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Repórter dá lição de moral em primo preso, durante reportagem na televisão

emerson-machadoO repórter policial Emerson Machado, o ‘Mofi’, protagonizou uma cena inusitada durante gravação de matéria para o programa Cidade Alerta, da TV Correio, nessa quarta-feira (14).

Durante entrevista na Central de Polícia, em João Pessoa, Emerson se deparou com um primo preso, suspeito de tráfico de drogas na Capital. O preso é filho de um tio do radialista, por parte de pai.

Indignado, Emerson questionou o porquê de o primo ter procurado o caminho do crime e deu uma lição de moral no parente. “Meu tio, que é seu pai, não deixou esse exemplo pra você. Ele era trabalhador, vendia sorvete, picolé nas ruas, por isso espero que você mofe na cadeia. Você devia ter vergonha na cara. “, disparou o repórter durante a entrevista.

O jovem justificou a prática de crimes por estar desempregado.

Confira o vídeo:

MaisPB

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Equipe de TV é presa com cocaína falsa durante gravação de reportagem

drogasUma equipe da TV Centro América, afiliada da TV Globo no Mato Grosso, foi detida na noite desta segunda-feira (12), na rodovia BR-070, entre Cáceres e a Bolívia, segundo o Gefran (Grupo Especial de Fronteira).

O órgão afirmou, em entrevista ao R7, que dois veículos, Gol e Parati, foram revistados pelos policiais militares, por volta das 19h. No interior do carro “foram encontrados vários invólucros com fita crepe contendo material esbranquiçado análogo à cocaína” – o policial acrescenta que seriam 240 kg do material suspeito.

O repórter Alex Bezerra Barbosa, Juacir Rodrigues de Queiroz, Flávio Alves Coelho e o boliviano Ygnacio Roman Erravas foram detidos e conduzidos para a PF (Polícia Federal) da cidade de Cáceres. Lá, a equipe da TV Globo prestou depoimento e foi liberada. A PF afirma que foi feito o narcoteste com a substância para confirmar se era ou não cocaína e o resultado deu negativo.

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Em depoimento à polícia, o repórter Barbosa afirma que a equipe estava fazendo uma matéria, a nível nacional, sobre a fragilidade da segurança fronteiriça brasileira. Barbosa acrescentou na declaração que a substância dentro do invólucro seria pó de gesso.

 

R7

Globo Rural traz reportagem sobre a história de sucesso de Amazan

amazanO Globo Rural deste domingo (22) estará exibindo a reportagem especial sobre a influência da Sanfona na região nordestina. O programa da Rede Globo começa as 7 horas. Para ilustrar a reportagem, a história de sucesso do sanfoneiro Amazan, e sua fábrica de sanfonas Leticce.

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As imagens foram gravadas em Jardim do Seridó, com a participação de sanfoneiros conhecidos como Gilvan do Acordeon, Chico de Manoel de Rita e Neném de Laura, além de jovens talentos de Parelhas, e outros municípios da região. Também foram feitas imagens em Campina Grande,cidade onde Amazan se profissionalizou e instalou a sua fabrica de sanfonas.

Blog do Marcos Dantas

Reportagem da “The Economist” foca as mudanças na mídia brasileira após protestos

As recentes mudanças na imprensa brasileira foram tema de uma reportagem da edição dessa semana da revista britânica The Economist. A publicação aponta que, com o crescimento da classe média brasileira, a imprensa esperava que o número de leitores aumentasse, mas o que aconteceu é que esses leitores preferem ver notícias através da internet.
Crédito:Reprodução
Revista analisa mudanças na imprensa brasileira

“Estamos no meio de uma tempestade. Todos estão tentando produzir conteúdo e notícias de qualidade e se manter rentáveis num ambiente hostil”, diz na publicação Jaime Sirotsky, ex-presidente da Associação Mundial de Jornais.

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De acordo com a Folha de S.Paulo, a crise econômica é apontada pela revista como responsável pelas 280 demissões na área jornalística em São Paulo.
Marcelo Lobianco, presidente-executivo no Brasil do IAB (Associação de Mídia Interativa), diz que a baixa fidelidade dos leitores e o avanço da internet são os maiores responsáveis. “[No ambiente] on-line, as pessoas consomem notícias como beliscam uma comida, testando um e outro no meio de vários pratos”, afirma Lobianco.
A publicação ainda afirma que os veículos de comunicação tradicionais foram criticados durante as recentes manifestações no país, mas reconhece que os leitores buscaram informações nesses veículos para se informar sobre os protestos. “Quando questionados sobre como descobriram o que estava acontecendo, seis de cada dez protestantes disseram ter se voltado para fontes de informação como Folha de S.Paulo, TV Globo e O Estado de S. Paulo”, afirma a revista.
Portal IMPRENSA

Reportagem da Folha de S. Paulo diz que em João Pessoa “bandidos matam para não perder a viagem”

tambau247

Reportagem do jornal Folha de S. Paulo, edição deste domingo, retrata a “guerra” entre facções do crime organizado em João Pessoa, destacando a grande incidência de morte de negros.

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Intitulada “Capitais do Medo”, a reportagem destaca em seu subtítulo a banalidade com que as facções criminosas da capital paraibana tratam a morte. Segundo a reportagem, os “bandidos matam para não perder a viagem”.

Embora a reportagerm traga uma coordenada com autoridades da Segurança da Paraíba afirmando que os principais líderes criminosos já estão presos, a matéria tem um tom negativo e revela um quadro de violência medo em João Pessoa.

Veja, a seguir, a parte principal da reportagem:

 

Guerra entre ‘EUA’ e ‘Al Qaeda’ leva terror a João Pessoa

REYNALDO TUROLLO JR.
ENVIADO ESPECIAL A JOÃO PESSOA

Bairros inimigos, condomínios populares que se atacam, brigas de torcidas. Capital líder em homicídios de negros do país, João Pessoa é uma cidade dividida.

No coração dos conflitos, centrados na periferia, estão grupos que controlam diferentes áreas da cidade: a “Okaida”, nome inspirado na rede terrorista Al Qaeda, e os “EUA”, inimigos da Okaida.

Nessa disputa batizada pelo principal conflito mundial deste século, a história se resume à luta pelo comando do tráfico ou de presídios, diz a polícia. Mas moradores da periferia relatam que o problema é mais profundo e se nutre da rivalidade entre bairros.

Sob ameaça de morte, jovens são proibidos de frequentar espaços visados por jovens de áreas rivais, ainda que não tenham ligação com o crime. Pichações das gangues marcam cenas de homicídios.

A briga entre torcidas organizadas também estimula a violência, dizem moradores. Apesar de torcerem para o mesmo time, o Botafogo-PB, a Torcida Jovem da Paraíba e a Fúria Independente são de bairros rivais, e mobilizam centenas de jovens.

Para a polícia, o ódio entre bairros é fomentado por traficantes para forçar jovens vulneráveis a entrar nas facções. “Perguntamos o por quê do encantamento com facções e o próprio jovem não sabe dizer”, diz Andrezza Gomes, 22, da Pastoral do Menor.

MORTES DE NEGROS

João Pessoa registrou 518 mortes violentas em 2012. Para a Polícia Civil, metade está ligada ao tráfico e à disputa entre os grupos.

O Mapa da Violência 2012, que computa homicídios de 2010 registrados pelo SUS (Sistema Único de Saúde), mostra que, para cada homicídio de branco, 29 negros são mortos na cidade.

É a capital com a maior taxa de homicídios de negros do país: 140,7 por 100 mil negros. A taxa nacional é quatro vezes menor, 36.

O estudo considera negro a somatória de quem se declara preto e pardo ao IBGE.

O governo do Estado reconhece que os números apontam uma tendência, mas diz que pode haver diferença entre dados do IBGE, em que o entrevistado declara sua cor, e os do SUS, em que o médico atesta a cor da vítima.

Para o historiador e militante negro Danilo da Silva, a Paraíba vive um “genocídio” da população negra.

Não se trata, porém, de um confronto armado entre raças, mas de enfrentamento entre os próprios moradores da periferia da capital. Silva aponta a “omissão do Estado na periferia”, que não se empenharia para resolver os crimes, como o componente que permite essa situação.

“É como se o envolvimento no tráfico justificasse tudo: morreu, foi coisa boa. Mas nem todos estão envolvidos.” Estudante, pedreiro, capoeirista e negro, Edjackson da Silva Ferreira, 17, foi morto no último dia 20 no condomínio onde vivia com a mãe, no bairro do Valentina, um dos mais violentos da capital.

Moradores do condomínio rival invadiram o local e atiraram em Ferreira apenas para “não perder a viagem”, porque não encontraram seus alvos, dizem pessoas próximas.

“Ele não era do tráfico”, afirma o professor de capoeira João Paulo Pereira, 28. Desde então, tiros entre os condomínios são quase diários. Até semana passada, ninguém havia sido preso.

 

Josival Pereira

Pâmela Bório se defende, diz que é vítima de ataques e agressões e chama reportagem da ‘Isto É’ de mentirosa

A primeira-dama do Estado, a jornalista Pâmela Bório, recorreu na tarde deste sábado as redes sociais para contra-argumentar a reportagem da Revista Isto É divulgada neste final de semana.

“Me perdoem, mas precisava desabafar sobre a verdade dos fatos e me defender dos ataques, da agressão gratuita, da infâmia e maledicência injusta das quais estou sendo vítima”, disse a jornalista no final de seu texto sobre a reportagem. Ela avisa que continuará usando as redes sociais e que não irá apagar postagens.[bb]

Veja na íntegra a publicação da primeira-dama

Considero grave o fato de um veículo, que se pretende idôneo, apresentar texto baseado em apuração leviana e deficiente, no mínimo dos males. O desacato, portanto, não se restringe a minha pessoa, mas se estende ao público por macular o direito ao acesso à informação verdadeira, garantido pela Constituição Brasileira.

No menor dos erros, observei como atitude simplista e até com tom depreciativo me reduzir a uma “ex-modelo”, quando desenvolvo carreira no jornalismo já com mais de 10 anos de trabalhos árduos e dignos, tratando a informação com responsabilidade e, portanto, respeito ao público. Bem diferente do que se mostrou a irresponsável repórter da Revista Época através da veiculação de seu texto repleto de mentiras e especulações ao meu respeito.

Ao contrário de muitos profissionais da mídia e veículos prostituídos, desenvolvo um jornalismo consciente e independente. Nunca trabalhei com política, assessoria ou com gestão pública, mas tenho noção do que é uma administração correta e voltada para as necessidades da população pelo testemunho de ações do atual governo e de outros gestores competentes e sérios. Matérias encomendadas pela oposição não surtem efeito quando fatos se sobrepõem às inverdades.

Declaro com total convicção a mentira de que promovo “festanças” na Granja assim como também são mentiras as alegações de que disponho do dinheiro público. Ora, primeira-dama não tem poder de ordenamento de despesas, fato ocultado pela ignorância ou maldade da jornalista da IstoÉ. Se não sabe, cara colega (chamo-a assim, pois imagino que deve ter formação para executar o trabalho na revista), primeira-dama não é cargo, é apenas uma função, com prazo e limites definidos.

Não recebo qualquer remuneração por ser primeira-dama, tampouco possuo cartão corporativo. Sempre vivi com o suor do meu trabalho honesto e atento aos interesses do público. Jamais recebi propina de políticos, partidos ou quaisquer fontes como, atualmente, agem certos profissionais da imprensa. O que possuo é proveniente do meu salário de apresentadora da emissora que trabalho desde que cheguei na Paraíba. Se carrego uma bolsa Hermés, se ela é falsa ou legítima, isso diz respeito somente a mim. Sequer recebo mesada do meu esposo, possuo autonomia que só mulheres emancipadas optam na atualidade, sempre busquei romper paradigmas e desfazer estereótipos.

Bem verdade que recebo muitos presentes e alguns agradeço publicamente através dos meus canais de interação com as pessoas, a exemplo das lingeries de uma empreendedora paraibana da cidade de Monteiro-PB, citada no texto, as quais tenho orgulho em divulgar e incentivar. Vergonha é deturpar a referida situação alegando se tratar de minha coleção de lingeries (por acaso tem conhecimento se as amostras que recebi me serviram?) com o objetivo de depreciar uma pessoa pública usando o artifício dos padrões ilusórios e juízos de valor e, ainda pior, o estímulo ao preconceito. A propósito, a IstoÉ também ocultou onde o leitor pode analisar as postagens interpretadas e julgadas de acordo com os interesses da revista: @pamela_borio (Twitter) e @pamelaborio (Instagram)

Não vou excluir quaisquer redes sociais ou publicações, não me arrependo de nada que tenha divulgado e continuarei atuando da mesma forma espontânea e condizente com a minha profissão e a minha personalidade. Inclusive, tenho de estar cada vez mais íntima das novas tecnologias e meios de interação já que se trata do meu objeto de estudo do mestrado. Permanecerei desta forma e isso pode até contrariar oposicionistas que querem uma primeira-dama sem voz, acrítica e até submissa, mas o meu foco é continuar sendo a mesma e tendo o comportamento verdadeiro e aberto de sempre.

Penso que minha atual condição é passageira: ESTOU primeira dama, mas SOU e sempre serei jornalista. Amo a minha profissão e sou bem resolvida sobre a minha exposição, seja como esposa de líder político ou como apresentadora de TV. Me orgulho do meu ofício e de quaisquer atividades que tenha desenvolvido na minha história de vida, como desfiles, atuações em peças teatrais, ensaios fotográficos… Também me sinto à vontade com a minha expressividade e aproveito meu espaço na mídia e na internet para promover qualquer atividade ligada à economia, à cultura, aos empreendimentos, à educação, enfim, às peculiaridades do estado e até da atualidade.

Mesmo sendo fortuita e passageira, dedico com empenho a função de primeira-dama, onde tenho a oportunidade de coordenar o Programa do Artesanato Paraibano onde oferecemos capacitações e estimulamos a produção artesanal (conseguimos dobrar a renda dos artesãos através da realização de salões e outras feiras, com oferta de créditos pelo Empreender, com ações de qualificação…) focando na manutenção da tradição e valorização da cultura. Também tenho a honra de presidir a ONG CENDAC onde sanamos dívidas e focamos na profissionalização em detrimento ao assistencialismo. Assim, já oferecemos quase 3000 cursos profissionalizantes em apenas 2 anos.

Por esses trabalhos também não recebo qualquer compensação financeira, minha única recompensa é o reconhecimento pelo povo da minha contribuição no crescimento da Paraíba. Não cabe aqui detalhar todas as realizações em benefício de instituições, empresas ou pessoas físicas, mas meus serviços voluntários continuarão sendo escutados da mesma forma e agora com maior motivação já que percebo que minha atuação como primeira dama tem incomodado ao extremo de plantarem inverdades com o propósito maior de me denegrir, mesmo com hipóteses infundadas e facilmente contestáveis.

Vivo da minha imagem desde muito cedo por isso sempre tive cuidado em ter uma aparência asseada antes de estar como primeira dama. Tenho plena consciência de que não me reduzo a uma jovem bonita que se veste com esmero e “gosta de luxo e badalações”, sou muito maior do que qualquer julgamento pré-concebido por quem não me conhece e não vai ser qualquer mentira motivada por sentimentos pequenos como a inveja ou articulação de opositores que vai destruir o que está solidificado há anos, pois mais forte que palavras insanas e delinqüentes alheias, são as atitudes que fazem a história de uma nordestina batalhadora e honesta como eu, de família humilde e honrada, que trabalha desde cedo para sobreviver e que poderia ter escolhido caminhos mais fáceis. No entanto, sempre me direcionei pelo caminho do esforço justo e do conhecimento, nunca fugi de desafios, nem temo polêmicas desnecessárias.

Sobre nossa intimidade, que garanto preservar o fundamental, não tenho o menor constrangimento em demonstrar publicamente qualquer afeto, assim como não tenho pudor em atestar que seguimos “vivendo num clima amoroso que parece prolongar a lua de mel”, nossa relação é baseada apenas no amor que sentimos um pelo outro. É mentira de que nos conhecemos na TV em 2010, ano em que nasceu nosso filho quando já estávamos casados há pouco mais de um ano. Também nos conhecemos em lugar bem diferente da redação ou dos estúdios onde trabalho e quando batizamos nosso bebê em 2011 aproveitamos para celebrar nossa união através da cerimônia religiosa. Mas detalhes não vêm ao caso, apenas reforçam como a reportagem apresentou diferentes mentiras e até amadorismo pois informações como estas são de domínio público (entenda-se “internet”).

A maior gravidade se concentra sobre as acusações da Época de que “parte do dinheiro usado para bancar o luxo ostentado” ou “inúmeros mimos” são provenientes dos cofres públicos e de que “orçamentos terem sido solicitados pela primeira-dama do estado.” Mentira absurda, descabida! É irracional, ilógico afirmar que assumi “o lugar dos pregoeiros e demais funcionários da administração pública responsáveis por cotar preços e dar transparência ao destino das verbas do Estado”!

Saibam que, tanto o veículo quanto a jornalista vão responder por cada mentira disseminada em cada mídia e propagada por outros meios de comunicação. Direito de resposta ou processo algum amenizará a dor e o sofrimento causado à minha família, amigos e a mim. Na possibilidade de ser matéria encomendada, não há dinheiro que por ventura tenham recebido capaz de indenizar tamanha covardia e maldade. Toda a calúnia será entregue à justiça, assim como faço questão da justiça ter acesso a toda a minha movimentação financeira, apesar de ninguém ter pedido ou mencionado isso. Qualquer comprovação da minha lisura será insuficiente diante do desastre da propagação perene pela internet das mentiras e acusações sobre corrupção, roubo ou “estilo de vida extravagante” que ligaram à mim. Atribuições de valores avessos à minha realidade e ao meu caráter serão considerados no processo contra os caluniadores. Talvez desta forma, num futuro breve, consiga ao menos comprar uma casa ou um meio de transporte, coisas que ainda não tive condição de adquirir com meu salário pequeno de jornalista honesta, mas grande e importante em comparação ao valor da imprensa que age com má fé, de forma criminosa e premeditando massacres.

Quanto às informações sobre o que NÃO me diz respeito (os gastos do governo com a Granja ou Casa Civil especulados na reportagem) devem sim ser averiguadas e se constatados os abusos nos preços, como cidadã, exijo que os reais responsáveis sejam julgados. Não tenho conhecimento sobre as despesas do governo, a IstoÉ deveria ter apurado com o secretário da pasta Lúcio Flávio e com os administradores da Granja na ocasião das referidas compras pois a responsabilidade da aquisição é da diretoria administrativa da Casa Civil. Apoio qualquer investigação de uso indevido do dinheiro público, indiscriminadamente. Como expressado nas minhas páginas pessoais, tendo como exemplo minha crítica ao mensalão e ao caso Rosemary.

Nada e ninguém vai me calar sobre a defesa da verdade, da informação e dos interesses dos cidadãos honestos, trabalhadores e aguerridos por um país melhor. Essa é a luta de uma vida. Essa é a luta de várias vidas.

Me perdoem, mas precisava desabafar sobre a verdade dos fatos e me defender dos ataques, da agressão gratuita, da infâmia e maledicência injusta das quais estou sendo vítima.

Veja a reportagem da Revista ISTOÉ

A ex-modelo Pâmela Bório e o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, cultivam um estilo de vida extravagante. Mas quem paga a conta é o contribuinte

Pâmela promove festanças, expõe no Instagram coleção de lingerie e diz que o “maridão”, Coutinho , é quem “curte” as novidades.

A primeira-dama da Paraíba, Pâmela Bório, 29 anos, é uma mulher esfuziante. Ex-modelo, belíssima, olhos claros e corpo escultural, gosta de luxo e badalações, sem revelar nenhuma preocupação com a discrição. Ao contrário. Recentemente, Pâmela exibiu na rede social Instagram sua nova coleção de lingeries e, abaixo das fotos, sapecou a legenda: “Presente para mim, mas quem curte é o maridão.” Tal exibição de intimidade deveria ser uma questão que só dissesse respeito a ela e ao referido “maridão”, o governador Ricardo Coutinho (PSB), 52 anos. O episódio, porém, tornou-se o novo capítulo de uma explosiva investigação de uso indevido de dinheiro público. Após auditoria nas contas da residência oficial do governador, o Tribunal de Contas da Paraíba concluiu que inúmeros mimos da primeira-dama não são pagos somente com o salário de R$ 20 mil de Ricardo Coutinho, cujo patrimônio é avaliado em menos de R$ 1 milhão. Parte do dinheiro usado para bancar o luxo ostentado e os hábitos peculiares da primeira-dama sai dos cofres públicos.

Um relatório do Tribunal de Contas, obtido por ISTOÉ, revela que as festas promovidas na Granja Santana – como é chamada a residência onde moram o governador e a primeira-dama – consumiram 17,4 toneladas de carnes, peixes e frutos do mar, só no ano de 2011. Na mesma prestação de contas, que o órgão de fiscalização classificou como um dos inúmeros “exageros de gastos”, havia uma nota registrando a compra de 60 quilos de lagosta. Além das despesas com comida, os auditores descobriram que até o enxoval do bebê de Pâmela e Coutinho foi pago pelo contribuinte. O governador não mexeu no próprio bolso nem mesmo para comprar os móveis para o quarto do filho ou as bolsas para carregar mamadeiras. A quantidade de farinha láctea adquirida para a criança também espantou o tribunal: foram 460 latas apenas entre os dias 21 de novembro e 13 de dezembro de 2011. “O governador deve ter uma creche em casa para consumir toda essa farinha láctea em menos de um mês”, criticou o deputado estadual Janduhy Carneiro (PEN). A oposição a Coutinho passou a se referir ao caso como “o escândalo da comida infantil”, lembrando que em 28% dos municípios paraibanos não há creches.

O relatório do Tribunal de Contas estadual ainda mostra outras excentricidades. Segundo a fiscalização, no ano passado, a residência oficial foi abastecida com rolos de papel higiênico ao custo de R$ 59 o pacote com quatro unidades. Detalhe: as folhas higiênicas eram personalizadas com a impressão do desenho de um casal de noivinhos. Foram adquiridos também sais e espumas de banho, além de artigos de decoração. Tudo sem levar em consideração a cotação de preços exigida por lei. “Transpareceu como critério de escolha o gosto pessoal e não a impessoalidade exigida na ação administrativa pública. Robustece a afirmação o fato de os orçamentos terem sido solicitados pela primeira-dama do Estado”, censurou o tribunal. Ou seja, como se estivesse administrando o orçamento de sua casa, Pâmela assumiu o lugar dos pregoeiros e demais funcionários da administração pública responsáveis por cotar preços e dar transparência ao destino das verbas do Estado. Ao que tudo indica, a primeira-dama, ostentando sua infalível bolsa Birkin, da grife Hermés, circulou pelas lojas locais comprando o que era de seu interesse. “O transportador da mercadoria, registrado na nota fiscal, foi a senhora Pâmela, esposa do governador”, cravaram os auditores.

Nascida na Bahia, aos 13 anos Pâmela começou uma carreira como modelo. Quando adolescente, participou de vários concursos de beleza, sendo premiada em todos eles, como gosta de lembrar. Já adulta, promoveu campanhas publicitárias para uma renomada joalheria. Em 2008 conquistou o título de miss Bahia. E, quando seu destino parecia mesmo as passarelas, transferiu-se para João Pessoa, para trabalhar como apresentadora de uma televisão local. Foi ali na tevê, em 2010, que ela conheceu Coutinho, entrevistando-o como candidato ao governo do Estado. Casaram-se em fevereiro de 2011, um mês após a posse. No Estado, Coutinho é conhecido como homem simples, filho de um agricultor e uma costureira. Segundo amigos do casal, o “maridão” e a primeira-dama seguem vivendo num clima amoroso que parece prolongar a lua de mel. O problema é saber quem paga a conta do romance. Na quinta-feira 10, a assessoria do governador Coutinho informou à Istoé que na Granja Santana são servidas 120 refeições diárias que atendem o pessoal da limpeza, segurança, jardinagem, etc. Quanto às despesas, com o enxoval do filho do governador, informa que “é obrigação do Estado suprir os gastos particulares de sobrevivência dos governantes nas residências oficiais”. Afirma, ainda, que a primeira-dama não possui cartão corporativo e que a bolsa Hermés “é uma réplica”.

MaisPB

Couto diz que sindicância da PM está tentando encobrir oficiais denunciados em reportagem

 

O deputado Luiz Couto (PT-PB) ocupou a tribuna da Câmara Federal, na terça-feira (23/10), para dizer que a sindicância instalada pela Polícia Militar da Paraíba está invertendo o foco na apuração das denúncias veiculadas no programa ‘Aconteceu’, da Rede TV, exibido em 20 de outubro de 2011, que mostrou a participação de oficiais em esquema de serviços de segurança privada para supermercados e restaurantes, bem como o uso de policiais nessas atividades e na formação de milícias privadas.

Couto lembrou que no dia 11 de junho deste ano fez registro na Câmara destacando que apenas em 7 de maio/2012, mais de seis meses após o fato, foi que a PM-PB instaurou a comissão de sindicância, “o que já caracteriza um descaso”. “Na ocasião, denunciei que ao invés de tentar apurar e investigar os relatos apresentados, a comissão vem tentando intimidar pessoas que nem mesmo participaram do programa, assim como as que denunciaram, o que caracteriza a inversão do objeto da investigação”.

O parlamentar disse que por ter sido entrevistado na reportagem, como membro da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM) e relator da CPI que investigou os grupos de extermínio e a pistolagem no Nordeste, acabou sendo intimado a comparecer à comissão de sindicância, “numa clara tentativa de intimidação à minha pessoa”. “Até hoje não sabemos o resultado, a conclusão desse inquérito”, enfatizou.

Luiz Couto ressaltou que desta vez a tentativa de intimidação recaiu sobre o major PM Alessandro Frankie Borges Ribeiro. O deputado revelou que apesar de negar que tenha participado do programa ‘Acontece’, no último dia 17 Frankie recebeu intimação para se apresentar na condição de investigado em sindicância que, a princípio, averigua declarações formuladas contra ele pelo traficante de nome Canindé por supostas ameaças.

Couto observou que as declarações feitas por um traficante que cumpre pena na Penitenciária de Alcaçuz, na cidade de Nísia Floresta, no Estado do Rio Grande do Norte, desperta certa curiosidade. Porém, acrescentou: “o intrigante é que os fatos relatados pelo negociante de drogas Canindé supostamente aconteceram em 2006 e 2007”.

“Não é estranho que passado todo esse lapso temporal, se venha novamente tentar apurar os mesmos fatos? E por que agora? Fica muito patente a intimidação ao major por tentar lhe atribuir às denúncias veiculadas na Rede TV, completou.

Depois de pronunciar que desconfia que esta seja mais uma investida para atingir policiais do seu circulo de amizade, Luiz Couto afirmou que a sindicância vem tentando escamotear o verdadeiro propósito dos encaminhamentos, “que seria, na verdade, a instalação do processo disciplinar contra os altos oficiais da PM-PB denunciados”.

O parlamentar salientou que já encaminhou as informações ao governador Ricardo Coutinho para as providências cabíveis.

Confira o pronunciamento:

O SR. LUIZ COUTO (PT-PB. Pronuncia o seguinte discurso.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, venho a esta tribuna para denunciar, mais uma vez, a inversão na apuração de fatos em sindicância instalada pela Polícia Militar da Paraíba. Em 11 de junho de 2012, estive na tribuna desta Casa para registrar que havia sido instaurada uma sindicância no âmbito da Polícia Militar da Paraíba para apurar denúncias veiculadas no programa televisivo Aconteceu, da Rede TV, exibido em 20 de outubro de 2011, que relatou a participação de oficiais da Polícia Militar da Paraíba em esquema de serviços de segurança privada para supermercados, restaurantes, bem como o uso de Policiais Militares nessas atividades e, bem como na formação de milícias privadas.

Na oportunidade, denunciei que apenas em sete de maio de 2012 — mais de seis meses após o fato — é que foi instaurada essa comissão de sindicância, o que já caracteriza um descaso. Denunciei também, em 11 de junho, que a mencionada comissão de sindicância ao invés de tentar apurar e investigar os citados na reportagem e os fatos denunciados no programa televisivo, vem tentando intimidar pessoas que nem mesmo participaram do programa, assim como as que denunciaram, o que caracteriza a inversão do objeto da apuração, deixando de investigar os denunciados e tentando incriminar as mencionadas pessoas.

Por outro lado, quero denunciar aqui que essa sindicância está tentando escamotear o verdadeiro propósito dos encaminhamentos, que seria, na verdade, a instalação do processo disciplinar contra os denunciados, no caso, altos oficiais da Polícia Militar da Paraíba. É sabido que a sindicância é um processo preliminar para colher elementos quando inexistem indícios de autoria e provas de crimes, podendo resultar, no máximo, em um pedido de instauração de processo disciplinar, já que a sindicância só pode aplicar penalidade em casos de transgressões consideradas leves ou levíssimas, o que não éo caso. Porém, o que se constata na exibição da referida reportagem é a presença de vários delitos e fortes indícios de autoria de crimes de extorsão, assassinato, formação de quadrilha, entre outros.

Por ter sido entrevistado na reportagem como membro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e relator da CPI que investigou os grupos de extermínio e a pistolagem no Nordeste, fui intimado a comparecer à mencionada sindicância, que, como mencionei anteriormente, é inócua. Por isso, entendo que se trata de uma tentativa de intimidação à minha pessoa. Pois bem, não sabemos o resultado desta sindicância, qual foi a sua conclusão.

Desta feita a tentativa de intimidação e incriminação recai sobre o Major da Polícia Militar da Paraíba Alessandro Frankie Borges Ribeiro, matricula 519583-7. O Major PM Frankie nega que tenha participado do mencionado programa Acontece,da Rede TV, exibido em 20 de outubro de 2011. Mas, no dia 17 de outubro de 2012, ele foi intimado para se apresentar, na condição de investigado, em Sindicância que, a princípio, apura declarações formuladas contra o ele, pelo traficante conhecido por CANINDÉ de supostas ameaças. O fato das declarações feitas por um traficante, condenado por tráfico e cumprindo pena na Penitenciária de Alcaçuz, na cidade de Nísia Floresta, no Estado do Rio Grande do Norte, já desperta certa curiosidade. Porém, o intrigante é que os fatos relatados pelo traficante de drogas CANINDÉ supostamente aconteceram em 2006 e 2007.

E mais intrigante ainda é que os mencionados fatos já foram objetos de um IPM, que concluiu em 30 de janeiro de 2008, que por não haver indícios de crime militar, requerendo o envio dos autos para a esfera da Justiça Comum Estadual (Processo nº 200.2007.014.736-4). O mencionado Inquérito Policial tramita na Justiça Estadual desde 05 de março de 2008, sem que o Ministério Público, AO MENOS, formulasse a DENÚNCIA. Agora, quase 6 anos após os fatos, com IPM concluído e declinado da competência háquase 5 anos, e de tramitar Inquérito Policial (sem Denúncia) há mais 4 anos e 6 meses na Justiça Comum, se requenta os fatos e se instaura uma Sindicância contra o Major PM Frankie.

Não é estranho que passado todo esse lapso temporal, se venha novamente tentar apurar os mesmos fatos? E por que agora? Fica muito claro a tentativa de intimidação ao Major Frankie por se tentar atribuir a ele as denúncias veiculadas no programa televisivo Aconteceu, da Rede TV, exibido em 20 de outubro de 2011.

A Polícia Militar da Paraíba, ao invés de ter instaurado esta Sindicância com caráter intimidatório e de cunho incriminador, por já ter sido os fatos apreciados na Esfera Militar e ser objeto na Justiça Comum Estadual, deveria era apurar as atividades ilícitas do Capitão NEUBON NASCIMENTO DE LIMA que foi condenado pela Primeira Vara Federal de Cascavel no Estado do Paranápela prática dos crimes previstos no art. 18 da Lei nº 10.826/03, c/c arts. 19 e 20 desta Lei (tráfico internacional de arma de fogo de uso proibido ou restrito) e art. 273, §1º-B, I do Código Penal (Importar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais falsificado, corrompido, adulterado ou alterado, sem registro, quando exigível, no órgão de vigilância sanitária competente), em concurso formal (art. 70 do CP), ao cumprimento da pena privativa de liberdade de 08 (oito) anos e 09 (nove) meses de reclusão, em regime inicial fechado, ao pagamento de 228 (duzentos e vinte e oito) dias-multa, sendo ovalor de cada dia-multa correspondente a 1/20 (um vigésimo) do salário mínimo vigente à época do fato delituoso, conforme decisão em anexo.

Isso mostra que, infelizmente, quem denuncia é motivo de sindicância, quando, na realidade, se deveria identificar, apurar e abrir processo disciplinar contra aqueles que estão sendo denunciados. Será que querem penalizar policiais que mantém uma relação de amizade com o Deputado Federal Luiz Couto? Encaminharei cópia deste meu pronunciamento e de sentença em anexo ao governador do Estado da Paraíba, Ricardo Vieira Coutinho, para conhecimento e providências cabíveis.

Era o que tinha a dizer

Sala das Sessões, 23 de outubro de 2012.

Ascom Dep. Luiz Couto

Vital concorda com reportagem da Globo que revela o descaso do Estado com o Vale dos Dinossauros

 

O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) destacou nesta quarta-feira (25) estar de comum acordo com o repórter da rede Globo de televisão, Régis Rosing, que esteve recentemente na cidade de Sousa fazendo uma matéria especial para o programa Esporte Espetacular, onde revelou que o Vale dos Dinossauros poderia ser melhor cuidado e mais valorizado, por se tratar de um patrimônio histórico. Vital já se posicionou favorável no Senado para conseguir o apoio dos seus colegas na aprovação da proposta do Leonardo Gadelha (PSC), que cria o Parque Nacional do Vale dos Dinossauros.

Segundo ele, tramita na Câmara o Projeto de Lei 3096/12, do deputado sousense, que cria o Parque Nacional do Vale dos Dinossauros, em uma área de mais de 700 km2 situada nos municípios de Sousa e São João do Rio do Peixe, na Paraíba.

Vital acredita que o projeto assim que chegar ao Senado contará com o apoio da bancada paraibana por assegurar entre suas finalidades a preservação de todo o conteúdo fóssil existente no seu limite, especialmente as pegadas de dinossauros localizadas na Passagem das Pedras (Fazenda Ilha) em 1897; a intensificação do desenvolvimento de pesquisas relacionadas à preservação dos depósitos arqueológicos; a promoção das atividades de educação e turismo de cunho ecológico, científico e cultural, com o intuito de desenvolver o ensino de paleontologia, icnologia, museologia e outros; além de colaborar para a manutenção e restauração dos ecossistemas da região.   “Espero da próxima vez que voltar a Sousa, encontrar essa relíquia com mais investimentos, estudos sobre escavação e outras descobertas”, disse o repórter da Globo.

Turismo – Vital concorda com Leonardo no tocante a ressaltar que o Vale dos Dinossauros é um dos sítios arqueológicos mais importantes do mundo e um dos principais pontos turísticos da Paraíba. O parlamentar argumenta, no entanto, que a região encontra-se em situação precária, sem receber incentivos nem subsídios financeiros de manutenção, o que vem provocando a sua decadência. “A criação do parque será, portanto, de grande valia para a população local”, diz.

Desapropriação – Pelo projeto, o parque será administrado pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Ibama), que deverá cuidar de sua implantação e atuar em conjunto com órgão estaduais e municipais.

Os imóveis privados localizados dentro dos limites do parque serão declarados de utilidade pública, para fins de desapropriação. Já os bens de domínio público serão objeto de cessão de uso ao Ibama. No prazo de dois anos, a contar da vigência da nova lei, deverá ser elaborado o plano de manejo do estabelecimento, com a participação do governo da Paraíba e das prefeituras envolvidas.

O senador que já articula uma agenda de compromissos com o parlamentar cristão em Campina Grande revela que o Projeto de Lei 3096/12 incluirá em sua estrutura um museu e centro de pesquisas de vestígios arqueológicos.

“Leonardo é uma pessoa altamente capacitada e está fazendo um trabalho belíssimo na Câmara dos Deputados. A experiência de Leonardo na Assembleia Legislativa como parlamentar propositivo e defensor dos interesses da Paraíba especialmente da região do sertão paraibano são credenciais para o cargo, que ele vai exercer com competência e integridade, valores presentes em toda a trajetória da sua família”, destacou Vital.

Gadelha agradeceu ao parlamentar peemedebista como ao prefeito Veneziano Vital do Rêgo pelo apoio que vem dando ao seu mandato. “Agradeço ao senador Vital do Rêgo que vem colaborando com meu mandato e ajudando a minha região como também ao prefeito Veneziano que com muita seriedade está beneficiando os campinenses e as cidades que compõem o complexo da Borborema”.

Assessoria para o Focando a Notícia

Revista da Bahia destaca Bananeiras em reportagem especial sobre os atrativos turísticos do ‘Destino Paraíba’

A próxima edição da revista Nova Imagem, da Bahia, vai trazer um caderno especial sobre o “Destino Paraíba”. A publicação bimensal, que tem uma tiragem de 30 mil exemplares, possui um caderno especial intitulado “5 dias, 5 Estrelas” e dá destaque aos roteiros turísticos do Brasil e do mundo. O editorial vai mostrar o que a Paraíba tem de melhor.

O jornalista Vladimir Ilitch, responsável pelo caderno, desembarcou no Aeroporto Castro Pinto na madrugada de sábado (31). Inicialmente, ele conheceu o litoral da Costa do Conde. Na segunda-feira (2), o jornalista chegou a João Pessoa, cidade que visitou há cerca de seis anos. “Estou surpreso com a beleza das praias da cidade e com algumas mudanças na infraestrutura”, disse.

A vinda do jornalista à Paraíba foi viabilizada por uma parceria entre a Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), a Associação Brasileiria da Indústria de Hotéis na Paraíba (Abih-PB) e a Abrasel-PB. O roteiro de visitas inclui ainda uma visita a cidade de Bananeiras, na região do Brejo.

Nova Imagem –  A revista é uma publicação que atua há oito anos no mercado de comunicação da Bahia, tendo como foco o estilo de vida. A revista circula a cada dois meses, com 170 páginas sobre cultura, turismo, arte, moda, saúde, decoração, gastronomia, consumo e cobertura de eventos.

A Nova Imagem é distribuída em 517 bancas de revistas da cidade de Salvador, como também em livrarias, agências de viagens, hotéis, pousadas, aeroporto, órgãos públicos (federais, estaduais e municipais), prédios empresariais, academias de ginástica, clínicas de estética, lojas de decoração, salões de beleza e restaurantes.

Brejo.com