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INSS: Gadelha diz que reforma da Previdência é ‘remédio amargo’ e fala em nova revisão de perícias

leonardo-gadelhaO presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Leonardo Gadelha, afirmou nesta quarta-feira (18) que ao menos 1,2 milhões de pessoas serão chamadas para realizar uma nova perícia para rever auxílios doença e destacou que a reforma da previdência é importante para o Brasil não virar uma Grécia. “talvez seja um remédio amargo num primeiro instante para que se possa ter no futuro a certeza do benefício”, disse.

Gadelha destacou que a reforma da Previdência é importante para pessoas da sua própria geração e tranqüilizou que para as pessoas mais velhas pouquíssima coisa irá mudar. “Quem está aposentado ou na iminência de fazer terá os direitos preservados”, afirmou.

O presidente afirmou ainda que essa reforma é necessária para que não aconteça com o Brasil situação semelhante à Grécia onde do dia para a noite benefícios foram cortados em até 40%. “Temos uma medida que talvez seja impopular, um remédio amargo nesse primeiro instante para que se possa ter no futuro a certeza que vai contar com esse benefício”, explicou.

Nova Perícia – Leonardo Gadelha afirmou que uma nova perícia será feita com pessoas que recebem auxílio-doença. Devem ser convocada ao menos 1,2 milhão de pessoas. O presidente tranquilizou os beneficiários afirmando que eles serão avisados por carta e após receber a notificação pode entrar em contato com a central através do 135 e munir-se dos documentos necessários para se apresentar. “Se a pessoa tiver uma patologia crônica irá migrar para a aposentadoria por invalidez que paga mais que o auxílio-doença”, explicou lembrando que a natureza do auxílio é provisória e que havia pessoas recebendo há até 20 anos.

Com informações da Band News. 

Marília Domingues

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Anvisa aprova registro de remédio à base de maconha pela 1ª vez no Brasil

Anvisa aprovou primeiro medicamento à base de Cannabis no Brasil (Foto: Reuters)
Anvisa aprovou primeiro medicamento à base de Cannabis no Brasil (Foto: Reuters)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou um medicamento à base de maconha para tratar espasticidade – rigidez excessiva dos músculos – em pacientes com esclerose múltipla. Trata-se do primeiro medicamento à base de Cannabis sativa aprovado no Brasil.

Com o nome comercial Mevatyl, o medicamento contém tetraidrocanabinol (THC) em concentração de 27 mg/mL e canabidiol (CBD) em concentração de 25 mg/mL. A droga já é aprovada em outros 28 países, incluindo Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Suíça e Israel, onde é conhecido por Sativex.

O medicamento é indicado para pacientes adultos com espasticidade de grave a moderada relacionada à esclerose múltipla que não respondam a outros medicamentos e que demonstrem uma boa resposta ao Mevatyl após um período inicial de tratamento.

A Anvisa alerta que o medicamento não é indicado para tratar epilepsia nem pode ser consumido por pessoas com menos de 18 anos. Até então, a Anvisa somente liberava a importação de medicamentos à base de Cannabis sativa comprados em outros países, mas não havia um produto dessa categoria com registro no país.

Próximos passos

A partir do registro do medicamento pela Anvisa, é necessário aguardar a determinação do preço do produto pelo Comitê Técnico Executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão coordenado pela Anvisa e composto por representantes dos ministérios da Fazenda, Saúde, Justiça, Desenvolvimento e Casa Civil. Só após essa definição é que o medicamento poderá começar a ser vendido no país.

Ele será fabricado pela GW Pharma Limited, do Reino Unido, e distribuído no Brasil pela empresa Beaufour Ipsen Farmacêutica.

G1

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Pacientes com doenças graves fazem manifestação exigindo direito a remédio no SUS

manifestacao-remedioO movimento ‘STF, Minha Vida Não Tem Preço’ reuniu neste domingo (16), dezenas de pessoas em manifestação na Praça Mauá para sensibilizar a sociedade e gestores sobre a importância de um julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode afetar milhões de portadores de doenças raras dependentes do fornecimento de tratamento pela rede pública de saúde. O Supremo vai julgar se cabe ao Poder Público arcar com o fornecimento de remédios de alto custo que não estão incluídos no Sistema Único de Saúde (SUS) e determinar se é obrigação do Estado financiar medicamentos que não têm autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Presente ao ato realizado em frente ao Museu do Amanhã, a dona de casa Simone Arede falou sobre o caso do filho, Thiago, de 31 anos, que tem homocistinúria, doença que exige dieta com restrição proteica. Cada lata do suplemento alimentar para repor as necessidades nutricionais de Thiago custa em média R$1,7 mil, e ele precisa tomar sete latas por mês. “Dependendo do resultado do Supremo, ele pode ficar sem esse remédio e não tenho condição de pagar,” disse Simone, que faz parte do grupo Mães Metabólicas, cujos filhos não podem ingerir proteína. “Nesse grupo há também pessoas com tirosinemia, que fazem uso de um remédio que é muito caro e não tem registro na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Sem esse remédio durante um mês, eles morrem”, afirmou a dona de casa.

O presidente da Associação de Fibrose Cística do Rio de Janeiro, Cristiano Silveira, tem um filho com essa doença, cujo tratamento exige medicamentos específicos e importados. “Os fabricantes, muitas vezes, não têm interesse comercial em registrar o medicamento na Anvisa, pois são muito poucos pacientes no Brasil. Como o paciente só tem aquele tratamento, acaba acionando a Justiça para ter direito a importar a droga, que já salva vidas lá fora e não chega aqui por questão comercial e burocrática”, disse Silveira. Mais de 4 mil pessoas no País têm fibrose cística, que afeta principalmente os pulmões, pâncreas e o sistema digestivo. “No Brasil, uma pessoa com fibrose cística vive a metade do tempo de uma pessoa com a mesma doença nos Estados Unidos, onde há acesso aos medicamentos necessários.”

Crianças que sofrem de doenças raras foram ao ato em frente ao Museu do Amanhã
Crianças que sofrem de doenças raras foram ao ato em frente ao Museu do Amanhã

Foto: Agência Brasil

A dona de casa Ivanilda Oliveira dos Santos foi à manifestação com a filha Júlia, de 12 anos, que nasceu com mucopolissacaridose (MPS), doença degenerativa que impede o processamento de moléculas do açúcar e prejudica o crescimento e o desenvolvimento motor. “Ela toma o medicamento na veia uma vez por semana durante três horas. Custa cerca de R$20 mil por mês. Sem esse medicamento, ela morre.”

Apesar das limitações ocasionadas pela doença, Júlia cursa o 7º ano na escola perto de sua casa, em São João de Meriti, Baixada Fluminense, faz aulas de dança e circo. “Gosto mais de fazer palhaçaria e malabarismo. Com o tempo, a gente pega a manha”, disse Júlia. “Levo uma vida normal, dentro do possível. Sem o medicamento, vai ficar bem difícil.”

A presidente da Associação Carioca Distrofia Muscular, Maria Clara Migowski Pinto Barbosa, explicou que há mais de 30 tipos de distrofia – doença genética em que os músculos enfraquecem progressivamente -, e o tratamento envolve várias especialidades. “No meu caso, ainda não existe medicamento específico. Mas minha luta hoje é pelos meninos com distrofia de Duchenne (DMD), a mais comum, que tem uma progressão muito forte. No início da adolescência, eles param de andar. Com as novas tecnologias, estão vivendo mais”. Os pais e os dois irmãos de Maria Clara morreram em consequência de doenças raras. “Acho simbólico estarmos aqui no Museu do Amanhã, pois queremos acreditar que há um futuro, há esperança para uma qualidade de vida para esses pacientes.”

A dona de casa Flávia Medela descobriu que o filho, de 12 anos, tinha DMD quando ele estava com 5 anos. “Os médicos achavam que era dor de crescimento. Somente com 9 anos veio o diagnóstico. Há pouco tempo, tive a boa notícia de que ele se encaixa em uma medicação, mas, em seguida, veio a má notícia de que o SUS não cobre esse medicamento. A angústia é grande, porque estamos perdendo muitos meninos com Duchenne. Sei que tem remédio, mas não posso fazer nada pelo meu filho. Se ele tivesse tomado o remédio desde o início, talvez não estivesse perdendo o movimento dos braços e das pernas”.

O ministro do STF Teori Zavascki pediu vista (mais tempo para estudar a ação) no fim de setembro, e o julgamento foi adiado. Já haviam votado os ministros Marco Aurélio Mello, relator do caso, Luís Roberto Barroso e Edson Fachin.

O movimento STF, Minha Vida Não Tem Preço foi criado em setembro por associações de todo o Brasil que representam mais de 50 patologias, entre doenças graves e raras. Eles já recolheram mais de 380 mil assinaturas para pressionar o STF a acolher as ações.

Agência Brasil

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SUS oferecerá remédio que pode prevenir a Aids

HIV-pilulaO Ministério da Saúde anunciou na terça-feira (19), que pretende incluir na lista de medicamentos gratuitos do SUS (Sistema Único de Saúde), até o fim do ano, o remédio que pode prevenir a infecção pelo HIV. A informação foi dada pela diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do ministério, Adele Benzaken, durante a 21ª Conferência Internacional de Aids, na África do Sul, e confirmada pelo órgão federal.

Chamado de profilaxia pré-exposição (PrEP), mas mais conhecido como truvada — seu nome comercial —, o medicamento diminui as chances de contaminação pelo vírus da Aids quando tomado continuamente, mas pode trazer efeitos colaterais, como leves disfunções gastrointestinais e renais. A pílula de ingestão diária combina dois tipos de antirretrovirais (tenofovir e emtricitabitina) e é indicada para a população não infectada, mas que tem maior chance de contágio. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), o remédio diminui em até 92% o risco de o vírus entrar nas células.

A estimativa do Ministério da Saúde é de que 10 mil pessoas tenham acesso ao medicamento no primeiro ano. “O remédio deverá ser ofertado em serviços especializados do SUS para populações com risco acrescido, como travestis, homens que fazem sexo com homens, transexuais e profissionais do sexo”, disse a pasta, em nota.

Em julho de 2014, a OMS divulgou diretriz recomendando que homens homossexuais utilizassem a PrEP como forma adicional de prevenção à infecção por HIV, além do preservativo. “As taxas de infecção por HIV entre homens que fazem sexo com homens continuam altas em quase todos os lugares do mundo e novas opções de prevenção são necessárias com urgência”, declarou a organização, em informe na época.

 Segundo o ministério, o departamento de DST, Aids e Hepatites Virais já prepara um protocolo clínico de PrEP para ser encaminhado à Comissão de Incorporação de Tecnologia no SUS, órgão que define quais medicamentos, terapias e tratamentos são incluídos na rede pública. Como a maioria dos integrantes da comissão pertence a órgãos do ministério, o antirretroviral não deverá enfrentar dificuldade para ter sua incorporação aprovada.

Aval

Para dar base à decisão de incluir o antirretroviral em sua lista de medicamentos gratuitos, o ministério financiou dois estudos de PrEP no Brasil, que estão sendo conduzidos pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e pela Fundação Oswaldo Cruz. Para Zarifa Khoury, infectologista do Instituto Emílio Ribas, a medida anunciada pelo ministério é positiva e necessária. “Até hoje, a camisinha sempre foi a única forma de prevenção, mas, claramente, não atende a todos. Tanto não atende que a epidemia não parou de se alastrar. Há algumas pessoas que não conseguem usar o preservativo em 100% das situações e, para eles, a PrEP é necessária. A ideia é que ela seja associada ao uso da camisinha.”

R7

 

 

Microcefalia: remédio pode bloquear passagem do Zika para bebê

gravidaUm estudo feito por cientistas das Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF) e da Universidade de Califórnia em Berkeley (UCB), nos Estados Unidos, descobriu um medicamento com potencial para impedir a transmissão do Zika vírus de mãe para filho.

Durante o estudo que usou tecidos humanos para entender como o Zika é passado para o feto (provocando a microcefalia e outras malformações), os cientistas perceberam que o antibiótico veterinário Duramycin é capaz de impedir a replicação do vírus em células da placenta e do saco amniótico, os dois meios de transmissão do Zika para o bebê no primeiro e no segundo trimestres, respectivamente.

A descoberta foi publicada dia 18 na revista científica Cell Host & Microbe. Estudos anteriores mostraram a eficiência desse antibiótico contra outros flavivírus como a dengue e febre do Oeste do Nilo, além de ser eficiente contra o ebola.
Outros estudos

Esse não é o único antibiótico que revelou ter potencial contra o Zika vírus. Em junho um grupo de estudiosos também da Universidade da Califórnia constatou que o antibiótico azitromicina também bloqueia a ação do Zika vírus, desta vez no receptor AXL das células, que funciona como uma porta de entrada do Zika dentro da célula. Essa classe de antibiótico parece agir de forma semelhante contra a dengue e a febre amarela.

Com informações do UOL.

 

 

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Laboratório farmacêutico era ‘remédio’ para empresários embolsarem dinheiro público

DinheiroA objetivo da operação, organizada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) foi o cumprimento dos mandatos de apreensão e de sequestro de bens no valor de R$ 2 milhões que estão em nome de três empresários. O trio está sendo acusado de desviar verbas públicas de um  convênio com a Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep) para a reestruturação do Laboratório Industrial Farmacêutico do Estado da Paraíba (Lifesa).

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O coordenador do Gaeco, promotor Otávio Paulo Neto, explicou que ontem foi a primeira etapa da operação que tinha por finalidade garantir o ressarcimento do erário público. Os bens sequestrados estão no nome do ex-presidente do Lifesa da Paraíba, Aluisio Freitas de Almeida Junior, e de dois sócios de uma gráfica potiguar, Joana D’Arc Targino Jácome e Marcos Antônio Pereira Gurguel. De início, se realizou uma investigação e foi aferido um dano material que atualizado hoje soma R$ 2 milhões.
“Nós buscamos bens para seda participação deles nesse contrato, nessa seção de crédito, que é ilegal”, comentou, destacando que R$ 1,8 milhão foi devolvido à Cinep.

Os recursos alvo de sequestro ficarão à disposição da Justiça para aprofundamento das investigações. Os carros apreendidos  ficarão no pátio do Ministério Público da Paraíba, localizado no bairro de Mangabeira, na Capital.

Seis meses para investigação

O promotor Otávio Paulo Neto informou que o Gaeco investigava o caso há seis meses após denúncia anônima de uma pessoa que se indignou com o fato. A partir disso, verificou-se a veracidade das denúncias e em seguida, coleta de dados que apontou o nome dos três envolvidos.

Na segunda etapa da investigação, ainda segundo o promotor, foi feita uma análise documental para saber como e quem de fato participou da fraude.

Nota. Em nota, a atual diretoria da Lifesa manifestou apoio ao Gaeco na Operação Ajuste na transparência de disponibilidade de informações e documentos.

“No que pese o curso das investigações, dos inquéritos, dos depoimentos e das evidências para que se tenha uma conclusão definitiva, entendemos que mediante os fatos até aqui apurados, houve uma séria lesão aos cofres públicos com postura totalmente equivocada em época anterior à atual gestão do Lifesa, com postura totalmente equivocada do então diretor-presidente deste laboratório, Aluísio Freitas de Almeida Jr”, disse a nota divulgada ontem.

Aline Martins /Correio da Paraiba

Sem remédio, pacientes com câncer estão sem fazer quimioterapia na PB

laureanoOs pacientes com linfoma estão sem poder fazer quimioterapia no Hospital Napoleão Laureano, que é referência no tratamento contra o câncer na Paraíba, devido à falta de um medicamento. Segundo o diretor técnico da unidade hospitalar, Fernando Carvalho, uma parte do lote do medicamento ciclofosfamida estava contaminada e não pode ser usada no tratamento.

A dona de casa Josefa Ferreira descobriu o linfoma no ano passado. Ela mora em Aguiar, no Sertão do estado, e precisa ir ao Hospital Laureano, em João Pessoa, uma vez por mês. Quando foi fazer a terceira sessão, ela descobriu que o remédio, que segundo a médica dela é essencial para o tratamento, estava em falta.

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“Quando eu perguntei algumas coisas sobre a medicação, disseram que estava em falta. E disseram que eu não era a primeira e foi ali que eu me choquei mais ainda, eu vi que o negócio era sério”, comentou a paciente. Agora, Josefa está sentindo dores no abdome e responsabiliza a interrupação no ciclo de quimioterapias. “Pra mim tá, eu não vou dizer o fim porque a gente tem que ter fé em Deus, mas não tá fácil. De jeito nenhum”.

Segundo o diretor técnico da unidade hospitalar, existem 700 doses do medicamento ciclofosfamida no hospital, mas todas elas estão contaminadas. Fernando Carvalho explicou que o próprio laboratório reconheceu o problema e avisou ao hospital da contaminação.

“Eles se dispuseram a vir ao hospital pra fazer a substituição. Acontece que, por alguns problemas do laboratório, eles não chegaram a nós para fazer essa substituição. Mas, esta semana, eles devem estar chegando trazendo o lote não contaminado e nós vamos devolver o lote contaminado e a partir daí vamos fazer a quimioterapia em nossos pacientes”, explicou o diretor técnico.

O laboratório falou com a TV Cabo Branco e informou que o lote está em análise e por isso está sendo recolhido em todo país. A reposição no Hospital Laureano está prevista para a primeira semana de abril.

 

G1

Sistema de saúde britânico usará remédio para tratar alcoolismo

mulher-bebida-alcool-escuro-size-598Uma droga que reduz a dependência de álcool vai ser disponibilizada pelo Sistema Nacional de Saúde do Reino Unido para 600 mil pessoas da Inglaterra e País de Gales. O medicamento Nalmefene foi recomendado nesta quinta-feira (2) pelo Instituto Nacional para a Saúde e Excelência em Cuidados (Nice, em inglês) e deve ser fornecido para tratamento.

Também chamado de Selincro, o remédio é fabricado pelo laboratório Lundbeck. Cada comprimido custará cerca de 3 libras (quase R$ 12). A droga é licenciada para pessoas que vão aliar seu uso ao apoio psicossocial.

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De acordo com Carole Longson, representante do Nice, os que usarem o Nalmefene já terão dado grandes passos contra a dependência do álcool. “Temos o prazer em recomendar o seu uso para apoiar pessoas em seus esforços contra a dependência”, explica a especialista na nota divulgada pela instituição britânica.

Até o fim de novembro, está prevista a divulgação da orientação final sobre uso do remédio, além de informações sobre financiamento do tratamento. A expectativa é que a pessoa em tratamento utilize um comprimido ao dia.

Problema grave
Mais de 3 milhões de pessoas morreram em decorrência do consumo de álcool em 2012, por causas que variaram desde câncer até a violência, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em média, de acordo com a agência das Nações Unidas, cada pessoa no mundo com 15 anos ou mais bebe 6,2 litros de álcool puro por ano. Mas menos de metade da população – 38,3% – bebe. Ou seja, aqueles que de fato bebem consomem uma média de 17 litros de álcool puro por ano. Pessoas mais pobres são geralmente as mais afetadas pelas consequências sociais e à saúde ocasionadas pelo uso da substância, disse ele.

O relatório global sobre álcool e saúde cobriu 194 países e observou o consumo de álcool, seus impactos na saúde pública e repostas de políticas de combate. O estudo descobriu que alguns países estão reforçando suas medidas para proteger as pessoas do consumo exagerado. Elas incluem o aumento de impostos sobre o álcool, a limitação da disponibilidade do produto por meio da imposição de limites de idade e a regulamentação da divulgação.

Globalmente, a Europa tem o maior consumo de álcool por pessoa. A OMS disse que a análises de tendências globais mostra que o consumo tem sido estável nos últimos cinco anos na Europa, na África e nas Américas. Mas tem crescido no Sudeste Asiático e na região ocidental do Pacífico.

Globo.com

Anvisa já autorizou 37 pedidos de importação de remédio feito de derivado da maconha

maconhaA Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou, desde abril deste ano, 37 dos 59 pedidos de importação de medicamentos a base de canabidiol (CBD).

Segundo a Anvisa, os demais pedidos incluem dois oriundos de ações judiciais, nove com pendência de documentação e seis que foram protocolados recentemente e estão em análise. O prazo médio das liberações, de acordo com o órgão, é de uma semana.

A agência reforçou que, no Brasil, a importação de medicamentos sujeitos a controle especial sem registro no país, por pessoa física, é possível por meio de pedido excepcional de importação para uso pessoal.

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“Havendo esse pedido formal, acompanhado de prescrição médica, laudo médico e o termo de responsabilidade, a Anvisa analisará a possibilidade de autorizar a aquisição.”

R7 

Rir é o melhor remédio: os benefícios do bom humor e do riso para a saúde

rir“Seu senso de humor é uma das ferramentas mais poderosas que você tem para se certificar de que seu humor e seu estado emocional diários dão suporte à boa saúde”, diz Paul E. McGhee, atual presidente da The Laughter Remedy, de Wilmington, Delaware, EUA.

O riso é um poderoso antídoto para o estresse, a dor e o conflito. Nada funciona de modo mais rápido ou confiável para trazer o corpo e a mente de volta ao equilíbrio do que uma boa risada. O humor ilumina seus fardos, inspira esperança, conecta você com os outros e o mantém ligado à terra, concentrado e alerta.

Com tanto poder de curar e renovar, a capacidade de rir com facilidade e grande frequência é um tremendo recurso para superar os problemas, melhorando seus relacionamentos, e dar suporte à saúde física e emocional.

 

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O riso é bom para a saúde

O riso relaxa o corpo inteiro. Uma boa risada alivia a tensão física e o estresse, deixando seus músculos relaxados por até 45 minutos depois.

O riso estimula o sistema imunológico. Ele reduz a liberação dos hormônios do estresse e aumenta o número de células imunes e anticorpos que combatem as infecções, melhorando assim sua resistência às doenças.

O riso provoca a liberação de endorfinas, substâncias químicas associadas ao bem-estar do corpo. As endorfinas promovem uma sensação geral de bem-estar e podem até aliviar temporariamente a dor.

O riso protege o coração. Ele melhora a função dos vasos sanguíneos e aumenta o fluxo sanguíneo, ajudando a proteger você contra um ataque cardíaco e outros problemas cardiovasculares.

 

Os benefícios do riso
Benefícios físicos para a saúde

Aumenta a imunidade

Reduz os hormônios do estresse

Diminui a dor

Relaxa os músculos

Previne doenças cardíacas

Benefícios mentais para a saúde

Acrescenta alegria e entusiasmo à vida

Reduz a ansiedade e o medo

Alivia o estresse

Melhora o humor

Amplia a resiliência

Benefícios sociais

Fortalece relacionamentos

Atrai outras pessoas para nós

Aprimora o trabalho em equipe

Ajuda a resolver conflitos

Promove a união do grupo

 

 

 

 

 

O riso e o bom humor ajudam você a ficar emocionalmente saudável

O riso faz você se sentir bem. E a boa sensação que experimenta quando ri permanece com você, mesmo depois que o riso diminui. O bom humor o ajuda a manter uma visão otimista e positiva diante de situações difíceis, decepções e perdas.

Mais do que apenas um alívio perante a tristeza e a dor, o riso lhe dá coragem e força para encontrar novas fontes de significado e esperança. Mesmo nos tempos mais difíceis, um riso – ou até mesmo um simples sorriso – pode fazer você se sentir melhor. E o riso é realmente contagiante – basta ouvir um para ativar seu cérebro e preparar você para sorrir e se divertir.

 

 

 

 

A ligação entre o riso e a saúde mental

O riso dissolve emoções angustiantes. Você não pode sentir-se ansioso, irritado ou triste quando está rindo.

O riso o ajuda a relaxar e recarregar-se. Ele reduz o estresse e aumenta a energia, permitindo-lhe manter o foco e realizar mais.

O bom humor muda a perspectiva, permitindo que você veja as situações de modo mais realista e menos ameaçador. Uma perspectiva bem-humorada cria distanciamento psicológico, que pode ajudá-lo a evitar se sentir sobrecarregado.

 

Os benefícios sociais do humor e do riso

 

O bom humor e a comunicação divertida fortalecem nossas relações ao desencadear sentimentos positivos e promover a conexão emocional. Quando rimos com outra pessoa, uma ligação positiva é criada. Ela funciona como um forte amortecedor contra o estresse, as divergências e a decepção.

 

 

 

 

 

Rir com os outros é mais poderoso do que rir sozinho

 

Criar oportunidades para rir

Assista a um filme ou programa de TV engraçado.

Vá a um clube de comédia.

Leia as páginas de cartuns e piadas.

Procure pessoas engraçadas.

Compartilhe uma boa piada ou uma história engraçada.

Confira a seção de humor da sua livraria.

Convide os amigos para um jogo ou uma reunião em sua casa.

Divirta-se com seu animal de estimação.

Divirta-se com as crianças.

Faça alguma coisa boba.

Arranje tempo para atividades divertidas (por exemplo, boliche ou karaokê).

 

 

 

 

O riso compartilhado é uma das ferramentas mais eficazes para manter as relações vivas e emocionantes. Todo compartilhamento emocional constrói laços de relacionamento fortes e duradouros, mas compartilhar o riso e a diversão também acrescenta alegria, vitalidade e resistência. E o humor é uma maneira poderosa e eficaz para curar ressentimentos, desavenças e mágoas. O riso une as pessoas em momentos difíceis.

Incorporar mais humor e diversão em suas interações diárias pode melhorar a qualidade de suas relações com os entes queridos, bem como suas conexões com os colegas de trabalho, familiares e amigos. Usar o humor e o riso nos relacionamentos permite:

Ser mais espontâneo. O bom humor o afasta de seus problemas.

Deixar de lado a postura defensiva. O riso o ajuda a esquecer julgamentos, críticas e dúvidas.

Soltar inibições. Seus temores e resistências são postos de lado.

Expressar seus verdadeiros sentimentos. Emoções profundas são autorizadas a aflorar.

Trazer mais humor e risos à sua vida.

Quer mais risadas em sua vida? Arranje um animal de estimação…

A maioria de nós já experimentou a alegria de brincar com um amigo peludo, e animais de estimação são uma forma gratificante para trazer mais risos e alegria à sua vida. Mas você sabia que ter um animal de estimação é bom para a sua saúde física e mental? Estudos mostram que os animais podem protegê-lo da depressão, estresse e até mesmo doenças cardíacas.

O riso é seu direito de nascença, uma parte natural da vida. Crianças começam a sorrir nas primeiras semanas de vida e riem em voz alta alguns meses após nascerem. Mesmo se não cresceu em um lar onde o riso era um som comum, você pode aprender a rir em qualquer fase da vida.

Principie separando momentos especiais para buscar o humor e o riso, como você poderia fazer com o trabalho externo, e construa-os a partir daí. Futuramente, você vai querer incorporar o humor e o riso à estrutura da sua vida, encontrando-os naturalmente em tudo o que faz.

 

 

 

 

Aqui estão algumas formas de começar:

Sorria. O sorriso é o início do riso e, como este último, é contagioso. Pioneiros da “terapia do riso” consideram que é possível rir até sem vivenciar um evento engraçado. O mesmo vale para sorrir. Quando você olha para alguém ou vê algo mesmo que ligeiramente agradável, pratique o sorriso.

Conte suas bênçãos. Literalmente, faça uma lista. O simples ato de considerar as coisas boas em sua vida vai distanciá-lo de pensamentos negativos que são uma barreira para o bom humor e o riso. Quando você está em estado de tristeza, tem um caminho mais longo para chegar ao humor e ao riso.

Quando ouvir o riso, mova-se na direção dele. Às vezes, o humor e o riso são privados, uma piada compartilhada entre um grupo pequeno, mas em geral não é assim. Mais frequentemente, as pessoas ficam muito felizes de compartilhar algo engraçado, porque isso lhes dá uma oportunidade de rir de novo e se alimentar do humor encontrado. Quando você ouvir o riso, procure-o e pergunte: “O que é tão engraçado?”

Gaste tempo com pessoas brincalhonas e divertidas. Essas são pessoas que riem com facilidade, tanto de si mesmas quanto dos absurdos da vida, e que rotineiramente encontram o humor em eventos do dia a dia. Seu ponto de vista divertido e suas risadas são contagiosos.

Traga o humor para as conversas. Pergunte às pessoas: “Qual é a coisa mais engraçada que aconteceu com você hoje? Esta semana? Na sua vida?”

Desenvolva seu senso de humor: Leve-se menos a sério.

Uma característica essencial que nos ajuda a rir é não nos levarmos muito a sério. Todos nós conhecemos o rabugento clássico que encara tudo com seriedade mortal e nunca ri de nada. Não tem graça ali!

Alguns eventos são ocasiões claramente tristes e impróprias para rir. Mas a maioria dos eventos na vida não carrega uma devastadora sensação de tristeza ou alegria. Eles caem na zona cinzenta do cotidiano, dando a você a escolha de rir ou não.

 

 

 

 

 

Formas de se ajudar a ver o lado mais leve da vida

Ria de si mesmo. Compartilhe seus momentos embaraçosos. A melhor maneira de se levar menos a sério é falar de momentos em que você se levou muito a sério.

Tente rir das situações, em vez de lamentá-las. Procure o humor em uma situação ruim e descubra a ironia e o absurdo da vida. Isso o ajudará a melhorar seu humor e o humor das pessoas ao seu redor.

Cerque-se com lembretes para alegrar-se. Mantenha um brinquedo em sua mesa ou no carro. Ponha um cartaz engraçado em seu escritório. Escolha um protetor de tela de computador que faça você rir. Enquadre fotos de você e sua família ou amigos se divertindo.

Mantenha as coisas em perspectiva. Muitas coisas na vida estão além de seu controle, particularmente o comportamento de outras pessoas. Embora você possa pensar que levar o mundo nas costas é admirável, no longo prazo isso é irreal, improdutivo, insalubre e até mesmo egoísta.

Lide com o estresse. O estresse é um grande impedimento para o humor e o riso.

Preste atenção nas crianças e imite-as. Eles são especialistas em brincar, levar a vida com leveza e rir.

 

Lista de verificação para descontrair

Quando você se encontra tomado por aquilo que parece ser um problema horrível, faça estas perguntas a si mesmo:

Realmente vale a pena ficar chateado com isso?

Vale a pena perturbar os outros?

Isso é tão importante assim?

Isso é tão ruim assim?

A situação é irreparável?

Será que isso é realmente problema meu?

 

 

 

 

 

Usar o humor e a brincadeira para superar desafios e melhorar a sua vida

A capacidade de rir, brincar e se divertir com os outros não só torna a vida mais agradável, mas também ajuda a resolver problemas, conectar-se com os outros e ser mais criativo. As pessoas que incorporam o humor e a brincadeira ao seu cotidiano descobrem que isso renova a elas e a todos os seus relacionamentos.

A vida traz desafios que podem tirar o melhor de você ou se tornam brinquedos para sua imaginação. Quando você “se torna o problema” e se leva muito a sério, pode ser difícil pensar de forma anticonvencional e encontrar novas soluções. Mas quando você brinca com o problema, muitas vezes pode transformá-lo em uma oportunidade de aprendizagem criativa.

Brincar com problemas parece ocorrer naturalmente para as crianças. Quando estão confusas ou com medo, elas transformam seus problemas em uma brincadeira, o que lhes dá uma sensação de controle e uma oportunidade de experimentar novas soluções. Interagir com os outros de forma brincalhona ajuda a manter essa capacidade criativa.

Aqui estão dois exemplos de pessoas que tiveram problemas cotidianos e os transformaram por meio do riso e da brincadeira:

Roy, um homem de negócios semiaposentado, estava animado por finalmente ter tempo para se dedicar ao golfe, seu esporte favorito. Mas quanto mais ele jogava, menos se divertia. Embora seu jogo tivesse melhorado substancialmente, ele se enfurecia com cada erro cometido. Roy sabiamente percebeu que seus companheiros de golfe afetavam sua atitude, então parou de jogar com pessoas que levavam o jogo muito a sério. Quando jogava com amigos que se concentravam mais em se divertir do que em sua pontuação, ele ficava menos crítico em relação a si mesmo. A partir de então, o golfe ficou tão agradável quanto Roy esperava que fosse. Ele melhorou sua pontuação sem se esforçar mais. E a perspectiva mais otimista que estava recebendo de seus companheiros e do jogo se espalhou para outras partes de sua vida, incluindo seu trabalho.

Jane trabalhava em casa desenhando cartões, um trabalho que adorava, mas a partir de certo momento sentiu que ele havia se tornado uma rotina. Duas meninas que gostavam de desenhar e pintar moravam ao lado. Jane convidou as pequenas vizinhas para brincar com todos os materiais de arte que tinha. No início, ela só as observava, mas com o tempo juntou-se a elas. O riso, as pinturas e as brincadeiras com as meninas transformaram a vida de Jane. Brincar com elas não apenas acabou com a solidão e o tédio que sentia; despertou sua imaginação e ajudou sua arte a florescer. O melhor de tudo, isso reavivou a jovialidade e a centelha na relação de Jane com o marido.

Quando o riso, o humor e as brincadeiras passam a integrar sua vida, sua criatividade floresce e novas descobertas para brincar com os amigos, colegas de trabalho, conhecidos e entes queridos lhe ocorrem diariamente. O bom humor leva você para um lugar mais alto, de onde pode ver o mundo de uma perspectiva mais relaxada, positiva, criativa, alegre e equilibrada.

 

Por: Equipe Oásis