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Processo Seletivo de Chió (REDE) torna-se referência para Deputados  

O Deputado Estadual Chió (REDE) utilizou as redes sociais para celebrar a contratação de mais uma profissional para atuar na Assembleia Legislativa, a partir do Processo Seletivo inédito realizado pelo seu gabinete parlamentar, no início do mandato.

De acordo com Chió (REDE), com boas práticas legislativas, quem ganha é a sociedade paraibana e a política. “Foram mais de dois mil profissionais inscritos para as três vagas que disponibilizamos em nosso gabinete. Um ação nunca feita por nenhum outro deputado, na Paraíba”, relatou Chió.

O parlamentar informou que de forma visionária e sensível, a deputada Estadual Pollyanna Dutra (PSB) pediu acesso ao banco de currículos que ficou sob custódia do seu gabinete, após o processo seletivo.

“A atitude da deputada Pollyanna Dutra (PSB) foi generosa e sensível. Seu gabinete não apenas avaliou os currículos que guardamos, mas, entrevistou e contratou uma profissional para atuar na assessoria de comunicação do seu mandato”, explicou Chió.

O parlamentar informou que o banco de talentos construído durante o processo seletivo, está disponível para qualquer deputado da Casa, que, assim como Pollyanna Dutra (PSB), deseja oferecer oportunidade aos profissionais paraibanos.

“Minha satisfação é imensa. Agradeço a confiança da deputada Pollyanna Dutra (PSB), pois, isso demonstra a credibilidade e a lisura do processo seletivo que realizamos. O que não falta são profissionais de excelência querendo ajudar a melhorar a política. A gente só precisa oferecer oportunidade”, comemorou Chió.

Fonte: Ascom Deputado Estadual Chió (REDE)

Foto – Dep Pollyanna Dutra – Jornalista Othacya Lopes – Dep Chió

 

Medicamentos de referência, genéricos e similares. Você sabe a diferença?

Substituição de um pelo outro pode ser alternativa para driblar o aumento de preços de medicamentos. Confira as condições 

Com os medicamentos até 4,33% mais caros desde 1º de abril, uma das alternativas é a intercambialidade, ou seja, a substituição do medicamento referência, conhecido como “de marca”, pelo genérico ou pelo similar intercambiável. E, apesar de muitas pessoas ainda terem receio de comprometer o tratamento, os especialistas do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo garantem que, por terem o mesmo princípio ativo, as três classes de medicamentos devem ter os mesmos efeitos no organismo e podem ser uma opção para minimizar o preço.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, quando um medicamento inovador é registrado no país, é chamado de medicamento de referência. A eficácia, segurança e qualidade desses medicamentos são comprovados cientificamente, no momento do registro junto à Anvisa. Como os laboratórios farmacêuticos investem anos em pesquisas para desenvolvê-los, têm exclusividade sobre a comercialização da fórmula durante o período de patente que pode durar entre 10 e 20 anos.

Após a expiração da patente, abre-se a porta para a produção do medicamento genérico, ou seja, o que contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica, é administrado pela mesma via e com a mesma indicação terapêutica do medicamento de referência no país.

Já o medicamento similar é aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, mas pode diferir em tamanho e forma, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículo, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca. Os medicamentos similares intercambiáveis, descritos na relação que consta no portal da Anvisa, passaram por testes que comprovam sua equivalência terapêutica com os respectivos medicamentos de referência.

Possibilidades de intercambialidade

  • O medicamento referência (de marca) pode ser trocado pelo genérico e pelo medicamento similar intercambiável (os que constam na lista de medicamentos similares intercambiáveis, disponível para acesso no portal da Anvisa.
  • O medicamento genérico pode ser trocado pelo medicamento referência e vice-versa.
  • O medicamento similar intercambiável só pode ser trocado pelo medicamento de referência e vice-versa.

Segundo Dr. Marcos Machado, presidente do CRF-SP, a substituição do medicamento de referência pelo medicamento genérico correspondente somente pode ser realizada pelo farmacêutico, exceto se o prescritor descrever na receita que não autoriza a intercambialidade. “Às vezes um paciente pode até achar estranho quando o farmacêutico sugere a troca de um medicamento de referência por um genérico, mas é papel do farmacêutico propor essa troca sempre que ela for mais vantajosa para o paciente. O farmacêutico pode sugerir a substituição, apresentar a opção do genérico, mas a decisão final será sempre do paciente. Cabe ao paciente decidir se aceita ou não a substituição”.

 

Departamento de Comunicação CRF-SP

 

CG deverá ser a 1ª cidade brasileira a ter centro de referência para crianças com microcefalia

microcefaliaReportagem da Revista Época, de circulação nacional, indicou que Campina Grande deve ser a primeira cidade brasileira a ter um centro de referência para crianças com microcefalia. Segundo a repórter Bárbara Lobato, o assunto foi discutido em reunião sobre o Programa Criança Feliz, com a presença do ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra.

Leia a reportagem na íntegra:

O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, conduziu, nesta quarta-feira (4), reunião sobre o Programa Criança Feliz com foco no atendimento às crianças com microcefalia. Inaugurações de centros integrados de referência para vítimas de microcefalia estão nos planos. O mais provável é que a primeira unidade seja criada em Campina Grande, na Paraíba, local em que vários bebês foram afetados pelo vírus da zika. O centro deverá prestar atendimento continuado para a estimulação precoce das crianças com lesão neurológica grave.

Assessoria

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Bananeiras comemora seus 137 anos como referência no turismo paraibano

Foto: Secom
Foto: Secom

Conhecida pela sua paisagem serrana e seu clima agradável durante boa parte do ano, Bananeiras, celebra neste domingo (16) seus 137 anos de emancipação política. Situada na Serra da Borborema, Região do Brejo paraibano, a 141 km da capital paraibana, a 552 m acima do nível do mar, Bananeiras possui uma população estimada em 22.012 habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010, distribuidos em sua área territorial de 257,9 km².

Em 1852, Bananeiras foi o maior produtor de café da Paraíba e o segundo do Nordeste, onde rivalizava em qualidade e aceitação com o café produzido em São Paulo. Com a rentabilidade do café a cidade construiu seus palacetes, com ladrilhos importados, isso até 1923, quando surgiu a praga Cerococus paraibensis, que contaminou as plantações e acabou com a prática dessa cultura local. A cana-de-açúcar, o fumo, o arroz e, posteriormente, o sisal, passaram a figurar como produtos estratégicos da sua economia.

Seu patrimônio arquitetônico continua muito rico, com mais de 80 casas catalogadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep) e em bom estado de conservação, visto que em 2005 foi assinada uma carta de intenções entre a Prefeitura Municipal e o Iphaep, no intuito de desenvolver a recuperação, preservação e tombamento da cidade com Patrimônio Histórico Estadual.

Nos dias atuais, a economia do município de Bananeiras é firmada na agricultura e na pequena pecuária. A cidade também vem revelando sua grande vocação para o turismo e atualmente integra a “Rota Cultural Caminhos do Frio”, onde tem atraído turistas de várias localidades do Estado e do País e até do Exterior.

Outro setor bastante fortalecido é seu artesanato, cuja produção de bolsas, escarcelas, pastas, caixas, cadernetas para anotações e bandejas de crochê, fuxico e bordados, já é vendida no Sudeste do Brasil e em outros países. Artesãos locais também são peritos na manipulação da madeira e bambu, onde são confeccionados instrumentos musicais como rabecas, guitarras e violões.

A produção de doces caseiros (de frutas variadas) em Bananeiras também é famosa na região, e ainda tem garantido a participação anual da cidade no “Festival dos Sons e Sabores do Brejo”, importante evento gastronômico e cultural no Estado.

 Ascom PMB 

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Gestão de Ricardo Marcelo na Assembleia é lembrada como referência para Belém

Ricardo-e-CrisO Tribunal de Contas do Estado da Paraíba aprovou, nesta quarta-feira (24), a prestação de contas da Assembleia Legislativa exercício 2011, quando o órgão estava sob o comando do deputado estadual Ricardo Marcelo.

O fato foi comemorado por correligionários e amigos do parlamentar na cidade de Belém, sua terra natal.

Para a vice-prefeita de Belém, Betânia Barros (PCdoB), o parecer do TCE/PB representa a responsabilidade e o compromisso com o dinheiro público. Betânia parabenizou Ricardo Marcelo.

O vereador Júnior Porpino (PSB) cumprimentou o ex-presidente da Assembleia Legislativa destacando sua seriedade e criatividade. Para Júnior, Ricardo é um dos orgulhos de Belém.

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O vereador Betinho Barros (PCdoB) utilizou as redes sociais e afirmou: “enquanto isso as contas do nosso prefeito atual foram reprovadas 2013 e 2014. É uma administração assim que Belém está precisando, com coerência e responsabilidade sem colocar a mão no dinheiro do povo”.

O deputado Ricardo Marcelo é casado com Crisneildes Rodrigues (PTB), um dos nomes cotados para a disputa municipal em Belém.

Rafael San

OIT: Brasil é referência no combate ao trabalho escravo

trabalho escravoO Brasil é referência mundial em combate ao trabalho escravo, apesar de diversos problemas e desafios a enfrentar. A declaração foi feita pelo coordenador do Projeto de Combate ao Trabalho Escravo no Brasil da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Luiz Machado, no 3º Encontro das Comissões Estaduais para a Erradicação do Trabalho Escravo (Coetraes), nessa segunda-feira (10), na capital paulista. “Nós temos mecanismos que não encontramos em nenhum outro lugar no mundo como os grupos especiais de fiscalização que atendem a todo o território”.

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Ele destacou, também, o Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo, do governo federal, com diversas ações, algumas cumpridas, outras em andamento e outras precisando ser aceleradas. “Como a prevenção e assistência à vítima porque precisamos romper o ciclo vicioso da escravidão. O trabalhador apesar de ser resgatado continua vulnerável e muitos voltam para a escravidão”.

Segundo Machado, no Brasil os mais vulneráveis são homens adultos, pobres de regiões com baixo índice de desenvolvimento, em busca da trabalho em outros estados ou mesmo aliciados. Entretanto, no mundo, as mulheres e crianças são mais escravizadas. “É um crime dinâmico e em outros lugares do mundo está envolvido com tráfico de pessoas e exploração sexual”.

A coordenadora do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Estado de São Paulo, Juliana Felicidade Armede, informou que em São Paulo, a maioria dos trabalhadores escravizados está na área rural. “Existem estados no Brasil muito ricos, mas empobrecidos em políticas públicas. Em muitos locais as pessoas não tendo acesso a esses benefícios não se inserem no mercado de trabalho e quando se inserem acabam ficando em situação de escravidão”.

Outra realidade á a questão imigratória que tem ocorrido a partir da crise econômica internacional de 2008. São Paulo e outros estados do Brasil foram pontos de convergência importante, além de brasileiros que passaram anos fora do país e estão voltando. “Quando eu estou desconectado da realidade nacional e sem acesso a essas políticas públicas também estou vulnerável”.

No meio urbano o principal foco de trabalho escravo está na construção civil e na indústria têxtil. Já no rural está ligado tanto com a pequena produção quanto com a grande. “Dentro desses dois universos há uma diversidade de problemas. Isso ainda acontece porque temos um perfil de produção que não garante isonomia às pessoas. Há sempre um grupo mais explorado e um que explora. Não conseguimos evoluir do ponto de vista de estruturas econômicas capazes de acompanhar os problemas sociais”.

 

brasil247

Hospital referência no Tratamento do Câncer, Laureano atua no vermelho e pede doações

fernando-carvalhoO diretor do Hospital Napoleão Laureano, Fernando Carvalho, comentou em entrevista ao Sistema Arapuan nesta segunda (25) que como o tratamento para o câncer é muito caro, o hospital não está conseguindo equilibrar as finanças e trabalha ‘sempre um pouco no vermelho’.

Hospital referência no tratamento do câncer na Paraíba, o Hospital Napoleão Laureano atua no vermelho e pede doações. Carvalho destacou que pelo menos 93% dos recursos destinados ao hospital são do SUS e que outra importante fonte são as emendas parlamentares, porém a deputada que mais envia essas emendas não legisla pela Paraíba.

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Carvalho ressaltou que o hospital atende ‘todas as cidades da Paraíba’, além de outros estados. A maior fonte de renda é o repasse do SUS através da secretaria municipal e para equipar o hospital são destinadas emendas parlamentares: “Inclusive, uma deputada que não é da Paraíba (apesar de ser paraibana), Luiza Erundina, do PSB de São Paulo é quem libera a maior emenda com R$ 500 mil anuais”, conta.

Vendo com bons olhos e em busca de mais recursos, o diretor comentou que é preciso não só do apoio dos parlamentares, mas também da sociedade e destacou o hospital de Barretos que é ‘top em cancerologia’ no Brasil e vive ‘praticamente de doações’. Carvalho comentou ainda que é preciso construir a Unidade de Terapia Infantil, já que o hospital é referência em oncologia infantil, mas não tem UTI.

O hospital tem um carnê de doações no Banco do Brasil, descontado mensalmente ou ligando para Laureano 3015-6200 e fazer uma doação.

Marília Domingues

Plano Nacional de Educação deve ser referência para valorização do professor e do ensino

planonacionaldeeducacaoApós anos de intenso debate e uma tramitação árdua no Congresso Nacional, agora o Plano Nacional de Educação (PNE) é uma realidade no Brasil. Publicado no último dia 26 de junho pelo Diário Oficial da União (DOU), depois de aprovação no Parlamento e sanção da Presidente da República, Dilma Rousseff, o plano estabelece 20 metas educacionais a serem cumpridas em 10 anos e já está valendo no país.

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Assim, municípios, estados, Distrito Federal e a União terão o prazo de uma década para colocar em prática os objetivos do documento, que são quantitativos e qualitativos. Entre os temas envolvidos estão: o direito à creche, cursos de pós-graduação, carreira docente e questões ligadas à alfabetização. As diretrizes do PNE também funcionarão como norteadoras para planos estaduais.

A matéria foi sancionada sem vetos. Sua tramitação no Congresso Nacional foi iniciada em 2010, quando o documento original foi enviado pelo Ministério da Educação (MEC) à Câmara dos Deputados. Aprovado pelo plenário da Casa, em 2012, o Projeto de Lei foi encaminhado ao Senado Federal, onde foi aprovado com modificações e, por isso, seguiu de volta para apreciação dos deputados federais.

A sociedade civil organizada participou diretamente dos debates. Entre as conquistas, movimentos sociais citam a implementação plena do Custo Aluno – Qualidade Inicial (CAQi), mecanismo criado e desenvolvido pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação ainda em 2002 e incorporada ao projeto. O setor aponta que o desafio, agora, é a implementação do PNE, sustentada na elaboração de planos estaduais e municipais, no fortalecimento do Fórum Nacional de Educação e fóruns regionais, além do estabelecimento de práticas e dispositivos de controle social.

Sobre o PNE, o ministro da Educação, José Henrique Paim, afirmou à imprensa que a grande inovação é a fixação de metas de qualidade. Segundo ele, o governo federal apoia 64% dos Municípios e 100% dos Estados na readequação de seus planos locais. O titular do MEC reconhece que o plano é fruto de ampla discussão entre diversos setores da sociedade e afirma que o diálogo com entidades educacionais deverá ser o método no debate para a regulamentação de questões tratadas no Plano, como o CAQi e o Custo Aluno Qualidade (CAQ).

Em entrevista à Adital, o professor da rede pública de ensino do Estado de Pernambuco João Simão Neto também destaca que o Plano foi construído através de amplo movimento da sociedade civil brasileira, não somente por professores, mas também por familiares, pela classe política e pelo empresariado. “Conseguiu-se aglutinar as diferentes formas de pensar a educação no Brasil”, conclui. Ele sintetiza a contribuição do PNE como a valorização do educador. “O plano traz a perspectiva da melhoria da qualidade de vida do professor e sua qualificação”, resume.

Próximos desafios

Para Simão, que é ativista no setor e integrante do Comitê Pernambuco pelo Direito à Educação, a partir de agora, o desafio será a construção dos planos estaduais e municipais. “Não é mais possível que estados e municípios não tenham planos. É um sistema colaborativo entre todos”, explica. Além disso, ele aponta como importantes demandas a regulamentação dos recursos destinados à implementação do PNE, assim como repasses do governo federal, que devem ser incrementados aos estados e municípios. “É preciso criar mecanismos de controle para que esses recursos sejam aportados”, aponta o professor.

 

Adital

Com 11 mil atendimentos mensais, Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer é referência na Paraíba

cancerCom a realização de 11 mil atendimentos mensais, entre exames e consultas, Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer (CEDC) que integra a rede de serviços de saúde do Governo do Estado, é referência para todo o Estado. Para a implantação do Serviço foram  investidos recursos da ordem  de R$ 1,1 milhão foi para aquisição de equipamentos e mais R$ 50 mil na estruturação do prédio climatizado e moderno. O local é responsável por cerca de 11 mil atendimentos mensais, entre exames e consultas.

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A diretora geral do CEDC, Roseane Machado, explica que vários serviços estão à disposição da população no CEDC, entre os quais as consultas especializadas com mastologista e ginecologista. Há ainda o tratamento de lesões de alto grau no colo do útero, por meio da cirurgia de alta frequência. Os exames também podem ser feitos no local, a exemplo de biópsias; leituras de lâminas, com material coletado nessas biópsias; punções aspirativas por agulha fina de mama e tireoide; laboratório de citopatologia; ultrassonografias de mama, tireoide, transvaginal, abdômen total e pélvica; além de biópsia percutânea guiada por ultra (Core Biopsy), que permite tirar um pequeno fragmento da lesão para análise da mama.

O CEDC possui 17 médicos, entre os quais patologista, citopatologista, mastologista, ginecologista e ultrassonografista. O quadro de profissionais conta ainda com oito técnicos de enfermagem, coordenados por um enfermeiro; quatro citotécnicos; e mais 15 técnicos de laboratório.

Para ter direito aos serviços do CEDC, o usuário precisa ser encaminhado por alguma unidade de saúde. O telefone do Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer é o 3218-5369. O local funciona de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 17h.

Se o usuário for diagnosticado com câncer, o CEDC o encaminha ao serviço de referência no Estado, que é o Hospital Napoleão Laureano. Enquanto isso, os que apresentam lesões benignas são acompanhados pelos médicos do próprio Centro Especializado, durante um período de dois a cinco anos.

Equipamentos – A luta travada no combate ao câncer na Paraíba é constante. Entre as diversas ações realizadas pelo Governo do Estado está a construção do Hospital do Câncer de Patos, que é o primeiro da região do Semiárido nordestino, previsto para ser inaugurado ainda este ano. A unidade vai beneficiar sete gerências Regionais de Saúde (GRS), que integram 89 cidades. Isso representa a melhoria de acesso ao serviço para uma população de 902.310 habitantes.

Outra iniciativa importante no combate ao câncer foi a inauguração do serviço de mamografia do Hospital Regional de Guarabira, que aconteceu no final do ano passado. Ele tem capacidade para 600 exames mensais, atendendo à demanda de 26 municípios do Brejo paraibano. Só para colocar o mamógrafo em funcionamento, foram investidos R$ 35 mil.

Um pouco antes, em maio de 2014, o governador Ricardo Coutinho inaugurou mais um serviço de mamografia. Dessa vez foi no Centro de Saúde Municipal da cidade de Catolé do Rocha, onde são realizados exames em mulheres de dez municípios da região. O mamógrafo foi adquirido por meio de uma pactuação entre as Prefeituras de Pombal e de Catolé do Rocha e da Secretaria de Estado da Saúde, no valor de R$ 125 mil.

Além de criar novos serviços, o Governo do Estado também se preocupa com a estruturação daqueles já existentes. Em março de 2012, por exemplo, foi doado um acelerador linear no valor de R$ 2,1 milhões ao Hospital Napoleão Laureano. O aparelho beneficia hoje mais de 100 usuários por mês.

Ainda dentro dessa perspectiva de manutenção dos serviços existentes, a Secretaria de Estado da Saúde repassa cerca de R$ 840 mil para aquisição de medicamentos voltados a dois mil pacientes em tratamento quimioterápico. Isso é possível por meio de convênio firmado com a entidade filantrópica Fundação Assistencial da Paraíba (Hospital da FAP), de Campina Grande.

Ha também a distribuição de medicamentos feita pelo Núcleo da Assistência Farmacêutica (NAF), da Secretaria da Saúde. Os pacientes cadastrados têm direito aos seguintes medicamentos: Sunutinib (Sutent) Tarceva, Mabtera (Rituximabe), Herceptin, Thyrogen, Novadex D (Tamoxifeno), Temodal e Velcade (Bortezomide).

Paulo Cosme\Secom-PB

Presídios da Paraíba instalam alas LGBTs e viram referência no país em ressocialização

Portal Correio
Portal Correio

Três presídios da Paraíba já contam com espaços específicos para apenados do grupo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros). A medida, que é pioneira no Brasil, foi tomada para garantir a integridade física desses presidiários, após relatos de que alguns deles eram submetidos a abusos sexuais, seguidos de agressões físicas.

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Segundo o Movimento do Espírito Lilás (Mel), sete homossexuais estão cumprindo pena no presídio do Róger, que fica na área urbana de João Pessoa, capital paraibanas e outros três estão cumprindo penas no presídio do Serrotão, em Campina Grande.

O secretário de Administração Penitenciária do Estado (Seap), Wallber Virgolino, informou que há mais de um mês os presídios de segurança média do Róger e o PB1, que é de segurança máxima e também está instalado em João Pessoa, já contam com alas voltadas para apenados homossexuais. “A pessoa tem que escolher o seu parceiro e não ser forçado a se relacionar sexualmente com dezenas. Com a instalação desses espaços estamos mantendo a integridade física do apenado”, disse.

 

Presídio do Roger tem ala LGBTCréditos: Portal Correio

 

Virgolino acrescenta que está estudando a instalação de novos espaços LGBT em cadeias públicas pelo interior da Paraíba. Inseridos nesses locais, os detentos também são matriculados em cursos ressocialização.

O vice-diretor da penitenciária Romeu Gonçalves de Abrantes (PB1), Thiago Nunes, revelou que o espaço da unidade conta com quatro leitos para abrigar os apenados, mas garantiu que o local ainda está vazio. “Não temos nenhum apenado LGBT recluso. O espaço conta com quatro leitos. Quando ele chegar aqui na penitenciária, pode se identificar como homossexual e vai ficar na cela especializada. Com isso, garantimos a sua integridade física”, afirmou.

 

Presidiários tem ala LGBT na ParaíbaCréditos: Portal Correio

 

Conforme Lincoln Gomes, diretor adjunto do Presídio do Roger, no pavilhão 24 estão sete apenados homossexuais. “Eles escolheram o número 24 para representar a ala deles. Como aqui é um presídio provisório, o número muda com frequência”, disse.

A direção do Serrotão não falou sobre a utilização desses espaços nas unidades prisionais.

 

Presídio do Roger tem ala LGBTCréditos: Portal Correio

 

Para Renan Palmeira a instalação de salas reservadas para o público LGBT é uma vitória do Movimento do Espírito Lilás, tendo em vista que, transexuais e transgêneros, estavam numa mesma cela com estupradores, por exemplo. “Nós do Conselho Estadual e do MEL fizemos as vistorias nos presídios e constatamos situações degradantes. Comunicamos o caso ao secretário Wallber Virgolino e os espaços foram criados. Ainda precisa de melhorias, mas eles estão em espaços reservados e separados de outros criminosos perigosos”, destacou Renan Palmeira.

 

Por Hyldo Pereira