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Rivais de Madri, Barcelona e “intruso” formam seleção mais cara da La Liga

Somente um jogador não vem de Atlético, Real ou Barça; confira os 11 ideais

O Campeonato Espanhol vive uma de suas temporadas mais equilibradas. Sim, a briga pelo título continua concentrada em Real Madrid e Barcelona, mas há um pelotão com vários times brigando pelas vagas na Liga dos Campeões e na Liga Europa. Com mais equipes em evidência, a expectativa é de que novos jogadores se destaquem e ganhem projeção nacional.

Bom, pelo menos no que diz respeito a valores de mercado, ainda há uma concentração de jogadores valiosos em Real Madrid, Atlético de Madrid e Barcelona. Com exceção a um atleta do Valencia, é o trio mais rico do país responsável por emplacar 10 jogadores no time mais caro do Campeonato Espanhol.

Tem ideia de quem são os 11 atletas mas caros que atuam na Espanha? Confira na matéria abaixo preparada pelo Betsul e veja quantos nomes acertou!

Jan Oblak (Atlético de Madrid) – 100 milhões de euros

Nada de Ter Stegen ou Courtois, quem defende a meta da seleção da La Liga é Jan Oblak, do Atlético de Madrid. O esloveno chegou ao time de Diego Simeone como uma aposta, se firmou como titular e se transformou em um dos maiores da posição no mundo. Sempre lembrado por operar milagres, Oblak é um dos responsáveis por fazer com que o Atleti tenha um sistema defensivo invejável.

Raphaël Varane (Real Madrid) – 80 milhões de euros

Segundo zagueiro mais caro do mundo, o francês Varane só perde para Van Dijk, do Liverpool. No Real Madrid desde os 18 anos, o defensor se firmou nos merengues depois de mostrar muita velocidade, imposição física e técnica, qualidades que o diferenciam de boa parte dos “xerifões” que encontramos por aí.

José Giménez (Atlético de Madrid) – 70 milhões de euros

Por falar em xerife, José Giménez é um desses exemplos. Se o uruguaio não é tão técnico quanto o seu companheiro de zaga nesta seleção do Espanhol, não podemos deixar de dizer que sobra raça e entrega do defensor. Se tem alguém que pode resumir a alma do futebol do Uruguai, essa pessoa é Giménez, que ao lado de Godin fez uma dupla memorável no Atlético de Madrid.

Dani Carvajal (Real Madrid) / Sergi Roberto (Barcelona) – 50 milhões de euros

As pessoas podem até não gostar de Dani Carvajal e Sergi Roberto, mas a verdade é que ambos são homens de confiança no Real Madrid e no Barcelona, respectivamente. Enquanto nos merengues o lateral-direito faz falta quando não pode atuar, mostrando que se está ruim com ele, é pior sem ele, no Barça, Sergi Roberto parece ser o único que se encaixa perfeitamente no estilo de jogo que os catalães querem propor.

José Gayà (Valencia) – 50 milhões de euros

Chegamos ao “intruso” da lista. E não é para menos, já que José Gayà é peça fundamental de um Valencia que há anos vem tentando voltar aos tempos de glória de anos atrás. Com apenas 24 anos, o jovem lateral-esquerdo ainda tem muito a evoluir e pode se tornar um atleta ainda mais importante para o seu time atual.

Casemiro (Real Madrid) – 80 milhões de euros

Responsável por proteger a defesa, Casemiro dispensa apresentações. Sob o comando de Zidane, o brasileiro se tornou um exemplo na posição por sua excelente saída de bola e por seus botes precisos, que permitem ao Real Madrid se expor sem medo de que nos contra-ataques não tenha alguém para garantir que a equipe não leve gol.

Frenkie de Jong (Barcelona) – 90 milhões de euros

Com um futebol vistoso aparece Frenkie de Jong, do Barcelona. Recém-chegado ao clube após temporada fantástica no Ajax, o meia segue mostrando muita técnica e habilidade com as cores dos catalães e faz jus à posição que conquistou na seleção da La Liga. Neste time, ele divide com o próximo jogador a função de municiar os atacantes.

Saúl Ñíguez (Atlético de Madrid) – 90 milhões de euros

Cria do Atlético de Madrid, Saúl é um dos grandes nomes de sua geração. Habilidade, boa finalização, excelentes passes e visão de jogo e bem na marcação, o espanhol é um meio-campista completo e fundamental para a equipe de Simeone há várias temporadas.

Lionel Messi (Barcelona) – 140 milhões de euros

Apenas seis vezes eleito o melhor jogador do mundo. Lionel Messi pode não estar em sua melhor temporada, longe disso, mas ainda assim entrega demais no Barcelona, que não estaria disputando o título espanhol não fosse as apresentações individuais do argentino que sempre resolve. Mais caro deste time, o camisa 10 é quem inaugura o ataque da seleção da La Liga.

Antoine Griezmann (Barcelona) – 120 milhões de euros

Parceiro de Messi no Barcelona, Antoine Griezmann é mais um do time catalão na lista. Fosse pelo futebol apresentado no Barça e o francês não estaria no time, mas a história do atacante no futebol espanhol deve ser reconhecida. Afinal, foi ele o grande responsável por levar o Atlético de Madrid a um vice-campeonato da Champions League.

João Félix (Atlético de Madrid) – 90 milhões de euros

Contratado para substituir Antoine Griezmann no Atlético de Madrid, João Félix demorou pouco para mostrar que o investimento feito pelos colchoneros valeu a pena. Grande nome do Atleti na temporada, o português é uma jovem promessa que ainda deve render muitos bons frutos para o time da capital.

 

Fonte: Betsul

 

 

Judô: Mayra não dá chance para rivais, vai à semifinal e briga pelo 2º ouro do Brasil

Com uma determinação impressionante, Mayra Aguiar superou sem sustos duas adversárias na manhã desta quinta-feira e se garantiu nas semifinal da categoria até 78kg. Campeã mundial em 2014, medalhista de bronze em Londres 2012, bicampeã do World Masters e titular da seleção desde 2007, a gaúcha do peso-meio-pesado deixou claro que está muito forte e focada para brigar pelo ouro nesta tarde, na Arena Carioca 2. Como é cabeça de chave, a judoca que faz aos 24 anos a sua terceira participação em Jogos Olímpicos estreou já nas oitavas de final. E a atual terceira do ranking precisou de apenas 39 segundos para bater por ippon a australiana Miranda Giambelli, número 18. Nas quartas, o duelo era mais complicado, contra a alemã Laura Malzahn, sétima do ranking.

Mayra Aguiar x Laura Malzahn quartas Rio 2016 (Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ)Mayra Aguiar derruba a alema Laura Malzahn no duelo pelas quartas de final (Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ)

A semifinal da brasileira vai ser disputada no bloco da tarde do judô, que começa às 15h30 (de Brasília). O duelo será contra a francesa Audrey Tcheumeo, uma reedição da final do Mundial de 2014, na Rússia, quando Mayra subiu ao topo do pódio. Representante brasileiro no peso-meio-pesado masculino (até 100kg), Rafael Buzacarini começou bem, mas caiu nas oitavas, diante do japonês Ryunosuke Haga, atual campeão mundial.

Nos cinco primeiros dias do judô na Rio 2016, a seleção brasileira conquistou “apenas” o ouro com Rafaela Silva, mas frustrou as grandes expectativas que tinha de medalha com Sarah Menezes (até 48kg), Érika Miranda (até 52kg), Victor Penalber (até 81kg) e Tiago Camilo (até 90kg). Mariana Silva surpreendeu no até 63kg e acabou em quinto.

IPPON EM 39 SEGUNDOS NA ESTREIA

Mayra sabia muito bem que vencer rapidamente a sua luta de estreia seria importante para poupar forças para o decorrer da competição. Não era pretensão dela imaginar que faria isso facilmente contra a australiana Miranda Giambelli. Isso logo seria comprovado.

A gaúcha começou a sua terceira participação olímpica partindo para cima da australiana Giambelli. De cara, ela conseguiu encaixar um bonito golpe de perna e já somou um wazari. Conectando muito rapidamente com a luta de solo e imobilizou a oponente. A torcida contou junto os 15 segundos necessários para um segundo wazari. Dois wazaris valem um ippon. Vitória arrasadora da gaúcha na estreia.

Mayra Aguiar Rio 2016 (Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ)Mayra imobiliza a australiana Giambelli nas oitavas de final (Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ)

VITÓRIA NA TÁTICA E VAGA NA SEMI

A luta pelas quartas de final era mais complicada. Mayra entrava como favorita, mas sabia que a troca de pegadas era chata contra a alemã Malzahn. Com grande foco e determinação, a gaúcha demonstrou que tinha mais vontade. Os golpes, porém, não estavam entrando com tanta facilidade.

O jeito era lutar taticamente até que a oponente europeia se descuidasse na defesa. De tanto forçar, Mayra acabou conseguindo fazer com que Malzahn fosse punida por faltava de combatividade.

A luta entrou no minuto final com a gaúcha na frente. Mayra demonstrou muita frieza, cozinhou o combate e tentou entrar golpes para não ser punida. O que mais vale é vencer. E a brasileira conseguiu o objetivo, sem nem mesmo ser incomodada. Vaga na semifinal!

Mayra Aguiar x Laura Malzahn quartas Rio 2016 (Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ)Mayra disputa pegada com Malzahn (Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ)
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Tiroteio que seria entre gangues rivais acaba com uma pessoa morta e outra ferida em Campina

Reprodução/Facebook/Márcio Rangel
Reprodução/Facebook/Márcio Rangel

Um tiroteio acabou com uma pessoa morta e outra ferida na rua Santa Luzia, no bairro do Pedregal, em Campina Grande, na noite dessa sexta-feira (26).

A Polícia Militar informou que um grupo de homens abordou a vítima que estava em uma moto e deu início aos disparos. O mototaxista de 32 anos morreu na hora e um jovem de 19 anos, que estava na calçada, acabou sendo atingido por tiros. Ele foi levado em estado grave para o Trauma de Campina.

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Até a manhã deste sábado (27), a PM não tinha informações sobre os motivos da troca de tiros e nenhum suspeito havia sido preso, mas a hipótese das autoridades é de que tenha havido um desentendimento entre gangues rivais.

 

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Dilma, Marina e Aécio viram alvos uns dos outros e de rivais durante debate

debate-recordDilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) buscaram uns aos outros nas perguntas e também foram os principais alvos dos questionamentos dos demais rivais durante o quarto debate entre candidatos a presidente da campanha eleitoral deste ano, organizado na noite deste domingo (28) pela TV Record.

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O debate durou cerca de duas horas e reuniu sete presidenciáveis: Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB). Foi dividido em quatro blocos, dois dos quais com perguntas entre os próprios candidatos, um com perguntas de jornalistas e outro destinado às considerações.

Pelo sorteio da ordem das questões, Dilma teve a oportunidade de perguntar duas vezes diretamente para Marina, que perguntou à petista uma vez. Numa das indagações formuladas por jornalistas, o questionamento foi dirigido à presidente, com comentário da candidata do PSB.

O primeiro embate entre Dilma e Marina se deu logo na segunda pergunta do debate, quando a presidente questionou a adversária sobre as mudanças de partido – ela saiu do PT para o PV, sigla que deixou para tentar criar a Rede, e por fim ingresou no PSB – e sobre a posição em relação à votação no Congresso da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

Marina afirmou que votou a favor da criação da CPMF e disse ter coerência nas posições que defende. “Mudei de partido para não mudar de ideais e de princípios”, declarou. “Não faço oposição por oposição. Sei o que é melhor para o Brasil”.  Na réplica, Dilma se disse “estarrecida” pelo fato de, segundo ela, Marina ter se “esquecido” de que votou contra a CPMF.

Noutro embate, Marina chamou de “fracasso” a política do governo para o etanol. Disse que, durante o governo da petista, 70 usinas foram fechadas e 40 estão em recuperação judicial. “A política de etanol do meu governo é baseada naquilo que você é contra: o subsídio”, afirmou, dirigindo-se a Marina. “Temos um conjunto de medidas para reforçar o setor de etanol”, respondeu Dilma.

A presidente quis saber ainda a opinião de Marina sobre o crédito concedido por bancos públicos e disse que a adversária não sabe qual é o montante de crédito concedido. Marina afirmou que é um “boato” a versão de que pretende “enfraquecer” os bancos públicos. “Não só vou manter o crédito dos bancos públicos, como vou fortalecer os bancos públicos. Isso é só mais um boato em relação à nossa aliança”, declarou. “”O seu programa de governo diz que a sra. vai reduzir o crédito para os bancos públicos”, retrucou Dilma. Marina reagiu reafiirmando que essa versão é um “boato”. “O que vamos evitar é subsídio para empresários falidos, aqueles que são os ungidos […] Não vamos é permitir que o recurso do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] seja usado para meia dúzia”, declarou.

Aécio Neves foi alvo de perguntas de Dilma e Marina e conseguiu perguntar uma vez a Dilma. Também ouviu comentário de Dilma para uma pergunta feita a ele por um dos jornalistas.

O tucano aproveitou para criticar o goveno ao ser questionado por Marina sobre a questão da energia. Ela quis saber o que Aécio pretende fazer, se eleito, para evitar um “apagão” energético. Ele afirmou que não houve planejamento do governo nem investimento em linhas de transmissão. Marina disse que é preciso acabar com o “improviso” e que o governo “não fez o dever de casa” no setor de energia.

Dilma questionou Aécio sobre quais privatizações ele pretende fazer se for eleito e disse que o governo do PSDB tentou mudar o nome da Petrobras. Na resposta, Aécio disse que pretende “reestatizar” a Petrobras e afirmou que as denúncias em relação à estatal “não cessam”. “É eleitoreiro falar que o sr. vai reestatizar. Vocês tentaram vender as ações a preço de banana”, afirmou Dilma. Noutro momento, a presidente disse que o PSDB “quebrou o Brasil três vezes” e “desempregou”.

“Vou poupá-la do tema corrupção. Vamos falar sobre segurança pública”, propôs Aécio ao perguntar para Dilma. Ela respondeu dizendo pretender ampliar as ações do governo federal nessa área, que é prerrogativa dos estados. Mas na réplica retomou o tema corrupção: “Quero voltar ao tema corrupção. Na minha vida, tive tolerância zero com corrupção. Dei autonomia para a Polícia Federal prender Paulo Roberto e os doleiros todos”, declarou.

Ao responder a uma pergunta de Pastor Everaldo, Aécio também criticou o pronunciamento de Dilma na abertura da Assembleia das Nações Unidas, na semana passada, em Nova York. Segundo ele, a presidente foi à ONU para fazer um “autoelogio” do seu governo e propor diálogo com terroristas do grupo Estado islâmico, “uma mancha na política externa brasileira” .

Marina e Dilma também foram objeto de comentários em perguntas e respostas de outros candidatos. Levy Fidelix, por mais de uma vez, disse que Marina tem a companhia de “sonegadores e banqueiros”. Dilma chegou a obter direito de resposta depois que Levy Fidelix e Pastor Everaldo debateram entre si o tema corrupção na Petrobras. “Uma coisa tem de ficar clara: quem demitiu o [ex-diretor preso da Petrobras]  Paulo Roberto [Costa] fui eu. Eu fui a única candidata que apresentou propostas concretas de combate à corrupção”, disse Dilma no tempo do direito de resposta.

Considerações finais
No último bloco, o das considerações finais, Dilma perguntou ao eleitor quem tem mais experiência e apoio político, quem enfrentou uma crise internacional e tem “firmeza” para projetar o Brasil no cenário mundial. “Peço que você reflita sobre todas essas questões. Tenho certeza que você vai fazer a melhor escolha”, pediu.

Marina Silva afirmou que criará escolas em tempo integral e se comprometeu com o fim da reeleição. Reiterou que quer “manter as conquistas e corrigir os erros”. A candidata disse que quer acabar com a polarização entre PT e PSDB, que, segundo ela, não têm mais condições de “ouvir o Brasil”.

Aécio Neves disse ter se preparado para apresentar uma proposta de inflação controlada e retomada do crescimento. Segundo ele, o atual governo perdeu as condições de governar e Marina Silva ainda não reúne essas condições.

Pastor Everaldo se disse a favor da meritocracia, da liberdade da imprensa “sem marco regulatório” e criticou o “mar de corrupção”. “Vote a favor da família”, concluiu.

Eduardo Jorge afirmou que é o “candidato do coração” das pessoas. “Você tem que votar no que acha melhor, no que mais se identifica com vocês”, afirmou.

Luciana Genro disse que é a “única candidatura de esquerda coerente”. “Para que as bandeiras sejam vitoriosas, precisamos do seu voto”, pediu a candidata.

Levy Fidélix declarou que não é “utópico” e que não vencerá as eleições. Criticou o pagamento de juros bancários e pediu “consciência” a Dilma, Marina e Aécio. “Apenas me coloco para 2018 como investimento, tá?”, afirmou.

G1

 

Jovens unem famílias rivais e vencem eleição em cidade do Brejo da Paraíba

Imagem: Hermes de Luna

A união das famílias Ramalho e Bezerra, na disputa deste ano pela Prefeitura de Bananeiras, pôs fim a 40 anos de rivalidade política entre os dois clãs na cidade do Brejo da Paraíba. A improvável composição da majoritária que saiu vitoriosa nas urnas no último domingo (7) foi protagonizada pelos jovens Douglas Lucena (PPS), 27 anos, e Matheus Bezerra (PSC), 21 anos, prefeito e vice-prefeito eleitos, respectivamente.

Com as duas forças políticas no mesmo palanque, restou ao vereador Edgar Santa Cruz, presidente da Câmara Municipal assumir o papel de oposição, mas com 47,30% (5.890 votos) não obteve sucesso na disputa. O prefeito eleito teve 52,70% dos votos válidos (6.562 votos).

Apesar de não pertencer a nenhuma das duas famílias, Douglas Lucena, atual vice-prefeito, intermediou a adesão dos Bezerras e Ramalhos na eleição deste ano, já que, o seu nome foi indicado pela prefeita, Marta Ramalho (PPS).

“A cidade passa por um momento especial de crescimento no cenário da Paraíba e para avançar ainda mais nada melhor do que unir as duas forças em favor da população”, justificou o prefeito eleito.

Matheus Bezerra – filho de Adriano Bezerra (PMDB), ex-secretário da Casa Civil no Governo de José Maranhão (PMDB) e sobrinho do ex-prefeito do município, Augusto Bezerra (PMDB) – explicou que a decisão para lançar sua candidatura com Douglas partiu das lideranças das duas famílias e foi apoiada pelos correligionários dos dois grupos.

“Somos amigos, então já tínhamos esse canal da amizade que também facilitou a união”, completou.

O acirramento político entre as famílias sempre ficou demonstrado de quatro em quatro anos, quando era feita a apuração do pleito e por diferença de poucos votos um dos candidatos era eleito. Por isso mesmo para Douglas a vitória por 672 votos de maioria foi muito expressiva: “É a maior diferença nos últimos 16 anos”, disse.

O prefeito eleito ainda confirmou suas propostas assumidas durante a campanha e disse que a partir de 2013 dará início as principais delas: “consolidar o turismo que a maior fonte de geração de renda da cidade, fortalecer a agricultura e qualificar os jovens para o mercado de trabalho”.

A cidade de Bananeiras, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem população de 20.814 habitantes e localiza-se na Serra da Borborema, região do Brejo paraibano, a 141 quilômetros da Capital João Pessoa.

Naira Di Lorenzo

portalcorreio

Quatro homens são mortos em confronto de quadrilhas rivais no Rio

Barriga (Foto: Reprodução/Disque-Denúncia)

O traficante Wellington de Almeida, conhecido como Barriga, foi morto em uma guerra de traficantes, por volta das 6h deste domingo (30), na Favela da Coreia, Zona Oeste do Rio. Outros três supostos criminosos foram mortos no confronto. Barriga é apontado pela polícia como sucessor de Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, na chefia do tráfico das favelas da Coreia, Taquaral e Rebu, em Senador Camará, na Zona Oeste.

Segundo a PM, traficantes da Vila Aliança invadiram a Coreia, que estaria com domínio enfraquecido, para tomar a região. Os outros três mortos seriam seguranças do traficante, identificados como Renan Bragança Alves da Silva, Jonhatan dos Santos Reis e Rodrigo de Almeida Ferreira.

A Delegacia de Homicídios informou que o corpo de Barriga foi encontrado dentro de um veículo próximo ao Hospital Albert Schweitzer, em Realengo. A assessoria de imprensa da Secretaria estadual de Saúde disse que os outros três homens deram entrada na unidade mortos.

De acordo com informações do site do Disque-Denúncia, Barriga era considerado mais violento e sanguinário do que Matemático. A entidade oferecia R$ 1 mil para informações que levassem à captura do criminoso, contra quem havia dois mandados de prisão expedidos pela Justiça.

G1

Palmeiras sai na frente, Coxa empata, e rivais continuam mal no Brasileirão

Nem parece que há uma semana os rivais Coritiba e Palmeiras decidiam a Copa do Brasil em um Couto Pereira lotado, efervescente, cheio de festa. Nesta quinta-feira, no reencontro após o título da equipe paulista, os times se enfrentaram pelo Campeonato Brasileiro e ficaram no empate em 1 a 1 – ambos continuam mal na disputa por pontos corridos. Um jogo bem sem graça, daqueles que não ficarão marcados por muito tempo. O pontinho ganho para cada lado ficou de bom tamanho.

O Coxa saiu atrás, pressionou no segundo tempo e conseguiu o prêmio com um gol de Anderson Aquino. Pouco para quem jogava em casa e queria uma “vingança” do time que lhe tirou o título da Copa do Brasil. Com oito pontos, a equipe de Marcelo Oliveira continua sob risco, bem perto da zona da degola.

O Palmeiras, que teve a reestreia de Obina no fim do jogo, abriu o placar com Patrik, logo no início, e parecia não sentir tanta falta dos dez desfalques por lesões e suspensões – cinco deles titulares. O vacilo foi ter recuado no segundo tempo. O resultado leva a equipe de Luiz Felipe Scolari aos sete pontos, ainda na zona de rebaixamento do campeonato, mas uma posição acima do Bahia, que perdeu do Fluminense. Felipão, aliás, assistiu ao jogo das tribunas, já que estava suspenso.

Na próxima rodada, o Palmeiras enfrenta o Náutico no domingo, às 16h (de Brasília), na Arena Barueri. No mesmo dia, o Coritiba vai até Salvador enfrentar o Bahia, às 18h30m, em Pituaçu.

Patrick, Betinho e Emerson Coritiba x Palmeiras (Foto: Daniel Castellano / Ag. Estado)Coritiba e Palmeiras continuam mal das pernas no Brasileirão (Foto: Daniel Castellano / Ag. Estado)

Um trio de canhotinhos

Mesmo com dez desfalques por lesões e suspensões, o técnico Luiz Felipe Scolari surpreendeu na escalação – e nem ficou no banco de reservas, já que estava suspenso. O lateral-esquerdo Fernandinho, que já foi meia no início da carreira, foi deslocado para o meio-campo e formou um trio que, apesar dos nomes no diminutivo, deu um trabalho gigantesco à defesa do Coritiba. Pelo lado esquerdo do ataque, Fernandinho fez ótima parceria com Juninho e Mazinho – este último ele já conhecia dos tempos de Oeste de Itápolis.

Não demorou para dar certo. Logo aos cinco minutos, depois de boa jogada do trio, Mazinho encontrou outro diminutivo na área: Betinho. O autor do gol do título da Copa do Brasil, que se sente à vontade no Couto Pereira, fez o trabalho de pivô e deixou Patrik livre para finalizar de canhota, mesmo sendo destro: 1 a 0. Belo presente para o aniversariante do dia, que completou 22 anos nesta quinta. Campeão nacional no estádio há uma semana, o Palmeiras mais uma vez complicava a vida do Coxa.

Embolado no meio-campo, o time de Marcelo Oliveira custou a se armar pelo chão. Nos primeiros 20 minutos depois do gol, só bolas aéreas, todas devidamente afastadas pela defesa palmeirense. Na única que passou pelos zagueiros, Pereira cabeceou e fez o gol no rebote, mas tudo isso em posição de impedimento. O jogo começou a fluir quando Rafinha deixou de se esconder e resolveu ir para cima da marcação.

O Palmeiras ainda usava sua válvula de escape com Juninho, Mazinho e Fernandinho, sempre. Mas o Coxa passou a ter mais a bola nos pés, empurrando o rival para sua própria área. Aí, sim, boas chances apareceram com naturalidade. O problema para o Coritiba é que outro carrasco da Copa do Brasil vestia a camisa 1: Bruno. Uma bicicleta de Emerson e uma cabeçada à queima-roupa de Éverton Costa consagraram o goleiro no primeiro tempo.

Bruno goleiro Palmeiras x Coritiba (Foto: Daniel Castellano / Futurapress)Coritiba pressionou pelo alto, mas Bruno foi o destaque do jogo (Foto: Daniel Castellano / Futurapress)

Coxa martela e empata; Obina estreia

Marcelo Oliveira levou o Coritiba mais à frente. Com Anderson Aquino, deu um companheiro de ataque a Éverton Costa. Com Lincoln na vaga de Willian, adiantou o meio-campo e apostou na paciência para buscar o empate. Assim como no fim da primeira etapa, o time anfitrião encurralou o rival em seu campo de defesa, mas fez mais jogadas laterais e abriu espaços dentro da área.

O Palmeiras continuou confiando no contra-ataque, mas só chegou uma vez, com Mazinho, que dançou na frente da marcação e chutou longe. Daniel Carvalho, em mais uma atuação abaixo da média, deixou o campo com uma lesão muscular – rotina nas últimas semanas da equipe paulista. Felipe entrou em seu lugar e deu mais dinâmica, mas sem mudar tanto o panorama.

Isso porque o Coritiba martelava, martelava e martelava mais um pouco. Ayrton acertou o travessão, e Betinho, vital também na defesa, salvou dois chutes que tinham endereço certo. Um minuto depois, aos 22, não teve como segurar. Em mais uma jogada pelas laterais, a bola atravessou a área e parou no bom Thiago Primão, jovem da base do Coxa que entrou no segundo tempo. Ele cruzou na cabeça de Anderson Aquino: 1 a 1, e justiça feita pela insistência da equipe da casa.

Com o gol, a chance de “vingança” e mais 20 minutos pela frente, só deu Coritiba. Lá do alto, Felipão mandou o auxiliar Flávio Murtosa promover a reestreia de Obina, que segurou um pouco mais a bola no campo de ataque. O Coxa se afobou e errou passes fáceis na entrada da área. mas a vitória só não veio mesmo porque Bruno salvou mais uma vez, e o empate ficou justo para os dois lados. O Palmeiras foi bem no primeiro tempo, o Coxa respondeu no segundo. E os dois seguem na zona de risco do Brasileirão.

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