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Após reação de Rômulo Gouveia, Tião Gomes usa tribuna da ALPB e pede desculpas: “Gosto muito do gordinho”

TiãoO imbróglio envolvendo o deputado federal Rômulo Gouveia (PSD) e o deputado estadual Tião Gomes, do PSL, teve um novo capítulo nesta quinta-feira (10).

A fim de colocar panos quentes “no moído”, o deputado estadual Tião Gomes utilizou a tribuna para pedir desculpas ao parlamentar, a quem classificou como “gente boa” e bom parlamentar.

Gomes disse que gosta de Rômulo Gouveia e gostaria de pedir desculpas pela declaração que deu sobre o parlamentar optar por Cássio Cunha Lima (PSDB) em detrimento de Luciano Cartaxo (PSD) em uma eventual disputa estadual.

Rômulo, posteriormente, rechaçou a declaração e disse que Tião Gomes ainda estaria atordoado pela derrota acachapante de seu grupo político na Paraíba, sobretudo no município de Areia, onde tentava reeleger o irmão, Paulo Gomes (PSB) e emplacar a filha, Aparecida Perazzo (PSB) como vice prefeita.

“Eu só disse que entre Jesus Cristo e Cássio, Rômulo Gouveia é 100 vezes mais Cássio. Jesus me perdoe que eu coloquei o nome de Jesus indevidamente, foi só onde eu errei. Mas perguntem a Paraíba, a cem pessoas, quem quer seja, Rômulo Gouveia é mais Cássio, ou Luciano Cartaxo? A resposta todos sabem qual é. Mas eu quero pedir desculpas ao gordinho, porque eu gosto muito do gordinho, ele é gente boa, deputado bom, agora eu não sabia que ia atingi-lo no coração a declaração, eu disse aquilo porque jornalismo é algo interessante, porque às vezes a gente não quer dizer nada, mas o jornalista tira o que a gente não quer dizer, às vezes sai o que não querem ouvir. Vejam o presidente dos Estados Unidos, estão todos com medo dele, mas ele vai ser o maior presidente de lá, porque ele é direto, ele não precisa de dinheiro nem de corrupção. Então eu quero pedir perdão ao deputado Rômulo Gouveia se eu usei mal o nome de Jesus, mas a Paraíba sabe como eu sou, eu para dizer alguma coisa não precisa ninguém mandar não. Eu não sou menino de recado de ninguém, eu quando quero dizer eu digo, às vezes sou usado, às vezes sou mal interpretado, mas eu digo, é a nossa missão, nós temos que responder sempre que somos perguntados e às vezes sou inconveniente e digo aquilo que determinadas pessoas não querem ouvir”, arrematou.

Ainda ontem, Rômulo sugeriu que Tião Gomes tomasse um calmante e começasse a trabalhar pelo município de Areia, que segundo ele, é uma cidade que está destroçada pela atual gestão.

PB Agora

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Deputado Rômulo Gouveia recebeu título de cidadania Donainesense. Secretária do município também recebeu a honraria

 

romuloA Câmara de Vereadores de Dona Inês realizou na noite deste domingo, 25 de janeiro, uma sessão solene em que foram entregues ao Deputado Federal, Rômulo Gouveia (PSD-PB), e a Secretária Municipal de Habitação e Assistência Social, Sofia Ulisses, títulos de cidadania Donainesesnse.

 

A Secretária, emocionada, disse que desde que chegou ao Município que tem se dedicado com muito afinco às causas sociais e buscado, com o seu conhecimento e com sua vontade de mudar o cenário da cidade, transformar a vida de muitas pessoas, desenvolvendo políticas públicas de qualidade. Também disse que o título é um reconhecimento do seu trabalho no município, que só tem acontecido, graças a uma equipe competente que trabalha em sua Secretaria.

 

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Rômulo Gouveia disse que é grato pela honraria e que isso só aumenta sua responsabilidade e compromisso para com o município. “Eu reassumo, com esse título tão importante, o compromisso de trabalhar cada vez mais por Dona Inês.” Discursou o Deputado Federal.

 

O Prefeito Antônio Justino, que prestigiou o evento, destacou várias ações de Rômulo Gouveia no município, como direcionamentos de recursos importantes para obras e serviços, o que lhe garantiu a honraria e lembrou vários programas sociais implantadas e implementados no município, pela Secretária, Sofia Ulisses.

 

O título de Rômulo Gouveia partiu de uma propositura do Vereador Presidente da Casa Legislativa, Demétrio Ferreira. Já o título de Sofia Ulisses, foi uma propositura do Vereador Luiz Alves.

 

Todos os Vereadores da Casa compareceram à sessão solene, que contou ainda com as presenças de políticos da região e com cidadãos Donainesense. O evento foi parte da programação da Festa de São Sebastião que se encerrou na madrugada desta segunda (26).

 

Assessoria.

 

Rômulo Gouveia rebate Luís Tôrres: “Traidor é Ricardo”

romuloO presidente estadual do PSD na Paraíba, vice-governador Rômulo Gouveia, rebateu, na tarde desta sexta-feira (27), o secretário de Comunicação do Estado, Luis Torres, e chamou o governador Ricardo Coutinho (PSB) de “traidor”.

“Fica marcado como um dos episódios mais fortes de traição da história da política da Paraíba”, disse Luis Torres em entrevista ao Correio Debate. Rômulo Rebateu lembrando que se tratando de um auxiliar do governador que tem um histórico como o de Ricardo e conhecendo os bastidores políticos dos últimos dias, o secretário de Comunicação deve, segundo Gouveia, ter se referido ao próprio governador e não a ele, que tem um histórico de lealdade que a Paraíba conhece.

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Rômulo lembrou o histórico de rompimento político de Ricardo Coutinho (PSB) e disse que tentar lhe classificar como o traidor e querer subestimar a inteligência do povo da Paraíba que acompanha os acontecimentos políticos.

“Ricardo sempre tentou emplacar seus aliados como traidor. Já fez isso com Luciano Agra, Nonato Bandeira, Bira, Manoel Júnior, Cássio Cunha Lima e agora tenta me tratar da mesma forma . Traidor é ele”, disse o vice-governador, lembrando que apesar de sua fidelidade foi brutamente retirado das negociações políticas feitas as escondidas pelo grupo do líder socialista.

Assessoria

 

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Rômulo Gouveia reúne PSD para reafirmar apoio incondicional a reeleição de Ricardo Coutinho

romuloO vice-governador e presidente estadual do PSD na Paraíba, Rômulo Gouveia vai reunir a legenda em fevereiro para reafirmar apoio incondicional a reeleição do governador Ricardo Coutinho no próximo ano. O encontro acontecerá no mês de fevereiro e deve contar com prefeitos, vices e vereadores da sigla.

 

Rômulo disse ainda que o PSD vai pleitear uma vaga na majoritária, mas que isso não será imposto e sim, conversado.

 

“O partido quer fazer parte da majoritária, mas sem imposições. Daremos apoio a reeleição do governador para que a Paraíba continue crescendo”, destacou o vice-governador.

 

FONTE: DO POLÍTICAPB

Rômulo Gouveia quer ver o PSD integrando a base aliada da presidente Dilma

romuloO presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, vai receber o aval dos 27 dirigentes regionais do partido para aderir formalmente à base aliada do governo Dilma Rousseff (PT) e apoiar a reeleição da petista em 2014. Para superar resistências aos petistas e assegurar a aprovação da aliança, Kassab deu carta branca para que os líderes da sigla façam oposição ao PT ou mantenham alianças com governadores do PSDB em 12 Estados.

Levantamento feito pelo Estado de São Paulo na última semana revela que não há restrições entre os presidentes estaduais do PSD ao plano de Kassab de integrar a base de Dilma – a exceção é o Rio, onde a sigla ainda realiza consultas, mas seu apoio é dado como certo.

Na Paraíba, o PSD é comandado pelo vice-governador Rômulo Gouveia. O governo que é administrado pelo socialista Ricardo Coutinho (PSB) recebe dura oposição dos petistas na Assembleia Legislativa e por isso deve ficar de lado oposto ao PSD no estado em 2014, porém, Rômulo Gouveia defende a aliança com Dilma e destaca a parceria da presidente com o governo paraibano. “Dilma tem sido aliada de primeira hora em nosso governo e viabilizou grandes projetos para Paraíba, por isso, devemos ficar ao lado da presidente, apesar da resistência de petistas a nossa administração”, disse Gouveia.

Mesmo dirigentes que disputam espaço com o PT em seus Estados, como na Paraíba, ou ocupam cargos em governos do PSDB relatam que concordam com a adesão do PSD à base de Dilma.

É o caso de Minas Gerais, onde o PSD apoia o governo de Antonio Anastasia (PSDB); do Acre, onde a legenda é adversária do PT do governador Tião Viana; do Paraná, onde o partido deve apoiar a reeleição do governador Beto Richa (PSDB); e de Goiás, onde a sigla tem cargos no governo do tucano Marconi Perillo.

“Não teríamos nenhum constrangimento em apoiar o governo Dilma, mesmo integrando o governo do Estado”, afirma Vilmar Rocha, presidente do PSD goiano e secretário da Casa Civil do governo Perillo. Em troca do apoio a Dilma, Kassab avisou aos políticos desses Estados que a sigla terá liberdade para trilhar caminhos opostos às pretensões do PT em seus Estados.

O PSD também deve se distanciar do PT no Acre, onde o grupo que fundou a sigla é adversário da família do governador petista Tião Viana. “Já temos votado praticamente tudo com a base do governo federal no Congresso, mas, no Acre, o PSD não tem condições de caminhar com o PT”, resume o senador Sérgio Petecão, presidente do PSD no Estado.

No Paraná, os dirigentes do partido de Kassab afirmam que não têm “arroubos de entusiasmo” para apoiar o PT de Dilma, mas admitem que seguirão o plano do presidente nacional do PSD. Nas eleições paranaenses, no entanto, pretendem caminhar ao lado do governador Beto Richa (PSDB). “Nós temos uma ligação muito forte, até emocional, com o Beto. A ideia é tentar lançar candidato próprio em 2014, mas se não houver possibilidade, vão apoiar a reeleição de Richa”, diz Alceni Guerra, vice-presidente do PSD-PR.

Além dos 12 Estados onde o PSD se comporta como adversário do PT, o partido se considera “neutro” em quatro locais e apoia os petistas nos outros 11 – entre os quais estão a Bahia do governador Jaques Wagner (PT), e o Rio Grande do Norte, onde o vice Robinson Faria (PSD) rompeu com a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e se aproximou dos petistas.

A explicação para tantas alianças ambíguas é que a maior parte dos governadores apoiou a criação do PSD em seus Estados, com o objetivo de capturar para suas bases políticos descontentes com a oposição. Isso aconteceu tanto no caso do governador sergipano Marcelo Déda (PT) quanto no Pará de Simão Jatene (PSDB).

Uma das poucas exceções entre os governadores amigáveis foi Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo. Ele se opôs à fundação do novo partido como gesto de fidelidade ao aliado DEM, que perdeu parte de seus quadros para a sigla. Em 2014, a hipótese mais provável é que o PSD lance adversário à reeleição do governador ou apoie candidato do PT.

Agora, parte dos dirigentes defende que a sigla não aceite cargos na administração federal como contrapartida pela adesão à base de Dilma. Kassab pleiteava o Ministério das Cidades, mas passou a enxergar dificuldades na demanda. O foco do PSD agora está na pasta de Transportes e na Secretaria de Aviação Civil.

Outros diretórios pretendem apresentar uma lista de reivindicações. O Acre pedirá a nomeação de aliados do PSD para cargos da administração federal no Estado. O PSD de Rondônia quer pleitear mais verbas para o Estado e seus municípios.

 

 

 

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