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Vereadores de Solânea também se revoltam e cobram do governo medidas contra à seca

vereadoresA exemplo do que aconteceu na sessão desta semana na Câmara de Vereadores de Bananeiras, os parlamentares de Solânea também lamentaram o descaso do Governo do Estado com a cidade que tem enfrentado uma das piores secas da sua história. Na sessão desta sexta-feira (17) alguns deles ocuparam a Tribuna da Casa para cobrar medidas urgentes para o enfrentamento à estiagem.

Os vereadores de solanea, Milton Filho, Antonio Cadete, Vanda Rodrigues, Paulo Nunes, Késsio Furtado e Tiago José estiveram reunidos com o secretário executivo da Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Deusdete Queiroga, pleiteando soluções imediatas referentes ao problema de abastecimento de água no município.

Segundo o vereador Milton Filho o objetivo da visita foi cobrar alguma atitude por parte do governo com o município. “Nossa visita foi na realidade para cobrar alguma atitude por parte do governo, pois o mesmo tem obrigação de nos dar uma posição com relação de como será feito o abastecimento na nossa cidade. Até o momento o governo não tem tomado nenhuma providência e a situação no momento é de caos. Como Poder Legislativo estamos dentro do nosso papel que é cobrar daqueles que podem executar, ou seja, tomar providências para amenizar a crise que estamos enfrentando”, falou.

placaEntretanto, a conversa com Deusdete não foi animadora, segundo o vereador Paulo Nunes. “Infelizmente pela encontro que tivemos o governo ainda não tem nenhuma proposta para nosso município, o que Deusdete nos disse foi que ainda não sabe como será sanado o problema em nossa cidade, isso é revoltante, pois todos nós sabíamos que esse situação de falta de água ia acontecer a qualquer momento e até o momento o governo não tem nenhuma plano de ação para nossa região”, lamentou.

O tema virou debate na sessão desta sexta-feira (17) onde o presidente da casa Márcio Prudêncio já agendou uma data para uma audiência publica com representantes do Estado para mostrar quais ações serão tomadas para amenizar o problema na cidade.

Os vereadores que recentemente estiveram visitando a barragem para saber em que foi aplicado os recursos de mais de R$ 270 mil, segundo informa uma placa na entrada da cidade. “Fomos visitar a barragem não para aparecer como muitos comentaram durante a semana na cidade. Nosso visita foi para saber em que foi aplicado esse dinheiro, pois lá presenciamos apenas uma capinagem e uma pintura e nada mais. O povo precisa saber em que foi aplicado esses recursos”, acrescentou Paulo Nunes.

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O vereador Tiago José disse que antes de criticar o Poder Legislativo é necessário saber o que eles estão fazendo. “Tenho ouvido até mesmo por alguns que fazem parte da imprensa e que fizeram parte da administração municipal criticando nós vereadores, mas sequer acompanham nossas sessão para saber o que estamos fazendo, infelizmente nosso poder é de cobrar daqueles que podem executar e isso estamos fazendo, fiscalizando e cobrando, esse é o nosso dever”, argumentou o parlamentar.

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Vereadores de Bananeiras se revoltam com descaso do governo e cobram ação contra seca no Brejo

camaraA situação de calamidade pela qual passa a região do Brejo. Esse foi o principal assunto debatido durante a sessão desta terça-feira (14) na Câmara de Vereadores de Bananeiras. Os parlamentares se revoltaram com o descaso dos governo estadual e federal com a localidade e cobraram providências urgentes para o enfrentamento a estiagem. Eles também prometeram promover uma mobilização para chamar atenção das autoridades.

O presidente da Casa, vereador Guga Aragão, exigiu ao menos uma resposta da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba sobre o abastecimento no município. “Esta Casa já procurou pessoalmente a Cagepa para que pudessem nos dar uma solução rápida para amenizar a situação que nossa cidade está enfrentando”, informou.

Guga lamentou que nenhuma resposta às reivindicações do Legislativo tenha chegado. “Será que na Capital ninguém viu na internet através dos sites e redes sociais que nossa barragem secou? Por que até agora ninguém tomou nenhuma atitude? Porque até agora quem tem procurado fazer algo para solucionar o problema tem sido a prefeitura, justamente a instituição que tem o menor número de recursos para suprir essa situação”, desabafou.

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Os demais vereadores também usaram a Tribuna para cobrar uma atitude dos governos do Estado e Federal para solucionar o caos que o município e o Brejo estão vivendo atualmente. Segundo eles, o governo tem a obrigação de tomar alguma providência com relação a seca no Brejo.

“Não é possível que o Governo do Estado não tome nenhuma atitude com relação ao que estamos vivendo em nossa cidade”, questionou o vereador Antônio Marques.

Já Heraldo Azevedo convocou a população para se manifestar. “Vamos nos mobilizar. Temos que fazer igual o vereador Guga relatou aqui, temos que ir para rua fazer com que esse governador e essa presidente que aí se encontram possam, ao menos, nos escutar, já que para mim eles não têm coração. Não podemos mais ficar esperando uma atitude desses governos que não respeitam sequer os votos que aqui obtiveram”, disse.

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Demissões de sevidores estaduais provocam paralisação de aulas e revoltam moradores na Paraíba

Professores, servidores e alunos de escolas estaduais no município de São José de Lagoa Tapada realizaram uma manifestação na cidade contra demissões ocorridas pela Secretaria Estadual de Educação. Os manifestantes são das escolas Genésio Araújo e Gregório Lacerda. Eles se dizem revoltados com as demissões, que teriam ocorrido após rompimento do prefeito local com o governo do estado. A população considerou as exonerações injustas e as taxaram de politicagem.

Segundo as informações, as demissões teriam ocorrido imediatamente após o anúncio do rompimento. Isso porque os servidores seriam ligados ao grupo do prefeito. Logo em seguida professores, diretores e funcionários receberam o comunicado de que estavam afastados de suas funções.

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Depois disso, os problemas começaram. A Escola Genésio Araújo, por exemplo, está passando por uma reforma e, durante a obra, estava funcionando em uma casa alugada. Para o funcionamento do colégio no prédio improvisado, a diretora Marília Rufino conseguiu cadeiras emprestadas na prefeitura local na tentativa de que os alunos não fossem prejudicados com uma possível paralisação das aulas por conta da reforma.

manifestantes1O proprietário da casa alugada, também ficou revoltado com o problema, e resolveu pedir a retirada de todas as cadeiras do seu imóvel que estava alugado a Empresa que realiza a reforma do Educandário. Os alunos, professores e servidores ficaram emocionados ao chegarem, na manhã dessa segunda-feira (07), e darem de cara com o caminhão parado para retirar as cadeiras.

A partir daí a diretora, Marília Rufino, conseguiu um serviço de som e começou a explicar aos alunos porque não haveria mais aula naquele lugar. Todos que integram o corpo de funcionários e alunos da escola se emocionaram no momento que souberam que não haveria mais aulas.

Depois do ato realizado em frente à casa onde funcionava a escola, os alunos, professores e servidores ganharam às ruas de São José da Lagoa Tapada em forma de protesto pela situação vivida na educação do estado naquela cidade.

De acordo com a gestão estadual, alguns servidores foram exonerados para atender uma ação da Secretaria de Educação.

Já, em relação ao pedido de devolução do prédio onde funciona a escola Gregório de Lacerda, a Secretaria de Educação informou que a 10ª Gerência Regional de Educação (GRE), com sede na cidade de Sousa, já está a procura de um imóvel para dar continuidade às aulas e evitar que os alunos sejam prejudicados.

Blog do Gordinho com Folha do Sertão

Desespero em Taperoá: Sem receber salário, funcionários se revoltam e protestam na Prefeitura

A um dia da abertura da festa de São João de Taperoá, cerca de 30 funcionários contratados pelo governo municipal ficaram revoltados na manhã desta quarta-feira, 20, por estarem desde o começo do mês tentando receber salário e a Administração municipal não paga.

Desesperados com a situação, eles foram até a sede do governo, localizada na avenida Epitácio Pessoa, centro da cidade, para tentar obter respostas do porquê de não estarem recebendo o dinheiro que já deveria ter sido depositado nas contas bancárias.
No local, foram avisados pelas recepcionistas, uma delas é a esposa do vereador Antônio Filho, Mauricélia Martins de Farias, de que o secretário de Finanças, Osmano Araújo, não poderia atendê-los, o que desencadeou em mais indignação ainda.
Mauricélia e a colega foram orientadas a anotarem os números dos aparelhos celulares dos contratados para assim que tiverem novidades sobre pagamentos realizar o repasse das informações através de ligações telefônicas.
Bastante nervosa, uma servidora acabou desabafando com Maura, como é conhecida a mulher do parlamentar, de que por não ter recebido pagamento fez empréstimo a juros e não sabe mais o que fazer para quitar a dívida.
Desde o dia 5 de junho que os trabalhadores tentam receber salário. Foram ao banco no dia 10 e nada. Souberam que haveria pagamento na segunda-feira, 18, depois na terça-feira, 19, e na manhã de hoje mais uma vez voltaram para suas casas sem nenhuma nota no bolso.
A Prefeitura também não teria feito o pagamento de outros profissionais, como do protético que atuava na âncora do PSF do bairro São Francisco, que por está, segundo denúncia de uma sobrinha de uma paciente, postada na rede social Facebook, há cerca de quatro meses sem receber vencimentos do governo, decidiu parar as atividades e ir embora.
Quem teriam parados pelo mesmo motivo com os serviços foram os pedreiros e serventes que estavam construindo o prédio onde vai funcionar, não se sabe quando ainda, o PSF do bairro São José. A informação foi repassada por moradores da rua onde a obra está sendo erguida.
A reportagem entrou em contato com a secretária do gabinete do prefeito Deoclécio Moura Filho, Amara Firmino, que negou que tivesse havido manifestação.
De acordo, ainda, com Amara, não há atraso no pagamento dos servidores temporários e que o salário deles foi pago no dia primeiro de junho.
“Se você visualizar no Sagres verá que todos os servidores contratados já receberam seus salários no dia 1 de junho. Não há salários atrasados, isso é balela, intriga da oposição, gente desocupada”, acusou Amara, que mencionou que as pessoas que apareceram na sede da Prefeitura foi para fazer cadastro na secretaria de Agricultura.
Sobre a falta de pagamento ao protético do PSF do bairro São Francisco e aos construtores do prédio do PSF do bairro São José, a secretária de Deoclécio Moura disse que desconhece o assunto, e que o ‘prefeitão’ paga em dia, finalizando a conversa do mesmo modo que o gestor aparece na foto acima.

 Expressões do Cariri