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Dicas para reformar sua cozinha sem gastar muito dinheiro

Reformar a casa é tudo de bom, não é verdade? Cheiro de casa nova, ambiente novo e agradável para receber as visitas, enfim, um cenário mais do que perfeito para o seu bem estar. Que tal reformar sua cozinha sem gastar muito dinheiro? Com certeza é mais do que possível nos dias de hoje. Tudo é questão de planejamento e tranquilidade. Aproveite as promoções do Black Friday a fim de ter melhores condições de dar aquele charme em sua residência.

Quando pensamos em reforma da cozinha, pensamos imediatamente em pedreiro, sujeira e muito dinheiro gasto, mas esta situação pode ser mudada com um pouco de boa vontade e planejamento. Vamos ver algumas dicas agora.

Dica um: pinte os azulejos e paredes

Não há necessidade de contratar um pintor para este trabalho. Você mesmo pode fazê-lo, desde que escolha uma tinta de boa qualidade, e claro, todo o material necessário. Tenha bom gosto na escolha das cores e a gordura e sujeira acumuladas em sua cozinha desaparecerão.

Dica dois: cuide bem dos móveis de sua cozinha

Se você tem móveis antigos e que mereçam uma atenção mais do que especial, que tal dar uma reformada nos mesmos? Uma mão de verniz ou tinta, dão um acabamento mais do que especial com certeza. Sua cozinha terá um novo charme mesmo com os móveis antigos.

Dica três: compre móveis usados

Se você não tem móveis para reformar, uma ideia interessante é comprá-los usados. Muitas pessoas necessitam de um dinheiro extra, portanto, fique atento aos anúncios nas redes sociais e compre uma mesa ou até mesmo um fogão usado em boas condições. Tudo isso é garantia de economia.

Dica quatro: procure por promoções nas grandes lojas do mercado

Se você está disposto a comprar móveis novos, procure por boas promoções sempre. Você precisa ter paciência e disposição para pesquisar os melhores preços e condições. A internet é uma excelente fonte de pesquisa, e claro, você poderá buscar promoções no Black Friday 2019.

Dica cinco: não espere muito tempo para reformar sua cozinha

Muitas pessoas esperam por muito tempo para reformar a cozinha, mas analise a possibilidade de fazer este trabalho quando ela ainda não estiver em condições precárias. Uma ideia interessante é comprar adesivos decorativos. Pode ter certeza que darão um charme todo especial em sua cozinha.

Dica seis: aumente o espaço da sua cozinha com prateleiras

Caso sua cozinha seja pequena e os armários estão tomando conta da mesma, faça uso das prateleiras. É uma ideia simples e que vale a pena levar em consideração. Transforme o ambiente de sua cozinha no melhor possível.

Dica sete: troque o piso de sua cozinha

Troque o piso de sua cozinha usando o piso sobre piso – tudo isso sem quebradeira ou sujeira. Dê um toque mais do que especial neste ambiente tão importante de sua casa. Receba os amigos com mais prazer!

 

 

Ascom

 

 

Crédito para reformar ou compra de material de construção está mais caro

Foto: Leonardo Silva Para lojistas do setor da construção, a medida deve impactar negativamente no mercado paraibano, que já registrou retração de até 30% no mês de janeiro
Foto: Leonardo Silva
Para lojistas do setor da construção, a medida deve impactar negativamente no mercado paraibano, que já registrou retração de até 30% no mês de janeiro

O financiamento para a reforma ou compra de material de construção ficou mais caro pela linha de crédito da Caixa Econômica Federal, o Construcard. A instituição financeira elevou neste mês as taxas de juros mensais do programa, que antes era de 1,50% a 2,33% e agora varia de 1,60% a 2,40%. Para lojistas do setor da construção, a medida deve impactar negativamente no mercado paraibano, que já registrou retração de até 30% no mês de janeiro em João Pessoa, comparado ao mesmo período do ano passado.

O teto dessa faixa vale para os empréstimos com prazos mais longos de pagamento e para clientes sem relacionamento com o banco. Com a dificuldade de acesso ao crédito, dentro de um contexto econômico de reajustes como a do combustível e inflação em alta, os donos de lojas de material de construção na capital paraibana mostram-se preocupados com a situação das empresas e não esperam recuperação das perdas a curto prazo.

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“Estamos tentando equilibrar as finanças porque o futuro é de incertezas. Em janeiro enfrentamos queda de 20% a 30% e já estamos prevendo um primeiro semestre também de queda, que pode chegar a 40%”, revelou o proprietário da loja “Torres Telhas”, José Torres de Abrantes. De acordo com José Torres, a alta do combustível por causa do reajuste do PIS/Cofins (R$ 0,22 por litro da gasolina e R$ 0,15 por litro do diesel) já repercute no preço do frete e mesmo com a retração nas vendas, este aumento será repassado para o consumidor ainda este mês.

“Já estou pagando mais caro pelo frete cerca de 10% e até agora isso não foi passado para o consumidor. No entanto, não temos mais como segurar os preços e vamos reajustar este mês. E com este crédito mais caro, com certeza o mercado vai ser influenciado”, ressaltou Torres.

A gerente do Depósito Santa Júlia, Jandira de Albuquerque, frisou que desde o mês de dezembro já percebeu uma redução nas vendas. E em janeiro a baixa já chegou a 15% comparado ao mesmo período de 2014.

“Agora, com este fechamento no acesso ao crédito o impacto será negativo. Do jeito que vai, o negócio vai se arrastando e acredito que a tendência vai ser de queda até junho”, revelou.

De acordo com Jandira Albuquerque, os reajustes que passaram a vigorar há algumas semanas já encareceram produtos como areia e cimento. “Temos que repassar esta alta para o consumidor. Somente o saco de cimento aumentou R$ 1,50 e hoje custa R$ 26”.

Para tentar sobressair neste momento de crise, os empresários tentam reduzir ao máximo as despesas das empresas e evitam contratar mão de obra, optando por empregados terceirizados.

Segundo a Caixa, o alinhamento das taxas de juros do produto Construcard teve por finalidade manter a competitividade do produto, considerando as alterações da taxa básica de juros Selic. O banco lembrou que mesmo com o reajuste, as taxas adotadas, aliadas às condições de prazo e limites, permanecem as mais atrativas do mercado.

Deputado federal do PT afirma que Congresso precisa reformar sistema de segurança pública

luiz coutoO crescimento de homicídios entre jovens, a redução da maioridade penal, o crime organizado, a crescente onda de violência nas capitais são temas  relacionados com a segurança pública que preocupam o deputado federal Luiz Couto (PT-PB).

“A violência no Brasil é estrutural, sistêmica e histórica”, afirma. Para ele – que tem a segurança pública e cidadania como bandeiras dentro do Parlamento brasileiro, os atos de violência praticados por crianças, adolescentes e jovens tem origem no lar, na relação familiar.

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O aumento da bancada conservadora no Congresso Nacional – e consequentemente, dos latifundiários ou “bancada da bala” -, que pode dificultar a apreciação e aprovação de leis para avanços na melhoria e eficiência do sistema de segurança pública e facilitar a impunidade no País, é outra preocupação do parlamentar paraibano, que foi o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Extermínio no Nordeste (2014).

É deste de outros temas que o deputado Luiz Couto fala, com exclusividade, à reportagem da Agência de Notícias Política Real, na entrevista que segue.

AGÊNCIA POLÍTICA REAL  – Como o senhor, que defende segurança com cidadania, analisa o crescimento de uma representação conservadora no Congresso Nacional, nesta nova legislatura? Pode dificultar avanços na área da segurança pública?

LUIZ COUTO – A gente se preocupa sim. Há uma visão distorcida com relação à segurança publica achando que aumentando as penas, tendo mais leis, vamos modificar a violência. A violência no Brasil é estrutural, sistêmica e histórica. Precisamos de políticas públicas e é isso que nós defendemos. Investir maciçamente na educação para que os estudantes tenham escola em tempo integral. Aumentar a nossa política de emprego, que é fundamental. Investir mais na saúde. É preciso, também, mudar a Constituição Brasileira, fazendo com que o Governo Federal possa também entrar nesse circuito da segurança pública nos estados. Hoje, pela Constituição, a competência da segurança pública é dos estados. Então, nesse sentido, a presidente Dilma está encaminhando ao Congresso Nacional, para resolver essa questão, projeto de lei para que a Casa possa se debruçar e resolver essa questão.

AGÊNCIA POLÍTICA REAL – Em sua opinião, o que o Congresso Nacional precisa fazer para mudar essa situação que está provocando a insegurança dos cidadãos no Brasil?

LUIZ COUTO – É nesse sentido que achamos que é fundamental que façamos uma profunda reforma no sistema de segurança pública, envolvendo a administração penitenciária, a questão da celeridade dos julgamentos e nas penas que são atribuídas, o Ministério Público, todos nós juntos para tratarmos essa questão, pois o atual sistema de segurança pública não responde mais às demandas que nós temos diante dessa situação. Além da reforma política profunda, temos que fazer reforma no sistema de segurança pública, investir maciçamente na reforma agrária, para que a juventude não saia do campo, mas fique lá trabalhando e tendo condições dignas de viver; investir na escola como formação integral e não apenas na educação como conhecimento, mas educação para cidadania.

AGÊNCIA POLÍTICA REAL – A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República divulgou uma pesquisa, em janeiro deste ano, que revela um crescimento no índice de homicídios entre jovens. Quatro capitais do Nordeste aparecem entre as cinco primeiras do ranking: Fortaleza, Salvador, Maceió e João Pessoa. Como o senhor vê isso e como reverter esses números, no caso do seu estado, a Paraíba?

LUIZ COUTO – Olha, tem uma pesquisa também, que foi feita na Universidade Católica do Rio Grande do Sul mostrando que a violência que é cometida, hoje, por crianças, adolescentes e jovens vem a partir da violência que eles sofreram na relação familiar. É importante essa pesquisa para mostrar que não adianta querer fazer redução da maioridade penal, achando que isso vai resolvera situação. No nosso sistema penitenciário não ressocializa, não educa, não recupera. Da mesma forma, as casas onde esses adolescentes são colocados. Vimos agora recente no Rio de Janeiro reportagem mostrando que numa área que era para 100 adolescentes, tinha 400. Então dessa forma que está é impossível recuperar.

AGÊNCIA POLÍTICA REAL – Então, ao que o senhor atribui a raiz desse problema?

LUIZ COUTO – O fato é que a violência começa na relação familiar. Ou seja aquele que agredido, violentado, torturado, espancado e não é amado leva isso para o resto da sua vida para o ambiente externo. O que a gente aprendeu, com um provérbio, é que ‘o mau exemplo de casa vai à praça’, como o bom exemplo também vai á praça. A violência contra crianças, adolescentes e jovens é grande no nosso País. Quando há um fato de um jovem ou adolescente que comete um crime, há toda uma comoção, aquela repercussão. Na realidade, o que nós temos que combater é o crime organizado que recruta crianças, adolescentes e jovens; é o narcotráfico, que está recrutando e que depois essas pessoas não podem sair, pois se saírem, morrem.

AGÊNCIA POLÍTICA REAL – E o que o Poder Público deve fazer para reverter os números da violência entre os adolescentes e os jovens?

LUIZ COUTO – O Mapa da violência, que sai a cada dois anos e quando sai o resultado já não representa a realidade, mostra que no Brasil quem mais sofre consequência de execução são pessoas na faixa etária de 10 a 14 anos, ou seja crianças e adolescente. Também mostra que a nossa juventude está sendo dizimada. É a juventude que sofre na periferia, a juventude pobre, a juventude negra. Essa é a juventude que está aí sofrendo as consequências da violência. Nós consideramos, portanto, que é importante, o governo investir para que a juventude tenha escolas de qualidade, e possa ter também um trabalho digno. Por isso é importante investir cada vez mais em políticas públicas para a juventude, para a família, envolvendo aí crianças e adolescente.

AGÊNCIA POLÍTICA REAL – O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) vem sendo respeitado?

LUIZ COUTO – Percebemos que o Brasil, quando olha para esse segmento, é sempre de uma forma distorcida, achando que o Estatuto da Criança e Adolescente é muito bom para o adolescente que pratica o crime. Não é isso. O que é real é que aquilo que está no Estatuto não sendo cumprido pelas autoridades. As autoridades botam culpa sempre naquele que comente o crime, quando as autoridades são as grandes responsáveis por não cumprir tudo aquilo que determina o Estatuto.

AGÊNCIA POLÍTICA REAL – A CPI do Extermínio no Nordeste, que o senhor se envolveu como relator apontou vários encaminhamentos. Passados todos esses anos, o senhor viu alguma evolução? O Estado conseguiu avançar nesse sentido? Se conseguiu reduzir os crimes de extermínio no Nordeste? Aquela estória do ‘cangaceiro nordestino’, refluiu ou continua muito forte?

LUIZ COUTO – Nós consideramos que essa é uma violência onde os grupos de extermínio são braços armados do crime organizado. Ou nós enfrentamos o crime organizado ou nós não teremos condições de enfrentar também as milícias armadas, e muitas delas são milícias constituídas por policiais que nós pagamos para defender a sociedade e que estão a serviço do crime organizado. Portanto, nós consideramos que aumentou muito essa violência. Verificamos as chacinas que acontecem a cada semana. São famílias que são executadas. E isso mostra que nós precisamos mudar a sistemática das nossas polícias, dando condições para que as polícias defenderem primeiro a vida, depois o patrimônio. Os maiores crimes praticados por adolescente ou é tráfico, ou é assalto e roubo. Nós precisamos fazer com que as políticas do governo de enfretamento do crime organizado avancem. Os países que enfrentaram o crime organizado e venceram, avançaram. É o exemplo da Colômbia, que conseguiu enfrentar o crime organizado e hoje é uma outra realidade.

AGÊNCIA POLÍTICA REAL – Qual o papel do Congresso Nacional, do Governo Federal e Judiciário nesta história?

LUIZ COUTO – Dialogar com todas as forças sociais, políticas e econômicas no sentido de dizer que esse problema das drogas não é só das famílias, mas é também do Poder Público, do Judiciário, do Ministério Público, de toda a sociedade. Temos que enfrentar essa situação e isso se faz com recursos, com pedagogia correta. Infelizmente esta Casa (Congresso Nacional) parece que não gosta de enfrentar as políticas públicas. Para esta Casa, a grande maioria quer achar que modificando as leis, aumentando as penas, prendendo as pessoas irá resolver a questão da violência e da insegurança no nosso País.

AGÊNCIA POLÍTICA REAL – Deputado, a Câmara Federal registrou um aumento da bancada mais conservadora, a considerada ‘bancada da bala’. O senhor teme que essa bancada amenize mais para os “grandes” e possa mudar a lei de forma que vai punir os mais fracos?

LUIZ COUTO – Nós estamos verificando que tem vários projetos de leis (PL) e propostas de emendas constitucionais (PEC) nestas perspectivas, Nós consideramos que esta Casa não pode se voltar contra aquilo que está acontecendo. Nós temos que ouvir aquilo que a sociedade está indo às ruas, gritando e que quer: participar mais, mais transparência, mais combate à corrupção. Não podemos aceitar esse sentimento de golpismo que está reinado.

AGÊNCIA POLÍTICA REAL – E a questão da corrupção no Brasil, como o senhor analisa?

LUIZ COUTO – Precisamos enfrentar tudo isso. Ir à fundo e ver de onde partiu essa questão da corrupção, porque ela é histórica, é sistêmica. Não adiante apenas pegar a tampa e tira a borra que está no pote, mas ir lá no mais profundo e tirar todo aquilo que está sujando a nossa economia, a política, a sociedade, as nossas relação. Por isso queremos que haja uma investigação profunda em tudo. O problema que a nossa CPI nos Parlamento viraram jogo de cena. Ou muitas das vezes as Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) viram numa Comissão Parlamentar de Invencionice. Eu espero que nós façamos essa profunda investigação, pois a questão da Petrobras começou nos anos ´90, então é a partir de lá que tudo tem que passar a limpo.

PB Agora

com Política Real