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Papa afirma que bons pais sabem “corrigir sem humilhar” os filhos

papaO papa Francisco afirmou nesta quarta-feira que bons pais são aqueles que nunca “humilham” os filhos, que sabem “perdoar com o coração, corrigir com firmeza” e os colocam de castigo quando necessário.

“Os filhos precisam de um pai que os acolham ao voltarem para casa com seus fracassos. E os pais, às vezes, terão que castigá-los, mas nunca bater no rosto”, afirmou o representante máximo da Igreja Católica.

As declarações do pontífice foram feitas durante a audiência geral nesta quarta-feira diante de milhares de fiéis na Sala Paulo XVI do Vaticano.

Durante o discurso, Jorge Bergoglio ressaltou a importância que tem para as famílias a “figura do pai” e afirmou que, “para ser um bom pai, a primeira coisa é estar presente” no núcleo familiar.

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“É preciso “compartilhar os sucessos e os fracassos com a mulher, acompanhar as crianças à medida em que vão crescendo: quando brincam e quando trabalham, quando não têm preocupações e quando estão em dificuldades”, apontou.

Segundo ele, “estar presente não é o mesmo que controlar, pois os pais que são muito controladores anulam os filhos e não os deixam crescer”.

O papa concluiu o discurso insistindo que um bom pai trata os filhos com “proximidade, doçura e firmeza” e não se vangloria “que o filho seja como ele, mas se alegra que aprenda a ser íntegro e sensato, que é o que importa na vida”.

 

EFE

19 milhões de pessoas não sabem que estão infectadas pelo HIV, alerta Unaids

aidsDos 35 milhões de pessoas que vivem com HIV no mundo, 19 milhões não sabem que estão infectados. Os dados foram divulgados hoje (16) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids (Unaids). O órgão alertou que, para dar fim à epidemia até 2030, é preciso ampliar esforços para acabar com a lacuna de pessoas sem diagnóstico e, consequentemente, sem acesso ao tratamento.

O relatório destaca que, na África Subsaariana, quase 90% das pessoas que testaram positivo para HIV buscaram acesso à terapia antirretroviral. Dessas, 76% alcançaram a supressão da carga viral, reduzindo significativamente o risco de transmissão para seus parceiros. Estudos recentes indicam que, para cada 10% de ampliação na cobertura antirretroviral, os casos de novas infecções caem 1%.

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De acordo com o Unaids, os esforços globais para aumentar o acesso aos medicamentos antirretrovirais estão funcionando. Em 2013, 2,3 milhões de pessoas passaram a fazer uso da terapia, totalizando 13 milhões de soropositivos em tratamento no mundo. A estimativa é que, atualmente, cerca de 13,9 milhões de pessoas façam uso de antirretrovirais.

“Se acelerarmos os esforços até 2020, estaremos no caminho certo para acabar com a epidemia em 2030”, disse o diretor-executivo do Unaids, Michel Sidibé. “Se não conseguirmos, corremos o risco de aumentar significativamente o tempo que seria necessário para isso – adicionando uma década, se não mais”, completou.

Ainda segundo o relatório, atingir a meta de encerrar a epidemia de aids até 2030 significaria evitar 18 milhões de novas infecções por HIV e 11,2 milhões de mortes relacionadas à doença entre 2013 e 2030.

Atualmente, 15 países contabilizam mais de 75% dos 2,1 milhões de casos de novas infecções registrados em 2013. Na África Subsaariana, apenas três países – Nigéria, África do Sul e Uganda – somam 48% dos casos de novas infecções no mundo.

O Unaids alerta que países como República Democrática do Congo, Indonésia e Sudão do Sul estão “abandonados” em relação ao combate ao HIV, com baixas taxas de cobertura antirretroviral e quedas mínimas ou nulas nos índices de infecção.

Dados do órgão mostram também que o risco de infecção é 28 vezes maior entre usuários de drogas; 12 vezes maior entre profissionais do sexo; e até 49 vezes maior entre mulheres transgênero (homens que se identificam como mulheres). Na África Subsaariana, meninas adolescentes e jovens mulheres representam um de cada quatro novos casos de infecção.

“Não haverá o fim da aids sem que as pessoas sejam colocadas em primeiro lugar, sem assegurar que as pessoas que vivem a epidemia sejam parte de uma nova estratégia”, disse o diretor-executivo do Unaids. “Sem uma abordagem centrada nas pessoas, não conseguiremos avançar na era pós-2015”, concluiu.

 

Unaids

Agência Brasil

 

Pesquisa aponta que 84% dos eleitores paraibanos não sabem em quem votar para deputado estadual

Pesquisa faltaPesquisa divulgada no Jornal Correio da Paraíba e encomendada ao Instituto Souza Lopes aponta que 84% dos eleitores paraibanos ainda não sabem em quem votar para deputado estadual. Para deputado federal, esse porcentual aumenta para 85,5%.

De acordo com o diretor do Instituto, Buno Souza Lopes o cenário para a disputa para os cargos proporcionais está em aberto e qualquer candidato tem chance de vitória.

Ele observou que o acirramento por uma cadeira na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa será maior, caso a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de reduzir as bancadas seja mantida no Supremo Tribunal Federal (STF).

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A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 23 de maio e ouviu 1500 eleitores. O erro amostral é de 2,6 para mais ou para menos e o intervalo de confiança da pesquisa é de 95%.

Ao perguntar em quem o eleitor votaria para deputado estadual 11,6% apontaram algum nome, 4,4% disseram que votariam em branco ou nulo.

Quando indagados sobre a preferência para deputado federal apenas 9,7% apresentaram algum nome. 4,8% disseram que votariam em branco ou anulariam o voto.

Segundo estudo, parceiros sabem quando orgasmo é fingido

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Há muito tempo, todos dizem que as mulheres conseguem com facilidade fingir orgasmo, mas um novo estudo canadense mostra que a história não é bem essa. Os especialistas dizem que a maioria das pessoas, independente do sexo, é capaz de perceber o nível de satisfação do parceiro, o que leva a crer que fingir ter prazer não convence tanto assim. As informações são do site inglês Daily Mail.

Os pesquisadores da Universidade de Waterloo, em Ontario, no Canadá, concluíram ainda que homens e mulheres têm o mesmo nível de percepção em relação à satisfação sexual do parceiro, façam eles parte de um casamento de muito tempo e tenham uma grande carga de intimidade ou tenham acabado de se conhecer.

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“Descobrimos que ter uma boa comunicação sobre os problemas na cama ajuda ainda mais as pessoas a verem o quanto o parceiro está feliz, mas mesmo quem tiver deficiência nesse quesito, ainda assim é possível avaliar a felicidade do outro apenas observando suas emoções”, explica Erin Fallis, estudante PhD do Departamento de Psicologia da universidade responsável pelo estudo.

Os profissionais entrevistaram separadamente homens e mulheres que responderam sobre suas satisfações na relação amorosa, sobre satisfação sexual e ainda sobre a comunicação sobre sexo e compararam os resultados.

 

TERRA