Arquivo da tag: rejeitam

Papa diz que pessoas que rejeitam homossexuais ‘não têm coração humano’

O Papa Francisco afirmou durante uma conversa com o comediante britânico Stephen K. Amos – que ainda não foi ao ar, mas teve trechos antecipados nesta sexta-feira (19) pela rede de televisão “BBC” nas redes sociais – que as pessoas que rejeitam os homossexuais “não têm coração humano”.

Na conversa para o programa “Pilgrimage: The Road To Rome”, o comediante conta ao Papa Francisco que não é crente e que viajou a Roma “em busca de respostas e fé”.

“Porém, como homem gay, não me sinto aceito”, disse Stephen.

Diante dessa questão, o Papa Francisco disse imediatamente que dar “mais importância ao adjetivo [gay] do que ao substantivo [homem] não é bom”.

“Todos somos seres humanos, temos dignidade. Se uma pessoa tem uma tendência ou outra, isso não lhe tira a dignidade como pessoa”, disse Francisco.

“As pessoas que decidem rejeitar o outro por um adjetivo não têm coração humano”, acrescentou Francisco, deixando Amos visivelmente emocionado.

O Papa Francisco já havia defendido em várias ocasiões a necessidade de respeitar pessoas homossexuais e, na viagem de retorno a Roma após uma visita ao Brasil, em 2013, perguntou quem era ele para julgar os gays.

 

G1 

Foto: Carlos Jasso/Reuters

 

Bancos mantêm proposta, bancários rejeitam e greve continua

(Foto: Agência RBS)
(Foto: Agência RBS)

A nova rodada de negociações entre a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e os bancários terminou com rejeição da proposta de aumento e manutenção, por tempo indeterminado, da greve em mais de 13 mil agências do Brasil. A proposta apresentada nesta quinta-feira (15), segundo Marcelo Alves, secretário geral do Sindicato dos Bancários da Paraíba, foi a mesma anterior, de 7%, que já havia sido rejeitada.

De acordo com Marcelo Alves, ainda durante a reunião, a Fenaban propôs que o reajuste deste ano seja feito com base em uma inflação futura para 2017, projetada pelos próprios bancos em até 5,5%.

“Eles mantiveram a proposta de 7% mais abono. Voltamos a rejeitar e ficamos frustrados quando eles propuseram que o aumento deste ano seja em cima de uma inflação futura, projetada por eles, de até 5,5% para 2017. É uma proposta tida como desrespeitosa, já que o último balanço de lucro liquido dos cinco maiores bancos do Brasil chegou aos R$ 30 bilhões”, afirmou Marcelo Alves.

Ainda segundo Marcelo, não existe previsão de uma nova assembleia de negociações até o fim da próxima semana, o que garante que a greve seja mantida por tempo indeterminado.

Os bancários pedem reajuste de 14,78% (sendo 5% de aumento real e mais a correção da inflação), 14º salário, participação nos lucros e resultados (PLR) de R$ 8.297,61, entre outras reivindicações.

portalcorreio

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Carteiros rejeitam proposta, mas decidem não paralisar atividades

correiosO Sindicatos dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos da Paraíba se reuniu na noite dessa quarta-feira (14), em João Pessoa, para deliberar sobre a possibilidade de deflagar greve por tempo indeterminado, mas decidiu que os carteiros não irão paralisar os trabalhos.

De acordo com o presidente da entidade Husman Tavares, o Correios enviou uma proposta de aumento salarial de 9%, sendo 6% agora e os outros 3% em fevereiro, que foi rejeitada.

Porém, empresa se comprometeu a atender outras reivindicações da categoria, que é de aumentar o efetivo de pessoal e reforçar as segurança nas agências.

Por isso, os associados ao SINTEC-PB decidiram não para as atividades, mas mantiveram o estado de greve, podendo convocar uma assembleia a qualquer momento para dar início à paralisação, caso as promessas não sejam atendidas.

Wallison Bezerra – MaisPB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Bancários rejeitam reajuste de 7% e decidem continuar a greve

Os bancários decidiram nesta sexta-feira (9) manter a greve iniciada na terça, rejeitando a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste de 7%, informou a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). No quarto dia de paralisação, 10.027 agências e 54 centros administrativos tiveram as atividades paralisadas, ainda de acordo com a Contraf.

De acordo com o Banco Central, o país tem 22.676 agências bancárias (dado de julho). A Fenaban não divulgou balanço de agências fechadas e afirmou apenas que a população tem à sua disposição uma série de canais alternativos para realizar transações financeiras.

Segundo o sindicato, as negociações devem continuar. Uma nova rodada de negociação ficou marcada para a próxima terça-feira (13), em São Paulo.

Reivindicações
A categoria havia rejeitado a primeira proposta da Fenaban – de reajuste de 6,5% sobre os salários, a PLR e os auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil. A proposta seguinte, também rejeitada, foi de reajuste de 7% no salário, PLR e nos auxílios refeição, alimentação, creche, além de abono de R$ 3,3 mil.

Os sindicatos alegam que a oferta não cobre a inflação do período e representa uma perda de 2,39% para o bolso de cada bancário. Os bancários querem reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial – no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho) -, PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de outras reivindicações, como melhores condições de trabalho.

A Fenaban disse em nota que “o modelo de aumento composto por abono e reajuste sobre o salário é o mais adequado para o atual momento de transição na economia brasileira, de inflação alta para uma inflação mais baixa”.

greve, bancários, agências, Macapá, Amapá (Foto: Jéssica Alves/G1)Agências fechadas em Macapá, Amapá (Foto: Jéssica Alves/G1)

Atendimento
Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) lembra que os clientes podem usar os caixas eletrônicos para agendamento e pagamento de contas (desde que não vencidas), saques, depósitos, emissão de folhas de cheques, transferências e saques de benefícios sociais.

Nos correspondentes bancários (postos dos Correios, casas lotéricas e supermercados), é possível também pagar contas e faturas de concessionárias de serviços públicos, sacar dinheiro e benefícios e fazer depósitos, entre outros serviços.

Greve passada
A última paralisação dos bancários ocorreu em outubro do ano passado e teve duração de 21 dias, com agências de bancos públicos e privados fechadas em 24 estados e do Distrito Federal. Na ocasião, a Fenaban propôs reajuste de 10%, em resposta à reivindicação de 16% da categoria.

G1

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Bancos rejeitam reivindicações e bancários podem entrar em greve

bancoComo tem acontecido todos os anos, no mês de setembro, os bancários podem entrar em greve por tempo indeterminado por conta de entreva nas negociações do reajuste salarial com os banqueiros.

. O “não” continua sendo a palavra usada pelos banqueiros paraibanos na hora de negociar as reivindicações dos funcionários da Campanha Nacional 2015. Foi assim nas duas primeiras rodadas, com os temas emprego, saúde, segurança e condições de trabalho.

A Fenaban não saiu da mesma toada, nesta quarta-feira (9), em São Paulo, com as reivindicações sobre igualdade de oportunidades, as quais visam corrigir discriminações históricas de gênero, raça e orientação sexual nos locais de trabalho. Sem avanço nas negociações os bancários paraibanos podem entrar em greve ainda esse mês.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Em negociação com os bancos desde o mês passado, os funcionários das instituições, tanto públicas quanto privadas, podem deflagrar greve ainda em setembro. Segundo os sindicatos com atuação na Paraíba, essa será uma semana decisiva, pois as reuniões entre patrões e empregados vão abordar o reajuste salarial.

A expectativa é que até o início da próxima semana a categoria receba a proposta final dos bancos e decida pela greve ou celebração do acordo. O presidente do Sindicato dos Bancários de Campina Grande e Região, Rostand Lucena, disse que até o momento não houve nenhum avanço nas questões já discutidas, como segurança, saúde e condições de trabalho. O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcos Henriques, disse que a categoria prefere o caminho do diálogo, mas não descarta a greve.

A categoria quer reajuste salarial de 16%, fim das demissões, piso salarial de R$ 3.299,66 entre outras questões.

 

 

pbagora

Em discussão exaltada, deputados rejeitam relatório de Luiz Couto sobre não redução da maioridade penal

luiz coutoDepois de quase 4 horas de sessão extraordinária e de discussão tensa e exaltada, os deputados que compõem o colegiado da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara Federal decidiram, na manhã desta terça-feira, 31, pela rejeição do relatório do deputado federal Luiz Couto (PT-PB), com relação à proposta de emenda à Constituição (PEC) nº 171 de 1993). Couto é contrário a redução da maioridade penal no Brasil, de 18 para 16 anos.

Dos 64 deputados federais que integram a CCJ – a maior comissão da Câmara e uma das mais importantes do Parlamento -, 43 votaram contra o requerimento do parlamentar paraibano, e 21 votaram a favor do relatório.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Durante toda discussão, foram registrados discursos exaltados tanto por parte dos deputados que são a favor à redução da maioria penal – que nessas duas semanas de debates na CCJ mostrou ser a maioria -, como pelos parlamentares que são contrários à proposta.

“Todas as vezes que acontece um crime cometido por adolescentes e que se torna uma comoção nacional, políticos populistas e defensores da redução da maioridade penal se aproveitam para aparecerem na mídia, defendendo medidas com o objetivo de reduzir a idade penal para 16, 14 ou até mesmo para 12 anos de idade”, diz o relator Luiz Couto, em um trecho do do seu pronunciamento contra a a redução da maioridade penal.

Em outro documento que está em poder, a Fundação Abrinq em parceria com a ONG Save the Children Internacional, relata ‘10 motivos para dizer não à redução da maioridade penal’.

Inconstitucionalidade

O primeiro deles, segundo o deputado paraibano, “é a inconstitucionalidade da proposta de mudança do Artigo 228 da Constituição do Brasil. Como é sabido, no Artigo 60, parágrafo 4º, inciso IV da Carta Magna, os direitos e garantias individuais estão entre as chamadas “cláusulas pétreas” e não podem ser modificados sequer por emenda constitucional”, reafirmou Couto, na CCJ.

O deputado Alessandro Molon (PT-RJ), que defendeu o parecer do relator, citou diversos juristas – como Dalmo Dallari, José Afonso da Silva e Alexandre de Moraes – e até criminalistas que consideram a maioridade aos 18 anos como uma “cláusula pétrea” – ou seja, parte da Constituição que não pode ser alterada.

“Essa é uma garantia básica do direito à proteção da infância e da adolescência”, acentuou o petista.

O deputado Evandro Gussi (PV-SP), em resposta a Molon, também citou juristas e afirmou que “não é unanimidade essa leitura sobre a maioridade”. Dissse, ainda, que apesar do direito dos adolescentes existir, deve haver uma mediação em relação ao direito de todos de serem protegidos de quem comete crimes.

“Não há essa leitura apenas. Vamos afastar essa ideia de que essa é uma cláusula pétrea” frisou o parlamentar paulista.

Já a deputada Maria do Rosário (PT-RS) destacou que “além da Constituição, o Brasil tem responsabilidade com a Convenção dos Direitos das Crianças das Nações Unidas”. Ela ressaltou que “até os 18 anos de idade a ONU considera todos como crianças, e nem mesmo a figura do adolescente existe na convenção. E completou: “A PEC é um erro que vamos ter de derrotar”, afirmou. Os ânimos foram alterados na Comissão, porque a parlamentar gaúcha não pode concluir a sua fala.

Por fim, antes de iniciar a votação, o deputado Giovani Cherini (PDT-RS) ressaltou que “não defende a prisão de menores, mas que é preciso diminuir a certeza da impunidade de adolescentes de 16 anos que cometem crimes”, o que provocou reações na galeria da Comissão.

“Quem sabe a partir da redução da maioridade resolvemos criar Ciepes (Centros Integrados de Educação Pública) e dar educação às crianças e adolescentes.”, concluiu.


PB Agora com Agencia Política Real 

Couto critica partidos e lideranças que rejeitam plebiscito para mudar sistema político

luiz coutoO deputado federal Luiz Couto (PT-PB) afirmou nessa quarta-feira (9) que é totalmente favorável à realização de uma constituinte exclusiva que reforme o sistema político brasileiro.

Couto criticou a maioria dos partidos e das lideranças políticas por serem contra o plebiscito, “que daria às pessoas a oportunidade de expressar a opinião sobre o tema através do voto”.

“Eles têm medo do povo, mas é o povo que nos escolhe. Parece que estão naquele tempo em que João Batista Figueiredo disse que preferia o cheiro dos seus cavalos ao cheiro do povo”.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O parlamentar disse que o plebiscito popular, que está sendo preparado desde agosto de 2013 por mais de 250 organizações, movimentos sociais, centrais sindicais e partidos políticos, vai ajudar a população a despertar para esse assunto.

Luiz Couto informou que atualmente já foram criados mais de 600 comitês populares em todo o Brasil, e destacou que a votação, prevista para ocorrer na semana da pátria – entre um e sete de setembro – trará apenas uma pergunta: “Você é a favor de uma constituinte exclusiva e soberana sobre o sistema político?”

Assessoria

Professores da UFPB rejeitam proposta do Sindicato Nacional e não aprovam indicativo de greve

assembleiaprofessoresufpb-Os professores da Universidade Federal da Paraíba decidiram em assembleia realizada na manhã desta quarta-feira, 28, que não entrarão em greve. A proposta apresentada pelo sindicato nacional da categoria foi votada em todos os campi paraibanos e o corpo docente rejeitou a possibilidade.

Segundo a Adufpb, 407 professores participaram das assembleias na Paraíba, sendo 31 em Areia, 45 em Bananeiras (ambas realizadas na terça-feira, 27) e 331 na assembleia de João Pessoa (realizada nesta manhã com os professores do campus I, na capital, e campus IV, no Litoral Norte).

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Cento e oito professores votaram em favor da greve, enquanto 260 votos foram contrários à paralisação. Haverá novos debates nos dias 10 (Areia e Bananeiras) e 11 de junho (João Pessoa), quando o indicativo de greve voltará a pauta

 

blogdogordinho

Suíços rejeitam salário mínimo de R$ 10 mil

suicaResultados iniciais sugerem que a Suíça rejeitou, em referendo, uma proposta  para criar o maior salário mínimo do mundo, uma ideia que o governo e lideranças dos negócios criticaram como uma proposta que poderia levar os altos custos do país a patamares ainda mais elevados.

A TV suíça informou neste domingo (18), com base em contagem de votos não oficial,  que a ideia de criar um salário mínimo de 22 francos suíços – US$ 24,70 ou R$ 54,60 – por hora foi rejeitada em todos os 26 cantões (equivalentes a Estados) do país, por 76,3% dos votos ante 23,7% a favor.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O pedido do exército para gastar de gastar 3,1 bilhões de francos suíços (US$ 3,5 bilhões ou R$ 7,7 bilhões) para comprar novos caças Gripen, da Saab, foi derrotada por uma margem apertada, com 53,4% contra e 46,6% a favor da aquisição.

Numa conferência na capital da Suíça, Berna, membros do Conselho Federal – composto de sete ministros, o que inclui o presidente – confirmaram os resultados. Eles comemoraram a rejeição do salário mínimo.

“Um salário fixo nunca foi uma forma de combter o problema [da pobreza]”, disse o ministro da Economia, Johann Schneider-Ammann. “Se a iniciativa tivesse sido aceita, teria levado à perda de postos de trabalho, especialmente em áreas rurais onde gente menos qualificada têm dificuldade de encontrar emprego. O melhor remédio contra a pobreza é trabalho.”

Mulher entra em local de votação em Berna, capital da Suíça (18.5.14). Foto:

A proposta teria eclipsado os maiores salários mínimos do mundo, que vigoram em outros locais da Europa. Organizações sindicais apoiaram-na como uma maneira de combater a pobreza num país em que tem alguns dos preços mais altos e das cidades mais caras do mundo.

Pesquisas de opinião, entretanto, indicaram que muitos votantes estavam ao lado do governo e dos líderes de negócios, que argumentavam que a medida causaria perda de empregos e de competitividade da economia.

Atualmente, a Suíça não tem salário mínimo, mas o salário médio por hora fica em 33 francos – US$ 37, ou R$ 81.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que organiza dados dos salários mínimos de acordo com o poder de compra (PPP, na sigla em inglê), coloca como maiores salários mínimos do mundo os de Luxemburgo, de US$ 10,66 (R$ 23,55); França, de US$ 10,60 (R$ 23,43); Austrália, de US$ 10,21 (R$ 22,56); Bélgica, de US$ 9,97 (R$ 22,04); e Holanda, de US$ 9,48 (R$ 20,95). O salário mínimo dos Estados Unidos, de US$ 7,11 (R$ 15,71), é o décimo da lista.

Ajustado pelos preços do país, a OCDE diz que a proposta de salário mínimo da  Suíça teria representado cerca de US$ 14 (R$ 30,95) por hora baseado numa semana de 42 horas de trabalho.

País impedirá pedófilos de trabalhar com crianças

O ministro da Defesa da Suíça, Ueli Maurer, que havia feito pressão a favor do Gripen, reconheceu que o voto expõs  as “diferenças” no nível de apoio pelo mundo que teria de ser administrado em razão do “vazio que será criado em nosso país em termos de segurança aérea.”

Os votantes ainda tiveram de decidir sobre outras duas propostas neste domingo (18), resultado do sistema de comando popular único da Suíça que se exprime em um sem-fim de referendos propostos pelos cidadãos, um governo federal fraco e governos estaduais fortes.

Uma iniciativa para emendar a constituição do país e impor um impedimento para o resto da vida de que pedófilos condenados possam trabalhar com crianças ganhou apoio de 63,5% dos votantes, ante 36,5% contrários.

A ministra da Justiça Simonetta Sommaruga disse que o voto enviou uma mensagem clara de preocupação com a proteção das crianças contra abuso sexual. Ela expressou preocupação, entretanto, com o fato de que a mudança obrigará um banimento “automático e sem distinção” entre molestadores de crianças e jovens que dormem com namoradas menores de idade.

Uma reforma médica para promover apoio constitucional para médicos de família em áreas rurais ganhou o apoio de 88% dos votantes.

AP

Deputados rejeitam empréstimo da Cagepa e devolvem texto ao governo

Foto: Assessoria de Comunicação

Os deputados estaduais rejeitaram por 17 a 19 o pedido de empréstimo de R$ 150 milhões feito pelo governo do estado à Cagepa na Assembleia Legislativa da Paraíba. Durante sessão tumultuada nesta quarta-feira (08), a oposição conseguiu rejeitar o projeto que previa auxílio financeiro à empresa
O Projeto de Lei 992/2012 foi arquivado na Assembleia e encaminhado para reformulação ao Executivo.

Entre os deputados que votaram com o governo estão: Antônio Mineral, Doda de Tião, Domiciano Cabral, Edmisom Soares, Eva Gouveia, Genival Matias, Gilma Germano, Hervázio Bezerra, João Gonçalves, João Henrique, José Adelmir, Jutahy Meneses, Léa Toscano, Lindolfo Pires, Mikika Leitão, Quintas, Tião Gomes, Toinho do Sopão, Wilson Braga.

Da oposição, votaram contra André Gadelha, Arnaldo Monteiro, Daniella Ribeiro, Frei Anastácio, Guilherme Almeida, Luciano Cartaxo, Márcio Roberto, Raniery Paulino, Trócolli Júnior, Vituriano de Abreu, Olenka Maranhão, Francisca Motta. “Esse projeto do governo é uma aberração e tinha que voltar porque é muito ruim”, comemorou o deputado Anísio Maia.

Houve muita troca de farpas durante toda a sessão e o deputado Lindolfo Pires chegou a questionar o quórum, que seria qualificado, ou seja, com votos da maioria, e não dos 22 como foi exigido pela Casa. “Se quiser, o governo pode recorrer ao que a legislação nos permite”, garantiu.

parlamentopb