Arquivo da tag: relacionamento

Suspeito de matar radialista para esconder relacionamento homossexual é preso em Itaporanga

O radialista Denisvaldo Mendes Pacheco, que estava desaparecido há pelo menos 24 horas, foi encontrado morto a cerca de dois quilômetros da região central da cidade de Itaporanga, no Sertão da Paraíba, na noite da quinta-feira (29).

Nesta sexta-feira (30), a polícia capturou um homem suspeito de ter assassinado o radialista. Investigações apontam que ele teria um relacionamento amoroso com a vítima.

A polícia acrescenta ainda que o crime teria sido motivado após Denisvaldo supostamente ter feito chantagens ameaçando revelar o relacionamento. O suspeito, que é casado, teria feito ameaças à vítima através das redes sociais.

Fonte: PBAgora

 

 

Preso é suspeito de mandar matar companheira por não aceitar fim do relacionamento

Um presidiário do Serrotão em Campina Grande é acusado de ter encomendado a morte da companheira, em dezembro de 2017, após descobrir que ela pretendia pôr fim ao relacionamento.

Jorge Luiz da Silva cumpre pena por homicídio, receptação e porte de arma e teve a nova ordem de prisão decretada em caráter preventivo, para não atrapalhar as investigações.

Segundo a delegada do caso, Nercília Dantas, a polícia descobriu provas suficientes do envolvimento de Jorge na morte de Flávia da Silva de 20 anos.

De acordo com a polícia, no dia do assassinato, a mulher tinha saído do presídio e estava em uma moto, quando dois homens armados se aproximaram e perguntaram se ela era a mulher de Jorge.

Ao responder que sim, Flávia foi obrigada a descer do veículo e sofreu quatro disparos, sendo três da cabeça. Ela morreu na hora.

Ainda pelas informações da polícia, a ordem para matar partiu de um telefone celular.

Os executores não foram presos, pois um deles morreu 15 dias depois e o outro ainda não foi identificado.

*Com informações da TV Cabo Branco.

 

paraibaonline

 

 

‘Pai era muito controlador e não aceitava relacionamento’, conta delegado que investiga assassinato de ator

O delegado responsável pelo caso do homem que matou o ator Rafael Henrique Miguel, de 22 anos, e os pais dele em frente à casa da namorada do jovem ontem, na Zona Sul de São Paulo, diz que ele era contra o relacionamento dos dois: “O pai era muito controlador e não aceitava o relacionamento da filha com o Rafael”.

Fernando Bessa, da 6ª seccional, afirma que os três foram até a casa de Paulo Matias para conversar com ele sobre o namoro: “Eles conversavam no portão com Isabela e a mãe dela quando o Paulo chegou sem falar nada e atirou”.

As duas, por enquanto as únicas testemunhas chamadas pela polícia, não puderam prestar depoimento por questões de saúde: “Elas passaram mal depois do fato e foram para o hospital”.

A polícia acredita que a arma de Paulo Cupertino Matias era ilegal, já que ele tinha passagens pela polícia por roubo, furto, ameaça e lesão corporal nos anos 1990 e chegou a cumprir pena. O comerciante continua foragido.

Band News

 

 

Conheça os efeitos das mentiras no relacionamento

A falta de honestidade destrói os vínculos

Não importa o tamanho, pequenas omissões ou grandes mentiras quebram a confiança existente entre um casal. Se o parceiro não tem a capacidade de ser honesto, o relacionamento enfrentará inúmeras dificuldades. Uma vez dita, a mentira tende a se multiplicar e a desconfiança tomará conta da relação. Quem consegue viver assim? Sempre duvidando das palavras e atitudes daquele que deveria ser, antes de tudo, transparente e verdadeiro?

Alguns comportamentos merecem atenção especial. Se persistirem, é melhor repensar a relação. Observe melhor um parceiro que minimiza as suas interações com outras pessoas. A traição pode não estar acontecendo, mas, se não há nada de mal no companheirismo afetuoso com uma colega de trabalho, por que esconder? Quando você deixa de comentar aquele encontro casual no happy hour – e um dia ele acabará sendo fatalmente revelado – já estará suscitando a desconfiança. O melhor, sempre, é contar tudo de uma vez, com a naturalidade que a situação merece. O mesmo tratamento deve ser atribuído ao seu passado amoroso. Não há necessidade de entrar em detalhes, mas falar sobre ele, compartilhar experiências que foram importantes e que deixaram marcas agregam mais intimidade e segurança à relação. Deixar que o parceiro fique imaginando ou superestimando o que um “ex” representou é alimentar uma angústia desnecessária. Se o relacionamento anterior não tiver sido superado, se não for página virada, será sempre uma sombra para o atual. Nada pior do que ter que conviver com fantasmas desconhecidos. Que tal conversar a respeito de sentimentos que ainda perturbam? É impossível manter uma relação saudável com alguém que não consegue ser honesto com os próprios sentimentos. Pior, é uma demonstração de ausência de respeito pelo parceiro. Às vezes, pode parecer difícil se expor, mas tentar até conseguir ainda é o melhor caminho.

Outro ponto de conflito, ele, sempre ele, o dinheiro. É um dos principais motivos que levam às separações. Mentir a respeito do salário, sobre o valor daquela compra por impulso, sobre dívidas ou investimentos secretos, é discussão garantida. Um casal que pretenda ter uma relação que resista às adversidades precisa aprender a conversar com franqueza a respeito das questões financeiras. A sinceridade também vale para o sexo. A comunicação deve ser aberta, sem preconceitos a respeito de desejos e prazeres. Uma vida sexual saudável e estimulante, sem mentiras, é capaz de manter a atração sempre viva e, sabemos, contribui para a estabilidade da relação.

Ao entrarmos em um relacionamento, levamos na bagagem as nossas expectativas, que nem sempre estão claras para o outro parceiro. É um tipo de omissão, às vezes inconsciente, para preservar um amor que parece promissor. Precisamos entender e admitir que cada relação será diferente daquela vivida anteriormente e que as aspirações também são diversas. A comunicação e a transparência são a solução para prevenir e resolver diversos problemas nos relacionamentos. Elas deveriam ser a base de qualquer relação. Não seria melhor conhecer desde o início os verdadeiros propósitos da outra parte envolvida? Quero (ou não) casar, quero (ou não) ter filhos, quero somente uma aventura, estou (ou não) disponível para um compromisso sério? Tudo seria tão mais fácil, sem necessidade de mentiras ou omissões. Optar pela verdade e pela clareza de sentimentos é estar comprometido com a relação, com o outro. É um exercício que vale a pena, garanto!

Sobre Jennifer Lobo: filha de empresários brasileiros, nascida nos EUA, graduada pela Auburn University, Alabama, com especialização em Comunicação e mestrado em Relações Públicas. Certificada pelo Matchmaking Institute, empreendedora, é fundadora e CEO da plataforma de relacionamentos MeuPatrocinio.comParceira de Anna Bey na implementação da Escola da Elite no Brasil. Autora do livro “Como Con$eguir um Homem Rico”, escrito em conjunto com Regina Vaz, terapeuta de casais.

 

 

Conheça os motivos que desgastam um relacionamento

Acabou, mas quais foram as razões?

Quando o relacionamento acaba, costumamos ficar procurando justificativas para o término. É uma análise importante, inclusive para que possamos seguir em frente e tentar não cometer os mesmos erros em uma próxima vez. Especialistas elencam uma série de motivos que podem colocar um ponto final naquela relação que julgávamos “para sempre”.

Em tempos de amores virtuais, acessíveis e em grande oferta, a traição continua sendo uma das razões. Não uma única “escapadela”, mas a recorrência. Os casais que não têm um acordo no sentido da monogamia passam por ela sem maiores sequelas, o estilo de vida com múltiplos parceiros, o interesse sexual por mais de uma pessoa não causa desconforto, muito pelo contrário, estimula a relação. Para aqueles que não admitem a traição, é o fim. Na maioria das vezes, a primeira é perdoada, mas se houver reincidência não há desculpa. As redes sociais também contribuem, e muito, para atrapalhar os relacionamentos de um casal. Curtidas de estranhos, fotos sem o parceiro, mais conexão com os amigos do que com o par. Aquela intensa necessidade de estar sempre conectado faz com que deixemos a nossa relação em segundo plano. Além disso, a superexposição de pessoas perfeitas, vidas extremamente interessantes e divertidas geram questionamentos ilusórios. A nossa rotina parece desgastante e lastimável perto de tantas pessoas felizes. Então, é melhor trocar de parceiro e buscar algo mais emocionante, digno de ótimas fotos no Instragram. Sim, tem gente que ainda acredita nisto!

O sexo deixou de ser interessante, a atração diminuiu ou acabou. Fatal. Se o casal já tentou reanimar a paixão do início da relação e não deu certo, se tudo parece ter se tornado uma repetição monótona ou tiver se tornado obrigação, não há o que fazer. Só resta render-se à realidade e, aí sim, partir em busca de um novo parceiro e de novas emoções.

Mas, dentre tantos motivos, a principal causa das separações é a questão financeira. Um tema considerado tabu, o dinheiro dificilmente é tratado com a clareza e transparência necessárias por um casal. É um assunto que fica adormecido, como se não tivesse importância. Até que os problemas começam a surgir. Como consequência, “57% dos divórcios no Brasil têm origem em problemas financeiros mal resolvidos. É fundamental admitir que o dinheiro influenciará o sucesso do relacionamento”, afirma Jennifer Lobo fundadora e CEO da plataforma de relacionamentos sugarMeu Patrocínio. “O gerenciamento do dinheiro, o egoísmo, o controle dos gastos, as dívidas, a divisão e a administração da renda do casal, se não forem alinhados desde o início da relação a dois, trarão problemas no futuro”, garante a empresária. Para ela, “o aspecto financeiro não pode ser tratado como um tema proibido. Ele está permanentemente em jogo. Se a falta de diálogo franco e aberto prevalecer, acarretará frustrações e, consequentemente, o seu poder destruidor se fará sentir”.

Segundo João Borzino, terapeuta de casais e sexólogo, as expectativas financeiras alinhadas são fundamentais para que o casal cresça e possa dar atenção ao desenvolvimento dos demais aspectos da relação: diferenças de perfil, dinâmica sexual, o dia a dia com os filhos, trabalho e relacionamento de família. “Toda união leva a um choque de vivências familiares (cada um vem de um núcleo diferente, com costumes diversos que vão se atritar) e a relação com o dinheiro vem junto no pacote. As outras esferas precisam ser ajustadas para que esse novo casal tenha a suas próprias características, diferentes das famílias de origem. Entender-se financeiramente proporcionará mais estabilidade nesta fase inicial tão insegura para ambos”, ressalta. Borzino destaca ainda o crescimento de adeptos do relacionamento sugar, quando o homem acaba se tornando o provedor. “Hoje, existe uma  forte resistência da mulher em aceitar a dependência do homem, mas no fundo, vejo que é o que ela busca. Há uma necessidade muito grande em sentir o homem provedor. Na real e em consultório, percebo que toda mulher busca essa segurança: um homem que é homem, um homem provedor”. O sexólogo comenta a constatação diária de que muitos casais se separam por crise financeira e que percebe uma decepção dos dois lados, mas principalmente da mulher que esperava que o parceiro cumprisse o seu papel de provedor, perdendo a admiração por ele. E sem admiração não há relação que resista.

Sobre o MeuPatrocínio.com

Primeiro e maior site de relacionamento Sugar do Brasil, o Meu Patrocínio é a rede social mais exclusiva e elitizada do país. O estilo de vida Sugar reúne homens poderosos a mulheres jovens e atraentes para relacionamentos verdadeiros, transparentes, com acordos pré-estabelecidos e expectativas alinhadas. Hoje, em sua base de dados, a plataforma conta com mais de 1 milhão de usuários. Todos submetem seus perfis e fotos à aprovação individual. Somente são aceitos maiores de 18 anos que devem aderir às condições e termos de segurança do site. www.meupatrocinio.com

 

 

Descubra o que pessoas com mais de 50 esperam em um relacionamento

A maturidade valoriza o companheirismo nos relacionamentos

A maturidade tem as suas vantagens. As experiências acumuladas nos relacionamentos trazem certa sabedoria para aqueles que conseguiram encarar as vivências anteriores como um aprendizado. A fase de cuidar da família, dos filhos e da carreira foi consolidada. É o momento de repensar os valores e de criar novas expectativas para as décadas seguintes. É hora de buscar mais qualidade de vida e talvez um novo amor, na maioria das vezes, com critérios mais objetivos do que no início da idade adulta. Alguns fatores assumem uma importância até então menosprezada. Mas, o que muda? O que se torna mais valorizado em um relacionamento para uma pessoa que já cruzou a linha dos 50?

Tive a curiosidade de entender o que os usuários dessa faixa etária da minha plataforma de relacionamentos, Meu Patrocínio, esperam de um novo amor. Ouvi muito que, por se sentirem mais equilibrados e experientes, a denominada maturidade emocional leva, inevitavelmente, a um passo além do superficial. Tanto que a qualidade mais desejada para um envolvimento amoroso foi o companheirismo, citado por 70%. Com a idade, cresce a necessidade de ter alguém com quem compartilhar a vida e as conquistas alcançadas. Neste encontro, segundo os usuários, reside uma nova fonte de felicidade e o prazer com as emoções de um recomeço.

Além do desejo de exercer a cumplicidade com o novo parceiro, 38% dos entrevistados mencionam o bom humor como essencial. O peso das responsabilidades ficou para trás. A partir de agora, torna-se fundamental experimentar a vida com mais leveza, sem tantas preocupações com a garantia de um futuro financeiramente seguro. Ele já foi conquistado e é o momento de aproveitar o resultado dos esforços empreendidos até então. O compromisso é com o bem-estar e com a satisfação pessoal. Algo efêmero como a beleza do novo companheiro ainda é apontada um fator de atração para 35% dos entrevistados e a exigência de se dar bem com a família e amigos foi considerada importante por 6% das pessoas que buscam uma nova relação. Todos puderam mencionar mais de uma característica que valorizassem nos relacionamentos.

Quando questionados a respeito dos quesitos necessários para uma relação duradoura, a fidelidade aparece em primeiro lugar. Para 48%, as chances de sucesso são inexistentes sem ela. Ao mesmo tempo, ao lado do respeito pelo companheiro, 45% buscam encontrar sexo de qualidade, segundo eles, indispensável para a almejada qualidade de vida. E, novamente, a capacidade de se divertir com o novo parceiro é ressaltada por 32%. Pessoas amargas e desiludidas com a vida são rejeitadas logo no primeiro encontro, se tiverem a sorte de chegar até ele. Por fim, o dinheiro tem importância para 16%, por julgar que ele está diretamente relacionado a uma boa educação e nível social.

No decorrer da vida, é natural que alguns fatores adquiram uma importância diferente da que tinham anteriormente. Felizmente, a maioria das pessoas passa por transformações no seu processo de evolução, inclusive quanto às características que buscam no parceiro idealizado. A procura por um novo amor traz em si uma demonstração de proatividade, de esperança na renovação. E o que pode haver de mais corajoso na vida? Não temer recomeços e estar sempre aberto às oportunidades que ela oferece. Pronto para novos amores, mesmo que na maturidade.

Sobre Jennifer Lobo: filha de empresários brasileiros, nascida nos EUA, graduada pela Auburn University, Alabama, com especialização em Comunicação e mestrado em Relações Públicas. Certificada pelo Matchmaking Institute, empreendedora, é fundadora e CEO da plataforma de relacionamentos MeuPatrocinio.comParceira de Anna Bey na implementação da Escola da Elite no Brasil. Autora do livro “Como Con$eguir um Homem Rico”, escrito em conjunto com Regina Vaz, terapeuta de casais.   

Meu Patrocínio

 

MEC retira de escolas de todo o país livro que aborda relacionamento com incesto

O ministro da Educação, Mendonça Filho, informou nesta quinta (8) que o livro Enquanto o sono não vem, distribuído pelo Programa de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) para alunos de 1º, 2º e 3º anos do ensino fundamental, deverá ser recolhido das escolas públicas. No livro, um dos contos aborda o tema incesto, considerado  impróprio para crianças de seis a oito anos de idade, segundo o órgão.

De autoria do escritor José Mauro Brandt, a obra é dividida em oito contos. Um deles, A triste história de Eredegalda, fala sobre o desejo de um rei em se casar com a mais bonita de suas três filhas. Diante da negativa, a menina é castigada e acaba morrendo de sede.

A obra foi selecionada, em 2014, pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), depois de avaliada e aprovada pelo Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, instituição de notório saber e referência nas áreas de alfabetização e literatura.

Segundo o MEC, professores e pais de alunos em todo o país questionaram o conteúdo, o que levou o órgão a pedir um parecer técnico e jurídico sobre o assunto, feito pela Secretaria de Educação Básica (SEB).

No parecer, a SEB entendeu a temática abordada no livro não é adequada para crianças em idade de alfabetização. “As crianças, no ciclo de alfabetização, por serem leitores em formação e com vivências limitadas, ainda não adquiriram autonomia, maturidade e senso crítico para problematizar determinados temas com alta densidade, como é o caso da história em questão”, diz nota da secretaria.

Com a decisão, os 94 mil exemplares da obra adquiridos pelo MEC serão redistribuídos para bibliotecas públicas. “A atual gestão do MEC está revendo todo o processo de seleção dos livros didáticos e paradidáticos, visando à melhoria da qualidade da educação brasileira.”

Agência Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83

7 sinais que mostram que seu relacionamento vai acabar

casalO relacionamento é algo muito importante na vida de um casal. Mas você sabe quando ele está prestes a acabar? Listamos alguns sinais que você precisa conferir.

1. Quando vocês ficam incomodados se não há nada para fazer

É mais do que natural que, de vez em quando, o casal não tenha assunto ou que um dos dois esteja a fim de ficar em silêncio, assistir ao jornal ou ler um livro. Se o outro se sente incomodado com isso, eis um mau sinal, afinal relacionamentos são também feitos de momentos de silêncio, e, quando há intimidade de verdade, não tem por que transformar isso em um momento constrangedor.

2. Conversas chatas

Quando as conversas não têm muita empolgação ou conteúdo, é um sinal grande de alerta. Ainda que programas como ir ao cinema ou passear no parque sejam divertidos, é importante que o casal consiga conversar de uma forma profunda, divertida, íntima e agradável.

3. Joguinhos de culpa

Todo casal discute e isso deveria ser uma coisa saudável. Por que não é? Porque as pessoas discutem da forma errada e, em vez de assumir suas falhas e se propor a melhorar alguns aspectos, acabam colocando a culpa sempre no parceiro ou em algum fator externo.

4. Muitas observações negativas

É óbvio que nem tudo o que você faz vai agradar à outra pessoa e vice-versa. É natural, inclusive, que a outra pessoa diga isso de vez em quando, mas se tudo o que ela faz é criticar as suas atitudes, aí a coisa complica mesmo. Em termos estatísticos, ainda que seja difícil calcular, o legal é que, para cada coisa negativa que seu parceiro diga a seu respeito, ele diga cinco coisas positivas. Aí tudo se equilibra.

5. Insegurança

Se você vive se perguntando se deveria mesmo se casar ou entrar de cabeça no relacionamento é porque não se sente totalmente à vontade e confiante. Nesse caso, se você ainda não tem certeza se deve ou não casar, é sinal de que algo não está certo.

6. Incompatibilidade com familiares e amigos

Contra estatísticas, não há argumentos: 18,9% dos relacionamentos terminam porque um dos parceiros não consegue se relacionar com os amigos ou familiares do outro. A dica aqui não é forçar ninguém a conviver com quem não gosta, mas manter certa independência: se o parceiro não suporta seus amigos, tudo bem, contanto que, de vez em quando, você vá, ainda que sem a companhia dele, encontrar a galera.

7. Se o namoro/casamento é mais feliz nas redes sociais do que na vida real

A quantidade de publicações sobre o relacionamento é um forte indicativo de como vai a vida amorosa do casal. Quanto mais forte for a sua relação, menos você precisa divulgá-la, até mesmo porque quem precisa aproveitar a dor e a delícia do relacionamento é o casal e não um monte de gente aleatória. Lógico que é possível postar fotos e fazer declarações de amor de vez em quando – o problema é sempre o excesso.

Fonte: Mega Curioso

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

6 atitudes tóxicas que podem envenenar o relacionamento

Getty Images
Getty Images

Muitos casais, mesmo os que vivem bem, podem se ofender mutuamente em algum momento da relação. O problema é quando esse tipo de atitude se torna recorrente. “Pode-se chegar a um ponto em que o par deixa de perceber que está se agredindo, naturalizando atitudes abusivas. Isso é extremamente tóxico para a relação”, afirma Thiago de Almeida, psicólogo especializado no tratamento das dificuldades do relacionamento.

Perceber os abusos e promover as mudanças necessárias, o quanto antes, é responsabilidade do casal. “Diante de uma atitude tóxica, ambos devem falar o que sentem e o que estão dispostos a fazer para mudar. Esse é o primeiro passo”, diz a psicóloga Mara Pusch, especializada em sexualidade humana pela Universidade de São Paulo.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

A seguir, confira seis atitudes que podem fazer o relacionamento naufragar.

Fontes: Mara Pusch, psicóloga especializada em sexualidade humana pela USP (Universidade de São Paulo); Thiago de Almeida, psicólogo especializado no tratamento das dificuldades do relacionamento; Regina Vaz, especialista em relacionamentos e autora do livro “Vamos Discutir a Relação?” (Editora Planeta); Ailton Amélio, doutor em psicologia e autor do livro “Relacionamento Amoroso” (Publifolha).

1

Criticar o outro o tempo inteiro

Fazer críticas pontuais ao par pensando em construir uma convivência mais harmoniosa a partir de pequenos ajustes é uma atitude saudável. Porém, quando a crítica se torna generalizada e constante, é preciso atenção. A atitude de atacar o par pode estar relacionada a uma necessidade de autoafirmação. Também vale analisar se a relação está trazendo a gratificação esperada. Se você critica demais o parceiro, tem de se perguntar por que está com ele, se é por opção ou falta dela. Se não estiver realmente envolvido, qualquer detalhe vai incomodar e muito.

2

Esperar que o outro perceba como você se sente

Para simplificar as relações, é essencial verbalizar os sentimentos, principalmente os que causam algum tipo de incômodo. Falar abertamente dos problemas é uma maneira de evitar que as mágoas se acumulem. Saber dialogar é falar o que incomoda no momento em que o problema surge, sem atacar o caráter da outra pessoa. É também saber escutar com a devida atenção, sem se preocupar em apenas justificar-se.

3

Pensar apenas nos próprios desejos

Muitas pessoas imaginam que os desejos e necessidades do outro podem ser encarados como uma extensão da vontade própria e focam apenas em contentar a si mesmas, por acreditar que o outro será contemplado. Porém se um dos pares deixa de perceber o outro, o relacionamento se esvazia. Não saber o que o par quer e não apresentar coisas novas pode conduzir a relação à monotonia. Na dúvida sobre a percepção do parceiro, o ideal é perguntar. E tentar, sempre que possível, colocar-se no lugar do outro.

4

Demonstrar ou provocar ciúme

Quem utiliza o ciúme como um recurso para tirar o relacionamento da rotina e se autoafirmar pode, justamente, colher o que mais teme: a desaprovação e o afastamento do par. Poucas relações sobrevivem a ameaças constantes e investir nelas, de modo deliberado, pode ser cruel e desgastante. A pessoa que não consegue lidar com o ciúme de modo saudável deve buscar ajuda profissional, como uma terapia.

5

Entrar em disputas bobas

O instinto de competição remete às respostas mais primitivas do ser humano às situações da vida. Porém, deixá-lo vir à tona a todo momento nos relacionamentos afetivos pode ser perigoso. No início da relação, é mais fácil abrir mão do próprio ponto de vista em prol do outro. Mas, com o passar do tempo, essa disponibilidade pode diminuir. E é aí que começam as disputas pelo poder. Para evitar embates desnecessários, é preciso avaliar se a questão a ser discutida está realmente interferindo no bem-estar individual ou do casal. Se for algo irrelevante, o mais provável é que a discussão desgaste a ambos, sem produzir resultado prático algum.

6

Colocar o outro para baixo o tempo todo

Vários sentimentos podem motivar esse tipo de comportamento, como raiva e vingança. E, nesse caso, o primeiro passo é se perguntar de onde vem a vontade de ofender, de mexer com a autoestima do par. Às vezes, quando acaba a paixão, a admiração pelo outro também diminui. Parece que o outro mudou e, na maioria das vezes, é a nossa percepção, tolerância e expectativa em relação ao outro que mudaram.
Uol

Cinco hábitos idiotas que estão destruindo seu relacionamento

casalNo começo, é uma beleza: tudo parece acontecer como mágica e ambos se encantam com cada ação, gesto ou atitude do outro. Mas é bom que você saiba (como no fundo já deve desconfiar) o quanto antes que as coisas não vão ser sempre bem assim. Sim, porque, mesmo que inconscientemente, às vezes provocamos situações bobas cuja consequência não estamos realmente dispostos a tolerar. Seu relacionamento está desmoronando e você não sabe por quê? Confira a seguir cinco hábitos bobos (mas prejudiciais) listados pelo Relationship Rules e repense o que você espera da vida a dois.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

1. Fingir concordar
O mais comum de todos os problemas é evitar discutir e brigar, pois as pessoas não conseguem perceber que fugir da conversa na verdade cria mais problemas um para o outro. Não deixe a coisa virar uma bola de neve simplesmente fingindo concordar e evitando a verdade. Ser honesto com quem você gosta é a única maneira de ser realmente feliz num relacionamento.


2. Tirar sarro do outro 
Pode parecer engraçado, mas é bem fácil começar a magoar alguém se você faz isso com frequência sem pensar. Sim, é tudo brincadeira até alguém se machucar. Quando quiser ser engraçado, tenha cuidado com as palavras: elas podem parecer inofensivas para quem faz a piada, mas podem ser um gatilho para outro indivíduo. Um gatilho pode conectá-lo a algum incidente brutal do passado – e trazer aqueles mesmos momentos ruins de volta. Lembre-se que o que foi dito jamais pode ser desdito, mesmo que sua intenção jamais tenha sido magoar a outra pessoa.

3. Reclamar demais 
Pessoas difíceis de agradar ou que nunca estão satisfeitas não importa o que você faça para elas sempre irão ficar sozinhas na vida – porque esperam ser tratadas como uma espécie de realeza. Seja mais realista e prático. Não reclame demais sobre a(o) parceiro e não deixe que eles reclamem demais sobre você também.


4. Criar cenas em público
As brigas que acontecem entre vocês dois deve ficar ENTRE VOCÊS DOIS! Não adianta escolher sempre o pior lugar para isso, onde as pessoas vão provavelmente tentar defender o que chora no final. Mantenha os seus problemas privados.

5. Apelar para o silêncio
O tratamento do silêncio jamais funcionou. Se você está magoado(a) ou bravo(a) com a(o) parceira(o), simplesmente fale. Ficar quieto(a) e impor silêncio só cria dor, e não ajuda a resolver qualquer situação. Você quer resolver a situação ou machucar pra valer? A comunicação é a principal característica de qualquer relacionamento.

 

Yahoo