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Deputado pede desobrigação de cartazes contra homofobia: ‘empresários reclamam’

O deputado estadual Wallber Virgolino (Patriotas), nesta terça-feira (02), revelou esperar que o seu projeto pedindo a desobrigação da fixação de cartazes contra a homofobia em estabelecimentos comerciais da Paraíba seja votado na próxima semana. A solicitação já passou pela Comissão de Comissão e Justiça, de Direitos Humanos e deve ir a plenário.

“Nossa intenção não é aguçar discriminação, é garantir a isonomia. Existem outros segmentos da sociedade que também mereciam esse tratamento e o Estado não pode impôr de maneira onerosa nada ao empresariado, à iniciativa privada. Foram várias reclamações de empresários, principalmente os pequenos comerciantes, que se sentem onerados”, declarou.

O parlamentar garantiu que o projeto está ao lado do interesse público, é constitucional e conto com os outros deputados para que seja aprovado. “Nossa intenção não é acabar, mas facultar, é deixar a critério do comerciante. Com isso, espero que haja a união entre os diferentes, héteros e homossexuais, pretos e brancos, união da sociedade”.

Yves Feitosa/Fernando Braz

 

 

Moradores reclamam de lixo acumulado próximo a loteamento em Solânea 

lixo4Os moradores do Loteamento Jardins localizado no Jatobá, em Solânea, encaminharam à redação do Focando a Notícia imagens que mostram o abandono do chamado Corte, local onde foi cavado para a antiga linha do trem.

Um verdadeiro abandono do poder público e falta de conscientização dos próprios moradores que vivem nas proximidades.

Uma moradora, que preferiu não revelar o nome, informou que é muito lixo acumulado e que a gestão anterior havia prometido resolver o problema, mas não o fez. “É muito lixo abandonado naquele local, muitos jogados pelos próprios moradores da região, mas infelizmente está prejudicando a todos nós. A gestão passada ficou de resolver o problema retirando o lixo acumulado, prometendo abrir até uma rua próxima ao local, mas acabou o mandato e nada. Esperamos que o novo prefeito possa resolver essa situação”, comentou.

As imagens abaixo mostram água e lixo acumulado que, segundo alguns populares, estão prejudicando a todos.

Focando a Notícia

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Passageiros reclamam após esperar seis horas por voo em João Pessoa

(Foto: Reprodução / TV Cabo Branco)
(Foto: Reprodução / TV Cabo Branco)

Uma manutenção não programada em um avião fez com que passageiros esperassem mais de seis horas por um voo no Aeroporto Presidente Castro Pinto, na Região Metropolitana de João Pessoa, nesta terça-feira (10). De acordo com os passageiros, o voo deveria ter decolado à 1h20 (horário local), mas até as 7h30 (horário local) nenhum passageiro tinha sido embarcado. Por volta das 9h (horário local) alguns passageiros tinham desistido de esperar, outros conseguiram ser embarcados em outros vôos e outros seguiam esperando no aeroporto.

De acordo com a Azul Linhas Aéreas Brasileiras, o voo 5275 deveria partir na madrugada desta terça de João Pessoa com destino ao aeroporto de Viracopos, em Campinas, São Paulo, mas foi cancelado devido a uma manutenção não programada na aeronave que faria o trajeto. A nota da companhia explica que os clientes estão recebendo a assistência necessária e sendo reacomodados em outros voos da companhia.

José Carlos, um dos passageiros do voo, explica que chegou às 23h (horário local) da segunda-feira e que até as 7h30 ainda não havia embarcado, quando estava deitado no saguão do aeroporto. “A situação não está boa. Sou hipertenso, tomo remédio controlado e me matando aqui. Falei com o rapaz às 2h, disse que não estou bem, não me deram nenhum remédio e estou aqui praticamente jogado no chão e não me falam qual a hora do voo que vou decolar”, explica.

Outro passageiro, que não quis se identificar, disse que os funcionários da companhia não passavam informações. “A única resposta que deram para a gente ali [no guichê] é que não podem fazer nada ou, como disseram para uma das passageiras, que se ofendeu, é que se ela quisesse procurar um hotel por conta dela, depois procurasse a Azul que teria o reembolso. Estamos esperando alguma satisfação”, explicou.

Ainda na mesma nota, a Azul lamentou o ocorrido e ressaltou que “medidas como esta são necessárias para conferir a segurança de suas operações”.

G1 PB

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Moradores reclamam de falta d’água em Pirpirituba

(Foto: Maria Conceição Faustino)
(Foto: Maria Conceição Faustino)

Moradores da cidade de Pirpirituba, na microrregião de Guarabira, reclamam que estão há mais de dois dias sem água nas torneiras. As reclamações foram registradas em uma rede social. A população cobra informações da Companhia de Água e Esgostos da Paraíba, a Cagepa.

De acordo com Ana Cleide, uma das moradoras, a alternativa que ela utiliza para contornar o problema é comprar água mineral para tomar banho. “Acho uma falta de respeito, porque a gente paga nossas contas em dia. Estou sem água em casa desde a terça-feira”, disse a moradora.  Na rede social, ela publicou: “Ostentação é tomar banho de água mineral. Cadê essa água que não chega meu Deus.”

Um outro usuário expressou sua indignação com a empresa. “A Cagepa, em nome do diretor regional, deveria, no mínimo, fazer um simples comunicado informando aos pirpiritubenses que iria interromper o abastecimento, para que assim pudéssemos nos prevenir”, relatou J Carneiro.

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Através da assessoria de comunicação, a Cagepa disse que a suspensão do abastecimento nas cidades de Pirpirituba, Sertãozinho, Duas Estradas, Serra da Raiz e Lagoa de Dentro se dá devido ao baixo nível de captação de água da barragem Humberto Lucena. Com isso, foi necessário um trabalho de mudança no setor de captação. No entanto, a falta de um pedaço de cano fez com que o trabalho não fosse concluído na última quarta-feira (08). Segundo Jota Alves, a previsão era que o abastecimento fosse normalizado por volta das 10h desta quinta.

Apesar do horário divulgado pela assessoria, populares dizem que a falta de água continua.

 

manchetepb

Pesquisa revela que 46% dos prefeitos que assumiram reclamam da herança dos antecessores

retrovisorPor todo canto que eu me viro cruzo com prefeitos choramingando a herança recebida dos antecessores.
Muitos fazem isso para despistar quem quer lhe oferer algo, cobrar dívida ou compromisso de campanha, mas muitos tem motivos de sobra mesmo para chorar.
Mas também há aqueles que atacam o antecessor mirando apenas na questão do política do prejudicar por prejudicar.

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Comprovando essa tese, um levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios revela que quase metade (46%) dos prefeitos que respondeu a um questionário da entidade afirma que assumiu cidades sucateadas.
O setor de saúde aparece como o principal, seguido de obras na área de infraestrutura.

 

Blog do Dércio

Internautas de Solânea e São Miguel de Taipú reclamam da falta de apoio a seus municípios

ReporterInternautas de Solânea e São Miguel de Taipú utilizaram o espaço “Repórter Cidadão”, do FOCANDO A NOTÍCIA, para apresentar queixas relacionadas a seus municípios.

Confira na íntegra:

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Nome: cicero
E-Mail: ciceroaoaao@bol.com.br
Assunto: solanea pra frente
Mensagem: por que solanea nao tem caixa economica federal, IFPB, camara de dirigentes logistas, associação comercial, distrito industrial, SINE, SEBRAE, corpo de bombeiros, batalhão da PM, UEPB. UFCG, regional de ensino e regional de educação por que os politicos nao luta pra ter isso? quanto mais orgãos mais desenvolvida fica a cidade, com mais emprego etc
CEP:
Cidade: solanea

 


 

Nome: ana maria
E-Mail: anadejojo@hotmail.com
Assunto: falar com vcs deputado e governador
Mensagem: eu queria q vcs olhasse mais para gente e desse valor os nossos votos ,porque e triste agente votar em vcs e vcs ñ reconhecer isto .a nossa cidade esta precisando de ajudar agora eu min pergunto sera q valeu apena votar em vcs .aqui onde eu morro tem muita gente q esta precisando de uma casa de tijolos e de ajudar como sexta basica agora cade a ajuda de vcs nesta horas .
CEP: 5833400
Cidade: saõ miguel de taipú

 

 

Focando a Notícia, com Repórter Cidadão

Em Guarabira, detentos do regime semi-aberto reclamam da precariedade do Presídio Velho

 

Uma movimentação foi registrada na manhã dessa quarta-feira (16), no pátio externo do Presídio Vicente Claudino de Pontes, conhecido como “Presídio Velho”, no bairro do Juá, em Guarabira.

Segundo informações, cerca de 72 detentos do regime semi-aberto, além de outros detentos dos regimes aberto e fechado, reivindicam melhores condições nas instalações elétricas, hidráulicas e no ambiente de pernoite. Pois desde a última reforma, não houve melhoramentos nestes setores.

Em entrevista à imprensa, alguns apenados relataram, entre outros problemas, o espaço pequeno, as camas desconfortáveis e falta de materiais para o higiene das celas.

Os apenados também reclamam a ausência do diretor do presídio, Marcelo Belota, além do fato da direção não aceitar atestado médico como justificativa para ausência.

Em meio a tudo isso, os detentos afirmaram que passarão a dormir na frente do presídio caso não resolvam o problema. Procurada pela imprensa, nenhum representante da direção do presídio quis se pronunciar.

Redação e fotos: Nordeste1

Focando a Notícia

Demora e burocracia agravam problema da seca no Nordeste, reclamam produtores

Os produtores rurais da região do semiárido do Nordeste estão reclamando da demora e da burocracia nas ações governamentais anunciadas para socorrer as cerca de 10 milhões de pessoas que sofrem com a maior estiagem dos últimos 40 anos na região.

Os trabalhadores do campo cobram ações mais rápidas contra os prejuízos já causados pela falta de chuva.

Segundo representantes de produtores rurais ouvidos pelo UOL, apesar dos vários programas e ações anunciados pelo governo federal e estaduais, boa parte da ajuda não consegue chegar às vítimas da seca, seja por problemas logísticos ou por excesso de exigências.

Foto 87 de 87 – 7.nov.2012 – Após longos períodos de seca, a cidade de Macaubas, interior da Bahia, recebe pouca chuva nesta manhã. Apesar de ser escassa, quando chove, a população é benefeciada já que, recentemente, houveram muitas queimadas na região Alcio Brando/ BAPress

No Nordeste, mais de mil municípios estão em situação de emergência pela estiagem.

Desde o agravamento da seca, no início do ano, várias ações e envio de recursos foram anunciadas pelos governos federal e estaduais.

A principal política pública é o envio diário de carros pipa a todas as comunidades afetadas pela estiagem. Outras ações –como apoio a distribuição de alimento para os animais e crédito para os produtores– estariam enfrentando problemas.

Segundo os nordestinos afetados, apesar de não faltar água potável, há outras carências graves e que causam prejuízo econômico.

O principal problema apontado pelos produtores é a falta alimento para os animais, que representavam a renda de muitos sertanejos.

O rebanho continua morrendo nos terrenos e sítios da zona rural. Além disso, os financiamentos anunciados pelo governo federal não estariam chegando ao produtor rural.

“A ajuda não está chegando nem na quantidade, nem velocidade que a gente entende que seria necessária. Estamos fazendo uma série de cobranças ao governo federal e estadual. Tivemos hoje [quarta-feira] uma reunião com o arcebispo de Recife e Olinda [Dom Fernando Saburido] para darmos início a uma campanha de arrecadação de água para consumo humano. Temos municípios entrando em colapso. Pedimos também para a Igreja cobrar o governo. Vamos tentar criar uma conta e pedir aos empresários que depositem recursos para realização de obras para que se somem às que o governo diz que vai fazer, como cisternas e barragens subterrâneas”, afirmou o presidente da Fetape (Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Pernambuco), Doriel Barros.

Segundo Barros, diante do cenário “gritante”, os trabalhadores e produtores rurais pretendem se organizar e cobrar medidas mais enfáticas, na próxima semana, ao governo federal e aos governadores.

“Estamos indo a Brasília com representantes das federações estaduais do Nordeste para organizarmos um evento regional. A ideia é fazer reunião chamando governadores, a presidente Dilma e ministros para discutirmos ações. A situação está séria, e a burocracia é grande. O que percebemos é que o governo não se preparou para enfrentar um momento como esse”, disse.

Morte de animais

A consequência direta da falta de ajuda seria a morte dos animais pelo sertão. Em Pernambuco, a estimativa da Fetape, por exemplo, é que a seca resulte em 800 mil mortes até o fim do ano.

Sem alimento para fornecer aos animais, os produtores estão abandonando os animais, que morrem de fome à beira de rodovias.

No Rio Grande do Norte, a estimativa é que 65% do rebanho morra ou seja vendido antes da hora para abate por conta da falta de alimento.

“O governo federal tem um programa emergencial de crédito, mas que é um mentira, que de emergencial não tem nada. A burocracia é normal. Há um fluxo de projetos no Banco do Nordeste travadíssimo. É um ‘check list’ muito grande. No Rio Grande do Norte, por exemplo, somente 2% do público teve acesso a esse crédito”, disse Gilberto Silva, assessor técnico da Federação dos Trabalhadores em Agricultura do Rio Grande do Norte.

O representante também questiona a falta de distribuição de comida para os animais. “A entrega do milho, que é um paliativo, não chega ao Nordeste porque não há logística. Tudo isso estamos reclamado. Estamos pedindo também a prorrogação do Garantia Safra. O Bolsa Estiagem é um valor irrisório [R$ 80 por mês], uma esmola. Fizemos uma pauta do Grito da Terra, em maio, mas até agora nada foi feito. A situação está complicadíssima.”

Com as previsões de chuva apenas a partir do início do próximo ano, a perspectiva é que os produtores rurais só se recuperem na metade do ano de 2013.

“Mesmo que chova em março, como nos apontam, só teremos produção em junho e julho. O abastecimento que chega pelos carros-pipa é de água potável, e não atende às necessidades dos animais. As adutoras prometidas são demoradas, só vão estar prontas na próxima seca”, completou.

Os mesmos problemas estão sendo enfrentados pelos produtores rurais da Paraíba, onde mais de 80% dos municípios estão sendo afetados pela estiagem.

“A burocracia é muito grande, especialmente para os financiamentos. Nenhum assentado tem como acessar esse crédito. Outra coisa: a política federal do milho para os pequenos produtores foi lançada, mas esse milho não chega ao Nordeste. Recentemente tem melhorado a situação, mas ainda é muito pouca a distribuição. E olhe que a gente vai sempre a Brasília, conversa, mas a demanda é grande”, afirmou Ivanildo Pereira Dantas, assessor técnico da Federação dos Trabalhadores da Agricultura da Paraíba.

Ações

Em resposta ao UOL, no fim da tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Integração Nacional –responsável federal pela coordenação dos trabalhos de assistência às vítimas das seca– informou que apenas autoriza e repassa o dinheiro para crédito especial, com as devidas orientações, ao BNB (Banco do Nordeste), que é responsável pela operação dos financiamentos. Sobre a demora na entrega do milho, o ministério afirma que se trata de responsabilidade da Conab  (Companhia Nacional de Abastecimento).

Em seu site, o BNB informa que destinou, esta semana, mais R$ 500 milhões para Programa Emergencial para a Seca e que os empréstimos estão sendo concedidos.

“Com o aumento, o total disponibilizado para financiar empreendedores urbanos e rurais atingidos pela estiagem na área de atuação do BNB chega a R$ 1,5 bilhão, dos quais o Banco já contratou R$ 1,2 bilhão, com 158 mil operações realizadas, em 1.250 municípios de sua área de atuação. Estão ainda em fase de contratação mais R$ 198 milhões em propostas”, informa a instituição.

A reportagem do UOL também entrou em contato com a Conab e aguarda resposta do órgão.

Nesta terça-feira (13), a presidente Dilma Rousseff lançou o programa “Mais Irrigação”, que prevê investimentos de R$ 10 bilhões, sendo R$ 7 bilhões captados com a iniciativa privada. Ao todo devem ser beneficiados 538 mil hectares de áreas destinadas produção de biocombustíveis, fruticultura, leite carne e grãos

UOL

Candidatos do PP reclamam de descaso e ameaçam abandonar Cartaxo

Depois de perder formalmente o PSC, o deputado estadual Luciano Cartaxo, candidato do PT à prefeitura de João Pessoa, corre o risco de amargar outra baixa. Candidatos a vereador pelo Partido Progressista em João Pessoa se reuniram na manhã desta terça-feira e ameaçaram abandonar o apoio ao candidato petista. Eles reclamam de desatenção do candidato com o PP e com os candidatos da legenda.
A reunião contou com o presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, Durval Ferreira.
“Não está havendo reconhecimento. O PP foi o primeiro aliado do PT e, depois que fechou questão, o candidato só quer saber do tempo de televisão que nós demos. Nunca procurou um candidato sequer do PP”, declarou Flávio Panta, vice-presidente do partido na Capital.
Segundo ele, um grupo vai se reunir na próxima sexta com a Direção Estadual do PP para discutir o assunto. Se não houver mudança de tratamento, bye, bye, Cartaxo.
Luís Tôrres

Moradores vão a emissora de rádio e reclamam da qualidade da água em Remígio (PB)

Os moradores do bairro de Lagoa do Mato em Remígio, a 137 km de João Pessoa, procuraram a Rádio PB FM (Areia) para denunciar aos jornalistas Rouviere Ferreira e Júnior Cezar a má qualidade da água distribuída pela CAGEPA (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba) naquela comunidade.

De acordo com a denúncia, a falta do líquido precioso é constante e quando chega à torneira, a mesma tem uma cor escura e um insuportável mau cheiro. “Pagamos caro por uma água de péssima qualidade e ainda falam em aumento na conta, assim não dá”, reclamou à moradora.

Para comprovar a denúncia, a ouvinte levou um litro com a água que mais parecia mel.


 

 
 
Rouviere Ferreira e Júnior Cezar para o Focando a Notícia