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Comissão da ALPB vai intermediar reabertura de agências bancárias no interior do estado

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) criou uma comissão para intermediar junto à Superintendência do Banco do Brasil a reabertura de agências bancários em municípios paraibanos. A sugestão foi do deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB), nesta terça-feira (11), após receber solicitação de lideranças.

Tovar se reuniu com o vereador de Ingá Elias Balbino nesta terça-feira. Ele relatou que a agência do Banco do Brasil do município se encontra fechada há um ano e meio e contou que para piorar a situação o Pague Fácil e os Correios suspenderam as atividades. “Nosso comércio pode decretar falência e os aposentados e servidores precisam se deslocar mais 40 km para sacar dinheiro, o que representa um grande risco de assalto”, destacou.

Segundo Elias, os moradores de Juarez Távora, Mogeiro, Serra Redonda e Itatuba também utilizavam os correspondentes bancários em Ingá. São cerca de 60 mil habitantes em todos esses municípios que estão prejudicados e precisam se deslocar até Campina Grande.

 

Além de Tovar, a comissão será composta pelos seguintes deputados: Edmilson Soares (PSB), Frei Anastácio (PT), Hervázio Bezerra (PSB) e João Gonçalves (Podemos). “Muitos municípios estão prejudicados. As agências são explodidas uma, duas e até três vezes e os bancos acabam não reabrindo. Esta Casa precisa atuar para minimizar esse problema”, disse Tovar.

De 2011 a 2017, um total de 698 bancos foi alvo de violência em nosso Estado. Ao todo, foram 367 explosões. Muitas dessas agências acabaram não sendo reaberta, causando sérios problemas para a população local.

Blog do Gordinho

 

MPPB aciona Justiça para garantir reabertura de 13 escolas na zona rural de Areia

O Ministério Público da Paraíba ajuizou uma ação civil pública com pedido de liminar para que a Justiça determine à Prefeitura de Areia que reabra as escolas que foram fechadas no município. O MPPB apurou que, pelo menos, 13 escolas foram fechadas. A Promotoria de Justiça apurou que o gestor não tomou as providências determinadas pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Lei de Diretrizes de Bases (LDB) e não avaliou os impactos das mudanças para os estudantes, nem tão pouco ouviu as comunidades. O caso mais grave é o dos estudantes da Escola Maria Emília Maracajá, que estão assistindo aulas debaixo de uma lona e com risco de perder o ano letivo.

A ACP foi instaurada sob o número 0800133-69.2018.8.15.0071, no último dia 6. O promotor de Justiça de Areia, Newton da Silva Chagas, disse que pediu a liminar para que a situação dos estudantes fosse resolvida imediatamente, antecipando os efeitos da sentença definitiva. No entanto, segundo ele, a juíza entendeu que o gestor deveria ser ouvido antes e postergou a decisão, dando 15 dias ao Município, após sua citação, para que respondesse sobre o caso.

“As crianças que estão assistindo aulas debaixo da lona não têm esse tempo. A juíza também considerou ausência de prova do ato de fechamento das escolas. Não há prova documental desse fechamento. Nada foi publicado sobre isso. No entanto, os atos foram públicos e notórios. Estão na imprensa. A demora em resolver a situação causa um prejuízo muito grande aos estudantes”, afirmou.

O promotor esclareceu também que nem ele e nem as mães das crianças estão defendendo o ensino multisseriado, que era praticado nas escolas. Ele defende que a Prefeitura dê as condições necessárias para que os estudantes possam assistir aulas e aprender de fato, com a implementação, inclusive, do ensino seriado.

Antes de entrar com a ação, no último dia 6, o promotor havia expedido um documento ao Município, solicitando uma série de informações sobre o fechamento e recomendando a reabertura da Escola Maria Emília Maracajá e também que o Município se abstivesse de cancelar qualquer benefício dos estudantes, a exemplo do Bolsa Família, até que a situação fosse resolvida administrativa ou judicialmente.


Transporte deficitário

A Prefeitura de Areia informou aos pais dos alunos que disponibilizaria transporte escolar para levar os estudantes às novas escolas. No ano passado, o promotor pediu ao Município informações sobre os veículos em operação e o gestor encaminhou dados incompletos que não mostravam a situação dos veículos e foi advertido para encaminhar os documentos solicitados. Newton Chagas lembrou ainda que, na vistoria dos veículos escolares, realizadas este ano, só dois dos 14 veículos que estão em operação foram aprovados.

“Os pais dos alunos denunciaram que os alguns veículos não tem freio de mão, que as portas não fecham e outras situações que colocam em perigo a vida dos estudantes. Pedi informações urgentes à Prefeitura sobre esse problema e sobre as medidas tomadas depois do resultado da vistoria. Mas, pelo que estou vendo só querem ganhar tempo, enquanto os alunos sofrem os riscos”, afirmou o promotor.


Entre as escolas fechadas pelo promovido na qualidade de gestor público do Município durante o seu primeiro ano de gestão estão:

1. Escola Antônio Pires Bezerra – localizada no Sítio Saboeiro de Caiana;

2. Escola Maria Emília Maracajá – localizada no Sítio São José do Bonfim;

3. Escola Luzia Coutinho Garcia – localizada no Sítio Tauá;

4. Escola Dulce Serpa de Menezes – localizada no Sítio Riacho de Facas;

5. Escola Nossa Senhora de Fátima – localizada no Sítio Gitó;

6.Escola Elídio Pereira – localizada no Sítio Deserto;

7. Escola José Rufino de Almeida – localizada no Sítio Vaca Brava;

8. Escola Júlia Emília – localizada no Sítio Lagoa de Barrro;

9. Escola Severino Sérgio – localizada no Sítio Santo Antônio;

10. Escola Olívia Jardelino da Costa – localizada no Sítio Pirauá;

11. Escola João Nunes de Aquino – localizada no Sítio Mangabinha;

12. Escola Nazário José de Brito – localizada no Sítio Santana;

13. Fundamental II da Escola Madre Trautlinde – localizada no conjunto Mutirão.

Assessoria 

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Promotor pede reabertura de escolas fechadas na zona rural de Areia, PB

O Ministério Público entrou com ação civil pública pedindo a reabertura de escolas fechadas no ínicio do ano letivo na zona rural de Areia, no Brejo paraibano. No entanto, de acordo com o promotor de Justiça Nilton Chagas, a medida foi tomada devido ao não cumprimento de requisitos para o fechamento das escolas na zona rural do município.

A prefeitura fechou as escolas alegando que a quantidade de alunos não seria suficiente para formar turmas. Segundo o Prefeito de Areia, João Francisco, o fechamento das escolas faz parte de um processo da Secretaria Municipal de Educação para acabar com o sistema de ensino multiseriado, onde alunos de séries diferentes estudam juntos numa mesma sala de aula.

“Estamos guiados em indicações do Ministério da Educação, no pedido de fechamento das escolas multiseriadas pela Câmara Municipal, Conselho Municipal de Educação e também por documentos da Associação Municipal dos Professores. Todos esses orgãos nos deram indição que a escola multiseriada não é uma escola justa, quando podemos oferecer aos nossos alunos uma educação seriada, onde cada aluno tem sua condição apropriada com colegas de mesmo nível intelectual”, explicou o prefeito.

Nove escolas da zona rural de Areia já passaram pelas medidas da Secretaria de Saúde, desde o ano passado. Após o fechamento das escolas, a prefeitura ofereceu a transferência dos alunos para uma escola e para uma creche na zona urbana, com cerca de 2 km de deslocamento, mas os pais dos alunos não aceitaram a mudança. Por isso, cerca de 49 alunos estavam assistindo aulas nos fundos da escola Maria Emília Maracajá, em barracos improvisados com lonas.

Caso o pedido de liminar do promotor Nilton Chagas seja aceito, as escolas fechadas devem ser abertas imediatamente, até que a Juíza apresente o parecer final sobre a situação.

Ministério Público pede reabertura das escolas da zona rural de Areia

Ministério Público pede reabertura das escolas da zona rural de Areia

 G1

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Promotoria ajuíza ação solicitando a reabertura do Banco do Brasil em Araruna e a indenização por danos morais coletivos

bancoA Promotoria de Justiça de Araruna ingressou, na última quinta-feira (17), com ação civil pública (ACP) contra o Banco do Brasil em razão do fechamento da agência em Araruna desde o dia 7 de abril deste ano, sem a reinstalação dos serviços bancários de tal ente na mesma cidade, forçando a população ao deslocamento para outros municípios em busca de agências ativas do mesmo banco. O processo tramita na 1ª Vara da Comarca de Araruna sob o número 0800048-84.2016.8.15.0061.

Segundo o promotor Leonardo Fernandes Furtado, foram coletadas diversas provas a respeito da situação irregular, sendo realizada uma audiência de conciliação na Promotoria de Justiça, no dia 15 de agosto, sem o interesse da entidade bancária em formalizar Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Testemunhas ouvidas pelo promotor de Justiça afirmaram que, por conta do fechamento, a população foi forçada a se deslocar para municípios onde há agência do Banco do Brasil em funcionamento, como Tacima, Pirpirituba, Solânea e Caiçara, com prejuízo a diversos aposentados, idosos, comerciantes, servidores públicos, trabalhadores rurais e empresários de uma forma geral.

“As pessoas ouvidas informaram que não foram adotadas, desde a data do fechamento, quaisquer providências para amenizar a situação sofrida pela população de Araruna, ou seja, não houve disponibilização pelo Banco do Brasil de transporte de Araruna para a agência mais próxima em funcionamento, as pessoas custearam sozinhas o deslocamento, de prestação emergencial de alguns serviços bancários pelo Banco do Brasil em Araruna, com a instalação de posto de atendimento presencial para evitar o deslocamento das pessoas para outras cidades, nem a instalação temporária de caixas eletrônicos em Araruna, mesmo que ocorresse em sala alugada para tal finalidade, justamente para diminuir a necessidade do deslocamento dos clientes”, argumentou o promotor.

Ainda de acordo com o promotor, há registro de que, após o fechamento da agência bancária, ocorreu queda no faturamento do comércio de Araruna em percentual próximo a 50%. “O contexto fático descrito causa solução de continuidade em serviço público de índole essencial e de caráter contínuo, registrando-se que os serviços bancários deveriam ser prestados de forma adequada e eficaz, em respeito aos direitos básicos assegurados aos consumidores, no artigo 6º, do Código de Defesa do Consumidor”, complementa.

Pedidos

A ação pede que seja concedida liminar determinando, o restabelecimento total do funcionamento da agência física do Banco do Brasil em Araruna, seja em sede própria ou alugada, até ulterior decisão judicial, disponibilizando o atendimento presencial nos moldes em que ocorria na época do fechamento, com, no mínimo, cinco caixas eletrônicos e o atendimento presencial por aproximadamente seis funcionários, tudo isso acondicionado em estrutura física/predial compatível à dignidade dos consumidores e dos bancários. A ação requer ainda a condenação do Banco do Brasil ao pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 422.889,60.

ararunaonline

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Prefeito de Solânea entrega ginásio reformado e celebra reabertura com festa

ginasioNa tarde desta quinta-feira (16), o Prefeito Beto do Brasil (PPS), acompanhado do vice-prefeito, kaiser Rocha (PDT), entregou a população de Solânea, o Ginásio de Esporte Adauto Silva, com suas instalações completamente reformadas. A obra foi custeada por meio de convênio, entre a Prefeitura Municipal de Solânea e o Governo do Estado, que financiou 80% da reforma, cabendo ao município a outra parte.

Durante o evento de inauguração o prefeito, Beto do Brasil, destacou que os filhos de Solânea trazem boas lembranças do ginásio, e que todos já haviam participado de alguma atividade esportiva, cultural ou religiosa em algum momento. “Este ginásio, ele não é um simples ginásio, ele é um espaço onde acontecem os maiores eventos, as maiores reuniões. Era um espaço onde tudo acontecia e que infelizmente estava em ruinas”, declarou.

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A solenidade foi bastante festiva, e contou com a presença do Deputado Estadual Ricardo Barbosa (PSB), o conselheiro do Tribunal de Contas, Arnóbio Viana, vereadores, secretários municipais e um número considerável da comunidade. A festividade encerrou com o show da Banda Forró Saudades.

O primeiro grande evento que o ginásio irá abrigar, será a Segunda Plenária do Orçamento Democrático, no dia dois de maio próximo. Onde receberá o Governador do Estado, Ricardo Coutinho (PSB), que não pode estar presente na solenidade de reinauguração.

Além da reforma do Ginásio Adauto Silva, o prefeito tem se destacado em investimentos no esporte do município. Entregou a comunidade o ginásio da Escola Municipal José Menino de Oliveira e está concluindo o ginásio na Bela Vista. Além de apoiar com o patrocínio de padrões os clubes amadores do município.

DICOM Solânea

STF aprova reabertura de julgamento de 12 réus no processo do mensalão

NELSON JR/SCO/STF
NELSON JR/SCO/STF

Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nessa quarta (18) que 12 réus condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão, terão direito à reabertura do julgamento. Eles tiveram pelo menos quatro votos a favor da absolvição durante o julgamento.

A votação sobre a validade dos embargos infringentes estava empatada em 5 a 5 e foi definida com o voto do ministro Celso de Mello, favorável ao recurso. Os ministros decidem neste momento outras questões pendentes apresentadas pelos réus.

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A decisão beneficia 12 dos 25 condenados, que tiveram pelo menos quatro votos pela absolvição: João Paulo Cunha, João Cláudio Genu e Breno Fischberg (no crime de lavagem de dinheiro); José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares, Marcos Valério, Kátia Rabello, Ramon Hollerbach, Cristiano Paz e José Salgado (no de formação de quadrilha); e Simone Vasconcelos (na revisão das penas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas). No caso de Simone, a defesa pede que os embargos sejam válidos também para revisar o cálculo das penas, não só as condenações.

A partir de agora, de acordo com o Regimento Interno do STF, outro ministro será escolhido para relatar a nova fase do julgamento. Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski, relator e revisor da ação penal, respectivamente, não poderão relatar os recursos.

Agência Brasil

Sem convite para jogar, Zico fica fora de reabertura e aprova mudanças no Maracanã

Alguns dos momentos mais marcantes da carreira de Zico foram vividos no Maracanã. O maior ídolo da história do Flamengo conquistou vários títulos e marcou mais gols do que qualquer outro jogador no estádio considerado o templo do futebol brasileiro.

Apesar da inegável ligação sentimental com o estádio, onde entrou pela primeira vez aos 8 anos como torcedor, Zico, que não estará na reabertura (leia mais abaixo), defendeu a polêmica reforma completa para a Copa do Mundo de 2014, que resultou num Maracanã bem menor e completamente diferente daquele onde o ex-jogador brilhou tantas vezes dentro de campo.

Mohammed Dabbous-29.fev.2012/Reuters
Zico, quando ainda era técnico do Iraque
Zico, quando ainda era técnico do Iraque

“O estádio está muito bonito, mas por dentro é um outro estádio, totalmente diferente do antigo Maracanã. Do Maracanã mesmo só ficou no mesmo lugar e com a mesma parte de fora. Quem vê o Maracanã por dentro não tem nada a ver com o antigo”, disse Zico, que marcou 333 de seus mais de 800 gols no Maracanã, em entrevista à Reuters por telefone.

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“Eram mudanças necessárias. Houve tempo de 100 mil, 120 mil torcedores no Maracanã, mas hoje o futebol exige um conforto e uma segurança maiores. A perda da capacidade é uma consequência quando se precisa aumentar a segurança para o próprio torcedor, especialmente num estádio que foi construído há muito tempo”, acrescentou.

Zico, 60, jogou a maior parte da carreira no Flamengo, entre 1967 a 1989, com uma interrupção de 1983 a 1986, tendo o Maracanã como sua casa. Foi lá que ele liderou a equipe que conquistou quatro títulos nacionais entre 1980 e 1987 e venceu a Copa Libertadores de 1981, na chamada “Era Zico”.

Nos tempos de Zico, era comum o público passar da casa dos 100 mil torcedores, boa parte concentrada na área chamada de geral –um local onde se via o jogo de pé, abaixo do nível do gramado, com ingressos vendidos a preços baixíssimos.

Mesmo antes da reforma de quase R$ 900 milhões para a Copa do Mundo, o Maracanã já não comportava mais públicos de 100 mil torcedores, e a geral foi extinta na reforma realizada para os Jogos Pan-Americanos de 2007. Agora, a capacidade do estádio caiu novamente, de 90.000 para 78.639.

 

 

Folha

Raniery Paulino recorre ao Ministério da Saúde para reabertura de UTI’s em hospitais da PB

DEPUTADO-RANIERYNão satisfeito com os pedidos feitos a Secretaria da Saúde do Governo da Paraíba, o deputado estadual Raniery Paulino (PMDB) recorreu esta semana ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para que sejam adotadas providências urgentes para a reabertura das Unidades de Terapia Intensiva do Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, e do Hospital Regional Antônio Paulino Filho, em Guarabira.

Para o deputado, os valores financeiros transferidos pelo Ministério da Saúde ao Estado da Paraíba parecem não surtir os afeitos esperados, na medida em que os serviços prestados à população ficando carente de assistência médica hospitalar.

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Também esta semana, Raniery trousse à tona, de que o presidente da Cooperativa dos Médicos da Paraíba-COOMIT/PB, Almir Nóbrega da Silva Filho, procurou o Poder Legislativo paraibano apresentando toda a situação e relatando diversos problemas nas unidades espalhas por todo o estado. O parlamentar denunciou que por falta de leitos e deficiência de estrutura nas unidades de Guarabira e João Pessoa ocorrem várias mortes.

O deputado Raniery também levou ao conhecimento do ministro Alexandre Padilha, que a falta de médicos nas unidades, deve-se a o não pagamento de salários desde o mês de janeiro. E que a ausência de dialogo da Secretaria de Saúde estadual, o que dificulta ainda mais a possibilidade de saída para o problema.

Além do Ministério da Saúde, o parlamentar paraibano, levou o caso para o Departamento Nacional de Auditoria o SUS – DENASUS – Paraíba, para o fechamento da UTI do Regional de Guarabia, tornando público de que os municípios vizinhos a Guarabira também pagam que a população tenham o devido acesso os serviços do HR, incluindo UTI. Raniery alertou de que o fechamento da UTI pode acarretar a perda dos recursos por parte dos municípios se o serviço não funcionar em sessenta dias, havendo o cancelamento do convênio em virtude da gestão pactuada.

 

 

Assessoria

Engenhão não tem previsão para reabertura: ‘Pode ser um mês, seis’

entrevistaUma entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira deixou ainda mais clara a situação preocupante em que se encontra o Engenhão. O engenheiro Marcos Vidigal, representante do Consórcio Engenhão, e Armando Queiroga, presidente da RioUrbe, explicaram que o estádio foi interditado por causa de problemas nos arcos leste e oeste da cobertura. Mas os esclarecimentos não foram completos. Eles não deram qualquer previsão de reabertura do Engenhão, tampouco informaram de quem é a responsabilidade ou quem arcará com os custos da reforma. A justificativa para o fechamento do estádio é um deslocamento maior do que o previsto da estrutura da cobertura do estádio inaugurado em 2007, justificado por ambos com o “ineditismo” do projeto. O prefeito Eduardo Paes, que era aguardado na coletiva, não compareceu.

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Em pleno segundo turno do Campeonato Carioca, com jogos marcados para o estádio em todas as rodadas, ainda não há qualquer previsão de reabertura do Engenhão.

– Hoje não tem como dar prazos. Vamos focar no estudo. Estamos preocupados com a segurança e isso pedia a interdição imediata. Pode ser um mês, seis meses, o tempo necessário. Espero que em 30 dias a gente tenha uma solução e possa dizer: temos previsão de obra em tanto tempo. Pode ser até que haja uma solução emergencial – explicou Armando Queiroga, representante do Consórcio Engenhão.

Pode ser um mês, seis meses, o tempo necessário. Espero que em 30 dias a gente tenha uma solução e possa dizer: temos previsão de obra em tanto tempo. Pode ser até que haja uma solução emergencial”
Armando Queiroga

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, chegou a declarar ao “Bom Dia, Brasil” que não há risco de demolição. O estádio, construído para os Jogos Pan-Americanos, apresentou problemas na cobertura com risco para os espectadores e, por isso, foi imediatamente fechado. De acordo com Marcos Vidigal, o projeto inicial errou em 50% o cálculo de deslocamento da estrutura (feito pela empresa Alfa), causando o problema que, segundo ele, vem sendo vigiado desde a inauguração. Ele explicou que o primeiro relatório apontando riscos partiu dos autores do projeto, indicando uma restrição de uso do estádio com ventos superiores a 115km/h.

– O deslocamento foi superior ao previsto. Sempre foi motivo de investigação nossa. Ainda em 2007, começamos uma intensa pesquisa para saber que fenômeno era esse, sua consequência e suas causas. Em 2009, saiu o primeiro relatório da projetista com restrição. Não poderia ser usado com ventos acima de 115km/h. Entre 2009 e 2010, continuamos a pesquisa e conseguimos desenvolver um dispositivo que permitiu a medição das cargas nos pendurais. Feitas as leituras dos 100 pendurais, foram feitas 10 leituras para cada um e três foram aproveitadas. Optou-se pela contratação de uma terceira empresa especializada em cobertura de estádios.

A empresa escolhida foi a alemã Schlaich Bergerman und Partner (SBP), em 2011. Foram colocadas à disposição as leituras de carga nos pendurais e foi feita uma nova maquete para ensaio no túnel de vento, com base na estrutura construída, não no projeto.

– O relatório final da SBP aponta que a estrutura do Engenhão deverá passar por intervenções preventivas para restaurar os níveis de segurança recomendados. Nesse instante, o consórcio comunicou ao prefeito, recomendando a interdição do estádio. Então estamos nessa fase. O prefeito acertadamente tomou a providência de interditar para que a gente possa dar os próximos passos junto à prefeitura – disse Vidigal.

Queiroga, por sua vez, foi bastante evasivo ao ser questionado a respeito da previsão para uma solução. Na saída da coletiva, ele se recusou a responder sobre as garantias do consórcio que expiraram no ano passado. Sobre os custos da reforma, Queiroga respondeu.

O deslocamento foi superior ao previsto. Sempre foi motivo de investigação nossa. Ainda em 2007, começamos uma intensa pesquisa para saber que fenômeno era esse, sua consequência e suas causas”
Marcos Vidigal

– Quem vai pagar pela obra é um segundo momento. Naturalmente, se a prefeitura tiver de pagar e imputar o responsável, será feito. A responsabilidade aparecerá naturalmente, já que vamos nos debruçar em busca de uma solução.

Vidigal insistiu que não há evidências de que problemas na montagem sejam a causa do deslocamento excessivo, bem como descartou qualquer relação com questões de oxidação.

– No instante da retirada das escoras, o projeto previa um deslocamento diferente, mas não há evidência de que tenha sido um problema de montagem. O que tem é um modelo matemático, e não pode perder o foco do ineditismo, o modelo também era inédito. A empresa Alfa fez o cálculo, o dimensionamento da estrutura, e ela que indicava o deslocamento. O deslocamento ocorreu nos arcos leste e oeste. Norte e sul ficaram dentro da tolerância estimada. Foi cerca de 50% acima do previsto – concluiu.

 

Globoesporte.com