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Governo Temer tem aprovação de 5% e reprovação de 71%, diz Datafolha

Pesquisa do instituto Datafolha divulgada neste domingo (3) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB):

  • Ruim/péssimo: 71%
  • Regular: 23%
  • Ótimo/bom: 5%
  • Não sabe: 1%

O Datafolha fez 2.765 entrevistas entre 29 e 30 de novembro, em 192 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

O nível de confiança da pesquisa, segundo o jornal, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos percentuais, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

No final de setembro, a pesquisa anterior do Datafolha sobre a aprovação do governo Temer apontou que 73% o consideravam ruim ou péssimo; 20% o consideravam regular; 5% bom ou ótimo; e 2% não souberam opinar.

Em junho, a pesquisa do Datafolha sobre a aprovação do governo Temer apontou que 69% o consideravam ruim ou péssimo; 23% avaliavam o governo como regular; e que 7% o consideravam bom ou ótimo; 2% não souberam opinar.

Expectativas

Segundo o jornal “Folha de S.Paulo”, 50% dos entrevistados dizem acreditar que o desemprego vai aumentar; 26% deles acha que vai ficar como está; e 21% que vai diminuir.

Já o poder de compra vai diminuir para 42% dos entrevistados; vai ficar como está para 34%; e vai aumentar para 19%.

G1

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Pesquisa: João Doria tem aprovação de 32% e reprovação de 26%

Pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo (8) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostrou os seguintes percentuais de avaliação da gestão do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB):

– Ótimo/bom: 32%

– Regular: 40%

– Ruim/péssimo: 26%

– Não sabe: 2%

O levantamento do Datafolha foi realizado nos dias 4 e 5 de outubro. Foram ouvidas 1.092 pessoas com 16 anos ou mais na cidade de São Paulo. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

O percentual de pessoas que rejeitam a sua administração foi de 22% em junho para 26% agora, e os que a aprovam foi de 41% para 32%. Outros 40% consideram que o governo de Doria é regular.

De acordo com a pesquisa, para 37% da população, o prefeito será candidato a presidente. Em junho, 21% achavam isso.

Apesar disso, 58% preferem que ele permaneça na prefeitura de São Paulo, contra 10% que querem vê-lo na disputa pela presidência ou 15% na disputa do governo paulista.

Mas segundo o Datafolha, 55% não votariam em Doria para ser presidente. Em eventual candidatura para governador, 47% não votariam nele.

Para 45% dos eleitores da cidade de São Paulo, quem deveria ser o candidato tucano ao Planalto é o atual governador Geraldo Alckmin. Outros 31% preferem o prefeito Doria.

Ainda de acordo com o Datafolha, para 49% dos entrevistados, as viagens de Doria pelo país trazem mais prejuízos do que benefícios à São Paulo, enquanto 35% aprovam essa iniciativa do prefeito, entendendo que elas beneficiam a cidade.

Ainda há 77% que veem benefício pessoal de Doria nas viagens contra 14% que enxergam o contrário. Metade das pessoas ouvidas acha que o prefeito viaja mais do que devia, enquanto 40% apontam que a frequência é adequada.

Entre os problemas apontados pelos eleitores na administração de Doria em São Paulo, estão as constantes falhas nos semáforos da cidade. Para 50% dos entrevistados, o sistema é ruim ou péssimo.

Na cidade como um todo, outros dados da pesquisa mostram que 64% acreditam que o prefeito fez menos do que poderia, contra 53% em junho e 39% em seu primeiro mês na administração.

G1

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UEPB quer renovar contratos com professores substitutos após greve e nega reprovação de alunos

A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) informou nesta segunda-feira (15) que os contratos com cerca de 430 professores substitutos não poderão ser renovados até que a greve acabe. Esses professores, que são temporários, foram desligados da instituição no último dia 12, data em que encerrou-se o prazo dos contratos, que têm caráter emergencial, portanto, com prazo determinado.

Os contratos com os professores substitutos são firmados especificamente para a atividade docente, que é o objeto do contrato, por isso é preciso aguardar o fim da greve. Os contratos já haviam sido renovados, foram todos aditados em novembro de 2016, tendo como limite o final planejado do semestre letivo 2016.2.

O procurador-geral da universidade, Ebenezer Pernambucano, negou boatos de que os alunos seriam reprovados devido ao desligamento dos professores substitutos. Segundo ele, ao término da greve, os professores serão contratados pelo período que falta para concluir. O limite dos prazos dos contratos havia sido planejado para o final do semestre letivo. “Eles fizeram um processo seletivo que garante a eles o prazo de até dois anos para renovação desses contratos”, explicou o procurador-geral da universidade, Ebenezer Pernambucano. Os professores da UEPB estão em greve desde 12 de abril. O período letivo 2016.1 da UEPB seria encerrado no dia 10 de maio e o início do período 2017.1 seria no dia 29 de maio.

O reitor da UEPB, professor Antonio Guedes Rangel Junior, adiantou, no entanto, que o ano letivo já está comprometido até 2020.”Nós tínhamos uma previsão de normalizar completamente o período do ano letivo em 2019, que se iniciaria dentro da normalidade se não tivesse greve. Como a greve já ultrapassa 30 dias, 2019 já não há como começar normal, ou seja, provavelmente a gente só normalize o ano letivo se voltar rapidamente da greve”, disse Rangel.

O reitor também informou que o concurso público para servidores técnicos administrativos seguem outra lógica, portanto continua com sua previsão para este ano. “Continuamos trabalhando com a perspectiva da remoção interna dos técnicos e somente quando concluirmos o processo teremos noção da proposta de concurso público, e de docentes também, continuamos avançamos nas análises, mas para realizar qualquer concurso, somente depois que voltarem as atividades”, informou.

clickpb

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Datafolha: reprovação do governo Temer dispara e vai para 51%

temerA popularidade do presidente Michel Temer (PMDB) despencou desde julho, acompanhada da queda na confiança na economia a níveis pré-impeachment, revela nova pesquisa Datafolha.

De acordo com o levantamento, 51% dos brasileiros consideram a gestão do peemedebista ruim ou péssima, ante 31%, em julho.

O levantamento foi realizado entre 7 e 8 de dezembro, antes de virem à tona novos detalhes de delação da Odebrecht com menções a Temer.

Aqueles que veem o governo do presidente como regular reduziram-se a 34%. No levantamento anterior, durante a interinidade do peemedebista, eram 42%.

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No período, a percepção da população sobre a economia se deteriorou. Para 66%, a inflação vai aumentar; 19% apostam que ficará como está e 11% preveem queda. O crescimento do desemprego é aguardado por 67%. Outros 16% disseram que diminuirá e 14% acham que fica estável.

Quanto ao poder de compra, 59% opinaram que vai diminuir, 20%, que não se alterará e 15%, que aumentará.

Nos últimos meses, a situação econômica do país piorou na avaliação de 65% da população e se manteve como estava para 25%; 9% disseram que houve melhora.

Sobre a situação pessoal do entrevistado, a percepção de piora recente corresponde a 50% dos brasileiros. Para 38%, ficou como estava e 10% disseram que melhorou.

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No futuro próximo, 41% acham que a economia se deteriorará, 27%, que não se alterará e 28% apostam em melhora. Do ponto de vista pessoal, 27% aguardam pioras na própria situação econômica, 37%, melhoras e 32% apostam em estabilidade.

Índice Datafolha de Confiança caiu de 98 pontos, em julho, para 87 –mesmo patamar registrado em fevereiro.

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TURBULÊNCIAS

O pessimismo na economia e a má avaliação de Temer ocorrem em meio a uma sucessão de crises. O peemedebista assumiu com a promessa de compor um ministério de “notáveis”, em que a recuperação da economia seria prioritária à gestão.

Desde então, seis ministros caíram –quatro deles por envolvimento em escândalos decorrentes da Lava Jato.

A recessão econômica se agravou e está próxima de ser a pior da história. São dez trimestres consecutivos de encolhimento da atividade. O desemprego afeta 12 milhões de pessoas (11,8%).

A demora do governo em levar adiante reformas estruturais frustrou o mercado e inibiu redução da taxa básica de juros mais enérgica.

Nesse cenário, o otimismo inicial com a queda de Dilma Rousseff (PT) se reverteu.

Para 40% da população, a gestão Temer é pior do que a anterior. Para 34%, é igual e 21% a consideram melhor.

Em abril, um mês antes de ser afastada no início do processo, a petista registrou reprovação de 63%.

O índice de ótimo/bom de Temer caiu de 14% em julho aos atuais 10%. Não souberam avaliar o governo 5% dos entrevistados.

Segundo o Datafolha, a população considera o presidente falso (65%), muito inteligente (63%) e defensor dos mais ricos (75%). Metade dos brasileiros veem Temer como autoritário e 58%, desonesto.

De zero a dez, a nota média dada ao desempenho do governo Michel Temer é 3,6.

O Datafolha ouviu 2.828 pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Uol

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Assembleia aprova projeto que garante informações sobre reprovação de crédito em lojas

jutayA Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, nesta terça-feira (25), projeto de Lei de autoria do deputado estadual Jutay Meneses (PRB) que obriga as Instituições Comerciais, Industriais e Financeiras do Estado da Paraíba a fornecerem, por escrito, sempre que solicitado pelo consumidor, o motivo do indeferimento do crédito ou de negativa de aceitação de título de crédito.

“Esse projeto busca uma diminuição dos transtornos sofridos pelo consumidor, especialmente, em razão da negativa de um crédito. Infelizmente, o consumidor fica à mercê das empresas prestadoras de serviços numa relação de consumo desrespeitosa ao cliente”, afirmou o deputado.

De acordo com o projeto, fica a loja obrigada a fornecer a declaração contendo o produto e o valor que teve o financiamento negado, de acordo com a declaração fornecida pela financiadora, que também deverá ser entregue ao consumidor.

A declaração que será entregue ao consumidor deve ser em papel timbrado, datado e assinado, de forma a se identificar o estabelecimento autor da recusa e o cadastro de proteção ao crédito consultado, quando for o caso. “As instituições são responsáveis por manter as informações em sigilo podendo ser recuperado em uma consulta futura, quando forem solicitadas, em um prazo de cinco anos”, explicou o deputado Jutay.

O projeto também prevê penalidades para as instituições comerciais que não cumpram o que determina a matéria aprovada na Assembleia Legislativa. “A multa vai de 50 a 500 Unidades Fiscais do Estado da Paraíba, em uma primeira autuação. Em uma segunda vez, as instituições podem ser penalizadas em 500 até 1000 Unidades Fiscais do Estado”, revelou Jutay.

Assessoria 

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“Tapetão”: Zenóbio vê conotação eleitoral em reprovação de contas

 

Zenobio-ToscanoEm contato com o Portal MaisPB, na tarde desta quarta-feira (10), o prefeito da cidade de Guarabira,  Zenóbio Toscano (PSDB), prometeu recorrer a Justiça para anular a reprovação das suas contas pela Câmara de Vereadores.

De acordo com  Zenóbio Toscano, no recesso parlamentar, os vereadores também procederam da mesma maneira, mas a Justiça acatou mandato de segurança e anulou a decisão da Câmara.

Para Zenóbio, a reprovação de suas contas tem objetivos eleitoreiros, pois, segundo ele, temendo sua reeleição, a oposição tenta ganhar o pleito no “tapetão” agindo de forma “absurda” e usando argumentos “sem sentido”.

O gestor alega que houve irregularidades na reprovação de suas contas e que também não foi convocado para dar suas explicações.

“Eu estou muito tranquilo e não tenho nenhuma dúvida que derrubaremos isso. Nós vamos recorrer e acredito que não tem nenhuma dificuldade não porque foi atropelado todo o regimento da Casa e, por outro lado, não me deram o direito de defesa”, argumentou.

Zenóbio Toscano tem apoio de apenas dois vereadores dos 15 parlamentares guarabirenses. Doze votaram  favoráveis a reprovação de suas contas.

Roberto Targino – MaisPB

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TRE exige documentação do PT, PSD e PT do B sob pena de reprovação de contas

treO Tribunal de Contas do Estado estipulou prazo de 20 dias para que os diretórios do PT, PSD, PT do B, de Campina Grande, apresentem documentação completa da prestação de contas no exercício de 2014 sob pena de reprovação e demais punições.

Os três partidos apresentaram os dados em tempo hábil. Porém, baseado na Orientação da Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias (Asepa) do Tribunal Superior Eleitoral, a Corte Estadual verificou que a prestação de contas não foi realizada no Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE) em virtude dos documentos estarem incompletos.

Ao PSD faltou apresentação dos documentos como registro de todas as contas bancárias que movimentam o Fundo Partidário, demonstrativo de recursos do FP distribuídos a candidatos; demonstrativo de doações recebidas; demonstrativo de contribuições recebidas; demonstrativo de sobras de campanha; demonstrativo de transferência financeiras intrapartidárias recebidas; demonstrativo de transferência financeiras intrapartidárias efetuadas; parecer da comissão executiva, entre outros.

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O PT de Campina Grande deixou de comprovar gastos de mais de R$ 12 mil com aluguéis, R$ 5.765,00 com locação de veículo, extratos bancários; conciliação bancária;relação dos responsáveis; cópia da GRU sobre recursos não identificados ou de fontes vedadas; demonstrativo de transferência recebidas fundo partidário outros diretórios partidários; demonstrativo de dívidas de campanha; demonstrativo de acordos; controle de despesa com pessoal; documentos fiscais dos gastos oriundos do fundo partidário; documentos fiscais dos gastos de caráter eleitoral; certificado de regularidade do profissional contábil; recibos de doações.

Por sua vez, o PT do B deixou de apresentar demonstração das mutações do patrimônio líquido – DMPL; demonstração dos fluxos de caixa; notas explicativas; certidão de regularidade do contabilista; demonstrativo de receitas e despesas; demonstrativo de obrigações a pagar; demonstrativo de recursos do FP distribuídos aos estaduais; demonstrativo de recursos do FP distribuídos aos municipais/zonais; demonstrativo de recursos do FP distribuídos a candidatos; demonstrativo de doações recebidas; demonstrativo de contribuições recebidas; demonstrativo de sobras de campanha ;demonstrativo de transferência financeiras intrapartidárias entre outros.

 

 

blogdogordinho

Reprovação de Dilma cresce e supera a de Collor em 1992

Dilma-RoussefCom 71% de reprovação, a presidente Dilma Rousseff (PT) superou as piores taxas registradas por Fernando Collor (1990­-92) no cargo às vésperas de sofrer um processo de impeachment, mostra pesquisa Datafolha feita entre terça e esta quarta-feira (5).

No levantamento anterior, realizado na terceira semana de junho, 65% dos entrevistados viam o governo Dilma como ruim ou péssimo.

O grupo dos que consideram a atuação da petista ótima ou boa variou para baixo, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Em junho, 10% dos consultados pelo Datafolha mantinham essa opinião. Agora, são 8%.

O cenário piorou para a presidente Dilma também no que diz respeito a um eventual pedido de impeachment.

Questionados se o Congresso deveria abrir um procedimento formal de afastamento, 66% dos entrevistados disseram que sim. No levantamento anterior, realizado em abril, eram 63%.

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Também aumentou a quantidade de pessoas que acham que ela será retirada do cargo, independentemente de suas opiniões sobre um eventual processo de impeachment. Em abril, 29% diziam que a presidente seria afastada do Planalto. Agora, 38% disseram achar que Dilma sofrerá um impeachment.

Os números registrados pelo Datafolha na pesquisa desta semana são os piores desde que o instituto iniciou a série de pesquisas em âmbito nacional, em 1990, no governo Fernando Collor.

O atual senador pelo PTB-­AL, investigado na Lava Jato, era até agora o recordista de impopularidade na série do Datafolha, com 9% de aprovação e 68% de reprovação na véspera de seu impeachment, em setembro de 1992.

Dilma, dessa forma, passa a ser a presidente com a pior taxa de popularidade entre todos os eleitos diretamente desde a redemocratização.

As pesquisas Datafolha do período do governo José Sarney (1985­1990) eram feitas em dez capitais. Incomparáveis, portanto, com as seguintes. Nesse universo, Sarney registrou 68% de reprovação em seu pior momento, em meio à superinflação.

Regiões
A reprovação à presidente Dilma Rousseff é homogênea em relação às regiões do país, com índices em patamares semelhantes em todas elas.

Nos locais em que seu partido, o PT, costuma ter mais reprovação, a presidente registrou taxas levemente piores. A maior taxa de reprovação foi registrada na região Centro­Oeste, 77%. No Sudeste e no Sul, 73% dos entrevistados disseram que o governo é ruim ou péssimo.

Mesmo no Nordeste, região do país onde o PT costuma ter melhor desempenho eleitoral, a aprovação de Dilma é baixa. Apenas 10% dos consultados pelo Datafolha afirmaram que o governo é ótimo ou bom. Outros 66% entendem que a administração é ruim ou péssima.

As taxas apuradas pelo Datafolha em relação à questão do impeachment também são consistentes independentemente da região do país.

No Centro­-Oeste, 74% acreditam que o Congresso deveria fazer tramitar um pedido de afastamento. Sul e Sudeste registram 65%. No Nordeste, o percentual é maior, porém dentro da margem de erro, com 67%.

Também não há diferença relevante em relação a idade ou o sexo dos entrevistados. Os resultados tanto entre homens como entre mulheres repetem o percentual de reprovação geral, de 71%.

Dilma tem reprovação levemente inferior entre pessoas com mais de 60 anos (68%). Os resultados das outras faixas etárias variam pouco, sempre dentro da margem de erro.

O Datafolha entrevistou 3.358 pessoas com 16 anos ou mais em 201 municípios nas cinco regiões do país.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O nível de confiança do levantamento é de 95% –se fossem realizadas 100 pesquisas com a mesma metodologia, os resultados estariam dentro da margem de erro em 95 ocasiões.

Da Folha de S. Paulo

Com 92% de reprovação, prefeita de Natal desiste de reeleição

A prefeita de Natal, Micarla de Sousa (PV), disse ontem que não vai concorrer à reeleição neste ano. Ela alegou problemas de saúde e afirmou que sofre críticas por ter escolhido “cuidar de gente”, em vez de “calçar ruas”.

Evangélica, ela citou trechos da Bíblia e afirmou estar “pronta para outras missões”.

A jornalista Micarla foi eleita em 2008 no primeiro turno com 50,8% dos votos, com o apoio do senador José Agripino Maia (DEM). Sua gestão, muito criticada, enfrentou até protestos organizados pela internet.

Pesquisa da Consult no início deste mês encomendada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil apontou 92,3% de desaprovação à gestão; 82,5% dos ouvidos disseram que não votariam nela.

Segundo a assessoria da prefeita, a decisão foi motivada pela família, que pediu que ela se dedicasse a cuidar da saúde.

A prefeita se junta a outros dois prefeitos de capitais que devem ficar fora da disputa: João da Costa (PT-Recife) e Luciano Agra (sem partido-João Pessoa), porém, não concorrerão por decisão de suas siglas.

folha.com

Brasil tem maior taxa de reprovação no ensino médio desde 1999

Em 2011, 13,1% de todos os estudantes matriculados em algum ano do ensino médio estavam repetindo a mesma série feita em 2010. A taxa de reprovação no ensino médio, incluindo tanto a rede pública quanto as escolas particulares, foi divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) na tarde de segunda-feira (14) em seu site, com base nas informações do Censo Escolar 2011.

Esse é o pior índice desde 1999, primeiro ano com dados disponíveis no site do Inep. Entre 2006 e 2007, o órgão alterou a metodologia e adotou a taxa de rendimento em vez de índices de evasão escolar. Porém, o número de alunos repetentes no ensino médio, que desde 2007 oscilava em cerca de 12%, acabou sofrendo um leve salto depois de cinco anos (veja tabela abaixo). O G1 procurou a assessoria de imprensa do órgão para perguntar o motivo desta tendência, mas ainda não obteve resposta.

Os estados com maior índice total de reprovação no ensino médio são Rio Grande do Sul (20,7%), Rio de Janeiro (18,5%) e Distrito Federal (18,5%), Espírito Santo (18,4%) e Mato Grosso (18,2%).

A rede municipal de ensino na região urbana de Belém, no Pará, foi a que apresentou o maior índice de reprovação do país: 62,5% seguida pela rede federal na zona rural do Mato Grosso do Sul, com 40,3%.

Os estados com menores taxas de repetição são Amazonas (6%), Ceará (6,7%), Santa Catarina (7,5%), Paraíba (7,7%) e Rio Grande do Norte (8%).

Taxa de abandono
Os dados sobre o rendimento dos estudantes é dividido em quatro categorias: taxa de aprovação, taxa de reprovação, taxa de abandono e taxa de não-resposta (TNR), composta matrículas que não se encaixam nas outras categorias por falta de informação nas escolas.

Apesar do aumento na taxa de reprovação, o índico de abandono no ensino médio vem caindo de maneira constante: em 2007, 13,2% dos estudantes que estavam no ensino médio em 2006 haviam desistido de estudar, enquanto em 2011 o número de desistentes em relação a 2010 foi de 9,6%.

Ensino fundamental
Em 2011, segundo o Inep, o ensino fundamental teve taxa de reprovação de 9,6%. Os estados com maior índice total de reprovação neste ciclo do ensino básico são Sergipe (19,5%), Bahia (18,5%) e Alagoas (15,2%), Rio Grande do Norte (14,9%) e Rondônia (14,2%). A rede estadual de Bahia e Sergipe também têm os piores indices do país: 26,6% e 22,5%, respectivamente.

Os estados com menores taxas são Mato Grosso (3,6%), Santa Catarina (4,4%), São Paulo (4,9%), Minas Gerais (7,3%) e Goiás (7,6%).

G1