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Prefeita critica PEC que estingue municípios e cobra respeito de Bolsonaro ao povo

Ao analisar a proposta do Governo Federal de extinção de municípios, a prefeita de Duas Estradas, Joyce Renally, disse que a proposta foi decepcionante. “O presidente tem que entender e ter respeito por todos que moram nesses municípios de pequeno porte”, disse a gestora.

Ao analisar o cenário para 2020, a prefeita disse: “Ainda temos muitas conquistas municipalistas que ainda estão engatinhando a passos lentos, mas temos a esperança para 2020. Quando estávamos na expectativa, o Governo Federal veio com a proposta da extinção dos municípios. A gente acredita que não passará pelo Congresso, mas estaremos lutando para proteger a população para que continue tendo a sua identidade”, afirmou.

Segundo Joyce Renally, disse que o mais difícil de 2019 foi manter a administração funcionando nos meses de setembro, outubro e novembro em relação ao financeiro, por ser um município de pequeno porte e não dispor de arrecadação de impostos. “Imaginávamos que as cotas do FPM seriam maiores e chegaram bem menos do que o previsto”, destacou.

 

pbagora

 

 

Presidentes de Assembleias Legislativas do NE repudiam fala de Bolsonaro: “Exigimos respeito”

“Daqueles governadores de ‘paraíba” o pior de todos é o do Maranhão. Não tem que ter nada com esse cara”. A declaração feita pelo presidente Jair Bolsonaro durante um café da manhã com jornalistas na última sexta-feira (19) não foi bem recebida pelo Colegiado de Presidentes de Assembleias Legislativas dos Estados do Nordeste (ParlaNordeste).

Em nota, os presidentes das assembleias do Maranhão, Othelino Neto; do Piauí, Themístocles Filho; do Ceará, José Sarto; de Sergipe, Luciano Bispo; da Bahia; Nelson Leal; de Alagoas, Marcelo Vitor; e da Paraíba, Adriano Galdino, fizeram questão de destacar a importância da Região Nordeste e os valores de sua população. “A região, terceira maior economia do Brasil, é morada de 53 milhões de brasileiros que têm orgulho de viver não só na Paraíba, mas também, no Maranhão, em Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí”, enfatizaram.

Ainda em nota, os chefe dos Legislativos estaduais exigiram respeito e declaram que não abriram mão dos deveres do Governo Federal com a região. “O ParlaNordeste ressalta o importante trabalho desenvolvido pelos nove governadores eleitos e reeleitos democraticamente pelo povo nordestino, os quais não têm medido esforços para promoverem o desenvolvimento dos seus estados e proporcionarem uma vida digna à população. Por isso, lutaremos contra todo tipo retaliação em função de diferenças políticas ou preconceito. Exigimos respeito e não abriremos mão do cumprimento dos deveres do Governo Federal para com a nossa região”, conclui.

 

PB Agora

 

 

Em alta, Diego Souza põe futebol do Nordeste na seleção e prega respeito: ‘tem que valorizar’

diego souzaNenhum jogador foi mais decisivo para um clube na Série A da última temporada que Diego Souza: ao todo, foram 14 gols e sete assistências na campanha que assegurou o Sport por mais uma temporada na primeira divisão.

O meia de 31 anos tem alçado desde então voos mais altos em sua carreira e coroou a sua excelente fase com a convocação na última sexta-feira para defender a seleção brasileira nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018. É o primeiro jogador do futebol nordestino a ser chamado desde o volante Leomar em 2001 com Emerson Leão.

O camisa 87 do rubro-negro pernambucano reacende o debate sobre a suposta falta de prestígio da região nas listas.

“A gente ouve muita coisa de muita gente e temos que tentar abstrair isso”, afirmou, em entrevista ao ESPN.com.br.

Diego Souza abriu, sim, mão de dinheiro ao deixar o Fluminense após pouco mais de três meses para retornar ao Sport. Um caminho que deve se tornar mais recorrente com os concorrentes locais movimentando cada vez mais dinheiro no mercado.

Ele se apresenta junto ao grupo comandado por Tite no próximo dia 19, em São Paulo, para enfrentar o Uruguai, em Montevidéu, no dia 23, e depois o Paraguai, na Arena do Corinthians, na capital paulista, no dia 28.

ESPN – Você já esperava ser convocado? Como é representar o Sport depois de 16 anos em uma Eliminatória?
Diego Souza –
A expectativa era boa por causa da convocação contra a Colômbia, mas a gente nunca tem certeza de nada nessas horas. Eu estava com minha família no momento da convocação e foi uma emoção muito grande. Meu filho era muito pequeno quando fui convocado na última vez e ele não entendia direito essa grandeza de vestir a amarelinha. Agora, ele está um pouco mais velho e sabe o que representa para todos nós ser convocado, para o amistoso e agora para esses dois jogos das Eliminatórias.

A sensação de representar o Sport é algo que é difícil de descrever, mas que o torcedor pode ter certeza de que farei com muita honra. Se estou de novo na seleção, é por tudo que o Sport me proporcionou nesses últimos anos.

ESPN – Sempre que se conversa com dirigentes, falam que jogador bom só deixa o ‘eixo Rio-São Paulo’, como dizem, para ganhar mais no Nordeste. Seria esse mesmo o custo de supostamente se ‘esconder’?
Diego Souza –
A gente ouve muita coisa de muita gente e temos que tentar abstrair isso. Acredito que essa convocação serve para demonstrar aos atletas e profissionais que trabalham no mundo da bola que o futebol nordestino tem muita força e deve ser mais valorizado.

ESPN – Sonha disputar a Copa também?
Diego Souza –
Agora o sonho reacendeu! Era um gigante que estava aqui dentro adormecido, mas que, aos poucos, está se levantando. Ainda falta muito para a Copa do Mundo e preciso subir degrau a degrau para garantir meu lugar entre os 23. Vamos deixar para pensar nisso mais pra frente. Vai depender do meu desempenho, não só no Sport como também na seleção. Empenho não vai faltar. Isso só me dá mais ânimo para trabalhar.

ESPN – Palmeiras, Fluminense, Flamengo, Vasco, Atlético-MG, Grêmio e Cruzeiro. Você passou por todos esses clubes, mas em nenhum deles teve a identificação que conseguiu hoje no Sport. Por que isso?
Diego Souza –
Recife foi um lugar que sempre me abrigou com muito carinho e respeito. Sou muito grato ao Sport por ter aberto as portas e por ter me dado alegria de voltar a jogar futebol. Sou muito feliz aqui, minha família adora a cidade e vejo um futuro de muita alegria com essa camisa.

ESPN – Para marcar de vez a sua passagem, confia que falta apenas a conquista do título pernambucano?
Diego Souza –
A gente está sempre em busca de títulos e é isso que nos coloca na história dos clubes. Meu objetivo no dia-a-dia é trabalhar cada vez mais e melhor para escrever meu nome na galeria de craques desse clube.

ESPN – Conforme apurado, você ligou para Arouca, Rafael Marques e André para convencê-los a jogar pelo Sport. O seu papel hoje no clube, pela importância que tem, extravasa o vestiário?
Diego Souza –
Conversei algumas vezes com o André para passar a ele como era a cidade, o clube e tudo que ele encontraria aqui. Nada além do normal que um amigo faria pelo outro para ajudá-lo aqui no Recife. Eu, claro, como todos aqui, quero o melhor para o Sport e ajudo da maneira como posso. Mas eu jamais me meteria em negociação da diretoria para reforçar o elenco. Estou aqui para ser decisivo dentro de campo, que é minha principal função e, se um dia pedirem meu conselho sobre algum atleta, posso dar, mas não atuo diretamente nisso.

ESPN – Você apoiou a eleição de Arnaldo Barros, ex-vice de futebol, para presidente. Chega a bater papo com ele sobre a melhora do clube?
Diego Souza –
O Sport já tem uma estrutura excelente entre os clubes do Brasil. O Arnaldo é um cara que me recebeu muito bem aqui no clube e fizemos uma amizade bacana. Nossa conversa não avança muito além disso.

ESPN – Você disputou três Brasileiros pelo Sport. Todos em alto nível. Em 2016, o melhor. O que contribuiu para isso?
Diego Souza –
Eu trocaria todos os meus gols pelo título do Campeonato Brasileiro para o Sport. Ganhar premiações pessoais é sempre bacana, mas o futebol é um esporte coletivo e é isso que colocamos sempre em primeiro plano. Difícil explicar um motivo único para o bom ano de 2016, mas devo ao crescimento de toda a equipe e, claro, a ajuda dos companheiros foi importante.

ESPN – É verdade que você criou as Séries A e B de dominó no vestiário?
Diego Souza –
Dominó é uma paixão que tenho desde cedo. Sempre que posso chamo alguém para um desafio e raramente perco. Aprendi a jogar em casa e não larguei nunca mais. É uma brincadeira bacana que foge um pouco da tela do celular ou do vídeo game.

ESPN – Fala-se muito em demagogia ao analisar a relação de jogador e clube. É algo que passa longe de sua relação com o Sport?
Diego Souza – O Sport é um clube que eu aprendi a amar. É um dos maiores clubes do Brasil, com uma história linda no futebol e poucos sabem da honra e responsabilidade que temos de vestir essa camisa. Desde o primeiro dia que pisei aqui, eu só cresci e isso é um motivo de orgulho para mim.

ESPN – Sendo revelado no futebol carioca, como foi para você receber a camisa 87 e toda história envolvendo o Brasileiro?
Diego Souza – Foi uma honra vestir o número que representa um título importante na história do Sport. A responsabilidade só aumentou quando me deram essa opção e aceitei, porque acredito que seria um peso gostoso de se vestir em cada partida. Me sinto muito bem vestindo a 87 aqui.

ESPN – Você chegou até mesmo a defender o gol do Sport uma vez.
Diego Souza –
Costumo brincar com amigos e com meus companheiros que, pelo Sport, jogo em qualquer posição, até mesmo de goleiro. Foi uma situação diferente, mas que acreditei que poderia ser feita por mim. Já tinha brincado algumas vezes de ser goleiro nos rachões e achei que naquele momento eu seria o mais preparado para colocar as luvas. Felizmente, deu certo, não perdemos e consegui ajudar mais uma vez o Sport.

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Futuro presidente do TCE alerta vereadores sobre respeito à Constituição para conceder reajustes salariais

andre-carlosO futuro presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), André Carlo Torres, afirmou nesta quinta-feira (15) que o órgão está analisando todos os reajustes de salários aprovados nas Câmaras Municipais do estado. Segundo ele, todos os limites e prazos impostos pela Constituição serão analisados.

“O Tribunal examina esse tipo de produção normativa de acordo com os limites da Constituição. Sobre o índice de aumento, isso faz parte da legitimidade local. O critério que o Tribunal adota para examinar subsídios de vereadores é pautado na obediência aos limites. Se ele atendeu aos limites da Constituição, então, o TCE não vê irregularidades. Agora, vai caber ao vereador, dentro da sua municipalidade, justificar à população esses aumentos concedidos”, explicou.

Ele informou que os reajustes devem ser fixados antes da próxima  Legislatura se iniciar e dentro do limite da Constituição.

“Dependendo do tamanho do município, o aumento deve ser de 20%, 30%, 40% do que recebe um deputado estadual, além dos 5% da receita do município. Os vereadores são a categoria de agentes públicos que têm mais limites no quesito de remuneração e o limite derradeiro é o da lei local”, observou.

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Forçar uma criança a comer é falta de respeito, diz pediatra espanhol

criancaO pediatra espanhol Carlos González, 56, foi definido pelo jornal britânico “The Guardian” como “o médico que quer que os pais quebrem as regras”. Ele diz, no entanto, que os pais devem retomar seus instintos, já que a sociedade complicou seu papel nos últimos tempos com normas que o especialista considera absurdas.

González é defensor do aleitamento materno sob livre demanda e da cama compartilhada. O médico critica o castigo e defende a criação com apego e o respeito às crianças. É autor do best-seller “Bésame Mucho – Como Criar seus Filhos com Amor”, lançado no Brasil, em 2015, pela Editora Timo. No livro, questiona comportamentos adotados para que o filho não fique mimado, como não pegá-lo no colo ou dar atenção quando chora.

Pai de três filhos, González vem neste mês ao Brasil para promover o lançamento do livro “Meu Filho Não Come!”, também da Timo, que já está em pré-venda.

Na publicação, não há dicas de como fazer as crianças rasparem o prato. O que ele quer é explicar que elas comem o que precisam –ainda que não atendam às expectativas dos pais– e que devem aprender a se alimentar sozinhas.

Em entrevista ao UOL, concedida por e-mail, González fala sobre os erros que os adultos cometem à mesa e de como incentivar os filhos a adotarem uma alimentação mais saudável.

UOL – Há pais que obrigam o filho a comer e fazem ameaças. O que você pensa sobre essas condutas?

Carlos González – Forçar a comer é inútil, porque as crianças comem sem que seja necessário obrigá-las. Além disso, a conduta é contraproducente, porque a única coisa que os pais conseguem é que os filhos odeiem a comida e mais ainda “aquela” comida, que eles insistem em servir e que geralmente é a mais saudável. Também é perigoso quando a estratégia funciona, porque temos uma grave epidemia de obesidade infantil. Acima de tudo, esse comportamento é uma falta de respeito com a criança.

UOL – Se a criança recusa a refeição após três garfadas, significa que está satisfeita?

González – Exatamente.

UOL – Mas há crianças com problemas de apetite?

González – Há crianças que não comem o suficiente. São reconhecidas por perder peso ou ganhar muito menos peso do que o normal. Nesses casos, o que os pais precisam fazer é consultar um médico para ver o que acontece com ela. Uma criança doente perde o apetite e emagrece. Mas, mesmo nesses casos, não se deve obrigá-la a comer. É preciso descobrir o problema, tratá-la adequadamente e, quando estiver curada, comerá sozinha.

UOL – Em seu livro, você diz que muitos pais têm alta expectativa quanto à fome dos filhos. O que significa isso?

González – Por anos, os pediatras deram recomendações exageradas sobre a quantidade de comida a ser dada às crianças. Na Espanha, por exemplo, era costume recomendar para um bebê de seis meses um purê de frutas contendo meia banana, meia pera, meia maçã e meia laranja. Para uma criança de sete quilos. Na mesma proporção, eu teria de comer cinco bananas, cinco peras, cinco maçãs e cinco laranjas. E eu não consigo comer isso. É claro que quase nenhum bebê come toda essa quantidade de frutas e, se o faz, não janta depois.

UOL – Há como calcular a quantidade de comida adequada, por idade?

González – O cálculo é muito fácil de fazer: olhe para o que seu filho come, é justamente essa quantidade que ele deve comer –a menos que seja obeso, então, deverá comer menos. Não há outra maneira de descobrir a não ser observar. É preciso ter em mente que nem todas as crianças comem a mesma quantidade, alguns comem o dobro e até o triplo de outras da mesma idade.

UOL – Se a criança recusa a comida, mas pede para fazer pequenos lanches pouco tempo depois, os pais devem dar?

González – Se a criança pedir espontaneamente –sem que os pais ofereçam– outros alimentos e se o pedido for razoável, não há razão para não dar. Agora, se o filho pedir doces, salgadinhos ou ainda algo que os pais não tenham à mão naquele momento –por exemplo, se não há tempo para preparar um macarrão ou se não há iogurtes na geladeira–, é só dizer educadamente: “Sinto muito, querido, isso não posso dar”.

UOL – Esconder alimentos no prato do filho que ele geralmente rejeita é uma tática válida?

González – Se a receita original tem aquele ingrediente que ele costuma rejeitar, não há problema em oferecer. Agora, colocar um ingrediente que não condiz com a receita e achar que a criança não vai perceber, parece-me bastante inútil. Por exemplo, colocar espinafre no molho de tomate. Dá para acreditar que é possível usar a verdura sem que o molho mude de cor ou sabor? É desnecessário fazer isso para que a criança coma meio grama de espinafre.

UOL – Quando a criança recusa um alimento, a opinião dela é definitiva?

González – A opinião dela não é definitiva. A melhor maneira –e isso não é garantia de sucesso– de uma criança aceitar comidas novas é colocar esse alimento repetidamente na mesa, sem fazer comentário algum, sem insistir, pressionar ou oferecer prêmios, caso ela experimente. É preciso ter em mente que há mudanças normais na aceitação de novos alimentos. Normalmente, os bebês comem de tudo –até jornal. Após um ano, começam a rejeitar as coisas que antes comiam e não aceitam alimentos novos. Na adolescência, voltam a aceitar coisas novas e, muitas vezes, com entusiasmo.

UOL – Qual é a forma mais eficiente de incentivar as crianças a comerem bem?

González – O importante é que os pais tenham bons hábitos alimentares. Bebam apenas água –não refrigerante, suco ou álcool; comam frutas de sobremesa, em vez laticínios ou bolos; tenham sempre verduras e legumes na mesa, e não abusem do sal, do açúcar ou da gordura. Se os pais comem bem, a criança acabará comendo também. Para que ela não coma doces, biscoitos e não beba refrigerante, basta não comprar esses itens. Se houver apenas alimentos saudáveis em casa, ela só vai comê-los. Entre essas coisas saudáveis, cada criança decidirá o que come, quanto come e quando come.

Uol

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Conheça mitos e verdades a respeito do diabetes, doença que afeta 14 milhões de brasileiros

– Dia Mundial do Diabetes é lembrado em 14 de novembro e chama atenção para a necessidade do controle adequado da doença –

diabetesUma epidemia – é desta maneira que a Federação Internacional de Diabetes (IDF) define a abrangência atual do diabetes ao redor do mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a população mundial com diabetes esteja acima de 380 milhões de pessoas, e deverá atingir mais de 470 milhões até 2035. “O mundo está enfrentando uma epidemia sem precedentes de diabetes”, confirma David Cavan, diabetologista diretor de políticas e programas da IDF31.

Só no Brasil estima-se que existam 14,25 milhões de portadores da doença, sendo que um a cada dois adultos diabéticos ainda não está diagnosticado2 3. Neste 14 de novembro, quando se celebra o Dia Mundial do Diabetes, a Sanofi preparou um guia com dez mitos e verdades a respeito da doença, já que a educação é parte fundamental do tratamento do diabetes.

“O fato é que o paciente leva um tempo até conseguir compreender e se adaptar à nova condição crônica”, avalia a endocrinologista Denise Franco, pesquisadora do Centro de Pesquisas Clínicas (CPClin) e coordenadora do departamento de Novas Terapias da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). “Mas, uma vez que se adapte à nova rotina, tudo fica mais fácil”.

1)    Precisar tomar insulina é o último recurso e significa que minha doença é grave.

MITO. Assim como acontece em qualquer problema de saúde crônico, como é o caso do glaucoma e da asma, por exemplo, muitas vezes o paciente precisa fazer uso de uma medicação de modo contínuo – é para isso que servem os colírios para baixar a pressão ocular e a “bombinha” do asmático. Quando o corpo não dá conta de equilibrar o nível de açúcar no sangue sozinho, algumas pessoas diabéticas precisam recorrer à insulina, um hormônio que ajuda nesta função. Isso não significa, necessariamente, que a doença tenha atingido um alto grau de gravidade. Significa, apenas, que o paciente poderá contar com a ajuda de um medicamento que vai controlar a doença, retardando, deste modo, por muitos anos, as complicações crônicas do diabetes.

2)    O diabetes pode até ser uma doença grave, mas a Aids, por exemplo, matou mais pessoas nos últimos anos.

MITO. Um estudo publicado pela revista científica britânica The Lancet aponta que o diabetes tem matado mais do que a Aids/HIV nos últimos anos. A estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de que cerca de 1 a 5 milhões de pessoas morreram, só em 2012, vitimadas pela doença4.

3)    A hipoglicemia pode matar.

VERDADE. A hipoglicemia é um dos sintomas que mais causam medo nos pacientes com diabetes. Se ela ocorre durante a noite, enquanto o paciente está dormindo, pode não ser percebida. E, sem uma intervenção rápida, um quadro de hipoglicemia pode até ser fatal. Entre os sintomas de hipoglicemia estão sensação de fraqueza ou fome, tontura, tremor, palpitação, sudorese, alterações da visão e até perda da consciência5.

4)    Só aplicar a insulina é suficiente para o controle do diabetes.

MITO. Para que o controle ideal do diabetes aconteça, é preciso que o paciente também invista em uma alimentação balanceada e na prática de atividade física regular, além do controle da glicemia e o uso medicação prescrita de forma contínua. Além disso, há uma preocupação por parte do Ministério da Saúde em estimular que se torne prioridade a perda de peso, entre os obesos, como forma de se obter mais qualidade de vida. Até porque, estudos apontam que são essas as únicas formas de se reduzir as complicações do diabetes.

5)    Diabéticos que não controlam os índices glicêmicos têm mais chances de sofrer ataque do coração e derrames.

VERDADE. O estudo6 UK 1994 Prospective Diabetes Study – UKPDS mostrou que a chance de morte prematura é maior nos diabéticos que não controlam a doença adequadamente. Além disso, a falta de controle glicêmico de quem tem diabetes pode levar a complicações crônicas decorrentes da hiperglicemia, como alteração na visão, problemas renais, neuropatia diabética, insuficiência cardíaca e infarto agudo do miocárdio. No entanto, a evolução da doença pode ser modificada se, desde o início, o paciente realizar mudanças em seu estilo de vida.

6)    Ter repetidos episódios de hipoglicemia não traz maiores consequências além de desconforto físico.

MITO. Estudos mostram que os episódios frequentes de hipoglicemia aumentam em quatro vezes o risco de a pessoa desenvolver uma doença cardiovascular, além de levar à diminuição da função mental e até à demência.

7)    Quase metade dos brasileiros portadores de diabetes mellitus tipo 2 não sabem que têm a doença.

VERDADE. Diabetes do tipo 2 é mais prevalente entre os diabetes. Está presente em 90% a 95% dos casos. Mesmo assim, de acordo com o Estudo de Prevalência do Diabetes Mellitus, no Brasil, coordenado pelo Ministério da Saúde, existem 46,5% de portadores do DM tipo 2, em todo o País, que desconhecem ter a doença. Esses brasileiros estão sem diagnóstico e sem tratamento7.

8)    O diabetes mellitus tipo 2 pode não apresentar sintomas.

VERDADE. Especialmente no início, quando ainda existe uma considerável produção de insulina, é comum que o diabetes mellitus tipo 2 cause pouco ou nenhum sintoma. “Já o diabetes tipo 1 pode ter um início dramático, se sintomas como urinar muito, tomar muita água e emagrecer sem deixar de se alimentar não forem reconhecidos a tempo”, explica a endocrinologista Rosângela Réa, do Paraná.

9)    O tratamento com insulinas envolve sempre mais de uma aplicação por dia.

MITO. Cada caso deve ser avaliado pelo médico, que vai prescrever os medicamentos e as posologias adequadas àquele paciente. Mas, graças à oferta de novos medicamentos pela indústria farmacêutica, quem tem diabetes passou a contar com mais opções de tratamento. Recentemente foi lançada no Brasil a insulina glargina de última geração U300, indicada para o tratamento do diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2 em adultos. A insulina glargina U300 proporciona ao paciente efeito estável e prolongado de controle do nível glicêmico, para além de 24 horas8 9. Trata-se de um aliado poderoso, por exemplo, nos casos de diabetes mellitus tipo 1, quando, no geral, recomenda-se a associação de uma insulina de ação lenta, como a insulina glargina U300, e outra de ação rápida, junto com as refeições. Já em pacientes de diabetes tipo 2, é possível realizar o tratamento apenas com uma insulina glargina de última geração.

10)  A obesidade na infância pode levar ao diabetes mellitus na adolescência.

VERDADE. O diabetes mellitus em adolescentes tem sido atribuído às elevadas taxas de obesidade na infância e na adolescência que, por sua vez, estão relacionadas ao crescente sedentarismo e hábitos alimentares ricos em calorias e gorduras. Além disso, segundo afirma a Sociedade Brasileira de Diabetes, estudos recentes feitos em adolescentes com diabetes mellitus tipo 2 mostraram que o efeito do diabetes e da obesidade tem grande influência no sistema vascular, aumentando a rigidez dos vasos. Com isso, os pesquisadores alertam que o tipo 2, quando desenvolvido precocemente, é mais agressivo do ponto de vista cardiovascular do que em adultos.

 

Referências bibliográficas

  1. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2015) ; www.diabetes.org.br/images/2015/area-restrita/diretrizes-sbd-2015.pdf. Acessado em maio de 2016.
  2. International Diabetes Federation. IDF. Diabetes Atlas, 7ª edição, atualizada em 2015. Disponível em http://www.idf.org/diabetesatlas. Data de acesso : maio de 2016.
  3. Fowler MJ, et al. Microvascular and Macrovascular Complications of Diabetes, Clinical Diabetes 2008 ; 77-82.
  4. The Lancet 2016; 387: 1513-30, Published Online, April 6, 2016. http://www.thelancet.com/pdfs/journals/lancet/PIIs0140-6736(16)00618-8.pdf. Acessado em maio de 2016.
  5. McCall AL. Insulin therapy and hypoglycemia. Endocrinol Metab Clin North Am. 2012 Mar;41(1):57-87. doi: 10.1016/j.ecl.2012.03.001. Epub 2012 Apr 17. Review.PubMed PMID: 22575407; PubMed Central PMCID: PMC4265808.
  1. UK Estudo Proespective Diabetes (UKPDS). XI: fatores de risco bioquímicos em pacientes diabéticos tipo 2 no momento do diagnóstico em comparação com indivíduos normais de idade; Manley SE, Meyer LC, Neil HAW, Ross é, Turner RC, Holman RR; Diabetic Medicine 1994; 11; 534-544, Publicado: Jul-1994 PMID: 7955969, doi: 10,1111 / j.1464-5491,1994.tb02032.x; https://www.dtu.ox.ac.uk/ukpds. Acessado em maio de 2016.
  2. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus; Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica; 2013; Cadernos de Atenção Básica, n.36
  3. Becker RH., et al. Diabetes Care 2015;38(4): 637-43
  4. Shiramoto M, et al. Diabetes Obes Metab 2014;17(3): 254-60

 

Sobre a Sanofi

A organização está presente no Brasil desde 1919, a partir de diversas aquisições ao longo dos anos. A Sanofi é a maior multinacional no mercado farmacêutico brasileiro, com 5 mil colaboradores e sólida plataforma industrial no País. Possui um portfólio diversificado que abrange medicamentos isentos de prescrição e produtos de consumo; tratamentos em áreas terapêuticas como dor e inflamação, alergias, diabetes, doenças cardiovasculares, doenças metabólicas, pediatria e oncologia; vacinas, com a atuação da Sanofi Pasteur; genéricos e similares, com a Medley; e doenças raras e esclerose múltipla, com a Sanofi Genzyme. Entre as marcas da Sanofi estão: Dorflex, Dorflex IcyHot, Novalgina, Cewin, Vitawin, Depura, Targifor, Os-Cal e Os-Cal Kids, Enterogermina, Naturetti, Dermacyd,Allegra, Profenid, Puran, Clexane, Jevtana, Taxotere, Lemtrada, Aubagio, Lantus,Toujeo, Praluent, FluQuadri e Dengvaxia.

Este material é dirigido exclusivamente à imprensa especializada como fonte de informação. Recomenda-se que o conteúdo não seja reproduzido integralmente. As informações veiculadas neste documento têm caráter apenas informativo e não podem substituir, em qualquer hipótese, as recomendações do médico ou farmacêutico nem servir de subsídio para efetuar um diagnóstico médico ou estimular a automedicação. O médico é o único profissional competente para prescrever o melhor tratamento para o seu paciente.

 Aline Dumelle

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Rodrigo Caetano cobra respeito ao Flamengo e fala em soberba palmeirense

Gilvan de Souza/Flamengo
Gilvan de Souza/Flamengo

O Flamengo não gostou das declarações de dirigentes do Palmeiras, na última sexta-feira (14), criticando uma suposta pressão e tentativa dos cariocas de “levar na mão grande” a disputa do Campeonato Brasileiro. Contrariado com as posturas dos alviverdes, o diretor executivo de futebol rubro-negro, Rodrigo Caetano, respondeu aos ataques paulistas.

A crítica de Caetano era especialmente ao colega Alexandre Mattos, diretor executivo do Palmeiras, que questionou o trabalho do Flamengo e entrevista ao lado do presidente Paulo Nobre.

“Não existe achar que só o Palmeiras trabalha, que só eles têm competência para estar lá. Foi uma infelicidade esse tipo de comentário. Ele pode julgar o trabalho do clube dele, não dos demais. Temos uma equipe qualificada, desde comissão a atletas. Não pode qualificar que só o Palmeiras está trabalhando e jogando futebol. Ele se utilizou de uma soberba que me surpreendeu e eu lamento muito”, comentou Rodrigo.

“Não reconhecer que nosso clube realiza um bom trabalho, consistente. Se vai ser campeão ou não, vamos ver só ao final. Mas vamos disputar até o fim, como o Palmeiras e outros clubes. Desrespeitar isso é desrespeitar a profissionalização, é achar que não existe trabalho. Falta respeito nesse sentido. Não vamos admitir rótulos”, completou o diretor executivo de futebol do Flamengo.

O dirigente carioca se mostrou insatisfeito com os comentários sobre a polêmica arbitragem do clássico contra o Fluminense e ressaltou que o Flamengo foi incluído de maneira errada da discussão.

“Das 30 rodadas, estamos há 13 no G-4. Colocar tudo que o Flamengo vem fazendo na competição na conta disso é minimizar um trabalho sério. Investimos, melhoramos estrutura, temos uma diretoria séria. Estão querendo colocar o Flamengo numa situação onde ele não é personagem. Dizer que a campanha do Flamengo se resume a isso, a um lance onde o árbitro-assistente acertou, nós não vamos admitir. É errado o tamanho que se deu para algo que o Flamengo não foi personagem, ficar fazendo conjecturas”.

Caetano aproveitou o desabafo durante o embarque do time neste sábado para reforçar a reclamação sobre a determinação da CBF que impede que os clubes vendam mandos de campo para fora de seu estado de origem na reta final do Brasileiro.

“O que deveria entrar em discussão é que mudaram uma regra no meio da competição, um fato ocorrido um dia após o jogo desse nosso adversário [Palmeiras] ter jogado em um estádio com mando à venda. Não entro no mérito, mas uma regra não se muda. Deveria permanecer até a 38ª rodada. São várias questões. Falar em beneficiarem o Flamengo é querer jogar demais para cima da opinião pública neste momento. Não tem benefício”, finalizou o dirigente do Flamengo.

Uol

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Técnico Micale pede respeito e teme que Neymar abandone Seleção

Na véspera da partida decisiva contra a Dinamarca, em Salvador, às 22h (de Brasília) desta quarta-feira, o técnico Rogério Micale saiu em defesa de Neymar e usou o exemplo do craque para fazer uma série de alertas ao futebol brasileiro.

Sob clima pesado por conta dos dois empates sem gols, contra África do Sul e Iraque, da ameaça real de eliminação precoce na Olimpíada em casa e das vaias agressivas da torcida de Brasília nas rodadas iniciais, Micale criticou a repercussão sobre atitudes pessoais de Neymar, como a decisão de não dar entrevistas, e disse que os melhores jogadores da atual geração podem seguir o exemplo de Lionel Messi – que, segundo a imprensa local, já voltou atrás de sua intenção de não jogar mais pela Argentina – e desistir de defender a seleção brasileira.

– Se não analisarmos friamente, não tivermos uma transição dos craques, não o respeitarmos, logo eles não vão querer estar conosco. O Neymar quis estar na Olimpíada, e volto a dizer: ele assumiu uma situação e é muito cobrado por isso com 24 anos. São fatos para refletir.

Rogério Micale saiu em defesa de Neymar (Crédito: MoWA Press)
Rogério Micale saiu em defesa de Neymar (Crédito: MoWA Press)

LEIA ABAIXO TUDO O QUE MICALE FALOU SOBRE NEYMAR:

– Enquanto ficarmos preocupados com tarjas de capitão, comportamentos pessoais, situações internas de relacionamento, e não abrirmos discussão para realmente entender o que está acontecendo no futebol brasileiro, no setor tático, comportamental, vamos continuar na mesmice. Queremos achar culpados, isso é um grande mal. Para avançarmos em algo melhor para o nosso futebol, a discussão deveria ser mais aprofundada, e não tão superficial em pontos que não agregam nada em situações de jogo. Perdemos muito tempo com isso. Temos que parar de achar vilões. Fizemos isso com Bernard na Copa do Mundo, o Rafael na última Olimpíada, sempre buscamos vilões e muitas vezes estancamos um potencial de avanço num futuro próximo. A Alemanha levou 12 anos para chegar onde chegou, mas nós queremos chegar lá com seis meses, não queremos passar por 11 anos e meio de preparação. Estamos lidando com jovens, se continuarmos matando, vamos colher a mesma coisa que estamos colhendo há anos.

O treinador também falou sobre a comparação feita entre Neymar e Marta, camisa 10 e principal jogadora da seleção feminina de futebol do Brasil, e sobre o garotinho do Rio de Janeiro que riscou o nome do jogador de sua camisa para escrever o da atleta:

– São dois talentos do futebol brasileiro. Em relação ao Neymar, é um jovem de 24 anos que não atingiu ainda maturidade total, vai atingir. De uma forma geral, aos 28 anos o jogador chega ao ápice como atleta, homem, física e mentalmente. Ele já tem de lidar com a pressão de ser um líder, um expoente, desde 17, 18 anos de idade. A geração que lhe daria suporte não se firmou. A Marta está com quantos anos? 31 anos… Podemos dizer que a Marta é uma jogadora sensacional, tem todo nosso reconhecimento, mas o Neymar tem o meu reconhecimento como futuro melhor do mundo, ele vai ser, e nós precisamos respeitar o Neymar. Ele é jovem. Sei que em alguns momentos age de uma forma que não queremos, mas na idade dele, não faríamos as mesmas coisas, tendo o que ele tem? Não está fácil a situação que envolve o imediatismo que com nossos jovens jogadores, isso me preocupa como formador, como alguém que trabalha com jovens há alguns anos. Estamos sendo implacáveis, essa conta vai cobrar um preço.

Para enfrentar a Dinamarca, Micale admitiu que procura alternativas. Uma das principais alternativas é a entrada de Luan no lugar de Felipe Anderson, substituição feita durante toda a fase de preparação, mas que não prosperou em momento algum durante os jogos.– Temos um modelo de jogo com variações, é normal fazer, já aconteceu em dois jogos. Tentamos variações, mas não podemos mudar conceitos sem treinamentos. Ele existe, treinamos em nossa preparação e não é porque não conseguimos a vitória que vamos mudar tudo, em termos de conceito. Isso traria mais prejuízos do que benefícios à equipe. O conceito traz o resultado. Se abrir mão dele, abre mão de uma forma de jogar. Se entrar de uma forma aleatória em campo, a probabilidade é maior da coisa não acontecer.O treinador também disse que já sabe quem será o substituto do volante Thiago Maia, suspenso, mas não revelou. Rodrigo Dourado, o favorito, e Walace disputam a posição.

Neymar foi alvo de vaias e críticas (Crédito: MoWA Press)
Neymar foi alvo de vaias e críticas (Crédito: MoWA Press)
Fonte: Com informações: Globo Esporte

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Vereadora diz que falta respeito e decência do prefeito com a Câmara de Solânea

giselianeA vereadora Giseliane Fernandes (PSD) concedeu entrevista à Rádio Integração e expôs toda insatisfação, que segundo ela, está contida nos vereadores da Câmara de Solânea pelo que ela chamou de falta de respeito e decência da parte do Prefeito Beto do Brasil em relação ao Poder Legislativo do município.

Em entrevista ao radialista Júnior Campos ela disse que os mais de 400 requerimentos apresentados pelos parlamentares não obtiveram nenhuma resposta por parte do Poder Executivo. A parlamentar disse também que não está contra o Prefeito, mas ao escutar o clamor do povo resolveu cobrar ações do executivo e declarou que quer as respostas de seus requerimentos.

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Antes de finalizar, em outras palavras, a vereadora frisou que pode fazer falta numa disputa eleitoral e que precisa ser vista não apenas na campanha mas também no exercício do mandato.

manchetepb

Ex-prefeito de Guarabira se diz decepcionado com deputado Manoel Júnior: “Faltou respeito!”

josaO ex-prefeito de Guarabira Josa da Padaria (PSB) declarou durante entrevista no Brejo paraibano que se decepcionou com o deputado federal Manoel Júnior (PMDB-PB). Josa disse que o parlamentar não honrou compromissos de 2014, quando o apoiou durante as eleições no ano passado.

“Votei nele e digo a todos que me decepcionei. Acho que ele deveria ter tido mais respeito com os quase 2500 votos que teve em Guarabira, através de Josa e seus amigos”, declarou o ex-prefeito em entrevista na Rádio Rural de Guarabira.

Josa ainda revelou que foi atacado por membros do PMDB, seu ex-partido, devido ao apoio a Manoel. “Muitos militantes criticaram, fui vítima de ataque por conta do voto em Manoel Júnior e ele só não teve mais votos por que toda a militância o acusava de ser traidor por votar em Cássio Cunha Lima”, revelou. Segundo relatos do Nordeste 1, o ex-prefeito relatou que durante visita a Guarabira o deputado federal teve calorosa participação na convenção do PMDB e que Manoel foi acolhido pelo partido, mas sequer fez uma ligação para ele.

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“Hoje Manoel Júnior faz oposição a Ricardo Coutinho (PSB), veio a Guarabira e não teve o respeito de dar uma ligação, foi acolhido por todo o PMDB de Guarabira, foi pra câmara discursar e dar entrevista como um dos expoentes do PMDB”, disse.

O ex-prefeito ainda opinou sobre a possibilidade de apoiar a candidatura do líder empresarial João Rafael no PMDB. Ele declarou que o partido foi feliz em convidar o empresário para compor, mas que deve haver reciprocidade apoiando o governador Ricardo Coutinho (PSB). Ele lembrou que o deputado estadual Raniery Paulino é o único peemedebista que não apoia Ricardo na Assembleia e que será mais fácil para a unificação das oposições se houver o entendimento entre o parlamentar e o Governo.

Josa complementou dizendo que o adversário dos Girassóis num primeiro momento não pode ser o PMDB e sim o prefeito Zenóbio Toscano (PSDB).

PB Agora