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Radialista faz revelações políticas e se coloca como pré-candidato a deputado em 2014 com apoio de prefeita do PSB

O radialista nascido em Cajazeiras, Fabiano Gomes, em entrevista à Rádio Alto Piranhas confideciou que deseja  ser deputado estadual. E que vai buscar apoio com a prefeita da cidade Denise Oliveira (PSB) e Carlos Antônio.[bb]

“Sonho em ser deputado estadual. Sonho ao lado de Carlos Antonio, Denise Oliveira e de muitos amigos espalhados pela Paraíba”. Os focos da campanha serão João Pessoa e Cajazeira.

O radialista disse que ainda é cedo para falar de apoio por parte dos vereadores de Cajazeiras, mas afirmou que tem comandantes no município, que são Carlos Antonio e Denise Oliveira.

“Não darei um passo se sequer sem consultá-los e sem receber a orientação de ambos”. Revelou[bb]

Comentando mais sobre política, Fabiano destacou que o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) não deve se candidatar em 2014 e que a aliança entre o Tucano e o governador Ricardo Coutinho (PSB) vai continuar, e ainda sugeriu o nome de um vice de peso para o socialista.[bb]

“Em política tudo pode acontecer, mas conheço o Senador e sei que estarão no mesmo palanque. Sobre o vice, O cargo é do PSDB e Rômulo não está mais no partido. Eu aposto no nome do irmão de Cássio, o vice-prefeito eleito de Campina Grande, Ronaldo Cunha Lima Filho (Ronaldinho)”.

Para deputado federal, o radialista acredita que Cajazeiras tem que ter um representante e cita os nomes de parlamentares da terra para representá-la.

” Zé Aldemir (PEN) ou Jeová Campos (PT), são capacitados e podem ser eleitos. Nós batemos na trave em 2010, Jeová é o primeiro suplente do PT. Eles estão capacitados e tudo dependerá do comando da prefeita Denise e do ex-prefeito Carlos Antonio”.


Redação com Diário do Sertão

Sobrevivente conta detalhes do acidente com carro-forte e faz revelações bombásticas

 

A equipe do maispatos.com entrevistou na manhã desta quarta-feira, (05), um dos sobreviventes do acidente envolvendo um carro-forte da empresa Nordeste Segurança LTDA que resultou na morte de uma pessoa na noite desta terça-feira, (04), entre as cidades de São José de Piranhas e Monte Horebe.
Ficaram feridos, Kardec  Soares, de 34 anos, Orlando de Sousa Xavier Neto, de 27 anos, o motorista do veículo, André Pereira de Lima, 24 anos e Cleidimar Alves Lopes, de 34, que morreu enquanto era socorrido. Todos naturais de Patos.
Orlando de Sousa Xavier Neto, é neto do radialista patoense Orlando Xavier e reside na Rua Joaquim Amaro no bairro Monte Castelo.
Orlando Neto conta com detalhes o acidente.

Após os acidente foi desencadeada uma revolta por parte dos funcionários da empresa onde na manhã de hoje,  dezenas de funcionários paralisaram suas atividades e realizaram um protesto em frente à empresa, na Rua José Gomes Alves em Patos.
A reivindicação era por de melhorias na segurança dos trabalhadores. Alguns funcionários denunciaram que os veículos estão transitando de forma precária e irregular a exemplo do próprio veiculo acidentado que estava com equipamentos de segurança quebrados e segundo o funcionário Hugo Leonardo, o veículo estava com problemas no freio a mais de duas semanas.
Escute a entrevista:

Segundo Hugo, a partir desta quinta-feira,  (06), todos os funcionários da Nordeste Segurança de Patos irão entrar em greve por tempo indeterminado e só voltarão ao trabalho se forem atendidas as reinvindicações dos funcionários.

Fonte: Maispatos, com Ricardo Souza
Focando a Notícia

Deputado faz revelações surpreendentes sobre os bastidores da reunião do PMDB da Paraíba

O deputado estadual Gervásio Maia Filho fez revelações surpreendentes sobre a reunião do PMDB realizada ontem e que acabou com novo impasse, apesar do nome do ex-governador José Maranhão ter sido fechado como candidato único a presidente do partido. Segundo Gervásio, o impasse continua e muitas coisas ainda podem mudar.

“Durante a reunião realizada com o presidente do diretório nacional eu não pude estar presente porque estava viajando. Então, no domingo Maranhão me convidou para ir à casa dele para conversarmos e lá ficou decidido que, durante a reunião de ontem, seriam apresentadas as duas chapas e entre os nomes apresentados seriam escolhidos os integrantes da chapa única”, relatou o deputado.

Entretanto, conforme Gervásio, não foi isso que ocorreu. “Na hora de definir os 13 nomes Maranhão tirou um papel do bolso com os nomes já definidos. Se era para definir lá e ele tira um papel com os nomes já escolhidos causa constrangimento, porque como você vai dizer esse sim, esse não?”, revelou.

Gervásio criticou a forma como Maranhão está agindo na hora de escolher os integrantes da nova mesa diretora do partido. “Como pode uma executiva que contém apenas treze nomes, nove desses serem da chapa de Maranhão, sendo que quatro deles são da casa dele. Um deles é Antônio de Souza, que nem político é, Olenka e Benjamim Maranhão, que são sobrinhos e ele próprio?”, questionou.

O deputado rebateu as afirmações de que ele estaria interessado em cargo e, por isso, estava brigando por mudanças. “Não quero ocupar cargos, não estou agindo de forma pessoal e nem olhando para o próprio umbigo. Porque se for pensar em nomes, no lugar de Souza poderia ser Fernando Milanez que é muito mais forte e teve votos”, ressaltou.

Além disso, Gervásio finalizou dizendo que a escolha ainda pode mudar. “Sexta-feira tem outra reunião e não tenho dúvidas de que o diretório encabeçado por mim e por Wilson está forte. Temos 58 prefeitos do nosso lado e isso nunca aconteceu dentro do PMDB”, acrescentou.

Fonte: nice almeida com informações de alexandre moura – políticapb

Revelações de detalhes sobre tortura de Dilma intriga Brasil, diz ‘NYT’

Detalhes das sessões de tortura sofridas por Dilma na ditadura militar têm intrigado os brasileiros, informa matéria publicada pelo ‘New York Times’ no sábado (4).

Sergio Lima/Folhapress
Presidente Dilmase emociona durante a cerimonia de Instalação da Comissão Nacional da Verdade, no Palácio do Planalto, em maio
Presidente Dilmase emociona durante a cerimonia de Instalação da Comissão Nacional da Verdade, em maio

Com os avanços das investigações da Comissão da Verdade, muitas informações dos abusos do regime que perseguiu seus opositores políticos, incluindo a presidente, tornam-se públicas e vem “fascinando” o país.

Os detalhes revelados pelas investigações abrangem diversas vítimas e algozes, e incluem os nomes dos torturadores de Dilma, como do oficial de reserva Maurício Lopes Lima, 76. Lopes foi um dos alvos de “esculacho”, protestos que tiram do anonimato os antigos militares com pichações e buzinaços na frente às suas residências.

A publicação explica a atuação de Dilma na clandestinidade nos anos 1970, com sua atuação na organização de esquerda Var-Palmares, sua relação com o ex-marido Carlos Franklin Araújo e suas passagens pelas prisões militares.

Desde de quando foi eleita, segundo o jornal, Dilma se recusou a fazer papel de vítima, enquanto tomava medidas para aumentar a transparência em relação aos dados dos anos da ditadura no Brasil.

PASSADO

O interesse faz parte da relação delicada com o recente passado autoritário do Brasil, somado à grande popularidade da presidente, que mesmo com a desaceleração da economia tem 77% de aprovação.

Os veículos de comunicação buscam conhecer cada vez mais a vida íntima de Dilma, como seus hobbies, e também os relatos das sessões de tortura que sofreu, diz o jornal norte-americano.

Os depoimentos da presidente sobre as sessões que sofreu vieram a público em junho passado, com a revelação de que ela foi torturada também em Juiz de Fora (MG), além de no Rio de Janeiro e em São Paulo, como já se sabia.

Os relatos de Dilma contam como era a tortura, nas quais ela sofreu com sessões de palmatória, pau de arara e espancamentos.

PERFIL

A personalidade forte de Dilma, diz o texto, chama a atenção dos brasileiros. Seu estilo “linha-dura” e sua fama de fazer chorar até experientes chefes de governo com suas broncas transformou a presidente em alvo de inúmeras sátiras e paródias, algo que seria impensável para um presidente na ditadura militar.

O jornal compara a trajetória de guerrilheira de Dilma com a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, e o presidente do Uruguai, José Mujica, também ex-militantes de esquerda que combateram regimes totalitários em seus países na década de 70.

Folha.com