutos

2. À Beira do Caminho (Breno Silveira)

O caminhoneiro João decide cruzar o Brasil para fugir de traumas do passado. Durante sua viagem, ele conhece Duda, um garoto órfão de mãe que decidiu procurar o pai. Enquanto os dois viajam, a amizade entre eles cria força. Apesar do drama, Duda é um menino cheio de vida que ajuda João a superar o seu passado.

O filme pode ser utilizado pelos professores para discutir sobre diferentes processos de urbanização no país e as novas configurações da família brasileira. As músicas do cantor Roberto Carlos também são outros elementos que estão presentes durante toda a obra. As cenas podem ajudar a refletir sobre a  música popular brasileira e as suas influências no cotidiano.

Classificação: 14 anos
Público alvo: ensino médio
Duração: 90 minutos

3. A Máquina (João Falcão)

Com um roteiro alegórico, o filme conta a história de Antônio, um rapaz que mora em uma cidade chamada Nordestina, tão pequena que nem consta no mapa. Aos poucos, os habitantes do local começam a deixar a cidade para partir em busca do mundo. Quando a jovem Karina, por quem ele é apaixonado, decide ir embora, Antônio resolve construir uma máquina do tempo para ir até o futuro e trazer o mundo até ela.

Entre as cenas, os alunos podem ter contato com diversas manifestações da cultura popular nordestina. A história ajuda a refletir sobre o conceito do tempo e a construção do futuro. Outra possibilidade de trabalho é discutir com os estudantes as perspectivas de trabalho para brasileiros que moram longe dos grandes centro urbanos.

Classificação: livre
Público alvo: ensino médio
Duração: 90 minutos

4. Janela da Alma (João Jardim/Walter Carvalho)

O documentário apresenta pessoas com diferentes graus de deficiência visual e trata a relação que elas têm com a visão e o olhar. Diversas celebridades como o prêmio Nobel José Saramago e o músico Hermeto Paschoal fazem revelações sobre o significado de não ver em um mundo com o excesso de informações audiovisuais.

A obra pode ser utilizada pelo professor para trabalhar temas como deficiência, visão e o excesso de informações audiovisuais. O documentário também pode traçar um paralelo com a mito da caverna de Platão.

Classificação: livre
Público alvo: ensino médio
Duração: 73 minutos

5. Uma História de Amor e Fúria (Luiz Bolognesi)

A animação conta a história de amor de um herói imortal e Janaína. Passando por épocas históricas do Brasil, como a exploração portuguesa, a escravidão e a ditadura militar, o filme vai apresentando a trajetória do casal que sobrevive por todas essas fases. Além disso, a obra também apresenta uma projeção de futuro do país em 2096.

Entre os assuntos que podem ser trabalhados com os estudantes, estão a colonização portuguesa e a história do Brasil sob o ponto de vista dos dominados. Além disso, também é possível projetar problemas e soluções para o futuro.

Classificação: 12 anos
Público alvo: ensino médio
Duração: 74 minutos

6. Capitães da Areia (Cecília Amado)

Adaptação da obra de Jorge Amado, o filme conta a história dos adolescentes que vivem pelas ruas de Salvador, sem que ninguém possa cuidar deles. Liderados por Pedro Bala, os jovens formam um grupo chamado Capitães da Areia e vivem os sonhos e pesadelos de adolescentes.

O filme pode ser utilizado para trabalhar a disciplina de literatura, fazendo um paralelo com o livro. Outra possiblidade é criar reflexões sobre a adolescência e os amores da juventude.

Classificação: 16 anos
Público alvo: ensino médio
Duração: 96 minutos

revistaforum

Aluno processa professor por celular retirado em sala de aula e perde

Juiz-bate-marteloA polêmica do uso de celular em sala de aula chegou nos tribunais depois que um aluno processou o seu professor por ter tomado o aparelho no meio de uma aula. O episódio aconteceu em Tobias Barreto, no Sergipe, e teve a decisão do juiz Elieser Siqueira de Souza Junior a favor do docente. O magistrado aproveitou a sentença para criticar as novelas, reality-shows e a ostentação, considerados pelo magistrado como contra educação.

“Julgar procedente esta demanda é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra educação, as novelas, os ‘realitys shows’, a ostentação, o ‘bullying‘ intelectivo, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa intelectivamente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo às vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação brasileira”, afirmou o juiz.

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Da redação com o globo

A ação foi movida pelo aluno Thiago Anderson Souza, representado por sua mãe Silenilma Eunide Reis, que, segundo consta nos autos do processo, passou por “sentimento de impotência, revolta, além de um enorme desgaste físico e emocional” após ter o celular retirado pelo professor Odilon Oliveira Neto. O estudante disse que apenas utilizava o aparelho para ver o horário. Porém, perante outras provas, o juiz não acreditou na versão de Thiago.

“Vemos que os elementos colhidos apontam para o fato de que o Autor não foi ‘ver a hora’. O mesmo admitiu que o celular se encontrava com os fones de ouvido plugados e que, no momento em que o professor tomou o referido aparelho, desconectou os fones e… começou a tocar música”.

Em depoimento, o professor e a coordenadora do colégio afirmaram que não foi a primeira vez que o aluno foi chamado a atenção para o uso do aparelho em sala de aula. O juiz apontou que, para além da proibição do colégio, existem normas do Conselho Municipal de Educação que proíbem o uso do celular em sala de aula, exceto para atividades pedagógicas.

“Pode-se até entender que o Discente desconheça a legislação municipal sobre os direitos e deveres dos alunos em sala de aula. O que não se pode admitir é que um aluno desobedeça, reiteradamente, a um comando ordinário de um professor, como no presente caso”, observa.

O juiz ainda aproveitou a execução para fazer uma análise sobre a educação do Brasila pontando que a mesma tornou-se uma espécie de “carma” para quem trabalha.

“No país que virou as costas para a Educação e que faz apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes, reverencio o verdadeiro herói nacional, que enfrenta todas as intempéries para exercer seu ‘múnus’ com altivez de caráter e senso sacerdotal: o Professor”, sentenciou.

por Jaceline Marques

 

Estudantes invadem sala de aula na USP após professor defender golpe de 1964

estudantesUm grupo de estudantes da Universidade de São Paulo (USP) invadiu uma sala de aula da Faculdade de Direito na segunda-feira 31 depois que o professor de direito administrativo Eduardo Lobo Botelho Gualazzi tentou defender o golpe de 1964, que colocou o Brasil, há 50 anos, em uma ditadura civil-militar de 21 anos.

O protesto dos alunos ocorreu no meio da aula e foi registrado em vídeo por um dos estudantes. Nas imagens, Gualazzi aparece lendo um texto que distribuiu para alunos do 3º ano. “A história informa que as tiranias vermelhas terminaram afogadas em um holocausto de sangue humano e corrupção total, material e espiritual. Em 1964, o socialismo comunismo esquerdista-totalitário almejava apoderar-se totalmente do Brasil”, diz Gualazzi no vídeo ao justificar o golpe de Estado contra o governo de João Goulart.

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Em função da postura do docente, os estudantes simularam uma cena de tortura fora da sala de aula para, em seguida, entrar na classe encapuzados. “Esse professor distribuiu antes da aula um texto para alunos explicando por que ele defendia a ‘revolução’ de 1964 (nas palavras do docente) e como isso foi bom para o Brasil. Então nos reunimos para fazer um escracho contra ele. Antes de entrar, fizemos um pequeno teatro de uma cena de tortura e entramos dentro da sala. O professor foi muito agressivo, empurrou alunos. Ele perdeu as estribeiras, quis expulsar os estudantes de dentro da sala, mas começamos a batucar e ele saiu muito nervoso”, explica o estudante do primeiro ano Marco Antonio Riechelmann, de 19 anos.

Ainda de acordo com Riechelmann, Gualazzi continuou agressivo do lado de fora da classe e foi seguido por seus monitores. “Ele ficou discutindo com a gente no pátio, os monitores dele também peitaram, tivemos que separar por que queriam brigar”, afirma. O escracho foi organizado por um coletivo e apoiado pelo Centro Acadêmico 11 de agosto.

O professor não conseguiu ler todo o texto, intitulado “Continência a 1964”. No documento, Gualazzi afirma, entre outras coisas, que a “revolução de 31 de março de 1964 consistiu na preservação da consolidação histórica do perfil brasileiro, assentado em nosso País desde 1500 (descobrimento do Brasil)”. Ele conclui ainda que, “graças ao bom Deus”, “os líderes civis e militares da Revolução de 1964 sabiamente consolidaram, ao longo de vinte e um anos (1964-1985), infraestrutura e superestrutura que tornaram o Brasil atualmente imune a qualquer tentativa de subversão”.

No texto, o docente ainda traça um “perfil” da sua personalidade. “Durante minha infância/adolescência, consolidei em silêncio minha opção íntima pelo seguinte perfil de personalidade, em ordem alfabética: a) aristocratismo; b) burguesismo; c) capitalismo; d) direitismo; e) euro-brasilidade; f) família; g) individualismo; h) liberalismo; i) música erudita; j) panamericanismo; k) propriedade privada; l) tradição judaico-cristã. Nos tempos atuais, mantenho em meu íntimo, de modo pétreo, as doze opções da minha infância/adolescência”. A assessoria de imprensa da Faculdade de Direito da USP não quis se pronunciar sobre o assunto nem explicou se tomou algum tipo de providência em relação ao caso.

 


Brasil Post

Prefeitura de Arara amplia sala de Posto de Saúde e proporciona mais conforto à população

psfA população do município de Arara está comemorando mais uma conquista do prefeito Eraldo que no início dessa semana tornou realidade a ampliação de uma sala de fisioterapia desta vez com recurso próprio,  em uma parceria com a Secretaria de Saúde de Arara, a gestão de Eraldo conseguira  proporcionar, com essa ampliação, um maior conforto para os atendimento dos pacientes que necessitam do serviço público municipal para cuidar da saúde. Essa sala vai desafogar o Hospital onde no local da mesma será ampliado um sala de observação  para os pacientes para o secretario de educação júnior é mais uma conquista para o povo  ararenses. “É uma prioridade da gestão zelar pela saúde dos filhos de Arara, saúde não é gasto, saúde é investimento e não mediremos esforços para fazermos o possível para atender com excelência nosso povo”, destacou o gestor. O mesmo já esta em andamento no PSF 2.

 

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 Fonte www.clemilsonemrevista.com

Assaltantes trancam alunos em sala e levam R$ 6 mil da Central Pró concursos em JP

A Polícia Militar registrou na tarde desta quinta-feira (28), um assalto à Central Pró-concursos, localizada na Avenida Epitácio Pessoa, na Capital. Durante a ação criminosa, os bandidos trancaram os alunos nas salas de aula e fugiram levando R$ 6mil.

Além do dinheiro, os assaltantes também levaram quatro aparelhos celulares e dois notbook’s. De acordo com a polícia o caso foi registrado por volta das 17h. Logo após o crime, outro assalto foi registrado, sendo que desta vez na Comunidade Porto do Capim, no Varadouro.

Aula na Central Pró ConcursosFoto: Aula na Central Pró Concursos
Créditos: Facebookk / Central Pró Concursos

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A empresa ‘Bonecas Madeira’ foi alvo de assaltantes. O proprietário do estabelecimento não quis revelar a quantia levada pelos criminosos, mas a polícia investiga a ligação entre os dois casos.

'Bonecas Madeira'Foto: ‘Bonecas Madeira’
Créditos: Emerson Machado

 

portalcorreio

Jornal na sala de aula reforça conhecimentos dos estudantes

A necessidade de dominar a língua portuguesa para melhorar a interação entre as pessoas torna a disciplina muito importante na Escola Municipal Genildo Miranda. Localizada na área rural de Mossoró, Rio Grande do Norte, a instituição tem 146 estudantes matriculados em turmas do sexto ao nono ano do ensino fundamental.

“O domínio da língua materna é de fundamental importância para a comunicação e interação entre as pessoas”, diz a professora Elisabeth Marques, coordenadora pedagógica da unidade de ensino. “Nesse sentido, nossa escola investe em atividades de leitura, compreensão e produção de textos.”

Com experiência de 26 anos de magistério, 21 dos quais na sala de aula, como professora polivalente em turmas do primeiro ao quinto ano e da educação infantil, Elisabeth tem especialização em linguagens e educação. Ela explica que a escola dá ênfase à leitura. Tanto que, este ano, desenvolveu o projeto Leitura e Escrita, um Compromisso de Todas as Disciplinas. Durante as aulas, os estudantes participam de diferentes atividades, com livro didático e caderno e também com computadores, no laboratório de informática.

Na mesma escola, a professora Jeane Mendes Pinheiro usa jornais nas aulas. Segundo ela, além de tornar as aulas de língua portuguesa mais descontraídas, os periódicos contribuem para a aprendizagem, pois contemplam vários gêneros textuais. “Os resultados são os melhores possíveis”, diz Jeane, que leciona a turmas do sexto ao nono ano.

Sempre que ensina um conteúdo, Jeane leva jornais à sala de aula para que os estudantes façam leitura espontânea. Ao verificar que todos estão envolvidos no processo, ela pede que identifiquem temas relacionados aos conhecimentos gramaticais inseridos na leitura. “Eles vão reconhecendo as classes gramaticais de forma bem interessante, seja um substantivo, um adjetivo, um pronome”, destaca. “E a aprendizagem vai ocorrendo naturalmente. Os jornais oferecem informações que enriquecem os conhecimentos dos alunos e os tornam leitores proficientes.”

Formada em letras, com experiência de dez anos no magistério, a professora também usa nas aulas recursos como debates, rodas de leitura e produção de textos.

Livro — De acordo com o diretor da escola, Luciano Ricardo Lima, os professores sempre aplicam novas metodologias para alcançar bons resultados na aprendizagem dos alunos. Assim, textos e histórias em quadrinhos produzidos pelos estudantes serão transformados em um livro, que fará parte do acervo da biblioteca da instituição. Há nove anos na direção dessa escola, Lima é formado em letras, com especialização em gestão escolar.

Fátima Schenini

Menino de 12 anos é suspenso após ter coma alcoólico dentro de sala de aula

Garrafa utilizada pelo adolescente. Foto: G1

O adolescente de 12 anos que foi pego embriagado e desacordado em sala de aula teve alta da Santa Casa em São Roque (SP) por volta do meio-dia da sexta-feira (31/8). O menino passa bem; ele foi medicado, ficou em observação e foi liberado aos cuidados dos pais.

De acordo com a coordenadora pedagógica da Escola Municipal “Maria José Schoenacker”, no bairro Guaçu, o pai do aluno e a criança voltaram para conversar com a diretora. Ele foi suspenso por três dias, a partir de segunda-feira (3).

Conforme a equipe da escola, os professores já realizam um projeto para alertar as crianças sobre os riscos do uso de drogas e consumo de bebidas com palestras educativas. Esta foi a primeira vez que a escola registrou algum tipo de problema envolvendo o menino. O irmão dele tinha problemas com a frequência escolar.

A conselheira tutelar Fernanda Coelho, informou que a família passa por um acompanhamento há cerca de um ano e meio. Fernanda também comentou que os familiares devem prestar esclarecimentos na delegacia da mulher da cidade para investigar onde o adolescente teria comprado a bebida alcoólica. “Nós já encaminhamos a família para o projeto Bem Estar Social da prefeitura de São Roque para tentar melhorar as condições em que a família se encontra e poder receber benefícios que ajudariam os pais”, diz Fernanda.

Entenda o caso
O caso aconteceu na Escola Municipal “Maria José Schoenacker”, no bairro Guaçu, na manhã da sexta-feira (31). De acordo com a diretoria, a professora lecionava no 7° ano do ensino fundamental quando sentiu odor de pinga dentro da sala.

Ela se aproximou de um aluno que dormia na carteira e percebeu que o cheiro vinha do menino. Na mesa, havia uma garrafa plástica vazia que a professora descobriu, também pelo cheiro, que continha cachaça.

A diretora foi alertada e chamou uma ambulância, que socorreu o estudante e o levou para o pronto-socorro da Santa Casa da cidade. A suspeita é que ele tenha tido um coma alcoólico.

O Conselho Tutelar também foi acionado e localizou o pai do menino, que é produtor rural. O homem disse que nunca havia visto o filho beber. A suspeita da família é que ele tenha perdido o transporte para a escola e parado em um bar próximo à casa, antes de seguir a pé para a escola.

Escola do bairro Guaçu em São Roque onde menino estava dormindo embreagado durante aula (Foto: Marcelo Roque Redeling/São Roque Noticias)
Escola onde menino estuda, em São Roque (Foto: Marcelo Roque/São Roque Noticias)

Fonte: G1 

Focando a Notícia

Governo Federal lança na Paraíba sala para monitorar secas

Ela vai funcionar na AESA, no campus da Universidade Federal de Campina Grande, e será conectada à Sala de Situação da ANA, em Brasília

Efeito SecaNesta segunda-feira (20), representantes da Agência Nacional de Águas (ANA) estão na Paraíba. Eles inauguram a Sala de Situação para monitorar eventos hidrológicos críticos, que vai funcionar na Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), no campus da Universidade Federal de Campina Grande, e será conectada à Sala de Situação da ANA, em Brasília. A inauguração está marcada para 16 horas.

O monitoramento promovido na Sala de Situação permite cruzar informações e avaliar com antecedência as regiões onde podem ocorrer secas ou enchentes. Para que o estado receba as informações necessárias, 14 plataformas de coleta de dados (PCDs) já estão em funcionamento e outras seis vão ser instaladas até o final de agosto. Os aparelhos possuem sensores de chuva, nível da água, e transmitem automaticamente as informações via satélite para os computadores instalados no centro de monitoramento.

Durante o processo de instalação das estações, especialistas da ANA capacitam técnicos paraibanos a montar e fazer a manutenção preventiva e corretiva das plataformas de coleta de dados.

Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais
O objetivo da ANA é equipar todos os estados e o DF com Salas de Situação, além de modernizar o monitoramento hidrometeorológico nacional, com o apoio do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); da Secretaria Nacional de Defesa Civil, vinculada ao Ministério da Integração Nacional; do Serviço Geológico do Brasil (CPRM); e dos órgãos gestores estaduais de recursos hídricos. Alagoas, Goiás, Pernambuco, Roraima e Sergipe já possuem seus centros de monitoramento.

A montagem de Salas de Situação nos estados integra o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais, lançado pela presidente Dilma Rousseff em 8 de agosto. O Plano prevê investimentos de R$ 15,4 bilhões em ações articuladas de prevenção e redução do tempo de resposta a ocorrências e as Salas de Situação fazem parte do eixo de Monitoramento e Alerta.

Monitoramento hidrometeorológico
A Rede Hidrometeorológica Nacional da Agência possui mais de 4,5 mil estações de monitoramento, de diferentes tipos, em todo o País. Por meio de sua Sala de Situação, em Brasília, a ANA acompanha as tendências hidrológicas dos principais rios e reservatórios nacionais e desenvolve ações de prevenção que permitem identificar possíveis eventos críticos e adotar antecipadamente medidas para mitigar seus impactos.


Redação com Portal Correio