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Idosos que trabalham reduzem a chance de doenças crônicas

Man writing at desk
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Pesquisadores americanos das Universidade do Estado da Geórgia e da Flórida mostraram que pessoas que trabalham entre 50 e 64 anos, podem ter menos riscos de possuir doenças crônicasou limitações funcionais.

A pesquisa contou com informações de 13.268 pessoas com mais de 50 e menos de 62 anos entre os anos de 1998 e 2012. As entrevistas eram feitas a cada dois anos.

O Desempenho físico é chave para a pessoa envelhecer de maneira saudável. Esse progresso é essencial para a redução da mortalidade nos Estados Unidos, resultando na diminuição das despesas de saúde individuais e públicas.

Ainda de acordo com o estudo, pessoas que trabalham ou são voluntários em atividades por mais de 100 horas/anos tinham menos limitações físicas e doenças crônicas do que aqueles que não faziam nenhum tipo de atividade.

Fonte: Minha Vida

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Dieta e exercício reduzem acúmulo de proteínas ligadas a Alzheimer

 

AlzheimerUm estudo realizado por pesquisadores do Instituto Semel de Neurociências e Comportamento Humano da UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles), nos Estados Unidos, descobriu que uma dieta saudável, atividade física regular e um índice de massa corporal normal pode reduzir a incidência de acúmulos de proteínas que estão associadas ao aparecimento do Alzheimer.

Na pesquisa, 44 adultos na faixa etária de 40-85, com modificações de memória leve, mas sem demência, foram submetidos a tomografia por emissão de pósitrons (em inglês chamada de PET Scan) que mede o nível de placas e emaranhados no cérebro.

A placa funciona como depósito de uma proteína tóxica chamada beta-amilóide nos espaços entre as células nervosas do cérebro. Já os emaranhados, estão ligados a proteína tau, que quando os micro túbulos não estão estáveis, pode levar ao aparecimento de estados de demência, como a doença de Alzheimer.

Os pesquisadores também coletaram informações sobre o índice de massa corporal dos participantes, os níveis de atividade física, dieta e outros fatores de estilo de vida. O estudo descobriu que cada um dos vários fatores do estilo de vida estavam ligados a níveis mais baixos de placas e emaranhados nos exames cerebrais.

“O fato de que poderíamos detectar essa influência do estilo de vida em um nível molecular antes do início de sérios problemas de memória nos surpreendeu”, disse Dr. David Merrill, o principal autor do estudo, que aparece na edição de setembro do American Journal of Psiquiatria Geriátrica.

O novo estudo é o primeiro a demonstrar como fatores de estilo de vida influenciam diretamente proteínas anormais em pessoas com perda de memória sutil que ainda não foram diagnosticados com demência. Os fatores de estilo de vida saudável, também têm sido relacionados a uma redução do cérebro e menores taxas de atrofia em pessoas com doença de Alzheimer.

“O estudo reforça a importância de viver uma vida saudável para prevenir a doença de Alzheimer, mesmo antes do desenvolvimento de demência clinicamente significativo”, disse Merrill. “Este trabalho dá uma visão fundamental não apenas para a capacidade dos doentes para prevenir a doença de Alzheimer, mas também a capacidade dos médicos para detectar essas mudanças”.

O próximo passo da pesquisa será combinar imagens com estudos de intervenção de dieta, exercício e outros fatores de estilo de vida modificáveis, como estresse e saúde cognitiva.

minhavida

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Radares nas avenidas da praia reduzem acidentes em quase 50%

radarO superintendente da Semob, Roberto Pinto, revelou que a implantação do novo sistema de radares nas avenidas Cabo Branco, Ruy Carneiro, Edson Ramalho, João Câncio da Silva, Argemiro de Figueiredo e Fernando Luiz Henrique dos Santos já começam a apresentar resultados positivos com a redução de acidentes nas vias.

“Conseguimos registrar uma diminuição de 48,9% no índice de acidentes nestas vias, o que é um avanço bastante consistente em se considerando que eram algumas das mais violentas de João Pessoa”, comemorou o gestor.

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Os radares foram impantados em abril do ano passado e causaram polêmica quando da sua instalação por diminuirem a velocidade máxima em algumas das avenidas mais movimentadas da orla da praia da cidade.

Além de marcarem a velocidade no local, o sistema, mais moderno, consegue efetuar o controle da velocidade a certa distância, o que permitiu a implantação de sensores ao longo das vias, mesmo sem as torres de marcação.

Em outras avenidas da cidade, segundo Roberto Pinto, fica difícil fazer o controle dos acidentes, pois a Semob modificou o modelo para a estatística de acidentes.

“A partir de junho do ano passado passamos a considerar acidentes apenas os que têm vítimas. Então se tentarmos fazer uma estatística vai ser irreal. Os números vão parecer de redução, mas não representarão a realidade”, explicou.

Quanto à estatística referente aos radares, Roberto Pinto explica que um levantamento detalhado está sendo concluído. “Estamos trabalhando nestes dados”, concluiu.

João Thiago

Bactérias intestinais usam chocolate amargo para produzirem anti-inflamatórios que reduzem a pressão

chocolateOs amantes de chocolate amargo podem comê-lo agora com muito menos culpa após descoberta que mostra o motivo dele ser tão bom para o corpo. Um estudo anterior sobre o consumo diário descobriu que chocolate amargo reduz a pressão arterial e é bom para o coração. Agora, os cientistas descobriram por que isso acontece.

A pesquisadora Maria Moore, da Universidade Estadual de Louisiana, disse: “Nós descobrimos que há dois tipos de micróbios no intestino: os bons e os ruins. Os bons micróbios, como Bifidobacterium e bactérias lácticas, fazem a festa com chocolate. Quando se come chocolate amargo, elas crescem e fermentam, produzindo compostos que são anti-inflamatórios. Isto, naturalmente, entra na corrente sanguínea e ajuda a livrar o coração e artérias de danos. As bactérias ruins do intestino, tais como Clostridium e algumas cepas de Escherichia coli (E.coli) provocam inflamação com muita facilidade, levando ao inchaço na região da barriga, diarreia e prisão de ventre”.

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A equipe testou três tipos de pó de cacau, a matéria-prima utilizada para fazer chocolate, num sistema digestivo artificial, que consiste numa série de tubos de ensaio modificados. O cacau contém os chamados polifenóis, compostos antioxidantes, tais como catequinas e epicatequina, e uma pequena quantidade de fibra dietética. “Em nosso estudo, verificamos que a fibra é fermentada e os grandes polímeros polifenólicos são metabolizados em moléculas menores, que são mais facilmente absorvidos”, disse o Dr. John Finley, que liderou a equipe de pesquisa Louisiana.

“Estes polímeros menores exibem atividade anti-inflamatória. Quando estes compostos são absorvidos pelo corpo, eles diminuem a inflamação do tecido cardiovascular, reduzindo o risco de longo prazo de acidente vascular cerebral”. O chocolate amargo contém um teor de cacau superior, aumentando este processo.

Combinando cacau com prebióticos – ingredientes indigestos de alimentos que estimulam o crescimento de bactérias – é susceptível de reforçar o processo com resultados benéficos, disse o Dr. Finley. “Quando você ingerir prebióticos, a população de micróbios benéficos do intestino aumenta e concorre contra quaisquer micróbios indesejáveis no intestino, como aqueles que causam problemas de estômago”, acrescentou.

Prebióticos são encontrados em alimentos como alho cru, farelo de trigo cru, cozido e farinha de trigo integral, e são especialmente abundantes na raiz de chicória crua. Eles também podem ser obtidos a partir de suplementos amplamente disponíveis. “Combinando chocolate amargo com frutas como romãs ou açaí também pode aumentar esses benefícios”, disse o Dr. Finley.

R7

63 municípios paraibanos reduzem investimentos na saúde

charge-saude-Entre 2012 e 2013, considerando os dados de janeiro a novembro nos dois anos, um total de 63 municípios paraibanos reduziram os investimentos em saúde. O levantamento fornecido pelo Tribunal de Contas do Estado tem como base os dados empenhados pelos gestores no Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade (Sagres) na função ‘Saúde’, segundo as informações repassadas por eles ao tribunal.

Os municípios de Bonito de Santa Fé, Emas, Pocinhos e Santa Luzia estão entre os que mais reduziram os gastos com saúde no ano passado. A média foi de R$ 2 milhões a menos em recursos na função saúde.

 

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Por outro lado, entre os municípios que gastaram mais com saúde em 2013 estão Cabedelo, que saltou de R$ 34 milhões em 2012 para R$ 40 milhões no ano passado; Campina Grande (de R$ 210 milhões para R$ 241 milhões), João Pessoa (de R$ 520 milhões para R$ 581 milhões), Santa Rita (de R$ 34 milhões para R$ 48 milhões); Sousa (de R$ 28 milhões para R$ 33 milhões) e Sumé, que quase dobrou os gastos com saúde em 2013, saltando de R$ 8,5 milhões em 2012 para R$ 16,8 milhões.

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Somando os valores aplicados na área por todos os municípios da Paraíba, de janeiro a novembro, é possível constatar que as prefeituras ampliaram em 9,69% os investimentos em saúde em 2013, comparado ao ano anterior. Em 2012, somando as despesas correntes (que mantêm o funcionamento dos serviços) e as despesas de capital (construção e aquisição de bens), foram investidos R$ 1.815.314.912,19. No ano passado, o gasto total das prefeituras com saúde chegou a R$ 1.991.148.785,52. Apenas os municípios de Casserengue, Imaculada, Ouro Velho e São José de Sabugi não informaram os gastos relativos a 2013.

Para efeito de comparação, a reportagem do JORNAL DA PARAÍBA solicitou ao TCE os dados referentes aos meses de janeiro a novembro. Isso porque o prazo para o envio dos balancetes referentes ao mês de dezembro de 2013 encerrou na última sexta-feira (31), portanto ainda não há informações consolidadas de dezembro último. Em 2012, levando em consideração também o mês de dezembro, os gastos das prefeituras com saúde chegaram a R$ 2.036.258.347,09. Os investimentos levam em conta todas as fontes de recursos, incluindo as transferências federais.

Número de candidatos a vereador aumenta em 20% na Paraíba; prefeitos reduzem a concorrência

O número de candidatos a vereador, na Paraíba, cresceu 20% em comparação a última eleição municipal realizada em 2008. No pleito passado foram inscritos 8.671 concorrentes ao cargo de parlamentar mirim. Em 2012, o número total de postulantes a uma vaga na Câmara Municipal foi de 10.395. Significa um aumento de 1.724.

Em 2008 foram, em média, 39 candidatos por município. Este ano a Paraíba vai ter uma média de 46,6 concorrentes ao cargo de vereador, por cidade.

Número de candidatos a prefeito sofre redução

Ao contrário do que aconteceu com as candidaturas a vereador, o número de candidatos ao cargo de prefeito sofreu uma redução de 9%. Enquanto em 2008 foram 595 concorrentes, em 2012 foram inscritos 545 postulantes ao cargo de Chefe do Executivo Municipal. Uma redução de 50 candidatos.

No pleito eleitoral municipal anterior, cada município teve, em média, 2,7 concorrentes ao cargo de prefeito. Em 2012 a Paraíba terá uma média de 2,5 candidatos.

Fonte: Nice Almeida – PolíticaPB