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Empresa que recebeu mais de R$ 12 milhões da prefeitura de Campina Grande tem endereço em terreno baldio

Uma das empresas investigadas na Operação Famintos, que apura desvios de recursos da merenda escolar em Campina Grande, está registrada em um endereço onde existe apenas um terreno baldio. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a Delmira Feliciano Gomes ME recebeu, de 2013 a 2019, mais de R$ 12 milhões da prefeitura da cidade.

O endereço registrado é rua Doutor Antônio Bezerra Camboim, número 802, bairro Nova Brasília. Ao invés de uma empresa, existe um terreno rodeado de casas simples, lama e matagal. O registro foi feita por uma equipe do Jornal da Paraíba.

Segundo o MPF, a empresa Delmira Feliciano Gomes ME, na qual a proprietária tem o mesmo nome, venceu 18 licitações para fornecimento de merenda escolar no município, porém um homem identificado como Frederico de Brito Lira que comandava de fato a empresa. A investigação também afirma que o empreendimento não tinha funcionários.

A pessoa Delmira Feliciano Gomes nunca existiu. Foram criados documentos fictícios para abertura do negócio, que movimentou R$ 18 milhões entre 2013 a 2016. Há registros no Tribunal de Contas do Estado (TCE) nos quais essa empresa venceu licitações também em outros municípios.

“Ocorre que, durante a presente investigação foi descoberto que a Delmira Feliciano Gomes ME é “empresa de fachada” e que a concorrência das licitações que ela venceu foi fraudada, além de que grande parte do volume do dinheiro que recebeu foi proveniente de serviços não prestados”, diz a procuradora Acácia Soares Peixoto Suassuna no pedido de prisão dos investigados.

O advogado do empresário Frederico de Brito Lira, Rodrigo Celino, disse que a defesa não teve acesso à totalidade das investigações. “No momento oportuno nós vamos nos manifestar. Eu acredito plenamente na inocência do nosso constituinte”, frisou. Frederico Lira está preso temporariamente por decisão da Justiça Federal.

Em nota na semana passada, a prefeitura de Campina Grande afirmou que vai colaborar com as investigações e negou conhecimento das fraudes.

Operação Famintos

A Operação Famintos foi desencadeada no dia 24 de julho em Campina Grande e outras cidades da Paraíba. Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria-Geral da União investigam um suposto esquema de desvios de recursos federais do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), geridos pela Prefeitura de Campina Grande. O prejuízo ultrapassa R$ 2,3 milhões.

Ao todo, 14 mandados de prisão temporária foram expedidos e 13 foram cumpridos. Uma pessoa segue foragida. Entre os presos está a ex-secretária de Educação de Campina Grande, Iolanda Barbosa, que já foi exonerada do cargo. Servidores e empresários também estão detidos. A prisão temporária de parte deles foi prorrogada.

 Foto: João Paulo Medeiros/ Jornal da Paraíba

G1

 

Aécio recebeu propina da Odebrecht em conta de Nova York, afirma delator

Denúncia publicada na edição da revista Veja que chega às bancas neste fim de semana informa que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), campeão de citações nas delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht, recebeu propina em uma conta em Nova York, nos Estados Unidos. A declaração consta no depoimento do ex-­pre­sidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Junior, um dos 78 executivos da empreiteira a firmar acordo de delação com a Justiça.

Revista detalha propina a senador tucano
Revista detalha propina a senador tucano

Em seu depoimento, BJ, como é conhecido, afirmou que a construtora baiana fez depósitos para Aécio em conta sediada em Nova York operada por sua irmã e braço-direito, a jornalista Andrea Neves. Os valores, de acordo com BJ, foram pagos como “contrapartida” ao atendimento de interesses da construtora em empreendimentos como a obra da Cidade Administrativa do governo mineiro, realizada entre 2007 e 2010, e a construção da usina hidrelétrica de Santo Antônio, no Estado de Rondônia, de cujo consórcio participa a Cemig, a estatal mineira de energia elétrica.

Nas delações de executivos da Odebrecht, Aécio Neves é o político que recebeu uma das mais altas somas da construtora, R$ 70 milhões. Este valor não aparece nas contas de campanha do senador tucano declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com informações do TSE, Aécio recebeu oficialmente da Odebrecht R$ 15,9 milhões, uma diferença de mais de R$ 50 milhões em relação ao que foi relatado nas delações da empreiteira. Destes R$ 70 milhões, cerca de R$ 50 milhões foram repassados ao senador depois que a Odebrecht venceu o leilão para a construção da hidrelétrica de Santo Antônio, em dezembro de 2007, de acordo com outra delação, a de Marcelo Odebrecht.

 

Em nota, o PSDB afirma que o advogado de Aécio, Alberto Toron, entrou em contato com o advogado Alexandre Wunderlich, que representa o delator,  e este lhe informou que não existe na delação de seu cliente qualquer referência à irmã do senador ou a qualquer conta vinculada a ela em Nova York. Aécio negou a existência da conta e afirmou que as informações da revista Veja “são falsas e absurdas”, defendendo, ainda, a quebra do sigilo das delações homologadas “para que as pessoas injustamente citadas possam exercer seu direito de defesa”.

“Em nenhuma das obras citadas, usina de Santo Antônio e Cidade Administrativa, houve qualquer tipo de pagamento indevido. O então governador Aécio Neves jamais participou de qualquer negociação das etapas da construção da sede do governo mineiro, nem interferiu na autonomia da Cemig para definição de investimentos da empresa. O senador Aécio Neves reafirma que solicitou, como dirigente partidário, apoio para inúmeros candidatos de Minas e do Brasil, sempre de acordo com o que determina a lei. O senador Aécio Neves é o mais interessado no esclarecimento imediato dessas falsas acusações para que se saiba a que interesses elas servem.”, afirma trecho da nota do senador tucano.

Jornal do Brasil

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Polícia Militar recebeu 614 chamados para ocorrências de som alto

ParedãoA Polícia Militar recebeu 614 chamados para atender ocorrências de perturbação do sossego (som alto), das 18h da última sexta-feira (24) até 7h30 desta segunda (27). Destes, 521 casos foram registrados somente na Região Metropolitana e nos Litorais Norte e Sul do Estado.

Para diminuir o número de ocorrências, o Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) vem apostando na conscientização dos foliões e tem feito várias blitzen educativas nas cidades que realizam eventos de carnaval, com a distribuição de panfletos orientando as pessoas.

No ano passado, em todo o carnaval (5 a 9/2) foram recebidos 1.015 chamados, número que superava em mais de 5% os do carnaval de 2015 (13 a 17/2), quando foram registradas 958 solicitações para este tipo de ocorrência.

Multas – A poluição sonora é combatida com multa que começa com R$ 5 mil reais e pode chegar até a R$ 50 milhões, conforme prevê o artigo 61 do Decreto 6.514/2008.

Nesse domingo (26), foi apreendido um ‘paredão’ na praia de Jacumã, no município do Conde. Outras duas pessoas foram conduzidas até a delegacia e tiveram equipamentos de som apreendidos, na mesma praia, também nesse domingo.

MaisPB

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PGR diz que Collor recebeu R$ 29 milhões de propina da BR Distribuidora

 (FOTO: WALDEMIR BARRETO/AGÊNCIA SENADO)
(FOTO: WALDEMIR BARRETO/AGÊNCIA SENADO)

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o senador Fernando Collor (PTC-AL) recebeu mais de R$ 29 milhões de propina entre 2010 e 2014 por meio de um contrato da BR Distribuidora, empresa da Petrobras.

A acusação é baseada no depoimento de delação do doleiro Alberto Yousseff e faz parte de denúncia enviada ao Supremo em março deste ano, mas que ainda não foi liberada para julgamento pelo ministro Teori Zavascki, relator do processo. As informações vieram à tona hoje porque o ministro retirou o sigilo da denúncia.

Para reparar os dados causados pelos supostos desvios, a PGR pede que o Supremo decrete a devolução de R$ 154,7 milhões e a perda da função pública de Collor, além do bloqueio de R$ 30,9 milhões em bens para garantir o ressarcimento aos cofres públicos.

De acordo com a PGR, existia “uma organização criminosa” na BR Distribuidora para desviar recursos públicos. Segundo os procuradores, além de Collor, estão envolvidos no suposto esquema a mulher do senador, Caroline Collor, e outros acusados, que atuavam como “operadores particulares” e “testas de ferro” no recebimento dos valores.

Carros de luxo

A denúncia afirma que o senador comprou carros de luxo com o dinheiro da suposta propina. Entre os veículos estão um Lamborghini, avaliada em R$ 3,2 milhões; uma Ferrari (R$ 1,4 milhão), um Bentley, e duas Land Rover. Em julho de 2015, os carros de luxo foram apreendidos na residência particular do senador em Brasília, conhecida como Casa da Dinda.

“Os automóveis foram pagos ou financiados por meio de empresas de propriedade do senador, como a Gazeta de Alagoas e a TV Gazeta de Alagoas, e, apesar de serem bens de uso pessoal, foram registrados em nome da Água Branca Participações, empresa de ocultação patrimonial do parlamentar”, afirma a PGR.

Desde o surgimento da denúncia, em 2015, Collor nega recebimento de propina. Segundo o senador, as acusações são ilações e generalidades de delatores.

Não há data prevista para o julgamento da denúncia no STF. Na Lava Jato, Collor responde a pelo menos seis inquéritos no Supremo.

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Paraíba é o 6º estado do país que mais recebeu denúncias pelo app Pardal

pardalO Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba já recebeu 2.245 denúncias de eleitores pelo aplicativo Pardal. Os dados foram contabilizados até o fim da semana passada. Os registro começaram dia 18 de agosto.

Com esse número, a PB é 6º no ranking das Unidades da Federação que mais receberam denúncia. Ficou atrás de São Paulo, Espírito Santo, Pernambuco, Bahia, Pará. Entre os Estados nordestinos, a PB ficou em 3º lugar.

O maior número de denúncias é a de propaganda eleitoral irregular. Foram registradas 986. Na lista, destaque para 121 de compra de votos, 53 de doações e gastos eleitorais e 243 de uso da máquina pública.

Por meio desse aplicativo, qualquer cidadão pode fazer denúncia de irregularidade praticada por candidatos e partidos enviando fotos ou vídeos que comprovem indícios de crime que serão encaminhados ao Ministério Público Eleitoral (MPE). Cabe ao MPE avaliar a consistência das informações recebidas e formalizar eventuais denúncias aos juízes eleitorais de cada localidade. As informações são do blog do Laerte Cerqueira.

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Alagoa Grande: menino não comeu rato e recebeu dinheiro para posar

(Foto: Joab Freire / Nordeste1)
(Foto: Joab Freire / Nordeste1)

“Come não, senhor, é tudo calúnia que estão inventando [sic.]”, disse José Roberto dos Santos Souza, irmão e responsável pelo menor, de 14 anos, que aparece exibindo ratos numa reportagem publicada no início do mês um site de Alagoa Grande, no Brejo e ganhou repercussão em todo o Estado. Segundo o tutor, a criança recebeu o equivalente a R$ 15 para posar para foto.

Após o prefeito Hildon Régis ter apontado nesta terça-feira (07) distorções na história publicada pelosite Portal AG1 (Portal do Júlio), o Nordeste1 foi nesta quarta (08) até o Sítio Tambor ouvir a família para esclarecer a história.

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Órfão de pai e mãe, o menor vive sob a guarda do irmão José Roberto, que trabalha na construção civil em João Pessoa. Ele disse que o irmão jamais comeu rato e que foi pago para aparecer na imagem. “Parece que ele primeiro ele botou R$5 depois mais R$10”, disse o ajudante de pedreiro que estava trabalhando quando tudo aconteceu.

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A família do menino mora numa casa construída por José. (Foto: Joab Freire / Nordeste1)

Ele confirmou que recebe do INSS pensão pela morte dos pais e o benefício do Bolsa Família e a aquisição dos imóveis apontados por nossa reportagem e disse que eles não passam nenhuma dificuldade financeira.

“Não paasamos necessidade e eu mostro para todo mundo que não passo necessidade”, disse.

No depoimento dado pelo menino ao Conselho Tutelar, ele confirma que recebeu dinheiro de do blogueiro Júlio para posar com os ratos. O Nordeste1 tentou entrar em contato com ele, mas até a publicação desta matéria não obteve retorno.

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A família de dona Arlinda come os roedores para complementar a alimentação. (Foto: Joab Freire / Nordeste1)

QUEM COME RATO
O Nordeste1 procurou a família cujo pai se suicidou e foi citado com o responsável pelo menor da foto e constatou que eles, sim, complementam a alimentação com os roedores. A família é vizinha do menino e, segundo os mesmos, o repórter Júlio compareceu ao local no dia do suicídio e buscou a criança para fazer a matéria.

A dona de casa Arlinda Tomas Soares, esposa do suicida, é mãe de oito filhos, sendo o mais velho de 16 anos, confessou que complementa a alimentação com os ratos do junco, uma espécie semelhante ao preá.

“Comia eu e meus filhos todinhos, é rato do junco, o mesmo que preá, mas não é venenoso não” [sic.], revelou a dona de casa.

Ela mora com os filhos da comunidade do Tambor numa casa de taipa e relatou que após a divulgação da matéria várias pessoas procuraram a família para ajudar.

Procuramos o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Alagoa Grande para questionar sobre a assistência dada à família vulnerável socialmente e recebemos a informação que dona Arlinda será beneficiada com um imóvel da Companhia Estadual de Habitação Popular (Cehap) num conjunto habitacional. Ela é a sexta na lista de contemplados.

 

nordeste1

Hugo Motta recebeu doação de empreiteira investigada na Lava-Jato

hugo mottaO deputado federal paraibano Hugo Motta (PMDB) recebeu doação de campanha feita pela construtora Odebrecht, uma das empresas investigadas no escândalo da Petrobras. O parlamentar é o mais cotado para presidir a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada para apurar irregularidades na estatal. A informação foi dada pelo jornal Folha de S. Paulo.

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Motta, contudo, afirmou desconhecer a doação de empreiteiras à sua campanha.”Tenho consciência tranquila de que não há nenhum tipo nem de relacionamento nem de interferência dessas empresas nem no meu comportamento”, declarou ele ao jornal O Estado de São Paulo.
De acordo como site da Veja, 33 dos 58 integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras já receberam doações de campanha de empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato da Polícia Federal. A impressionante engrenagem financeira atingida pelas investigações expôs a estreita ligação entre grandes contrutoras e políticos. De acordo com os investigadores, parte dos valores desviados da Petrobras era doada legalmente durante as campanhas. E, embora a simples doação não signifique que o político contemplado tenha cometido alguma irregularidade, a dimensão da lista de parlamentares beneficiados pelo setor chama a atenção.
Mais do que contabilizar o valor doado, o levantamento tem como objetivo mensurar a influência das empreiteiras entre os que integram a comissão que tem a missão de investigá-las. Por isso, a tabela priorizou os dados de 2014. No caso dos parlamentares que não foram beneficiados por uma dessas empresas na eleição deste ano, foi feita uma segunda checagem: a das finanças da campanha que garantiu a eles o atual mandato – em 2010 ou, no caso de alguns senadores, 2006.
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Aécio recebeu R$ 35 milhões de empresas citadas na Lava Jato

As investigações da Polícia Federal de que empreiteiras citadas na operação Lava Jato depositaram dinheiro de esquemas de desvios na Petrobras em contas legais de campanha eleitoral, abertas e fiscalizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), põem em dúvida a procedência do financiamento político do PSDB, DEM e PSB.

 

 

"Clube de empreiteiras" da Lava Jato fez doações a Aécio e Alckmin“Clube de empreiteiras” da Lava Jato fez doações a Aécio e Alckmin

O sistemático vazamento seletivo feito pela grande mídia esconde a verdade. Pelo menos é o que aponta levantamento feito pela Agência PT de Notícias no período pós-prestação de contas eleitoral (28 de novembro). Foram encontrados R$ 35,77 milhões em doações ao senador tucano Aécio Neves, candidato derrotado no segundo turno (26 de outubro) pela presidente Dilma Rousseff.

Esse valor foi encontrado somando-se item por item as doações declaradas no portal do TSE por instituições hoje conhecidas por integrarem o cartel conhecido como “clube das empreiteiras”, responsável pelo esquema de desvios junto com doleiros e ex-diretores da Petrobrás, como Paulo Roberto Costa, que cumpre prisão domiciliar. Doações de caixa dois não estão consideradas pelo levantamento.

No total, o candidato à presidente pelo PSDB arrecadou, conforme o levantamento, R$ 222,92 milhões em doações legais na campanha eleitoral 2014. O dinheiro das empreiteiras doado a Aécio Neves corresponde a 16% desse total.

O levantamento apontou que o diretório nacional do PSDB recebeu R$ 174,29 milhões em doações e o comitê nacional financeiro para presidente do partido, outros R$ 201,25 milhões.

A soma dos dois – R$ 598,47 milhões – não pode ser considerada como definitiva porque partes dos recursos transitaram entre uma conta (do partido) e outra (do comitê) sem identificar o autor da doação. Ou seja, pode haver, sob a identificação da origem como “comitê financeiro do partido”, mais dinheiro das empreiteiras não explicitado ao TSE pela conta “comitê para presidente”.

O “clube” é formado, segundo os levantamentos da Lava-jato, pelas empreiteiras Camargo Correa, UTC, OAS, Odebrecht, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Iesa, Engevix e Toyo Setal.

Apoio do clube a Alckmin

O governador reeleito por São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin, foi, na oposição, um dos maiores beneficiários de doações do “clube”. Ele obteve cerca de R$ 8,5 milhões das empreiteiras, do total de mais de R$ 40,5 milhões arrecadados individualmente para a campanha ao governo paulista.

Pimenta da Veiga, o tucano derrotado na eleição ao governo de Minas Gerais pelo petista Fernando Pimentel, recebeu quase R$ 3,9 milhões do “clube”. No total, Veiga arrecadou R$ 40,4 milhões. O senador José Serra (PSDB-SP) arrecadou R$ 2,53 milhões do grupo denunciado à Justiça. No total, Serra obteve R$ 10,7 milhões em arrecadação eleitoral.

O ex-governador mineiro Antonio Anastasia, sucessor de Aécio, em 2011, foi eleito senador graças a quase R$ 1 milhão em doações do grupo de empreiteiras, de um total de R$ 18,1 milhões que conseguiu arrecadar.

O antecessor de Marina Silva na candidatura socialista, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, obteve R$ 1,27 milhão das empreiteiras. Até falecer em um acidente de avião, em agosto, o TSE havia registrado para Campos doações totais no valor de R$ 17,6 milhões. Marina só recebeu R$ 48,5 mil de um montante de R$ 43,95 milhões arrecadados para o PSB.

Fonte: Agência PT de Notícias

Filha de Paulo Roberto Costa recebeu R$ 500 milhões por engano

Paulo-Roberto-CostaUm cheque de R$ 500 milhões virou motivo de discórdia entre o Bradesco e Arianna Costa Bachmann, filha do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Na segunda-feira, o banco recorreu à Justiça para obter um mandado de busca e apreensão contra Arianna e, assim, receber de volta o cheque errado que havia emitido em nome dela há mais de um mês. Costa foi preso na Operação Lava-Jato e deverá entregar todo seu patrimônio à Justiça.

Na versão do advogado dela, Raphael Montenegro, tudo começou no dia 30 de dezembro, quando Arianna foi ao Bradesco do Largo da Carioca para sacar uma aplicação de previdência privada no valor de R$ 650 mil. Segundo ele, tratava-se de recursos que não estão bloqueados pela Justiça, apesar de Arianna figurar como beneficiária do acordo de delação premiada que o pai firmou com o Ministério Público Federal.

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Cheque de R$ 500 milhões entregue pelo Bradesco à filha de Paulo Roberto Costa – Raphael Montenegro Hirschfeld

Ainda de acordo com Montenegro, aquele era o último expediente bancário do ano, e Arianna solicitou dois cheques administrativos: um de R$ 150 mil e outro de R$ 500 mil. Guardou-os sem conferir. Só em 3 de janeiro, após as festas de fim de ano, ela percebeu que um deles tinha valor mil vezes maior que o original: R$ 500 milhões, em vez de R$ 500 mil.

O que poderia ser motivo de felicidade para muita gente, virou, segundo o advogado, uma dor de cabeça a mais para Arianna. O pai dela foi preso em março de 2014 depois que a Polícia Federal descobriu que ele estava destruindo provas com a ajuda de familiares. Arianna, uma irmã e seus maridos figuram como sócios de empresas usadas no esquema de corrupção operado por Costa. O ex-diretor obteve prisão domiciliar e livrou os parentes da cadeia ao se comprometer com a delação e a entrega do patrimônio fruto de sua ação criminosa. Todos os bens do ex-diretor estão bloqueados. Se a família for flagrada movimentando recursos ocultados da Justiça, os benefícios perderão efeito.

— A família já está muito fragilizada, com a intimidade devassada. Arianna ficou com medo de que esse cheque circulasse como indício de movimentação de dinheiro não declarado. Por isso, pedi uma reunião no Bradesco para garantir a solução do mal-entendido em vez de entregar o cheque na agência — contou Montenegro. — Dei uma cópia do cheque. O banco pediu tempo para fazer uma auditoria interna, alegando que não tinha como saber se ele havia sido adulterado. A troca ficou acertada para após a apuração.

A reunião foi realizada na segunda-feira, num escritório do Bradesco na Rua Senador Dantas. No mesmo dia, o banco pediu à Justiça a apreensão do cheque na casa de Arianna. O mandado foi autorizado na terça-feira, em regime de urgência, pelo juiz Luiz Felipe Negrão, da 3ª Vara Cível da Barra da Tijuca, onde ela mora. O magistrado registrou que “há prova inequívoca” de que Ariana solicitou o cheque no valor de R$ 500 mil e que tudo indica que houve erro de funcionários do banco. Ele suspendeu imediatamente os efeitos do cheque, mas negou o sigilo judicial solicitado pelo Bradesco. Ontem, antecipando-se a uma possível busca, o advogado entregou o cheque ao juiz.

Procurado pelo GLOBO, o Bradesco não quis comentar o caso. É o segundo erro cometido pelo banco envolvendo um personagem da Lava-Jato. No dia 23, o Bradesco atribuiu a um “erro humano” a informação equivocada enviada ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em 2011, de um saque de R$ 200 mil do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

 

O Globo

Deputado Rômulo Gouveia recebeu título de cidadania Donainesense. Secretária do município também recebeu a honraria

 

romuloA Câmara de Vereadores de Dona Inês realizou na noite deste domingo, 25 de janeiro, uma sessão solene em que foram entregues ao Deputado Federal, Rômulo Gouveia (PSD-PB), e a Secretária Municipal de Habitação e Assistência Social, Sofia Ulisses, títulos de cidadania Donainesesnse.

 

A Secretária, emocionada, disse que desde que chegou ao Município que tem se dedicado com muito afinco às causas sociais e buscado, com o seu conhecimento e com sua vontade de mudar o cenário da cidade, transformar a vida de muitas pessoas, desenvolvendo políticas públicas de qualidade. Também disse que o título é um reconhecimento do seu trabalho no município, que só tem acontecido, graças a uma equipe competente que trabalha em sua Secretaria.

 

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Rômulo Gouveia disse que é grato pela honraria e que isso só aumenta sua responsabilidade e compromisso para com o município. “Eu reassumo, com esse título tão importante, o compromisso de trabalhar cada vez mais por Dona Inês.” Discursou o Deputado Federal.

 

O Prefeito Antônio Justino, que prestigiou o evento, destacou várias ações de Rômulo Gouveia no município, como direcionamentos de recursos importantes para obras e serviços, o que lhe garantiu a honraria e lembrou vários programas sociais implantadas e implementados no município, pela Secretária, Sofia Ulisses.

 

O título de Rômulo Gouveia partiu de uma propositura do Vereador Presidente da Casa Legislativa, Demétrio Ferreira. Já o título de Sofia Ulisses, foi uma propositura do Vereador Luiz Alves.

 

Todos os Vereadores da Casa compareceram à sessão solene, que contou ainda com as presenças de políticos da região e com cidadãos Donainesense. O evento foi parte da programação da Festa de São Sebastião que se encerrou na madrugada desta segunda (26).

 

Assessoria.