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Vereador eleito sofre ameaça de morte e é coagido a renunciar mandato, na PB

osorioO vereador eleito da cidade de Soledade, Osório Guedes Policarpo Neto (PROS), conhecido por Professor Netinho, sofreu ameaças de morte e foi mantido em cárcere privado na madrugada desta quarta-feira (28). De acordo com postagem do vereador publicada esta manhã (28) no Facebook, os criminosos teriam exigido que ele renunciasse ao mandato.

“Fui ameaçado de morte caso não renunciasse ao mandato que o povo me concedeu para vereador! Passei momentos de tortura e cárcere na madrugada de hoje e estou chocado; Peço a Deus muita sabedoria de agora em diante e que as medidas cabíveis sejam tomadas. Minha vida está em jogo”, disse Netinho, enquanto fazia check in na sede da Polícia Federal de Campina Grande.

Professor Netinho foi o segundo vereador mais votado do município, com 424 votos. Ele integra a coligação formada por PP, PROS e PSB. Estão na sua suplência os vereadores Márcio do Caminhão (PSB) e Danda (PP).

Confira a postagem do vereador:

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Vereador poderá assumir outros cargos sem renunciar

João Bosco Carneiro deputado estadual
João Bosco Carneiro deputado estadual

O deputado João Bosco Carneiro (PSC) protocolou na Assembleia Legislativa Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Paraíba que permitirá ao vereador de qualquer município do Estado ser investido, interinamente, nos cargos de deputado federal, deputado estadual e senador, sem perder o mandato de vereador. A matéria foi apreciada ontem na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Casa, mas um pedido de vista do deputado Ricardo Barbosa (PSB) adiou a decisão sobre a constitucionalidade da matéria para a próxima sessão..

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A proposta teve a assinatura de mais 14 deputados. O deputado negou que o projeto tenha sido elaborado para beneficiar e atender casos específicos. Ele explicou que em vez de ter que renunciar ao mandato de vereador, para poder assumir interinamente outro cargo, o vereador vai poder apenas se licenciar. A medida já é permitida nas Câmaras Municipais de João Pessoa e de Cabedelo.

O deputado acredita que a medida acha injusto que o beneficiado tenha que renunciar o cargo para assumir outro. A matéria define que a regra vai valer para todas as Câmaras Municipais da Paraíba e não deve causar prejuízo ao erário público, visto que o suplente fará a mudança sem direito a remuneração.

Alexandre Kito /Correio da Paraiba

Presidente da Câmara de Conde deve renunciar nesta segunda após denúncia de nepotismo e fraude

denisO presidente da Câmara do Conde, vereador Denys Pontes, deve entregar sua carta de renúncia ao cargo na mesa diretora na sessão na noite desta segunda-feira, 23. Na última sexta-feira, a sessão na Casa Legislativa do Conde foi bastante tumultuada com os demais vereadores pressionando o presidente para que ele renunciasse. Denys é acusado de nepotismo, por nomear a filha para tesoureira da Câmara, além de fraudes em diárias recebidas por viagens, que não teriam acontecido.

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Na sessão de sexta-feira, praticamente todos os vereadores pressionaram Denys para que ele entregasse o cargo, sobre pena de responder a processos pelas irregularidades, que teriam sido cometidas em sua gestão. No início ele negou qualquer irregularidade, mas diante a pressão de aliados e adversários teria decidido se afastar da presidência.

A sessão de sexta-feira foi muito tumultuada com troca de acusações entre os vereadores e o presidente que se retirou antes do fim da sessão. De acordo com informações de pessoas próximas a ele e outros vereadores, ele não resistiu a pressão e decidiu renunciar. A carta renuncia deve ser entregue hoje a noite.

paraiba.com.br

Após renunciar Prefeitura de Cabedelo, Luceninha se diz tranquilo e promete coletiva

luceninhaApós renunciar ao mandato de prefeito de Cabedelo na última quarta-feira (23), o ex-prefeito José Maria de Lucena, o Luceninha (PMDB), disse estar “tranquilo” e prometeu conceder uma entrevista coletiva à imprensa no início da próxima semana para expor os motivos que o levaram a tomar esta decisão.
Com a renúncia de Luceninha, Leto Viana (PTN) assumiu o comando da cidade e já confirmou um enxugamento da máquina pública com a demissão de comissionados e revisão de contratos de prestadores de serviço.

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Em sua carta-renúncia enviada à Câmara Municipal, o peemedebista relata que tomou uma “decisão sofrida, solitária, mas muito pensada e de caráter irrevogável”.
Ele ainda pede perdão ao povo de Cabedelo por não ter cumprido até o fim o mandato para o qual foi eleito com mais de 78% dos votos. “A todos, peço a compreensão para que não me julguem, apenas acreditem que está acima das minhas forças suportar o fardo que hoje carrego”, disse.
Luceninha diz também que entrega a Prefeitura de Cabedelo nas mãos de uma pessoa competente e ratifica seu compromisso de continuar trabalhando pela cidade.

Luis Torres

Frei Betto: ‘daqui em diante, haverá sempre pressão para o Papa renunciar’

Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

Adepto da Teologia da Libertação, desautorizada e perseguida por Bento XVI quando prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o escritor Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto, vê poucas chances para uma grande reforma na Igreja Católica após a escolha do novo papa. Segundo o religioso, apesar de renunciar, Bento XVI terá grande influência na escolha de seu sucessor, que dificilmente tocará em temas polêmicos da Igreja enquanto o papa renunciante estiver vivo. Na opinião de Frei Betto, a renúncia do Sumo Pontífice pode abrir um importante precedente. “Daqui em diante, haverá sempre pressão para o papa renunciar. Basta desagradar uma das tendências católicas”, previu.

 

Durante a ditadura militar, Frei Betto foi preso por duas vezes por sua militância em movimentos pastorais e sociais. Foi um dos organizadores das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e, na década de 1970, aproximou-se do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, então líder sindical. No auge da repressão aos sindicatos do ABC paulista, conheceu Dom Cláudio Hummes, um dos cinco cardeais brasileiros que participarão do conclave para a escolha do novo papa. Na época responsável pela diocese de Santo André, Dom Cláudio abriu as portas das igrejas para as assembleias sindicais, proibidas pelo governo.

 

Em entrevista exclusiva ao Terra, Frei Betto falou sobre a trajetória de Dom Cláudio e os principais desafios que aguardam o futuro papa, que, segundo ele, será jovem e provavelmente europeu. “Será um verdadeiro milagre a eleição de um não europeu”, projetou o escritor. Leia, a seguir, a seguir a íntegra da entrevista.

 

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Terra – Como o senhor recebeu a notícia da renúncia de Bento XVI?

 

Frei Betto – Surpreso. Foi um gesto de grande humildade. Desagradou os conservadores da Igreja Católica. Daqui em diante haverá sempre pressão para o papa renunciar. Basta desagradar uma das tendências católicas.

 

Terra – O senhor acredita que a decisão de renunciar ao posto, por parte de Bento XVI, pode propiciar uma mudança de postura da Igreja Católica com relação a temas polêmicos, como o celibato, o homossexualismo, os métodos contraceptivos e as pesquisas com células-tronco?

 

Frei Betto – Acho duas coisas: será eleito um cardeal com menos de 73 anos. O eleito, ainda que progressista, não tocará em nenhum desses temas enquanto Bento XVI estiver vivo.

Terra – Quais os principais desafios do futuro papa?

 

Frei Betto – São três: implementar as decisões do Concílio Vaticano II (encontro convocado pelo papa João XXIII, que entre 1962 e 1965 debateu formas de atualizar as doutrinas da Igreja à contemporaneidade); abrir o debate sobre a moral sexual, pois ainda hoje os casais católicos só podem ter relações sexuais se houver intenção explícita de procriação; e dialogar com os avanços da ciência, como células troncos e fertilização de embriões.

 

Terra – Especula-se que o novo papa possa ser africano ou latino-americano, regiões que concentram boa parte dos católicos no mundo. Algumas analistas, porém, indicam favoritismo a cardeais italianos. Qual o seu palpite?

 

Frei Betto – Será um europeu. A Igreja é demasiadamente eurocentrada. Será um verdadeiro milagre a eleição de um não europeu.

 

Terra – Caso o novo papa não seja europeu, que importância isso terá, em sua opinião, nos rumos da Igreja Católica?

 

Frei Betto – Não importa a origem geográfica do novo papa, e sim sua cabeça teológica e política.

 

Terra – Qual o perfil ideal de um candidato a papa no contexto atual?

 

Frei Betto – Menos de 70 anos, poliglota, disposto a abrir a Igreja ao debate dos temas polêmicos.

Terra – O senhor conviveu com Dom Cláudio Hummes quando ele era responsável pela Diocese de Santo André. Quais as principais características que contam a favor de Dom Cláudio em uma eventual indicação a papa?

 

Frei Betto – Seria um excelente papa, pois tem sensibilidade social, não teme os assuntos polêmicos, sabe dialogar, entende esse mundo pós-moderno. O problema é que o principal cabo eleitoral do conclave, Bento XVI, não tem simpatia por ele.

 

Terra – Em 2005, Dom Cláudio era apontado como um dos favoritos para substituir João Paulo II, mas acabou preterido por Bento XVI. O senhor acredita que ele pode ter alguma influência maior no conclave que se aproxima?

 

Frei Betto – A influência maior será do papa renunciante que, com certeza, soprará aos cardeais quem ele considera capaz de assumir o leme da barca de Pedro. E Dom Cláudio e Ratzinger não coincidem em suas posições.

 

Terra – Como foi a relação de Dom Cláudio com o movimento sindicalista na década de 70?

 

Frei Betto – Exemplar. Apoiou o movimento sindical, recusou o pedido da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) de servir de intermediário entre o capital e o trabalho, abriu as igrejas do ABC às assembleias operárias depois que o sindicato foi ocupado pela polícia.

 

Terra – Em entrevista concedida à revista Época em 2005, o senhor lembra que Dom Cláudio foi a primeira pessoa para quem telefonou para avisá-lo de que Luiz Inácio Lula da Silva havia sido preso. Como foi este episódio? Dom Cláudio intercedeu?

 

Frei Betto – Eu estava na casa do Lula, como amigo e segurança improvisado, na manhã em que ele foi preso. Liguei para Dom Cláudio, que, imediatamente, agiu em defesa de Lula e dos sindicalistas presos.

 

Terra – Como é a sua relação com Dom Cláudio atualmente? Vocês seguem em contato?

 

Frei Betto – Tenho grande apreço por ele, mas há tempos não nos vemos.

 

Terra – Bento XVI foi um ferrenho opositor da Teologia da Libertação. O senhor acredita que agora, com sua saída, os ideais de Gustavo Gutiérrez e Leonardo Boff ganham novo fôlego na Igreja?

 

Frei Betto – Tudo depende do novo papa.

 

Terra – Por fim, qual a importância de Dom Cláudio para a Igreja Católica? E para o Brasil?

 

Frei Betto – Foi sempre um bispo sensível às questões operárias, ao mundo do trabalho, dentro da linha de opção pelos pobres. Foi bispo de Santo André, arcebispo de Fortaleza, cardeal de São Paulo, prefeito, em Roma, da Congregação dos Bispos. Tem tudo para ser um excelente papa. Pior para a Igreja se não eleger um homem como ele.

 

 

Terra

Dom Aldo admite seguir exemplo do Papa e renunciar

Foto: Paraibaonline
Foto: Paraibaonline

O arcebispo metropolitano da Paraíba, Dom Aldo di Cillo Pagotto, admitiu nesta quarta-feira (13) que pode seguir o exemplo do Papa Bento XVI e renunciar o cargo de comando na Igreja Católica.

Elogiando a atitude do de Bento XVI, Pagotto não titubeou quando questionado se teria coragem de tomar a mesma atitude do papa. “ Claro que sim! Se eu me sentir muito velho ou esclerosado, renuncio numa boa. Não haverá motivo para permanecer se ver que não tenho condições”, afirmou.

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O arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, torce para o papa que sucederá Bento XVI, que anunciou nesta segunda-feira (11) renúncia no dia 28 de fevereiro, seja um brasileiro.

“Quem sabe não é um brasileiro. Aí já vai a intenção, o coração, a intuição, o entusiasmo e a alegria de saber que a Igreja tem elementos suficientes para poder sucedê-lo”, declarou Dom Aldo em entrevista ao MaisPB poucas horas após receber a informação da renúncia de Bento XVI.

MaisPB com Tambaú Debate

Seis anos após renunciar para fugir da cassação, Renan Calheiros é eleito novo presidente do Senado

RenanO senador Renan Calheiros (PMDB-AL) foi eleito nesta sexta-feira (1º) presidente do Senado Federal pelos próximos dois anos. O peemedebista volta ao cargo mais importante do Congresso Nacional quase seis anos depois de renunciar ao cargo para escapar da cassação por denúncias de corrupção.

Renan Calheiros foi eleito com 56 votos e venceu o senador Pedro Taques (PDT-MT) que tinha apoio das bancadas do PSOL, PSB e PSDB. A oposição apresentou um abaixo-assinado com mais de 290 mil assinaturas contra a candidatura de Calheiros, mas não conseguiu maioria de votos.

O senador alagoano era presidente do Senado em 2007. Depois de enfrentar uma crise iniciada com denúncias de que suas contas pessoais eram pagas com dinheiro de propina de lobistas, renunciou à presidência e nos últimos anos trabalhou nos bastidores para garantir sua volta com apoio da maioria dos parlamentares.

Na época, vieram à tona acusações de que a jornalista Mônica Veloso, com quem Renan tem uma filha, recebia pensão de R$ 16,5 mil do senador. Com o salário de R$ 12,7 mil, Renan Calheiros alegou que a despesa era paga com dinheiro de sua renda complementar, obtida por meio de negociações agropecuárias.

O senador apresentou notas fiscais para comprovar vendas de cabeças de gado e justificar seus rendimentos, negando qualquer tipo de envolvimento com lobistas.

No entanto, há uma semana da eleição no Senado, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, apresentou denúncia ao STF afirmando que as notas são falsas.

Apoio da maioria – Renan assume como presidente do Senado com apoio da maioria das bancadas e, inclusive, do Palácio do Planalto. Na próxima segunda-feira (4), a Câmara dos Deputados elege seu presidente pelos próximos dois anos.

Se o favoritismo de Eduardo Henrique Alves (PMDB-RN) prevalecer, o PMDB terá o comando das duas Casas.

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Areia: Depois do avô renunciar candidatura a Prefeito, neto renuncia candidatura a Vereador

Mais uma surpresa aconteceu na política da cidade de Areia, no brejo paraibano. Depois da desistência do atual vice-prefeito Ademar Paulino de concorrer a Prefeitura de Areia, o neto de Ademar que pleiteava uma cadeira na Câmara Municipal, também anunciou sua desitência do pleito.

Gersinho Paulino era candidato a Vereador pelo PMDB  tinha grandes chances de vitória.

Em carta a população de Areia, Gersinho deixa claro que sua desistência está veiculada a descompromissos por parte de algumas pessoas, sem explicitar quem teria quebrado compromisso com a família.

Com a desitência de Gersinho a família Paulino fica de fora das eleições 2012, mas já de olho em 2016 onde Gersinho poderá ser o candidato a Prefeito do seu grupo.

VEJA A CARTA RENUNCIA DE GERSINHO PAULINO:

MEUS AMIGOS E MINHAS AMIGAS AREIENSES

“AS CIRCUSTÂNCIAS POLÍTICAS DOS ÚLTIMOS DIAS ACARRETARAM EM GRANDES MOVIMENTAÇÕES E INDECISÕES NA OPINIÃO PÚBLICA LOCAL, FUI ALVO DE ALGUMAS CALÚNIAS, DIFAMAÇÕES E PALAVRAS QUE ATORDOARAM MINHA CONSCIÊNCIA E MINHAS PRETENSÕES POLÍTICAS PARA O PLEITO DE SETE DE OUTUBRO PRÓXIMO.

FOI NESTE MOMENTO QUE DECIDI POR RENUNCIAR MINHA CANDIDATURA AO CARGO DE VEREADOR PELO PMDB DEIXANDO PARA TRÁS OS PLANOS E OS PROJETOS QUE DEFENDIA PARA UM MANDATO FUTURO NA CASA DE MANOEL DA SILVA.

NÃO RENUNCIEI POR RECEIO DO SUFRÁGIO DAS URNAS, POIS ISTO NADA TEMIA. NÃO FORAM QUESTÕES FAMILIARES E SIM QUESTÕES POLÍTICAS DE ALINHAMENTO DE DISCURSO E DE FALTA DE COMPROMISSO E DETERMINAÇÃO DE PESSOAS AS QUAIS CONVIVI NOS ÚLTIMOS DIAS.

AGRADEÇO A DEUS AUTOR DA VIDA, AOS MEUS PAIS AUTORES DA MINHA EXISTÊNCIA, MEUS FAMILIARES QUE ME SUSTENTARAM NESTE PERÍODO DE CAMINHADA, AS FAMÍLIAS DE AREIA QUE ME RECEBERAM EM SUAS RESIDÊNCIAS E COMPARTILHARAM DOS MEUS IDEAIS, NÃO DEIXO A POLÍTICA PORQUE ELA FAZ PARTE DAS NOSSAS VIDAS QUERIA OU NÃO, NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES DE SETE DE OUTUBRO JAMAIS ANULAREI O MEU VOTO,POIS SOU ELEITOR E MEU VOTO É LIVRE, ESPONTANEO E VIVO NUMA DEMOCRACIA. NÃO DIGO ADEUS, POIS VOLTAREI. UM ATÉ BREVE”.

UM FORTE ABRAÇO DO AMIGO

GERSON PAULINO DE LIMA JÚNIOR

 (GERSINHO PAULINO) 

Da Redação 
Do ExpressoPB/Com informações da Assessoria