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Ex-Prefeito afirma ter pego Deputado com sua esposa na cama e anuncia rompimento político no sertão da PB

Ex-Prefeito e ex-esposa
Ex-Prefeito e ex-esposa

Em entrevista ao portal MaisPB, o ex-prefeito da cidade de Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba, Lauro Sérgio Maia de Vasconcelos confirmou rompimento com o deputado estadual Gervásio Maia – candidato à reeleição. Ele disse que passa a apoiar a candidatura do deputado estadual Manoel Ludgério (PSD) à reeleição. Amanhã, em horário ainda a ser definido, Lauro se reunirá com Ludgério e integrantes do Diretório Municipal do PMDB.

Deputado Gervásio Maia
Deputado Gervásio Maia

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O motivo do rompimento, conforme Lauro Maia, foi passional. Ele diz ter encontrado a esposa Sandra Mara fazendo sexo com Gervásio. Lauro disse que, agora, está separado de Sandra e já deu entrada no pedido de divórcio.

“Rompi com Gervásio pela traição ao povo de Catolé. Peguei ele com a minha mulher em minha cama, na minha casa. Gervásio desrespeitou a mim. Me traiu! Desrespeitou minha família dentro de minha casa e traiu Catolé. E eu tratava Gervásio como filho…!”, disse o ex-prefeito Lauro Maia ao Portal MaisPB.

Da Redação 
Com Maispb

Luis Tôrres diz que rompimento de Rômulo com Ricardo Coutinho foi a maior traição da história política da Paraíba

luis-torresO secretário estadual de Comunicação, Luis Tôrres, disse, na tarde desta sexta-feira (27), que o rompimento do vice-governador Rômulo Gouveia (PSD) com o governador Ricardo Coutinho (PSB) ficará marcado como um dos maiores episódios de traição da história política da Paraíba. No início da tarde, durante entrevista coletiva na sede da Associação Paraibana de Imprensa (API), Rômulo justificou o afastamento do socialista com o fato de ter perdido a vaga de senador na chapa majoritária do PSB para o PT.

“Fica marcado como um dos episódios mais fortes de traição da história da política da Paraíba”, afirmou o secretário.

 

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Na coletiva, Rômulo disse que em nenhum momento Ricardo conversou com ele sobre o processo de aliança com o PT e que ficou sabendo através da imprensa da articulação, na qual foi oficializado o nome de Lucélio Cartaxo (PT) na chapa na vaga de senador, que estava “apalavrada com o PSD”. No entanto, Luis Tôrres disse que Rômulo foi avisado e acompanhou pessoalmente todos os passos com relação às composições políticas.

Tôrres revelou que o vice-governador, inclusive, colocou a disposição o cargo que pleiteava dentro da chapa majoritária, para que o governador ‘costurasse’ o processo de aliança.

“O que mais surpreendeu foi à justificativa que confronta violentamente a realidade, pois o vice-governador colocou a disposição o cargo que pleiteava dentro da chapa majoritária para que o governador costurasse o processo de aliança”, declarou.

O secretário acrescentou ainda que Rômulo Gouveia não teve sequer “coragem de olhar nos olhos do governador Ricardo Coutinho e dizer diretamente o que motivou o rompimento, que foi orquestrado na calada da noite, entre quatro paredes”.

“A Paraíba vai perguntar por anos e anos quais são as razões do vice-governador para o rompimento, depois de usufruir e compartilhar deste governo durante três anos e seis meses”, completou.

Cristiano Teixeira – MaisPB

Em respeito à Justiça Eleitoral, o MaisPB suspende temporariamente a publicação de comentários neste espaço para evitar eventuais casos e interpretações de propaganda eleitoral antecipada.

Agradecemos aos leitores pela compreensão.

Ricardo diz que rompimento com Cássio foi bom para a PB, mas ainda procura motivos

ricardoO governador Ricardo Coutinho (PSB) em entrevista ao programa Rádio Verdade da Arapuan FM nesta segunda (19) declarou que o rompimento com o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) foi ‘bom’ para a Paraíba e reclamou que três meses depois ainda procura saber o motivo da separação.

Coutinho destacou que há três meses procura saber o motivo do rompimento e que por ‘incapacidade’, por não existir ou por ‘esperteza’ não se diz concretamente. “Acho que para a Paraíba isso não foi ruim porque, na essência, temos formas diferentes de ver o mundo, fazer política. Temos formas diferentes de ver e agir e meu projeto político é diferente, todo mundo sabe”, destaca.

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O socialista continuou apontando divergências entre ele e o tucano: “Somos diferentes no trato da coisa pública, no quesito participação popular, diferente nos investimentos públicos ou privados”, diz.

 

Para o governador, a população vai ter a ‘oportunidade histórica’ de fazer o confronto de políticos ‘que ao meu entender é ultrapassada com a nova política – que tirou comodidade, que tinha que tirar – mas trouxe a Paraíba para um novo patamar de desenvolvimento’.

Marília Domingues / Fernando Braz

 

RC revela bastidores do rompimento com Maranhão e garante que não agiu como Cássio

ricardoDepois de ter sido acusado pelo ex-governador José Maranhão de ter rompido com o PMDB nas eleições de 2010, sem sequer dar uma explicação prévia, o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB) resolveu dar a sua versão da história e lamentou a comparação feita com a postura adotada pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB) para as eleições estaduais de 2014.

O governador deixou claro que a postura que ele teve com Maranhão em 2010 em nada tem a ver com a postura que foi adotada por Cássio nas eleições deste ano, a qual o socialista tachou de ‘antiética’.

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“Eu não rompi com ele (Maranhão), porque em nenhum momento eu disse e, ninguém tem nenhuma entrevista minha, dizendo que eu apoiaria o ex-governador José Targino Maranhão em 2010, isso não existe, é diferente do senador Cássio que disse taxativamente que me apoiaria e que disse que a Paraíba para poder ficar no outro patamar, eu teria que governar até 2018, está lá em todas as entrevistas dele, já eu em nenhum momento disse isso em relação a Maranhão”, destacou.

Relembrando a trajetória de alianças firmada com o PMDB, Ricardo Coutinho disse que foi apoiado em 2004 pelo PMDB na disputa pela prefeitura de João Pessoa e que retribuiu esse apoio na eleição de 2006, quando o PMDB disputou o Governo do Estado. “Todo mundo sabe que meu apoio não é algo pela metade, fui de corpo inteiro, o próprio governador Maranhão pode dizer isso, ele sabe disso, ele reconhece isso”, declarou.

Já no tocante as eleições estaduais de 2010, Ricardo Coutinho ratificou que não garantiu o apoio ao PMDB porque começou a perder espaços na gestão do ‘mestre de obras’ sem sequer ser comunicado.

“Durante 2010, após perder muitos secretários da nossa indicação na gestão Maranhão, isso sem ter sequer sido comunicado, eu percebi que havia um clima de beligerância por parte de algumas pessoas, alguns deputados e eu naturalmente me protegi e achei que a Paraíba precisava dar esse passo adiante, coloquei meu nome e a população compreendeu aquilo que eu estava dizendo”, asseverou.

Por fim, o governador voltou a deixar claro que não enganou o PMDB nas eleições de 2010 e que não foi antiético com José Maranhão, assim como Cássio foi com ele. “Em nenhum momento eu faltei com respeito ou fui antiético com o então candidato do PMDB Jose Maranhão, em nenhum momento eu disse que iria apoiá-lo em 2010 e ele sabe disso, minha postura foi totalmente diferente da postura de Cássio”, finalizou.

As declarações de Ricardo foram veiculadas em grande entrevista radiofônica no início dessa semana.

Márcia Dias

PB Agora

Cássio afirma que tem ‘divergências profundas’ com RC e explica razões do rompimento

ricardo e cassioO senador Cássio Cunha Lima (PSDB) explicou durante entrevista na Arapuan FM as suas razões para romper a aliança com o governador Ricardo Coutinho (PSB). Em 2010, o tucano e o girassol tinham um interesse em comum: tirar José Maranhão (PMDB) do Governo do Estado.

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“Naquele ano tínhamos convergências que nos aproximavam, após esses três anos temos mais características que nos afastam. Quando formamos a aliança, assinamos uma carta compromisso e no final de 3 anos, eu poderia assinar embaixo ou discordar da gestão realizada até o momento”, colocou.

 

O senador tucano destaca que o motivo é administrativo e político. “São divergências profundas. Ricardo tem uma dificuldade enorme em dialogar e de escutar também. A comunicação entre nós era por mensagem”, contou.

“É claro que eu não o procurava muito. Eu tinha noção de que eu era um ex-governador e precisava dar autonomia ao governante, não posso ficar me metendo”, explicou.

Por fim, o senador afirmou que não se arrepende de ter formado a aliança com o PSB. “De forma alguma, é por isso que as eleições são de 4 em 4 anos. Para podermos avaliar o que foi feito e se vale a pena continuar”.

Pedro Callado

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Chuvas fazem crateras em açude no Sertão e população teme rompimento

Reprodução/ Patosonline
Reprodução/ Patosonline

As chuvas que caem há cerca de dois meses no Sertão do estado e que são motivo de muita alegria têm também provocado preocupação nos moradores do município de Santa Terezinha, localizada na região metropolitana de Patos, a 320 quilômetros de João Pessoa.

É que enormes crateras foram formadas na parede do manancial e a população teme que elas possam causar o rompimento da açude, que tem capacidade para acumular 53 milhões de metros cúbicos de água.

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A preocupação é para que não se repita a tragédia que ocorreu na Paraíba em junho de 2004 que resultou  no rompimento da barragem de Camará, na região do Agreste, e que inundou parte dos municípios de Alagoa Grande, Mulungu, Alagoa Nova e Areia. Na tragédia, cinco pessoas morreram e cerca de 3 mil ficaram desabrigadas.

Temendo o pior, internautas postaram fotos nas redes sociais como forma de alerta e demonstrando preocupação principalmente com os moradores das áreas ribeirinhas. O açude Capoeira fica na bacia Hidrográfica do Rio Espinharas e após as últimas chuvas atingiu 17 milhões de metros cúbicos, ou seja, 32% da sua capacidade de armazenamento d’água.

 

Processo erosivo formou  buracos após as chuvasFoto: Processo erosivo formou buracos após as chuvas
Créditos: Reprodução/ Patosonline

 

Em reparos

A Agência Executiva de Gestão da Águas (Aesa) informou que o açude Capoeira está passando por reparos e a situação do manancial está sendo monitorada pelo Estado.

O presidente da Aesa, João Vicente, informou que um empresa já está fazendo o reparo dos buracos e que a erosão verificada “não atinge o núcleo do açude e por isso não há maiores danos e o perigo de rompimento está afastado”.

João Vicente informou que o manancial teve problemas de infiltração, mas após análises verificou-se que tratava-se da caixa de armazenamento da Cagepa e não da barragem em si.

O gerente de monitoramento dos mananciais da Aesa, Alexandre Magno, também garantiu que não há perigo de rompimento e que durante essa semana uma equipe da Aesa esteve analisando o problema e trabalhando no local.

Ele explicou que a parede do açude possui uma parte interna de concreto e outra superficial que é fofa e é justamente nessa área que ocorrem as erosões naturais provocadas por chuvas, formigueiros e até mesmo pela ação do homem.

“Nessa área superficial é comum acontecer erosão, mas  a barragem está recebendo a atenção devida”, tranquilizou.

O gerente de monitoramento garantiu que essas erosões serão reparadas e não há perigo de rompimento da barragem.

 

 

portalcorreio

Com rompimento iminente, DEM quer lugar na majoritária para decidir com quem fica, se Cássio ou RC

J.Freitas
J.Freitas

Com a especulação em torno do rompimento entre o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), o DEM que faz parte dessa aliança, procura um lugar ao sol, para decidir com quem fica.

O ex-senador e atual secretário de Infraestrutura da Paraíba, Efraim Morais (DEM) quebrou o silêncio nesta segunda (17) e colocou duas condicionantes para o DEM formar aliança seja com o PSDB do senador Cássio Cunha Lima ou com o PSB do governador Ricardo Coutinho, em caso de se comprovar o rompimento da aliança entre os partidos.

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De acordo com o secretário, a primeira condição estabelecida pelo partido é que o DEM faça parte da chapa majoritária, já a segunda é que o partido ainda espera uma decisão colegiada de todos os democratas.

Marília Domingues/Fernando Braz

Em reunião do Diretório Nacional, PPS decide que vai marchar com Cássio em caso de rompimento com RC

nonato bandeiraEm reunião do Diretório Nacional do PPS, realizada nesta sexta-feira em Brasília, que contou com a participação do presidenciável Eduardo Campos(PSB), a Paraíba recebeu aval para celebrar aliança em apoio à candidatura do senador Cassio Cunha Lima (PSDB) ao Governo do Estado. A informação é do presidente estadual do partido, vice-prefeito de João Pessoa Nonato Bandeira, que é membro do Diretório e participou do evento.

Nonato Bandeira disse que, a exemplo dos representantes de cada unidade da federação, fez um relato da situação atual do partido e a conjuntura política no Estado. Informou sobre as pré-candidaturas existentes, a chapa proporcional em formação e a tendência atual do PPS, além do esforço que está fazendo junto com a direção atual para reconstruir a legenda depois das disputas acirradas que ocorreram no ano passado.

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“Eu relatei para os companheiros do Diretório que conversamos com o presidente do PSB, até por recomendação do presidente Roberto Freire em levar para o partido a possibilidade em se reproduzir a aliança nacional nos Estados, mas de acordo com a grande maioria dos diretorianos e pré-candidatos proporcionais já consultados na Paraíba, a preferência recai sobre o apoio de uma possível chapa Cassio governador e Luciano Agra como vice, caso os partidos de ambos confirmem o que as pesquisas apontam a a mídia vem noticiando”, disse Bandeira.

Segundo o vice-prefeito de João Pessoa, o próprio presidente Roberto Freire afirmou que casos como o de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraíba são Estados onde o PPS deverá marchar com o PSDB, não só pela decisão atual de seus filiados, mas também por manter alianças históricas com os tucanos.

Ascom

Ex-deputado acredita na manutenção da aliança entre Cássio e Ricardo: “Não há motivo para rompimento”

ricardo e cassioO ex-deputado e ex-prefeito de Guarabira, Jáder Pimentel (PSB) ainda acredita na manutenção da aliança do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) e o governador Ricardo Coutinho (PSB) para as eleições 2014.
“A aliança que elegeu Ricardo e Cássio, eu tenho impressão, vai permanecer. E por que isso? Porque eu não vejo motivo nenhum para rompimento”, declarou neste final de semana o atual procurador jurídico da cidade de Guarabira em entrevista a imprensa do Brejo.

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De acordo com Pimentel, mesmo que venha acontecer uma racha entre Ricardo e Cássio, ele já adiantou que segue com o grupo do governador. “Eu sou do PSB, partido de Ricardo e da deputada estadual Léa Toscano”, defendeu.

O líder guarabirense destacou o governador fez muitas ações na região metropolitana de Guarabira e esse é o motivo pelo qual não deixará o socialista.

“Em Guarabira, no governo de Ricardo, todos percebem que a saúde, a segurança e a educação nunca estiveram tão bem como agora”, afirmou.

MaisPB

com Portal25horas

Rômulo diz que terá de tomar ‘decisão impessoal’ no caso de rompimento entre Cássio e RC

romulo-gouveiaO vice-governador do Estado, Rômulo Gouveia (PSD), afirmou que, no caso de uma candidatura do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) ao Governo do Estado, ele terá que tomar uma decisão de forma impessoal.

Questionado de que lado ficaria em um eventual rompimento entre o tucano e o atual governador Ricardo Coutinho (PSB), Rômulo declarou que não trabalha com esse cenário. “Não tem sentido eu estar pensando em uma coisa que eu não quero. Meu desejo é que a aliança continue, que Ricardo seja reeleito com o apoio de Cássio”, colocou.

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Ainda assim, o vice-governador não se furtou em esboçar o que faria no caso do rompimento. “Claro que eu teria que tomar uma decisão. E não seria pessoal. No passado talvez eu pudesse escolher de forma pessoal. Mas hoje eu sou dirigente de um partido e devo ouvir os filiados”, colocou.

Pedro Callado