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Procurador alerta líderes religiosos sobre abuso de poder durante as eleições

politicaO procurador da República Alexandre Assunção e Silva, que desempenha suas atividades no estado do Piauí e é coautor do artigo a “Desincompatibilização dos sacerdotes e o abuso do poder religioso nas eleições”, discorreu sobre o tema.

Ele esclareceu que a prática acontece quando um candidato ao cargo eletivo utiliza a posição de líder religioso para obtenção de votos, infringindo a legislação eleitoral.

– Já se conseguiu identificar no direito eleitoral que a posição de líder religioso favorece as práticas ilícitas eleitorais. É evidente que o direito eleitoral deve evitar a prática ilícita de qualquer candidato, inclusive pelos religiosos. Ela (a prática) está aumentando e nós sabemos que há muitas pessoas que foram eleitas para cargos do Poder Legislativo, que são líderes religiosos, se valendo da estrutura das igrejas que eles atuavam. Nem sempre, é evidente, que pode ter acontecido o ilícito. Mas, muitas vezes pode acontecer um ilícito e isso decorre de uma omissão da legislação eleitoral, de não exigir precisamente que o líder religioso, seja um pastor ou padre, se afastem três meses antes das eleições de suas funções religiosas – explicou.

Alexandre disse que expressamente a lei diz que não se pode fazer campanha eleitoral dentro de igrejas.

Sobre líderes religiosos, que não são candidatos, usar a estrutura de sua igreja apoiando terceiros no pedido de votos estão sujeitos a punições.

– Isso pode levar a propositura de uma ação até para cassação do mandato. A pessoa que pediu voto fez com conhecimento do candidato e pode caracterizar um ilícito que prejudique o candidato – disse.

A utilização de ações e estruturas de entidade filantrópica pode acarretar sanção legal e abuso do poder econômico. Os candidatos devem se afastar da direção dessas entidades, pois podem ter candidaturas impugnadas.

– O simples fato de alguns líderes religiosos apoiarem determinados candidatos isso não é irregular, mas na medida em que esse apoio ocorrer dentro do culto, ocorrer dentro da igreja isso será ilegal e fica vedado. Na medida também que o líder influenciar todos os outros fiéis para que eles votem em determinado candidato pode caracterizar um abuso do meio de comunicação dentro da igreja, fazer uma carreata, passeata da igreja para apoiar candidato foi identificado pela própria jurisprudência como ilícito. O ideal que as igrejas ficassem o mais distante possível da política – alertou.

A participação de candidatos na liturgia de cultos é permitida, se não for pedir votos. Mas, o procurador recomenda que as participações na liturgia de cultos sejam suspensas pelo menos três meses antes das eleições. É proibida a distribuição de material pelos candidatos dentro das igrejas.

Ameaças de cunho religioso por líderes aos fiéis por causa de votos devem ser denunciadas.

*As informações foram veiculadas na Rádio Campina FM. 

paraibaonline

 

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Religiosos dizem que é “desrespeito” chamar suspeito de matar criança de pai de santo

Reprodução/TV Correio HD
Reprodução/TV Correio HD

Na terça-feira (13) um crime bárbaro ocorrido no interior do estado chocou os paraibanos e ganhou destaque nacional. Um menino de cinco anos foi assassinado, teve o corpo aberto e órgãos cortados em pedaços em um ritual de magia negra, no município de Sumé (Cariri paraibano, a 264 km de João Pessoa). Segundo a polícia, a mãe e o padrasto da criança participaram do ritual, que teria sido conduzido por um suposto pai de santo. Uma semana após o crime, o Portal Correio ouviu representantes do candomblé e eles foram taxativos: o suspeito não pode ser considerado membro de nenhuma religião de matriz africana.

“Nenhuma religião de matriz africana faz esse tipo de ritual. Nós cultuamos o respeito à natureza. Somos conhecidos como pais e mães de santo, mas na verdade somos zeladores. Então, como poderíamos fazer mal àqueles que nos procuram? Àqueles que devemos zelar? É inaceitável e desrespeitoso que esse homem seja considerado da nossa religião. Ele não é. Ele não nos representa de forma alguma”, defendeu a iyalorixá Tuca.

A opinião também é compartilhada pelo babalorixá Gilberto. Ele é sacerdote há mais de 30 anos e um dos organizadores da festa de Yemanjá, o evento candomblé de maior tradição em João Pessoa.

“Posso garantir que não existe sacrifício humano dentro do candomblé. Desconheço essa prática e esse homem não pode ser chamado de pai de santo. O candomblé não realiza rituais visando o mal das pessoas”, garantiu o líder religioso.

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O babalorixá Léo também não concorda que o suspeito e o fato tenha tido relação com religiões africanas. “O comportamento do suspeito mostra que ele não tem nenhum conhecimento sobre orixás e cultura africana, não tem cultura religiosa. Uma pessoa que faz isso contra uma criança não tem alma, cultura e espiritualidade. Não tenho nem palavras para classificar uma pessoa dessa”.

Umbanda

Segundo o babalorixá Léo e a iyalorixá Tuca, o ritual macabro que vitimou a criança em Sumé também não pode ser confundido com práticas da umbanda. De acordo com os líderes religiosos, a umbanda é uma religião “ainda mais pura que o candomblé” e jamais permitiria qualquer tipo de agressão contra seres humanos.

Preconceito

Os três representantes do candomblé ouvidos pelo Portal Correio consideram que a forma como o caso foi tratado contribui para o preconceito contra adeptos de religiões de matriz africana.

Eles destacam que a maioria das pessoas têm pouco conhecimento sobre o candomblé e a umbanda e acabam acreditando em mitos que envolvem essas religiões.

O caso

Relembre o caso em uma matéria exibida na TV Correio HD.

 

 

portalcorreio

Dom Aldo alerta que padres e religiosos que participarem de eleições serão suspensos

dom-aldoEm nota nesta terça-feira (22), o arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Aldo Pagotto explicou qual deve ser o posicionamento da Igreja sobre a participação de padres e religiosos na política partidária.

Conforme o documento, aquele que, por decisão pessoal, não aceitar as normas eclesiásticas e decidir pleitear função política ou assumir cargos executivos estará suspenso.

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“Eventualmente eleito, o Clérigo (padre ou religioso) continuará suspenso do uso de Ordem e de quaisquer funções eclesiásticas durante todo o período de mandato para o qual tenha sido eleito”, informou Dom Aldo.

Veja

João Pessoa (PB), 22 de julho de 2014.

 
Dom Aldo reforça posicionamento da Igreja sobre a participação de padres e religiosos na política partidária.
Leia o texto divulgado hoje.

Portaria na forma de Nota Normativa da Arquidiocese da Paraíba sobre:

a) Filiação de Clérigos em partidos políticos;
b) Disputas de Clérigos a cargos eletivos;
c) Participação de Clérigos em atividades político-partidárias, vinculados a cargos públicos remunerados, por identificação e por pertença partidária.

1. Considerando os fatos – remotos e recentes – referentes à filiação de Clérigos e de Religiosos a partidos políticos; – Considerando o fato de Clérigos e Religiosos disporem seus nomes para a candidatura e disputa a cargos eletivos; – Considerando o fato da participação efetiva de Clérigos e Religiosos em atividades político-partidárias, vinculadas a cargos públicos remunerados;

2. Considerando alguns Clérigos incardinados na Arquidiocese da Paraíba, ou que nela já exerceram seu ministério, embora hoje afastados, bem como a presença de Religiosos presbíteros que exercem na Arquidiocese da Paraíba o seu ministério, vinculados a Ordens Religiosas; – Considerando os rumores sobre Clérigos que se articulam com coligações partidárias para eventualmente se lançarem como candidatos, disputando cargos políticos na esfera federal, estadual ou municipal;

3. Considerando que, de forma precoce, são lançadas as campanhas eleitorais na esfera federal, estadual ou municipal, provocando questionamentos por parte de políticos, jornalistas, radialistas e fiéis – veiculados e repercutidos pelos meios de comunicação, solicitando respostas do Arcebispo, dando margens a interpretações diversas na opinião pública;

4. Considerando o que dispõe a Tradição e o que ordena o Magistério da Igreja a respeito da identidade sacerdotal, lavradas nas sábias e precisas Normas do Código de Direito Canônico; – Considerando as Diretrizes Pastorais emanadas pessoalmente pelo Papa emérito Bento XVI, por ocasião da “visita ad limina” dos Bispos do Regional NE 2 (Províncias Eclesiásticas de Natal, RN; Paraíba, PB; Olinda e Recife, PE e Maceió, AL) no dia 17 de setembro de 2009, bem como de Carta Normativa emanada aos 12 de dezembro de 2003 pelos Bispos das supracitadas Províncias Eclesiásticas (abaixo resumidas);

5. Preposto à Arquidiocese da Paraíba, tenho conhecimentos sobre a militância direta de padres e religiosos em política partidária – independentemente das observações em tela, eles assumem por conta própria o seu percurso histórico político-partidário. Como parlamentares sufragados, eles se sentem representantes de projetos e bandeiras que correspondem às expectativas de lideranças de movimentos populares.

6. Pela presente Nota Normativa, uma vez mais, de forma caridosa e fraterna, admoesto os Clérigos, esclarecendo o que a própria Igreja define, restringe e proíbe, conforme rezam os Cânones do Código de Direito Canônico:

a) Cânon 285 § 1 do CDC: “Os clérigos se abstenham completamente de tudo o que não convém a seu estado, de acordo com as prescrições do direito particular”.

b) Cânon 285 § 3 do CDC: “Os clérigos são proibidos de assumir cargos públicos que implicam participação no exercício do poder civil”.

c) Cânon 287 § 1º do CDC: Os clérigos promovam sempre e o mais possível a manutenção, entre os homens, da paz e da concórdia fundamentada na justiça. – § 2º. Não tenham parte ativa nos partidos políticos e na direção de associações sindicais (…).

7. O Papa emérito Bento XVI, aos 17 de setembro de 2009, dirigiu-se aos Bispos do Regional NE 2 nos seguintes termos:

“Na diversidade essencial entre sacerdócio ministerial e sacerdócio comum se entende a identidade específica – dos fiéis ordenados e dos leigos. Por essa razão é necessário evitar a secularização dos sacerdotes e a clericalização dos leigos. Nessa perspectiva, os fiéis leigos devem empenhar-se em exprimir nas realidades temporais – inclusive através do empenho político – a visão antropológica cristã e a doutrina social da Igreja. Diversamente, os sacerdotes devem permanecer afastados de um engajamento pessoal na política, a fim de favorecerem a unidade e a comunhão de todos os fiéis. Assim poderão ser uma referência para todos. É importante fazer crescer esta consciência nos sacerdotes, nos religiosos e nos fiéis leigos – encorajando e vigiando, para que cada um possa sentir-se motivado a agir segundo o seu próprio estado”.

8. Em comunhão com os Bispos do Regional NE 2, evoco a Norma emanada aos 12 de dezembro de 2003 (data anterior a minha chegada à Paraíba), tomando posição frontalmente contrária à participação de padres em disputas e cargos políticos e partidários: “Os ministros ordenados em todas as Dioceses do Regional NE 2 estão proibidos de se filiar a partidos políticos, bem como se candidatar a cargos políticos eletivos, e de assumir cargos públicos que implicam participação no poder civil”.

“Aquele que, por decisão pessoal, não aceitar as normas eclesiásticas e decidir pleitear função política ou assumir cargos executivos que implicam participação no poder civil, estará suspenso, por suspensão “latae sententiae”, de acordo com o Cânon 1333 do CDC”.

“Ao se afastar do oficio eclesiástico, o ministro deve deixar em ordem a administração que lhe compete, ficando absolutamente vedado o uso dos meios dos quais a Paróquia ou a Diocese dispõe para atividades de propaganda ou de promoção da própria candidatura”.

“Esta determinação vigorará a partir do registro de sua candidatura na convenção do Partido e será válida em todas das Dioceses do Regional NE 2”.

9. Diante das determinações elencadas em caráter irreformável, na solicitude da missão de pastor, determino que:

a) Por quaisquer razões pessoais ou por motivos particulares, os clérigos já envolvidos em política partidária e que persistem na intenção de disputar e/ ou exercer cargos políticos estarão – “ipso facto” – suspensos do uso de Ordens na Circunscrição Eclesiástica da Arquidiocese da Paraíba.

b) É-lhes vedado o exercício do ministério presbiteral e quaisquer cargos eclesiásticos. São, portanto, impedidos de celebrar os Sacramentos – sobretudo a Celebração (ou a concelebração) da Eucaristia.

c) Eventualmente eleito, o Clérigo (padre ou religioso) continuará suspenso do uso de Ordem e de quaisquer funções eclesiásticas durante todo o período de mandato para o qual tenha sido eleito.

Constata-se que há pessoas ligadas tanto às pastorais quanto a movimentos populares, cuja tendência é agir como cabos eleitorais de alguns partidos políticos. Esses podem assumir projetos que por vezes são contrários aos valores e aos princípios defendidos pelo Direito natural e pela ética e moral cristã, por exemplo na questão do aborto, invasão de terra e casamento gay. Fica a orientação para que essas pessoas não tentem fazer da Igreja cabo eleitoral, confundindo os fieis.

Em profunda comunhão na Caridade com o Santo Padre e com os Bispos do Regional NE 2 da CNBB, no acatamento incondicional ao que determinam as Diretrizes Universais da Igreja, peço a anuência e a compreensão sobre o dever de fazer cumprir o que está determinado na presente Portaria.

João Pessoa, 21 de julho de 2014

+ Aldo di Cillo Pagotto, sss
Arcebispo Metropolitano da Paraíba

CBF blinda entrada de líderes religiosos na Granja Comary

religiãoIIDesde a Copa de 1990, pelo menos, as concentrações da seleção brasileira foram redutos de cultos e orações de jogadores e comissão técnica.

Entre os Mundiais de 2002 e 2010 até um pastor frequentou os locais de preparação do time nacional. Mas, nesta Copa, a seleção brasileira se afastou da religiosidade.

A Granja Comary está blindada de líderes religiosos e não foi sede de nenhum culto ou de oração conjunta.

O cenário de 2014 é bem diferente das Copas anteriores.

Segundo o coordenador técnico da CBF Carlos Alberto Parreira, a religiosidade está tão afastada desta seleção brasileira que a comissão técnica da CBF sequer sabe a religião de seus jogadores.

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Na primeira semana de preparação para a Copa, a CBF recebeu a informação que um pastor rondou a Granja Comary e tentou entrar no QG da seleção para realizar cultos com os atletas.

Trata-se de Anselmo Alves, pastor evangélico que esteve nas três últimas Copas. Ele foi ao Mundial da Ásia, da Alemanha e da África do Sul para fazer reuniões com jogadores como Lúcio, Kaká e, em 2010, até com Jorginho, auxiliar-técnico de Dunga, então treinador da seleção.

Anselmo, entretanto, não conseguiu se encontrar com os jogadores da seleção de Neymar e companhia.

Alguns atletas do time nacional são religiosos, mas optaram por não carregar para esta Copa a tradição que vem desde o Mundial da Itália, quanto, Alex Dias Ribeiro, ex-piloto de F-1 e membro dos Atletas de Cristo, se aproximou da seleção para orar. Alex foi também às três Copas seguintes.

Em 1994, houve até pedido do capitão Dunga para que a equipe ficasse afastada dos cultos religiosos. Desta vez, não há qualquer tipo de restrição de jogadores e da comissão técnica a reuniões para orações. O distanciamento dos atletas dos cultos é tratado como um fato natural.

Jogadores como Fred, Neymar e Paulinho são religiosos. Eles optam, porém, por se reunir para outros tipos de atividade como para jogar video-game e para tocar pagode.

VETO DA FIFA À RELIGIOSIDADE

A Fifa proíbe manifestações religiosas durante jogos desde a Copa do Mundo de 2010. Seja em comemorações, mas principalmente em camisas -quando os jogadores levantam o uniforme oficial e há mensagens por baixo.

Caso um jogador não respeite a regra, ele pode ser multado, com valor variável, e até suspenso.

Para o Mundial deste ano, a Fifa também proíbe qualquer manifestação publicitária. Os árbitros também estão orientados a, se notarem durante o jogo esses tipos de atitudes, puni-los já durante a partida.

A CBF está atenta a possibilidade de perder atletas e o tema foi discutido na palestra sobre arbitragem realizada na sexta-feira (30) na Granja Comary pelo ex-árbitro Arnaldo César Coelho.

folha da copa

Eventos religiosos transformarão Campina Grande na “Meca Nordestina” durante o período e carnaval

campinaSem ter a tradição de realizar a festa de Carnaval, Campina Grande se prepara para viver uma série de eventos religiosos que serão realizados durante o período de momo. Mais uma vez, a cidade se transformará em um grande templo ecumênico, com encontros para todos os gostos.

Pelo menos sete grandes encontros acontecerão durante o período momesco na Rainha da Borborema, levando os participantes a entrarem em um grande retiro espiritual. Devido aos eventos religiosos, os hotéis da cidade praticamente estão com as ocupações lotadas. A rede hoteleira e o comércio lucram nesse período do ano.

 

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Orações, apelos pela cultura de paz e a civilização do amor, transformam Campina numa espécie de “Meca” nordestina. Um dos eventos que que chama a atenção pela grandiosidade é o Consciência Cristã, que este ano completa 16 anos de existência. ”

Voltado para o público evangélico e difusão de valores cristãos, o 16º Encontro para a Consciência Cristã, Organizado pela Vinacc acontece de 27 de fevereiro a 4 de março em Campina Grande. O evento este ano tem como principal presença confirmada o pregador e missionário norte-americano Paul Washer, além dos teólogos Russell Shedd e Augustus Nicodemus, o cientista criacionista Adauto Lourenço e o pastor e pregador Hernandes Dias Lopes.

Uma estrutura montada no Parque do Povo deverá receber cerca de 10 mil visitantes diariamente, com 17 ambientes. A previsão é que maios de 60 mil pessoas participem da Consciência Cristã este ano.

Palco principal do Encontro, o Parque do Povo receberá a instalação de uma Tenda Principal, conhecida como representação do Tabernáculo Bíblico, capaz de comportar 7 mil pessoas. No local acontecerão diversasprogramações no período diurno e as grandes concentrações durante as noites do Evento.

Apontado como um dos maiores eventos do gênero do mundo, o Consciência Cristão de destaca pelos números expressivos. Serão realizados no espaço 91 seminários ministrados por 33 palestrantes. Está programado também um culto noturno diário, além de fóruns abordando missões, liderança cristã, fé e ciência, louvor e adoração, literatura cristã, encontro de teologia e filosofia, sexualidade, além de temáticas voltadas para crianças e mulheres.

Outra novidade será o 1º Encontro de Surdos em uma Visão Cristocêntrica, primeiro do gênero no evento. O encontro abrigará ainda uma exposição com literatura cristã, a 2º Feira do Livro da Consciência Cristã (FELICC), que terá lugar na Pirâmide do Parque do Povo e reunirá diversas editoras do segmento.

“Estamos com tudo pronto para o encontro” garante o pastor Euder Faber presidente da VINAC.

MIEP – Nessa atmosfera espiritual, o Movimento de Integração do Espírita Paraibano (Miep) se destaca por ser um dos mais antigos na cidade e que este ano chega na sua 41ª edição.

O Movimento de Integração do Espírita Paraibano (MIEP) é o evento doutrinário mais antigo do estado, chegando à 41ª edição entre os dias 1º a 4 de março, este ano em Campina Grande. Sem fins lucrativos, o evento acontecem na sede do Centro de Convenções e Estudos Espíritas Divaldo Pereira Franco, no bairro do Catolé. O MIEP conta com apresentações musicais, oficinas, palestras, seminários e mesas-redondas, além de programação infantil e adolescente.

O encontro tem início na tarde do dia 1º, com recepção musical do Grupo Vocal Espírita Semearte e grupo Toque de Luz, além de palestra de abertura dom o expositor Haroldo Dutra Dias, com o tema ‘Evangelho e Espiritismo: 150 anos de amor e luz’.

Nos dias seguintes, o evento segue com palestras, seminários e mesas-redondas. Acontecem ainda oficinas de língua grega do Novo Testamento e de Esperanto, também de meditação, ioga, respiração e Tai-chi-chuan.

O presidente da Associação Municipal de Espiritismo (AME), Ivanildo Fernandes, ressaltou que por questões de princípios doutrinários e cristãos, o evento é totalmente patrocinado pelos próprios participantes, sem nenhuma subvenção pública ou apoio político. “Temos a compreensão de que por se tratar de um evento espiritualista e sendo o estado laico, não se deve usufruir de verbas públicas, menos ainda de parceria político-partidária”, explicou.

Evento católico – As famílias católicas campinenses também terão uma opção para passar o carnaval longe da folia. Trata-se da o Crescer – Encontro da Família Católica – que acontece no período do carnaval no Clube Campestre e chega à sua 17ª edição. Organizado pela Comunidade de São Pio X, o evento este ano acontece de 2 a 4 de março, no Clube Campestre, em Campina Grande, e traz como um dos destaque o missionário da Canção Nova (SP), Ricardo Sá. Ele evangeliza exercendo as funções de pregador, cantor, compositor, escritor, apresentador de programas de rádio e televisão. Natural de Fortaleza – Ceará, Ricardo Sá é casado com Eliana Sá, pai de Eduardo Netto e membro da Comunidade Canção Nova desde 1984.

De acordo com Gustavo Lucena, idealizador do Crescer, este ano o encontro terá como tema “Na família está nossa esperança!”. Dentre as novidades para o evento estão as participações de pregadores com renome nacional que nunca estiveram no Crescer, a exemplo do Ricardo Sá, da Comunidade Canção Nova – SP, e Evandro Nunes, da Renovação Carismática Católica, da Diocese de Santo Amaro – SP.

“O Crescer abraça todas as famílias católicas dispostas a ter um carnaval diferente. O encontro vem trazer a oportunidade de refletir sobre a importância da família. Neste ano, em especial, celebramos os 30 anos da publicação da ‘Carta às Famílias’ de autoria do Beato João Paulo II, que será canonizado no próximo dia 27 de abril. Além disso, o Papa Francisco convocou um Sínodo dos Bispos para tratar sobre a família que acontecerá em outubro”, frisou Márcia Ferraz, coordenadora do Núcleo de Eventos da Comunidade.

Amigos do Torá – A comunidade judaica existente em Campina Grande, também tem um encontro próprio para refletir durante o carnaval. A oitava edição do encontro Amigos da Torá, também promete levar uma mensagem de paz. . A exemplo do ano passado este o evento vai de novo acontecer no Museu Vivo da Ciência, (próximo ao Terminal de Integração de Ônibus, no Largo do Açude Novo), centro.

Segundo o presidente da Associação Amigos do Torá Davi Meneses (Davi Ben), este ano o evento terá muitas novidades e será trasmitido ao vivo pela internet sendo o primeiro a ser vistos nos cinco continentes.

Nova Consciência – Com uma proposta de congregar as diversas correntes religiosas, filosóficas e culturais, o Encontro da Nova Consciência que este ano chega a 24º edição. Este ano o Encontro tradicional na Rainha da Borborema, terá como tema “Ética, Direitos Humanos e Liberdade de Expressão”, e será realizado de 28 de fevereiro a 4 de março.

O encontro que mais uma vez será realizado no Sesc Centro. ” Todos os anos durante o carnaval, a cidade de Campina Grande, Paraíba-Brasil, se transforma em um espaço para a ciência, a cultura, a Arte, as Tradições Religiosas e tudo o que diz respeito ao Patrimônio Cultura Imaterial. É o Encontro da Nova Consciência, evento que já é realizado há duas décadas, sempre com grande sucesso de público de todo o Brasil, constando nos calendários de turismo de eventos nacionais. Trabalhando nesses 20 anos com uma proposta de Cultura de Paz, o Encontro mudou a face da cidade que esvaziava no período de carnaval”, explicou um dos organizadores do evento.

Severino Lopes

PB Agora

Templos, igrejas e terreiros disputam espaços; religiosos convivem com racismo, homofobia e intolerância

Líderes religiosos promovem '‘guerra santa’
Líderes religiosos promovem ‘‘guerra santa’

O primeiro dia de culto de uma igreja evangélica ao lado de um terreiro de candomblé, no bairro Cuiá, em João Pessoa, terminou em caso de polícia, com denúncias de intolerância religiosa, racismo, homofobia e ameaça de morte.

Fazer o bem é o que pregam todas as religiões. Mas é justamente em nome da fé que seguidores de diversas crenças promovem uma “guerra santa” e, ao invés de amor ao próximo, geram discórdia, preconceito e violência. Para líderes das igrejas católica e evangélica, e das religiões espírita e afro-brasileiras, os ataques partem de uma fé clandestina, exercida por seguidores despreparados ou ‘falsos profetas’ que deturpam o verdadeiro significado de cada crença.

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No Estado, a fé se discute entre os 94% que possuem religião e os 5,6% que não são religiosos, são ateus ou agnósticos.

 

Por Álisson Arruda/ Jornal Correio

Imagem de sister como santa revolta religiosos: ‘Um atentado ao sagrado’

sisterO “Big Brother Brasil 14” só começa na próxima terça-feira, mas a polêmica já ronda uma das participantes: a paulistana Clara Aguilar. A loira, que é conhecida por fazer vídeos eróticos na internet, provocou a reação negativa da Igreja Católica ao posar provocante, vestida como a santa de mesmo nome e com os seios de fora. Berthaldo Soares, presidente da Associação Arquidiocesana Tarde com Maria, chegou a cogitar consultar o departamento jurídico da instituição para saber se é possível proibir a circulação da imagem na internet.

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— Isso é deplorável. O que essa senhora fez não é apenas uma afronta aos católicos. Um judeu, um muçulmano, qualquer pessoa com um mínimo de caráter vê que isso é uma afronta à religião de alguém e não vai concordar. Qual é o atributo que ela tem, seja moral ou intelectual, que poderia dar a ela projeção sem essa polêmica que ela está provocando? De que jeito ela iria aparecer no “BBB”? Medíocre é a palavra certa para descrevê-la — afirma.

A notícia também não deixou nada feliz a madre abadessa Maria Pacífica de Jesus. Superiora do Convento de Santa Clara, na Gávea, Zona Sul do Rio, a religiosa se sobressaltou ao tomar conhecimento do fato.

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— Mas que coisa! Isso é um absurdo, um atentado, uma falta de respeito ao sagrado — criticou ela, que, sempre com fala mansa, continuou: — As irmãs Clarissas vivem uma vida de clausura, dedicada inteiramente à oração e ao atendimento aos irmãos que chegam aqui com problemas e pedidos de oração.

Berthaldo, que está há 27 anos à frente da associação Tarde com Maria, diz que poucas vezes viu algo tão chocante:

— Se ela quer fazer fotos grávida e pelada, isso é problema dela. Não vou nem comentar isso. Mas uma foto dessas quer chocar, agredir, vilipendiar uma imagem católica. É uma falta de respeito, falta de amor a Deus, de ter o que mostrar, aí mostra um peito que nem dela deve ser, deve ser de silicone. Se as pessoas não se escandalizam com isso, que além de pornográfico é um vilipêndio de uma imagem sacra, vão se escandalizar com o quê?

Apesar de classificar a atidude de Clara Aguilar como “um abuso que se faz ao sagrado”, a madre superiora das Clarissas afirma que vai rezar pela sister.

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180 Graus

Pressão de religiosos prejudica trabalho de prevenção a aids, diz especialista

O Brasil precisa adotar uma postura mais incisiva na área da prevenção e da infecção por HIV para recuperar o protagonismo mundial no enfrentamento à doença. A opinião é do médico sanitarista e epidemiologista Pedro Chequer. Considerado um dos principais especialistas no tema no país, ele acredita que o Brasil sofreu um “grande retrocesso” nos últimos anos por, entre outras razões, ceder à pressão de grupos religiosos na condução das ações de resposta à epidemia.

Entre as medidas que simbolizam esse recuo, segundo ele, estão a suspensão pelo governo federal, em março deste ano, da distribuição de material educativo para prevenção da aids dirigido a adolescentes. O material – que foi apelidado de “kit gay” pelas frentes religiosas do país, inclusive no Congresso Nacional – era formado por revistas de histórias em quadrinhos, abordava temas como gravidez na adolescência, uso de camisinha e homossexualidade.

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“O Brasil pautou seu programa de aids na fundamentação científica e sempre foi exemplo para o mundo, promovendo campanhas de prevenção abertas, diretas e objetivas, voltadas principalmente às populações mais vulneráveis. De repente, vemos esse grande retrocesso e o Brasil sofre um revés político, deixando de ser vanguardista na área da prevenção e de campanhas”, disse Chequer, que coordenou a política de aids do Ministério da Saúde e dirigiu o Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (Unaids) no Brasil.

Ele ressaltou que ainda não é possível calcular o impacto dessas medidas, já que, diferentemente de outras doenças como o sarampo ou o cólera, os sintomas da infecção por HIV podem levar um longo período para se manifestar. O especialista destacou, também, que o Brasil vem promovendo avanços para ampliar a oferta de tratamento gratuito contra a aids para todos os adultos que sejam diagnosticados soropositivos, independentemente do estágio da doença.

Há cerca de dois meses, o Ministério da Saúde submeteu à consulta pública um protocolo de atendimento prevendo que o tratamento seja fornecido ao paciente com aids, que tiver CD4 (células de defesa do organismo) acima de 500 para cada milímetro cúbico de sangue e que não apresentam os sintomas da doença. Pela regra atual, a rede pública de saúde fornece tratamento ao paciente com aids que tiver CD4 abaixo de 500 para cada milímetro cúbico de sangue.

Desde o início de 2013, também podem receber o tratamento casais sorodiscordantes – aqueles em que um dos parceiros tem o vírus e o outro não – com CD4 acima de 500 células para cada milímetro cúbico de sangue, pacientes que convivem com outras doenças, como tuberculose e hepatite, e pacientes assintomáticos com CD4 menor de 500.

A validação das proposições recebidas e a elaboração da versão final consolidada do protocolo será coordenada pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, que deve finalizar o documento ainda este ano. Segundo o ministério, estudos internacionais mostram que o uso precoce de antirretrovirais reduz em 96% a taxa de transmissão do HIV.

“Ampliar a cobertura de tratamento é fundamental porque na medida em que as pessoas são tratadas, elas praticamente não transmitem o vírus. Quando não há transmissão, não há novas infecções. Mas isso [só vai ocorrer] se forem implantados serviços [de saúde] nas regiões mais distantes e criados processos de mobilização com campanhas na mídia, nas redes sociais, nos serviços comunitários e de saúde para promover a testagem”, disse.

O Ministério da Saúde estima que atualmente cerca de 700 mil pessoas vivam com HIV e aids no país, mas 150 mil não sabem que têm o vírus ou a doença. Ao todo, 313 mil recebem tratamento com medicamentos antirretrovirais gratuitos. O Brasil registra, em média, cerca de 38 mil casos de aids por ano. Desde os anos 80, quando teve início a epidemia, foram contabilizados 656 mil casos. Procurada pela reportagem,  a assessoria do Ministério da Saúde não comentou as críticas feitas pelo especialista.

Leia quadro explicativo:

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por Thais Araujo, da Agência Brasil

Assembleia Geral reúne 600 religiosos e religiosas em Brasília

 

Cerca de 600 religiosos e religiosas iniciaram encontro, em Brasília, nessa segunda-feira, para eleger nova presidência da Conferência dos Religiosos do Brasil. O encontro que acontece na Escola Paroquial Santo Antônio até 19 de julho tem como um dos principais objetivos a eleição da nova diretoria que atuará de 2013 a 2016.

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Sacerdote Jesuíta, Superior Provincial e membro da Diretoria da CRB Nacional como Conselheiro, Geraldo Kolling falou sobre a importância desse evento: “Todo encontro pode ser significativo. A XXIII Assembleia Geral, por ser eletiva, pode ser de modo especial relevante para a caminhada da Vida Religiosa no Brasil, particularmente por aí se eleger nova diretoria, criando estruturas menores (7 membros na Diretoria, sem Conselho Superior, por exemplo) e mais ágeis. Creio que é oportunidade favorável para convivência fraterna, reflexão séria e encaminhamentos fortes para os próximos três anos da Vida Religiosa Consagrada no Brasil”, relatou.

A Assembleia terá como tema “Vida Religiosa, hoje – identidade e esperança e o lema “Permanece conosco”que é baseado no texto bíblico dos Discípulos de Emaús, do Evangelho de Lucas. “Desejamos que cada um e cada comunidade possa fazer o itinerário de Emaús na sua vida e missão porque em determinados momentos da vida se fazem presentes situações semelhantes àquelas dos discípulos de Emaús”, afirma o psicólogo, Irmão Paulo Dullius.

Durante a Assembleia, biblistas, psicólogos, teólogos e missiólogos ajudarão no processo eletivo com algumas reflexões sobre a Vida Religiosa”, além de celebrações eucarísticas, trabalhos de grupos e a eleição por meio de urna eletrônica são atividades que marcarão a XXIII Assembleia Geral Eletiva de 2013.

Neste evento estarão presentes além dos diversos representantes das entidades nacionais de religiosos, o Núncio Apostólico do Brasil, dom Giovanni D’Aniello; e o secretário Geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, ofm.

 

Adital, com informações Rosinha Martins/CRB

Incêndio destrói 122 barracas de artigos religiosos em praça de Canindé (CE)

As barracas vendiam artigos religiosos

As barracas vendiam artigos religiosos

Um incêndio destruiu cerca de 122 barracas na Praça Tomaz Barbosa, no município de Canindé, a 120 km de Fortaleza. O caso ocorreu por volta das 20h15min, no último domingo (18).

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, um curto-circuito foi responsável pelo incêndio, que foi controlado por volta de 20h40min. Camelôs, populares e policiais militares tentaram apagar o fogo com baldes de água, mas não conseguiram impedir a destruição das barracas.

Segundo populares, o fogo provocou um grande prejuízo aos comerciantes, pois as barracas que vendiam artigos religiosos foram totalmente destruídas juntamente com a mercadoria. O fogo não foi controlado a tempo, pois não existe Corpo de Bombeiros na Cidade.

A assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros informou que foram acionados dois quartéis, um em Maracanaú e outro em Guaramiranga, e chegaram cerca de uma hora após o início do incêndio, em decorrência da distância. Nesse horário, o incêndio já havia sido controlado.

Prevenção

O Corpo de Bombeiros orienta os comerciantes de barracas que realizem manutenção diária na rede elétrica e posicionem as barracas distantes uma das outras. No caso de incêndio, a distância diminui o risco do fogo se espalhar pelas demais barracas.   

 

As barracas vendiam artigos religiosos. Foto: Canindé Notícias

Fonte: Diário do Nordeste