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Cruzeiro e Atlético-MG empatam no Mineirão. Resultado ruim para os dois

atleticoNem o torcedor do Cruzeiro e muito menos o torcedor do Atlético-MG ficaram satisfeitos com empate 1 a 1, no clássico mineiro, disputado neste domingo, no Mineirão. Resultado que deixou o Atlético mais longe dos líderes do Brasileirão. São cinco pontos para o Palmeiras e quatro para o Flamengo.

Já o Cruzeiro segue a sina de poucas vitórias como mandante e, consequentemente, não consegue ganhar uma boa distância para as equipes que estão na zona do rebaixamento. Caso Vitória e Internacional vençam Botafogo e América-MG, respectivamente, o Cruzeiro termina a rodada entre os últimos colocados.

Torcida do Cruzeiro chega no limite com Lucas

Vaias a cada vez que Lucas pegava na bola. Um sinal claro que a torcida do Cruzeiro já não tem a menor paciência com o lateral direito. É verdade que o camisa 2 até acertou um belo cruzamento, já no final da primeira etapa, mas é muito pouco para ser titular da equipe. Lucas foi facilmente envolvido pelos adversários e errou algumas saídas de bola. O lance do gol, por exemplo, foi cm Fábio Santos sozinho pelo setor do lateral cruzeirense. No fim, Lucas ainda foi expulso e desfalca o Cruzeiro contra o Flamengo.

Robinho deixa o jogo mais cedo e vê xará empatar

Preservado da partida contra o Sport, para jogar o clássico inteiro, Robinho ajudou o Atlético. Fez boas jogadas, deu dribles e bons passes. Mas não foi decisivo como nas jornadas anteriores. O atacante atleticano suportou o ritmo do clássico somente até os 27 minutos do segundo tempo, quando deu lugar a Cazares. Três minutos depois o Cruzeiro empatou, com o outro Robinho.

Ábila perde as melhores chances do Cruzeiro no jogo

Não há dúvidas de que Ramón Ábila é um goleador nato. O argentino chegou fazendo muitos gols e foi um dos responsáveis pela reação cruzeirense na temporada. Até por se tratar do homem-gol do Cruzeiro, Ábila não podia perder a melhor chance do time no clássico com o Atlético. Já no final do primeiro o argentino ficou sozinho com Victor, mas chutou a bola para fora. No segundo tempo, foi a vez de mostrar oportunismo e aproveitar uma bola cruzada por Edimar e que desviou na defesa. No entanto, Ábila chutou na trave.

Mano faz troca ousada e é premiado com o empate

Derrota por 1 a 0 e resultado que pressionava o Cruzeiro na classificação do Brasileirão. Mano Menezes não teve dúvidas e deixou o time mais aberto, tirando um volante e colocando um meia-atacante. Élber entrou no lugar de Ariel Cabral e foi o responsável pela jogada do gol de empate. O camisa 23 que tocou para Robinho marcar.

Marcelo Oliveira barra Pratto e escolhido faz gol

Fred e Lucas Pratto atuaram juntos por oito partidas. Foram 512 minutos com ambos em campo, mas com apenas dois gols da dupla. Apesar de o Atlético ter um aproveitamento superior a 60% quando joga com os dois centroavantes, o desempenho não é dos melhores. Tanto que Marcelo Oliveira barrou Pratto no clássico com o Cruzeiro e optou por mantr Clayton, titular contra o Sport. E o camisa 23 fez o gol do Atlético.

Empate mantém tabus do clássico mineiro

O Cruzeiro entrou para o jogo deste domingo com um tabu de quatro clássicos sobre o rival. Já o Atlético não é derrota pela equipe celeste no Mineirão desde 2013, ou cinco partidas. Com o 1 a 1 deste domingo os dois tabus foram mantidos. O Cruzeiro já soma cinco clássicos sem derrota para o Atlético, com três vitórias, enquanto o lado alvinegro completa seis clássicos de invencibilidade no Mineirão, com quatro vitórias.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 1 X 1 ATLÉTICO-MG

Data: 18/09/2016 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Motivo: 26ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Público: – pagantes
Renda: R$ –
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Alex dos Santos (SC) e Jose Roberto Larroyd (SC)
Cartões amarelos: Fábio Santos e Otero (CAM)
Cartão vermelho: Lucas (CRU)
Gols: Clayton aos 30 min do primeiro tempo; Robinho aos 30 do segundo tempo

CRUZEIRO
Rafael, Lucas, Bruno Rodrigo, Léo e Edimar; Ariel Cabral (Élber, aos 15 do 2º), Henrique (Denilson, aos 38 do 2º) e Robinho; Rafael Sóbis (Alisson, no intervalo), Arrascaeta e Ramón Ábila.
Treinador: Mano Menezes.

ATLÉTICO-MG
Victor, Carlos César (Gabriel, aos 25 do 2º), Leonardo Silva, Erazo e Fábio Santos; Rafael Carioca, Júnior Urso e Otero; Clayton, Robinho (Cazares, aos 27 do 2º) e Fred (Lucas Pratto, aos 19 do 2º).
Treinador: Marcelo Oliveira.

Uol

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Diá reconhece primeiro tempo ruim e fala sobre seu futuro no Campinense

DiáEm um ambiente de muita tristeza no vestiário do Campinense, neste domingo, após o 1 a 1 que deu o título da Copa do Nordeste ao Santa Cruz, o técnico Francisco Diá reconheceu que sua equipe não fez um bom jogo e falou sobre o futuro da sua carreira.

Com proposta do América de Natal, onde a imprensa já dá como certa sua ida para o time rubro, o treinador novamente manteve o discurso de que fica na Raposa até o fim da participação no Paraibano.

– Como tenho falado: meu futuro é aqui. Sou treinador do Campinense e independente do resultado de hoje, mantenho minha palavra de ficar até o término do Paraibano. E nós vamos em busca do título estadual – comentou.

Sobre o jogo, Diá reconheceu que a equipe não conseguiu controlar o emocional e fez um primeiro tempo ruim.

Após as mudanças, com Felipe Ramon na vaga de Raul e Adalgiso Pitbull no lugar de Roger Gaúcho, a primeira durante a etapa inicial e a outra no intervalo, o técnico afirmou que o Rubro-Negro mudou de postura.

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Mesmo assim, conforme Diá, a defesa acabou vacilando quando não podia e o time acusou o golpe quando Arthur Kaike empatou a peleja, aos 34 do segundo tempo.

– É uma perda muito sentida pelo atletas. Até os 35 nós tínhamos o título na mão. No geral, não fizemos um grande jogo. Mas a campanha foi brilhante e a diretoria conversou agora com todo o elenco, passando confiança para o restante da caminhada. Temos Paraibano e Copa do Brasil, então vamos continuar buscando os objetivos – pontuou.

O elenco do Campinense folga nesta segunda-feira (02) e só se reapresenta na terça, às 8h.

No mesmo dia, à noite, a delegação raposeira embarca para Belo Horizonte, onde encara o Cruzeiro, às 21:30 da quinta-feira (05), no Mineirão, pela partida de volta da primeira fase da Copa do Brasil.

No jogo de ida as duas equipes empataram sem gols no Amigão.

FONTE: paraibaonline

Renato Martins lamenta início da nova gestão da FPF: ‘Estamos vendo mais do mesmo, e mais do mesmo é ruim’

renato-martinsO vereador de João Pessoa, Renato Martins (PSB), comentou que esperava um início melhor para o Campeonato Paraibano de Futebol, especialmente por conta da mudança da gestão na Federação Paraibana de Futebol.

O vereador lamentou o que chamou de “mais do mesmo”, com um “futebol desnutrido”.

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“O início parece o mesmo de trinta anos atrás, com um futebol desnutrido. Não deveria ser assim”, lamentou.

Ele lembrou que o futebol tem uma importância que extrapola a simples prática esportiva.

“O futebol ajuda no combate à violência, na constituição física e na construção dos valores dos jovens, além disso gera emprego e renda, e nestes quesitos o esporte está mal na Paraíba”, disse.

Para o vereador é importante que a Federação “se abra”. “Precisamos tirar a FPF do isolamento. Tem que chamar universidades públicas e privadas, hospitais. Não estamos vendo nada disso. O que vemos é mais do mesmo, e isso é ruim”, declarou.

Ele ainda afirmou que espera que o presidente Amadeu Rodrigues mude. “Perdemos muito se não temos esta mudança. Isso é muito ruim”, concluiu.

João Thiago

Com novidade argentina, Fla tenta fugir de histórico ruim dos lanternas

(Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)
(Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)

Desde a implantação do sistema de pontos corridos, o Campeonato Brasileiro costuma apresentar tendências. A partir de 2006, a competição passou a ser jogada com 20 clubes.

A partir dali, a situação dos lanternas na 10ª rodada costuma representar sofrimento até o fim, como é o caso do Flamengo este ano, ao cair para última colocação depois de perder para o Atlético-PR, quarta-feira, em Macaé.

Nas últimas três edições do Brasileiro, o time que ocupava a lanterna da competição na 10ª rodada acabou rebaixado para a Série B. Foi assim com Náutico (2013), Atlético-GO (2012) e Atlético-PR (2011). Desde 2006, quatro escaparam da queda em oito oportunidades.

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Apenas um desses oito times conseguiu fazer uma campanha boa depois de ficar na lanterna na 10ª rodada. Em 2009, o Avaí tinha apenas sete pontos, assim como o Flamengo agora, depois de 10 jogos. No entanto, terminou em sexto lugar, com 57 pontos.

Além do Avaí, também se livraram da queda Atlético-GO (2010), Fluminense (2008) e Náutico (2007). Na primeira edição dos pontos corridos com 20 clubes, o Santa Cruz era o lanterna da competição na 10ª rodada e acabou rebaixado em último lugar.

Para não entrar na rotina das últimas três edições, o Flamengo terá o Internacional, domingo, no Beira-Rio, para se recuperar. Nesse jogo, o técnico Ney Franco não poderá contar com o zagueiro Samir, que sofreu uma lesão na coxa esquerda. Paulinho também deve ficar fora depois de levar uma pancada no tornozelo direito.

A novidade deve ser a estreia do argentino Canteros. O documento que faltava para a sua regularização já chegou e seu nome vai aparecer no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF ainda nesta sexta-feira.

 

Fonte: Globoesporte

Maranhão renega aliança com Ricardo e diz que experiência anterior de união foi ruim

zé maranhãoO ex-governador José Maranhão (PMDB) renegou, nesta quarta-feira (07), a possibilidade de uma aliança com o governador Ricardo Coutinho (PSB) nas eleições deste ano. O peemedebista disse que já teve a experiência de união com o socialista uma vez e que ela foi ruim.

“A gente teve uma experiência no passado e não deu certo, não foi boa. Não houve essa conversa no partido e não pode haver essa aliança porque nosso candidato está firme no seu propósito”, disse em entrevista à rádio Correio FM.

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Maranhão falou, ainda, que não firmar aliança com Ricardo é até uma questão de ética. “É uma questão de ética porque isso nunca foi conversado com o partido, não foi discutido. E essa conversa se tivesse que existir teria que ser com Veneziano”, falou.

 

BLOGDOGORDINHO

Gritar com crianças é tão ruim quanto bater nelas

filhosA maioria de nós já leu pesquisas sobre bater e dar palmadas nas crianças – estes comportamentos não possuem efeitos positivos para a disciplina e, de fato, são negativos para o desenvolvimento dos pequenos.

Mas, se você costuma gritar (fazendo isso para substituir as palmadas), precisa saber que isso também não é bom e que, portando, vai precisar repensar os conceitos.

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Novas pesquisas têm mostrado que o grito é ineficiente e perigoso para a saúde mental das crianças e para seu comportamento relacionado à disciplina. Um estudo recente realizado pela Universidade de Pittsburgo da faculdade de Educação e pelo Instituto de pesquisa da Universidade de Michigan mostrou que, entre os adolescentes entre 13 e 14 anos com pais que costumam gritar existe uma taxa maior de mau comportamento e maiores casos com sintomas de depressão.

Os pesquisadores apontam que estes efeitos nos adolescentes são, na maioria das vezes, bastante similares àqueles causados por pais que batem nos filhos. Mesmo nos casos em que havia um forte vínculo entre pais e filhos, os impactos negativos de gritar diminuíram.

Se você tende a gritar com seus filhos, os estudos sugerem que você tente conversar com eles num mesmo nível de voz e, calmamente, apresente suas preocupações e esclareça as coisas em termos claros e apropriados para a idade da criança. Comunicar de uma maneira não-ameaçadora é muito mais efetivo para “cortar pela raiz” os problemas de comportamento do seu filho sem causar danos às relações. Não queremos dizer que é fácil controlar o temperamento (nosso e o deles!) e manter nossas vozes em tom baixo, mas este estudo mostra que certamente vale a pena um esforço extra ao tentar. Vamos respirar fundo!

 

revistapaisefilhos

MEC divulga nova lista de cursos superiores com avaliação ruim

A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação publicou na edição desta terça-feira (8) do “Diário Oficial da União” uma nova relação de cursos de graduação obtiveram resultados insatisfatórios no Conceito Preliminar de Curso (CPC) referente ao ano de 2011.

A lista (veja aqui) tem 38 cursos de 21 instituições de ensino superior, sendo quatro universidades federais, cinco universidades particulares, quatro institutos federais e sete centros universitários.

Na lista estão cursos da PUC-SP (cursos de história e geografia), PUC-Campinas (ciências biológicas, ciências sociais, educação física, engenharia civil, quimica e letras português e inglês), PUC Goiás (engenharia civil), PUC Minas (ciências biológicas e ciências sociais), Mackenzie (arquitetura e urbanismo); as federais de Rondônia (pedagogia), Tocantins (pedagogia), Univasf (arqueologia) e do Recôncavo da Bahia (matemática).

Também aparecem os institutod federais de educação de Roraima (saneamento ambiental), Ceará (automação industrial e química), Pará (análise e desenvolvimento de sistemas), Sertão Pernambucano (física), e Fluminense (análise e desenvolvimento de sistemas, engenharia de controle e automação e manutenção industrial).

Entre os centros universitários estão cursos do Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio de Janeiro (Cefet-RJ), com engenharia de controle e automação, engenharia elétrica, engenharia eletrônica, e engenharia mecânica; FESSC (redes de computadores), Uninassau (arquitetura e urbanismo), Unianchieta (engenharia de produção), Unipinhal (ciências biológicas), Unisalesiano (educação física) e Uniflu (arquitetura e urbanismo).

Os vestibulares para estes cursos não serão suspensos. No entanto, as instituições que organizam os cursos terão de cumprir medidas cautelares preventivas de ajustes para melhoria da avaliação destes cursos. Todas as instituições que tiraram igual ou menor que 2 no CPC serão convocadas a estabelecer um protocolo de compromisso junto ao MEC e terão de gerar relatórios a cada dois meses sobre o andamento das mudanças. Elas terão 60 dias para cumprir as exigências relacionadas ao corpo docente, como contratar novos mestres ou doutores, por exemplo; e 180 dias para se adequar na questão da infraestrutura, como criação ou reforma de laboratórios ou bibliotecas.

Outro lado
O G1 entrou em contato com as instituições e aguarda retorno.

A reitoria da PUC-SP afirmou que “a nova gestão da universidade avaliará todos os componentes que levaram ao resultado não adequado obtido pelos cursos de geografia e história e buscará melhorar o que for necessário. Também observará as exigências do MEC em relação aos referidos resultados”.

A PUC Minas disse que só vai se pronunciar após ser notificada pelo MEC.

A reitoria do Mackenzie afirmou que “o curso de arquitetura e urbanismo obteve um desempenho atípico na avaliação do Enade, sobretudo quando observada sua trajetória de 95 anos, seu histórico nas avaliações anteriores e, mesmo, em outras formas de avaliação”. E que “várias providências estão sendo tomadas, entre elas a instituição de uma comissão interna de avaliação, que envolverá toda comunidade acadêmica (professores, alunos, funcionários e gestores), para realizar o estudo aprofundado desses indicadores”.

Na UFRB, a pró-reitoria de graduação informou que se reuniu com o Colegiado do Curso de Licenciatura em matemática para discutir um plano de providências para melhoria do curso, como análise das prova do Enade, melhoria do laboratório de matemática, e revisão do projeto pedagógico do curso.

Como é a avaliação
O CPC avalia o rendimento dos alunos, a infraestrutura e o corpo docente. Na nota do CPC, o desempenho dos estudantes conta 55% do total, enquanto a infraestrutura representa 15% e o corpo docente, 30%. Na nota dos docentes, a quantidade de mestres pesa em 15% do total; a dedicação integral, 7,5% e o número de doutores, também 7,5%.

Em 2011, foram avaliados 8.665 cursos, sendo 6.083 do sistema federal de ensino, das áreas de ciências exatas, licenciaturas e áreas afins, bem como cursos dos eixos tecnológicos de controle e processos industriais, informação e comunicação, infraestrutura e produção industrial.

Do total, 4.458 tiveram CPC satisfatório, sendo 1.272 federais e 3.186 particulares. Dos cursos avaliados, 672 tiveram CPC insatisfatório, sendo 124 federais e 548 particulares. Outros 1.114 cursos ficaram sem conceito.

Suspensão
Em dezembro, o MEC divulgou a lista de 207 cursos superiores que tiveram seus vestibulares suspensos por terem obtido índice insatisfatório (nota menor de 3) no Conceito Preliminar de Curso (CPC) nas últimas medições realizadas, em 2008 e 2011. Ao todo, o ingresso para 38.794 vagas estará suspenso.

G1

Guerra de batinas no PT: frei ataca padre e diz que postura de colega é ruim; aliados estão insatisfeitos

O deputado estadual Frei Anastacio (PT) criticou nesta quarta-feira (31) a atuação política do deputado federal Luiz Couto (PT) diante do último pleito em João Pessoa, que mesmo sendo filiado ao Partido dos Trabalhadores, optou por apoiar a candidatura do adversário do PSB.

Para Anastácio, o trabalho desenvolvido pelo parlamentar Couto é importante, mas a postura dele diante do pleito na Capital foi muito ruim e causou a insatisfaçao de aliados.

“É muito ruim para ele e pelo que conheço, muitos estão insatisfeitos. Essa posição de silêncio cria um clima ruim dentro da instância partidária. Temos que respeitar. O tempo  vai dizer e ele vai ter que responder pelos atos diante da sociedade paraibana”, disse.

Frei Anastacio deixou a diplomacia de lado e disse sem pestanejar qual o motivo deste silêncio do seu companheiro de legenda.

“É fruto daquilo que ele pensava que iria acontecer. Achou que a candidata do governo estadual iria decolar. Não decolou e isso foi ruim para ele. Agora Couto está sem saida. Apoiar o PT agora é ruim para ele e para todos, ele esta numa situaçao dificil”, explicou.

Vanessa de Melo com informaçoes de Henrique Lima

PB Agora

Juliana e Larissa superam início ruim e conquistam a medalha de bronze

O esperado ouro não veio, mas Juliana e Larissa mostraram poder de reação no momento decisivo e conquistaram nesta quarta-feira a medalha de bronze no torneio olímpico de vôlei de praia. Depois de um péssimo começo de jogo, as brasileiras venceram as chinesas Zhang e Xue por 2 sets a 1 (11/21, 21/19 e 15/12) na disputa pelo terceiro lugar em Londres.

Abatidas pela derrota de virada para as americanas Kerry e Ross na semifinal, terça-feira, Juliana e Larissa jogaram muito mal o primeiro set, mas reagiram e garantiram o primeiro pódio olímpico da dupla, que atua junta desde 2004, e o 10º da delegação brasileira nas Olimpíadas de Londres (dois ouros, uma prata e sete bronzes). Há quatro anos, Juliana se machucou pouco antes dos Jogos de Pequim, e Larissa atuou ao lado de Ana Paula. Na ocasião, elas foram eliminadas nas quartas de final. Já Zhang e Xue tentavam a segunda medalha seguida, já que ganharam o bronze em Pequim.

– Estou muito orgulhosa da nossa dupla. Não jogamos bem no começo do jogo e conseguimos virar o segundo set de uma maneira inexplicável. No tie-break, fomos muito bem. Estou muito orgulhosa por ter participado das Olimpíadas pela primeira vez e essa medalha, apesar de não ser de ouro, é como se fosse para nós – comemorou Juliana.

A dupla brasileira não se encontrou em momento algum do primeiro set na partida desta quarta, que contou com a presença do príncipe Harry na tribuna. As chinesas abriram 4 a 2 no placar e, com poucos erros, não olharam mais para trás. Tensas, Juliana e Larissa tinham dificuldades no ataque. Quando perdiam por 11 a 6, as brasileiras pediram tempo, mas não adiantou. Absolutas, as chinesas contaram com o ótimo aproveitamento da canhota Zhang para fechar a parcial em 21 a 11.

No início do segundo set, as brasileiras finalmente conseguiram um ponto em seu próprio saque: Larissa defendeu a cortada de Zhang e completou com tranquilidade no ataque. Com mais vibração, as brasileiras abriram dois pontos de vantagem pela primeira vez na partida depois de uma largada de Juliana: 9 a 7. Quando tinham 12 a 9 no placar, as brasileiras vacilaram e sofreram a virada por 13 a 12.  Pouco depois, um ace de Xue deixou as chinesas com 16 a 14 no placar. Larissa devolveu na mesma moeda e fez dois pontos seguidos de saque, empatando o jogo em 19 a 19. Na sequência, Juliana brilhou com um bloqueio e uma largada, fechando a parcial em 21 a 19.

Juliana e Larissa vôlei de praia Olimpíadas 2012 (Foto: Getty Images)Juliana e Larissa se abraçam durante a disputa do bronze contra as chinesas (Foto: Getty Images)

Embaladas pela virada no fim do segundo set e pelos gritos da torcida na Arena de Vôlei de Praia, as brasileiras começaram bem a terceira parcial e não demoraram para abrir vantagem de 6 a 2. Com grande atuação de Larissa na defesa, a dupla cabeça de chave número 1 do torneio olímpico conseguiu manter a tranquilidade e fechar a parcial em 15 a 12, garantindo o bronze.

É a 10ª  medalha brasileira em cinco participações do vôlei de praia em Olimpíadas. São dois ouros, cinco pratas e três bronzes. Na quinta-feira, Alison e Emanuel vão ganhar a 11ª, na final contra os alemães Brink e Reckermann, às 17h (de Brasília). Resta saber se será de ouro ou prata.

Globoesporte.com

Analista entende que Serra nunca teve começo de eleição tão ruim

O candidato tucano à prefeitura paulistana, José Serra, ainda com pouca expectativa de vitória (Fábio R. Pozzebom/ABr/Arquivo)

São Paulo – Conhecido por quase todos, rejeitado por muitos e votado por poucos: José Serra (PSDB) nunca teve um início de disputa eleitoral tão desfavorável. Ao mesmo tempo em que é, de longe, o pré-candidato mais conhecido entre os que disputarão em agosto a prefeitura de São Paulo, o tucano tem poucos instrumentos na mão para mudar o cenário.

Vindo de uma derrota na eleição presidencial de 2010 e desgastado junto ao partido, Serra é um dos nomes com maior rejeição até agora. Marcos Coimbra, diretor do Instituto Vox Populi, entende que este nem é o maior obstáculo. “Ele é 100% conhecido e tem, digamos, entre 25% e 30% da intenção de voto, significa inversamente que 70% a 75% da cidade em princípio não vota nele. Esse que é o problema do Serra.”

Na segunda parte da entrevista à Rede Brasil Atual, Coimbra aponta que a imposição da candidatura de Serra é emblemática do momento do PSDB, com dificuldade de renovar quadros e discurso, e sempre se baseando em pesquisas em vez de apostar na formação partidária para o futuro.

Confira a seguir a segunda parte da entrevista à Rede Brasil Atual.

A tendência com o passar dos meses é que a candidatura do Serra veja crescer a rejeição ou consiga superar de alguma maneira essa rejeição?

O problema do Serra não é que a rejeição aumente, pode até acontecer. Do modo como ele conduziu a campanha de 2010, por exemplo, não seria surpreendente se ele voltasse a usar estratégias que possam provocar um aumento de rejeição.  Eu não acho que esse seja o problema. O problema do Serra é que a candidatura dele, a imagem dele já chegou num teto em matéria de conhecimento da cidade. Quando pega qualquer pesquisa feita há mais tempo e outra agora, é conhecido por praticamente 100%. E uma maioria diz que conhece muito bem. Então, se é verdade que ele tem poucas chances de que a rejeição aumente, ele também tem poucas chances de que a simpatia por ele aumente.

Ele já formou uma imagem quase que integralmente repertoriada. Ele não tem nada que possa dizer para o eleitor – pelo menos ao que parece – que faça com que o eleitor melhore a imagem que tem dele. Também tem pouca coisa a dizer que provoque rejeição porque todo mundo já sabe o que ele tem de bom e o que ele tem de ruim. É nesse balanço de coisas boas e ruins que a candidatura dele tem uma grande dificuldade. Ele é 100% conhecido e tem, digamos, entre 25% e 30% da intenção de voto, significa inversamente que 70% a 75% da cidade em princípio não vota nele. Esse que é o problema do Serra. Não é que tenha uma rejeição, é que ele não parece convencer uma parcela majoritária da opinião pública da cidade. Quer dizer que ele não vai ganhar? Claro que não. Em última instância, a eleição se resolve numa comparação entre dois candidatos, provavelmente no segundo turno. O que o adversário dele fizer também vai ser importante. O fato é que o Serra está começando a candidatura a prefeito nas piores condições da vida dele. Ele nunca teve esse conjunto de elementos tão desfavoráveis, com um conhecimento tão grande, uma rejeição tão alta e uma intenção de votos tão baixa.

O fato de o PSDB apostar num candidato que já se candidatou uma série de outras vezes, não só em São Paulo, no estado, como na presidência, é emblemático do momento do partido?

Integralmente. E representa um recuo. Uma parcela grande do PSDB de São Paulo não queria que a eleição ficasse dessa forma. Queria avançar com as prévias, queria fazer com que elas permitissem, pelo menos começassem uma vida partidária real dentro do PSDB e pelos integrantes das instâncias mais capilares e que efetivamente tivessem voto e influência na decisão do partido. Isso que não aconteceu, essa é a frustração que marcou a candidatura do Serra desde o nascimento e que se traduziu na vitória apertada que ele teve no que acabou ficando como prévia. Então as prévias de verdade foram suspensas, os candidatos de renovação tiveram que recuar e ao invés de dar o passo adiante, que parecia que iria dar, deram dois passos para trás.

É claro que isso é sintomático dos impasses da oposição, mas não é a primeira vez que isso acontece. A própria ideia de lançar um candidato que estava à frente das pesquisas é recorrente na história do PSDB, especialmente em São Paulo. No fundo, a candidatura do Serra, em 2007, foi justificada por ele estar à frente das pesquisas. Agora ele foi lançado porque não tinha nenhum nome do PSDB que estava bem nas pesquisas, como se a pesquisa fosse o critério. De outro lado, você tem o Lula mostrando que pesquisa não é para ser obedecida. Pesquisa é para ser analisada politicamente. Se Lula tivesse se baseado em pesquisa, não teria lançado a Dilma nunca, e nem tinha lançado o Fernando Haddad. O Lula está pensando na frente e o PSDB está pensando para trás, essa que é a diferença.

Uma vitória em São Paulo para o PT cria de fato um cenário tão favorável para 2014 ou uma coisa não se conecta com a outra? 

O cenário de favoritismo para o PT em 2014 é tão expressivo que ganhar ou não ganhar a eleição de prefeito de São Paulo tem pouca importância real. É simbólico, mas a importância eleitoral concreta para 2014 é secundária. Hoje, o Lula, em todas as pesquisas, independente do  adversário, faz cerca de 70%. A Dilma faz cerca de 60%. Na verdade, os dois são tão favoritos, tanto um quanto o outro. A diferença de 10 pontos é irrelevante. Então, hoje o PT tem dois candidatos fortíssimos para 2014. E se o Haddad ganha em São Paulo, o Lula não vai passar de 70%, e nem precisa, e a Dilma não vai passar de 60% e nem precisa.

O fato é que o PT tem no horizonte uma eleição presidencial com grandes favoritos e a eleição de São Paulo é importante para o jogo estadual porque, se o Haddad ganha, passa a ser um candidato natural para a sucessão estadual, não agora do Alckmin porque eu acho que seria maluco se ele ganhasse a prefeitura e saísse para disputar contra o Alckmin. Ele completa o período dele e aí, sim, está pronto para representar um novo PT no estado. Já estaria na posição e se projetaria para o estado. Essa que é a importância da eleição, não é o impasse em 2014.

A aposta que foi feita após as eleições de 2010, de que Aécio Neves seria o grande nome da oposição, está vivendo frustrada constantemente?

A candidatura do PSDB está praticamente resolvida. Para ganhar – ou, mais provavelmente, não para ganhar – o Aécio Neves é o candidato natural.  A não ser que surja qualquer problema de imagem dele. Ele está pronto para ser candidato, não sei se ele está pronto para ganhar a eleição, isso é outra questão, que depende desse fator de grande importância que é como é que vem o PT. O que era problema para Dilma em 2010, que era ser pouco conhecida, agora está resolvido. Isso não quer dizer que não seja racional para o PSDB finalmente se apresentar com uma cara diferente da turma do PSDB de São Paulo, que ofereceu todos os candidatos à Presidência. Covas, Fernando Henrique, Serra e Alckmin. Sempre foi assim.  Está na hora de deixar de ser.

redebrasilatual