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Deputados federais da Paraíba criticam Greve Geral: ‘causou mais rejeição do que adesão’

Os deputados federais Pedro Cunha Lima (PSDB) e Efraim Filho (DEM) comentaram os protestos realizados na greve geral desta sexta-feira (14) convocados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) contra a reforma da Previdência Social proposta pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“O Brasil precisa perder essa mania de fazer política partidária, um palanque político a qualquer custo, não é hora de ficar contra o país, contra o conserto de uma nação que tem 13 milhões de desempregados, que tem uma década perdida na economia, não é brincadeira o momento econômico vivemos, o drama social, as consequências desse colapso social e aí para tudo”, opinou Pedro.

O tucano ainda comentou a polêmica envolvendo a deputada estadual Cida Ramos (PSB): “houve até a utilização de um carro oficial pago pelo contribuinte para atravessar uma rua e tirar o direito de ir e vir do povo paraibano, que paga por isso. Eu lamento muito porque não é disso que a gente precisa para sair desse momento de muita dificuldade, a gente tem que consertar o Brasil”.

“É a maior demonstração da velha política, algo que já está rechaçado pela sociedade atual que não aceita mais com esse tipo de manifestação com fechamento de ruas, queima de pneus e, em alguns casos, depredação de patrimônio público, prejudicando o direito de ir e vir dos cidadãos que são intimidados por esse tipo de movimento que não tem mais adesão”, declarou Efraim.

O democrata completou: “esse tipo de greve geral era feito na década de 90, é por isso que a oposição hoje está perdendo eleição, está desatualizada, existem formas mais modernas de colocar seu posicionamento sem atrapalhar a vida de quem não se interessa por esse tipo de movimento. Foi um tiro pela culatra, um tiro no pé porque causou mais rejeição da sociedade do que apoio”.

Yves Portal

 

 

 

Bolsonaro tem maior rejeição entre os candidatos, diz Ibope

O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) é o presidenciável com a maior taxa de rejeição entre os postulantes ao Planalto neste ano, mostra pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo divulgada nesta segunda-feira (20). Entre os eleitores entrevistados no levantamento, 37%dizem que não votariam em Bolsonaro “de jeito nenhum”.

A segunda maior rejeição é a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT), que está preso em Curitiba após condenação no âmbito da Operação Lava Jato. À pesquisa, 30% dos entrevistados afirmaram que não votariam no petista. O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, é o terceiro mais rejeitado, com 25%, empatado tecnicamente com Marina Silva (Rede), que tem 23%. Na pesquisa, 21% dos eleitores afastam a possibilidade de votar em Ciro Gomes (PDT). Considerando a margem de erro, de dois pontos porcentuais, a rejeição do candidato do PDT é tecnicamente igual aos índices de Alckmin e Marina.

Jair Bolsonaro (PSL)
Jair Bolsonaro (PSL)

Foto: Daniel Teixeira / Estadão Conteúdo

O candidato a vice-presidente na chapa de Lula e possível substituto do ex-presidente na disputa, Fernando Haddad, tem 16% de rejeição na pesquisa. Henrique Meirelles (MDB) tem 13%. Alvaro Dias (Pode) e Eymael (DC) têm 11%. As menores rejeições na pesquisa ficam para João Amoêdo (Novo) e Vera Lúcia (PSTU), com 10% de eleitores afirmando que não escolheriam esses candidatos.

O Ibope ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios de 17 a 19 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, considerando um intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSEsob o número BR-01665/2018.

Apostas

Apesar de Lula estar preso e condenado em segunda instância, um terço do eleitorado diz acreditar que ele será o próximo presidente da República. A pesquisa mostra que, para 30%, dos entrevistados Lula ganhará a eleição.

Na sequência, 27% dos eleitores dizem esperar que Jair Bolsonaro (PSL) seja o próximo presidente, independentemente da intenção de voto dos entrevistados. Considerando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, Lula e Bolsonaro estão tecnicamente empatados no palpite dos eleitores.

No mesmo cenário, 6% dos eleitores acreditam que o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin (PSDB), será o próximo presidente. Esse índice é de 3% no caso de Ciro Gomes (PDT) e de 2% nos casos de Fernando Haddad(PT) e Marina Silva (Rede). Para 1% do eleitorado, João Amoêdo (Novo) será o próximo a comandar o Planalto. Os demais candidatos à Presidência não pontuaram nesse cenário.

 

Estadão

Índice de rejeição ao PSDB aumenta após apoio às reformas de Temer

Nos últimos anos, desde quando Lula assumiu à Presidência da República, o PSDB se manteve às sombras do PT, sem conseguir ocupar o espaço de uma verdadeira oposição. Com quatro derrotas consecutivas nas eleições presidenciais (Serra por duas vezes, Geraldo Alckmin e Aécio, em 2014), os tucanos se viam cada vez mais diminuídos.

No cenário mais recente, foi preciso que o PMDB agisse para conseguir tirar o Partido dos Trabalhadores (PT) do poder. Nessa tomada, o PSDB entrou como estepe do partido de Michel Temer, sendo hoje sua principal base de sustentação no Congresso Nacional, mais fiéis até do que os próprios parlamentares peemedebistas, como pôde ser visto na votação da Reforma Trabalhista na Câmara dos Deputados.

Nesse último domingo (7), na coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo, foi divulgada uma pesquisa encomendada pelo PSDB para entender os motivos que levaram antigos eleitores do partido a hoje o rejeitarem. O resultado da crescente rejeição, segundo os entrevistados, foi a associação do PSDB às reformas de Michel Temer, principalmente a da Previdência.

Outro fator que fez com que os tucanos fossem rejeitados por antigos eleitores são as constantes denúncias envolvendo nomes importantes dentro da sigla na Lava Jato.

Com informações do Blasting News

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Rejeição dos pais na infância afeta na personalidade do adulto

paifilhoUm estudo recente mostrou que ser amado ou rejeitado pelo pais afeta na personalidade e no desenvolvimento das crianças até a fase adulta. O resultado da pesquisa mostrou que figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.

A experiência da rejeição é capaz de transformar personalidade de uma pessoa. Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego a personalidade de uma pessoa.

De acordo com outros estudos, o sentimento de rejeição é equivalente a uma pessoa que levou um soco no estomago. Mas, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.

A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.

Um outro estudo mostrou que a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.

Fonte: Você sabia

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Deputados Paraibanos defendem impeachment de Dilma após rejeição das contas

dilmaA rejeição das contas da presidente Dilma Rousseff (PT), pelo Tribunal de Contas da União (TCU), está tendo reflexos negativos para a petista, que já vê configurada uma possibilidade de impeachment. Entre os deputados federais e estaduais da Paraíba, pelo menos, essa realidade está cada vez mais próxima. Há, porém, quem acredite que o Governo Federal está sendo vítima de “chantagens”.

Bancada federal

O deputado federal Efraim Filho (DEM) considera que o resultado do julgamento do TCU é uma justificativa plausível para o Impeachment. Segundo ele, o TCU cumpriu sua missão e fez o que a sociedade esperava, além de comprovar que Dilma “quebrou o Brasil e o povo é quem está pagando as contas.

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De acordo com o parlamentar, a decisão é elemento técnico indispensável para que o processo de Impeachment possa avançar, junto com outras questões que já vieram à tona com a Operação Lava-Jato e outros escândalos de corrupção, que conforme destacou, colocaram a legitimidade do mandato da presidente em jogo.

O deputado Pedro Cunha Lima (PSDB) afirma que não tem mais como o Governo Dilma se sustentar e ele deverá cair. Segundo ele, o mais impactante é a contundência do voto e a unanimidade da decisão do TCU, que traz de modo muito técnico e robusto, o crime de responsabilidade praticado pela presidente Dilma.

Para o parlamentar tucano, agora resta saber se haverá alternativa, através da democracia direta com uma nova eleição, por tudo que vem sendo acompanhando, e que a decisão do TCU só aumentou o rol de irregularidades. Ou a democracia participativa, através dos políticos vai viabilizar essa alternativa.

“Mas não tem mais como o Governo do PT se sustentar, chegou ao limite do limite, com essa votação unânime, oito a zero, e um julgamento que não teve contaminação política, que teve um rigor técnico extremamente apurado”, afirmou Pedro Cunha Lima.

Bancada estadual

O deputado Bruno Cunha Lima (PSDB) acredita que a presidente Dilma Rousseff se complicou tecnicamente com a reprovação das contas. Bruno defende que há argumentos e enxerga o processo de impeachment como realidade próxima. Já o deputado Edmilson Soares (PEN), defendeu a importância de unir as forças políticas para modificar a atual situação, sem a necessidade de afastamento.

O deputado Petista, Frei Anastácio, falou de chantagem e defendeu mudanças no Congresso Nacional. “Deveríamos ter a classe política ajudando ao povo brasileiro ter condições de vida e caminhar. Sabemos que em todos os partidos há sujeira e que muitos políticos que lá estão não têm bandeira e não defendem os mais necessitados”, destacou.

Adriana Rodrigues e Alexandre Kito/Correio da Paraiba

Cresce doação de órgãos no Brasil, mas rejeição de famílias ainda é alta

doacao-de-orgaosO Brasil registrou crescimento nas doações e transplantes de órgãos em 2014, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) divulgado nesta segunda-feira (23). Foram 7.898 órgãos doados no ano passado, 3% a mais que em 2013.

A taxa de doadores também subiu de 13,5 por milhão de pessoas para 14,2 por milhão, no entanto, ficou abaixo da meta proposta pela associação para 2014, que era de 15 por milhão. Além disso, o índice está longe da alcançar o objetivo de 20 doadores por milhão pessoas até 2017.

Para se ter ideia, na Espanha, considerado o país que mais registra transplantes, a taxa é de 37 por milhão.

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De acordo com Lucio Pacheco, presidente da ABTO, a má distribuição das equipes que realizam transplantes pelo Brasil pode ser uma das respostas esta dificuldade.

Segundo o Ministério da Saúde, que coordena o Sistema Brasileiro de Transplantes, há mais de mil equipes preparadas para realizar cirurgias distribuídas pelo Brasil e 400 unidades prontas para atuarem nessa área.

Mas para Pacheco, há uma concentração desse tipo de mão de obra no Sul e Sudeste e quase nenhum ou nenhum no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. “Enquanto em São Paulo há 20 equipes para realizar cirurgias de fígado, o que é muito, em Minas Gerais há apenas 3. Em outros estados mais longes, não há”, explica.

Rejeição das famílias
Outro problema que dificulta a realização dos transplantes é a falta de autorização da família para a cirurgia. Medida pela chamada “taxa de negativa familiar”, o índice em 2014 ficou em 46%, apenas 1% menor que em 2013.

Em alguns estados, o percentual de famílias que não aceitam que um parente doe seus órgãos é ainda maior. Em Goiás, por exemplo, o valor salta para 82%. Em Sergipe, para 78% e no Acre 73%.

“O brasileiro é muito mais solidário que isso. Não sabemos ao certo o que provoca esse alto índice, se é a falta de preparo das pessoas na abordagem das famílias logo após a constatação da morte [cerebral ou não] ou se é a desconfiança do serviço público de saúde”, explica.

Pacheco complementa que é preciso reverter tal situação com mais campanhas educacionais, que mostrem à população o que é a doação de órgãos, explique a morte cerebral e tire dúvidas relacionadas ao sistema de transplantes.

“É importante entender a doação de órgãos como um papel da sociedade civil. Hoje você pode não estar precisando, mas no futuro, você pode ir para a fila de espera”, conclui.

G1

Jornalista e ex-prefeita de Natal encerra vida política após rejeição do eleitorado

Nessa quarta-feira (24/4), a ex-prefeita de Natal, Micarla de Sousa, entregou seu pedido de desfiliação ao Partido Verde (PV). “A partir de hoje minha trajetória política está definitivamente encerrada”, disse a empresária e jornalista ao G1.
Crédito:Divulgação
Jornalista pretende focar na vida pessoal após experiência na política
Micarla afirma que agora irá se dedicar aos filhos e à própria saúde. “Eu agradeço, inclusive, aos partidos que desde ontem entraram em contato comigo, mas realmente eu não tenho qualquer interesse em voltar para a vida pública. Eu fiz a minha parte e dou por encerrada minha trajetória política”, esclarece.

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A ex-prefeita classifica o tempo em que esteve na área como um período de “muito amadurecimento e aprendizado”, já que a política a fez “conhecer o mundo real”.
“Eu, como repórter política, considerava que os políticos tinham uma vida perfeita, os rótulos eram muito fáceis. Hoje, conhecendo o outro lado, eu vejo que a vida pública é muito dura, de cobranças, e percebi que os políticos são seres humanos falíveis.”
Segundo uma pesquisa do Ibope em outubro do ano passado, a desaprovação da gestão de Micarla de Sousa em Natal chegou a 95%, a pior já registrada pelo instituto em mais de 20 anos.
Portal IMPRENSA

Dois medicamentos contra rejeição aos transplantes serão fabricados no Brasil

Por ano, são necessárias 260 mil unidades de everolimo e 28,8 milhões de comprimidos de micofenolato de sódio, que são de uso contínuo pelos transplantados

Imagem ilustrativa (Foto: EFE)

A partir de 2014, dois medicamentos utilizados por pacientes que tenham feito transplantes passarão a ser produzidos no Brasil, para distribuição gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Cerca de 28 mil pessoas que utilizam o micofenolato de sódio e o everolimo para evitar a rejeição de órgão transplantado serão beneficiadas.

Os remédios serão produzidos pela Fundação para o Remédio Popular (Furp), laboratório do governo de São Paulo, estado responsável por 50% dos transplantes feitos no País. Uma parceria com o laboratório Novartis garantirá transferência de tecnologia para a fabricação dos produtos, que serão adquiridos pelo Ministério da Saúde e distribuídos em todo o Brasil.

Segundo os dados do ministério são necessárias, por ano, 259,8 mil unidades de everolimo e 28,8 milhões de comprimidos de micofenolato de sódio, que são de uso contínuo pelos transplantados. A parceria pode ter duração de três a cinco anos, de acordo com o tempo necessário para a transferência de tecnologia.

Transplante

O número de transplantes realizados no Brasil no primeiro semestre de 2012 chegou a 12.287, um crescimento de 12,7% em relação ao mesmo período de 2011, quando foram realizados 10.905 procedimentos.

Entre os estados, o Acre contabilizou a maior alta (1.033%), seguido pelo Amazonas (217%), Pará (104%), Distrito Federal (76%) e Pernambuco (74%). Em números absolutos, São Paulo realizou 4.754 transplantes; seguido por Minas Gerais, com 1.097; Paraná, com 937; Rio Grande do Sul, com 777, e Pernambuco, com 767.

O transplante de pulmão registrou o maior aumento (100%), seguido pelo de coração (29%), medula óssea (17%), rim (14%), córnea (13%) e fígado (13%). Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o crescimento no número de doadores está diretamente ligado ao sentimento de confiança em um sistema público de transplantes.

Foram feitas 7.777 cirurgias de córnea nos seis primeiros meses do ano, contra 6.891 no mesmo período de 2011. No caso específico desse transplante, seis estados conseguiram zerar a fila de espera: Acre, Paraná, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Distrito Federal e São Paulo.

As operações de rim somaram 2.689 no primeiro semestre, as de fígado chegaram a 801 e as de medula óssea, 862. A fila maior é para o transplante de rim, que tem 19 mil pessoas, e sua diminuição é uma prioridade do governo federal.  Desde abril, os hospitais que fazem transplante de rim tiveram um reajuste específico de 30% no repasse de verbas.

O valor pago para transplantes de rim de doador falecido subiu de R$ 21,2 mil para R$ 27,6 mil. Nos casos de transplante de rim de doador vivo, o valor passou de R$ 16,3 para R$ 21,2 mil.

Doadores

O número de doadores de órgãos também aumentou, passando de 997 em 2011 para 1.217 em 2012 (22%). O número de organizações procuradoras de órgãos, serviço da área da saúde que organiza a captação, subiu de 10 para 62 entre 2011 e 2012.

O primeiro semestre deste ano registrou 12,8 transplantes por um milhão de habitantes, superando a meta para 2012, que era de 12 por milhão. No mesmo período do ano passado, esse índice era de 11,2.

Capacitação

Uma portaria assinada em setembro habilita centros de excelência que queiram melhorar ou iniciar a realização desse tipo de cirurgia. Um dos critérios é fazer parte da rede pública ou ser entidade sem fins lucrativos que atenda de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Outros critérios são: ter experiência de dois anos ou mais na área; realizar, no mínimo, três tipos de transplantes, sendo dois de órgãos sólidos e/ou um de tecido ou, ainda, transplante de medula óssea alogênico não aparentado, e desenvolver estudos e pesquisas na área.

Para estimular a realização de mais transplantes no SUS, em abril deste ano, o Ministério da Saúde criou novos incentivos financeiros para hospitais que realizam cirurgias na rede pública. Os hospitais que fazem quatro ou mais tipos de transplantes passaram a receber um incentivo de até 60%.

Para os hospitais que fazem três tipos de transplantes, o recurso cresceu 50%. Nos casos das unidades que fazem dois ou apenas um tipo de transplante, passou a ser pago 40% e 30% acima do valor, respectivamente. O impacto para 2012 é de R$ 217 milhões.

Fonte:

Ministério da Saúde
Agência Brasil

‘Rejeição dos 100% dos royalties para a educação é gol contra’, lamentam ativistas

Para Roberto Franklin de Leão, da CNTE, petróleo é riqueza de todo o povo brasileiro (Foto: Petrobras/Divulgação)

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) lamentou a decisão do plenário da Câmara dos Deputados, que rejeitou na terça (6) o substitutivo do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que previa a destinação de 100% dos recursos arrecadados com royalties do petróleo para a educação. No seu lugar, foi aprovado o Projeto de Lei do Senado (PL 2.565/11), de autoria do senador Vital do Rego (PMDB-PB). “É um gol contra a educação brasileira. A tão cantada em verso e prosa prioridade da educação mostrou ontem que não é verdadeira. Deputados que defendem a aplicação de 10% do PIB no setor, na hora de indicar os caminhos para se buscar esses recursos, se recusam a fazê-lo”, disse o presidente da CNTE, Roberto Franklin de Leão, ressaltando que o petróleo é a riqueza de todo o povo brasileiro, e não de estados e municípios, que receberam ontem um “cheque em branco para fazer o que quiserem com recursos públicos”.

Segundo o dirigente, a falta de compromisso dos parlamentares com a qualidade da educação pública traduz uma luta de classes na qual a elite continua a ditar as regras. Ele lembrou que todo o processo de discussão e votação dos royalties foi liderado pela oposição, o “que revela falta de coordenação política do governo que propôs a destinação desses recursos para a educação”. O PL do Senado, que redistribui os royalties do petróleo entre estados e municípios produtores e não produtores, foi aprovado por 286 votos a 124.

Em nota, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) afirmou que a decisão da Câmara de “não aprovar a destinação de 100% dos royalties do petróleo para a educação pública brasileira terá um impacto negativo no desenvolvimento desta área social e os parlamentares perderam uma grande oportunidade de vincular à educação mais uma fonte de financiamento diante das demandas históricas”. Ainda segundo o documento, é preciso alfabetizar as quase 13 milhões de pessoas com mais de 15 anos; cumprir a Emenda Constitucional 59, de 2009, que determina a obrigatoriedade do ensino dos 4 aos 17 anos, segmento no qual há 3,5 milhões de crianças e adolescentes fora da escola; atender à demanda por creches públicas; cumprir a Lei do Piso Salarial Nacional para os Profissionais do Magistério Público; valorizar a carreira dos profissionais da educação e oferecer formação continuada; e cumprir as demais Metas e as Estratégias previstas no Plano Nacional de Educação e nos planos estaduais e municipais de educação.

Para a Undime, o projeto de lei aprovado ontem é, na íntegra, o que saiu do Senado, sem aporte financeiro para a educação. E, com isso, os deputados ignoraram que este texto pode se transformar em um problema futuro por não “fechar” a conta em alguns pontos e não se sustentar, com equívocos de redação ou matemática. Feito o cálculo, conforme a nota, os índices previstos para vigorar a partir de 2019 somam 101% no caso dos contratos de concessão para o petróleo extraído da plataforma continental (mar), seja da camada pré-sal ou não. “É nítido que a redação terá de ser refeita para a retirada de 1%. Mas o valor será retirado de quem?”, questionam os autores do documento.

Roberto Franklin de Leão, que integra o comitê diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, articulação que reúne mais de 200 grupos e entidades em todo o país, inclusive a Undime, afirmou que já está sendo organizada a campanha “Veta Dilma”. O objetivo é reunir a sociedade em torno da causa dos royalties do petróleo para financiar a educação e intensificar as pressões sobre a presidenta Dilma Rousseff para vetar o texto aprovado. O veto, segundo as entidades, é necessário porque a meta 20 do Plano Nacional de Educação, que prevê investimento de 10% do PIB no setor, depende da criação de novas fontes de financiamento.

Mas, no Congresso, a linha foi de colocar panos quentes sobre o assunto. O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), descartou a hipótese de veto presidencial. “A aprovação na Câmara demonstra claramente que há uma vontade política do povo brasileiro, por meio de seus representantes nas duas Casas, de fazer uma redistribuição dos recursos dos royalties”, afirmou, ao mesmo tempo em que demonstrou contrariedade com o fato de ter ficado para trás a proposta de destinar mais recursos para a educação.

Braga considera, porém, que não está fechada a possibilidade de revisar a questão e destinar uma fatia maior dos royalties para o setor, de modo que se garanta o cumprimento do Plano Nacional de Educação. “Podemos nesta lei [PNE] fazer a vinculação à educação, não na totalidade, mas num percentual absolutamente expressivo dos novos recursos dos royalties nas três esferas, estados, municípios e União”, indicou o senador.

Já os governadores de alguns dos principais estados produtores engrossaram o tom e cobraram o veto presidencial. “Estou tranquilo que a presidente vai vetar. A presidente não sanciona projeto de lei inconstitucional. Estou me baseando em declarações públicas da presidente, na qual ela disse que caso o projeto de lei versasse sobre contratos assinados de receitas advindas de campos de petróleo já leiloados seria vetado, porque isso é ferir contratos já assinados”, disse o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que estimou em R$ 4 bilhões a perda orçamentária do estado só em 2013.  “Então, é absolutamente inviável, o estado fecha as portas, não se faz Olimpíadas, Copa (do Mundo de futebol), não se paga servidores aposentados e pensionistas.”

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, também disse apostar no veto. “Ela havia dito publicamente que vetaria qualquer projeto de lei onde houvesse rompimento de contrato. Caso aconteça alguma dificuldade e o Congresso derrube o veto, estamos nos preparando para ir ao Supremo para defender nossos direitos”, afirmou.

Para Casagrande, a decisão dos deputados foi desequilibrada e rompe o pacto federativo. Na visão dele, não houve solidariedade federativa nem da Câmara nem do Senado. “O impacto para o estado do Espírito Santo e os municípios (do ES) vai ser R$ 11 bilhões entre 2013 e 2020. Estamos confiantes de que a presidente Dilma possa vetar.”

Com informações da Agência Senado e da Reuters.

Cícero suspeita de pesquisa e diz sobre rejeição: ‘foi serviço de alguém’

O senador Cícero Lucena (PSDB) comentou o resultado da pesquisa Data Vox, encomendada pela Oftalmoclinica Saulo Freire Ltda., de Campina Grande, e divulgada nesta segunda-feira (28).

Cícero avaliou a pesquisa como suspeita, diante do contratante. “Por que uma clínica de Campina Grande teria interesse na política de João Pessoa, é muito suspeito”, afirmou.

A pesquisa foi realizada com duas possibilidades: uma com Luciano Agra (PSB) como o candidato socialista e a outra com Estelizabel Bezerra(PSB). O senador tucano aparece em 3º e 2º nas duas pesquisas respectivamente. Ficando atrás apenas de José Maranhão (PMDB), que ficou em 1º nas duas, e do atual prefeito, que ficou em 2º.

Apesar das boas colocações, Cícero foi o líder no quesito rejeição, somando 18,4%. Diante dessa questão, o senador afirmou: “Foi serviço de alguém”.

O ex-governador José Maranhão e o deputado estadual Luciano Cartaxo (PSB) não quiseram comentar a respeito da pesquisa alegando que não viram o resultado.

Pesquisa 1:

José Maranhão: 23,4%
Luciano Agra: 23,1%
Cícero Lucena: 17,9%

Pesquisa 2

José Maranhão: 24,1%
Cícero Lucena: 18,5%
Estelizabel Bezerra: 9,8%
Luciano Cartaxo: 9,0%
Toinho do Sopão: 3,6%
Nonato Bandeira: 2,8%
Lourdes Sarmento: 1,5%

Rejeição:

Cícero Lucena: 18,4%
José Maranhão: 17,3% de rejeição
Toinho do Sopão: 10,9%
Estelizabel Bezerra: 8,4%
Lourdes Sarmento: 5,7%
Luciano Agra: 3,2%
Luciano Cartaxo: 3,1%
Nonato Bandeira: 3,1%

Pedro Callado

Paraíba.com.br