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Belém: Comercio é arrombado e prejuízo é estimado em R$ 25 mil reais

A comerciante conhecida na cidade de Belém como Gizelha da madeireira, levou um susto nesta segunda-feira, 19 de maio de 2014, ao chegar para trabalhar, ela percebeu que seu estabelecimento comercial havia sido arrombado e que os meliantes haviam levado mercadorias do estabelecimento.

Em entrevista a nossa redação, a empresaria revelou que o prejuízo chega a casa dos R$ 25 mil Reais, e que os ladrões levaram principalmente torneiras de aço-inoxidável, fios elétricos, motores bombas, fechaduras e cerca de R$ 200,00 (duzentos reais) em dinheiro.

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A empresaria, não sabe precisar o dia, se foi da noite de sábado para domingo ou do domingo para a segunda, que os ladrões efetuaram o furto. Mas ela nos revelou que; “pelo volume da mercadoria que levaram da loja, é impossível que esses bandidos estivessem a pé, acredito que estavam em um carro.” Pontuou a comerciante Gizelha.
Por Henrique Filho

Cruz Vermelha não comprova aluguel de 35 ambulâncias para o Hospital de Trauma e TCE quer devolução de mais de meio milhão de reais

TCEO Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) detectou através de auditoria realizada em 2013 que a Cruz Vermelha Brasileira (CVB) alugou no ano passado 35 ambulâncias para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa. Esses veículos, no entanto, não foram localizados pela auditoria, que também não constatou qualquer comprovação material dos serviços prestados pela empresa Safety Med Ltda., sediada em Bonsucesso, no Rio de Janeiro, que recebeu R$ 561.694,74 pela locação das ambulâncias.

 

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A auditoria do Tribunal de Contas propôs a devolução integral do valor gasto com a locação das ambulâncias, sob pena de a Cruz Vermelha ser indiciada por favorecer com recursos públicos o enriquecimento ilícito de empresa privada. De acordo com relatório da auditoria, a coordenação de Transporte do Trauma admitiu a não existência das ambulâncias nas dependências do hospital. O contrato com a Safety Med previa o fornecimento de ambulâncias de suporte avançado, básico e neonatal, à disposição 24 horas por dia, sendo 10 avançadas para adulto, cinco avançadas para neonatos e pediatria e 20 de suporte básico. Além disso, a auditoria constatou que Luiz Felipe Ferreira Torres, que assina o contrato com a Cruz Vermelha, não consta como sócio da Safety Med, empresa já conhecida do público em razão da divulgação na imprensa das acusações de fraudes em concorrências públicas nas quais concorreu.

 

O fato se soma a uma série de irregularidades constata- das na auditoria do TCE e divulgadas com exclusividade pelo JORNAL DA PARAÍBA. O relatório faz parte do processo 02642/14, referente a Inspeção Especial de Contas relativa ao exercício 2013 da Secretaria de Estado da Saúde.

 

Centro fatura R$ 700 mil

 

Os auditores do TCE também propõem a devolução ao erário dos valores pagos ao Centro de Investigação em Cardiologia e Ginecologia (CICG), sediado em Duque de Caxias (RJ). A empresa foi contratada por mais de R$ 700 mil pela Cruz Vermelha para prestar serviços de consultoria e fornecimento de pessoal especializado ao Trauma, entretanto, não houve qualquer comprovação material dos serviços prestados pela empresa junto ao Trauma. Chama a atenção dos técnicos do TCE que o médico Edmon Gomes da Silva Filho, primeiro gestor da terceirização do Trauma e que deixou o cargo há mais de um ano, é um dos sócios da empresa. Réu em processos nos quais é acusado de golpes contra a Unimed, da qual foi presidente em Duque de Caxias e para a qual teria contratado empresas das quais era sócio ou dono, Edmon foi o primeiro superintendente da organização contratada pelo governo Ricardo Coutinho para gerir o Trauma em 2011.

 

De acordo com o relatório do TCE, foram pagos ao Centro de Cardiologia R$ 24 mil referentes ao serviço de consultoria e R$ 75 mil de fornecimento de pessoal especializado. Em 2013, a empresa recebeu da Cruz Vermelha R$ 761.403,62, conforme auditoria do tribunal. A auditoria lembra que o ex-gestor do Trauma teve os bens bloqueados pela Justiça por conta das acusações de fraudes contra a Unimed de Duque de Caxias, que fechou após o fim da sua gestão. Ele responde, também, por participação em fraudes na saúde pública no Estado do Rio Grande do Norte, a partir da Operação Assepsia, deflagrada pelo Ministério Público Estadual, e na Operação Caixa de Pandora, com denúncias de fraudes no Rio de Janeiro.

 

Pagamento superior ao contratado

 

A auditoria de 2013 do TCE constatou, ainda, outras irregularidades na execução do contrato entre a Cruz Vermelha e o governo da Paraíba. As novas descobertas alcançam, por exemplo, os contratos com as empresas MyriaDBrasil Medical ME e NTB Materiais Ltda., para prestação de serviços de revisão e manutenção preventiva e corretiva de equipamentos hospitalares no centro de imagem do hospital, com valor mensal de R$ 42 mil, de janeiro a dezembro de 2013. Entretanto, foram pagos R$ 35.189,00 a mais do que estava previsto no contrato, perfazendo um total de R$ 539.189,00.

 

O relatório destaca que o contrato incluía reposição de peças, porém o Trauma adquiriu um tubo de Raio X no valor de R$ 88.500 com recursos próprios, quando, em tese, deveria ser adquirido pela empresa terceirizada. A empresa Myriad Ltda foi constituída em julho de 2011, praticamente na mesma época da entrada da Cruz Vermelha no hospital, tendo como objeto social “atividade de reparação e manutenção de computadores periféricos, bem como de equipamentos eletrônicos de uso pessoal e doméstico”. Nos termos do objeto social, sem mu- dança de sócios de suas qualificações, passa em dezembro do mesmo ano a ter também com objeto social “gestão e administração hospitalar, gestão em manutenção de equipamentos médico-hospitalares, engenharia clínica e predial e palestras para a área médica”.

 

Os auditores, ainda no âmbito do centro da imagem do hospital, se surpreenderam com a subtração de uma bomba injetora para angiografia, com valor aproximado na ordem de R$ 40 mil. Em relação a isso, houve a abertura de inquérito administrativo e ajuizamento de ação ordinária contra as empresas Myriad e NTB, também prestadora de serviços de manutenção de equipamentos hospitalares, sediada em Recife. O contrato com a NTB foi no valor de R$ 759.469,45 em 2013, mas não houve comprovação dos serviços efetuados e o TCE solicita a devolução do dinheiro ao erário.

 

Empresas prestam o mesmo serviço

 

Na contabilidade, a auditoria apontou a contratação de três empresas pela Cruz Vermelha em 2013 para a prestação do mesmo serviço. Os gastos com escritório de contabilidade no ano passado chegaram a 389 mil. A auditoria do Tribunal de Contas solicitou emissão dos balancetes de 2013, mas não obteve êxito e nem comprovação dos serviços executados. Foi constatado que o Trauma também paga a uma outra empresa pela prestação de serviços contábeis e que, ainda em 2013, realizou pagamento de R$ 33 mil a uma terceira empresa a título de serviços contábeis. Os valores pagos estão acima dos padrões do mercado e com indícios de sobrepreço. Um dos contratos é com a empresa Sérgio Moraes Contadores Associados para a prestação de serviços profissionais de assessoria contábil e fiscal. O contrato prevê remuneração de R$ 29.970 mensais.

 

No ano passado, foram pagos R$ 389.610,00. O contrato determina que a empresa é obrigada a emitir balancetes mensais, elaborar e escriturar livros fiscais exigidos pela legislação tributária, entregar no prazo as obrigações tributárias acessórias junto ao Fisco Federal e de João Pessoa, entre outras atribuições. No entanto, a auditoria solicitou mais de uma vez a emissão dos balancetes de 2013 e os demonstrativos de encerramento do exercício financeiro, mas só recebeu os balancetes até o mês de novembro, apresentando inconsistências técnicas.

 

Além disso, a manutenção da regularidade fiscal do hospital também foi descumprida, como pode ser observada na falta de emissão negativa de débitos do Fisco Municipal de João Pessoa e da Receita Federal do Brasil, no tocante às contribuições previdenciárias. Segundo a auditoria, o Hospital de Trauma remunera uma outra empresa de prestação de serviços contábeis para feitura do setor de pessoal da organização. Neste caso, a gestão paga R$ 13 mil mensais à Advanced Assessoria Contábil e Tributária. Considerando que o contrato também prevê o pagamento de uma parcela a título de 13º salário, o valor anual pago de- veria ser de R$ 169 mil, mas foi efetivamente dispendido o valor de R$ 143 mil em 2013. Além disso, em 2013 houve o pagamento de R$ 33 mil à empresa JJ Serviços de Malote Ltda a título de serviços contábeis, sendo R$ 3 mil por mês. Não há, entretanto, qualquer prestação de serviços contábeis por parte desta empresa ao Trauma. A auditoria explicita que o custo mensal com os setores contábil, fiscal e pessoal do hospital chega a R$ 45.970,00, incluindo as três empresas, valores claramente fora de mercado e com indícios de sobre preço.

 

Em nota, Trauma nega

 

Em nota, a direção da Cruz Vermelha e do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena afirmou que todas as contratações de serviços feitas para a unidade obedecem a critérios técnicos rígidos e à legislação vigente. “Por isso, refutamos com veemência todas as inconsistências e inverdades produzidas por um auditor em um relatório preliminar do Tribunal de Contas do Estado. Terminamos afirmando que todas estas ilações descabidas serão desmentidas na instância própria, com farta apresentação de provas que desfazem esta tentativa de trazer para um serviço público essencial à população a sordidez da disputa eleitoral”, diz a nota.

Festa do trabalhador 2014 em Solânea vai sortear uma moto 0KM e 5 mil reais

A festa do trabalhador já é uma tradição em Solânea e este ano vai sortear uma moto 0 KM  e 5 mil reais em dinheiro, para concorrer basta comprar em uma  das lojas que  estão participando, a Festa do Trabalhador de Solânea tem contribuído muito com a divulgação de talentos artísticos e culturais da região e recebe um grande público que prestigia e cultiva esta tradição.

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A festa  que já  vai para sua sétima edição  e cada ano que passa o evento cresce  ainda mais em toda a região  do brejo, o evento será  realizado no centro da  cidade no dia 1º de maio, e tem a organização do empresário Valdir Felix.

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Por Solânea Online

Sonhos com ciúme levam a problemas reais na relação, diz estudo

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Você já sonhou que seu parceiro estava com outra e ficou com ciúme? Pois saiba que isso pode desencadear problemas reais no relacionamento. Segundo pesquisadores do Reino Unido e dos Estados Unidos, o conteúdo do sonho pode afetar a forma como agimos quando acordamos. Os dados são da publicação Social, Psychological and Personality Science e foram divulgados pelo jornal Daily Mail.

Os pesquisadores pediram que 61 homens e mulheres, todos em um relacionamento amoroso, anotassem detalhes de seus sonhos assim que acordassem. Todos preencheram questionários sobre personalidade e detalhes do dia a dia, incluindo quanto tempo passavam com seus companheiros, brigavam com eles ou tinham momentos amorosos.

 

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Ao analisar o conteúdo de 842 sonhos, constatou-se que 87% dos voluntários contaram com a presença da cara-metade pelo menos uma vez na história. Quando sentiam ciúme, acabavam tendo mais discussões e problemas no relacionamento no dia seguinte. Sonhos com conflitos conjugais também previram maiores dificuldades. Quando o assunto era infidelidade, havia queda no amor e intimidade. Por outro lado, momentos carinhosos na fantasia foram sucedidos por bons momentos na vida amorosa.

 

 

Terra

Site do Acre diz que Telexfree já desviou 120 milhões de reais das contas bloqueadas pela justiça

TELEX-FREEO caso Telexfree ainda rende e nesta terça-feira, 25, sugiram dois fatos novos: o primeiro é que o montante desviado das contas que estão bloqueadas pela justiça do Acre pode ultrapassar os 120 milhões de reais e, a segunda é a de que os promotores de justiça que acompanham o caso suspeitam que dois dos diretores do grupo Ympactus Comercial Ltda – Telexfree -, já fugiram do País.

No Ministério Público do Acre nenhum promotor ou procurador quer falar sobre o caso, alegando que “qualquer vazamento de informações poderá comprometer as investigações que estão ainda em andamento”.

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Mas também o caso tem duas boas notícias: a primeira é a de que nenhum dos investidores (divulgadores) será denunciado ao fisco e, a segunda, é a de que o Ministério Público do Acre pedirá a justiça o ressarcimento em parte ou total  dos valores depositados em nome da Telexfree. Pelas informações não oficiais, ainda há em conta corrente em nome da Telexfree a importância de 800 milhões de reais.

Confira a notícia na íntegra; AQUI

Fonte: AC24horas

Mari: Ex-prefeito deixa mais um pepino para a gestão atual. O débito passa dos 300 mil reais; Prefeito atual vai acioná-lo na justiça

 

 

O ex-gestor da cidade de Mari Antônio Gomes deixou mais um pepino financeiro para a atual administração do prefeito Marcos Martins. Dessa vez é um débito de mais de 300 mil reais com o ministério do turismo, já que não conseguiu provar na prestação de contas o uso dos recursos enviados pelo ministério para a festa do João Pedro de 2010, conforme informa o ofício enviado a prefeitura de Mari com cópia ao ex-prefeito Antônio Gomes. No próprio ofício, que segue abaixo, o orgão técnico do ministério do turismo reprovou a prestação de contas enviada pelo ex-gestor e em face dessa reprovação pede o ressarcimento do valor enviado do convênio com reajuste, num prazo de 15 dias. “Infelizmente a irresponsabilidade desse ex-gestor coloca nossa gestão municipal numa situação complicada. Se já não bastasse uma folha de pagamento dos servidores de dezembro em atraso que estamos pagando, a frota de veículos sucateada, um débito de mais de um milhão com o MariPrev, que é o instituto de previdência municipal que ele próprio criou e faliu, mais de 200 mil reais de consiguinados atrasados que pagamos e uma educação e saúde caótica deixada por ele, ainda não fez de forma correta a prestação de contas de um convênio para o João Pedro de 2010, chegando agora esse débito para a prefeitura pagar. Não vamos deixar assim, já acionamos nossa assessoria jurídica para tomar as devidas providências legais contra esse ex-gestor Antônio Gomes para que ele possa buscar resolver mais esse pepino financeiro deixado por sua caótica administração”, resaltou o prefeito Marcos Martins, triste com essa realidade encontrada em Mari.

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Recentemente o vereador Edvaldo do Assentamento denuncio um caixa dois na ex-gestão de Antônio Gomes, que não respondeu as acusações do vereador, que chegou a chamá-lo de louco.

Da redação do blog do Professor Josa

Ex-prefeita ameaça fechar hospital se prefeito não pagar 12 mil reais em aluguel

ex prefeitaO municipio de Conceição, no Vale do Piancó, corre sério risco de ter seus equipamentos de Saúde fechados.

A ex-prefeita da cidade, Vani Braga, está cobrando da atual gestão uma quantia de R$ 12 mil de aluguel de um complexo de prédios onde funciona toda a estrutura de Saúde municipal. O prefeito Nilson Lacerda (PSDB) alega que a cobrança é ilegal e promete ir a Justiça.

Em contato com o MaisPB, o prefeito explicou que no local funcionam o hospital, um Centro de Especialidades Médicas, um Ceo e um Caps e os prédios pertencem a Fundação de Amparo ao Menor Abandonado, que é comandada por Vani e a Família Braga.

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De acordo com o chefe do Executivo municipal, Vani Braga não quis passar a estrutura física para o município e fez a proposta do aluguel.

“Eu pedi a ela trinta dias para estudar a legalidade porque a proposta dela era de um aluguel de 12 mil reais por mês. A nossa assessoria jurídica nos informou que nós não temos legalidade jurídica e nem consta na verba orçamentária recursos disponíveis. Portanto esse aluguel é inviável”, informou o prefeito.

Lacerda disse ainda que diante da negativa de aluguel, Vani está pedindo todos os prédios de volta. “Com certeza ela quer fechar o hospital. Porque se a Prefeitura com recursos do SUS tem dificuldade para administrar a saúde, imagine se passar a uma fundação que não tem recursos nenhum” argumentou.

Diante da situação e temendo ver o hospital e os outros equipamentos de Saúde fechados, o gestor disse que vai recorrer a Justiça.

“Eu não vou entregar. Vou para a Justiça e defender até a última causa. Até onde for. Conceição é maior que qualquer grupo político e na qualidade de gestor não aceito esse tipo de coisa não”, finalizou.

Roberto Targino – MaisPB

Câmara Municipal de Belém e Casserengue gastaram juntas mais de 40 mil reais com combustível em 2012

gasolinaQuantos quilômetros é possível percorrer com mais de 6 mil litros de combustível e qual a necessidade de um carro oficial de uma Câmara municipal, percorrer mais de 130 quilômetros por dia, em média? Gastos excessivos com combustíveis ou necessidade?

Nossa reportagem entrou no Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade, do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, o SAGRES; e fez um levantamento dos gastos com combustíveis de algumas câmaras municipais, relacionados ao exercício do ano de 2012. Os gastos são semelhantes entre várias Casas Legislativas e em alguns casos, apontam para um custo com combustível que ultrapassa os mil reais por mês. É o que revela um levantamento feito pela nossa reportagem.

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Os municípios de Caiçara e Logradouro, de acordo com nossa pesquisa, foram os dois que menos tiveram despesas com combustível na região; gastaram pouco mais de 5mil e setecentos, cada. Já Serra da Raiz e Bananeiras tiveram um custo de aproximadamente 8 mil reais. Dona Inês, Borborema e Pedro Régis, tiveram um gasto semelhante, que passou dos oito mil; este último, se aproximando dos nove mil reais. Situado no vale do mamanguape paraibano, o município de Curral de Cima pagou nove mil quatrocentos e quarenta reais com o consumo de combustível no ano.

Cacimba de Dentro, Araruna, Solânea e Lagoa de Dentro, passaram dos 12 mil reais, cada. A Câmara Municipal de Tacima, teve um gasto de mais de dezesseis mil reais, ficando atrás do município vizinho, Riachão, que teve um gasto de mais de dezoito mil reais.

O destaque fica para os municípios de Belém e Casserengue. Em 2012, a Câmara Municipal de Belém teve um gasto de mais de 20 mil reais com combustível; já Casserengue, passou dos 21 mil reais.

Vamos considerar que o preço de um litro de gasolina, combustível consumido pela maioria dos veículos das câmaras; custe em média, dois reais e oitenta centavos. Fazendo um calculo básico, logo descobrimos que nas câmaras onde o custo passou dos doze mil reais por ano, foram consumidos uma média de, 4.285 (quatro mil, duzentos e oitenta e cinco) litros de gasolina; supondo ainda que o veículo faça 10 km com um litro, daria para percorrer cerca de 42. 850 (quarenta e dois mil, oitocentos e cinquenta) quilômetros; que divididos por 365 dias do ano, seria necessário que o veículo percorresse mais de 115 km, em média, por dia.

Já no caso do município de Tacima, onde o gasto anual ultrapassou os dezesseis mil reais, considerando o mesmo preço do combustível e a mesma quilometragem por litro, calculamos que foi consumido uma média de 5.714 litros de combustível, o que daria para percorrer 57 mil quilômetros, numa média de mais de 150 por dia.

No município de Riachão foram pagos com combustível, mais de dezoito mil reais, que daria um consumo anual, em média, de 6.428 litros do combustível, o suficiente para percorrer mais de sessenta mil quilômetros, o que daria mais de 160 por dia.

A câmara Municipal de Belém conseguiu ter um gasto que ficou muito acima da média, foram pagos mais de 20 mil em combustível, com um total de mais de sete mil litros consumidos ao longo do ano, o que daria para percorrer mais de setenta mil quilômetros; rodando mais de cento e noventa por dia.

O caso que mais chamou a atenção na região, foi o do município de Casserengue. Em 2012, foram gastos com combustível, mais de 21 mil reais; foram mais de sete mil e quinhentos litros de combustível consumido, o suficiente para percorrer mais de 75 mil quilômetros, numa média de mais de duzentos quilômetros por dia. Nossa reportagem descobriu ainda, que a mesma câmara pagou no ano de 2011, pouco mais de cinco mil reais. Uma disparidade de mais de 15 mil reais, nos cofres públicos da casa.

Diante deste quadro, como explicar os gastos semelhantes nos doze meses do ano, quando na maioria das casas legislativas, o recesso parlamentar é de quatro meses; considerando ainda, os fins de semana e os feriados? E como justificar tantos quilômetros rodados ao longo do ano.

O presidente da Casa Legislativa de Belém, no exercício 2012, Zé Santana, foi questionado pela nossa reportagem, mas não quis se pronunciar sobre o caso. Outros gestores foram informados da nossa reportagem, mas não quiseram discutir o assunto.

CONFIRA OS GASTOS COM DETALHES

Caiçara – 5.733,29

Logradouro -5.771,58

Serra da Raiz – 7.744,29

Araruna – 12.241,51

Solânea – 12.395,02

Lagoa de Dentro – 12.715,00

Cacimba de Dentro– 12.148,90

Pirpirituba-7.985,80

Bananeiras -7.797,27

Dona Inês –R$ 8.295,11

Borborema –R$ 8.848,00

Pedro Régis– R$ 8.904,27

Curral de Cima – R$ 9.446,36

Tacima – R$ 16.710,82

Riachão – R$ 18.635,96

Belém – R$ 20.314,97

Casserengue – R$ 21.160,65; em 2011 – o gasto foi de R$ 5.471,84.

Os dados aqui pesquisados estão disponíveis no SAGRES. Você pode conferir os gastos com combustíveis da sua câmara municipal, ou outros gastos, acessando www.sagres.tce.pb.gov.br

Por Júnior Campos

Anvisa lançará cartilha sobre reais benefícios de armazenar sangue de cordão umbilical

cordão umbilicalA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai lançar, no fim de março, uma cartilha para alertar os futuros pais sobre os reais benefícios de armazenar o sangue de cordão umbilical para uso próprio, também conhecido como autólogo.

O gerente de Tecidos, Células e Órgãos da Anvisa, Daniel Roberto Coradi de Freitas, explicou que a iniciativa, que conta com a parceria do Instituto Nacional do Câncer (Inca), foi impulsionada pela constatação de que muitos pais pagam caro para congelar o sangue dos cordões umbilicais dos filhos na crença de que estão adquirindo um seguro de vida.

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“Na verdade, o uso dessas unidades é muito restrito. E nosso intuito é esclarecer aos pais essa realidade para que eles tomem uma decisão consciente”, disse Coradi. “Alguns bancos acabam fazendo propaganda sobre o uso da célula para o tratamento de uma série de doenças, o que ainda está sendo pesquisado”, acrescentou.

Panfletos em salas de espera de consultórios ginecológicos e de maternidades são facilmente encontrados com a promessa de salvar a vida do bebê por meio do uso do sangue do cordão umbilical do próprio recém-nascido em casos de doenças futuras, hoje incuráveis. Os preços podem variar de R$ 2,5 mil a R$ 7 mil e ainda existe a taxa de manutenção que varia entre R$ 500 e R$ 700.

No Brasil, os bancos privados de sangue de cordão umbilical têm licença de funcionamento, emitida pelo órgão de vigilância sanitária, para executar exclusivamente atividades afetas ao armazenamento, com o fim de utilização pelo próprio recém-nascido, mas alguns têm se utilizado de manobras jurídicas para tratar parentes do detentor do cordão umbilical armazenado, que é proibido por lei, já que essa é competência do banco público, gratuito e universal.

O uso autólogo das células-tronco é justificado por entidades médicas para os casos de alto risco genético para doenças, entre elas anemias hereditárias, como talassemia, doença falciforme.

Em abril de 2010, a Anvisa determinou adequações no material publicitário de bancos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário para uso autólogo, depois de identificar itens irregulares, como informações que possibilitariam interpretação errônea a respeito da utilização das células do sangue de cordão umbilical e placentário, resultando em falsa sensação de segurança para os pais ao adquirir um serviço que, de fato, não tem meios de assegurar a saúde futura dos filhos. Um ponto pouco esclarecido para os pais é que crianças prematuras costumam ter uma quantidade de sangue no cordão umbilical insuficiente para a coleta.

A gerente de Produção do maior banco privado de sangue de cordão umbilical do país, Cryopraxis, Janaína Machado, admitiu que existem no mercado propagandas enganosas, mas defendeu a existência dos bancos privados, que, segundo ela, podem ser úteis para pacientes que não encontram doadores compatíveis nos bancos públicos.

“É preciso ter muito cuidado com o tipo de propaganda, mas não se pode colocar todos os bancos no mesmo saco. É uma atividade regulamentada pela Anvisa e cabe às agências reguladoras analisar caso a caso,” disse ela. “É dever do Estado prover saúde a todos os brasileiros, mas o Estado não tem a capacidade de prover saúde para todos. Não é justo que quem possa pagar pelo privado utilize o serviço  público”, comentou.

O armazenamento privado é proibido em vários países e condenado pela Comunidade Europeia. Nos Estados Unidos, a prática é permitida. A expansão desse tipo de atividade no Brasil preocupa as entidades médicas, como a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) e a Sociedade Brasileira de Transplante de Medula que defendem que o uso comercial do cordão umbilical autólogo não tem respaldo científico, clínico ou terapêutico.

Coradi ressaltou que a Anvisa regula a qualidade e a segurança desses produtos e que não é de sua alçada aprovar ou proibir essa atividade comercial. “Nós regulamentamos a atividade, porque ela já existia. A proibição, se for o caso, deve ser feita por lei. O Congresso Nacional e o ministério devem se articular para definir se isso deve ser proibido e como”.

De acordo com o diretor do Centro de Transplantes de Medula Óssea do Inca no Rio e coordenador da Rede Pública de Bancos de Sangue de Cordão, Luis Fernando Bouzas, proibir esses bancos não é a melhor opção e a informação é a melhor forma de conscientizar a população sobre essa atividade.

“Acho que proibir é pior. Em países onde se proibiu, choveram ações judiciais, passaram a congelar em outros países. Acho que o melhor é informar e criar bancos públicos”, comentou.

 

 

Agência Brasil

PREÇO DE UMA VIDA: Morte de modelo custou R$ 500 reais

A morte do modelo Dalmi Barbosa Filho, 24 anos, em Santa Rita custou R$ 500, 00, segundo informou na manhã desta quinta-feira a Polícia.

O crime foi encomendado por Ana Paula Carvalho, conhecida por Paulinha, era apaixonada por Raquel Teófilo, noiva do modelo.[bb]

Abalada com o romance de Dalmi e Raquel, Ana Paula Carvalho procurou Mateus Alves da Silva que devia que tinha com ela uma dívida e disse que se ele matasse Dalmi, ela a perdoaria.

Mateus procurou Júlio Cézar Xavier do Nascimento, conhecido por Adauto, que atuava como traficante de drogas em Mangabeira. Mateus deu a Júlio César a quantia de R$ 100 para assassinar o modelo.

A arma usada foi emprestada por André Pedro da Silva. No dia do crime, Ana Paula marcou consulta ao dentista e avisou aos familiares. No entanto ela estava em Santa Rita articulando o crime.[bb]

Mente doentia – Ana Paula Teodósio de Carvalho de 27 anos, afirmou ser homossexual e imaginou que havia um relacionamento com a noiva da vítima. Ela inclusive ofereceu vários presentes a Raquel Teófilo Sousa (noiva) há alguns meses antes do crime. Como iphone e empregos. Ela é uma pessoa muito articulada no meio político, judiciário e policial.

Os presentes eram oferecidos porque Paulinha era amiga deles. Mas há alguns meses Raquel e Dalmi foram a 11º Delegacia Distrital no Valentina e prestaram queixa contra a acusada, porque ela teria invadido o apartamento de Raquel dizendo que queira presenteá-la com um gato de estimação.[bb]

O crime – O crime foi articulado há meses pela mentora. O quarteto tentou matar a vítima três vezes mais nunca o encontravam. No último dia 22 de dezembro o crime foi consumado. Mateus foi a academia que a vítima malhava e verificou que ele estava lá. Quando Dalmi voltava da academia a 400 metros da residência onde Dalmi morava. Ele foi abordado pelo trio que chegaram no Siena prata (pertencente a mandante, Paulinha). O crime aconteceu na rua José Vitelino da Rocha em Santa Rita.

A vítima foi atingida com três tiros – sendo um no braço e dois na cabeça. O Serviço de Atendimento Móvel Urbano (Samu) ainda chegou a ir ao local, mas a vítima já estava em óbito. Os bandidos fugiram levando apenas o celular de Dalmi.

Por fim, os bandidos entregaram o veículo de Paulinha na Praça do Coqueiral. Já que o álibi dela no momento do crime era frequentar o dentista.

A operação para prender o quarteto foi denominada “Operação Castor” em alusão a mulher americana, Stacey Castor, que foi presa em 2007 por matar dois maridos.[bb]

MaisPB

com Portal Correio