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Pacientes denunciam retenção de macas e oito viaturas do Samu sem funcionar no Hospital do Trauma

Pacientes do Hospital de Trauma denunciam que oito ambulâncias do Samu permanecem inativas no local e que está faltando macas para ajudar no atendimento de quem chega ferido. Segundo eles, os veículos estão parados há dias e não há previsão para que retomem os serviços. As reclamações já se estendem durante dias.

O Portal ClickPB entrou em contato assessoria do Hospital para obter mais detalhes sobre o caso. Segundo a assessoria, as ambulâncias chegaram por volta de  meio dia e permaneceram no local, sendo direcionadas aos atendimentos ao longo do dia. Já as macas ficaram paradas durante o processo de atendimento e depois foram liberadas.

Ainda segundo o órgão, o ocorrido foi um caso isolado e que ao longo da madrugada já não se registrava nenhuma ambulância no local.

 

ClickPB

 

 

Remédio Tamiflu, contra gripe A, será vendido sem retenção de receita

Imagem ilustrativa (Foto: EFE)

O remédio antiviral oseltamivir, usado contra a gripe A (H1N1) e vendido no Brasil com o nome comercial Tamiflu, foi retirado da lista de controle especial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A resolução foi publicada no Diário Oficial da União de terça-feira (10).

A medida significa que a receita médica não precisará mais ficar retida na farmácia, mas ainda deve ser apresentada na hora da compra ou da retirada em um posto de saúde, gratuitamente.

Segundo o Ministério da Saúde, a decisão foi tomada para facilitar o acesso ao medicamento, que tinha a venda restrita para que a população não abusasse do princípio ativo, principalmente durante a epidemia mundial de 2009. Além disso, não eram conhecidos os possíveis efeitos do Tamiflu sobre as mulheres grávidas, o que posteriormente não demonstrou contraindicações.

O governo destaca que o remédio continua precisando de receita, pois tem tarja vermelha, e ninguém deve se automedicar.

Pacientes com receita médica particular também podem pegar o Tamiflu gratuitamente na rede pública. Este ano, o Ministério da Saúde enviou 418,8 mil caixas do produto aos estados, e cada região deve determinar onde o estoque deverá ficar disponível à população.

O laboratório Roche, que produz o Tamiflu no Rio de Janeiro e na Suíça, diz que as farmácias que estiverem em falta do antiviral precisam fazer a solicitação. No país, muitos estabelecimentos estão sem o remédio. O preço máximo ao consumidor, segundo a fabricante, é de R$ 195,93 para a versão de 75 mg. Cada caixa contém 10 comprimidos, suficientes para um tratamento completo.

Para ter eficácia, o uso do antiviral deve ser iniciado nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas. Mas, mesmo que esse período seja ultrapassado, o Ministério da Saúde indica a prescrição.

G1