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Número de feridos por queimaduras no São João cai mais de 77% em Campina Grande

Cinco pessoas vítimas de queimaduras provocadas por fogos ou fogueiras deram entrada no Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes de Campina Grande, na terça (23) e na quarta-feira (24), véspera e dia de São João. As vítimas foram duas crianças, dois adolescentes e um adulto. De acordo com a unidade hospitalar, no mês de junho do ano passado, 76 pessoas deram entrada vítimas de queimaduras no hospital de Trauma. Desse total, 22 deram entrada somente nos dias 23 e 24 de junho, o que corresponde a uma queda de 77,2%, se considerados os números do mesmo período neste ano.

Neste ano, uma lei proibiu o acendimento de fogueiras em espaços urbanos em todo o estado, por causa da pandemia do novo coronavírus. Durante operação de fiscalização da lei, a Polícia Militar apagou 35 fogueiras e recolheu outras 67, antes de serem acesas.

No Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa Senador Humberto Lucena, os casos também tiveram redução nos dias 23 e 24 de junho, se comparados ao mesmo período do ano passado. Segundo os dados divulgados pela unidade de saúde, foram registradas cinco vitimas de queimaduras. Já em 2019, 18 pessoas deram entrada.

Segundo o balanço divulgado pelo Trauma de Campina Grande, na manhã desta quinta-feira (25), a unidade realizou 395 atendimentos durante o feriado de São João. O balanço tem como base as entradas realizadas a partir da 0h da terça-feira (23) até as primeiras horas desta quinta-feira (25). Nesses dias, foram realizadas 50 cirurgias.

De acordo com a assessoria de imprensa da unidade de saúde, dos 395 atendimentos, 63 foram vítimas de queda, superando os acidentes de moto, que foram 43. Outros casos de emergência registrados na unidade de saúde foram acidente de automóvel (cinco), agressão física (quatro), vítimas de projéteis de arma de fogo (quatro) e arma branca (quatro), atropelamentos (dois) e acidentes com bicicleta (seis). Os demais atendimentos médicos foram na clínica médica e na pediatria.

De acordo com relatório, o município de Campina Grande registrou 13 acidentes de motos nesse período junino, seguido por Boqueirão (quatro), Seridó (quatro), Esperança (três) e Juazeirinho (três).

Já no mesmo período do ano passado, deram entrada 507 pessoas na véspera e no dia de São João, entre urgências e emergências. Desse total 95 foram vítimas de acidente de moto, acidente de automóvel (três), agressão física (18), vítimas de projéteis de arma de fogo (uma) e arma branca (três), atropelamentos (cinco) e acidentes com bicicleta (três).

G1

 

Álcool em gel nas mãos requer cuidado para evitar queimaduras graves

Na prevenção contra o coronavírus, o álcool em gel virou grande aliado para a higienização das mãos e incorporou-se à rotina de grande parte das pessoas. No entanto, o produto pode causar queimaduras, como aconteceu com um jornalista de Santos, no litoral de São Paulo, na última semana.

Ao chegar em casa, o profissional de 46 anos lavou as mãos, passando o álcool em gel na sequência e foi esquentar comida. No momento não percebeu que sua mão estava queimando, só depois sentiu ardência e reparou a vermelhidão no local. Ao procurar um médico, o especialista confirmou que a queimadura foi causada pelo uso do álcool e aproximação do fogo em seguida.

O exemplo mostra que depois de passar o produto nas mãos é preciso ter cuidado ao acender o fogão da cozinha ou até um cigarro.

O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM), João Baptista Gomes dos Santos, explica que a mão representa 3% da superfície corporal total, mas seu envolvimento em traumas graves, como queimaduras, pode levar a sequelas funcionais graves. “A mão é mais suscetível ao traumatismo por queimadura, porque geralmente está mais próxima do agente causador ou porque é utilizada pelas vítimas na tentativa de se proteger no momento do acidente”, relata.

Estudos epidemiológicos já mostraram que a maioria das queimaduras grandes (mais de 25% da superfície corporal queimada) tem uma ou ambas as mãos afetadas, atingindo 90% dos casos. “A queimadura é um trauma grave, com impactos sociais e econômicos”, completa o especialista.

Cuidados com o álcool

O médico salienta que o reforço na higiene deve continuar, mas em casa, o melhor é higienizar as mãos lavando-as bem, com água e sabão, por, pelo menos, 20 segundos.  “O álcool em gel deve ser utilizado em lugares onde não é possível lavar as mãos, quando se está fora de casa”, acrescenta.

A avaliação médica da profundidade das queimaduras, principalmente se houver lesões profundas de espessura parcial e total, deve ser realizada o mais cedo possível.

Tipos de queimaduras

As queimaduras de primeiro grau envolvem danos apenas à epiderme, não mostram feridas abertas ou bolhas, curam sem cicatrizes e não requerem tratamento cirúrgico.

As queimaduras de segundo grau, em grau superficial, geralmente se recuperam com o cuidado local em 10 a 14 dias. Lesões desse tipo apresentam bolhas e são dolorosas devido à exposição das terminações nervosas na derme. Em grau profundo, as lesões apresentam uma fase inflamatória de cicatrização prolongada, podendo resultar em comprometimento funcional.

As queimaduras de terceiro grau envolvem toda a espessura da epiderme, derme e tecido subcutâneo, e as feridas não podem ser restauradas devido à perda total de anexos epidérmicos e derme.

Por fim, as queimaduras de quarto grau envolvem estruturas como músculos, tendões e ossos, sendo lesões graves que requerem reconstruções elaboradas e, ocasionalmente, amputações.

 

Agência Brasil

 

 

Mulher morre em hospital após sofrer queimaduras durante explosão de gás de botijão, na PB

Uma mulher morreu na noite desta segunda-feira (28) no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, onde estava internada desde a última terça-feira (26), após sofrer queimaduras causadas por uma explosão de gás que estava vazando do botijão na casa onde ela morava, em Igaracy, no Sertão paraibano.

O caso aconteceu no sítio Catinga Grande, Zona Rural de Igaracy. Segundo boletim de ocorrência registrado pelo irmão da vítima na Central de Polícia Civil de Campina Grande, Helene Vicente da Silva, de 46 anos, estava na casa quando o botijão de gás que estava vazando explodiu. O sobrinho da vítima também estava no local durante o acidente e morreu no dia 28 de novembro.

A vítima chegou a ser levada para o Hospital de Piancó, ainda no Sertão da Paraíba, mas precisou ser transferido para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Nesta segunda-feira (9), a unidade de saúde informou que ela não resistiu e morreu.

G1

 

Criança morre com queimaduras após cair em caldeirão com água quente, na Paraíba

Uma criança de dois anos morreu nesta quarta-feira (11) depois de sofrer queimadas provocadas por água quente. O acidente aconteceu na cidade de Ingá, no Agreste da Paraíba, mas a criança morreu no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

As queimaduras aconteceram no dia 28 de agosto. De acordo com relatos de parentes à polícia, a criança estava em casa, enquanto o padrasto preparava uma caldeirão com água fervendo.

Ele teria colocado o caldeirão no chão e, quando se abaixou para pegar algo no chão, bateu a cintura na criança e ela caiu dentro do caldeirão. Ela foi encaminhada para a UPA da cidade de Ingá e, em seguida, levada para o Hospital de Trauma de Campina Grande, que tem uma ala especializada em queimaduras.

A morte da criança foi registrada na Central de Polícia Civil de Campina Grande e deve ser investigada pela Polícia Civil de Ingá.

G1

 

Criança de 3 anos sofre queimaduras nos pés ao pisar em fogueira durante São João, na PB

Um menino de 3 anos deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande com queimaduras nos pés, na noite dessa segunda-feira (24), em Campina Grande. De acordo com a assessoria de imprensa da unidade de saúde, a criança sofreu as queimaduras ao pisar nas brasas de uma fogueira, na tarde do dia de São João.

Segundo a assessoria do hospital, o menino é do bairro Três Irmãs e chegou à unidade de saúde acompanhada da mãe. Na manhã desta terça-feira (25), a cirurgiã plástica Isis Lacerda, médica que atendeu a criança, informou ao G1 que o menino sofreu queimaduras de 2º grau no pé esquerdo e de 1º grau no pé direito.

A mãe contou que a fogueira foi feita na noite do dia 23, véspera de São João, e que na tarde desta segunda, o filho pisou nas brasas que restaram da fogueira. “Ele deu entrada no hospital ontem à noite, mas retornou na manhã desta terça-feira para trocarmos os curativos e ataduras”, explicou Isis Lacerda.

Conforme a médica, o estado de saúde da criança é estável. Após ser atendido na manhã desta terça-feira, o menino foi liberado e deve retornar ao hospital para avaliação médica.

“Nesses casos a gente faz todo o atendimento, mas não internamos. Ele vai pra casa e volta para o hospital para avaliação. Quando os ferimentos estiverem melhor, aí a troca de curativos deve ser feita pela mãe em casa”, concluiu Isis Lacerda.

Foto: Divulgação/Assessoria Trauma-CG

G1

 

Dicas e cuidados ajudam a evitar e tratar queimaduras

Marcado como o mês mais festivo da região Nordeste, Junho também é uma das épocas com maior incidência de acidentes e queimaduras com fogos de artifício, fogueiras e balões. Veja abaixo dicas e cuidados citados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) para evitar esses acidentes.

Conforme a SBD, é preciso ter muito cuidado com a aproximação nas fogueiras, principalmente com crianças pequenas que não conseguem ter dimensão do perigo. Já o manuseio incorreto de fogos de artifício podem causar queimaduras, além de mutilações nos dedos, machucados nos olhos e até a surdez.

“A pele pode ser destruída parcialmente ou totalmente, atingindo desde pelos até músculos e ossos. Os tipos de queimaduras são: 1º grau – quando atinge a camada mais superficial da pele, lesão é vermelha, quente e dolorosa; 2º grau superficial – que gera bolhas e muita dor; 2º grau profunda – quando é menos dolorosa, a base da bolha é branca e seca; e 3º grau – que é indolor, acomete todas as camadas da pele e pode chegar até aos ossos e gerar sérias deformidades”, contou Samuel Mandelbaum, médico dermatologista da SBD.

Em caso de acidente, a SBD recomenda que a área queimada fique debaixo de água fria ou sejam aplicadas compressas limpas e frias sobre a queimadura até que a dor desapareça ou se busque um serviço médico.

“Para as queimaduras de 1º grau, é importante manter a área de queimadura hidratada, usando óleo mineral ou vaselina líquida. Já no caso de formação de bolhas, as mesmas não devem ser retiradas, pois elas servem de curativo biológico. Deve-se procurar um médico, e após a cicatrização, é necessário usar filtro solar para evitar o surgimento de manchas. A SBD também alerta que tratamentos caseiros de queimaduras podem causar infecções na ferida e alergias. Não é recomendado usar pasta de dente, clara de ovo, manteiga ou outras receitas indicadas por amigos ou buscadas na internet”, informou a SBD.

Busque atendimento médico imediato se:

– A queimadura for considerada de segundo ou terceiro graus.

– A área queimada for grande, mesmo que a queimadura não pareça grave, ou sempre que a queimadura parecer cobrir mais de 15 a 20% do corpo.

– A queimadura for provocada por fogo, corrente elétrica ou substância química.

– A queimadura for no rosto, couro cabeludo, articulações ou genitais.

– A queimadura parecer estar infectada (inchada, com pus, cada vez mais roxa ou com linhas roxas na pele que rodeia a ferida).

 

 

portalcorreio

 

 

Mulheres sofrem queimaduras após explosão de cafeteira, em João Pessoa

Duas mulheres sofreram queimaduras após uma cafeteira explodir, na noite deste domingo (14), no bairro Treze de Maio, em João Pessoa. A cafeteira estava funcionando no momento da explosão e jorrou café quente por todo ambiente.

A cafeteira tinha um suporte de vidro. As mulheres, de 50 e 33 anos, estavam perto do objeto e foram atingidas pelo líquido no momento da explosão. Elas foram encaminhadas ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

A mulher de 50 anos passou pelos atendimentos médicos de emergência e recebeu alta ainda na noite do domingo. A outra, de 33 anos, permanece internada e o estado de saúde dela, conforme a assessoria de imprensa da unidade de saúde, é estável.

G1

 

Gestante sofre queimaduras ao tentar usar álcool para acender fogão artesanal

Uma grávida sofreu queimaduras ao tentar acender um fogão artesanal com álcool na tarde deste domingo (31), no bairro Cristo Redentor, em João Pessoa.

De acordo com o relato, a mulher pensou que o fogo havia apagado e tentou despejar álcool para reacender as chamas, causando uma explosão. Ela sofreu queimaduras, e o marido que estava próximo, também foi atingido na perna. Alguns objetos da residência foram consumidos pelas chamas.

A gestante foi levada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

 

clickpb

 

 

Menino de 6 anos sofre queimaduras após ser atingido por sopa em escola

Uma criança de seis anos teve queimaduras no corpo ao ser atingida por uma porção de sopa, na Escola Municipal Manoel Machado da Nóbrega, no município de Massaranduba, no Agreste paraibano. O fato aconteceu nessa quinta-feira (28) e o pai contou ao Blog do Márcio Rangel que a diretoria informou não ter responsabilidade sobre o ocorrido.

A diretora informou ao pai do menino que ele rejeitou ser levado ao hospital, com medo de injeção. A diretora Célia Araújo teria se recusado a falar sobre o caso ao Blog do Márcio Rangel.

O ClickPB não conseguiu entrar em contato com a prefeitura de Massaranduba e com a escola municipal onde a criança estuda.

 

ClickPB

(Foto: Arquivo pessoal/Reprodução/Blog do Márcio Rangel)

 

Crianças e adolescentes são metade das vítimas de queimaduras em João Pessoa

(Foto: Maurício Melo/G1)

Metade dos atendidos pelo Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa com ferimentos causados por fogo e fogos de artifícios foram crianças e adolescentes até 14 anos, durante a Campanha de Prevenção às Queimaduras deste ano. A ação que compreende o período de festejos juninos, teve uma redução de 13% nos atendimentos em relação a 2016.

A campanha encerrou nesta terça-feira (4) com 95 atendimentos no total, contra 109 no ano passado. Pessoas atendidas com queimaduras foram 24, sendo 12 crianças de zero a 14 anos. No primeiro semestre de 2017 foram atendidas 587 vítimas de queimaduras na unidade de saúde.

“Houve um pequeno aumento com relação aos números de crianças vítimas de fogos e o alerta é para que os pais entendam que lugar de criança não é perto de fogo ou cozinha”, frisou o coordenador da Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ), Saulo Montenegro.

G1

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