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Políticas como o Bolsa Família são reconhecidas no combate à desigualdade nos países do Mercosul

bolsa familiaO Instituto Social do Mercosul (ISM) está divulgando o primeiro documento com os resultados do Sistema de Informação sobre Políticas e Indicadores do Mercosul (Simpis). Aponta os principais programas sociais que tiveram avanços no combate à pobreza nos países ligados ao bloco sul-americano: Brasil, Argentina, Paraguai, Venezuela e Uruguai.

A difusão dos resultados se mostra importante para o fortalecimento das políticas públicas sociais que estimulem um modelo de desenvolvimento democrático, participativo e inclusivo da população nos países do Mercosul. O documento mostra que políticas públicas de assistência social, segurança alimentar e nutricional, criadas pelos governos dos países em destaque, têm sido cruciais para romper o ciclo de pobreza extrema e permitir o avanço nos desenvolvimento social e econômico da população. Baixa renda, falta de moradias, carência de alimentação e educação de qualidade estão entre as principais situações que configuram a necessidade da implantação dos programas sociais.

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No caso do Brasil, por exemplo, as políticas públicas sociais têm sido importantes para a população mais carente, pois, através da implantação de programas como o Bolsa Família, criado em 2003, foi possível tirar mais de 22 milhões de pessoas da pobreza extrema no país, segundo dados do Simpis. Esta é política pública apontada como de maior alcance entre a população brasileira. O programa é uma iniciativa que reforça a rede de proteção social, ajuda a resgatar a cidadania e combate a miséria, beneficiando cerca de 14 milhões de pessoas no último anos, segundo o Simpis.

O programa consiste na transferência direta de recursos para brasileiros com renda familiar per capita inferior a R$ 77 mensais. O Bolsa Família é baseado na garantia de uma renda mínima, inclusão produtiva e acesso aos serviços públicos. Outras ações como o Plano Brasil Sem Miséria e o Cadastro Único para projetos sociais também permitiram o resgate da cidadania das pessoas e avanços contra a desigualdade social.

Entre as demais principais políticas e programas no países do Mercocul e destacados no documento do Simpis destacam-se: o Programa de Promoção do Microcrédito para Desenvolvimento da Economia Social, o Programa Nacional de Adultos e os Centros Integradores Comunitários (CICs), na Argentina; no Paraguai, são citados: o Programa de Transferência Monetária “Tekoporã”, o Programa “Tekoha” de Desenvolvimento e Apoio aos Assentados e o Programa Pensão Alimentícia, para pessoas em situação de pobreza; já no Uruguai, destacam-se os Abonos Familiares, o Sistema Nacional de refeitórios e o Cartão Social; na Venezuela há a Missão Alimentação, a Missão Bairro Adentro, que permite a oferta serviços de saúde em zonas pobres dos pais, e o Moradia Venezuela.

 

Adital

Empresárias paraibanas são reconhecidas em premiação

 

Nove empreendedoras recebem o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios. Vencedoras irão concorrer em etapa nacional, no dia 8 de março

 

Ana Maria (EI), Maria José (Sebrae), Maria Paz (Neg Coletivos), Julio Rafael, Ana Adelaide (Sebrae), Clair (Peq Negocios) (1)
Ana Maria (EI), Maria José (Sebrae), Maria Paz (Neg Coletivos), Julio Rafael, Ana Adelaide (Sebrae), Clair (Peq Negocios) (1)

As empresárias paraibanas Ana Maria de Araújo Gonçalves, de João Pessoa, Clair Leitão Martins Diniz, de Patos, e Maria da Paz Nascimento dos Santos e Silva, de Pombal, venceram a etapa estadual do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios. Em cerimônia realizada nesta terça-feira (5), no Solar das Águas, em Cabedelo, elas concorreram com outras 70 empreendedoras do Estado e tiveram as suas histórias de superação e empreendedorismo reconhecidas. As empresárias serão as representantes da Paraíba na etapa nacional da premiação.

Premiada em primeiro lugar na categoria “Pequenos Negócios”, Clair Leitão Martins Diniz está à frente do escritório de contabilidade pública Clair & Leitão. Contadora e economista, Clair realizou o sonho de ter uma das maiores empresa de contabilidade pública do Estado após vários começos e recomeços ao longo da sua trajetória profissional, cursos de capacitação, além de muito investimento pessoal e financeiro. Hoje a empresa tem um faturamento em torno de R$ 1,7 milhão e uma cartela de cerca de 30 clientes.

Ana Maria de Araújo Gonçalves ganhou o troféu ouro na categoria “Empreendedora Individual”. Proprietária da Loke Brinke, a empresária atua no mercado de locações de brinquedos infláveis e mecânicos há mais de dez anos e está formalizada há dois anos. Superando obstáculos, Ana Maria buscou na carreira de atleta a perseverança para conquistar a autonomia financeira e realizar o desejo ter o próprio negócio.

Já Maria da Paz Nascimento dos Santos e Silva foi a vencedora na categoria “Negócios Coletivos”. No comando da Associação Comunitária dos Agropecuaristas do São João, que foi criada quando a empreendedora se deparou buscando alternativas para melhorar de vida, Maria da Paz viu na instalação de uma agroindústria de polpas de frutas a possibilidade para garantir renda para famílias da região. Com muita persistência, capacitação, envolvimento da comunidade, além de parcerias com diversas instituições de fomento, o negócio foi ampliando e hoje os produtos são comercializados através do Programa Compra Direta da Agricultura Familiar, do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Na categoria ‘Pequenos Negócios’ também foram premiadas em segundo lugar Rejane Maria dos Santos, da Caçula Construções (Princesa Isabel) e em terceiro lugar Marlene Costa de Luna Freire, da Xica Pimenta Restaurante Self Service (João Pessoa). Já em ‘Negócios Coletivos’ foi reconhecido, em segundo lugar, o trabalho de Mauricéa Barbosa de Aguiar, Associação Mãos que se Ajudam – Cocada na Kenga (Lucena) e em terceiro as atividades de Maria Helena Lourenço dos Santos, da Cooperativa dos Floricultores do Estado da Paraíba – Flores do Brejo (Pilões). Na categoria “Empreendedoras Individuais”, o segundo lugar ficou com Magna Cely de Pontes Lordão, da Dolce Zero (João Pessoa) e em terceiro Thais Fernandes de Araújo, da empresa Presentes Especiais (João Pessoa).

O superintendente do Sebrae Paraíba, Júlio Rafael, ressaltou que o evento foi um momento para a instituição homenagear as mulheres que têm contribuído para o crescimento da economia do Estado. “As mulheres da região Nordeste se destacaram em recente pesquisa elaborada pelo Sebrae Nacional e o IBPQ. Mais da metade das empresas com menos de três já são comandadas por mulheres na região. Isso mostra a nossa força”, destacou Júlio Rafael.

O vice-governador do Estado, Rômulo Gouveia, que compareceu ao evento, destacou a participação da Paraíba na premiação nacional e parabenizou as 70 mulheres inscritas no prêmio. “Quero lembrar também que o Governo do Estado, através do Empreender Paraíba, oferece linhas de crédito específicas para as mulheres”, afirmou.

 

Premiação

A gestora estadual do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, Maria José Menezes, disse que a premiação objetiva valorizar e reconhecer as trajetórias de vida de mulheres paraibanas que, com visão e perseverança, transformaram o sonho de ter seu próprio negócio em modelo de empreendedorismo feminino. Ela informou que no dia 8 de março serão conhecidas as vencedoras nacionais do Prêmio. Na mesma data serão abertas as inscrições para a próxima edição da premiação. As empresárias premiadas na etapa estadual recebem troféu, certificado e um selo de reconhecimento, além de um curso oferecido pela instituição e 16 horas técnicas de consultoria.

A participação das empresárias paraibanas tem crescido a cada edição e ganhado visibilidade nacional. Das oito edições do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, as paraibanas já receberam dois troféus ouro, quatro prata e três bronze na etapa nacional. O diretor financeiro e administrativo do Sebrae Paraíba, Ricardo Madruga, disse que o nível das candidatas nesta edição foi bastante alto e ressaltou o perfil das empreendedoras e o índice de sobrevivência das empresas dirigidas por mulheres.

 

Mulheres empreendedoras se destacam no Nordeste

A pesquisa Global Entrepreneurship Monitor 2012 (GEM), realizada pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), divulgada na última quinta-feira (31), mostrou que, na região Nordeste do Brasil, as mulheres já superaram os homens no comando das empresas com até 3,5 anos. Segundo a pesquisa, 51,8% das empresas iniciais da região Nordeste são de mulheres.

Nacionalmente, o comando de mulheres nas empresas chega a 49,6% nas novas empresas (até 3,5 anos). Já nas empresas com mais de 3,5 anos, os homens assumem a liderança tanto no país (56%), quanto no Nordeste (52,9%). De acordo com a gestora do prêmio Sebrae Mulher de Negócios na Paraíba, Maria José Menezes, apesar da pesquisa não oferecer dados estaduais, estes percentuais traduzem o mercado local. “Entre os empreendedores individuais que temos na Paraíba, que estão dentro do que a pesquisa define como novas empresas, 46,4%, são mulheres. Isso mostra que o empreendedorismo feminino também é crescente no nosso estado”, destacou Maria José.

 

 

 

Assessoria Sebrae para o Focando a Notícia

Empreendedoras de sucesso são reconhecidas pelo Sebrae nesta terça

 

Prêmio Sebrae Mulher de Negócios será entregue amanhã (5), no Solar das Águas, na praia do Jacaré

 

SebraeNove empresárias paraibanas serão reconhecidas nesta terça-feira (5 de fevereiro), durante a cerimônia de entrega estadual do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios. Nesta nova edição do prêmio, foram inscritas 70 histórias de empreendedorismo feminino de várias regiões do Estado em três categorias, “Pequenos Negócios”, “Negócios Coletivos” e “Empreendedora Individual”. As três primeiras vencedoras de cada categoria serão premiadas estadualmente e, os primeiros lugares representarão a Paraíba na premiação nacional.

O evento estadual será realizado no Solar das Águas, na praia do Jacaré, em Cabedelo, a partir das 16h30, desta terça (5). De acordo com a gestora estadual do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, Maria José Menezes, a premiação objetiva valorizar e reconhecer as trajetórias de vida de mulheres paraibanas que transformaram o sonho de ter seu próprio negócio em modelo de empreendedorismo feminino. Ela informou que no dia 8 de março serão conhecidas as vencedoras nacionais do Prêmio. Na mesma data serão abertas as inscrições para a próxima edição da premiação.

A participação das empresárias paraibanas tem crescido a cada edição e ganhado visibilidade nacional. Das oito edições do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, as paraibanas já receberam dois troféus ouro, quatro prata e três bronze na etapa nacional. O diretor financeiro e administrativo do Sebrae Paraíba, Ricardo Madruga, disse que o nível das candidatas nesta edição foi bastante alto e ressaltou o perfil das empreendedoras e o índice de sobrevivência das empresas dirigidas por mulheres.

“As 70 empresárias que estão concorrendo ao prêmio podem se considerar vencedoras. As mulheres à frente de empresas participam efetivamente do gerenciamento dos negócios, são detalhistas, cautelosas e arriscam menos. Isto garante um melhor índice de sobrevida”, destacou Ricardo Madruga. Ele destacou ainda que além do espírito empreendedor destas mulheres, é importante ressaltar o processo estruturado de abertura deste negócio e de orientação empresarial do Sebrae. “Esta junção de fatores, empreendedorismo, organização e apoio favorece a criação de um ambiente convidativo para que mais mulheres empreendam no Estado”, disse Madruga.

A premiação do Sebrae tem como objetivo identificar, selecionar e premiar as mulheres empreendedoras espalhadas pelo Brasil. As empresárias premiadas na etapa estadual recebem troféu, certificado e um selo de reconhecimento, além de um curso oferecido pela instituição e 16 horas técnicas de consultoria. As primeiras de cada categoria concorrem com as vencedoras de outros estados ao prêmio nacional.

A categoria Pequenos Negócios é voltada às proprietárias de micro e pequenas empresas e a de Negócios Coletivos às integrantes de associações e cooperativas com geração de renda. Já a categoria Empreendedora individual é para quem trabalha por conta própria de forma legalizada e tem renda anual de até R$ 60 mil.

 

Mulheres empreendedoras se destacam no Nordeste

A pesquisa Global Entrepreneurship Monitor 2012 (GEM), realizada pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), divulgada na última quinta-feira (31), mostrou que, na região Nordeste do Brasil, as mulheres já superaram os homens no comando das empresas com até 3,5 anos. Segundo a pesquisa, 51,8% das empresas iniciais da região Nordeste são de mulheres.

Nacionalmente, o comando de mulheres nas empresas chega a 49,6% nas novas empresas (até 3,5 anos). Já nas empresas com mais de 3,5 anos, os homens assumem a liderança tanto no país (56%), quanto no Nordeste (52,9%). De acordo com a gestora do prêmio Sebrae Mulher de Negócios na Paraíba, Maria José Menezes, apesar da pesquisa não oferecer dados estaduais, estes percentuais traduzem o m

ercado local. “Entre os empreendedores individuais que temos na Paraíba, que estão dentro do que a pesquisa define como novas empresas, 46,4%, são mulheres. Isso mostra que o empreendedorismo feminino também é crescente no nosso estado”, destacou Maria José.

 

 

Assessoria Sebrae para o Focando a Notícia

País continua com cinco centrais sindicais reconhecidas formalmente

Cinco centrais sindicais receberam nessa terça (6) do Ministério do Trabalho seus certificados de representatividade, conforme determina a Lei 11.648, de 2008, que estabeleceu regras para o reconhecimento formal das centrais – até então, essas entidades não faziam parte da estrutura sindical brasileira. Pela ordem, são reconhecidas Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST).

Pela lei, as centrais devem ter pelo menos 100 sindicatos distribuídos nas cinco regiões. Em três delas, deve haver no mínimo 20 sindicatos filiados. Também é obrigatório ter filiação de entidades em ao menos cinco setores de atividade econômica. E os sindicatos filiados devem representar pelo menos 7% dos trabalhadores sindicalizados no país.

Além da entrega dos certificados, também começou a funcionar o grupo de trabalho, criado em agosto e intitulado GT Aferição, que irá verificar os dados de representatividade deste ano. Esse grupo terá participação de representantes do Dieese, das cinco centrais reconhecidas e o próprio MTE, como coordenador. Outras entidades participarão como observadoras.

Três centrais pleiteiam o reconhecimento formal. A Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), que já esteve no grupo, mas perdeu essa condição após uma divisão no comando da entidade, a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), dirigida pelo ex-presidente da própria CGTB, e a Central Sindical e Popular-Conlutas (CSP-Conlutas).

redebrasilatual

IBGE confirma que índios estão mais protegidos em terras reconhecidas

As etnias indígenas mais numerosas e a maior parte dos índios que ainda falam língua própria estão concentradas em terras indígenas reconhecidas pelo governo. É o que revelam os dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao todo, no Brasil, vivem nessas áreas 571 mil índios de 250 etnias, de um total de 896 mil.

Para a pesquisa, o IBGE contou com uma lista de mais de 500 nomes de etnias, catalogados por especialistas e pela Fundação Nacional do Índio (Funai). Ao fazer as entrevistas, o IBGE descobriu povos que se supunham desaparecidos como os tamoios, tradicionais do Sudeste, e confirmou a prevalência de outros, como os Charruás, do Sul, possivelmente oriundos da Argentina.

Outro dado que reflete mais proteção aos índios nas terras indígenas é o número de indivíduos. Há grupos entre 251 e 500 índios em terras indígenas, com média de até 17,4 anos. Fora delas, prevalecia a concentração de etnias com até 50 pessoas e estava a maioria dos 16,4% dos índios que não sabiam sua etnia, com até 29,2 anos.

O IBGE destaca que, das 15 etnias com maior número de indígenas, a Tikúna, do Amazonas, de 46 mil indivíduos, “teve o resultado influenciado pelos 85,5% residentes nas terras indígenas”.

“Os dados apontam que, nessas áreas, eles têm mais condições de manter suas tradições culturais, costumes e sua própria condição de existência”, afirmou a responsável pela pesquisa, Nilza Pereira. “Existe uma maior preservação da organização social, com certeza.”

Em apenas seis terras das 505 consideradas nas pesquisas, tinham mais de 10 mil índios e 107 tinham entre mais de mil e 10 mil, e, em 291, havia entre 100 e mil índios.

O Censo 2010 revelou que 274 línguas indígenas são faladas nos país por 37,4% índios com mais de 5 anos de idade, sendo que 6 mil deles falam mais de duas. A fluência em pelo menos uma língua foi verificada em 57,3% dos índios dentro das terras indígenas. Já fora, caiu para 12,7% desses índios. O português não era hábito de 16,3% do total, cerca de 30 mil pessoas.

As regiões com maior percentual de línguas indígenas são a Norte – que tem o maior número de terras indígenas reconhecidas – e a Centro-Oeste. Já a Região Nordeste, com menor número de terras indígenas, apresentou a menor proporção de índios bilíngues.

Os dados da pesquisa revelam que há desafios a serem superados, como na área de educação. Dentro das terras indígenas, a taxa de alfabetização é 67,7% enquanto para os índios que deixaram as aldeias, o percentual é 85,5%. Entre a população não índia, 90,4% das pessoas são alfabetizadas. Ainda assim, o indicador melhorou nos últimos dez anos, acompanhando as taxas verificadas no total da população brasileira.

Agência Brasil