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Doar sangue pode reduzir risco de doenças cardíacas e até câncer

Doar sangue faz bem! Sim, além de salvar vidas, o ato promove uma série de benefícios à saúde do doador, que vão desde a redução de risco de doenças cardíacas e de alguns tipos de câncer à satisfação em promover uma boa ação. O médico João Rodolfo ressalta os benefícios dessa atitude, que já foi cercada de mitos e que hoje é um procedimento simples, seguro e indolor.

Ele explica que existem estudos que comprovam que a doação de sangue reduz a viscosidade do sangue, permitindo assim, que os doadores sejam menos propensos a desenvolver doenças do coração. Sem falar que, segundo ele, o processo funciona como uma espécie de ‘limpeza sanguínea’.

“O nosso sangue é produzido na medula e renovado a cada três, quatro meses. Nesse processo, de uma forma bem simbólica, é como se dentro desse período o sangue fosse para o lixo; a doação de sangue é pegar algo que é nosso, que leigamente vai para o lixo e ajudar pessoas. Um processo simples, seguro e indolor”, afirmou João Rodolfo que é diretor-geral, médico e intensivista do Hospital Geral do Hapvida, em João Pessoa.

A doação também colabora com a redução de certos tipos de câncer. “Já houve a comprovação que a doação sanguínea promove a redução de alguns tipos de câncer pela redução oxidativos. Com a doação há uma renovação das células, com isso, as células velhas são renovadas”, ressaltou João Rodolfo.

Outro benefício, conforme explicou o médico, é a possibilidade de fazer uma espécie de mini-checkup, já que o doador precisa ser submetido a uma bateria de exames para identificação de possíveis doenças infecto-contagiosas, a exemplo de AIDS, Sífilis, Doença de Chagas, contato prévio com hepatite B e C e vírus HTLV., permitindo que o voluntário esteja mais atento à saúde.

“Sem falar na satisfação de promover o bem: o sentimento de poder ajudar de uma a quatro pessoas com uma única doação. Não existe outra forma de salvar a vida de quem precisa de doação se não for doando. Dessa forma, é possível ter uma satisfação, fortalecer a autoestima e ter a sensação de felicidade”, destacou.

Junho Vermelho

João Rodolfo ainda aproveitou para lembrar que este mês é dedicado a campanha de doação de sangue, no movimento que foi denominado de Junho Vermelho. Ele elogiou a iniciativa e disse que no Nordeste a data é ainda mais importante por causa dos festejos juninos, que acabam levando a um aumento na quantidade de feridos, o que consequentemente, faz que mais pessoas precisem de sangue.

“Esclarecer a importância da doação é o principal caminho. É preciso levar informação clara e objetiva sobre a doação para combater as ‘Fake News’, que muitas vezes afastam os doadores. “Uma única doação de sangue é capaz de salvar quatro vidas. Além disso, para quem doa há o benefício de poder ajudar quem não tem outra opção para saúde para seguir com a vida”, reforçou.

 

portalcorreio

 

 

Ministério da Justiça estuda reduzir o imposto do cigarro para conter o contrabando

O Ministério da Justiça (MJ) deve decidir, até o fim de junho, se vai propor a redução de impostos sobre cigarros fabricados no Brasil. Em março, uma portaria assinada pelo ministro Sérgio Moro instituiu um grupo de trabalho para avaliar se mudanças nos impostos ajudarão a “diminuir o consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade”.

A instauração do grupo foi criticada por especialistas em saúde e por entidades do setor, inclusive ligadas ao próprio Ministério da Saúde (veja mais abaixo). Profissionais da área afirmam que a medida não seria suficiente para reprimir o mercado ilícito de cigarros, contribuiria para o aumento do número de fumantes e acarretaria custos.

O que se sabe sobre a iniciativa do MJ:

  • Ministério informou em nota que estuda “formas de diminuir o consumo de cigarros contrabandeados, sem aumentar o consumo no Brasil”.
  • Governo afirma que os ministérios da Economia e da Saúde foram chamados a participar das discussões.
  • Pasta cita como uma das bases da discussão no Grupo de Trabalho um estudo de economistas que questiona a “eficiência da estratégia de aumentar tributo” na redução do tabagismo.
  • Oficializado em 23 de março, grupo tem 90 dias para a concluir os trabalhos.
  • Em abril, o Conselho Nacional de Saúde (CNS), ligado ao Ministério da Saúde, recomendou o fim do grupo de trabalho.

As conquistas do combate ao tabaco:

  • A queda no tabagismo no Brasil é expressiva: o país já bateu a meta global, que é reduzir o percentual de fumantes na população para 15%.
  • Em 2017, o total de fumantes na população brasileira era de 10,1% (2017), segundo o Ministério da Saúde. Em 1989, 34,8% da população brasileira fumava, segundo a OMS.
  • Uma estimativa publicada em estudo na revista “PLOS Medicine”, em 2012, aponta que cerca de 420 mil mortes foram evitadas no Brasil por políticas públicas implementadas entre 1989 e 2010.
  • OMS estima que um em cada 10 cigarros consumidos globalmente sejam comprados no comércio ilegal.
  • O Instituto Nacional do Câncer (INCA) diz que aumento de preços na ordem 10% seria capaz de reduzir o consumo em cerca de 8% em países como o Brasil.

Após mais de um mês de sua oficialização, o Grupo de Trabalho realizou uma “reunião preliminar”, conforme informado ao G1 pelo ministério. A pasta não informou a lista dos participantes, mas disse que representantes dos ministérios da Saúde e da Economia foram convidados.

Questionado pelo G1 sobre se existiam estudos que serviram como base para o debate sobre a redução de impostos, o Ministério da Justiça citou um estudo de três economistas apresentado em 2017. No texto “Uma alternativa de combate ao contrabando de cigarro a partir da estimativa da Curva de Laffer e da discussão sobre a política de preço mínimo”, os economistas Mario Antonio Margarido, Matheus Lazzari Nicola e Pery Francisco Assis Shikida concluem que a “eliminação da estratégia de preços mínimos (…) afetaria drasticamente a rentabilidade da indústria ilegal de cigarros”.

O estudo avalia que, em um dos cenários de mudança de política de preços por eles simulada, o aumento do faturamento da indústria nacional seria de R$ 7,526 bilhões e de R$ 2,547 bilhões na arrecadação por meio do IPI.

Os pesquisadores acreditam que a mudança na política de preços levaria “fumantes de cigarros ilegais para o consumo dos cigarros legais.” Além disso, os economistas citam que os recursos arrecadados poderiam ser usados em campanhas educativas e que a medida “reduziria gastos em saúde”, já que os cigarros ilegais apresentam “baixa qualidade”.

G1 

 

 

Assembleia debate soluções para reduzir acidentes de trânsito na Paraíba

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quinta-feira (09), sessão especial para debater medidas que possam contribuir com a redução do número de acidentes de trânsito no estado. O evento aconteceu em alusão a Campanha Maio Amarelo, que trata de ações de prevenção de acidentes no trânsito. A sessão foi proposta pelo deputado Eduardo Carneiro e contou com a presença de representantes de departamentos de trânsito estadual e municipais.
O deputado Eduardo Carneiro demonstrou preocupação com alto índice de acidentes registrados no trânsito da Paraíba. De acordo com o parlamentar, um estudo realizado por uma seguradora, que administra o DPVAT, aponta que o estado registrou em 2018 uma média de três pessoas mortas por dia no estado. “A finalidade desta sessão especial é justamente a prevenção a acidentes, a prevenção às mortes por conta do trânsito. Estamos aqui para incentivar campanhas educativas neste sentido”, explicou o deputado.

Para o parlamentar, a união dos órgãos responsáveis pelo trânsito em todo o estado é fundamental para a elaboração de medidas que contribuam com a redução do número de acidentes. “A prevenção é uma necessidade e precisa ser difundida nas câmaras municipais durante todo o mês de maio, que seja difundido também na Assembleia Legislativa e que as prefeituras e o Governo do Estado façam suas campanhas, para alertarmos às pessoas sobre algo que vem causando tantas mortes e tantos acidentes na Paraíba”, declarou Eduardo Carneiro.

Por entender que o trânsito merece atenção durante todo o ano, o deputado Eduardo Carneiro encaminhou, a mesa diretora da ALPB, a solicitação de instalação de uma Frente Parlamentar para proporcionar debates nos municípios, através de sessões especiais e audiências públicas; e a criação da Comenda Fátima Lopes para homenagear, na Assembleia Legislativa, pessoas que dedicam a vida em desenvolver ações que ajudam a salvar vidas no trânsito.

Na avaliação do Superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba, Carlos André, proteger a vida no trânsito não compete apenas aos órgãos públicos. Ele parabenizou a iniciativa da Assembleia em promover o debate e ressaltou que é fundamental a inclusão dos deputados, como representantes do povo, na elaboração de leis, de soluções para a problemática do trânsito e na redução de acidentes. “Discutir o trânsito no parlamento mostra que o tema é de extrema relevância para a sociedade. A importância maior em trazer este debate para a Assembleia é mostrar à população de que esta é uma preocupação que todos nós devemos ter, não apenas no Maio Amarelo, mas durante todo o ano”, alertou.

A coordenadora da Divisão de Educação de Trânsito do Departamento de Trânsito Estadual (Detran), Ana Paula Buzetto, acredita que o comportamento do condutor ainda é a principal causa de acidentes nas estradas. Para Ana Paula, a pressa, o desrespeito aos limites de velocidade e a imprudência ainda falam mais alto na cultura da população. Desta forma, o órgão passou a direcionar campanhas educativas também nas escolas. “O Detran acredita que precisamos focar a educação no trânsito nas escolas, desde os anos iniciais. Já estamos em avanço, trabalhando em conjunto com a Secretaria de Estado da Educação, realizando seminários para educar as crianças”, afirmou.

O superintendente da Semob (Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa), Adalberto Araújo, explicou que o órgão tem buscado constantemente trazer melhorias para o trânsito na Capital, através de estudos e levantamentos. A Semob, com base nas metas estipuladas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), vem realizando, segundo o superintendente, ações que possam reduzir o número de vítimas no trânsito.

“Existem recomendações da OMS com relação à redução de acidentes. Uma delas é que até 2020 os órgãos de trânsito, as cidades e os países reduzam em 50% os índices de acidente. Realizamos estudos técnicos que mostram qual o rumo a seguir, para que possamos salvar pessoas, já que tem muita gente morrendo. Todos nós temos que nos unir contra esse absurdo”, avaliou o superintendente.

A presidente da Comissão de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), Giordana Coutinho Meira de Brito, disse que a conscientização ainda é o melhor caminho para reduzir o número de vítimas no trânsito. Segundo a presidente, ações de fiscalização e campanhas também contribuem com a mudança de comportamento do condutor. “É muito comum na sociedade dizer que a culpa é do outro. O movimento Maio Amarelo nasceu no Brasil para mostrar que a responsabilidade começa em mim. Então, precisamos chamar a responsabilidade individual. O maior intuito dessa mobilização é a conscientização da sociedade civil organizada”, destacou.

Participaram da sessão especial os deputados Anderson Monteiro, Cabo Gilberto e Douto Paula; a representante do movimento Maio Amarelo, Abimadabe Vieira; a presidente do Instituto Brasileiro de Mobilidade, Raíssa Coelho Marques; o superintendente de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande, Félix Neto; o presidente do Instituto VIA, João Eduardo Morais de Melo; a presidente da Associação dos Centros de Formação de Condutores da Paraíba, Sara Carvalho; além de representantes de entidades e da sociedade civil organizada.

agenciaalpb

 

PEC que visa reduzir o número de parlamentares no Brasil causa divergências entre parlamentares paraibanos

Proposta em análise na Câmara dos Deputados altera a Constituição Federal para reduzir o número total de senadores e de deputados federais e estaduais nas respectivas casas legislativas. Tal medida vem causando divergências entre alguns parlamentares paraibanos enquanto o ex-deputado federal e atual parlamentar estadual Wilson Filho-PTB observa que o estado pode perder cerca de R$ 2,3 bilhões em recursos, o deputado federal Pedro Cunha Lima- PSDB se mostra favorável a proposta.

Dados ainda iniciais mostram que a PEC se aprovada vai gerar uma redução de aproximadamente 23,19% do número de parlamentares federais; de 33,33% de senadores da República, e, 24% de deputados estaduais e distritais.

Segundo Wilson, a economia dessa redução de parlamentares pode causar perdas para a Paraíba via na ordem de R$ 2,3 bilhões referentes a emendas parlamentares destinados ao Governo do Estado e aos municípios. “Essa análise é complicada se tomarmos por base a Paraíba. Com a aprovação da PEC o Estado perderia cerca de três cadeiras na Câmara dos Deputados e perderíamos espaços importantes, sem falar dos recursos. Por isso é preciso observar bem o que a PEC pode causar. Um estado pobre como a Paraíba não pode se dar ao luxo de perder representatividade no Congresso Nacional”, disse.

Enquanto isso o parlamentar tucano, diz ser necessário os gastos com parlamentares. E isso não pode mais ser apenas um discurso. A título comparativo, vale mencionar o exemplo dos Estados Unidos da América, em que os 435 membros da Câmara dos Representantes, órgão equivalente à nossa Câmara dos Deputados, representam uma população de pouco menos de 327 milhões de habitantes”, afirmou.

 

 

pbagora

 

 

Determinação do TSE para reduzir zonas eleitorais na Paraíba encontra resistência

(Foto: Walla Santos)

A determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que extingue zonas eleitorais na Paraíba vai encontrar resistência dos juízes eleitorais. O juiz membro do TRE Breno Wanderley já se manifestou contrário ao zoneamento eleitoral no Estado. “Eu sou contra a redução”, dispara secamente Breno.

Por iniciativa da presidência, o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba vai discutir em audiência pública nesta terça-feira (1), às 9h, o documento, publicado no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) de maio, que estabelece que os tribunais regionais eleitorais devam extinguir as zonas eleitorais localizadas no interior dos estados.

A ordem de extinção das zonas eleitorais  foi  assinada através de Portaria nº 372, pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes.

A medida, que pode  atingir 49 das 77 existentes na Paraíba, é motivo de indignação de Breno: “O TSE trabalhou muito anos para alcançar um número maior de eleitores e agora quer reduzir. Eu não entendo”.

Breno Wanderley, disse ainda que não vê nenhuma justificativa plausível para diminuir as zonas eleitorais no estado e indaga: “Qual o beneficio financeiro que trará?”.

A ordem do presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, é que os tribunais regionais eleitorais apontem em até 90 dias quais as zonas eleitorais devem ser extintas.

clickpb

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CCJ do Senado aprova proposta que pode reduzir bancada da Paraíba na Câmara

anastasiaO Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou na nesta quarta-feira (5) proposta que altera a representação por estado na Câmara dos Deputados a partir da próxima legislatura (2019-2023). Com a mudança a Paraíba perderia dois deputados federais passando 12 para 10 representantes. A matéria segue agora para votação no plenário.

O Projeto de Lei do Senado (PLS) 315/2016, do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), tem como base atualização da população de cada estado feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2015.

Mantendo-se o atual número de deputados em 513, o estado que mais aumentará sua representação será o Pará, passando de 17 para 21. Outros estados que vão ter maior número de representantes serão Minas Gerais (passará de 53 para 55) e Amazonas (de 8 para 10).

Entre as unidades que diminuem o número de representantes estão o Rio de Janeiro (caindo de 46 para 43), o Rio Grande do Sul (de 31 para 29), a Paraíba (de 12 para 10) e o Piauí (de 10 para 8). Veja no quadro abaixo os estados que perdem, ganham e mantêm números de deputados na Câmara.

Para o relator, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), congelar a representação política na distribuição adequada para a população brasileira de 1985 e utilizar essa mesma distribuição nas eleições posteriores, até 2018, implica “conceder maior valor ao voto de brasileiros residentes em alguns estados e menor valor ao voto de outros brasileiros, residentes em outras unidades da federação”.

A proposta, que deverá ser votada pelo Plenário, estabelece que os ajustes nas eleições subsequentes à de 2018 serão feitos com base na atualização demográfica de cada estado e do Distrito Federal, disponibilizada pelo órgão competente — no caso, o IBGE.

Por: Blog do Gordinho

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Forma de preparo do arroz pode reduzir suas calorias em mais de 50%

arrozCientistas do Sri Lanka, Ásia, desenvolveram uma forma simples de cozinhar o arroz que pode reduzir o número de calorias absorvidas pelo corpo em mais de 50%. A mudança na forma de preparo pode potencialmente ajudar a combater as taxas de obesidade e sobrepeso em todo o mundo. Isso porque o arroz é consumido em grandes quantidades em muitos países e uma xícara do grão cozido contem aproximadamente 240 calorias, sendo que a maior parte delas vem na forma de amido, que se transforma em açúcar e depois, muitas vezes, em gordura corporal. O estudo foi apresentado no 249º Encontro e Exposição da Sociedade Americana de Química (ACS).

Como funciona

O amido, que é um componente do arroz, pode ser digestível ou não digestível, a diferença está em como o corpo transforma o alimento em energia. O tipo digestível é rapidamente transformado em glicose e em grandes quantidades pode se transformar em excesso de gordura corporal. Enquanto o não digestível é mais resistente, ou seja, não é metabolizado no intestino delgado, onde os carboidratos normalmente se tornam glicose ou outros tipos de açúcar simples que são absorvidos pela corrente sanguínea.

Os pesquisadores têm conseguido demonstrar que é possível mudar os tipos de amido dos alimentos modificando a forma com que eles são preparados. Com isso, usando uma forma específica de cozimento e esfriamento do arroz é possível reduzir o número de calorias em cerca de 50% ou 60%.

Forma de preparo

Os pesquisadores fizeram os testes em 38 tipos de arroz do Sri Lanka para desenvolver a forma de preparo que aumenta a quantidade de amido não digestível ou resistente. No método, eles adicionam uma colher de chá de óleo de coco em água fervente, depois acrescentaram metade de uma xícara de arroz, que foi cozida por 40 minutos – mas também pode ser cozido por 20 ou 25 minutos, segundo eles observaram. Depois disso o arroz é refrigerado por 12 horas. O procedimento aumentou a quantidade de amido resistente em dez vezes em comparação com o arroz tradicional não fortificado.

Como o cozimento altera a composição do alimento

Neste caso, segundo os autores do estudo, o óleo entra nos grânulos do amido durante o cozimento, mudando a sua arquitetura e tornando-o resistente a ação das enzimas digestivas, o que significa uma menor quantidade de calorias sendo absorvidas pelo corpo. Resfriar o alimento por 12 horas leva a formação de pontes de hidrogênio entre as moléculas de amilose fora dos grãos de arroz, o que também pode transforma-lo em um amido resistente. Tornar a aquecer o arroz para consumo não afeta os níveis de amido resistente presentes.

O próximo passo é completar os estudos com seres humanos para saber quais variedades de arroz podem ser mais adequados para o processo de redução de calorias e quais outros óleos, além do de coco, produzem este efeito.

minhavida

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Diário Oficial: decreto cria Plano de Contingência para reduzir as despesas do Governo do Estado

diario_oficialFoi publicado na edição desta quinta-feira (12) do Diário Oficial do Estado um novo decreto assinado pelo governador Ricardo Coutinho para reduzir despesas do Estado. O gestor instituiu um Comitê Gestor do Plano de Contingência.

A ordem é economizar e renegociar valores de contratos firmados para este ano. Caberá ao Comitê Gestor desenvolver estudos para otimizar as despesas e qualificar os gastos, bem como acompanhar, autorizar e avaliar as seguintes medidas de economia: despesa com pessoal; com custeio, tais como aquisições de bens, prestação de serviços por pessoas físicas e jurídicas, auxílios, consumo de água e coleta de esgoto, consumo com combustível, serviços de dados e internet, energia elétrica, telefonia fixa e móvel, locação de veículos e de bens imóveis, passagens aéreas e terrestres,despesas com locomoção e diárias de pessoal civil; despesas com investimentos, além celebração de convênios e contratos

Todos os órgãos e entidades estaduais deverão submeter ao Comitê Gestor todas as suas despesas de pessoal e custeio, bem como apresentarão seus planos individuais para redução de despesas com pessoal e custeio até o dia 25 de janeiro.

MaisPB

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Gasolina e diesel sobem nas bombas um mês após Petrobras reduzir preços

gasolinaOs preços médios da gasolina vendida nos postos do Brasil tiveram uma alta de 0,74% em um mês, desde que a Petrobras colocou em prática sua nova política de cotações nas refinarias, apesar de a estatal ter reduzido os valores do combustível em duas oportunidades neste período.

No caso do diesel, o preço subiu 0,1% no mesmo período, segundo levantamento do órgão regulador (ANP), mesmo diante de reduções ainda mais expressivas nas cotações do produto nas refinarias da Petrobras.

A Petrobras anunciou em 14 de outubro sua nova política de preços de combustíveis, atendendo a uma reivindicação de mais transparência de investidores, e apontou parâmetros que serão levados em conta nas avaliações da companhia, que poderá considerar um eventual ajuste de preços pelo menos uma vez por mês.

Simultaneamente, no mês passado a Petrobras anunciou uma redução de 3,2% no preço da gasolina e de 2,7% no do diesel.

E na semana passada a estatal novamente reduziu as cotações dos produtos nas refinaria, em 3,1% para a gasolina e 10,4% para o diesel, lutando contra uma perda de participação de mercado para players que têm trabalhado com o produto importado.

A Petrobras tem destacado que o impacto do reajuste no preço final ao consumidor depende de decisões de postos de combustíveis e distribuidoras.

No primeiro ajuste, se tudo fosse repassado ao valor da bomba, o preço deveria cair cinco centavos por litro para os dois combustíveis, segundo a Petrobras.

No segundo ajuste, haveria o mesmo potencial de queda para o preço da gasolina na bomba, e de 20 centavos por litro para o diesel, se a queda na refinaria fosse repassada, afirmou a estatal.

Considerando que os ajustes não têm chegado às bombas, parte da redução tem ficado pelo caminho, sendo apropriada por agentes como distribuidores e revendedores. Distribuidores de combustível, por outro lado, têm reclamado que os preços mais altos do biodiesel e do etanol anidro, que são misturados ao diesel e à gasolina, respectivamente, estariam interferindo nos repasses para o consumidor final.

O etanol anidro subiu 3,95% nas usinas do Estado de São Paulo (principal produtor brasileiro), desde que a Petrobras anunciou a primeira redução de preços da gasolina, segundo levantamento do Cepea, órgão da Universidade de São Paulo.

A União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), que representa produtores de açúcar e álcool, afirmou que não se deve atribuir ao valor do etanol anidro a culpa pela gasolina não cair.

Segundo a Unica, a composição do preço do combustível fóssil depende de diversas variáveis, entre elas o preço do produto na refinaria (em São Paulo, por exemplo, o preço de venda da refinaria varia dependendo do local da entrega), da margem da distribuidora, da margem da revenda, do valor do PMPF (preço atualizado a cada quinze dias para recolhimento do ICMS), além do preço do etanol anidro.

Além disso, como a gasolina é composta com uma mistura de 27%, isso significa que apenas uma parte menor da composição do preço da gasolina sofre interferência do valor do combustível renovável, segundo a associação de produtores.

No caso do biodiesel, a mistura é de 7% no diesel.

Reuters

 

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OMS sugere aumento de impostos sobre refrigerantes para reduzir obesidade

obesidadeEstudo divulgado nessa terça-feira (11) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) indica o aumento dos tributos de bebidas açucaradas, como refrigerantes e sucos em caixa, como forma de reduzir o consumo e, assim, diminuir o índices de obesidade, diabetes tipo 2 e cáries dentárias.

Segundo o estudo Fiscal policies for Diet and Prevention of Noncommunicable Diseases, as políticas fiscais que levam a um aumento de pelo menos 20% no preço de venda desses produtos resultaria em reduções proporcionais do consumo.

“A diminuição do consumo de bebidas açucaradas significa uma menor ingestão de “açúcares livres” e calorias no geral, uma melhor nutrição e menos pessoas sofrendo com sobrepeso, obesidade, diabetes e cárie dentária”, divulgou, em nota, a organização.

De acordo com o novo relatório da OMS, pesquisas alimentares nacionais indicam que bebidas e alimentos ricos em açúcares livres podem ser uma grande fonte de calorias desnecessárias. O documento também aponta que alguns grupos, incluindo pessoas que vivem com baixo rendimento, jovens e aqueles que consomem com frequência alimentos e bebidas pouco saudáveis são os que mais respondem às mudanças nos preços dos produtos e, por isso, podem obter os maiores benefícios na saúde.

O documento apresenta os resultados de uma reunião, em meados de 2015, com especialistas convocados pela OMS e uma investigação de 11 revisões sistemáticas recentes sobre a eficácia das intervenções de política fiscal para melhorar as dietas e prevenir doenças crônicas não transmissíveis.

O levantamento também aponta que subsídios para frutas frescas e vegetais, que reduzam os preços entre 10% e 30%, podem aumentar o consumo desses alimentos. Segundo o levantamento, o apoio público para tais aumentos de impostos pode ser estimulado se as receitas geradas forem destinadas aos esforços para melhorar os sistemas de saúde, encorajar dietas mais saudáveis e aumentar a atividade física.

De acordo com a OMS, alguns países têm trabalhado nesse sentido. O México, por exemplo, implementou imposto sobre bebidas não alcoólicas com adição de açúcar, e a Hungria criou imposto sobre os produtos com altos níveis de açucares, sal e cafeína.

Brasil

Dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2013 apontam que 56,9% dos adultos brasileiros com 20 anos ou mais estão com excesso de peso. Quando avaliados dados de obesidade, 20,8% dos adultos estão obesos.

Já entre os adolescentes, a obesidade alcança 8,4% dos jovens entre 12 e 17 anos. Além disso, 17% deles estão acima do peso ideal, segundo o Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes (Erica), do Ministério da Saúde. O levantamento também mostra que um em cada cinco adolescentes hipertensos, cerca de 200 mil, poderia não ter esse problema caso não fosse obeso.

Agência Brasil

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