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Os riscos da preocupação exagerada com o corpo

Selfie perfeita, corpo perfeito, a busca por likes nas redes sociais. A insatisfação com o corpo, por exemplo, é algo comum entre os jovens e a obsessão pela beleza faz com que a pessoa dê a sua imagem uma importância maior do que ela realmente deve ter.

A imagem torna-se algo mais importante que a própria saúde. Mas quais os limites seguros da vaidade?

Muitas pessoas buscam aceitação nos grupos. As redes sociais cobram que a pessoa seja aceita. Os ‘likes’ são alavancas para o ego e isso significa mudar o seu padrão de beleza ao ponto de ser contrário aos estereótipos da sua região ou país.

A busca pelo corpo perfeito envolve dietas super restritivas ou hiper proteicas. A nutricionista Marcela Kotait mostrou quando a preocupação com o corpo e com a alimentação vira exagero a ponto de colocar a saúde em risco.

Ortorexia
É a busca por comer de maneira saudável obsessivamente, buscando a pureza na alimentação. Entretanto, essa busca pode restringir e muito a alimentação. Os especialistas lembram que não há uma fórmula mágica para se comer com saúde. Comer de maneira mais saudável é diferente de comer única e exclusivamente alimentos saudáveis.

TESTE: Se você é um entusiasta da dieta saudável e você responde sim a qualquer uma das seguintes questões, você pode estar desenvolvendo a ortorexia nervosa:

– Passo muito da minha vida pensando, escolhendo e preparando alimentos saudáveis que interfere com outras dimensões da minha vida, como amor, criatividade, família, amizade, trabalho e escola.

– Quando eu como um alimento que eu considero insalubre, sinto-me ansioso, culpado, impuro, impuro e / ou contaminado; mesmo estar perto de tais alimentos me perturba, e sinto julgamento de outros que comem esses alimentos.

– Meu senso pessoal de paz, felicidade, alegria, segurança e autoestima é excessivamente dependente da pureza e da correção do que eu como.

– Às vezes eu gostaria de relaxar minhas regras de “boa comida” auto impostas para uma ocasião especial, como um casamento ou uma refeição com familiares ou amigos, mas acho que não posso. (Nota: Se você tem uma condição médica em que não é seguro para você fazer QUALQUER exceção à sua dieta, esse item não se aplica).

– Ao longo do tempo, eliminei cada vez mais alimentos e expandi minha lista de regras de alimentos na tentativa de manter ou melhorar os benefícios para a saúde; às vezes, eu posso tomar uma teoria alimentar existente e adicionar a ela com minhas próprias crenças.

– Seguir a minha teoria da alimentação saudável me fez perder mais peso do que a maioria das pessoas diria que é bom para mim ou causou outros sinais de desnutrição, como perda de cabelo, perda de menstruação ou problemas de pele.

G1

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Médica revela os riscos de usar telefones celulares no banheiro

celularbanheiroSeja honesto: você costuma usar seu smartphone quando está sentado no banheiro fazendo as suas necessidades?

Muitos de nós fazem isso. Um estudo da Sony concluiu que 75% dos norte-americanos checam seus celulares no banheiro, e pesquisas anteriores apontaram que metade das pessoas tem este hábito.

No entanto, esta é uma péssima ideia, já que expõe o celular a bactérias prejudiciais, que podem causar e espalhar doenças.

Em uma entrevista para a SBS, a Dra. Anchita Karmakar explicou: “Partículas de ar e de água se aderem às pequenas entradas dos telefones celulares”.

“Além disso, as capinhas geralmente são feitas de borracha, o que ajuda a criar um ambiente quente e agradável para as bactérias”.

O problema piora pelo fato de que muitos de nós usam o telefone durante as refeições, aumentando a chance de infecções.

A Dra. Karmakar disse: “Mesmo que você não use o telefone enquanto está sentado no vaso sanitário, você ainda está com ele nas mãos quando entra e sai do banheiro, e isso é suficiente para que as bactérias fiquem no celular enquanto você ainda não lavou as mãos”.

Rob Waugh
Yahoo News UK

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Agevisa alerta sobre riscos de usar latinhas de bebidas não higienizadas

latas_cervejaA Agência Estadual de Vigilância Sanitária da Paraíba (Agevisa/PB) alerta a população sobre os perigos causados pelo hábito de consumir bebidas em latas sem o cuidado de lavar os recipientes antes de utilizá-los. De acordo com a diretora-geral da Agevisa/PB, Glaciane Mendes, sendo a boca uma das partes mais sensíveis do corpo humano, o ato de tomar bebidas diretamente nas latinhas ou em garrafas sem que as mesmas tenham sido devidamente higienizadas pode provocar sérios problemas de saúde nas pessoas, com destaque para a leptospirose.

Glaciane ressaltou que a leptospirose é uma doença infecciosa febril, aguda, potencialmente grave, causada pela bactéria Leptospira interrogans, que é eliminada pela urina de ratos e outros animais, contaminando os esgotos, o solo, os alimentos e até mesmo as latas e outros recipientes de bebidas e alimentos comercializados em forma de conserva.

Ela informou que há várias maneiras de ser contaminado pela doença, principalmente através da pele e mucosas (boca, olhos, partes genitais) em contato com águas de esgotos, de enchentes, córregos ou lagoas poluídas, e também por meio do contato com latinhas de refrigerantes ou cerveja, geralmente armazenadas em depósitos sem controle de pragas e roedores, onde há presença de ratos, que são os principais transmissores da doença.

Para evitar esse tipo de contaminação, ela reforça que é importante lavar as latinhas com água e sabão e, se possível, limpá-las em seguida com álcool, e observou que, além das latinhas, os cuidados devem incluir também as caixinhas e outras embalagens de alimentos como leite condensado, creme de leite, doces etc. “Mesmo em casa, é preciso ter o cuidado de guardar alimentos em lugar limpo, livre de roedores, para evitar que o animal deposite neles sua urina e, por consequência, contamine seres humanos”, lembrou a diretora da Agevisa/PB.

Os primeiros sintomas da leptospirose são parecidos com os sintomas da dengue, febre amarela e malária, podendo a pessoa ser acometida de febre alta de início súbito, sensação de mal-estar, dor de cabeça constante e acentuada, dor muscular intensa, cansaço e calafrios. Dores abdominais, náuseas, vômitos e diarreia também são frequentes, podendo levar à desidratação.

“É comum também que os olhos fiquem muito avermelhados, podendo alguns doentes apresentar tosse e faringite. Após dois ou três dias de aparente melhora, os sintomas podem ressurgir, ainda que com menos intensidade. Nesta fase, é comum o aparecimento de manchas vermelhas no corpo”, explicou Glaciane Mendes. E acrescentou: “Na maioria dos casos, as vítimas melhoram no período de quatro a sete dias; mas para muitas pessoas a doença pode ser muito grave. Daí a importância dos cuidados especiais com a higienização dos recipientes, que, antes de ser uma atitude preventiva, deve ser um hábito”.

Glaciane Mendes lembrou ainda que não é só a bactéria Leptospira que ameaça a saúde das pessoas, pois há muitas outras bactérias presentes na poeira e na sujeira que se acumulam nos depósitos dos estabelecimentos comerciais, dos restaurantes e até mesmo das residências.

MaisPB

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Palmeiras bate América-MG sem correr riscos e mantém vantagem na ponta

palmeirasO Palmeiras teve um começo avassalador, abriu o placar logo aos 2 minutos e deu a impressão que iria golear o lanterna América-MG. A opção do time paulista, no entanto, foi não assumir riscos e garantir os três pontos na tarde deste domingo (9), em Londrina. Os gols foram marcados por Tchê Tchê, que ainda não havia feito gol no Brasileirão, e Alecsandro, que volta a marcar após mais de três meses de jejum que incluem até uma suspensão por doping que se revelou errado.

Durante boa parte do jogo, os palmeirenses “tiraram o pé”, controlaram o jogo e optaram por não se desgastar em busca de uma vantagem maior. Na metade final do segundo tempo, inclusive, os zagueiros deixaram até de subir em algumas jogadas de bola parada. Cuca percebeu a situação e promoveu mudanças para que manter a segurança.

A equipe paulista agora chega ao 12º jogo consecutivo sem ser derrotado, com 60 pontos e a liderança. O vice-líder, o Flamengo, chegou aos 57 após vencer o Santa Cruz no Pacaembu. Os mineiros, por sua vez, seguem na lanterna com 21 pontos, 13 a menos que o Sport, primeiro time fora da zona de rebaixamento.

Depois de vencer, o Palmeiras volta a São Paulo e se prepara durante a semana para enfrentar o Cruzeiro. O jogo está marcado para quinta-feira (13), às 19h30, em Araraquara, no interior do Estado. Já o América-MG segue seu calvário contra a queda no mesmo dia e horário, contra o Atlético-MG, o Mineirão.

Tchê Tchê desencanta

O Palmeiras teve um início arrasador e, com três minutos, conseguiu criar duas chances claras de gol de forma consecutiva. Roger Guedes foi lançado dentro da área, deu belo domínio e ficou cara a cara com João Ricardo. No chute, o goleiro do América-MG levou a melhor. Segundos depois, no entanto, ele seria vencido.

Na cobrança de escanteio, a bola sobrou na entrada da área para Tchê Tchê. O meio-campista disparou belo chute e fez o primeiro gol dele com a camisa alviverde no Brasileirão.

Palmeiras para nos passes errados

Depois de abrir 1 a 0 e sufocar o América-MG no início do jogo, a equipe paulista diminuiu o ritmo e abusou dos erros de passe: foram 18 no primeiro tempo. Por isso, teve apenas uma chance clara de gol após abrir o placar, com Erik. Aos 13 minutos, ele recebeu belo passe de Dudu após tabela e errou na finalização. Os mineiros, por sua vez, não colocaram Jaílson para trabalhar.

Zagueiro sai chorando

No segundo tempo, o América-MG precisou substituir Roger, seu zagueiro. Em uma pancada, o atleta provavelmente quebrou o nariz e foi substituído a pedido médico por precaução. Ao precisar deixar o jogo, ele caiu no choro.

Palmeiras tira o pé do acelerador

Assim como aconteceu depois de abrir o placar no primeiro, o Palmeiras preferiu não se arriscar de jeito algum no segundo tempo. A equipe optou por trocar passes e só avançar na segurança. Por vezes, a marcação, que normalmente é alta e começa na saída de bola, estava posicionada apenas atrás do meio-campo. A tranquilidade em ver o adversário trocar a bola, aliás, gerou certa irritação dos palmeirenses em Londrina. Como mostrou a transmissão da TV Globo, Cuca ordenou até que seus zagueiros parassem de subir em algumas jogadas de bola aérea no fim do segundo tempo.

Alecsandro volta a marcar após três meses

Alecsandro pensou até em encerrar a carreira após cair em um exame de doping por anabolizantes. A punição veio em agosto e, ainda no mês passado, o atacante conseguiu provar sua inocência e teve a volta aos gramados liberado. Aos 42 minutos, ele recebeu bola pela direita e chutou travado com os zagueiros. A bola entrou e sacramentou a vitória alviverde.

Estádio virou alviverde

Como era de se esperar, o Estádio em Londrina foi completamente dominado por palmeirenses. O mando era do América-MG, que optou pro vender a partida para a cidade paranaense. Além disso, a presença dos palmeirenses não era esperada no primeiro momento por causa da suspensão imposta pelo STJD, que previa alguns jogos sem torcida visitante como punição à briga entre organizadas do Flamengo. Como o próprio mandante optou por comercializar entradas para os palmeirenses, a proibição foi deixada de lado.

FICHA TÉCNICA
AMÉRICA-MG 0 x 2 PALMEIRAS

Local: Estádio do Café, em Londrina (PR)
Data: 9 de outubro de 2016 (domingo)
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ)
Assistentes: Luiz Claudio Regazone e Dibert Pedrosa Moises (ambos do RJ)
Cartões amarelos: Roger e Gilson (AMG); Roger Guedes (PAL)
Cartão vermelho: Fernando Leal (AMG)
Gols: Tchê Tchê, aos 2 minutos do 1º tempo; Alecsandro, aos 42 min do 2º tempo

AMÉRICA-MG: João Ricardo; Pablo, Roger (Messias), Éder Lima e Gilson; Leandro Guerreiro, Juninho, Ernandes (Danilo Barcelos) e Tony; Matheusinho (Osman) e Michael.
Técnico: Enderson Moreira.

PALMEIRAS: Jailson; Jean, Edu Dracena, Vitor Hugo e Egídio; Zé Roberto, Tchê Tchê e Moisés (Cleiton Xavier); Dudu (Rafael Marques), Róger Guedes e Erik (Alecsandro).
Técnico: Cuca.

Uol

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Usar celular pode trazer riscos para sua coluna

colunaUm médico chamado Kenneth Hansraj, de Nova York, fez um estudo em mostrou como a coluna sofre ao passarmos 4 horas diárias com a coluna dobrada olhando para laptops ou smartphones.

A postura de olhar para baixo pode levar a uma forte dor na região do pescoço. A dor acontece por causa da posição natural da coluna ser substituída por uma posição em forma de S. Normalmente, a coluna fica inclinada 40 graus para frente. Mas os raios-X de pacientes jovens mostraram algo chocante: inclinações bem menores e até mesmo para o lado oposto do normal.

Além de fortes dores nas costas e no pescoço, a postura errada pode ocasionar ataques de enxaqueca, dificuldades para respirar e dormência nos braços.

Para que isso não aconteça o ideal é fazer exercícios físicos é naturalmente o mais importante. Olhar para o celular com a coluna reta, colocando-o diretamente na frente do rosto, em vez de olhar para baixo, também ajuda bastante, por mais estranha que essa posição possa parecer.

Fonte: Não Acredito

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6 riscos que você corre ao calibrar os pneus de seu carro incorretamente

calibragemDeixar de calibrar os pneus de seu carro na periodicidade correta pode reduzir a vida útil do produto em 45% e aumentar o consumo de combustível do veículo em 4%, de acordo com dados da fabricante Continental. No caso do Chevrolet Onix, o carro mais vendido do país em 2015, isso pode significar tirar do bolso até R$ 10 a mais por mês. Para o cálculo, levamos em consideração o consumo médio do modelo com câmbio automático e motor 1.4 abastecido com etanol.

Mas os riscos vão além do bolso. Não calibrar os pneus é perigoso para a segurança do seu veículo. Segundo Rafael Astolfi, gerente de assitência técnica da Continental, o ideal é enchê-los toda semana, conforme a pressão indicada pela montadora, quando os pneus ainda estão frios, ou seja, no posto mais próximo da sua casa. Entenda abaixo a que perigos vocês está submetido quando enche seus pneus demais ou de menos.

Problemas causados pela falta de pressão

1 – Seu carro fica mais suscetível à aquaplanagem

Segundo Astolfi, os pneus estão diretamente ligados à dinâmica do carro e qualquer variação na pressão, seja ela aumentada ou diminuída, pode alterar o comportamento do veículo. Quando o pneu fica mais murcho, ou seja, quando deixa de ser calibrado, sua área de contato com o solo aumenta e ele empurra a água para frente ao entrar em um piso molhado. Com isso, o acúmulo de água a sua frente fica maior. Esse é o o gatilho para a aquaplanagem.

2 – Seu pneu pode sofrer danos por impacto

“Com pressão baixa os pneus ficam mais sensíveis a danos na lateral por impacto, como queda em buraco, choque contra o meio fio, entre outros, o que faz aquela bolha na lateral do pneu”, afirma o especialista. Essa bolha pode estourar e aí, bem, dê adeus a seu pneu.

3 – Seu pneu pode sair da roda

Sim, a má calibragem pode te levar a esse ponto. Chamada de detalonamento, essa situação é uma exceção, afirma Astolfi, e exige uma série de fatores para acontecer. Além da pressão baixa dos pneus, o veículo deve estar muito pesado e numa curva bastante fechada, por exemplo.

4 – Seu SUV pode capotar

Os SUVs têm o centro de gravidade mais alto do que veículos baixos, tais como sedãs e hatches, por exemplo. Essa construção com mais peso concentrado na parte superior do veículo torna esse tipo de carro mais propenso a capotamentos, o que pode piorar muito mais se a calibragem não estiver em dia.

Em geral, os SUVs tem pneus maiores, com paredes grandes na lateral, como afirma o gerente de assistência técnica da Continental. Com o pneu murcho, as laterais baixam, a área de contato do pneu com o solo aumenta e isso pode fazer com que ele “segure” demais no chão. “Nesse caso, o veículo não joga a traseira durante a curva, acaba derivando demais e pode chegar a um capotamento, mesmo com o controle de estabilidade”, afirma Astolfi.

Como esse tipo de situação varia de acordo com a construção lateral dos pneus, em alguns carros o efeito pode ser o contrário. “Alguns pneus podem dobrar na lateral, levantando e diminuindo a área de contato com o asfalto”, explica o especialista.

Problemas causados pelo excesso de pressão

5 – Sua picape pode perder estabilidade no eixo traseiro

É importante lembrar que todo tipo de carroceria sofre quando há falhas na calibragem, mas a picape fica especialmente instável quando os pneus têm pressão acima do normal. Ao carregar a picape, é preciso aumentar a pressão dos pneus. Mas ao esvaziá-la, a pressão deve ser reduzida ao normal exigido pela montadora. “Como o pneu fica rígido, ele tende a quicar mais, trazendo instabilidade ao eixo traseiro por causa desse excesso”, explica o especialista. Como boa parte das picapes médias conta com traçãço traseira ou temporária, o destracionamento pode causar perda de controle facilmente.

6 – A performance de frenagem de seu veículo pode piorar

Segundo Astolfi, o ombro, ou seja, a lateral do pneu, é responsável por carregar a maior parte da carga do veículo. Quando há excesso de pressão na calibragem, essa lateral levanta demais e a área de contato do pneu com o solo diminui. Sem poder contar com os ombros para o segurar, o carro pode aumentar seu espaço de frenagem. De acordo com o especialista, não é possível quantificar isso, já que envolve variáveis como peso do carro, dimensão do pneu, sistema de frenagem, entre outros.

revistaautoesporte

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PERIGO! Dormir com ventilador ligado pode trazer riscos à saúde

ventiladorO ventilador é o melhor amigo de muitas pessoas durante o dia e na hora de dormir. Apesar de parecer inofensivo, este aparelho pode trazer alguns problemas para a saúde.

Primeiro, como explica o site She Finds, o ventilador ‘seca’ o ar, fazendo com que a sua boca e a sua traqueia também sequem, dificultando ainda mais a sua noite de sono. E ainda se arrisca a ficar constipado.

Em segundo lugar, os ventiladores que não são usados com frequência durante o dia acumulam pó, portanto quando liga o aparelho, pode encher o ar (e a si mesmo) de pó. Além de desagradável, isso pode aumentar o risco de sinusite, infecções respiratórias, resfriados, etc. Para evitar estas questões, o melhor é limpar o seu ventilador com alguma frequência.

Passar a noite toda recebendo vento do ventilador também pode debilitar o seu sistema imunológico, deixando-o menos capaz de combater bactérias e vírus.

Notícias ao Minuto

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Uso de lubrificantes, vibradores e outros acessórios sexuais podem trazer riscos a saúde

sexoMais do que uma forma de reprodução, o sexo também é uma fonte de prazer. Por isso mesmo, há cada vez mais espaço para fantasias, e para brinquedos que apimentem a relação. “Portanto, qualquer item que estimule o aspecto lúdico é bem-vindo e considerado saudável”, considera o ginecologista Jorge José Serapião, especialista em terapia sexual e membro da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ). Isso inclui os famosos acessórios que fazem o sucesso dos sex shops.

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Porém, apesar de serem bem-vindos do ponto de vista do prazer, é preciso tomar cuidado ao comprar esse tipo de produto, para que a saúde íntima possa ser preservada. “Como o órgão sexual da mulher é um orifício e tem uma mucosa, são necessários cuidados com traumas e lesões. E no caso do homem, não é porque é mais simples que não devemos tomar cuidado: é preciso ficar atento ao tipo de material dos produtos e não deixar a empolgação se sobrepor à cautela”, alerta o urologista Valter Javaroni, membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia – Seccional Rio de Janeiro.

Tendo isso em mente, mostramos quais os cuidados que é preciso ter com alguns desses acessórios sexuais, para garantir sexo prazeroso e divertido para homens e mulheres.

Lubrificantes

Os lubrificantes não são apenas um acessório para se divertir: muitas mulheres realmente precisam deles na relação sexual. Mas é importante se manter atento ao tipo de produto que você está usando. De acordo com o ginecologista Jorge José Serapião, especialista em terapia sexual e membro da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ), existem três tipos desses géis: os formulados com substâncias solúveis em água, que normalmente são mais fáceis de limpar; os derivados de petróleo, como a vaselina, que costumam sujar o corpo e as roupas; e aqueles que não se conhece a composição. “Quando não sabemos a origem não é possível prever como o organismo vai reagir: pode ocorrer ardores ou mesmo alergias”, ressalta o especialista.

É importante também levar em conta o tipo de preservativo e o tipo de lubrificante que você usa. “Sempre ao usar algo de látex, como camisinhas, temos que evitar a vaselina, porque ela dissolve ou fragiliza essa cobertura, comprometendo sua eficácia”, ensina Serapião.

Preservativos diferentes e géis

Existem diversos preservativos com funções além de proteger os parceiros de doenças ou uma gravidez não planejada. Muitos têm sabor artificial ou com propriedades térmicas, causando mais calor ou frio com o atrito. Em ambos os casos, é importante sempre verificar a procedência do produto, já que ele terá contato com a boca ou com a genitália. “Sempre compre o produto em local confiável e de marca conhecida”, assinala o urologista Valter Javaroni, membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia – Seccional Rio de Janeiro. Mesmo nesses casos, pode ser que haja alguma alergia, devido a sensibilidade do homem ou da mulher a esse produto, portanto, se você sentir alguma ardência ou desconforto, evite o uso. Os mesmos princípios ativos podem ser usados em géis, principalmente os que se esquentam um pouco, por isso cabe o mesmo cuidado quanto à procedência.

Uma dúvida comum é se a camisinha com sabor pode ser usada também na penetração. “Na maioria das vezes não causará algum dano, mas se você usar um de sabor de pimenta, isso pode ser desconfortável”, ensina o ginecologista Serapião.

Cremes para estreitar a vagina

Não, não existe um creme capaz de reduzir a espessura da vagina, algo que só pode ser feito com a contração muscular, treinada em exercícios como o pompoarismo. Mas então, como essas fórmulas funcionam? “Elas são compostas por substâncias que deixam o canal tão ressecado e pouco elástico, que parece que a vagina está mais estreita”, explica Serapião. É o mesmo princípio do pó da pedra hume, usada por algumas mulheres com essa mesma finalidade. O uso do produto também não é recomendado e pode gerar muito desconforto para a mulher durante a relação. “Se o ressecamento for muito grande, isso pode ser irritante ou até mesmo traumático para a vagina da mulher”, ressalta o especialista. Mas tudo depende, é claro, das preferências do casal, por isso, caso queira usar, o ideal é ter parcimônia.

Vibradores

Os vibradores ou pênis de borracha são acessórios que podem ser usados para masturbação. E nesse caso o principal cuidado que se precisa ter é com a higiene do produto. “É importante que ele seja de uso pessoal, pois compartilhar o vibrador, ainda que rapidamente, pode ser fator de contaminação”, explica o ginecologista Serapião. Por isso mesmo, também é importante que o material seja de fácil higienização, como o plástico ou silicone sem porosidades. Acessórios feitos de esponja ou com superfícies irregulares podem reter resíduos. “Alguns vibradores que se assemelham ao pênis são feitos com material de esterilização difícil, por serem muito porosos, então não são os ideais”, alerta o especialista.

Capa peniana

Para tornar a penetração diferente, muitos homens aderem à capa peniana, um objeto semelhante à camisinha, mas com uma superfície mais irregular, o que causa estímulos diferentes na vagina. Mas o ideal é que elas sejam feitas de materiais que não agridam a mucosa da vagina, evitando alergias ou machucados.

Porém, o cuidado mais importante está em não confundir a capa peniana com um preservativo. “Ela não se adere à pele do pênis e não o envolve completamente, pode ser deslocada durante o movimento e não tem a vedação e outros critérios exigidos do preservativo para sua ação protetora contra DSTs e contraceptiva”, estabelece o urologista Javaroni. Portanto, a melhor forma de usar esse acessório é por cima da camisinha, tomando cuidado para ver se ela não acaba se movendo ou rasgando durante a relação.

Anel peniano

Ao contrário de muitos itens descritos nessa galeria, o anel peniano não tem como sua principal finalidade o prazer sexual. Antes de tudo ele foi feito para auxiliar homens com problemas específicos, como dificuldades em manter a ereção. “O mecanismo da excitação normal ocorre com o aumento do fluxo sanguíneo para o pênis e redução do retorno desse sangue. Quando o homem usa o anel na base do pênis, ele ajuda a fechar essas vias, permitindo que o sangue fique lá por mais tempo, um artifício para aumentar rigidez e facilitar a penetração”, ensina Javaroni.

O problema é que esse truque não faz sentido para homens que já tem uma ejaculação saudável e o uso do anel sem orientação adequada pode causar uma série de problemas. “Ele não pode ser usado por longos períodos de tempo, o limite é uma relação de até uma hora, mais do que isso descansar por uma hora e apenas reutilizar desde que não haja ferimento na região em que o anel foi colocado”, ensina o especialista. O uso incorreto pode trazer diversos problemas vasculares para o pênis, além de poder causar problemas em outros órgãos internos relacionados a ejaculação, já que a uretra também é comprimida.

Bombas penianas

Todas as promessas de que as bombas a vácuo podem aumentar a espessura ou o comprimento do pênis são falhas, nem adianta acreditar. E, na verdade, a bomba peniana também tem uma função original terapêutica. “A ereção é saudável para o homem e a bomba peniana é indicada para quem tem dificuldades para obtê-la manter a saúde de seu tecido erétil”, explica Javaroni. No caso de alguém saudável resolver usar o acessório, há o perigo de manter o pênis por muito tempo no vácuo ou mesmo ao manusear o anel peniano que vem em alguns desses produtos.

 

R7

Os riscos da ausência de sexo

Ilustração: Lumi Mae
Ilustração: Lumi Mae

A maioria das pessoas que responderam à enquete da semana já ficou um bom tempo sem fazer sexo. Há muitos relatos neste sentido.

Norma chegou ao meu consultório bastante agitada. “Tenho 48 anos, sou separada há 15, e já me esqueci de quando foi a última vez que fiz sexo. Acho ótimo sair com as minhas amigas; vamos ao cinema, teatro, viajamos, fazemos almoços…mas isso não basta. O que eu faço com o meu tesão? As mulheres que conheço reclamam da mesma coisa. Uma chamou um garoto de programa para ir à casa dela. Mas eu tenho medo. Sei lá se é um ladrão ou mesmo um assassino. Outro dia eu estava pensando… se existisse um bordel para as mulheres fazerem sexo em segurança, seria tão bom…”

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O sexo sempre teve destaque na história da humanidade. Dependendo da época e do lugar, foi glorificado como símbolo de fertilidade e riqueza, ou condenado como pecado. A condenação do sexo surgiu com o surgimento do patriarcado, há cinco mil anos. No início, restringia-se às mulheres, para dar ao homem a certeza da paternidade, mas com o cristianismo a repressão sexual generalizou-se.

A partir das décadas de 1960/70 a moral sexual sofreu grandes transformações, mas o sexo continua sendo um problema complicado e difícil. Muitas pessoas dedicam um tempo enorme de suas vidas às suas fantasias, desejos, temores, vergonha e culpa sexuais. Entretanto, estudos científicos comprovam cada vez mais a importância do sexo para a saúde física e mental.

Carmita Abdo, médica e coordenadora do Prosex (Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo), afirma que as pessoas que têm relações sexuais com regularidade conseguem equilibrar seus hormônios e estimular suas potencialidades. Além de aumentar a autoestima e o ânimo para trabalhar e para enfrentar os problemas do dia-dia.

Um Estudo americano afirma que ter relações sexuais duas vezes por semana ajuda a diminuir a incidência de diabetes e a reduzir a tensão arterial. O “American Journal of Cardiology”, garante que o sexo ajuda a proteger o coração. Pesquisas realizadas pela Universidade de Nova Iorque mostram que o sexo pode melhorar o sistema imunológico, suprimir a dor e reduzir a enxaqueca. Segundo outro estudo americano recente, pessoas que praticam sexo com frequência vivem mais e correm menos risco de desenvolver câncer.

Resultados semelhantes aos dos Estados Unidos foram encontrados em uma série de estudos realizados na Inglaterra, Suécia, França e Alemanha. Até a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) dá destaque ao tema, colocando a atividade sexual como um dos índices que medem o nível de qualidade de vida.

Diante de todos esses dados, observamos um paradoxo. Um número grande de pessoas – solteiras ou casadas – não faz sexo. Elas desejam muito, mas não têm com quem. Se levarmos a sério todos os estudos científicos, e acredito que devemos levar, só podemos concluir que estamos diante de um caso de saúde pública. Penso que o Ministério da Saúde deveria se pronunciar.

 

Regina Navarro Lins

Caso Andressa: Entenda o que é o hidrogel e quais são os riscos do procedimento

andressa-urachO hidrogel, produto usado principalmente para preenchimento e aumento de volume em regiões como o bumbum e as coxas, esteve relacionado a problemas graves de saúde em pessoas que recorreram a esse procedimento nos últimos meses.

Neste fim de semana, a modelo Andressa Urach foi internada com uma infecção na coxa esquerda que teve origem em uma aplicação de hidrogel. Ela está em estado grave, segundo o hospital. Em outubro, uma mulher morreu em Goiânia depois de passar pelo procedimento de aplicação de hidrogel no bumbum.

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Alguns médicos que explicam o que é o hidrogel, para que serve, quais são os riscos de sua aplicação e quais são os cuidados que os pacientes devem ter, caso queiram se submeter ao procedimento. Veja, abaixo, perguntas e respostas sobre o produto:

O que é o hidrogel?
Trata-se de um gel que tem em sua composição 98% de água e 2% de poliamida utilizado no Brasil desde 2008, de acordo com a médica Valéria Campos, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Para que serve?
O hidrogel é usado para aumento de volume em regiões como o bumbum e as coxas. Também é usado para o preenchimento de linhas e rugas no rosto e no pescoço.

O produto é regulamentado?
A marca mais conhecida de hidrogel, chamada Aqualift, tem registro na Anvisa. Sua colocação é, portanto, um procedimento regulamentado pelas autoridades sanitárias do Brasil.

A dermatologista Valéria Campos observa que o hidrogel não é aprovado pelo órgão americano que regulamenta alimentos e medicamentos, o Food and Drug Administration (FDA). “O FDA é um órgão bastante rigoroso, portanto o fato de o hidrogel não ser aprovado por ele é um sinal de alerta”, diz a dermatologista.

O médico Fernando de Almeida Prado, presidente da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP-SP), afirma que, embora seja um procedimento regulamentado, não há estudos suficientes que garantam a segurança da técnica em longo prazo, por isso é necessário ter cautela.

Como é a colocação?
O hidrogel é injetado com uma microcânula sob a pele da área em que o paciente quer aumento de volume. Trata-se de um procedimento cirúrgico feito sob anestesia local e que deve, portanto, ser feito em um centro cirúrgico ou em um estabelecimento que tenha condições de atender possíveis emergências médicas.

O profissional habilitado para fazer o procedimento é um médico, de preferência um cirurgião plástico ou um dermatologista com treinamento em técnicas de preenchimento do corpo.

É um procedimento permanente?
Segundo o cirurgião plástico Rogerio Ruiz, da SBCP, o hidrogel é um produto absorvível que fica no organismo por um período que vai de 1,5 a 2 anos, dependendo do local onde é injetado e das características do paciente. O previsto é que, depois desse tempo, o produto seja absorvido pelo próprio organismo e, caso o paciente queira que o volume aumentado continue, é necessário fazer uma nova aplicação.

Quais são os riscos?
Segundo Ruiz, como o procedimento prevê o depósito de uma grande quantidade de material sob a pele, há risco de o produto ser injetado perto de um vaso e comprimi-lo. Isso pode levar a uma isquemia, ou seja, a uma interrupção do fluxo de sangue, que pode ocasionar uma necrose da pele. Também há risco de o produto comprimir um nervo importante, provocando dores fortes.

Outro risco é que o produto seja equivocadamente injetado dentro de um vaso sanguíneo, o que pode levar a uma trombose e à necrose da pele no local. Pode também provocar uma embolia pulmonar ou até cerebral, e levar à morte. O paciente está sujeito ainda a ter hematomas, dores e alergia ao produto.

Caso ocorra algum problema, o produto pode ser retirado com uma cirurgia ou usando a técnica da lipoaspiração. Ruiz alerta, porém, que se o produto utilizado não for o original, a retirada tende a ser muito mais difícil porque outros produtos tendem a ser mais viscosos e pesados.

Quais são os cuidados que o paciente deve ter?
O paciente deve procurar um profissional habilitado para fazer o procedimento. De preferência, um cirurgião plástico ou um dermatologista com experiência no uso do produto. O estabelecimento onde a aplicação será feita deve ser um centro cirúrgico ou um estabelecimento que tenha condições de atender possíveis intercorrências médicas.
Ruiz observa que os pacientes devem ficar atentos ao preço do procedimento: valores muito baixos podem indicar que o material utilizado não é original. Segundo ele, o hidrogel é um produto caro e, para se fazer um aumento de volume razoável nos glúteos, por exemplo, utiliza-se ao menos 300 ml de cada lado. “Isso tem um custo realmente bastante alto. Algumas pacientes vão procurar um procedimento mais barato e acabam tendo complicações.”

Valéria recomenda que o paciente peça para ver o frasco do produto e, se possível, fotografe a embalagem e o código de barras para que, se houver algum problema relacionado ao produto, ele possa recorrer ao fabricante.

Que outros procedimentos têm o mesmo efeito?
Ruiz observa que, para pessoas que querem o efeito de aumento do volume, existem outras estratégias que podem ser consideradas e que são mais seguras do que a aplicação de hidrogel. Uma delas é o uso da gordura do próprio paciente para preenchimento. Outra é o implante de próteses de silicone.

“Cabe ao médico conversar com a paciente, tirar todas as dúvidas e, junto com paciente, discutir qual o procedimento mais indicado. Além disso, trabalhar com técnica precisa e com material que seja aprovado pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa”, diz Ruiz.

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