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Criança morre com queimaduras após cair em caldeirão com água quente, na Paraíba

Uma criança de dois anos morreu nesta quarta-feira (11) depois de sofrer queimadas provocadas por água quente. O acidente aconteceu na cidade de Ingá, no Agreste da Paraíba, mas a criança morreu no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

As queimaduras aconteceram no dia 28 de agosto. De acordo com relatos de parentes à polícia, a criança estava em casa, enquanto o padrasto preparava uma caldeirão com água fervendo.

Ele teria colocado o caldeirão no chão e, quando se abaixou para pegar algo no chão, bateu a cintura na criança e ela caiu dentro do caldeirão. Ela foi encaminhada para a UPA da cidade de Ingá e, em seguida, levada para o Hospital de Trauma de Campina Grande, que tem uma ala especializada em queimaduras.

A morte da criança foi registrada na Central de Polícia Civil de Campina Grande e deve ser investigada pela Polícia Civil de Ingá.

G1

 

Criança de 3 anos sofre queimaduras nos pés ao pisar em fogueira durante São João, na PB

Um menino de 3 anos deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande com queimaduras nos pés, na noite dessa segunda-feira (24), em Campina Grande. De acordo com a assessoria de imprensa da unidade de saúde, a criança sofreu as queimaduras ao pisar nas brasas de uma fogueira, na tarde do dia de São João.

Segundo a assessoria do hospital, o menino é do bairro Três Irmãs e chegou à unidade de saúde acompanhada da mãe. Na manhã desta terça-feira (25), a cirurgiã plástica Isis Lacerda, médica que atendeu a criança, informou ao G1 que o menino sofreu queimaduras de 2º grau no pé esquerdo e de 1º grau no pé direito.

A mãe contou que a fogueira foi feita na noite do dia 23, véspera de São João, e que na tarde desta segunda, o filho pisou nas brasas que restaram da fogueira. “Ele deu entrada no hospital ontem à noite, mas retornou na manhã desta terça-feira para trocarmos os curativos e ataduras”, explicou Isis Lacerda.

Conforme a médica, o estado de saúde da criança é estável. Após ser atendido na manhã desta terça-feira, o menino foi liberado e deve retornar ao hospital para avaliação médica.

“Nesses casos a gente faz todo o atendimento, mas não internamos. Ele vai pra casa e volta para o hospital para avaliação. Quando os ferimentos estiverem melhor, aí a troca de curativos deve ser feita pela mãe em casa”, concluiu Isis Lacerda.

Foto: Divulgação/Assessoria Trauma-CG

G1

 

Dicas e cuidados ajudam a evitar e tratar queimaduras

Marcado como o mês mais festivo da região Nordeste, Junho também é uma das épocas com maior incidência de acidentes e queimaduras com fogos de artifício, fogueiras e balões. Veja abaixo dicas e cuidados citados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) para evitar esses acidentes.

Conforme a SBD, é preciso ter muito cuidado com a aproximação nas fogueiras, principalmente com crianças pequenas que não conseguem ter dimensão do perigo. Já o manuseio incorreto de fogos de artifício podem causar queimaduras, além de mutilações nos dedos, machucados nos olhos e até a surdez.

“A pele pode ser destruída parcialmente ou totalmente, atingindo desde pelos até músculos e ossos. Os tipos de queimaduras são: 1º grau – quando atinge a camada mais superficial da pele, lesão é vermelha, quente e dolorosa; 2º grau superficial – que gera bolhas e muita dor; 2º grau profunda – quando é menos dolorosa, a base da bolha é branca e seca; e 3º grau – que é indolor, acomete todas as camadas da pele e pode chegar até aos ossos e gerar sérias deformidades”, contou Samuel Mandelbaum, médico dermatologista da SBD.

Em caso de acidente, a SBD recomenda que a área queimada fique debaixo de água fria ou sejam aplicadas compressas limpas e frias sobre a queimadura até que a dor desapareça ou se busque um serviço médico.

“Para as queimaduras de 1º grau, é importante manter a área de queimadura hidratada, usando óleo mineral ou vaselina líquida. Já no caso de formação de bolhas, as mesmas não devem ser retiradas, pois elas servem de curativo biológico. Deve-se procurar um médico, e após a cicatrização, é necessário usar filtro solar para evitar o surgimento de manchas. A SBD também alerta que tratamentos caseiros de queimaduras podem causar infecções na ferida e alergias. Não é recomendado usar pasta de dente, clara de ovo, manteiga ou outras receitas indicadas por amigos ou buscadas na internet”, informou a SBD.

Busque atendimento médico imediato se:

– A queimadura for considerada de segundo ou terceiro graus.

– A área queimada for grande, mesmo que a queimadura não pareça grave, ou sempre que a queimadura parecer cobrir mais de 15 a 20% do corpo.

– A queimadura for provocada por fogo, corrente elétrica ou substância química.

– A queimadura for no rosto, couro cabeludo, articulações ou genitais.

– A queimadura parecer estar infectada (inchada, com pus, cada vez mais roxa ou com linhas roxas na pele que rodeia a ferida).

 

 

portalcorreio

 

 

Mulheres sofrem queimaduras após explosão de cafeteira, em João Pessoa

Duas mulheres sofreram queimaduras após uma cafeteira explodir, na noite deste domingo (14), no bairro Treze de Maio, em João Pessoa. A cafeteira estava funcionando no momento da explosão e jorrou café quente por todo ambiente.

A cafeteira tinha um suporte de vidro. As mulheres, de 50 e 33 anos, estavam perto do objeto e foram atingidas pelo líquido no momento da explosão. Elas foram encaminhadas ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

A mulher de 50 anos passou pelos atendimentos médicos de emergência e recebeu alta ainda na noite do domingo. A outra, de 33 anos, permanece internada e o estado de saúde dela, conforme a assessoria de imprensa da unidade de saúde, é estável.

G1

 

Gestante sofre queimaduras ao tentar usar álcool para acender fogão artesanal

Uma grávida sofreu queimaduras ao tentar acender um fogão artesanal com álcool na tarde deste domingo (31), no bairro Cristo Redentor, em João Pessoa.

De acordo com o relato, a mulher pensou que o fogo havia apagado e tentou despejar álcool para reacender as chamas, causando uma explosão. Ela sofreu queimaduras, e o marido que estava próximo, também foi atingido na perna. Alguns objetos da residência foram consumidos pelas chamas.

A gestante foi levada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

 

clickpb

 

 

Menino de 6 anos sofre queimaduras após ser atingido por sopa em escola

Uma criança de seis anos teve queimaduras no corpo ao ser atingida por uma porção de sopa, na Escola Municipal Manoel Machado da Nóbrega, no município de Massaranduba, no Agreste paraibano. O fato aconteceu nessa quinta-feira (28) e o pai contou ao Blog do Márcio Rangel que a diretoria informou não ter responsabilidade sobre o ocorrido.

A diretora informou ao pai do menino que ele rejeitou ser levado ao hospital, com medo de injeção. A diretora Célia Araújo teria se recusado a falar sobre o caso ao Blog do Márcio Rangel.

O ClickPB não conseguiu entrar em contato com a prefeitura de Massaranduba e com a escola municipal onde a criança estuda.

 

ClickPB

(Foto: Arquivo pessoal/Reprodução/Blog do Márcio Rangel)

 

Crianças e adolescentes são metade das vítimas de queimaduras em João Pessoa

(Foto: Maurício Melo/G1)

Metade dos atendidos pelo Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa com ferimentos causados por fogo e fogos de artifícios foram crianças e adolescentes até 14 anos, durante a Campanha de Prevenção às Queimaduras deste ano. A ação que compreende o período de festejos juninos, teve uma redução de 13% nos atendimentos em relação a 2016.

A campanha encerrou nesta terça-feira (4) com 95 atendimentos no total, contra 109 no ano passado. Pessoas atendidas com queimaduras foram 24, sendo 12 crianças de zero a 14 anos. No primeiro semestre de 2017 foram atendidas 587 vítimas de queimaduras na unidade de saúde.

“Houve um pequeno aumento com relação aos números de crianças vítimas de fogos e o alerta é para que os pais entendam que lugar de criança não é perto de fogo ou cozinha”, frisou o coordenador da Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ), Saulo Montenegro.

G1

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Primeiros socorros para queimaduras, insolação e outros acidentes da praia

ouvidoPraia é sinônimo de relaxar e se divertir. Mas, se não tomarmos os cuidados adequados, o passeio pode virar uma dor de cabeça – por isso é importante usar protetor solar, se hidratar bem e tomar cuidados com os alimentos estragados. Só que mesmo essas precauções podem não ser suficientes, abrindo espaço para pequenos acidentes acontecerem. Pensando nisso, conversamos com diversos especialistas, que nos ensinaram os primeiros socorros para acidentes típicos da beira mar:

Queimadura

Os cuidados locais que a pessoa deve ter quando sofre uma queimadura térmica são: lave o local com água gelada e sabão neutro, sem usar gelo no local. “Isso pode agravar a lesão, uma vez que a pele estará muito sensível”, declara o clínico geral Lucas Zambon, supervisor do Pronto Socorro do Hospital das Clínicas. Caso haja bolhas, não estoure, pois há risco de contrair infecções. Após lavar e secar com cuidado o local, você pode fazer compressas geladas com cuidado. “A hidratação com cremes à base de aloe vera pode ser praticada onde não há formações de bolhas ou lesões mais profundas (ou seja, apenas pele vermelha e dolorosa que fica branca quando se faz pressão com o dedo sobre a lesão).”
O especialista afirma que os cuidados com queimaduras são os mesmos, não importa se por objeto quente, exposição ao sol ou outras causas. “Você deve procurar atendimento médico em caso de bolhas, dor intensa, sinais de pele morta e descamando após a queimadura, queimaduras de face, mãos, pés ou genitais, se acometer grande parte do corpo ou caso você comece a ter febre.”

É importante ressaltar que qualquer procedimento além desses podem causar uma infecção ou agravar o problema. “Não aplique manteiga, café, pasta de dente ou outras receitas caseiras em hipótese alguma”, dia o pediatra Fernando Freitas de Oliveira, coordenador de ensino médico do Hospital Municipal e Infantil Menino Jesus.

Água viva

As queimaduras por águas-vivas ou caravelas são causadas por agentes venenosos que esses animais marinhos têm em seus tentáculos. “Em um primeiro momento, deve-se tentar remover calmamente o tentáculo do contato com a pele, e não se deve colocar o ferimento em água gelada, nem fazer fricção local”, afirma o clínico geral Lucas. Deve-se colocar a parte afetada imersa em água quente (na temperatura máxima tolerada pela pessoa), por pelo menos 20 minutos. Alguns casos podem se beneficiar do uso de ácido acético (vinagre) sobre o local, porém nem sempre é efetivo. “Não é recomendado o uso de urina ou bebidas alcóolicas para passar no ferimento, pois podem provocar uma infecção e agravar a lesão.”

Ouvido entupido

Depois de tomar um banho de mar ou piscina, é possível que a água fique acumulada no ouvido. Se a água for de rio ou lagoa, é uma proliferação maior de bactérias do tipo Pseudomonas sp, causadores da otite. “A maioria das infecções de ouvido é causada pelo fato de a água empurrar cera pelo canal auditivo, quadro que pode ser agravado pela presença de micro-organismos no líquido”, explica o pediatra Fernando.

Para retirar a água acumulada, você pode enxugar a região externa do ouvido com uma toalha e dar pulinhos ou então pequenos tapinhas no lado oposto da cabeça, a fim de fazer o líquido sair. Caso essas medidas não funcionem, procure um médico para fazer uma lavagem ou receber medicação adequada. “Nunca introduza nada dentro do ouvido, como tampas de caneta ou cotonetes.”

Picada de mosquito

Muito comum nos dias quentes de verão, as picadas de mosquito acontecem porque esses insetos necessitam do sangue humano para amadurecer seus ovos – ao contrário do que muitos pensam, não é esse o alimento do animal. Se você notar que foi atingido, é preciso primeiro notar se houve uma reação alérgica. “Na maioria das vezes ocorre uma reação desproporcional no local da picada, como inchaços ou então várias bolinhas, assemelhando-se à catapora”, diz o alergista Marcelo Aun, do Hospital Samaritano, em São Paulo. “Em casos mais graves, a pessoa pode ter um choque anafilático, devendo ser encaminhada imediatamente para o hospital”, alerta. Se a reação acontecer, procure um hospital.

Para indivíduos no geral, a recomendação máxima é evitar coçar a área, sob o risco de levar bactérias da unha para a lesão e causar uma infecção secundária – higienizar o local com álcool também irá ajudar. Segundo o especialista, a coceira acontece porque o mosquito deixa em nosso sangue sua saliva, que é tóxica à nossa pele, e melhora sozinha após algumas horas ou poucos dias. Outra medida campeã é aplicar gelo na área, diminuindo a temperatura local. “Esse processo, além de aliviar a coceira, dor e vermelhidão da picada, também impede que as substâncias deixadas pelo mosquito se espalhem pela pele, impedindo uma inflamação”, explica. É importante que o gelo seja colocado logo que a picada acontecer, justamente para evitar a progressão da inflamação. Ele ressalta que cremes, pomadas e outras receitas caseiras não são necessárias, sob o risco de causar reações e agravar o problema. “Caprichar na limpeza com água e sabão e não coçar a área são as melhores medidas a serem tomadas.”

Diarreia

Comidas estragadas ou mal conservadas, água sem tratamento adequado e falta de hidratação são problemas comuns no litoral e que acabam rendendo muitos casos de diarreia. O clínico-geral Claudio Miguel Rufino, da Unifesp, afirma que a hidratação do corpo é a principal recomendação médica em casos de diarreia, já que o organismo perde muita água por meio das fezes. “As melhores opções são o soro caseiro, soros de reidratação oral comerciais, água de coco, bebidas isotônicas, chás e sucos naturais, além da água mineral”, diz. Isso porque a diarreia provoca a perda de sais minerais, como sódio, magnésio e potássio, por isso a água somente não repõe todas essas perdas.

Outras medidas envolvem cortar alimentos muito gordurosos ou ricos em açúcar, e dar preferência a pratos de sabor mais leve, como torradas ou frutas. “O próprio corpo é capaz de resolver um quadro de diarreia, sem necessidade de medicação, mas podem ser usados remédios para diminuir a frequência das evacuações, sempre com orientação médica”, completa o clínico, lembrando que um hospital deve ser procurado sempre que houver presença de sangue nas fezes, impossibilidade de alimentação e hidratação oral, febre e diarreia por mais de dez dias ou antes disso caso a diarreia seja intensa e as evacuações frequentes. No caso de crianças, gestantes e idosos, o médico deve ser procurado imediatamente, assim como nas situações em que o paciente apresenta outra doença associada.

Se cortar em espinhas de peixe ou outros materiais

Feridas causadas por corais, ouriços do mar e espinhas de peixe ou de arraia são relativamente comuns. São feridas dolorosas e que podem infectar principalmente se algum material ficar preso na pele. “Em algumas espécies de peixes, ouriços e no caso da arraia, pode haver veneno, mas os principais sintomas são localizados, havendo muita dor e inflamação”, ressalta o clínico geral Lucas. Em caso de acidente, o ideal é lavar o local, cobrir com um pano limpo ou atadura e se dirigir ao atendimento médico. “Há casos em que é necessário extrair o material preso ou mesmo receber antibióticos.”

Insolação

Nem sempre a pessoa que sofre de insolação tem queimaduras severas de sol. “Os sintomas podem ser vários, como vermelhidão, ressecamento e ardor da pele, dor de cabeça, náuseas, pulsação e respiração aceleradas, desidratação, aumento da temperatura corporal e alteração do nível de consciência”, conta o pediatra Fernando.

O excesso de sol e calor é suficiente para acabar com o seu bem-estar. Quando o corpo chega a uma temperatura muito elevada, o mecanismo de transpiração falha e o corpo fica incapacitado de se resfriar. O resultado dessa reação é a insolação, que pode ir desde uma vermelhidão e dor de cabeça até uma internação no hospital. Outros sintomas envolvem prostração, mal estar, vômitos e fadiga acentuada. “As principais recomendações são repouso e ingestão de água, pois o maior perigo da exposição excessiva ao calor é a desidratação”, explica.

Irritação nos olhos

A coceira parece que nunca vai ter fim. E, quanto mais você esfrega, mais vermelhos seus olhos ficam. E os problemas não param por aí: inchaço das pálpebras e até dificuldade para enxergar são incômodos bastante comuns após um dia inteiro de sol e mar. “Os micro-organismos que ficam na água do mar e a concentração de sal, diferente daquela presente nas lágrimas, podem causar irritação e até infecções”, afirma a oftalmologista Carla Suzuki, da Unidade de tratamento oftalmológico Vision Care.

Sendo assim, é de extrema importância evitar o mergulho em águas impróprias, que podem conter micro-organismos causadores de uma inflamação. Fique atento às piscinas com cloro e não mergulhe de olhos abertos sem proteção, uma vez que a substância pode causar uma conjuntivite química, pior do que a provocada pela água do mar. “Use óculos de sol, que evitam a passagem dos raios de luz com comprimento de ondas superiores ao violeta e funcionam como escudo protetor para elementos externos como areia e suas impurezas”, diz.

Se a irritação já está instalada, evite coçar os olhos para reduzir a contaminação e lave o rosto com água mineral ou água corrente. “Isso ajuda na remoção da salina e das substâncias químicas que causam irritação. ” Uma compressa de soro fisiológico gelado traz um enorme alívio pra a coceira e diminui na hora a vermelhidão.

minhavida

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Ultraleve cai em em Picuí-PB e piloto sofre queimaduras

Campo-de-avição-de-Picuí-300x224O piloto de um ultraleve sofreu queimaduras após cair com um ultraleve em Picuí, no Seridó da Paraíba, neste sábado (18). De acordo com informações da Polícia Civil, o homem de 27 anos é natural de Pernambuco. O avião teve uma pane no motor, ele tentou arremeter a aeronave, mas perdeu o controle e caiu em um campo de aviação.

O ultraleve pegou fogo e o piloto foi levado para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. A vítima foi encaminhada para a ala de Queimados. A situação do paciente é considerada regular e ele não corre risco de morte.

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Segundo o serviço social do hospital de Trauma, o piloto tem apenas queimaduras nos braços e pernas. Ele está consciente e passou por assepsia dos ferimentos, deveno ser submetido depois a uma cirurgia.

Bananeiras Online com G1PB

Criança de 1 ano sofre queimaduras durante incêndio e fica em estado grave

Reprodução/Bayeux em Foco
Reprodução/Bayeux em Foco

É grave o estado de saúde de uma criança de 1 ano e seis meses, que teve queimaduras pelo corpo durante um incêndio na própria casa no bairro Imaculada, em Bayeux, na Grande João Pessoa. O caso ocorreu nesta quinta-feira (2).

O pai da criança relatou ao Corpo de Bombeiros que estava na frente da residência quando percebeu uma fumaça saindo da casa. Ele invadiu o imóvel e conseguiu retirar a criança entre as chamas. O menino estava dentro do berço.

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O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu apagar as chamas. O fogo destruiu o imóvel. A criança foi levada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa onde permanece internada na UTI Pediátrica. As causas do incêndio estão sendo investigadas.

Fogo destruído o imóvelFoto: Fogo destruído o imóvel
Créditos: Reprodução/ Bayeux em Foco

Botijão pode ter provocado o incêndio Foto: Botijão pode ter provocado o incêndio
Créditos: Reprodução/ Bayeux em Foco

 

portalcorreio