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‘Quem retomou rotina antes da hora, condenou pessoas à morte’, afirma Cartaxo

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), neste sábado (28), divulgou em suas redes sociais uma nota sobre as carreatas realizadas na cidade pedindo o fim do isolamento social decretado por ele com o intuito de minimizar o contágio do novo coronavírus, causador da Covid-19.

“Todos queremos retomar a rotina, mas no tempo certo. Quem se precipitou, nesta decisão, condenou pessoas à morte. E o arrependimento não repara o grave erro”, declarou.

A Paraíba registrou até o momento catorze pessoas infectadas, sendo dez na capital, além de uma em Igaracy, uma em Sousa e duas em Campina Grande.

Leia texto na íntegra:

O momento atual não é apenas de crise, muito menos de disputas políticas, mas de luta pelo maior bem que existe: a vida. João Pessoa cumpre o protocolo internacional de prevenção à Covid-19, recomendado pela OMS. Em outros países, não seguir as orientações teve um custo pago com milhares de vidas humanas.

É inadmissível repetir este erro. Não se trata de opinião. A base está na ciência e na experiência. Ir às ruas para se manifestar contra o isolamento social expõe quem sai, quem precisou sair por alguma razão séria e até quem ficou em casa. Hoje precisamos, mais do que nunca, de gestos solidários, humanitários, de respeito ao outro, não de atitudes irresponsáveis que semeiam a discórdia e a desordem.

Eu agradeço à imensa maioria da nossa população, que entendeu a mensagem e fechou as portas ao vírus. Vamos continuar sendo agentes de proteção, não da transmissão de uma doença que não para de matar. Quem resolve sair de casa, sem levar a sério uma ameaça à saúde pública, desrespeita não só a lei, como também a própria vida e a vida do outro.

Todos queremos retomar a rotina, mas no tempo certo. Quem se precipitou, nesta decisão, condenou pessoas à morte. E o arrependimento não repara o grave erro. Trabalhar para recuperar a economia, já atingida, será uma missão no mundo todo. Voltar à vida normal, sim, como deve ser. Quando for a hora. Porque vida perdida não volta. Serenidade, paz e respeito, sempre. O bom senso e a humanidade vão vencer. Sigamos na luta! Que Deus nos abençoe!

paraiba.com.br

 

 

Feriado duplo em Campina Grande altera rotina de órgãos e serviços

museuDevido aos feriados do dia de emancipação política de Campina Grande nesta terça-feira (11) e o do dia de Nossa Senhora Aparecida, que é padroeira do Brasil, na quarta-feira (12), o horário de funcionamento de alguns setores foi alterado na cidade.

Poder público
Os serviços não essenciais, tanto municipais como estaduais, ficam fechados durante os dois dias, sendo preservados o funcionamento dos essenciais.

Shoppings
Os shoppings de Campina Grande também vão ter horários diferenciados por causa do feriadão. Confira:

Partage Shopping – Lojas e áreas de lazer das 14h às 22h. A praça de alimentação abre das 11h às 22h. O shopping vai ter oficinas gratuitas para as crianças.
Cirne Center – Fica fechado durante os dois dias.
Shopping Luiza Motta – O funcionamento é das 10h às 20h.

Comércio
A Câmara dos Dirigentes Lojistas informou que recomendou a abertura das lojas nos dois dias, mas apenas a de artigos infantis devem funcionar. Sindicato dos Comerciários em Campina Grande, a abertura dos estabelecimentos fica a critério do comerciante. Decidindo abrir, os funcionários deverão receber um valor extra, além de folga em outra data.

As empresas que vão funcionar no feriado, usando a mão de obra de seus empregados, vão ter que cumprir o que determina a convenção coletiva da categoria, ou seja, o pagamento de abonos da seguinte forma: empresa que tenha em seu quadro funcional até dez empregados –  R$ 33,00;  empresa com mais de dez trabalhadores – R$ R$ 40,00. O empregado ainda terá direito a uma folga integral a ser tirada até 21 dias, após o dia trabalhado.

Bancos
O presidente do Sindicato dos Bancários de Campina Grande, Rostand Lucena, informou que as agências vão ser fechadas, com funcionamento normal dos caixas eletrônicos.

Transportes
A frota do transporte coletivo de Campina Grande fica reduzida em 30%, segundo a Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP).

Lazer
O Parque das Criança, no bairro do Catolé, abre em horário normal na terça-feira e na quarta-feira.

Parque da criança, em Campina Grande (Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba)Parque da criança, em Campina Grande (Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba)

 

G1 PB

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VIROU ROTINA: Vídeo e fotos de jovem sousense “nua” circula no Whatsapp e causa polêmica

fotosVárias fotos e um vídeo intimo de uma jovem da cidade de Sousa está circulando pelo “Whatsapp” entre várias pessoas do sertão da Paraíba. De acordo com informações, o vídeo e as fotos foram feitas após uma “bebedeira” em uma boate da cidade de Sousa.

A jovem sousense que aparece nas cenas intimas, tem aproximadamente 20 anos de idade. No vídeo, a sousense aparece “embriagada” e seminua deitada em uma cama com vários jovens passando a “mão” nas suas partes intimas. A foto já deu o que falar na cidade de Sousa e está causando uma grande polêmica entre os jovens da terra dos dinossauros.

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Essa não é a primeira vez que jovens da cidade de Sousa aparecem em vídeos e fotos em cenas de sexo e farras com mulheres nuas.

 

 

Portal do Litoral PB

Com Sousaja

Confissões de ex-PM revelam a rotina de crimes na corporação

ex-pmEntre 2005 e 2009, o então soldado Rodrigo Nogueira, de 32 anos, usou a farda e as armas cedidas pela PM para extorquir dinheiro, torturar traficantes, negociar e vender a liberdade de perigosos assaltantes, julgar e condenar à morte criminosos e suspeitos de crimes, participar de ações da milícia e matar a sangue-frio, sem piedade. É esse o enredo que ele conta em “Como nascem os monstros — A história de um ex-soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro” (Editora Topbooks), lançado mês passado.

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Rodrigo foi preso em novembro de 2009, condenado por tentativa de homicídio e extorsão. Pela primeira vez, um ex-PM confessa publicamente ter cometido tamanhas atrocidades. No livro, ele criou um personagem, o soldado Rafael, o protagonista, que narra a história em primeira pessoa.

Apesar de ter confessado vários crimes, o ex-PM nega ter praticado justamente os delitos que o levaram a uma condenação total de 30 anos e oito meses de prisão. Uma vendedora ambulante o acusou de ter tentado extorquir dinheiro dela e de ter lhe dado um tiro no rosto, além de estuprá-la. “Ela foi submetida a exame de corpo de delito, que comprovou que não sofreu agressão sexual”, diz Rodrigo, em entrevista por carta.

Sequestro de chefão do tráfico é outro crime cometido por policial

O livro, de 606 páginas, foi escrito em nove meses. Na narrativa, o soldado Rafael começa a metamorfose de ser humano para monstro depois de cometer o primeiro assassinato a sangue-frio. A vítima foi um ladrão que tinha sido atropelado. O policial o mata e simula ter havido tiroteio.

Rodrigo relata no livro como vendeu um fuzil AK-47 apreendido após confronto com traficantes do Morro do Borel, na Tijuca. O comprador foi um chefe de milícia. Apesar de afirmar ter recusado convite para integrar aquela quadrilha, o ex-policial conta também como participou da ação de milicianos numa favela contra um grupo de traficantes, cujo chefe foi degolado.

“O PM só vale o mal que pode causar”, escreve o soldado Rafael, que começou a carreira extorquindo o produto do roubo praticado por pivetes e gangues de bicicleta e chegou a participar do sequestro de um dos chefões do tráfico no Rio, que chamou de Rufinol e tem tudo para ser Rogério Rios Mosqueira, o Roupinol. Era um dos maiores fornecedores de drogas do Rio e dominou o Complexo de São Carlos, no Estácio.

Propinas à luz do dia

Quando não conseguiam sequestrar um chefão, policiais cobravam propinas do tráfico, pagas semanalmente, diretamente aos agentes fardados e em carros da polícia, em plena luz do dia. Numa das histórias, Rafael conta que sua equipe invadiu uma favela, dominou o local onde era feita a embalagem da droga e torturou dois traficantes desarmados. Eles foram executados depois que se percebeu que não tinham informações que levassem aos chefes da quadrilha.

Na entrevista, o ex-PM Rodrigo confessa que raramente os policiais que liberam bandidos ou vendem armas a traficantes avaliam o mal que estão causando à sociedade: “O policial que comete esse tipo de crime não pensa nisso. Só o que importa é o lucro”. O PM Rafael, por exemplo, diz no livro que uma vez negociou a liberdade de um ladrão que fora flagrado, na porta de um banco, esperando para assaltar um cliente. Os alvos de extorsão podem ser também, como mostra o texto, usuários de drogas abordados logo após deixarem uma boca de fumo. Num dos casos, os PMs corruptos arrecadaram R$ 10 mil e US$ 2.500 após flagrarem um empresário norueguês com papelotes de cocaína.

“Alguém precisava dar real entendimento ao que acontece dentro dos quartéis da PMERJ, quais são os fatores que transformam homens comuns, pais de família, em assassinos alucinados”, diz Rodrigo.

 

O Globo

Monitorar a rotina do filho pelo celular pode virar obcessão

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Ligar para o pai ir buscar na casa do amiguinho ou receber uma chamada da mãe perguntando se está bem faz parte da rotina de muitas crianças. No Brasil, o celular é uma das tecnologias mais presentes na vida dos pequenos: 64% das crianças entre cinco e nove anos já usaram o telefone móvel para se comunicar com alguém, segundo uma pesquisa conduzida pela Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC). O aparelho ajuda a garantir segurança e a organizar o dia a dia familiar, mas pode prejudicar o desenvolvimento se os pais não estipularem regras para o uso.

No começo, o celular é mais uma necessidade dos pais do que da criança, como destaca a psicóloga Ana Luiza Mano, pesquisadora do Núcleo de Pesquisas de Psicologia e Informática da PUC-SP. Apesar do aparelho não ser uma garantia total de segurança, poder falar com os filhos a qualquer hora e em qualquer lugar deixa os pais mais tranquilos. No entanto, ter um celular só será benéfico se os pais explicarem para criança para o que aquele novo objeto vai servir e se respeitarem a privacidade do pequeno.
Monitorar os filhos o tempo inteiro pelo celular é sinal de obsessão. “O aparelho não pode ser como um cordão umbilical, que liga mães e filhos o tempo todo”, alerta a educadora Silvia Colello, professora de psicologia da educação da Universidade de São Paulo (USP). Adquirir um aparelho não pode ser motivo de mais preocupações e estresse. A criança pode perceber quando os pais estão mais preocupados do que o normal e deixar de aproveitar plenamente os momentos longe de casa. Além disso, dar ordens pelo celular pode atrasar o desenvolvimento da autonomia do pequeno.
Tanto a criança quanto os pais devem respeitar, ainda, as restrições de uso do dispositivo. Quando o pequeno está no colégio, por exemplo, os pais não devem ligar e, de preferência, o aparelho deve estar desligado. O ideal é que a escola tenha regras estabelecidas sobre o uso das tecnologias, e os pais façam uma parceria com a instituição para ensinar essas regras para a criança. Mas nunca devem dar mau exemplo para os pequenos.
Quando chega a hora de comprar o primeiro celular
Não há uma idade exata a partir da qual crianças podem ter um celular. Em geral, especialistas consideram inadequado antes dos oito anos, mas é preciso avaliar a maturidade do pequeno para dar o aparelho. O certo é que deve haver uma necessidade, um motivo concreto que faça o aparelho ter utilidade na vida da família, até porque representa um gasto a mais para os pais. Se houver uma razão, o ideal é adquirir um modelo simples e autoexplicativo.
Ao entregar o celular nas mãos do pequeno pela primeira vez, os pais devem explicar como mexer, gravar os contatos mais importantes na agenda – como os celulares e os telefones do local de trabalho dos pais, para emergências – e orientar a criança sobre quando usar ou não o aparelho. Também é preciso explicar o que fazer quando um número desconhecido ligar e orientar para nunca passar dados pessoais pelo aparelho, conforme as regras que cada família estabelecer. A psicóloga Ana Luiza destaca ainda que os pais devem conhecer todas as possibilidades do aparelho que estão dando para os filhos, para assim poder ensiná-lo.
Cartola – Agência de Conteúdo
Terra

Minissérie de TV retrata a rotina dos Papas do Concílio Vaticano II

O Concílio Ecumênico Vaticano II foi convocado no dia 25 de janeiro de 1961, através da bula papal “Humanae salutis”, pelo papa João XXIII. Este mesmo Papa inaugurou-o, a ritmo extraordinário, no dia 11 de outubro de 1962. O Concílio, realizado em quatro sessões, só terminou no dia 8 de dezembro de 1965, já sob o papado de Paulo VI.

Nestas quatro sessões, mais de dois mil bispos convocados, de todo o planeta, discutiram e regulamentaram vários temas da Igreja Católica. As suas decisões estão expressas nas quatro constituições, nove decretos e três declarações elaboradas e aprovadas pelo Concílio.

Neste ano de 2012 a Igreja celebra os 50 anos da abertura desse grande evento. Em comemoração ao jubileu de prata será exibida, pela primeira vez na televisão brasileira, a minissérie “Papas do Concílio”.

Com base em dois filmes produzidos na Itália e inéditos no Brasil, a minissérie retrata a trajetória do Papa João XXIII e do Papa Paulo VI, principais protagonistas do Concílio.

A produção que terá dez episódios conta, também, com depoimentos das personalidades mais importantes do episcopado brasileiro, que vivenciaram o período histórico mais marcante da Igreja Católica.

“Papas do Concílio” estreia no próximo dia 12 de novembro, em dois horários, às 14h e às 20h, na TV Aparecida.

CNBBB