Arquivo da tag: regulares

Prêmio da Mega-Sena acumulado em R$ 275 milhões é o maior da história entre concursos regulares

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.149 realizado na noite desta quarta (8) e o prêmio acumulou para R$ 275 milhões. O próximo sorteio acontece no sábado (11), às 20h (horário de Brasília), no espaço Loterias Caixa no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo (SP).

Este é o maior prêmio da Mega-Sena acumulado na história entre concursos regulares sem contar Mega da Virada. O segundo maior valor acumulado nesta categoria até hoje é o concurso de número 1763, de 21 de novembro de 2015, que ficou acumulado em R$ 200 milhões.

Ao considerar todos os prêmios, incluindo Mega da Virada, este é o quarto maior concurso já acumulado da história.

É importante ressaltar que o G1 analisou os maiores concursos já acumulados da história e não os valores finais pagos aos ganhadores.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Pela internet também é possível adquirir combos. São seis opções que inclui várias modalidades. Na seleção do combo, o apostador pode escolher entre visualizar os números selecionados em cada aposta ou o formato “Surpresinha”, no qual o sistema escolhe aleatoriamente os números da aposta, quando da sua efetivação. O valor mínimo para apostar na internet é de R$ 30 e o máximo de R$ 500 por dia.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Maiores concursos acumulados da Mega-Sena

1774 Mega da Virada 26/12/2015 R$ 280 milhões
1999 Mega da Virada 21/12/2017 R$ 280 milhões
2109 Mega da Virada 20/12/2018 R$ 280 milhões
2149 Concurso regular 08/05/2019 R$ 275 milhões
1664 Mega da Virada 24/12/2014 R$ 240 milhões
1454 Mega da Virada 22/12/2012 R$ 230 milhões
1889 Mega da Virada 24/12/2016 R$ 225 milhões
1244 Mega da Virada 24/12/2010 R$ 200 milhões
1559 Mega da Virada 21/12/2013 R$ 200 milhões
1763 Concurso regular 21/11/2015 R$ 200 milhões
G1

 

TCE-PB julga regulares contas da Cagepa e de mais três prefeituras municipais

O Tribunal de Contas do Estado, reunido em sessão ordinária, nesta quarta-feira (20), aprovou as prestações de contas anuais das prefeituras municipais de Cuité de Mamanguape, Barra de São Miguel e Barra de Santa Rosa. Regulares com ressalvas foram julgadas as contas da Companhia de Água e Esgoto da Paraíba – Cagepa, relativas a 2016, sob a responsabilidade do gestor Marcus Vinícius Fernandes Neves.

A pedido do advogado, em virtude da impossibilidade justificada de presença na sessão, as contas da prefeitura de Campina Grande no exercício de 2016, gestão do prefeito Romero Rodrigues, foram adiadas para a próxima quarta-feira, assim como o processo que trata das contas do município de Sobrado (2015), com vistas ao conselheiro André Carlo Torres Pontes, e também de Santa Helena (2017), após a análise do relatório e a requerimento da defesa em plenário.

Os membros do colegiado deram provimento a um recurso interposto pelo ex-prefeito de Cachoeira dos Índios, Francisco Dantas Ricarte. As informações apresentadas em relação à regularidade das contribuições previdenciárias foram suficientes para modificar a posição da Corte e decidir pela emissão de parecer favorável. Rejeitado foi o recurso de reconsideração manuseado pelo ex-presidente da Câmara Municipal de Aroeiras, que buscava reverter o acórdão pela irregularidade, no entanto, a Corte acatou as justificativas apenas para elidir o débito imputado.

O TCE realizou sua 2211ª sessão ordinária do Tribunal Pleno, sob a presidência do conselheiro Arnóbio Alves Viana. Contou com as presenças dos conselheiros Antônio Nominando Diniz Filho, Fernando Rodrigues Catão e André Carlo Torres Pontes. Também dos conselheiros substitutos Oscar Mamede Santiago Melo, Antonio Gomes Vieira Filho e Renato Sergio Santiago Melo. O Ministério Público esteve representado pelo procurador Luciano Andrade de Farias.

Assessoria 

 

 

Número de alunos com deficiência em escolas regulares cresce na PB

(Foto: Krystine Carneiro/G1)
(Foto: Krystine Carneiro/G1)

Pouco mais de 15 mil alunos com algum tipo de deficiência estão matriculados em escolas regulares da Paraíba, de acordo com dados do Censo Escolar de 2014, estudo realizado pelo Inep. O número é maior que o registrado em 2010, quando eram apenas 10 mil matrículas, mas o quadro ainda está longe do ideal na opinião da técnica pedagógica da Fundação de Apoio ao Deficiente da Paraíba (Funad), Ana Paula Soares. “A educação é um direito constitucional, fundamental, que em um contexto de garantia de direitos torna-se um direito inquestionável e incondicional”, justifica.

O Estatuto da Criança e do Adolescente, que completou 25 anos no dia 13, prevê em seu artigo 54 “atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino”. Para Ana Paula, independente do crescimento nos números, os desafios vão muito além. Segundo ela, uma das principais lutas da Funad é exatamente realizar a inclusão destes alunos e diminuir o preconceito que ainda existe, às vezes dentro da própria escola. “A escola tem que ensinar a uma criança com deficiência, assim como ensina aos demais”, defende.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

A tentativa de inclusão dessas crianças e adolescentes tomou mais corpo em 2008, quando o Ministério da Educação assumiu o compromisso técnico e financeiro de promover uma educação insclusiva. Porém, Ana Paula defende que não é suficiente apenas uma decisão política. “O conceito de acessibilidade como forma de promoção da igualdade de condições entre todos indistintamente deve ser incorporado por toda a sociedade visando assegurar às pessoas com deficiência a participação plena de todos os aspectos da vida. A educação é um direito constitucional, fundamental, que em um contexto de garantia de direitos torna-se um direito inquestionável e incondicional”, justifica.

Melhorias na infra-estrutura
Outro problema é a estrutura física das escolas, considerado o desafio que mais afeta diretamente a permanência destes alunos nas escolas. Ana Paula afirma que a matrícula é asssegurada por lei e que nenhuma escola, pública ou privada, pode negar este direito. Mas reitera que “compete às escolas, como centros de ensino, criar as condições para o acesso e permanência de todos os alunos, independente da condição de deficiência”. Seja no tocante ao ensino, como também à parte arquitetônica.

O quadro desenhado pela técnica pedagógica revela as crianças que se matriculavam, mas não tinham como permanecer nas escolas por falta de rampas de acesso, banheiros adaptados, pessoal suficiente para prestar o apoio. Isso tornava praticamente impossível a permanência deles nas escolas regulares, forçando-os a ter que ir para escolas especiais, como a Associação de Pais e Amigos dos Excepicionais (Apae).

Pessoal qualificado
Outro avanço considerado importante é a presença de auxiliares dentro das salas de aula para atenderem as necessidades específicas destes alunos. Isso inclui professor do atendimento educacional especializado, tradutor e intérprete de Libras, instrutor de Libras, brailista, profissionais que têm a função de apoiar inclusão escolar seus alunos. De acordo com Ana Paula, a Funad tem investido maciçamente na formação de professores que atuam na sala regular, no atendimento educacional especializado e dos demais profissionais da educação.

Para isso, são realizadas formações na área de educação inclusiva, Libras (para garantir o acessibilidade comunicativa dos alunos surdos e com deficiência), Braille (escrita e leitura dos alunos cegos e ou com baixa visão) e o Sorban (linguagem matemática para alunos cegos e ou com baixa visão).

Mas ela alerta que, apesar do avanço, ainhda há muito a se fazer. Com o crescimento do número de matrículas, vem sempre a necessidade de se aumentar o número de pessoal de apoio. “Sempre vamos precisar de mais profissionais pois está crescendo muito o número destes alunos dentro das escolas. Não estamos no patamar perfeito, mas já avançamos muito”, avalia.

Ela revela que ainda existe um certo preconceito e insegurança em relação ao tema, às vezes por parte de alguns professores. “Recebo às vezes a reclamação de alguns professores que alegam não estar prontos para dar aulas a alunos especiais, mas o que eu digo a eles é que não há diferença. A inclusão começa daí. É preciso entender isto. É o primeiro passo”, afirmou.

“É claro que tem a questão da aprendizagem, alguns alunos com algumas deficiências vão precisar de um tempo maior. Mas também tem alunos que não têm deficiência alguma, mas que também vão precisar de uma atenção maior”, explica a especialista.

 

G1

Dia do doador: Número de doadores de sangue regulares aumenta no Brasil

doacao-de-sangueO número de doadores de sangue fidelizados no Brasil – aqueles que doam com regularidade, aumentou, mas continua longe do ideal. O alerta é de especialistas neste Dia Nacional do Doador do Sangue, celebrado hoje (25).

Para o biólogo molecular da Fundação Pró-Sangue de São Paulo, Eduardo Levy, a melhora da instrução e mais informações podem explicar o aumento. “Cerca de 60% dos doadores aqui [Fundação Pró-Sangue] são doadores que vêm de forma altruística e com regularidade. Mas em alguns países, como na Inglaterra esse percentual chega a 100%”, contou ele.

Por outro lado, o biólogo lamenta que a sociedade esteja cada vez mais individualista, sobretudo, os jovens e teme que os números voltem a cair. “Precisamos de campanhas e de educação nas escolas que combatam o egoísmo e ressaltem a importância de termos uma sociedade solidária. O sangue só vem de um ser humano, não existe sangue artificial e dependemos dos doadores”, completou o médico.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O gerente médico da Associação Beneficente de Coleta de Sangue (Colsan), Fábio Lino, lamentou que o mais comum entre os brasileiros ainda seja a doação a parentes e conhecidos em situações de emergência. “A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza que 5% da população de um país doem sangue regularmente para manter os estoques de sangue dos hemocentros. No Brasil esse percentual está entre 2% e 2,5%”, disse ele. “As campanhas ajudam pontualmente, mas falta conscientização. Falta essa cultura de perder um dia da vida para tentar ajudar o próximo doando sangue.”

O diretor da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), hematologista Dante Langhi Jr, compartilha da opinião dos colegas. Ele deu o exemplo do trabalho de conscientização com os doadores específicos, como os de plaqueta. “Como esse doador é contatado muitas vezes pelos serviços e a conscientização é mais efetiva, vimos um aumento desse número de doadores nos últimos anos”, comentou.

Para doar sangue é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos, estar bem de saúde e portar um documento de identidade oficial com foto. Jovens com 16 e 17 anos só podem doar sangue com autorização dos pais ou responsáveis legais. Não é necessário estar em jejum, apenas evitar apenas alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação.

Os especialistas também elogiaram o uso do teste de ácido nucleico (Teste NAT) no sistema de saúde público que aumenta a segurança das transfusões de sangue. A utilização do NAT nos bancos de sangue tornou-se obrigatória há um ano no país. Ele é o único capaz de detectar a presença do vírus do HIV, da hepatite C e da hepatite B no organismo entre o dia da contaminação por vírus e o momento de sua manifestação (janela imunológica).

Para Lino o Teste NAT foi uma das ferramentas mais importantes de controle do sangue nos últimos tempos. “O número de doações em janela imunológica é muito pequeno, mas ainda assim pode acabar infectando um paciente”, comentou.

Levy acredita que embora a incorporação do Teste NAT seja de extrema importância para fortalecer segurança do sangue, é necessário mais tempo para mensurar sua utilidade no país.

“Ter um doador em janela imunológica é raro, estamos falando de índices de uma a cada 100 mil doações. Alguns bancos de sangue no país vão demorar uns cinco anos para ter 100 mil doações”, explicou ele.

Langhi Jr. comentou que em vários países desenvolvidos o NAT já é utilizado há muitos anos e sua eficácia comprovada por vários estudos. “É sem dúvida nenhuma um grande ganho a obrigatoriedade dos testes NAT. As vantagens que esse teste oferece já são conhecidas na literatura médica específica”.

O NAT é desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-manguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz. (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde.

Agência Brasil