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“Porque fico no Correio”: Em carta, Fabiano Gomes explica razões para continuar no Sistema Correio

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Poucas pessoas tiveram a chance de conhecer o Sistema Correio – por dentro e por fora – como eu.

E lhes garanto: quem conhece se apaixona!

Quem não quer ser fisgado pelos Cavalcanti Ribeiro, dê meia volta e jamais se aproxime. pois se o fizer, estará irremediavelmente conquistado.

Sou, confessamente, apaixonado por esta casa que me deu tudo: tamanho, confiança, régua e compasso.

Pensei – realmente pensei, tolamente – que poderia curar esta paixão.

Mas, no íntimo, sabia que não resistiria a dez minutos de conversa com minha madrinha Beatriz.

Ela parece ter o dom nato de administrar conflitos.

A vida lhe deu, de berço, este PHD que tantos tentam conquistar nas academias da vida.

E sua trajetória fala por ela: desde que assumiu o comando geral desta casa, a Paraíba testemunha a ascensão do Sistema Correio ao topo dos conglomerados de comunicação da Paraíba.

Na conversa que tivemos esta manhã fomos – ambos – às lágrimas.

Não teve barganha. Não teve incremento de um mísero centavo ao que já me é pago, regiamente, por esta empresa.

Teve, isto sim, a amplitude da confiança que já nutrimos. O estreitamento dos laços afetivos que nos unem.

Uma afeição que se estende ao senador Roberto Cavalcanti, de quem mereci um dos gestos mais fraternos que se pode ter numa vida que, desde cedo, fiquei órfão de pai vivo: o zelo, o cuidado, a proteção.

Jamais esquecerei que ele largou tudo, todos os compromissos e responsabilidades, para me prestar socorro – me levando até o Sírio Libanês, em São Paulo, para que eu tivesse acesso ao melhor tratamento disponível neste País. E do meu lado não se apartou um só instante até meu restabelecimento.

Gestos como esse não se pagam – até porque o mundo monetário não tem moeda suficiente para quitar a doação e a abnegação; o carinho e o cuidado.

Só se agradece.

E se tem uma frase que quero morrer grifada em letras maiúsculas no meu coração é que gratidão se paga com gratidão.

Ao empresário João Gregório, meu mais profundo e sincero obrigado pela oferta generosa. E pela confiança que mais uma vez manifestou em mim, ao me estender a superintendência executiva de suas empresas – um cargo que sequer existia e que foi concebido para me acomodar confortável e prestigiosamente dentro da Arapuan.

João, digo de público que é uma honra e um conforto ter sua confiança desde os meus 16 anos, quando me abriu as portas de uma emissora de rádio em Cajazeiras, forjando ali o homem e o comunicador que sou hoje.

Mas tudo na vida tem seu tempo. E meu tempo no Sistema Correio ainda não terminou.

A paixão por esta casa, e pelos moradores que nela habitam, quebranta meu coração.

Nem sai e já estou de volta para assumir neste 2017 que está batendo na nossa porta outras importantes missões dentro do Sistema Correio, acumulando com a direção de radiojornalismo a diretoria geral de marketing e direção das plataformas das redes sociais.

Fecho 2016 me sentindo um homem feliz – como só é possível ser quando se é tão querido pelos que se quer tanto bem.

Feliz 2017. Paz, saúde e bem.

blogdogordinho

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Dez razões para não comemorar os 50 anos da Globo

Núcleo Piratininga de Comunicação
Núcleo Piratininga de Comunicação

Sem o brilho de outras épocas, a TV Globo comemora cinco décadas de existência. Nunca a sua audiência esteve tão baixa. No dia 1ª de abril ocorreram atos em prol da cassação de sua concessão em diversas cidades brasileiras. O do Rio e Janeiro contou com 10 mil pessoas.

Artistas globais e a falecida viúva de Roberto Marinho integram a relação de suspeitos de crimes de evasão fiscal e serão alvo de investigação pela CPI do Senado, criada para analisar o caso batizado como “Suiçalão”.

Ao assumir a postura pró-tucanos durante a campanha eleitoral de 2014, a emissora perdeu parte da regia publicidade oficial com que sempre foi contemplada. Os protestos contra a TV Globo vão continuar e existem pelo menos 10 razões para que os setores comprometidos com a democratização da mídia no Brasil não tenham nada a comemorar neste cinquentenário.

1. Marinho ficou com o canal 4 – Nos idos de 1950, a rádio líder absoluta de audiência e mais querida do Brasil era a Nacional, de propriedade do governo federal. O sucesso era tamanho que animou seus dirigentes a solicitarem ao presidente Juscelino Kubitschek a concessão de um canal de TV. Juscelino considerou a reivindicação justa e prometeu para “ breve” a concessão.

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No final de 1957, o Canal 4 era concedido para a inexpressiva Rádio Globo, de Roberto Marinho. As pressões do então magnata da comunicação, Assis Chateaubriand, foram decisivas contra a Rádio Nacional. Ele aceitava qualquer coisa, menos que a Nacional ingressasse no segmento televisivo. O Brasil perdeu assim a chance histórica de ter, no nascedouro, duas modalidades de televisão, a comercial e a estatal voltada para o interesse público como seria a TV Nacional.

2. O acordo que feriu os interesses nacionais – A TV Globo começou a operar de forma discreta em 26 de abril de 1965 e seus primeiros meses foram um fracasso de audiência. Sua operação só foi possível graças aos milhares de dólares que recebeu do gigante da mídia norte-americana Time-Life, apesar da emissora ainda hoje sustentar que se tratou apenas de “um contrato de cooperação técnica”. A realidade, fartamente documentada por Daniel Herz, no já clássico A história secreta da Rede Globo (1995) prova o contrário. Roberto Marinho e o grupo Time-Life contraíram um vínculo institucional de tal monta que os tornou sócios, o que era vedado pela Constituição brasileira. Foi este vínculo que assegurou à Globo o impulso financeiro, técnico e administrativo para alcançar o poderio que veio a ter.

3. Apoio à ditadura (1964-1985) – Durante quase 20 anos, TV Globo e governos militares viveram uma espécie de simbiose. Os militares, satisfeitos por verem na telinha apenas imagens e textos elogiosos ao “país que vai para a frente”, retribuíam com mais e mais benesses e privilégios para a emissora. Ela enfrentou alguns casos de censura oficial, após a edição do AI-5 em 1968, mas o que prevaleceu foi o apoio incondicional de sua direção aos militares e a autocensura por parte da maioria de seus funcionários. Some-se a isso que a TV Globo sempre se esmerou em criminalizar quaisquer movimentos populares.

4. Combate às TVs Educativas – No poder, algumas alas militares viram na radiodifusão um caminho para combater a “subversão” e, ao mesmo tempo, promover a integração nacional. Por isso, em 1965, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) solicita ao Conselho Nacional de Telecomunicações a reserva de 98 canais especificamente para a TV Educativa. Pouco depois, Roberto Marinho começava a agir.

O decreto-lei nº 236 de março de 1967 formalizava a existência das emissoras educativas, mas criava uma série de obstáculos para que funcionassem. O artigo 13, por exemplo, obrigava estas emissoras a transmitirem apenas “aulas, conferências, palestras e debates”, além de proibir qualquer tipo de propaganda ou patrocínio a seus programas. Traduzindo: as TVs Educativas estavam condenadas à programação monótona e à falta crônica de recursos. O que contribuiu para cristalizar a visão de que a Globo é sinônimo de qualidade.

5. O programa global de Telecursos – O projeto de Educação Continuada por Multimeios envolvia um convênio entre a Secretaria de Planejamento da Presidência da República, o BID, a Fundação Roberto Marinho (FRM) e a Fundação Universidade de Brasília (FUB). Aparentemente, o objetivo era nobre: “o atendimento à educação de população de baixa renda do país, mediante a utilização e métodos não tradicionais de ensino”.

Na prática, o convênio ficou conhecido como Programa Global de Telecursos e atendia exclusivamente aos interesses da FRM. Através dele, a FRM pretendia, sem qualquer custo, apoderar-se do milionário “negócio” da teleducação no Brasil. Para tanto, esperava contar com recursos nacionais e internacionais inicialmente da ordem de 5 milhões de dólares embutidos em um pacote de 20 milhões de dólares solicitados pelo governo ao BID no início de 1982.

A tentativa das Organizações Globo de se apropriar dos recursos destinados às TVs educativas chega à imprensa no início de 1983. O “tiroteio” entre os jornais Globo e Folha de S.Paulo durou meses e o convênio, que acabou não sendo assinado, só foi sepultado três anos depois, com o fim do regime militar. Ainda hoje a FRM representa o Brasil em vários fóruns internacionais sobre educação.

6. O caso Proconsult – Leonel Brizola foi um dos políticos brasileiros mais combatidos pela TV Globo. Marinho nunca o perdoou por ter comandado a “rede da legalidade”, emissoras de rádio pró João Goulart, quando da renúncia de Jânio Quadros à presidência da República, em 1961. Com a vitória do golpe civil-militar de 1964, Brizola foi para o exílio e só pode retornar ao Brasil com a anistia, em 1979.

O Caso Proconsult foi uma tentativa de fraude nas eleições de 1982 para inviabilizar a vitória de Brizola para o governo do Rio de Janeiro. A fraude foi denunciada pelo Jornal do Brasil, então o principal concorrente de O Globo e relatada pelos jornalistas Paulo Henrique Amorim, Maria Helena Passos e Eliakim Araújo no livro Plim Plim, a peleja de Brizola contra a fraude eleitoral (Conrad, 2005). Devido à participação de Marinho no caso, a tentativa de fraude é analisada no documentário  britânico Beyond Citizen Kane, de 1993. A TV Globo defendeu-se argumentando que não havia contratado a Proconsult e que baseava a totalização dos votos em apuração própria. Em 15 de março de 1994, Brizola, como governador, voltou a vencer a TV Globo ao obter, na Justiça, direito de resposta na emissora contra críticas de que era vítima.

7. Ignorou as Diretas Já – O primeiro grande comício das “Diretas-Já” aconteceu em São Paulo, em 25 de março de 1984 e coincidiu com o 430º aniversário da cidade. A TV Globo tratou o comício da Sé como um dos eventos comemorativos do aniversário da cidade, diminuindo deliberadamente sua relevância política. Omissões semelhantes repetiram-se em outras capitais. De acordo com o ex-vice-presidente das Organizações Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, em entrevista ao jornalista Roberto Dávila, na TV Cultura, em dezembro de 2005, foi o próprio Roberto Marinho, quem determinou a censura daquele comício, impedindo que manifestantes fossem ouvidos e proibindo o aparecimento do slogan “Diretas Já”.

A versão de Boni é diferente da que aparece no livro Jornal Nacional – A Notícia Faz História (Zahar, 2004), e que representa a versão da Globo. Aliás, a emissora vem tentando reescrever a sua história e, ao mesmo tempo, reescrever a própria história brasileira. A partir das Diretas-Já teve início a utilização, pelos movimentos populares, do bordão “O povo não é bobo. Abaixo a Rede Globo”.

8. Manipulação – Na eleição de 1989, a TV Globo manipulou o último e decisivo debate entre o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva e o do PRN, Fernando Collor. No telejornal da hora do almoço, a emissora fez uma edição equilibrada do debate. Para oJornal Nacional, houve instruções para mudar tudo e detonar Lula, editando-se os seus piores momentos e os melhores de Collor. Desde então, pesquisas e estudos sobre este “caso” têm sido feitas, destacando-se as realizadas por Venício A. Lima, professor aposentado da Universidade de Brasília.

9. Contra a democratização da mídia – Todos os países democráticos possuem regulação para rádio e televisão. No Reino Unido, por exemplo, a mídia e sua regulação caminharam juntas. Quando, em 2004, o governo Lula enviou ao Congresso Nacional projeto de lei criando o Conselho Nacional de Jornalismo, uma espécie de primeiro passo para esta regulação, foi duramente criticado pela mídia comercial, TV Globo à frente. Desde sempre, as Organizações Globo foram contrárias a qualquer medida que restrinja o poder absoluto que a mídia desfruta no Brasil. Prova disso é que o Capítulo V da Constituição brasileira, que trata da Comunicação Social, até hoje não saiu do papel.

Os compromissos dos mais diversos movimentos sociais brasileiros com a regulação da mídia foram reafirmados durante o 2º Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação, de 10 a 12 de abril em Belo Horizonte. Sua carta final, “Regula Já! Por mais democracia e mais direitos”, conclama movimentos sociais e ativistas a unirem forças para pressionar o governo a abrir o diálogo com a sociedade sobre a necessidade de se regular democraticamente a mídia.

10. Ativismo pró-impeachment – A mídia, em especial a TV Globo, tem tido papel protagonista nas manifestações contra a presidente Dilma Rousseff e o PT. Alguns estudiosos chegam a afirmar que dificilmente estas manifestações teriam repercussão se não fosse a Rede Globo. Em outras palavras, a Rede Globo, tão avessa à cobertura de qualquer movimento popular, entrou de cabeça na transmissão destas manifestações. No domingo 15/04, por exemplo, mobilizou, como há muito não se via, toda a sua estrutura com o objetivo de ampliar e dar visibilidade a estes atos. A título de comparação, as manifestações de 13/04, que também aconteceram em todo o Brasil e defenderam a Reforma Política, não mereceram cobertura tão dedicada da sua parte.

Nas redes sociais, internautas repudiaram a cobertura feita pela TV Globo e alcançaram, durante 48 horas ininterruptas, para a hashtag #Globogolpista, a primeira posição entre os assuntos mais comentados do Twitter. Novos protestos estão previstos.

Este já é o pior aniversário da TV Globo em toda a sua história.

 

cartacapital

8 Razões para casar e 8 motivos para continuar solteiro

casadosExiste um momento chave na sua vida que você vai perceber uma epidemia matrimonial a te cercar. São antigos camaradas que sossegaram o facho e encontraram a tampa da panela, irmãos com sua metade da laranja e até suas ex-namoradas que desfilam com maridos e filhos.

Por outro lado, há aqueles solteiros convictos. Guerreiros de balada que pegam mas não se apegam. Colegas que vivem micro relacionamentos intensos, embora efêmeros. Outros tantos separados, com filhos, que tentaram, mas descobriram que não foram feitos para juntar as escovas de dente.

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E onde você está nisso tudo? Desculpe-me colocá-lo contra a parede, não foi esta intenção. Para te ajudá-lo a ser e fazer suas decisões por você mesmo, resolvi apontar as8 razões para você se casar e 8 motivos para continuar solteiro. Escolha seu lado e seja feliz!

8 MOTIVOS PARA CASAR

1# Casados tem a vida sexual mais ativa

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Se você pensa que casar vai diminuir sua frequência na vida sexual, está redondamente equivocado. Apesar dos relacionamentos intercalarem curtos e longos períodos sem sexo, a atração química e física são ingredientes primordiais na maioria dos relacionamentos e são mais intensas do que na vida solteira.

Os estudos realizados pelos Centros de Pesquisa de Opinião Nacional, na Universidade de Chicago, EUA, apontaram que um casal abaixo de trinta anos faz sexo, em média, 112 vezes por ano. Essa pesquisa contraria ditos populares, já que a média dos solteiros na mesma idade é de 69 vezes.

2# Casados têm mais saúde e vivem mais
O matrimônio também te ajuda a ter viver mais e melhor. Estudos canadenses afirmam que o homem casado chega a viver até sete anos a mais do que um solteiro. Como o homem não é muito de se preocupar com a saúde, a parceira é fundamental nessas horas.

3# Construir uma família

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Juntas as escovas ainda é a ponte mais segura para ter seus herdeiros. Sei que você pode pular a etapa do casamento para ter filhos, mas o matrimônio ainda é o método padrão para iniciar uma família. Especialistas apontam que ter um filho dentro de um casamento saudável é a opção mais indicada para o desenvolvimento familiar.

4# Ganho financeiro

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O estudo foi realizado por John Helliwell e Shawn Grover, no National Bureau of Economic Research, no Canadá, comprovou que casados acumulam mais dinheiro. Para isto, tentaram analisar de que forma o casamento afeta o bem-estar do homem, levando em conta também o nível de felicidade antes do matrimônio, para descobrir em que medida a união com a mulher de fato mudou a vida do cara.

As pesquisas demonstraram que as pessoas que ficaram casadas, cada uma tinha cerca do dobro da riqueza de pessoas solteiras que nunca se casou. Juntos, a riqueza do casal foi quatro vezes maior do que uma única pessoa solteira.

5# Alguém para dividir os momentos difíceis

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No caso de depressão, por exemplo, a Universidade de Ohio, nos EUA, comprovou que a união estável aumenta a saúde mental, especialmente em pessoas que sofrem de depressão. O casamento ainda é visto com maior importância na meia idade, quando as pessoas estão mais sensíveis a mergulhar no bem-estar ou cair na melancolia, não importa o estado civil.

6# Companheira para a vida

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A grande chave para um casamento feliz está em fazer do seu cônjuge seu melhor amigo: “Aqueles que são melhores amigos dos seus parceiros obtêm os maiores benefícios do casamento e da convivência. O bem-estar do casamento é dobrado para aqueles cujo cônjuge também é seu melhor amigo”, revela o estudo do National Bureau of Economic Research. Muito mais do que escolher uma mãe para seus filhos, escolha uma parceira para sua vida.

7# Você se torna um cara melhor

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Se você é um cara inteligente, vai optar por um relacionamento com uma mulher perspicaz, teimosa e honesta. Esse tipo de companheira vai te fazer uma pessoa melhor, pois ela vai desafiá-lo a ser sempre melhor. Além do mais, no matrimônio você aprende o verdadeiro significado dos autos sacrifícios e compromisso. Coisas mais difíceis de aprender na vida solteira.

8# Casados são mais felizes

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Enfim, especialistas da universidade de Michigan analisaram dados de um levantamento feito com 10 mil pessoas sobre a satisfação com a vida ao longo do tempo. Assim, eles perceberam que o grau de felicidade caiu mais acentuadamente em longo prazo para os solteiros, enquanto os que tinham um companheiro eram mais felizes.

8 MOTIVOS PARA CONTINUAR SOLTEIRO

1# Ainda não estou pronto para dividir minha vida com alguém

8 Razões para casar e 8 motivos para continuar solteiro 10
Para encarar uma relação a dois, você precisa ter uma certa maturidade. Mas, se você não estiver neste patamar, sem problemas, não precisa ficar na neura. Você pode escolher seu caminho sem precisar se encaixar em padrões pré-estabelecidos, como aponta a campanha #umbrindeavidareal.  Aproveite sua zona de conforto, a casa dos pais, o fato de morar sozinho, sua estabilidade financeira ou o fato de poder fazer as mais diversas viagens que gostaria. Você pode muito bem adiar o projeto matrimônio ou descobrir que nunca foi feito para ele.

2# Solteiros estão mais em forma

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Quem não tem aquele amigo que resolveu casar e deixou a vaidade de lado. Dois estudos nos EUA comprovaram que homens e mulheres ganharam peso depois que casaram e perderam peso quando terminaram o relacionamento. Uma pesquisa de 2014 publicado no Journal of Marriage and Family analisou mais de 13 mil homens e mulheres entre 18 e 64 anos e descobriu que aqueles que nunca haviam se casado praticavam mais exercício físico semanalmente do que os casados ou divorciados.

Outro estudo australiano de 2003, publicado no American Journal of Preventative Medicine, realizou entrevistas com milhares de mulheres a respeito de seus níveis de atividade física. Quatro anos depois, as mulheres que haviam se casado nesse ínterim estavam muito mais sedentárias. A tendência de grande parte dos casados é deixar de lado o cuidado com a aparência e aderir ao sedentarismo ao longo dos anos, ocasionando perda de interesse da parceira e até separação.

3# A separação deixa você muito mais pobre

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Casamento deve ser algo bem pensado, pois suas consequências podem ser trágicas. Se, porventura, você não fizer uma boa escolha, a separação pode causar um mal bem pior ao seu bolso. Os divórcios tendem a diminuir a riqueza pessoal em 77%. Ou seja, é muito mais arriscado escolher a parceira para casar do que permanecer solteiro.

4# Relacionamento que sufoca e distanciam dos amigos

8 Razões para casar e 8 motivos para continuar solteiro 14
Um dos principais dilemas dos casamentos é o foco que o casal costuma dar para a relação, restringindo o círculo de amizades e aumentando a pressão sobre maridos e esposas para que eles sejam tudo para o parceiro. Sem esse convívio social, o casal fica muito mais propício ao estresse, desentendimentos e separação.

Seja porque você não sai mais com tanta frequência; porque eles estão na pista para negócio e você já se aposentou há tempos; ou porque simplesmente sua garota não curte seus amigos fanfarrões; o fato é que muitos dos seus grandes parceiros irão se afastar ou até sumir da sua vida quando você casar.

5# Objetivos pessoais e profissionais

8 Razões para casar e 8 motivos para continuar solteiro 15
Apesar de ser muito bom construir uma família, ela exige entrega, doação e deixar de lado muitos objetivos particulares. Uma vaga de risco em uma multinacional fora do país; aquele mochilão que você sempre sonhou na Europa ou aquele período sabático que você gostaria de fazer uma vez na sua vida terão que esperar. Se é que acontecerão algum dia.

6# Não dar satisfação a ninguém

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Sair quando e com quem quiser; não ter horas para voltar; pegar o carro e embarcar em uma trip na sexta depois do expediente, são coisas que solteiros conhecem muito bem. Já os casados, é preciso de muita negociação e consentimento para a coisa rolar.

Aquela vida do velho lobo solitário chegará ao fim quando você disser sim no altar. Esqueça suas amizades coloridas, disk pizzas ou revival com ex-namoradas. Se você gosta de se conhecer e se envolver com pessoas novas, este é um sinal de que não seja uma boa hora para casar.

7# Um casamento feliz exige tempo, energia e dedicação

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O pesquisador Eli J. Finkel concluiu que só se dá bem na vida a dois quem investe tempo e energia nos relacionamentos. De acordo com o sociólogo Jeffrey Dew e W. Bradfor Wilcox, os casais que passam tempo juntos, conversando ou fazendo outras atividades, têm 3,5 mais chances de serem felizes para sempre do que aqueles que mal se encontram. Ou seja, casar dá e exige muito trabalho.

8# Casar custa caro

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Cada vez fica mais caro entrar em uma igreja e sair abençoado pelo casamento. Só para ter uma pequena ideia, uma festa simples, com cerimônia, festa e recepção, só com pessoas bem próximas, custa o preço de um carro popular, chutando baixo.

É preciso pensar antes de tomar a decisão, pois seus gastos na hora de juntar as escovas não é só o local da festa, é precisa procurar um lugar para morar (alugar, comprar ou financiar), decorá-lo e deixá-lo pronto para esta nova fase da vida. Resumindo, você precisa fazer um bom pé de meia antes de ir ao altar.

 

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Escritora lista 5 razões para fazer sexo com o marido todas as noites

Foto: Reprodução / Inmagine Free
Foto: Reprodução / Inmagine Free

Como todo mundo sabe, sexo é um fator importante nos relacionamentos. Mas nem todos os casais praticam tanto quanto gostariam, não é mesmo? A escritora Meg Conley, colunista de assuntos femininos do jornal The Huffington Post, afirma ter perdido a libido depois de ter um bebê. Uma noite, enquanto lavava louça, ela percebeu que já estava há oito dias sem tocar em seu marido e resolveu reverter a situação. 

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Meg criou então uma lista de razões para que as mulheres façam sexo com seus maridos todas as noites. A seleção foi pensada para mulheres que se relacionam com homens, mas a maioria dos itens vale para todos os tipos de casal. Confira:

1. Reconquistar sua sexualidade em meio às tarefas diárias

O trabalho, a rotina e a maternidade podem fazer com que a mulher perca um pouco da feminilidade. No entanto, há momentos em que estar nos braços do seu marido pode fazer você se lembrar de quem você é — antes mesmo de você perceber que tinha esquecido. É adorável se encontrar por meio do toque de outra pessoa.

2. Homens precisam de sexo

Se você quer que o seu marido seja um homem, trate-o como um homem. Claro, não é uma tentativa de voltar aos anos 50. Mas o fato é que homens precisam de sexo. Mulheres precisam de muitas coisas para se sentirem amadas. Homens são bem mais simples.

3. É um momento para dedicar ao seu relacionamento

Vocês precisam ter um momento do dia só para vocês dois. Isso faz com que o casal não esqueça o quão apaixonante cada um é. É aquela hora em que não há nada que vocês dois não possam fazer.

4. Alivia o estress

Essa não precisa de muita explicação.

5. É divertido

Sério. Por que recusamos tão rapidamente as coisas boas da vida? Ficamos horas ajudando nossos filhos com deveres de casa, fazemos zumba fitness em público e arrancamos os pelos do nosso corpo (um pedaço de cada vez) com frequência. E achamos isso normal. Agora, diga para uma menina fazer sexo todas as noites e ela te olhará como se você fosse uma ninfomaníaca.

Depois de todos os conselhos da escritora, é importante ressaltar que não existe frequência sexual adequada para um casal:

— Uma pesquisa recente mostra que apenas 5% das mulheres fazem sexo todos os dias. Tudo varia de acordo com a fase da vida, com o sentimento envolvido e até com os compromissos que as pessoas têm na semana — explica a sexóloga Jaqueline Brendler.

 

ZH

Cássio afirma que tem ‘divergências profundas’ com RC e explica razões do rompimento

ricardo e cassioO senador Cássio Cunha Lima (PSDB) explicou durante entrevista na Arapuan FM as suas razões para romper a aliança com o governador Ricardo Coutinho (PSB). Em 2010, o tucano e o girassol tinham um interesse em comum: tirar José Maranhão (PMDB) do Governo do Estado.

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“Naquele ano tínhamos convergências que nos aproximavam, após esses três anos temos mais características que nos afastam. Quando formamos a aliança, assinamos uma carta compromisso e no final de 3 anos, eu poderia assinar embaixo ou discordar da gestão realizada até o momento”, colocou.

 

O senador tucano destaca que o motivo é administrativo e político. “São divergências profundas. Ricardo tem uma dificuldade enorme em dialogar e de escutar também. A comunicação entre nós era por mensagem”, contou.

“É claro que eu não o procurava muito. Eu tinha noção de que eu era um ex-governador e precisava dar autonomia ao governante, não posso ficar me metendo”, explicou.

Por fim, o senador afirmou que não se arrepende de ter formado a aliança com o PSB. “De forma alguma, é por isso que as eleições são de 4 em 4 anos. Para podermos avaliar o que foi feito e se vale a pena continuar”.

Pedro Callado

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Sexo pode queimar 440 calorias; conheça 6 razões para praticar

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Não que você precise de razões para ter uma vida sexual ativa com o parceiro, mas o site da revista Cosmopolitan fez uma lista com seis benefícios à saúde da prática de sexo, além de, claro, o prazer.

 

Faz você parecer mais jovem: a relação sexual, provavelmente, já te faz se sentir mais jovem. Mas a boa notícia é que ela também transmite essa sensação a aparência. Estudos descobrira que fazer sexo três vezes por semana pode rejuvenescer a aparência feminina em até 10 anos.

 

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Combate o estresse: uma pesquisa recente na Universidade de Nova York mostrou que o sêmen age como um bom antidepressivo. Na próxima vez que estiver se sentindo triste, tente uma noite de amor na cama com o parceiro.

 

Melhora a autoestima: um estudo da Universidade do Texas provou que um dos principais motivos para a prática do sexo é a melhora da autoestima. As participantes da pesquisa disseram que a relação sexual com o parceiro geralmente as fazem se sentir melhor com elas mesmas e com suas formas físicas.

 

Queima calorias: não é como uma corrida, o sexo queima apenas 21 calorias, em média. Mas a quantidade depende de como é o ato sexual, algumas relações podem chegar a 440 calorias gastas.

 

Cura enxaquecas: um estudo recente mostrou que o sexo é eficaz no tratamento de enxaquecas em 60% das pessoas entrevistadas.

 

Melhora a imunidade: de acordo com a Universidade Wilkes, fazer sexo uma ou duas vezes por semana está relacionado ao aumento do nível de hemoglobinas que protegem o corpo de gripes e outras infecções.

 

 

Terra

Hervázio Bezerra diz que não vê razões para que empréstimo da Cagepa não seja aprovado

hervazio bezerraO líder do Governo do Estado, na Assembleia Legislativa, deputado Hervázio Bezerra disse que não vê nenhuma razão para que o empréstimo da Cagepa não seja aprovado.

 

Ele disse que agora a oposição não tem mais nenhum motivo para votar contra a projeto. Hervázio Bezerra explicou que a matéria foi amplamente discutida em plenário como também em audiências públicas.

 

Ainda segundo Hervázio Bezerra, a empresa atendeu a todos os pedidos feitos pela oposição no que diz respeito à liberação de dados e informações, inclusive encaminhando o cadastro dos inadimplentes  junto ao órgão. “Tudo o que a oposição queria foi feito, a Cagepa deu todas as explicações,  então não vejo motivo para  que esse projeto não seja aprovado”, disse o deputado.

 

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Hervázio explicou que a dívida contraída pela Cagepa vem de gestões anteriores e agora a Caixa Econômica Federal convocou o Governo do Estado para negociar o débito. Todos os empréstimos foram consolidados em apenas um com juros de 3,5% anual e  com carência de dois anos  e agora o Estado está pagando mensalmente R$ 6, 5 milhões mensais.

 

O deputado lembrou que a matéria já passou pela aprovação das Comissões de Justiça e Orçamento da Assembleia faltando apenas ser colocada na pauta para votação. “É lamentável que um assunto tão simples tenha se  transformado em um verdadeiro cavalo de batalha, mas agora espero e confio  que  isso seja resolvido de uma vez por todas”, finalizou o deputado.

 

Mayra Medeiros

Pesquisa revela as principais razões da traição

Crédito: Thinkstock
Crédito: Thinkstock

O livro “The Normal Bar”, dos pesquisadores Chrisanna Northrup, Pepper Schwartz e James Witte (publicado em 2013), traz a pesquisa mais extensa do mundo sobre relacionamentos, revelando os principais motivos pelos quais as pessoas traem.

Os dados foram coletados em 2011, sendo avaliadas mais de 100 mil pessoas e contando com a ajuda de parceiros como os veículos de comunicação The Huffington Post, Readers Digest, AARP, iVillage e AOL. Os resultados da pesquisa foram divulgados nesta semana no The Huffington Post e revelaram que 33% dos homens e 19% das mulheres admitiram ser infiéis.

Entretanto, os entrevistados salientaram que a frequência da infidelidade importa e que há uma grande diferença entre um caso de uma noite só e um padrão de traição constante. O relatório mostrou que: 17% das mulheres que tinham sido sexualmente infiéis e 23% dos homens que também agiram dessa forma disseram que a traição aconteceu apenas uma vez; 36% das mulheres e 33% dos homens disseram que a infidelidade ocorreu de duas a cinco vezes. Porém, mais de 40% dos homens e mulheres infiéis admitiram que traíram com mais frequência.

Para alguns casais, a falta de comunicação, afeto e atração, que podem acontecer com o passar do tempo, acabam contribuindo para o desejo de trair. O livro “The Normal Bar” (em tradução livre “a barreira regular”) mostra que a perda de prazer sexual ou de frequência de relações pode deixar até mesmo os casais felizes vulneráveis.

A pesquisa presente no livro mostrou quais são as situações em que a traição é mais provável e como geralmente elas ocorrem. Confira abaixo.

Amigos próximos

Você já se sentiu atraída por um amigo ou um colega de seu companheiro? Segundo a pesquisa revelou, 86% dos homens e 85% das mulheres disseram que não achavam que algum amigo deles poderia ser atraente para os seus respectivos parceiros.

No entanto, parece que eles se enganaram, pois, quando a questão foi revertida, os pesquisadores descobriram que quase a metade (45%) dos homens e mais de um quarto (26%) das mulheres, na realidade, se sentem atraídos por amigos (as) de seus parceiros e tentados a infidelidade.

Segundo o The Huffington Post, a melhor defesa para isso é uma boa vida sexual com o parceiro. As pessoas que estão extremamente satisfeitas sexualmente são muito menos propensas a trair o par com um amigo, enquanto 52% daquelas que estão insatisfeitas responderam que têm vontade de “pular a cerca”.

Crédito: Thinkstock

Viagens de negócios

De acordo com a pesquisa, uma viagem de negócios pode parecer divertida se você não viaja muito, mas muitas pessoas que viajam com frequência não passam necessariamente por stress absurdo e noites solitárias. A situação (muitas vezes inevitável) de conhecer alguém no avião, aeroporto, restaurante ou no hotel pode ser um contraponto agradável em relação à rotina de um trabalho cansativo.

Estar longe dos olhos da família, amigos e cônjuge pode fazer com que a traição ocorra com mais facilidade. Segundo os resultados da pesquisa, mais de um terço (36%) dos homens e 13% das mulheres disseram que cederam à tentação em uma viagem de negócios. O livro mostra que a vulnerabilidade à tentação durante viagens de negócios aumenta muito entre 6 a 9 anos de relacionamento.

O que surpreendeu os pesquisadores é que não importa quão felizes esses homens e mulheres estavam em seus relacionamentos ou mesmo quão satisfeitos eles estavam sexualmente em casa. Alguns entrevistados simplesmente não conseguem resistir a uma oportunidade sexual fácil de esconder (em outra cidade ou país).

Uma antiga paixão

O reencontro com uma antiga paixão pode ter efeitos arrebatadores, principalmente nas mulheres. De acordo com a pesquisa, quase um terço (32%) das mulheres que admitiram cair em tentação disseram que estavam com um antigo namorado, contra 21% dos homens. E a zona de perigo para que isso ocorra é de dois a cinco anos em um relacionamento sério, quando a taxa de infidelidade salta para 42%.

Sexualmente entediado

O tédio sexual foi a razão que 71% dos homens e 49% das mulheres infiéis deram para a infidelidade. Mesmo as pessoas entrevistadas que são muito felizes em seus relacionamentos admitiram que “curam” a monotonia sexual com outra pessoa.

Vingança por infidelidade do parceiro

Algumas pessoas que foram traídas acabam pagando na mesma moeda, traindo apenas por vingança. No entanto, essas são minoria, sendo apenas 9% dos homens e 14% das mulheres que disseram ter tido relações com alguém como vingança para a infidelidade do parceiro.

A pesquisa mostrou ainda que aquelas pessoas que dizem ter muita “energia sexual” ou que dão a desculpa de que não conseguem viver na monogamia também estão de forma atuante nas estatísticas. Esses foram os motivos de infidelidade de 46% dos homens e 19% das mulheres.

 

 

POR CLAUDIA BORGES

TodaEla.uol

“Empresas de mídia no Brasil têm razões para estarem otimistas”, diz presidente da ANJ

Empossado no último dia 21 de agosto, no 9º Congresso Brasileiro de Jornais,

Divulgação
Carlos Fernando Lindenberg Neto

o presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e diretor de A Gazeta (ES) Carlos Fernando Alberto Lindenberg Neto destacou em seu discurso o desafio de buscar novos modelos de negócios e a importância dos jornais regionais no mercado nacional de periódicos.

Em um contexto em que importantes jornais nacionais já começam a cobrar pelo conteúdo digital, Carlos Fernando, também conhecido como Café, fala à IMPRENSA sobre os atuais desafios da ANJ que se dividem no modelo sustentável de negócios para os jornais, a defesa da liberdade de imprensa e a continuidade do “Programa Permanente de Autorregulamentação”.

Café ficará a frente da entidade até 2014 e é o primeiro diretor regional a presidir a ANJ. Ele substitui Judith Brito, da Folha de S. Paulo, que estava à frente da entidade até então.

IMPRENSA – Qual o maior desafio dos jornais em relação ao modelo de negócios?
Carlos Fernando Lindenberg Neto – A construção de novos modelos de negócios é o maior desafio, não apenas dos jornais brasileiros, mas de jornais de todo o mundo. Historicamente, nosso negócio tem se baseado num modelo em que grande parte da receita vem da publicidade e uma parte menor da circulação paga, seja avulsa ou por assinaturas. Com a internet e as mídias digitais, os jornais pretenderam disponibilizar gratuitamente seus conteúdos, supondo que o grande crescimento da audiência pudesse alavancar também um grande crescimento da publicidade. Isso não aconteceu e os jornais, no Brasil e em todo o mundo, tendem agora a construir modelos de negócios que têm como pressuposto algum tipo de cobrança dos conteúdos nas mídias digitais.
Você percebe otimismo por parte de nossas empresas jornalísticas?
As empresas de mídia no Brasil têm sólidas razões para serem otimistas. Mesmo diante de uma conjuntura internacional adversa, o país segue crescendo, às vezes em ritmo mais lento, mas com a economia em expansão. Nos últimos anos, ampliamos significativamente nosso mercado consumidor. Os reflexos positivos para as empresas de mídia, em geral, e também para os jornais, são evidentes. Diferente de outros países de economia mais madura, aqui os jornais vêm crescendo em circulação. E temos ainda muito espaço para crescer.
O que diferencia a indústria brasileira de jornais dos Estados Unidos, onde a crise se mostrou devastadora?
Os Estados Unidos, que têm um mercado leitor maduro, enfrentaram, e ainda enfrentam, uma combinação perversa de queda na circulação dos jornais e queda no faturamento publicitário dos jornais. No Brasil, a circulação de jornais está em crescimento e ainda temos um grande mercado leitor para conquistar. Em relação à publicidade, temos perdido espaço relativo no bolo publicitário, mas o faturamento continua crescendo em termos absolutos. Estamos trabalhando para que essa conjuntura positiva possa ser usada para fazermos uma transição mais tranquila do impresso para o digital do que vem ocorrendo nos Estados Unidos.
Qual o papel dos jornais regionais neste contexto?
Existem mais de quatro mil títulos de jornais de diferentes periodicidades no Brasil, sendo quase 700 de jornais diários. O Brasil é um dos países com maior número de títulos de jornais no mundo. Somos um meio de comunicação profundamente enraizado em todo o território nacional, que tem grande parte de sua força na identificação de cada um desses títulos construiu ao longo do tempo em suas regiões, com suas cidades. Embora existam alguns jornais no Brasil considerados referências nacionais, não se pode, num país tão imenso, falar em jornais nacionais, como é o caso de países menores da Europa, por exemplo. O poder de comunicação e de formação de opinião dessas publicações é muito grande. Ressalto também que boa parte deles apresenta excelentes níveis de profissionalismo e qualidade.
Quais são os planos da ANJ para seu projeto de autorregulamentação?
O nosso Programa Permanente de Autorregulamentação visa estimular os jornais associados a adotarem práticas de relacionamento transparente com suas audiências, no sentido de exporem seus princípios editoriais e éticos e poderem ser cobrados por isso. Lançamos o programa há pouco mais de um ano e tivemos a adesão total de nossos associados, alguns com práticas mais profundas, outros se iniciando nesse compromisso. Nosso objetivo é construir uma cultura de           autorregulamentação, em que os jornais estejam abertos para ouvir críticas e fazer correções. Como diz o nome, é um processo, uma obra em permanente construção, que poderá ser aprofundada, aperfeiçoada.
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Conheça cinco razões para o município adotar um plano de Segurança Alimentar e Nutricional

Uma questão recorrente e inevitável que surgiu em todas as Conferências de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) foi esta: quais são mesmo as vantagens e desvantagens de se implantar a Política e o Sistema Nacional acompanhados de Planos de SAN? Como este é um tema de extrema relevância, nos atrevemos a reunir em torno de cinco argumentos as razões que justificam a importância estratégica de os municípios adotarem Planos Municipais de Segurança Alimentar e Nutricional.

O primeiro motivo é que com a inclusão da alimentação no artigo 6º da Constituição Federal e na legislação específica (Lei nº 11.346/2006 e Decreto 7.272/2010), as três esferas do Estado brasileiro (municipal, estadual e federal) assumem, de forma corresponsável, as obrigações de respeitar, proteger, promover e prover o direito humano à alimentação adequada. Hoje os titulares de direitos podem exigir seu direito à alimentação através de meios políticos, administrativos e jurídicos, e o Estado tem a obrigação de realizá-los sob pena de ser levado aos tribunais.

Um segundo argumento é que com a adoção de um Plano de SAN o município cumpre com os preceitos da legislação nacional e internacional que garantem o direito humano à alimentação adequada. O município é livre para aderir ou não ao Sistema Nacional de SAN, mas é obrigado, por lei, a adotar mecanismos que expressem um conjunto de medidas que garantem a realização do direito humano à alimentação adequada de sua população.

Uma terceira razão relaciona-se à articulação e potencialização das diversas ações e programas de SAN, que geralmente são um tanto dispersos ou isolados no interior dos órgãos de governo, em um Plano intersetorial com estratégias, objetivos e metas bem definidos. Com isso, gradualmente, quebram-se os paradigmas que ainda concebem as políticas e programas de forma linear e setorial, mediante a abertura e a reunião dos diferentes setores em torno da construção de políticas e planos intersetoriais e integrados, já que a SAN abrange as diferentes dimensões e setores das ações governamentais.

Um quarto argumento é que a adoção de um sistema e um Plano de SAN possibilita a institucionalização de programas de SAN como políticas públicas permanentes no âmbito do município. Na medida em que se tem legislação que respalda estas ações se tem mais força para garantir a destinação de recursos públicos através de dotação orçamentária específica no Plano Plurianual para esta finalidade. Além do mais, cada vez mais o acesso aos recursos públicos estaduais e federais na área de SAN estará condicionado à adesão do município ao sistema e à implementação de Planos de SAN. Ou seja, os municípios que adotarem Planos de SAN se credenciarão para acessar editais públicos e recursos adicionais para a implementação de iniciativas que garantem o direito humano à alimentação.

O quinto e último argumento é que a adoção de um Sistema e um Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional expressa uma opção política e uma visão estratégica do gestor público que aposta na SAN como um investimento público na qualidade de vida da população de seu município. Deste modo, investir em sistemas locais de SAN que envolvam desde a produção, passando pelo abastecimento, a transformação, a distribuição e o consumo é investir na prevenção da saúde e garantir que a população goze de boa qualidade de vida com soberania e segurança alimentar e nutricional.

* Evandro Pontel  é graduado em Filosofia e Teologia, professor na RedeSan/UFRGS; Irio Luiz Conti é mestre em Sociologia, professor na RedeSan/UFRGS, conselheiro do Consea e presidente da Fian Internacional.

Assessoria de Comunicação para o Focando a Notícia