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PB recebe 700 mil doses de vacina contra raiva animal

vacinacao_animaisO Ministério da Saúde enviou à Paraíba 700 mil doses de vacina para realização da 34ª Campanha de Vacinação contra a Raiva Animal (canina e felina) no Estado, com ‘dia D’ previsto para 17 de setembro. A campanha se estende durante 30 dias, após o dia D, em todos os municípios paraibanos. A meta da iniciativa é imunizar 604.992 animais, sendo 413.079 cães e 191.913 gatos.

“A raiva é uma das doenças mais estudadas em todo o mundo e, no entanto, não tem cura. A vacinação dos animais, especialmente cães e gatos, tem como foco, também, a proteção e promoção da saúde da população humana. É a única vacina animal preconizada e normatizada pelo Ministério da Saúde”, informou o chefe do Núcleo de Zoonoses da Secretaria de Saúde da Paraíba, Francisco de Assis.

Todas as 12 Gerências Regionais de Saúde do Estado já receberam os insumos (seringas, agulhas e doses) e devem repassá-los aos municípios. “Durante as duas últimas semanas, nós passamos por Guarabira, Itabaiana, Campina Grande, João Pessoa, Monteiro e Princesa Isabel. Nesta quinta-feira (18), ainda vamos aos municípios de Piancó e Patos. A intenção é repassar aos gestores e profissionais de saúde informações sobre a operacionalização da campanha – importância, objetivos, metas e disponibilidade de insumos”, adiantou Francisco de Assis.

A principal recomendação aos gestores é que a campanha seja divulgada amplamente nos municípios e que o início das atividades pode (e deve) ser antecipado. “Estamos próximos do período eleitoral e sabemos que ele atrapalha o andamento natural do serviço. Os municípios têm autonomia para iniciar a campanha antes do dia D, desde o momento da chegada das vacinas. Além disso, reforçamos o pedido de divulgação em hospitais, PSFs, rádios, associações comunitárias e igrejas para que toda a população fique atenta”, concluiu.

Pelo oitavo ano consecutivo, será utilizada a Vacina de Cultivo Celular em cães e gatos. Este tipo de vacina tem uma melhor resposta imunológica, ação mais duradoura e faz parte do Plano de Eliminação da Raiva Humana transmitida por cães e gatos e do Programa Nacional de Imunização, protocolo assinado pelos países latinos, junto à Organização Mundial de Saúde (OMS). “Devem ser vacinados todos os cães e gatos a partir de três meses de idade, em bom estado de saúde. Não há contraindicação e essa é a única forma de evitar a infecção rábica em cães e gatos, principais focos da doença no ciclo urbano”, explicou Francisco.

O chefe do Núcleo de Zoonoses da SES-PB informou, ainda, que anualmente, na Paraíba, são atendidas cerca de 9.500 pessoas envolvidas em acidentes com animais. “Os cães respondem a 80% dos casos de acidentes e, por isso, salientamos a importância de manter os animais imunizados. Desta maneira, consequentemente, o ser humano também estará protegido da doença”, alertou Francisco de Assis, orientando, ainda, que os cães e gatos que serão vacinados pela primeira vez, independente da idade, devem receber uma dose de reforço após 30 dias.

“Através de campanhas de rotina e de intensificação de vacinação, nota-se uma diminuição progressiva no número de casos de raiva em animais e ausência de casos de raiva humana transmitida por cães nos últimos 17 anos. O Dia D é 17 de setembro, mas os animais podem ser imunizados durante o ano inteiro. Quanto mais rápido o animal for protegido, melhor para o bem estar dele e também da família”, recomendou Francisco de Assis.

Cobertura vacinal

Nos últimos dois anos, a Paraíba superou a meta de vacinação que corresponde a 80% da população canina e felina estimada no Estado. Em 2014, foram vacinados 90,1% dos animais. Já em 2015, 85% dos animais foram vacinados.

A raiva

É uma doença infecciosa aguda, de etiologia viral, transmitida ao homem por meio de mordeduras, arranhaduras, lambedura de mucosas ou pele lesionada por animais raivosos, provocando uma encefalite viral aguda. A doença acomete o sistema nervoso central, levando a óbito em curto espaço de tempo. É letal em aproximadamente 100% dos casos, por ser causada por um vírus mortal, tanto para os homens quanto para os animais. A única forma de evitá-la é a vacinação dos animais.

A raiva apresenta quatro ciclos de transmissão: no ciclo rural tem como principais transmissores os bovinos, caprinos, suínos, ovinos e equídeos; no ciclo silvestre, as raposas, guaxinins, macacos e roedores têm maior destaque na transmissão da doença; no ciclo aéreo, os morcegos representam maior perigo e no ciclo urbano os principais responsáveis pela manutenção do vírus rábico são os cães e gatos.

Os sintomas da raiva são característicos e variam no animal e no ser humano. O animal geralmente apresenta dificuldade para engolir, salivação abundante, mudança de comportamento, mudança de hábitos alimentares e paralisia das patas traseiras.

Nos cães, especificamente, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um “uivo rouco”, e os morcegos, com a mudança de hábito, podem ser encontrados durante o dia, em hora e locais não habituais.

Já nos seres humanos, no início, os sintomas são característicos: transformação de caráter, inquietude, perturbação do sono, sonhos tenebrosos; aparecem alterações na sensibilidade, queimação, formigamento e dor no local da mordedura. Essas alterações duram de dois a quatro dias. Posteriormente, instala-se um quadro de alucinações, acompanhado de febre; inicia-se o período de estado da doença, por dois a três dias, com medo de correntes de ar e de água, de intensidade variável. Surgem crises convulsivas periódicas.

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Guardar raiva pode diminuir expectativa de vida, diz estudo

Foto: Getty Images
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Guardar as emoções pode fazer mal à saúde física e mental. Um estudo feito por especialistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriu que a atitude pode ainda diminuir a expectativa de vida das pessoas e torna-las um terço mais propensas a morrerem jovens do que as que expressam os sentimentos.

 

Quando os pesquisadores analisaram as causas específicas de morte, descobriram que os riscos aumentaram 47% para as doenças do coração e 70% para o câncer. O estudo avaliou 796 homens e mulheres, com idade média de 44 anos, que se inscreveram para um inquérito de saúde em 1996.

 

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Parte das questões avaliou o quanto os participantes suprimiam as emoções. A pesquisa foi repetida 12 anos depois, período em que 111 pessoas morreram – a maioria de doença cardíaca ou câncer. Quando os pesquisadores analisaram os escores de emoção, eles descobriram que as taxas de mortalidade foram maiores entre aqueles com maior probabilidade de reprimir raiva, em vez de deixar as pessoas saberem o que estavam pensando.

 

Não está claro como emoções reprimidas causam morte prematura. Uma teoria é que as pessoas se voltam para o álcool, cigarros ou junk food para ajudá-las a lidar com os sentimentos ocultos. Outra é porque a tensão perturba o equilíbrio hormonal no corpo, aumentando o risco de doenças relacionadas com o dano celular, como as afecções cardiovasculares e câncer.

 

 

 

Terra 

Campanha de vacinação contra raiva animal em cães e gatos é prorrogada até dia 30

 

A Secretaria de Estado da Saúde (SES)  prorrogou até o dia 30 de janeiro, a campanha de vacinação contra a raiva animal que foi iniciada no dia 1º dezembro. A meta é imunizar 414.892 cães e 192.751 gatos em todo o Estado.[bb]

O chefe de Núcleo de Controle de Zoonoses da SES, Francisco de Assis Azevedo, explicou que a autorização para a prorrogação da campanha foi solicitado ao Ministério da Saúde (MS), que atendeu a um pedido da secretaria. Ele disse que o principal motivo que levou a pedir a  prorrogação da campanha, foi a baixa cobertura vacinal. A maioria dos municípios realizou a campanha no dia “D” e não deu continuidade ao restante do período. “Agora vamos fazer reuniões para sensibilizar os novos gestores a darem continuidade à campanha e assim melhorar os indicadores”, explicou Assis.

De acordo com os dados do Núcleo de Zoonoses, até o dia 27 de dezembro foram vacinados 343.573 cães e 110.566 gatos totalizando 450.139 animais e atingindo uma cobertura de 66,2%. A meta estipulada pelo Ministério da Saúde é de 80%.

Assis Azevedo destacou que apenas duas Gerências Regionais de Saúde superaram a meta preconizada pelo Ministério da Saúde. Em Guarabira, sede da 2ª Gerência, formada por 25 municípios, a cobertura foi de 86,9% e em Catolé do Rocha, sede da 8ª Gerência com 14 municípios, a vacinação atingiu 87,4%.

A doença – A raiva é uma doença infecciosa aguda, de etiologia viral, transmitida ao homem por meio da mordedura, arranhadura, lambedura de mucosas ou pele lesionada por animais raivosos, provocando uma encefalite viral aguda. A transmissão ocorre quando o vírus rábico existente na saliva do animal infectado penetra no organismo.

A doença acomete o sistema nervoso central, levando ao óbito após curta evolução. É letal em aproximadamente 100% dos casos, por ser causada por um vírus mortal, tanto para os homens quanto para os animais, e a única forma de evitá-la é pela vacinação anual, que não tem contraindicação.

A raiva apresenta quatro ciclos de transmissão: no ciclo rural, os bovinos, ovinos, caprinos, suínos e equídeos são os principais elementos transmissores da raiva; no ciclo silvestre, as raposas, guaxinins, macacos e roedores têm maior destaque na transmissão da doença; no ciclo aéreo, os morcegos representam o maior perigo; e no ciclo urbano os principais elementos responsáveis pela manutenção do vírus rábico são os cães e gatos.

Secom-PB para o Focando a Notícia

Campanha de Vacinação Contra Raiva Animal é realizada neste sábado

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realiza Campanha de Vacinação contra a Raiva Animal neste sábado (1º) em todos os municípios paraibanos. A meta é imunizar 607.643 animais, sendo 414.892 cães e 192.751 gatos. Para isso, serão colocados à disposição da população mais de 800 postos espalhados nos 223 municípios do Estado, que funcionarão das 8h às 17h, mobilizando aproximadamente seis mil profissionais de saúde.

De acordo com o Chefe do Núcleo de Controle de Zoonoses da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Francisco de Assis Azevedo, a campanha tem como objetivo eliminar a raiva em cães e gatos, já que existe um protocolo assinado pelo Ministério da Saúde dos países latinos de eliminar a raiva humana transmitida por estas espécies, que são o principal foco da doença no ciclo urbano, até o ano de 2015.

Pelo quarto ano consecutivo, será utilizada Vacina de Cultivo Celular, que tem uma melhor resposta imunológica e ação mais duradoura. Também serão utilizadas seringas e agulhas descartáveis na proporção de uma seringa e uma agulha pra cada animal vacinado, possibilitando uma melhor qualidade no serviço, evitando possíveis contaminações.

Todas as Gerências Regionais de Saúde e o Nível Central, por meio do Núcleo de Controle de Zoonoses da SES, estarão de plantão neste sábado, dando suporte aos municípios.  “Esta vacina é destinada apenas para cães e gatos, em bom estado de saúde, a partir de três meses, e não tem contraindicação”, afirmou Assis.

Foram repassados recursos para os municípios paraibanos no valor de R$ 419.704,95 desde julho de 2012, pelo Ministério da Saúde, de acordo com o que dispõe a Portaria Ministerial 2.352, já que se trata de uma ação pactuada junto à tripartite e que faz parte do Plano de Eliminação da Raiva transmitida por cães e do Programa Nacional de Imunização.

Francisco de Assis Azevedo explicou também que a SES já disponibilizou para as Gerências Regionais de Saúde todos os insumos necessários (seringas, agulhas e vacinas) e estas repassaram o imunizante para os municípios. Para esta campanha, o Ministério da Saúde enviou 650 mil doses de vacina e seringas.

[B]Dados[/B] – Este ano, até o mês de outubro, a SES não registrou nenhum caso  de Raiva Animal na Paraíba. Ano passado foi registrado um caso em morcego e oito em bovinos, onde a principal fonte de infecção é o morcego hematófago. A Paraíba não registra caso de raiva humana há 13 anos. O último caso da doença em humanos foi em junho de 1999.

[B]A doença[/B] – A raiva é uma doença infecciosa aguda, de etiologia viral, transmitida ao homem por meio da mordedura, arranhadura, lambedura de mucosas ou pele lesionada por animais raivosos, provocando uma encefalite viral aguda. A transmissão ocorre quando o vírus rábico existente na saliva do animal infectado penetra no organismo.

A doença acomete o sistema nervoso central, levando ao óbito após curta evolução. É letal em aproximadamente 100% dos casos, por ser causada por um vírus mortal, tanto para os homens quanto para os animais, e a única forma de evitá-la é pela vacinação anual, que não tem contraindicação.

A raiva apresenta quatro ciclos de transmissão: no ciclo rural, os bovinos, ovinos, caprinos, suínos e equídeos são os principais elementos transmissores da raiva; no ciclo silvestre, as raposas, guaxinins, macacos e roedores têm maior destaque na transmissão da doença; no ciclo aéreo, os morcegos representam o maior perigo; e no ciclo urbano os principais elementos responsáveis pela manutenção do vírus rábico são os cães e os gatos.

Secom/PB