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Vermelho e Branco repete sucesso com homenagem a Warnete Bandeira

Foto: Edilson Santos
Foto: Edilson Santos

Sucesso. Essa é a palavra que pode definir o Baile Vermelho e Branco, que em sua edição de 2015 homenageou a ex-primeira dama Warnete Bandeira. Todos os anos os filhos de Solânea se reúnem no baile que lembra os carnavais passados, onde o confete e a serpentina, além da paz e da alegria, são os personagens principais da festa.

 

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O Vermelho e Branco foi realizado no Grêmio Morenense, no último dia 7 e novamente teve casa cheia. Os foliões dançaram a noite inteira ao som de marchinhas carnavalescas que passam de geração para geração.

 

A cada ano a família Vermelho e Branco aumenta ainda mais, já que os antigos foliões agora vão à festa acompanhados de seus filhos e até netos, mantendo a tradição de um baile onde famílias inteiras se sentem a vontade para brincar o carnaval antecipadamente na certeza que a violência será zero e de que o que reina no palco da festa é apenas a alegria.

 

Acompanhada da família, a homenageada Warnete Bandeira esteve na baile para receber as honras de uma festa que valoriza os personagens solanenses que marcaram a história da cidade. Filha do histórico Adauto Silva, Warnete é uma das filhas mais especiais da cidade de Solânea. Ela faz parte da história da antiga Moreno e também de uma época em que o carnaval era feito com confete, serpentina e fantasias que enfeitavam os salões com suas cores vivas e alegres.

 

 

Redação/Focando a Notícia

Olimpíada repete Copa e tem 5% de projetos prontos a 2 anos do início

rio2016Você gostou da Copa do Mundo de 2014? Achou que o torneio foi bem organizado? Ficou satisfeito com o legado? Pois saiba que a Olimpíada de 2016 ruma para ter uma organização bem parecida com a do Mundial da Fifa. Faltando exatamente dois anos para o início dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o evento tem o mesmo percentual de obras concluídas que a Copa tinha dois anos antes de começar: 5%.

Isso é o que consta dos últimos relatórios oficiais e públicos de monitoramento da preparação para a Olimpíada. A última versão da Matriz de Responsabilidade Olímpica, divulgada na semana passada, e o Plano de Políticas Públicas dos Jogos, apresentado em maio, contêm 79 projetos para a Rio-2016. Desses, quatro estão oficialmente concluídos (5,06% do total): elaboração de projetos para arenas, construção do Parque dos Atletas, reforma do Sambódromo e a construção de arquibancadas para o local.

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Os dois documentos citados acima foram elaborados pela Prefeitura do Rio de Janeiro, governo do Estado e governo federal visando à Olimpíada. Juntos, eles dão um panorama de tudo que o setor público precisa fazer ou pretende viabilizar para que os Jogos de 2016 sejam bem sucedidos e beneficiem conforme o prometido a população da cidade.

Com esse mesmo objetivo, governos envolvidos na Copa do Mundo de 2014 elaboraram a Matriz de Responsabilidade do Mundial. Em maio de 2012, faltando pouco mais de dois anos para o início do torneio, o documento continha 101 projetos relacionados com o Mundial. Desses, só cinco estavam concluídos na época (4,95% do total). Os cinco eram reformas parciais em aeroportos de cidades-sede: Cuiabá, Porto Alegre, São Paulo (2 projetos) e Campinas.

Os números foram divulgados em balanço do andamento dos projetos para o Mundial produzido pelo Ministério do Esporte. Segundo esse balanço, 55 das obras listadas na matriz estavam em execução (54%) e outras 41 nem haviam sido iniciadas (40%).

A exatos dois anos para o início da Olimpíada, o Rio de Janeiro tem 53 projetos em execução (67%) e outros 22 ainda parados (28%). Dentre os projetos que ainda não começaram, estão as reformas em arenas construídas para os Jogos Pan-Americanos de 2007 que precisarão de adaptação para os Jogos de 2016.

“São coisas pequenas que precisarão ser feitas”, explicou o prefeito Eduardo Paes, que está satisfeito com o andamento dos projetos olímpicos do Rio. “O Engenhão [estádio que receberá o atletismo na Rio-2016] precisa de uma reforma em sua pista, de uma nova iluminação e de cadeiras que serão alugadas. Isso é rápido.”

Andamento dos projetos da Rio-2016

79 projetos precisam ser concluídos para a realização da Olimpíada de 2016

4 estão concluídos. Isso representa 5% do total

53 estão em execução. Isso representa 67% do total

22 não foram iniciados. Isso representa 28% do total

Fonte: APO (Autoridade Pública Olímpica)

Paes participou na tarde de segunda-feira de uma entrevista coletiva concedida na sede do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016. Lá, ele chegou informar a jornalistas que 55% das instalações esportivas olímpicas do Rio estariam prontas ou precisando de uma simples adaptação para os Jogos. Nessa conta, entretanto, Paes incluiu o próprio Engenhão, que está interditado há mais de um ano por causa de problemas em sua cobertura.

“Os projetos de longo prazo desta Olimpíada já foram todos iniciados”, ponderou Paes. “Estamos cumprindo nosso cronograma e vamos entregar tudo no prazo.”

Copa x Olimpíada

O secretário executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes, ratificou a posição de Paes. Fernandes foi o membro do governo do COL (Comitê Organizador Local) da Copa do Mundo. Acompanhou de perto a preparação do país para o Mundial e disse que está tão confiante no sucesso da Rio-2016 quanto esteve no da Copa.

Para ele, todos os envolvidos com a organização da Olimpíada não terão conforto até o início do evento. No entanto, para Fernandes, eles têm como entregar os projetos dento do prazo e do custo prometido.

Vale lembrar que Fernandes também tinha dito isso durante a preparação do Brasil para a Copa. Fato é que a entrega de estádios atrasou e alguns projetos de infraestrutura incluídos na Matriz de Responsabilidade até hoje ainda não saíram do papel. “Aprendemos com a Copa. Por isso, hoje só divulgamos valores de projetos olímpicos depois da licitação”, complementou ele.

Custo indefinido

Justamente por que um quarto dos projetos da Rio-2016 ainda nem começou a ser executado, é impossível dizer quanto os Jogos custarão. Hoje, todos os orçamentos já divulgados preveem que o evento custe R$ 37,6 bilhões. Os organizadores sabem, no entanto, que muita coisa que precisa ser feita não foi orçada. Para Paes, o custo final dos Jogos só poderá ser contabilizado no início de 2016.

“O trecho da lista de projetos que ainda não tem seus dados completos [incluindo o custo] só deve ser divulgado em 2016”, disse ele. “Não há como alugar cadeiras para o Engenhão agora, por exemplo.”

O COI (Comitê Olímpico Internacional), que algumas vezes reclamou das indefinições no orçamento da Rio-2016, elogiou a organização do evento nessa segunda-feira. O diretor executivo de Jogos Olímpicos da entidade, Gilbert Felli, afirmou que o Rio está no caminho certo para realizar uma grande Olimpíada. “O Brasil vai conseguir realizar bons Jogos. Acompanhei os projetos de infraestrutura, transporte e hotéis. Tudo está bem”, disse ele. “Tenho a certeza de que o Rio fará grandes Jogos.”

Uol

A história se repete: petista ignora Ricardo Coutinho e pode enfrentar mesmo problema de Luiz Couto

frei e coutoEntre os deputados estaduais que integram a base do Partido dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa, Frei Anastácio (PT) é o que mais tem resistido a aliança do partido com o PSB do governador Ricardo Coutinho.

Antenado com a Executiva Nacional, o deputado defendeu a coligação da legenda com o PMDB e em diversas ocasiões não escondeu o desejo de ser indicado a condição de vice. Com o inicio da campanha eleitoral, Frei Anastácio garantiu que vai seguir as determinações do partido, mas o seu esforço será pela reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Na primeira reunião com a sua militância no Hotel Xênius, em João Pessoa, quando deu a largada ao seu projeto de reeleição, o parlamentar fez uma análise da conjuntura política estadual e nacional, destacando a situação atual do Partido dos Trabalhadores (PT) na Paraíba e no Brasil.

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Durante a sua fala, Frei Anastácio deixou claro que a sua “principal prioridade será a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT)”. Em nenhum momento, o deputado se referiu de forma clara o apoio ao governador Ricardo Coutinho (PSB), que disputa a reeleição e mantém aliança com o PT da Paraíba, inclusive, com Lucélio Cartaxo (PT) como candidato ao Senado Federal.

Com 41 anos de luta tendo como um dos principais focos os agricultores familiares e trabalhadores sem terra, os sem teto, as mulheres, os idosos, os excluídos da sociedade o parlamentar garante que está pronto para partir para mais um embate.

A postura meio que independente de Frei Anastácio, pode lhe render algumas dificuldades na campanha eleitoral e se repetir o que aconteceu com o deputado Luiz Couto em 2010. Na época, Couto se rebelou contra o PT e preferiu apoiar a eleição de Ricardo Coutinho, ao invés de defender a então candidatura de José Maranhão que tinha como candidato a vice o presidente estadual do PT Rodrigo Soares. Luiz Couto enfrentou dificuldade na campanha e que entrar na Justiça para ter direito de aparecer no guia eleitoral do partido, mas mesmo assim, foi reeleito.

PBAgora

Eduardo Campos repete ‘parceria’ entre FHC e Globo

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos: de aliado a mentor de 'cavalos de Troia' (©eduardocampos40)
O governador de Pernambuco, Eduardo Campos: de aliado a mentor de ‘cavalos de Troia’ (©eduardocampos40)

Boa parte do tucanato, dos anti-lulistas e do chamado PIG (Partido da Imprensa Golpista), – sobretudo a TV Globo – não vê chances em um Aécio Neves cambaleante, com seu discurso falido da privataria tucana, vencer as eleições presidenciais. Mas enxerga Eduardo Campos como o cavalo de Troia que pode se infiltrar no eleitorado lulista, roubando parte dos votos de Dilma em 2014, além de arrastar os votos demotucanos.

As Organizações Globo já testam a viabilidade do nome de Campos, o que se percebe pela reportagem glorificante que a revista Época produziu para o governador de Pernambuco. Claro sinal de que pensa em repetir com Campos o que fez com Fernando Henrique Cardoso em 1994.

FHC tinha a imagem do passado de um político de esquerda, que “lutou” contra a ditadura. E o PSDB se apresentava com a imagem de partido social-democrata. Essa imagem ajudou a “roubar” votos de um eleitorado progressista moderado, que poderia votar em Lula ou Brizola, somando votos aos conquistados através do grande cabo eleitoral que foi o plano Real.

Mas essa imagem de FHC já era um retrato envelhecido no álbum de recordações do passado. O tucano já havia se engajado de corpo e alma no projeto neoliberal do chamado “Consenso de Washington”. Eleito, não decepcionou a Globo, os banqueiros, Bill Clinton, o FMI, os investidores estrangeiros, o mercado financeiro que usava as contas CC-5. Mas traiu o povo brasileiro como um cavalo de Troia, ao vender a Vale a preço de banana, vender a Telebras recebendo menos do que investiu para “saneá-la”, fatiar a “Petrobrax”, para vendê-la em fatias, entregar o controle da poupança interna nacional e dos juros para os banqueiros privados através da venda dos bancos estaduais, em vez de incorporá-los ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal.

Mesmo com toda essa privataria, FHC quebrou o Brasil três vezes e deixou de legado uma dívida explosiva, muito maior do que encontrou. Deixou um Brasil decadente ao seu sucessor. E aos trabalhadores sobrou desemprego, perda de direitos, empobrecimento, arrocho salarial, apagões, tarifaços e mais impostos sobre a classe média, pelo congelamento da tabela de Imposto de Renda e outros sacrifícios.

Pois o caminho escolhido pela pretensa candidatura Campos é o mesmo trilhado por FHC em 1994. Afastar-se de seu passado (fingindo que não), e render-se ao retrocesso demotucano e aos projetos de poder megalomaníacos da TV Globo de submeter a nação às decisões de seus donos.

Qualquer político tem direito a ambicionar ser presidente da República. Qualquer partido pode lançar candidatura própria e fazer alianças. Mas o povo tem o direito de saber o que elas representam e quem está por trás delas. Tem o direito de saber quem está dentro do cavalo de Troia, antes de levá-lo para dentro do Palácio do Planalto.

Eduardo Campos chegou onde chegou politicamente explorando a aliança com Lula e Dilma. Fosse um grande líder político de verdade articularia dentro da base governista, ainda que trocando inevitáveis cotoveladas, para impor-se como liderança nacional dentro deste campo político, viabilizando-se como uma candidatura consistente com os interesses nacionais e populares. Ao puxar o tapete de aliados trabalhistas ligados a Lula, ao estender o tapete vermelho do PSB para as viúvas de FHC – da privataria, dos juros altos – e para a Globo, mostra fraqueza e capitulação, em vez de força política.

O Brasil de hoje não é o mesmo de 1989, 1994 e 1998, quando a Globo e a Veja elegiam presidentes no susto e no medo. Se a Globo constrói seus cavalos de Troia, os internautas se encarregam de mostrar o raio-X de quem está dentro da barriga.

Além disso, Dilma não poderá conviver com cavalos de Troia dentro de seu governo, que só querem os bônus das inaugurações e bons indicadores sociais, mas jogar os ônus dos desgastes políticos dos enfrentamentos para construir maiorias e viabilizar a governabilidade nas costas só da própria presidenta.

Independentemente de fazer juízo de valor sobre a pessoa de Eduardo Campos, o espaço que sobra para sua candidatura em 2014 é ser cavalo de Troia – e provavelmente levar novamente o país ao retrocesso.

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Helena Sthephanowitz, especial para a Rede Brasil Atual

Flu repete na Premiação Brasileirão a festa. Fred, Neymar e R49 brilham

Havia poucas surpresas reservadas para a noite de Premiação Brasileirão 2012, nesta segunda-feira, numa casa de shows em São Paulo. Ao contrário dos anos anteriores, a CBF já havia antecipado, em 23 de novembro, o anúncio dos vencedores. A maior emoção foi quando a arena parecia as Laranjeiras: o time do Fluminense subiu ao palco e, pela segunda vez, ergueu a taça de tetracampeão brasileiro. Com bandeiras tricolores, a festa ficou intensa. Só faltou a volta olímpica. Fred, que levou três prêmios – melhor atacante, artilheiro e craque do campeonato – foi o destaque.

Neymar, que ganhou o prêmio de melhor atacante e o Globolinha, de gol mais bonito, com o golaço do empate por 2 a 2 com o Atlético Mineiro, e Ronaldinho Gaúcho, eleito melhor meia e Craque da Galera com 38% dos votos dos internautas, acabaram sendo os outros que se sobressaíram na glamourosa noite E que provocaram o inusitado.

Os dois já tinham chamado a atenção antes do começo da cerimônia. Neymar não escondeu o lado tiete quando viu Ronaldinho Gaúcho chegar à casa de shows. Aproximou-se do ídolo para uma foto. O mesmo fez Lucas do São Paulo. Já o presidente da CBF, José Maria Marín, havia cochicado ao craque ‘Conto com você’, dando pistas de que o craque atleticano será convocado por Felipão para a seleção brasileira.

Depois, durante a premiação, Ronaldinho e Neymar tiveram que aturar a bricandeira dos presentes à festa. Mas quando se levantou para receber o prêmio de melhor meia, R49 inspirou as primeiras provocações ao ouvir coros de “Vice de novo” e “Mengo”. No de Craque da Galera, ouviu “Olê, olê, olê, olá, Conca, Conca”.

Neymar, quando subiu para levar a taça de melhor atacante, riu quando os tricolores cantaram “O Celso vai te comprar”, numa alusão a Celso Barros, homem forte do Fluminense e presidente da Unimed, anunciante tricolor. E tudo ao som de clássicos da MPB com batida mais eletrônica.

Outro anúncio inédito foi o de Musa do Brasileirão. Ganhou Martina Spier, que desfilou ao som de “Assim você mata o papai”, do grupo de pagode Sorriso Maroto. Ao som de violinos…

Com sete troféus, o grande vencedor em 2012 foi o campeão, o Fluminense. O time das Laranjeiras teve quatro jogadores na seleção – o goleiro Diego Cavalieri, o lateral-esquerdo Carlinhos, o volante Jean e o atacante Fred -, além do técnico Abel Braga. Artilheiro da competição com 19 gols, Fred também foi eleito o craque da competição e subiu ao palco mais duas vezes.

Vice-campeão do Brasileiro, o Atlético-MG aparece logo em seguida, com seis troféus. Quatro jogadores foram lembrados: o lateral-direito Marcos Rocha, a dupla de zaga Leonardo Silva e Réver, além do meia Ronaldinho Gaúcho, que voltou para receber o troféu de Craque da Galera, com 38% dos votos do público. O time mineiro faturou também o prêmio de revelação do ano, com o meia Bernard.

A seleção do campeonato ficou assim: Diego Cavalieri (goleiro, Flu), Marcos Rocha (lateral-direito, Atlético-MG), Réver (zagueiro, Atlético-MG), Leonardo Silva (zagueiro, Atlético-MG) e Carlinhos (lateral-esquerdo, Flu); Jean (volante, Flu), Paulinho (volante, Corinthians), Lucas (meia, São Paulo) e Ronaldinho Gaúcho (meia, Atlético-MG); Neymar (atacante, Santos) e Fred (atacante, Flu). O melhor técnico foi Abel Braga (Flu), e a revelação do campeonato foi o meia Bernard (Atlético-MG). O craque do Brasileirão foi Fred, artilheiro da competição, com 19 gols.

José Maria Marin, Prêmio Brasileirão 2012 (Foto: Miguel Schincariol )Presidente da CBF, José Maria Marin, em momento romântico, beija a mulher (Foto: Miguel Schincariol )

Marín beija a mulher

Pela primeira vez no comando da Premiação do Brasileirão, o presidente da CBF, José Maria Marín, ao lado da mulher, Neusa, começou celebrando os seus 55 anos de casamento e deu um beijo carinhoso na esposa. Depois do romantismo, comemorou a presença de grandes astros e políticos, parabenizou o elenco do Fluminense pelo título e o técnico Abel

Surgiu na Arena a primeira vibração dos presentes. Depois, um time de belas modelos, acompanhadas de vídeo com gritos de torcida, foi ao palco agitar as bandeiras dos clubes brasileiros.

Kleber Machado e a apresentadora da Federação Paulista de Futebol Carolina Galan, que gaguejou no começo, fizeram as honras. Após vídeos com números, foi ao palco o diretor-executivo da Globo Esportes, Marcelo Campos Pinto, que revelou ser tricolor de coração.

Depois, o presidente da CBF retornou ao palco para homenagear o vice-presidente da CBF e presidente da Federação Paulista, Marco Polo del Nero. Marín presenteou o dirigente com uma moldura com réplica da camisa da seleção brasileira da Copa de 1958.

– Qual o número? – perguntou Marín.

– Dez! – gritaram os presentes , para, em seguida, o presidente da CBF virar a camisa para mostrar o número usado por Pelé no primeiro título mundia, em 1958.

Musa do Grêmio leva prêmio

Logo depois, a primeira surpresa. Foi anunciada a Musa do Brasileirão, e venceu a candidata do Grêmio, a loura Martina Spier, que desfilou com um vestido preto ao som de “Assim você mata o papai”, música do Sorriso Maroto, sucesso na novela “Avenida Brasil”, tocada ao som de violino…

As premiações seguiram com o trio de arbitragem. Wilton Pereira Sampaio, filiado à Federação Goiana de Futebol, levou o de melhor árbitro. Entre os assistentes, foram eleitos Altemir Hausmann, do Rio Grande do Sul, e Cleber Lucio Gil, de Santa Catarina. Depois, os 11 jogadores eleitos pelos 900 jornalistas subiram ao palco.

A trilha sonora na entrega dos prêmios acabou sendo uma novidade. Quando o presidente Pieter Siemsen, do Fluminense, deu o troféu de melhor lateral-esquerdo a Carlinhos, do seu time, tocou “Explode coração”, samba-enredo do Salgueiro campeão do carnaval de 1993. Clássicos da MPB, com coreografia de dançarinos, fizeram parte da festa com uma batida mais eletrônica. De “Vou festejar” (Jean) a “Carinhoso” (Lucas), “Brasileirinho” (Ronaldinho Gaúcho) e “Fé cega, faca amolada (Fred).

Quando se dirigiu para pegar o seu troféu, Ronaldinho ouviu coros de “Vice de novo” e “Mengo”. Com novo penteado, Neymar subiu ao palco para receber o prêmio de melhor atacante e ouviu “O Celso Barros vai te comprar”.

Na hora da entrega ao prêmio de melhor treinador para o tricolor Abel Braga, Kleber Machado explicou a ausência de Luiz Felipe Scolari, que não pôde comparecer devido ao falecimento de sua mãe, nesta segunda-feira.

Eleito Craque da Galera, Ronaldinho voltou ao palco e ouviu nova provocação “Olê, olê, olê, olá, Conca, Conca”. O craque levou no bom humor. Fred também retornou ao palco para receber o troféu de melhor jogador do campeonato.

Neymar voltu a ser destaque na noite ao vencer o prêmio Globolinha de gol mais bonito no empate de 2 a 2 com o Atlético Mineiro. A jogada foi genial. Começou quando, de costas, o camisa 11 deu um drible entre as pernas de Rafael Marques e passou também por Leonardo Silva. A dupla de zagueiros ficou no chão. Junior Cesar ficou também pelo caminho. Foi quando Neymar puxou para a perna direita, ameçou chutar e, no momento certo, mandou no canto de Victor. O Galo ainda empatou o jogo, mas o lance já havia se eternizado.

A festa chegou ao momento final na hora da entrega das taças. Ao Sampaio Corrêa, do Maranhão, a de campeão da Série D. Ao Oeste, de Itápolis (SP), o da Série C. Ao Goiás, a tão sonhada taça da Série B que reconduz o clube goiano à primeira divisão. E a do Fluminense, a do tetracampeonato brasileiro. Os jogadores e a diretoria subiram ao palco, receberam as medalhas e a taça para nova comemoração. Com bandeira e tudo, a arena parecia as Laranjeiras em festa.


Os eleitos

Goleiro: Diego Cavalieri (Fluminense)
Lateral-direito: Marcos Rocha (Atlético-MG)
Zagueiro 1: Leonardo Silva (Atlético-MG)
Zagueiro 2: Réver (Atlético-MG)
Lateral-esquerdo: Carlinhos (Fluminense)
Volante 1: Jean (Fluminense)
Volante 2: Paulinho (Corinthians)
Meia 1: Ronaldinho (Atlético-MG)
Meia 2: Lucas (São Paulo)
Atacante 1: Neymar (Santos)
Atacante 2: Fred (Fluminense)
Técnico: Abel Braga (Fluminense)

Revelação: Bernard (meia do Atlético-MG)
Craque do Brasileirão: Fred (atacante do Fluminense)

Globoesporte.com

Decisivo, CR7 repete ‘folha seca’ e dá vitória ao Real em clássico de Madri

Cristiano Ronaldo voltou a decidir a favor do Real Madrid. Com uma exibição para calar qualquer crítica, o craque português anotou três vezes na goleada sobre o Atlético de Madri, por 4 a 1, em clássico disputado no Vicente Calderón, nesta quarta-feira, pela 33ª rodada do Campeonato Espanhol. E, com dois golaços de fora da área, repetiu a chamada “folha seca”, eternizada pelo brasileiro Didi, campeão das Copas de 1958 e 1962 com a Seleção. O centroavante colombiano Falcao García descontou e Callejón, em passe do camisa 7, fechou o placar.

Cristiano Ronaldo - Atletico de Madri x Real Madrid (Foto: AFP)Cristiano Ronaldo cobra falta para abrir o placar a favor do Real Madrid (Foto: AFP)

O resultado leva o time de José Mourinho aos 82 pontos e alivia a pressão após a aproximação do Barcelona, que ainda sonha com o tetracampeonato, com 78. O Atlético, por sua vez, está em nono, com 42, a quatro da zona de classificação para a Liga Europa – o Osasuna é o sexto, com 46. Restam seis rodadas, incluindo o superclássico do dia 21 de abril, disputado no Camp Nou.

Com mais um hat-trick na carreira (três gols em um jogo), Cristiano Ronaldo também superou Lionel Messi na tabela de artilharia do Espanhol. O português igualou sua marca da última temporada e soma agora 40 tentos, contra 39 do argentino. O terceiro colocado é o próprio Falcao García, com 21.

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O triunfo também fez o Real aumentar o jejum de jogos sem perder para o rival. Os colchoneros não vencem os merengues desde o dia 29 de outubro 1999, quando fez 3 a 1 no Santiago Bernabéu.

‘Folha seca’: primeira versão

Com Kaká começando a partida de titular – o lateral Marcelo, com dores musculares, não ficou sequer no banco -, o Real Madrid teve de enfrentar forte pressão nos minutos iniciais. Mais da torcida rival do que propriamente dentro do campo, é bem verdade, mas as dificuldades dos merengues ficaram claras.

Do lado de lá, outro brasileiro, Diego, comandava as ações dos donos da casa, que rondavam a área, mas não conseguiam concluir. Além do ex-jogador do Santos, o lateral Filipe Luís foi outro representante do Brasil em campo. A primeira boa chance surgiu aos nove minutos, com Falcao García, que recebeu pela esquerda e bateu forte, forçando Casillas a realizar boa defesa.

Cristiano Ronaldo comemorando gol - Atlético de madrid X Real MAdrid (Foto: Ag. Reuters)Cristiano Ronaldo comemora um de seus três gols na goleada em pleno Vicente Calderón (Foto: Reuters)

Quando ensaiava uma reação, o Real foi premiado com um gol. E que gol. Em falta da intermediária, a princípio distante da meta, Cristiano Ronaldo soltou a bomba. Como uma folha seca, a bola morreu no canto esquerdo de Courtois: 1 a 0.

O gol deu a vantagem e também o controle da partida aos visitantes. Apesar de serem incomodados, os merengues não chegaram ao segundo por detalhes. Aos 32, Benzema cabeceou ao lado, enquanto Cristiano viu Courtois defender finalização de canhota aos 37. A resposta veio aos 44, com Diego, que assustou.

Do banco, Kaká vê CR7 decidir

Atletico de Madri x Real Madrid (Foto: Agência EFE)Falcao García tenta passar por Coentrão: atacante
foi o melhor em campo pelo Atlético (Foto: EFE)

Mesmo com a vitória parcial, Mourinho mexeu para a etapa final: Özil no lugar de Kaká. Aparentemente a substituição não surtiu efeito, já que o Atlético voltou com postura ofensiva. E o empate não demorou a sair. Aos 10, Diego tabelou com Adrián, que cruzou com precisão para Falcao García, entre a zaga, cabecear no cantinho de Casillas.

Se o centroavante colombiano dava trabalho de um lado, Cristiano Ronaldo decidia do outro. Um minuto depois de perder boa chance de cabeça, o atacante português acertou um chutaço de fora da área, semelhante ao primeiro, que encobriu Courtois, aos 23 minutos. Golaço.

O jogo, no entanto, seguia aberto. Di María quase ampliou aos 28, assim como Falcao García por pouco não deixou o seu segundo, de cabeça, aos 31. Os donos da casa só não contavam, no entanto, que o zagueiro Godín cometeria pênalti infantil em Higuaín, aos 36. Com a ajuda do quique da bola, Cristiano cobrou e anotou o seu terceiro. No fim, ainda houve tempo para Callejón selar a goleada após passe de Cristiano Ronaldo.

Globoesporte.com

Corinthians marca no fim, repete 1 a 0 e encosta na liderança

Foto: Marcelo Pereira/Terra

Em mais uma exibição de solidez defensiva, pouca criatividade na frente e eficiência, o Corinthians bateu o Paulista de Jundiaí por seu “resultado favorito” – 1 a 0 – neste domingo, no Pacaembu, mantendo acesa a chance de terminar a primeira fase do Campeonato Paulista na primeira colocação. Willian marcou de cabeça o gol do time alvinegro, que dominou a posse de bola durante o confronto, mas só conseguiu superar a resistência adversária aos 35min do segundo tempo.

Agora, o Corinthians soma 43 pontos e aparece na segunda posição. O líder é o São Paulo, que tem a mesma pontuação, mas vence no saldo de gols (22 a 16). A decisão do primeiro lugar ficará para a última rodada, quando a equipe do Parque São Jorge visita a Ponte Preta em Campinas, e o time do Morumbi vai ao interior encarar o Linense.

Antes de se preocupar novamente com o Estadual, porém, o Corinthians tem outra viagem pela frente: na quarta-feira, o time de Tite enfrenta o Nacional, do Paraguai, pela fase de grupos da Copa Libertadores. O duelo contra a Ponte Preta, que fecha a fase de classificação do Paulista, acontece só no próximo domingo.

O jogo

Com os desfalques de Chicão (suspenso), Alex, Jorge Henrique e Emerson (poupados por dores), Tite armou o Corinthians com Willian e o peruano Ramírez entre os titulares – os dois atuaram abertos e completaram o quarteto ofensivo com Danilo e Liedson. Atrás, o garoto Marquinhos fez dupla de zaga com Leandro Castán. Já o Paulista veio com três volantes, Dener na ligação e ataque formado por Chiquinho e Rychely.

Os primeiros 15 minutos foram de supremacia corintiana: o time da casa dominou as ações e passou muito perto de abrir o placar. Aos 4min, Willian cortou a marcação e bateu firme, mas a bola desviou na zaga e subiu; dez minutos depois, Fábio Santos bateu falta com perigo. Recuado no campo de defesa, o Paulista só assustou com uma descida do lateral esquerdo Reinaldo, que chutou forte para fora.

Aos poucos, porém, o domínio corintiano foi se convertendo em chances criadas pelo time de Jundiaí no contra-ataque. Aos 18min, Dener acertou um chute violento e a bola explodiu no peito de Júlio César. Pouco depois, Rychely teve duas oportunidades na área após jogadas trabalhadas da equipe interiorana, mas o goleiro alvinegro apareceu bem e salvou ambas.

Com Willian, Danilo e Ramírez sofrendo para escapar da marcação e criar jogadas, a bola pouco chegava a Liedson. O Corinthians só voltou a assustar aos 29min, quando Ramírez ajeitou de cabeça uma bola levantada e deixou Willian em boa condição, mas a finalização do camisa 7 saiu por cima. A última chance de um primeiro tempo morno foi do Paulista: aos 43min, o lateral Samuel Xavier cortou a marcação pela direita e bateu com perigo, mas errou o alvo.

A segunda etapa começou no mesmo ritmo da primeira: Corinthians dominando a posse de bola, mas com dificuldades para furar a marcação, e Paulista apostando no contragolpe. Aos 6min, Willian bateu falta da intermediária e exigiu ótima defesa de Vágner. Quatro minutos depois, foi a vez de Fábio Santos ter nova chance na bola parada e errar o alvo da entrada da área. Tite resolveu mudar as coisas aos 15min, tirando Ramírez e apostando na velocidade de Gilsinho.

Figura nula na partida até então, Liedson teve sua primeira chance na área aos 17min: ele recebeu de Willian, girou e bateu, mas pegou mal na bola e mandou fraco, para fora. Pouco depois, o camisa 9 corintiano foi substituído por Elton e saiu sem receber cartão amarelo – ele segue pendurado para a rodada final da primeira fase, contra a Ponte Preta. E o novo centroavante alvinegro já trabalhou aos 22min, servindo Willian pela esquerda, mas o camisa 7 bateu fraco, para fácil defesa de Vágner.

O goleiro do Paulista brilhou duas vezes no mesmo lance, na melhor chance do Corinthians até então: em bela arrancada, Paulinho entrou na área e chutou forte para ótima defesa de Vágner, que pegou também o rebote de Edenílson. A pressão cresceu em campo e nas arquibancadas, e o gol do Corinthians finalmente saiu aos 35min: Fábio Santos abriu pela esquerda e cruzou na medida para Willian, que desviou no primeiro pau para marcar. O Paulista ainda achou tempo para assustar com duas chegadas perigosas nos minutos finais, mas Júlio César trabalhou bem para garantir mais um resultado de 1 a 0 para a equipe alvinegra.

FICHA TÉCNICA

Corinthians 1 x 0 Paulista

Gol
Corinthians: Willian, aos 35min do 2º tempo

Corinthians: Júlio César; Edenílson, Marquinhos, Leandro Castán e Fábio Santos; Paulinho e Ralf; Ramírez (Gilsinho), Danilo (Douglas) e Willian; Liedson (Elton). Técnico: Tite

Paulista: Vágner; Samuel Xavier, Diogo, Diego Ivo e Reinaldo; Bruno Formigoni, Madson e Wellington; Dener (Fabrizzyo); Rychely e Chiquinho (Carlão). Técnico: Luiz Carlos Martins

Cartões amarelos
Corinthians: Willian, Leandro Castán e Paulinho
Paulista: Madson, Diego Ivo e Bruno Formigoni

Árbitro
José Cláudio Filho

Local
Estádio do Pacaembu, São Paulo (SP)

Público
14.864 pagantes

Renda
R$ 388.968,50

Terra