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Chió reivindica implantação de maternidade e reformas nos hospitais de Serraria e Solânea

Em audiência com o secretário de Saúde do Estado, Dr. Geraldo Medeiros, na tarde da terça-feira, 01 de Outubro, o deputado estadual Chió (REDE) reivindicou atenção do Governo do Estado para melhorias em saúde de alta complexidade, nas regiões do Brejo, Curimataú e Borborema.  

O parlamentar relatou a difícil situação de famílias, em uma região com mais de 400 mil pessoas, que não possuem cobertura de uma maternidade.

“Na Paraíba há uma região descoberta de serviços públicos obstétricos de alta complexidade. Falta uma maternidade para atender as mães de toda uma região compreendida entre as cidades de Esperança, Areial, Remígio, Areia, Algodão de Jandaíra, Arara, São Sebastião de Lagoa de Roça e muitas outras. São mães que precisam não só de atendimento, mas, de todo um acolhimento e humanização na hora mais importante de suas vidas”, defendeu Chió.

O parlamentar informou que segundo o secretário de Saúde do Estado, Dr. Geraldo Medeiros, já existem estudos técnicos para implantação da maternidade e para que as reformas dos hospitais Solânea e Serraria, de fato aconteçam. “O nosso trabalho é para que esses dois hospitais sejam contempladas o mais rápido possível, com essas necessárias reformas”, enfatizou Chió.

Fonte: Ascom Deputado Estadual Chió (REDE)

 

 

Índice de rejeição ao PSDB aumenta após apoio às reformas de Temer

Nos últimos anos, desde quando Lula assumiu à Presidência da República, o PSDB se manteve às sombras do PT, sem conseguir ocupar o espaço de uma verdadeira oposição. Com quatro derrotas consecutivas nas eleições presidenciais (Serra por duas vezes, Geraldo Alckmin e Aécio, em 2014), os tucanos se viam cada vez mais diminuídos.

No cenário mais recente, foi preciso que o PMDB agisse para conseguir tirar o Partido dos Trabalhadores (PT) do poder. Nessa tomada, o PSDB entrou como estepe do partido de Michel Temer, sendo hoje sua principal base de sustentação no Congresso Nacional, mais fiéis até do que os próprios parlamentares peemedebistas, como pôde ser visto na votação da Reforma Trabalhista na Câmara dos Deputados.

Nesse último domingo (7), na coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo, foi divulgada uma pesquisa encomendada pelo PSDB para entender os motivos que levaram antigos eleitores do partido a hoje o rejeitarem. O resultado da crescente rejeição, segundo os entrevistados, foi a associação do PSDB às reformas de Michel Temer, principalmente a da Previdência.

Outro fator que fez com que os tucanos fossem rejeitados por antigos eleitores são as constantes denúncias envolvendo nomes importantes dentro da sigla na Lava Jato.

Com informações do Blasting News

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Igreja orienta eleitor a não votar nos que apóiam reformas

A Igreja está recomendando ao eleitor que não vote no político que for favorável as reformas apresentadas pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB), principalmente a da Previdência, na forma que está tramitando no Congresso Nacional.

Na Paraíba, padres de diversas paróquias já iniciaram o movimento de alerta aos parlamentares da bancada federal com a leitura da carta da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que condena as mudanças propostas pela União.

Para o administrador apostólico da Arquidiocese da Paraíba, Dom Genival Saraiva de França, a chegada do Papa Francisco ao posto de maior autoridade da Igreja Católica abriu espaço para discussões como esta sobre a Reforma da Previdência. “Sem dúvida nenhuma, a gente observa que a evangelização do Papa Francisco tem o rosto do povo. A exaltação apostólica, evangelidade estão nessa direção dos grandes apelos e desafios da sociedade”, disse Dom Genival. De acordo com o administrador apostólico, a igreja tomou consciência da necessidade de se manifestar porque está no meio do povo e vive diretamente as problemáticas da população.

PB Agora

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Grupos protestam contra reformas da Previdência e do Ensino Médio na PB

(Foto: Artur Lira/G1)
(Foto: Artur Lira/G1)

Manifestantes se reuniram em João Pessoa e Campina Grande, na tarde desta sexta-feira (31), para protestar contra a Reforma da Previdência e do Ensino Médio. Com faixas e bandeiras, os grupos foram às ruas a partir das 15h gritando palavras de ordem e fazendo discursos.

A Polícia Militar informou que não vai divulgar estimativa de público. Em João Pessoa, a organização estima a presença de 6 mil pessoas. A organização em Campina Grande estima que 400 pessoas participaram do protesto.

Em João Pessoa, a concentração aconteceu no Lyceu Paraibano, no Centro da cidade. A convocação foi feita pela Frente Brasil Popular Paraíba e pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o movimento faz parte do calendário nacional dos professores.

Os manifestantes saíram do Lyceu em caminhada, passando pela Procuradoria-Geral da República e pelo anel externo da Lagoa, seguindo para a Avenida Dom Pedro II pela Avenida Diogo Velho. O encerramento deve acontecer no Ponto de Cem Réis, onde chegaram por volta das 17h50.

O protesto em Campina Grande tem concentração na calçada da Avenida Cardoso Vieira, no Centro da cidade. A convocação foi do Comitê Contra a Reforma na Previdência, mas o grupo também protesta contra o presidente Michel Temer, terceirização, a Reforma do Ensino Médio e a pós-graduação paga em instituições públicas.

Manifestantes em João Pessoa fizeram um boneco com o rosto do presidente Michel Temer. (Foto: Gabriel Costa/G1)Manifestantes em João Pessoa fizeram um boneco com o rosto do presidente Michel Temer. (Foto: Gabriel Costa/G1)
G1 PB

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Reformas e novos materiais renovam as escolas municipais de Bananeiras

escolaO mundo lúdico encanta e educa, pensando nisso, a Prefeitura Municipal através da Secretaria de Educação fará a entrega de brinquedos nas unidades de Educação Infantil de Bananeiras nesta terça-feira.

Os brinquedos contribuem para que cerca de 300 crianças possam ter na escola um local de conhecimento sem perder a diversão, garantindo assim, um espaço atrativo para a educação.

O município de Bananeiras possui atualmente quatro (04) unidades de educação infantil são elas: Donzinha Bezerra Cavalcante (Cidade), Tia Glauce (Cidade Alta), Janete Freire dos Santos (Roma) e Maria Eurídice Ramalho (Tabuleiro).

Além de novos aparelhos, as escolas municipais passaram por reformas que melhoraram a estrutura e proporcionarão um ambiente ainda mais adequado para o alunado.

Escolas como Dionísio Maia (Vila Maia), Emília de Oliveira Neves (Cidade), Joaquim Florentino (Cidade Alta), João Florentino da Rocha (Gamelas), Manoel Ferreira dos Santos (Queimadas) e a Creche Donzinha Bezerra Cavalcante (Cidade) estão na lista de unidades que sofreram melhoramentos no inicio deste ano. A gestão municipal vem trabalhando para garantir sempre a melhoria da qualidade do ensino.

Ascom-PMB 

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Temer confia que PEC dos gastos será votada este ano, mas vê dificuldades para reformas

temerO presidente interino Michel Temer admitiu nesta sexta-feira (29) que o governo não deve conseguir aprovar as reformas da Previdência e trabalhista ainda este ano, como desejava inicialmente, mas afirmou que fará todo o esforço para votar a Proposta de Emenda à Constituição do teto de gastos no Orçamento.

“Acredito que a PEC do teto de gastos será possível e temos hoje a colaboração do Congresso. As reformas trabalhista e previdenciária não sei quanto tempo vão levar ainda”, disse o presidente interino.

A reforma da Previdência foi apontada sempre como uma das principais medidas do governo Temer para tentar sanear os problemas financeiros do país. Inicialmente, o Palácio do Planalto planejava mandar uma proposta no início de junho, com apenas 30 dias de governo, mas as negociações com as centrais sindicais se mostraram mais difíceis que o previsto.

Além disso, parlamentares revelaram que um tema complicado e que mexe nos direitos sociais dificilmente seria apreciado pelos deputados com boa vontade em um ano eleitoral com muitos deputados se candidatando a prefeito.

“Eu espero que seja (enviado ao Congresso) antes das eleições. É claro que não haverá uma decisão antes das eleições”, disse o presidente interino. “Pela experiência parlamentar que tive, acho que não será fácil aprovar este ano, não sei se será possível.”

A proposta que o governo trabalha, disse Temer, será gradual, mas não está ainda definido o formato.

“A Previdência sem dúvida será gradual, terá regras de transição. Ou faz para vigorar no futuro ou faz para que suavemente vá entrando em vigor, com um sistema de transição”, disse.

Ajuste fiscal

Questionado se esperava a aprovação do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff para então adotar medidas mais duras de ajuste fiscal, como espera o mercado, Temer afirmou que não tem esperado e trabalha “como se fosse ficar”.

“Não estou esperando ou não teria proposto o teto de gastos do Orçamento. Essa é uma medida dura, complicada”, afirmou, ressaltando que o governo espera terminar estudos para as reformas que considera mais urgentes –previdenciária e trabalhista– e as enviará ao Congresso assim que possível.

Temer justificou o que pareceu um excesso de gastos no início de seu governo, com o descontingenciamento de recursos congelados por Dilma, o reajuste do programa Bolsa Família e os concedidos aos servidores federais.

“Não fizemos nada que vulnerasse o ajuste fiscal. Não cumprir acordos de reajustes para servidores traria prejuízos jurídicos e políticos, fragilizaria o governo”, disse, citando o risco de greves de servidores próximo ao início da Olimpíada.

Mercosul

O presidente interino voltou a defender uma flexibilização do Mercosul, hoje vivendo um impasse pela transferência ou não da presidência pro-tempore à Venezuela e praticamente inativo nos últimos meses.

“Não temos nenhuma objeção ao Mercosul. O que muitas vezes comentamos é que precisamos fazer adequações, flexibilizações. O Brasil não pode ficar muito amarrado, impedido de fazer acordos bilaterais. Queremos continuar, achamos o Mercosul um instrumento importante, mas são necessárias mudanças. Há conversações nesse sentido”, disse.

A visão de que o Mercosul precisa mudar já havia sido defendida por Temer e pelo ministro das Relações Exteriores, José Serra, publicamente. No entanto, as regras do bloco impedem acordos bilaterais independentes.

Em entrevista à agência de notícias Reuters, Serra defendeu que os acordos possam ser feitos em velocidades diferentes, o que teria a concordância de outros parceiros, como Argentina e Paraguai, especialmente.

Nesse momento, no entanto, o bloco não consegue nem mesmo resolver a questão da sua presidência, que deveria ser assumida pela Venezuela. No entanto, Paraguai e Brasil, com um apoio mais tímido da Argentina, são contrários.

“O Brasil não está exatamente se opondo a que se transfira a presidência. Está ponderando que a Venezuela tem que cumprir requisitos firmados quatro anos atrás e que até agora não foram cumpridos”, disse Temer.

A posição, na prática, inviabiliza a presidência venezuelana, já que o país teria até agosto para cumprir mais de 40% dos requisitos não cumpridos em quatro anos.

(Edição de Maria Pia Palermo e Alexandre Caverni)

Uol

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Papa “está determinado” em avançar com reformas na Igreja

O papa Francisco “está determinado” em avançar com as reformas na Igreja, depois do extravio de documentos sobre escândalos financeiros no Vaticano. A informação é do “número três” da Igreja Católica, Angelo Becciu.

“Avancemos com serenidade e determinação”, afirmou Jorge Bergoglio, de acordo com informação publicada na conta de Angelo Becciu na rede social Twitter, após o novo escândalo de extravio de documentos confidenciais sobre desvio de fundos destinados aos pobres e doentes, para financiar o estilo de vida luxuoso de alguns cardeais. O escândalo ficou conhecido como Vatileaks 2.

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“Estive com o papa. As suas palavras foram: avancemos com serenidade e determinação”, escreveu Becciu, substituto da Secretaria de Estado do Vaticano para Assuntos Gerais.

O secretário-geral da Conferência dos Bispos Italianos, Nunzio Galantino, disse à cadeia TV2000 que o papa deve estar se sentindo traído no episódio que levou à detenção, neste fim de semana, de dois suspeitos de extraviar informações e documentos: o religioso espanhol Lucio Angel Vallejo Balda, de 54 anos, e uma perita italiana, Francesca Chaouqui, de 33.

“Coloco-me no lugar do papa. Nenhum filho da Igreja pode ficar indiferente perante estes ataques”, disse Galantino, sublinhando que “algumas pessoas têm claramente medo do processo de reformas que o papa está realizando”.

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Vallejo Balda continua detido, enquanto Francesca voltou a ser interrogada hoje, depois de ter sido liberada ao garantir que vai cooperar com as autoridades. De acordo com a imprensa italiana, foram roubados dados do computador do controlador-geral de finanças do Vaticano, o italiano Libero Milone.

Libero Milone, nomeado pelo papa Francisco em 5 de junho passado para a reforma das finanças, está encarregado de uma auditoria das contas do conjunto das administrações do Estado do Vaticano.

Duas obras que vão ser publicadas em breve e prometem revelações sobre os casos financeiros do Vaticano são assinadas pelos jornalistas Emiliano Fittipaldi, do jornal L’Espresso, e Gianluigi Nuzzi, da Mediaset.

As publicações das obras remetem ao escândalo do sumiço de documentos, denominado Vatileaks, que marcou o fim do pontificado de Bento XVI, em 2012. As informações foram reunidas e publicadas pelo jornalista Gianluigi Nuzzi.

No comunicado, o Vaticano faz referência ao Vatileaks e sublinha a “grave traição de confiança” do papa, não excluindo a possibilidade de um processo pelo tribunal do Vaticano.

Agência Brasil

 

Bancada mais conservadora no Congresso poderá barrar reformas reivindicadas pelos movimentos sociais

A população brasileira elegeu, no ultimo dia 05 de outubro, os senadores e deputados federais que atuarão no Congresso Nacional a partir de 1º de janeiro de 2015, data do inicio da nova legislatura. Os resultados eleitorais mostram que o número de partidos aumentará de 22 para 28 na Câmara dos Deputados, com nova composição do Congresso Nacional apresentando um aumento significativo de representantes da ala conservadora.

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O quadro de candidaturas mostra que o PT (Partido dos Trabalhadores), PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) e PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) possuem as maiores bancadas da Câmara e aponta que os parlamentares conservadores avançaram nessas últimas eleições. A bancada do PSDB, por exemplo, ganhou 11 cadeiras na Câmara dos Deputados, passando de 44 para 55, um crescimento significativo de 25%. Já o PT perdeu 20% dos deputados na bancada, passando de 88 para 70.

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Nesse contexto da nova formação de bancadas partidárias, com uma representativa presença conservadora no Congresso, surge um questionamento sobre se o resultado da eleição dos representantes da Câmara e do Senado refletiu ou não as manifestações ocorridas em junho de 2013, movimento popular que saiu às ruas de todo o país para reivindicar uma variada agenda de reformas e demandas sociais. Em entrevista ao programa Expressão Nacional, da TV Câmara, José Antônio Moroni, diretor do Instituto de Estudo Econômicos e Sociais (Inesc), afirma que as manifestações foram válidas, porém, por terem abrangido muitas reivindicações, perderam o foco.

Ele avalia que: “em relação às eleições, parece que junho de 2013 não aconteceu. As manifestações tiveram pouco impacto no processo eleitoral. Isso porque, ou nosso sistema político é tão rígido que é impermeável a qualquer tipo de manifestação popular, ou porque foi um momento conjuntural que não tinha uma agenda política clara e não foi capaz de tensionar o sistema político”.

A maioria dos candidatos que defendiam reformas sociais e democráticas não foi eleita, a bancada está mais conservadora. Dessa forma, Moroni teme que as grandes reformas sejam engessadas mais uma vez e aponta que as mobilizações e pressões populares na política serão ainda mais essenciais para o avanço nas pautas sociais.

Para o cientista político Marco Aurélio Nogueira, também durante o programa de TV, a manutenção de PT, PMDB e PSDB com as maiores bancadas talvez não altere o atual jogo político. “Também é preciso ver qual vai ser o real poder de fogo dessas bancadas específicas e mais conservadoras. Até o fim do atual governo, muitas dessas bancadas conservadoras estiveram na base governista, cuja gestão é considerada progressista. Então, pode ser que essas bancadas flutuem um pouco em função da agenda que o Congresso terá de examinar”, afirmou Nogueira.

Os resultados das eleições podem ainda sofrer alterações, caso candidatos com o registro atualmente negado pela Justiça eleitoral consigam reverter as decisões judiciais.

Confira a lista completa dos eleitos:

http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/lista-completa-dos-deputados-federais-eleitos/

pavablog

Perfil dos eleitos

Cerca de 80% (411 candidatos) dos eleitos neste domingo para deputado federal têm nível superior;

Dos 513 deputados eleitos, apenas cinco (1%) sequer terminaram o ensino fundamental;

Dos eleitos, somente 23 candidatos (4,5%) são considerados jovens, com idade até 29 anos;

No grupo com idade entre 30 e 59 anos, o número sobe para 278 representantes eleitos, correspondendo a 73,5%, o maior índice das faixas etárias;

Acima dos 60 anos, a Câmara receberá 112 parlamentares, correspondendo a 22%;

Nascido em 1930, o deputado mais idoso eleito é Bonifácio de Andrada (PSDB-Minas Gerais). Aos 84 anos, ele vai cumprir o seu nono mandato consecutivo na Câmara. Já o deputado mais jovem será Uldurico Junior (Partido Trabalhista Cristão – PTC _ Bahia), de 22 anos. Agricultor, ele foi o parlamentar eleito com menos votos na Bahia;

De acordo com o registro de ocupações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), 44 candidatos são advogados; 42 empresários; e 29 médicos;

Dos eleitos, 198 assumirão pela primeira vez o cargo de deputado. Outros 25, que não participaram da legislatura atual, mas já tiveram mandato em algum momento, retornarão à casa;

Esses 223 deputados correspondem a uma renovação de 43,5%;

Com a reeleição, o deputado Miro Teixeira (Partido Republicado da Ordem Social – Pros – Rio de Janeiro) se tornará, na próxima legislatura (2015-2019), o parlamentar com maior número de mandatos na Câmara, 11 no total. O parlamentar começou a carreira como deputado federal em 1971. Desde então, só deixou de estar no legislativo federal de 1983 a 1987.

 

Adital

Em 2013, Cuba anunciou reformas para fortalecer economia

Apesar da manutenção do bloqueio econômico que impede o desenvolvimento econômico de Cuba, o país tem adotado importantes medidas para aperfeiçoar seu sistema e preservar suas conquistas sociais .

Por Théa Rodrigues e Vanessa Silva, da redação do Vermelho

 

Cuba anunciou diversas medidas para fortalecer sua economia| Foto: Reuters

Uma das principais mudanças é que o país se abre aos investimentos estrangeiros mediante empresas mistas, nas quais o Estado cubano sempre dispõe de uma maioria de ao menos 51%. O novo modelo também promove as cooperativas, pequenas propriedades agrícolas e trabalhadores independentes, com a finalidade de reduzir o papel do Estado nos campos estratégicos.

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Cuba também atualizou sua política migratória, o novo código de trabalho, o sistema de compra e venda de carros e criou a Zona de Desenvolvimento Especial de Mariel (ZDEM) , uma das medidas econômicas mais importantes do país.

A ZDEM é o maior investimento em infraestrutura das últimas duas décadas em Cuba e tem 80% de capital brasileiro. A zona possui instalações portuárias para acomodar os novos e maiores navios de contêineres, seguindo a expansão do Canal de Panamá e também uma zona de processamento de exportações e nova infraestrutura de comunicações e transporte terrestre.

 

Portal Vermelho