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Censo 2020 pode afetar receita dos municípios da PB, alerta Famup

A realização do censo do IBGE 2020 está preocupando alguns prefeitos por conta da possibilidade de perda de recursos da União em meio a um cenário de crise econômica. O Fundo de Participação dos Municípios é definido com base em dados populacionais do IBGE, que realiza um novo censo após 10 anos.

“Segundo o IBGE alguns índices de FPM caíram em alguns municípios por 10 ou 15 pessoas que deixaram de ser recenseadas. Isso é para os municípios se preparem melhor para não perder receitas”, disse o presidente da Famup, George Coelho.

Para debater o tema, a Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizaram o Seminário ‘Pesquisa e Inovações’ voltado para os gestores paraibanos. Durante o evento, os gestores tiveram conhecimento sobre o trabalho realizado pelo IBGE, principalmente no que diz respeito ao acesso a uma base de dados estatísticos e cadastrais atualizados e que proporcionam um conjunto relevante de indicadores de avaliação e monitoramento dos quadros institucional e administrativo. Ele afirmou que outros dois encontros com o IBGE para sanar as dúvidas devem ocorrer ainda este ano.

Coelho destacou que todos os prefeitos estão cientes que podem perder recursos se a contagem populacional não for feita de forma adequada, para demonstrar a realidade do município. “Temos casos, que os municípios saem perdendo porque os recenseadores deixar de fazer a contagem de determinadas comunidades, causando prejuízos para o próprio município. Com esse apoio e acompanhamento, vamos tentar não deixar nenhum morador de fora dessa contagem”, revelou.

Já o prefeito de Boa Vista, André Gomes, defende que é preciso fazer correções durante o próximo Censo. Ele revelou que algumas comunidades rurais que recebem “total assistência” da Prefeitura de Boa Vista são referenciadas em outro município, causando prejuízo a administração local. “Isso acarreta alguns prejuízos para Boa Vista. Estamos avançando para que estas comunidades sejam legalmente reconhecidas como de nosso município”, adiantou o prefeito.

Na Paraíba, os municípios de Água Branca e Cachoeira dos Índios irão mudar de coeficiente, passando de 0,60 para 0,80. E outros nove estão na iminência de atingir o número de habitantes para também mudar de coeficiente. Na lista estão Arara, Catolé do Rocha, Juru, Mogeiro, Mulungu, Princesa Isabel, Queimadas, Sumé e Umbuzeiro.

Censo 2020 – O Brasil passará, em 2020, pela realização do Censo Demográfico, uma pesquisa domiciliar, o que se configura como uma verdadeira operação de guerra a ser montada, e o IBGE tem essa responsabilidade de organizar esse trabalho. Na Paraíba, o recenseamento será realizado em cerca de 1,1 milhão de domicílios nos 223 municípios do Estado, envolvendo o trabalho de mais de quatro mil pessoas para a coleta de dados, supervisão e apoio técnico-administrativo.

Estimativas – O IBGE divulgou nesta quarta-feira as estimativas da população. O Brasil tem uma população total de 210.147.125 pessoas, sendo 4.018.127 na Paraíba. Em 1º de julho do ano passado, os números nacionais eram de 208.494.900. O crescimento absoluto da população brasileira em um ano foi 1.652.225 pessoas, o que representa aumento de 0,79%. Já na Paraíba houve um aumento de 0,54% em relação ao que havia sido estimado pelo IBGE em 2018, quando o total de habitantes era de 3,99 milhões de pessoas.

 

 

maispb

 

 

Bolsonaro desautoriza secretário da Receita e diz que não haverá novo imposto para igrejas

O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para desautorizar o secretário da Receita Federal, Marcos Cintra,sobre a criação de um novo imposto “contra as igrejas”, em um vídeo publicado nesta segunda-feira.

Em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, Cintra afirmou que a Contribuição Previdenciária (CP), um tributo que incidiria sobre todas as transações financeiras, bancárias ou não, com alíquota de 0,9% e rateado entre as duas pontas da operação (quem paga e quem recebe), seria paga até por fiéis  que contribuírem com o dízimo.

– Fui surpreendido nesta manhã por uma declaração do nosso secretário da Receita de que seria criado um novo imposto para Receita. Eu quero me dirigir a todos vocês dizendo que essa informação não procede – declarou Bolsonaro no início da gravação.

– No nosso governo nenhum novo imposto será criado, em especial contra as igrejas, que além de ter um excelente trabalho social prestado a toda comunidade reclamam eles, em parte com razão no meu entendimento, que é uma bitributação nesta área.  Então, bem claro, não haverá um novo imposto para as igrejas – completou o presidente.

Na entrevista, Cintra reconheceu que a medida seria polêmica, mas explicou que “todo mundo” vai pagar o imposto, da igreja à economia informal e contrabando.

A criação da CP integra a proposta de reforma tributária que está sendo elaborada pelo secretário e tem como objetivo substituir a contribuição sobre os salários. Segundo Cinta, “vai ser pecado tributar salário no Brasil”.

Durante a campanha, a bancada evangélica no Congresso declarou apoio a Bolsonaro. Uma iniciativa que atingisse as igrejas provocaria atritos com uma das principais bases do presidente.

Essa não é a primeira vez que Bolsonaro desautoriza informações de integrantes de sua equipe. Em novembro do ano passado, antes de tomar posse, ele negou a intenção de recriar a CPMF para custear a Previdência.   Durante a campanha, a menção à volta da contribuição já havia gerado uma crise entre o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e o então candidato Bolsonaro.

O Globo 

Foto: Dida Sampaio/Estadão

 

 

Bolo de maracujá com calda: confira a receita

Bolos com frutas são deliciosos e você encontra diversos deles no TudoGostoso: bolo de banana, de morango, de limão, de laranja e muito mais. Hoje você vai aprender uma receita deliciosa de bolo de maracujá com calda ! Confira os ingredientes e o modo de preparo a seguir!

Bolo de maracujá com calda e sementes da fruta
Bolo de maracujá com calda e sementes da fruta

Foto: TudoGostoso/Marina Queiroz / TudoGostoso

Ingredientes do bolo de maracujá

Massa

3 xícaras de farinha de trigo
3 ovos
3/4 de xícara de óleo
2 xícaras de açúcar
1 xícara de suco de maracujá (bem concentrado)
1 colher (sopa) de fermento em pó

Calda

polpa de 1 maracujá
1 xícara de açúcar
1/2 xícara de água

Bolo de maracujá com sementes da fruta
Bolo de maracujá com sementes da fruta

Foto: TudoGostoso/Adriano Matos / TudoGostoso

Modo de preparo

Massa

Na batedeira, bata os ovos, açúcar e o óleo.
Acrescente a farinha e o suco do maracujá.
Bata de novo até misturar bem.
Depois acrescente o fermento em pó e bata só para misturar.
Coloque em forma untada com margarina e farinha.
Leve ao forno médio preaquecido por cerca de 40 minutos.

Calda

Coloque a água e o açúcar numa panela e mexe até quase ficar em ponto de fio.
Depois, desligue o fogo, coloque a polpa do maracujá e misture.
Sirva sobre os pedaços de bolo.

TudoGostoso

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Receita de rocambole de doce de leite: aprenda a preparar essa tentação

rocamboleRocambole de doce de leite é fácil de preparar e tem uma massa bem fofinha, já que é um tipo de pão de ló. Para o lanche da tarde é uma boa opção, principalmente para as crianças. Se você não é tão fã de doce de leite, pode optar pelos recheios de goiabada e chocolate também.

INGREDIENTES
  • 6 ovos (claras e gemas separadas)
  • 1 pitada de sal
  • 5 colheres (sopa) de açúcar
  • 5 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • 300 g de doce de leite
  • Açúcar cristal para polvilhar

Modo de Preparo

  • Preaqueça o forno em temperatura alta (220ºC) e unte e enfarinhe uma assadeira retangular grande.
  • Bata as claras em neve com o sal até formar picos firmes. Coloque as gemas uma a uma enquanto bate.
  • Adicione o açúcar e a farinha em seguida, sem parar de bater. Junte o fermento e bata só até misturar (não bata demais).
  • Despeje a massa na assadeira e leve ao forno alto por cerca de 10 minutos, ou até dourar.
  • Retire do forno e desenforme a massa ainda quente sobre um pano de prato úmido polvilhado com açúcar cristal.
  • Passe o doce de leite em toda a extensão da massa. Enrole com cuidado para não quebrar, com a ajuda do pano de prato.
  • Depois de enrolado, corte as pontas do rocambole, transfira para uma travesa e polvilhe mais açúcar cristal para servir.

Saiba mais

O rocambole de doce de leite é de origem francesa e está associada com o grande Napoleão Bonaparte. E isso se deu porque ele emitiu uma proclamação, dizendo que o povo de Paris seria obrigado a fechar as chaminés de suas casas durante os períodos de inverno. A ideia na época era de que a entrada de ar frio para dentro das casas estava disseminando doenças e a proclamação foi orientada para a prevenção.

Foi nessa época que ‘Buche de Noel’ ou ‘yule log bolo’ foi inventado em Paris. Como o uso de lareiras foi proibida, eles precisavam de algum símbolo tradicional para ser desfrutado com a família e amigos durante a época festiva que acontece no inverno. Dessa forma, o rocambole de doce de leite seria uma forma de os familiares se reunirem para contar histórias e outras atividades de férias.

receitanamesa

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Dinheiro de contas inativas do FGTS será isento de IR, diz Receita

fgtsO dinheiro de contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) liberado para saque este ano será isento de cobrança de Imposto de Renda, segundo a Receita Federal.

São R$ 43,6 bilhões em cerca de 49,6 milhões de contas inativas, segundo o governo, mas uma pessoa pode ter mais de uma conta inativa em seu nome. O pagamento será feito de 10 de março a 31 de julho.

O dinheiro do FGTS já é considerado rendimento isento para cobrança do Imposto de Renda, e para o recurso de conta inativa não será diferente.

Os contribuintes deverão informar os valores recebidos na declaração do Imposto de Renda de 2018, como “rendimentos isentos e não tributáveis”, de acordo com a Receita.

Veja como conferir se tem dinheiro para receber e saiba como e quando sacá-lo.

Quem pode sacar

Pode sacar o dinheiro de conta inativa o trabalhador que pediu demissão ou foi demitido por justa causa até 31 de dezembro de 2015.

Não pode sacar quem não tem dinheiro em contas inativas do FGTS ou deixou o trabalho a partir de 1º de janeiro de 2016.

Número importante

Antes de tudo, é preciso saber o número do PIS/Pasep ou o NIT (Número de Identificação do Trabalhador). O NIT é um código de identificação fornecido pela Previdência Social para quem não tem inscrição no PIS ou no Pasep –como o trabalhador doméstico, por exemplo.

Esses números podem ser localizados no cartão PIS/Pasep ou na carteira de trabalho. Se não encontrar, é possível ligar na Central de Atendimento da Previdência Social: telefone 135, funciona de segunda-feira a sábado, das 8h às 23h.

Como conferir se tem dinheiro no FGTS

– Aplicativo: aplicativo FGTS está disponível para download gratuito para celulares de qualquer sistema operacional: Android (na Google Play), iOs (na App Store) e Windows (na Windows Store).

– Pela internet: Pelo endereço www.caixa.gov.br/contasinativas

– Por telefone: 0800-726-2017

– Nas agências da Caixa: O trabalhador pode ir a uma agência da Caixa levando documento com foto, carteira de trabalho e o número do PIS/Pasep ou NIT. Consulte os endereços das agências no site http://zip.net/bntqZm (link encurtado e seguro).

Nesta semana, de quarta (15) a sexta-feira (17), todas as agências da Caixa abrirão duas horas mais cedo. Algumas agências também abrirão neste sábado (18), das 9h às 15h, e em outros quatro sábados: 11 de março, 13 de maio, 17 de junho e 15 de julho. Para saber quais agências terão horário especial de funcionamento, consulte o site http://zip.net/bwtDmy (endereço encurtado e seguro).

Quando sacar

O saque deve ser feito de 10 de março até 31 de julho. Para evitar que muita gente vá ao mesmo tempo nas agências da Caixa Econômica Federal, foi definida uma ordem para os saques, de acordo com o mês de aniversário do trabalhador:

Como sacar

Os trabalhadores terão quatro opções para receber os valores de contas inativas do FGTS, segundo o governo:

  • Crédito em conta (para clientes da Caixa)
  • Caixas eletrônicos (para valores até R$ 3.000)
  • Agências lotérias e correspondentes (para valores até R$ 3.000)
  • Agências da Caixa (também será possível transferir o dinheiro para outros bancos, sem custo).

A Caixa orienta que os trabalhadores consultem o site www.caixa.gov.br/contasinativas ou o 0800-726-2017 para serem informados sobre a melhor opção de pagamento antes de irem a um dos canais oferecidos.

O banco recomenda também que os clientes que serão atendidos nas agências, além dos documentos pessoais, apresentem a carteira de trabalho para agilizar o atendimento em caso de dúvidas, independentemente do valor de saque.

(Com Agência Brasil)

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Arara, Borborema e Solânea podem ter FPM bloqueado pela Receita Federal

fpm-bloqueadoVinte e seis municípios paraibanos podem ter o repasse do segundo decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) bloqueado pela Receita Federal do Brasil (RFB). O bloqueio pode acontecer por meio da Secretaria da Receita Federal, Procuradoria Geral da Fazenda Nacional ou pelo Ministério do Planejamento em razão de irregularidades.

 

Estão nessa situação os municípios de Arara, Areia, Assunção, Baia da Traição, Belém do Brejo do Cruz, Borborema, Brejo dos Santos, Caiçara, Conde, Cuité de Mamanguape, Duas Estradas, Fagundes, Itapororoca, Jacaraú, Livramento, Mari, Mogeiro, Monteiro, Nazarezinho, Pilar, Riacho dos Cavalos, Sapé, Serra Branca, Sobrado, Solânea e Umbuzeiro.

De acordo com o portal do Tesouro Nacional, as prefeituras tiveram os recursos bloqueados desde o dia 13 de fevereiro. A última atualização do portal consta desta quarta-feira (15), às 1h22.

As cidades que não resolverem as pendências até a data da liberação dos recursos poderão identificar o repasse no extrato bancário, mas o recurso estará bloqueado para saques, transferências e outras operações.

O bloqueio do FPM geralmente ocorre quando o município não realiza ou atrasa o pagamento do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), ou possui dívidas com o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). As cidades devem se encaminhar ao órgão responsável para regularização e desbloqueio dos recursos.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) orienta os gestores municipais na tentativa de prevenir a ocorrência de apontamentos, devido ao descumprimento de preceitos legais como da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Além disso, a entidade sugere a realização de ações que proporcionem a sustentabilidade de sua gestão, em especial aquelas voltadas à arrecadação, à tributação e à melhor administração dos recursos oriundos de transferências constitucionais como o FPM.

A informação está disponível do site do Tesouro Nacional.

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Queda de receita já atinge pagamento do funcionalismo em nove Estados

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COELHO/FRAMEPHOTO/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

A crise financeira que afeta os Estados levou os governos a adotar medidas que afetaram o pagamento de servidores em pelo menos nove unidades da federação. Entre as medidas estão as demissões de funcionários; atraso, escalonamento ou parcelamento nos salários; redução de vencimentos do primeiro escalão e a falta de reposição anual da inflação.

Nos casos mais graves até agora, os governos de Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul tomaram medidas drásticas e decretaram estado de calamidade pública, após cortes de gastos e atrasos em salários. Ambos alegam que estão falidos e pedem socorro federal.

No Rio, o governo havia quitado, até a sexta-feira (18), apenas o pagamento de outubro de 85% dos servidores. O salário está sendo pago em sete parcelas.  Até o dia 5 de dezembro, o Estado promete fazer outros quatro depósitos quitando os débitos, desde que não haja bloqueio das contas.
No Rio Grande do Sul, além de problemas em pagar salários, o governo diz que não há perspectiva de depositar o 13º do funcionalismo.

O governo também anunciou um pacote de medidas que preveem a privatizações, extinção de órgãos e demissão de servidores.

Os Estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Espírito Santo, Tocantins, Paraná, Pará, Alagoas, Amazonas, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Acre, São Paulo e Pernambuco, além do Distrito Federal, mantiveram o calendário de pagamento, embora alguns deles enfrentem alguma dificuldade ou tenham implementado medidas de controle de gastos.

Salários divididos ou escalonados

A crise levou o governo de Minas Gerais a mudar a tabela de pagamento. O novo calendário –anunciado em outubro– criou o parcelamento dos salários de quem ganha mais de R$ 3 mil em três vezes. Em dezembro, por exemplo, os pagamentos serão feitos entre os dias 12 e 23. Já os servidores que ganham até R$ 3 mil vão receber o salário no oitavo dia útil em dezembro (dia 12). O pagamento do 13º e calendário para 2017 ainda serão definidos.

Segundo o governo, a folha custa R$ 3 bilhões ao mês, e por conta da crise, não foi possível conceder reajustes — a data-base dos servidores era 1º de outubro. “Estamos tentando de todas as maneiras superar essa fase mais difícil das finanças do Estado, afetando o mínimo possível a vida dos servidores. Essa escala é a forma que encontramos para penalizar menos quem ganha menos”, afirmou o secretário de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães.

No Rio Grande do Norte, o governo também está pagando os salários de forma fracionada, com intervalos também extensos. Os servidores da educação e dos órgãos que possuem receita própria são os únicos que recebem dentro do mês trabalhado. Até o dia 11 do mês subsequente, são pagos os demais que recebem até R$ 4 mil. Já os servidores das faixas maiores estão recebendo em datas não fixas, sempre no fim de cada mês. “A mudança na tabela de pagamento ocorre em virtude dos efeitos da crise econômica que continua atingindo fortemente as finanças do Rio Grande do Norte. A frustração acumulada de receitas até 30 de setembro chegou a R$ 367 milhões se comparada ao previsto no orçamento para 2016”, afirma o governo.

No Amapá, os servidores recebem o salário em duas parcelas desde março. Em novembro, por exemplo, 40% dos vencimentos finais dos servidores foram pagos no dia 10. O Tribunal de Justiça julgou no mesmo dia uma ação do MP (Ministério Público Estadual) e decretou ilegal a divisão dos salários e determinou pagamento integral. O governo justificou a divisão dos salários por conta das perdas de quase R$ 600 milhões em 2016 e disse que iria procurar reverter a decisão. “Os repasses do FPE [Fundo de Participação dos Estados] têm sido insuficientes para cobrir o valor da folha de pagamento estadual e honrar as dívidas”, informou.

Em Roraima também há salários pagos de forma escalonada entre os servidores e, em nos casos dos maiores vencimentos, o valor ainda é repartido. A divisão dos valores atingiu os que ganham entre R$ 1.251,00 e R$ 5.999,00 –que no mês passado receberam os salários nos dias 11 e 30. Os que ganham até R$ 1.250 receberam em uma só parcela. Já os servidores que recebem a partir de R$ 6.000 receberam apenas em novembro os salários referentes a setembro.

“O Estado sofreu perda de mais de R$ 107 milhões de FPE. Esse déficit aumenta com o repasse do duodécimo aos Poderes, cujo valor de R$ 52 milhões, é fixo e não sofre a variação de queda do FPE. Com isso, o caixa do Tesouro tem frustração acima de R$ 150 milhões, o que compromete o andamento da máquina, com pagamentos de despesas e investimentos, afetando, agora, a folha de pagamento dos servidores”, informou o Estado.

Em Sergipe, os salários –que eram pagos dentro do mês trabalhado– começaram a ter pagamento mais tardio. Este mês, por exemplo, os vencimentos dos servidores foram depositados de forma escalonada entre categorias, com conclusão no dia 11.

Em Goiás, o governo também está pagando os servidores em duas etapas: até o último dia do mês trabalhado recebem os que ganham até R$ 3,5 mil. Até o décimo dia do mês seguinte, são pagos os servidores que recebem acima desse valor.

No Mato Grosso, o governo adotou pagamento de forma escalonada desde abril. Em outubro, apenas os funcionários com remuneração líquida de até R$ 3 mil receberam no último dia do mês. Os demais, receberam no último dia 10. O percentual de servidores que demoraram a receber o salário aumentou, já que para folha de setembro o escalonamento atingiu apenas o que recebiam mais de até R$ 6 mil.

Problemas, mas sem mudar calendário

Em Alagoas, o pagamento de servidores não mudou na atual gestão, mas os salários são pagos em duas faixas: a primeira, que inclui os menores vencimentos, no último dia útil do mês; enquanto os salários acima de R$ 2.500 são pagos no dia 11. O Estado também não concedeu o reajuste anual, previsto por lei para maio, a nenhuma categoria.

No Acre também não houve atraso. Mas, em julho, o governador Tião Viana (PT) reduziu o seu salário e o dos secretários em 20%. No ano passado, o número de cargos comissionados foi cortado em 30%. Segundo Viana, o Estado perdeu mais de R$ 300 milhões em receita este ano em repasses do governo federal.

Em Rondônia, os servidores receberam o salário de outubro no dia 27, porém, em 2016, não houve reajuste. “No cenário econômico atual não vislumbra crescimento na receita e, portanto, inviabiliza qualquer medida que aumente os gastos públicos”, informou, em junho.

No Tocantins, o governo anunciou, no último dia 10, a demissão de aproximadamente 2.000 servidores, entre comissionados e contratados –o que deve dar uma economia de R$ 136,6 milhões nos próximos dois anos. No mesmo dia, um outro decreto, reduziu a jornada dos servidores de oito para seis horas até o dia 30 de abril de 2017.

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Anvisa publica novas regras para classificação de medicamento sem receita médica

remedioOs critérios a que um medicamento deve atender para ser classificado como isento de prescrição médica e possa ser vendido diretamente ao consumir, sem receita, foram publicados na edição de hoje (3) do Diário Oficial da União.

A Resolução da Diretoria Colegiada 98/2016, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), traz novas regras e fixa sete critérios para que o medicamento seja registrado como isento de prescrição.

Os critérios dizem respeito ao tempo mínimo de comercialização; perfil de segurança; indicação para tratamento de doenças não graves; indicação de uso por curto período; ser manejável pelo paciente; baixo potencial de risco em situações de mau uso ou abuso; e não apresentar potencial de dependência.

A proposta de texto para a resolução passou por consulta pública no ano passado e cidadãos, representantes da sociedade civil e do setor regulador, puderam enviar contribuições.

O texto publicado hoje no Diário Oficial da União foi aprovado pela Anvisa em julho e substitui a resolução anterior (138/2003) que não previa a possibilidade de atualização da lista de medicamento isento de prescrição.

De acordo com a Anvisa, isso impossibilitou que medicamentos que têm perfil de segurança e uso compatíveis com a venda sem prescrição fossem incorporados à categoria de venda.

A resolução traz ainda as orientações para que as farmacêuticas possam solicitar o enquadramento e reenquadramento de medicamentos na lista dos isentos de prescrição.

FONTE: Agência Brasil

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Mais remédios serão vendidos sem receita nas farmácias

remedioNova resolução aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) cria regras para definir quais medicamentos podem ser vendidos sem receita, cujo número pode aumentar nas farmácias brasileiras. A mudança atende a um pedido de indústrias do setor, que afirma que remédios com tarja vermelha poderiam estar na lista dos “isentos de prescrição”.

Agora, a agência finaliza uma resolução que define critérios para classificar quais medicamentos podem trocar de categoria e serem liberados da exigência de receita. A medida entrará em vigor em um mês.

A ideia é que remédios considerados de baixo risco e indicados para sintomas mais simples e de fácil identificação sejam enquadrados como isentos de prescrição.

Esses medicamentos também devem cumprir outros critérios: estar no mercado há pelo menos dez anos (ou cinco no exterior sem precisar de receita), não produzir efeitos adversos significativos ou criar dependência.

DJ Online e Agencias

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Receita de Torta de banana com caramelo

tortaIngredientes

  • 1 pacote de biscoito champagne triturado (180g)
  • 1/2 xícara (chá) de margarina
  • Nozes para decorar

Creme

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite
  • 2 gemas
  • 1 colher (chá) de canela em pó
  • 3 bananas nanicas fatiadas

Caramelo

  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 3 colheres (sopa) de água

Modo de preparo

  • Em uma tigela, misture o biscoito e a margarina até obter uma farofa.
  • Com ela, forre o fundo e as laterais de uma forma de aro removível de 20cm de diâmetro.
  • No liquidificador, bata o leite condensado, o creme de leite, as gemas e a canela até ficar homogêneo.
  • Espalhe as bananas sobre a massa na forma e cubra com o creme.
  • Leve ao forno médio, pré aquecido, por 25 minutos ou até dourar.
  • Para o caramelo, em uma panela, coloque o açúcar, a água e leve ao fogo baixo, por 12 minutos ou até formar uma calda dourada.
  • Deixe esfriar.
  • Decore a torta com nozes, espalhe o caramelo, desenforme e sirva.

Rendimento:10 porções

comidaereceitas

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